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Rodrigo Maia cria comissão de juristas para fortalecer o combate ao tráfico de drogas e armas


sóamangarosa

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  • Usuário Growroom

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Rodrigo Maia cria comissão de juristas para fortalecer o combate ao tráfico de drogas e armas

 

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, criou nesta segunda-feira (9) uma comissão de juristas para elaborar um anteprojeto de lei sobre o combate ao tráfico de drogas e armas no País. O grupo será presidido pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes e terá quatro meses para elaborar um anteprojeto com “medidas investigativas, processuais e de regime de cumprimento de pena”.

De acordo com Rodrigo Maia, o combate à criminalidade organizada é prioridade absoluta. “São necessárias alterações legislativas que garantam o intercâmbio de policiais e o uso compartilhado de informações e equipamentos de inteligência, bem como a cooperação entre as equipes de perícias e apoio tecnológico em laboratório forense, especialmente em lavagem de dinheiro e financiamento de atividades ilícitas”, explicou o presidente.

Integrantes
Farão parte do grupo de trabalho oito especialistas em Direito Penal:
- o presidente do Conselho de Política Criminal e Penitenciária, desembargador Cesar Mecchi Morales;
- a defensora pública da União Érica de Oliveira Hartmann; 
- o procurador-geral de Justiça do Ministério Público de São Paulo, Gianpaolo Poggio Smanio; 
- o subprocurador-geral da República, José Bonifacio Borges de Andrada; 
- a promotora de Justiça da Bahia Mônica Barroso Costa; 
- a advogada Patrícia Vanzolini;
- o advogado Renato da Costa Figueira; e 
- o advogado Renato de Mello Jorge Silveira.

A atividade dos integrantes do grupo não será remunerada e eles só terão direito ao custeio dos gastos com transporte e hospedagem. 

No ato da criação do grupo de trabalho, também estão previstas audiências públicas e reuniões com representantes do Judiciário, do Ministério Público, de administrações penitenciárias estaduais, da sociedade civil organizada, entre outros.

Rodrigo Maia informou ainda que a presidência da Câmara vai estabelecer um canal de comunicação direta com sociedade para que ela encaminhe sugestões legislativas.

 

Fonte: http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/SEGURANCA/546332-RODRIGO-MAIA-CRIA-COMISSAO-DE-JURISTAS-PARA-FORTALECER-O-COMBATE-AO-TRAFICO-DE-DROGAS-E-ARMAS.html

 

 

 O Brasil esta caminhando na contra mão, nós precisamos fazer alguma coisa, vc viu como os senadores ignoraram por completo nossa sugestão legislativa nº 25/2017 a respeito da descriminalização do cultivo, e realizaram completamente o oposto, eu mandei email's pra esses deputados e senadores condenando essa atitude, também floodei os comentários da noticia na pagina da camara (mas eles filtram os comentários e só mostram os comentários que eles querem), a gente precisa fazer alguma coisa. Ao invés de combater a corrupção e descriminalizar o cultivo caseiro, eles querem criminalizar ainda mais nosso hobby e descriminalizar a corrupção, ve se pode uma coisa dessas..

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  • 2 weeks later...
  • 1 month later...
  • Usuário Growroom

TODO governo governa pra si... e cada um que é eleito passa a agir somente para si... Se tiver tempo, procure o pdf do livro a anatomia do estado

"....o estado providencia um meio legal, ordeiro e sistemático para
a depredação da propriedade privada; ele torna certa,
segura e relativamente “pacífica” a vida da casta parasita na sociedade...
"

Por 'parasita' entenda-se: todo aquele que obtém seu 'sustento' diretamente dos cofres públicos, abastecidos com o 'saque' feito àqueles que produzem.

O mais interessante (se tal existe nessa situação) é que eles ainda plantam a demagoga idéia (usando as mídias cúmplices) de que estão fazendo 'o bem' para a sociedade e que o custo de tal faz parte do processo... aí vem àqueles 'santos' dos grupos religiosos em caloroso apoio (sendo que seus lideres nada mais são que sanguessugas tanto de seus religiosos seguidores como dos cofres públicos com os quais se esbaldam) alegando que a batalha contra as drogas é desejo de Deus.


 

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  • 1 month later...

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  • Conteúdo Similar

    • Por CanhamoMAN
      Congresso Médico de Santos abre com palestra sobre uso terapêutico da maconha Programação é voltada para classe médica e ao público em geral

      DE A TRIBUNA ON-LINE 10/05/2015 - 20:19 - Atualizado em 10/05/2015 - 20:19 http://www.atribuna.com.br/noticias/noticias-detalhe/santos/congresso-medico-de-santos-abre-com-palestra-sobre-uso-terapeutico-da-maconha/?cHash=8d637010e157a9f007d4fb265708ac4e Elisaldo Calini irá defender uso do canabidiol. O XXXIII Congresso Médico de Santos (Comas) irá debater temas pertinentes a classe médica e ao público a partir desta segunda-feira (11), às 18h30, no Centro Universitário Lusíada.
      O evento abrirá com a palestra Cannabis Sativa Medicina, ministrada pelo médico Elisaldo Carlini, especialista em psicofarmacologia e defensor do uso da maconha como droga terapêutica.
      O congresso, que é realizado pelos alunos do Curso de Ciências Médicas, prossegue por toda a semana contendo palestras multidisciplinares. Para participar, os interessados devem pagar uma taxa de inscrição no valor de R$ 70,00, mas também é possível assistir palestras avulsas (R$ 15,00) ou acompanhar o dia todo (R$ 40,00).

