Cannabis Medicinal

Liberação de cultivo de maconha para uso medicinal pode ser aprovada na CAS na quarta-feira

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Incrível a falta de capacidade de algumas pessoas em serem solidárias,  compreensivas e terem empatia... ATÉ DENTRO DO GROWROOM tem discussão política rolando no nível da quase agressão... 

Tá todo mundo no mesmo barco aqui rapazeada! Seja para consumo medicinal ou recreativo, tá todo mundo lutando pela mesma causa! 

DIZER NÃO AO TRÁFICO! DIZER NÃO A PROIBIÇÃO!

 

Ponto.

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1 hora atrás, LocoDoCogumelo disse:

Jênio, não esquece que se der merda (mais do que no pt, duvido) você está junto no barco. 

 

Mas isso é um fato. Não uma desculpa. 

Eu sei, mas quero que dê mesmo assim, somente assim o povo vai parar de cair nesse papo de político. 

Se votar fosse tão bom, não seria permitido. 

 

 

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7 horas atrás, skycrash disse:

Eu sei, mas quero que dê mesmo assim, somente assim o povo vai parar de cair nesse papo de político. 

Isso não faz o menor sentido.

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10/01/2019 13:00 - Nacional

Cresce 183% no Brasil a prescrição médica da 'Cannabis'

 

Estadão Conteúdo
 
 

A dona de casa Mariele Martins, de 33 anos, viaja 150 quilômetros, de Taubaté a São Bernardo, para levar a filha Laís, de 1 ano, a um neuropediatra. Após passar por quatro especialistas, finalmente encontrou um que não rejeitasse o único tratamento que diminuiu a frequência de convulsões que a menina sofria: um óleo feito de substância extraída da Cannabis, a planta da maconha.

"O canabidiol não é milagre, mas devolveu a vida pra gente. Hoje, ela reconhece todas as pessoas da casa, assiste a desenhos, interage socialmente, brinca com o irmão", conta a mãe. Foi logo após o diagnóstico de Síndrome de Aicardi, condição genética rara e congênita, que começou a saga da família para diminuir o sofrimento de Laís. As convulsões chegavam a 70 por dia - hoje não passam de 3.

A crescente demanda de pacientes como Laís pelos produtos derivados da Cannabis, os canabinoides, pressiona a classe médica. De 2015 a 2018, o número de profissionais que prescreveram canabinoides foi de 321 para 911 (alta de 183%), segundo dados da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) reunidos pela Abmedcan, entidade voltada à formação de médicos sobre o tema.

Mas o total de prescritores ainda é baixo, se comparado ao de pacientes que já receberam autorização para importar o produto: 4.236, até outubro. Incertezas sobre as substâncias, dificuldades de delimitar dosagens e insegurança sobre a legalidade da prática estão entre os motivos da baixa adesão.

"Meus pacientes que me forçaram a buscar conhecimento. Fui me atualizando e chegou ao ponto em que não tinha onde ter informação. Fui para fora do País", diz o neurocirurgião Pedro de Pierro, do Centro de Excelência Canabinoide, também voltado para formação médica.

A empresa é uma das criadas no último ano para dar cursos e palestras para médicos sobre a Cannabis medicinal, tratando do passo a passo da importação e questões jurídicas da prescrição. No País, a Anvisa autoriza importar o canabidiol em associação com outros canabinoides, para tratamento de saúde, mediante prescrição de profissional habilitado. É preciso justificar a opção pelo tratamento e apontar outras terapias realizadas.

Já o Conselho Federal de Medicina (CFM) delimita que só neurologistas, neurocirurgiões e psiquiatras podem prescrever o canabidiol para crianças e adolescentes com epilepsias refratárias (resistentes) aos tratamentos convencionais.

Profissionais de várias especialidades, como oncologistas e reumatologistas, procuram as formações e também consultoria - a ajuda pode ser até online. Segundo Carolina Nocetti, cofundadora da Abmedcan, listas de prescritores circulam na internet e há filas em consultórios desses especialistas.

"Muitos colegas dizem que não prescrevem porque têm medo. Não sabem como é a metabolização, as implicações", diz a neurologista Paula Maria Mimura, que começou a estudar o tema após um paciente perguntar sobre o tratamento. Desde então, viu colegas olharem para seu trabalho com desconfiança.

Outro gargalo é o custo. Como não é permitido plantar Cannabis no País, a maioria dos remédios é importada.

Cautela

Para Salomão Rodrigues Filho, psiquiatra e membro do CFM, o debate exige cuidado. "Sabemos os efeitos terapêuticos, mas não conhecemos os riscos (do canabidiol). Não sabemos o que vai acontecer com essa criança (submetida ao tratamento) quando for adulta." A decisão pela delimitação de especialidades que podem prescrever, diz, é técnica, pois o prescritor precisar ter conhecimento e experiência sobre a doença.

Questionada sobre a regulamentação da Cannabis para uso medicinal - o que poderia reduzir preços -, a Anvisa disse que o tema é debatido internamente e que será criado um grupo de trabalho com outros órgãos.

 

 

https://www.jcnet.com.br/Nacional/2019/01/cresce-183-no-brasil-a-prescricao-medica-da-cannabis.html

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Porte de drogas

No dia 5 de junho está marcado o julgamento da descriminalização de usuário de drogas. O processo, um recurso especial com repercussão geral para todos os casos correlatos em tramitação na Justiça, coloca em discussão a constitucionalidade do Artigo 28 da Lei das Drogas (11.343/2006), que prevê penas para quem “adquirir, guardar, tiver em depósito, transportar ou trouxer consigo” drogas ilegais para consumo pessoal.

O assunto chegou a ser discutido em plenário, mas o julgamento encontra-se interrompido há mais de dois anos devido a um pedido de vista de Zavascki, antecessor de Alexandre de Moraes, que acabou herdando o processo.

O placar atual é 3 votos a 0 a favor da descriminalização do porte de drogas para consumo pessoal. Votaram até agora pela descriminalização o relator, Gilmar Mendes, e os ministros Edson Fachin e Luís Roberto Barroso, único a propor uma quantidade máxima de 25 gramas para o porte de maconha, especificamente.

 

https://www.jcnet.com.br/Nacional/2019/01/stf-vai-julgar-casos-polemicos-a-partir-do-proximo-mes.html

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