      O evento será realizado no teatro do Campus III, Rua Batista Pereira, 265, Macuco, em Santos. A programação completa pode ser conferida por meio do site do Comas.


      Programação Programação COMAS 2015 - 11 à 15 de maio de 2015



    • Por CanhamoMAN
      Legalização da maconha é discutida em congresso de psiquiatria http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/brasil/2014/10/17/interna_brasil,536844/legalizacao-da-maconha-e-discutida-em-congresso-de-psiquiatria.shtml
      Anamaria Nascimento
      Publicação: 17/10/2014 14:05 Atualização: 17/10/2014 14:25
      BRASÍLIA - Um debate sobre a legalização da maconha no Brasil dividiu a comunidade médica durante o 32º Congresso Brasileiro de Psiquiatria (CBP), que acontece até sábado no Distrito Federal e reúne cerca de 7 mil estudantes e profissionais de saúde mental. As discussões entre os médicos foram acompanhadas pelo senador Cristovam Buarque (PDT-DF), responsável pela formulação de um projeto de lei sobrea legalização da droga. De acordo com o senador, as opiniões dos médicos serão levadas em conta na elaboração do projeto.

      Contrário à legalização da droga, o psiquiatra Ronaldo Laranjeira, professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), argumentou que 28 milhões de pessoas vivem com um dependente químico no Brasil e que 62% das pessoas que usam o entorpecente fizeram uso da droga pela primeira vez antes dos 18 anos. "Cestamos falando de uma questão que afeta principalmente os adolescentes brasileiros. A solução do problema está na prevenção e não na legalização", pontuou.

      Entre os defensores do uso medicinal da maconha, o psiquiatra Elisaldo Carlini, também professor da Unifesp, destacou que a importância da maconha para fins medicinais está comprovada. "Cartigos científicos elaborados em várias partes do mundo ao longo das décadas apontam que a maconha não pode ser relacionada a transtornos psíquicos", afirmou. Segundo ele, a legalização da droga levaria ainda a uma diminuição da população carcerária brasileira. "Cinco dias detentos em uma penitenciária causam mais problemas em um indivíduo do que cinco anos de uso da maconha", comparou.
    • Por CanhamoMAN
      14-02-14 Despenalização do uso da droga foi um erro
      Carlos Eduardo Rios do Amaral* http://www.jb.com.br/sociedade-aberta/noticias/2014/02/14/despenalizacao-do-uso-da-droga-foi-um-erro/ Desde agosto de 2006 a Lei Federal n 11.343 – a Nova Lei de Tóxicos – abrandou em muito a pena para o crime de uso de drogas. Antes, o usuário de drogas era severamente punido com detenção de seis meses a dois anos. Hoje, ao ser flagrado portando drogas para consumo pessoal, o indivíduo recebe uma advertência sobre os efeitos das drogas em geral.

      Tal alteração legislativa, logo que percebida pelos ávidos pela droga, resultou em verdadeiro desastre para as pessoas de bem e em ruína da sociedade e da família brasileiras. Não existe nada na literatura médica que sobressaia aos fatos vivenciados por juízes, promotores e defensores pblicos no triste dia a dia forense das varas criminais.

      Nas varas da infância e da juventude a situação é caótica, de aterrorizar os mais esperançosos na possibilidade de ressocialização do ser humano em fase de desenvolvimento. Crianças e adolescentes mergulhados no mundo das drogas e das execuções de membros de bocas de fumo rivais desconhecem outro modo de vida, senão o de matar ou morrer em nome da droga.

      Em tema de violência doméstica aquele pai chefe de família há muito tempo já deixou o cigarro, a cerveja e a cachacinha de lado. O agressor doméstico quer a pedra de crack, a carreira de cocaína, para depois de uma sessão de espancamentos da indefesa mulher, usá-la na frente dos filhos assustados com a agressão à mãe.

      Agora, a ida a boca de fumo é encorajada pela nova legislação federal. Até o principiante usuário se sente confortável em desafiar essa vacilante legislação, que, em verdade, não pune nada. Na periferia ou nas animadas coberturas de bairros nobres a droga vai tomando seu espaço de destaque e sedução. A vaquinha dos “vinte reais” vai se tornando mais frequente nos fins de festas. O disk-cerveja vai perdendo a concorrência para o desleal disk-droga, este ltimo muito bem motorizado.

      Estamos em ano de eleições gerais. Toda a sociedade brasileira clama pelo fim da violência generalizada que assola o país.

      Não é possível que o Congresso Nacional e o Executivo desatendam ao anseio popular de paz. Assim como o traficante, o usuário de drogas deve ser impedido de fomentar a violência no Brasil. E isso só será possível recaindo a dura espada da Justiça sobre esses criminosos, tanto o usuário como o traficante. Figuras que muitas vezes se confundem num só vilão.
      *Carlos Eduardo Rios do Amaral é defensor público no estado do Espírito Santo.

    • Por growroom
      Congresso Internacional sobre Drogas: Lei, Saúde e Sociedade

      3 a 5 de maio de 2013

      Brasília






      O Congresso Internacional sobre Drogas: Lei, Saúde e Sociedade vai acontecer de 3 a 5 de maio de 2013, no Museu Nacional da República, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília (DF).

      
O evento vai fomentar o intercâmbio entre a sociedade e reconhecidos representantes do Brasil e do mundo nas diversas áreas do conhecimento relacionadas ao tema. Especialistas do Brasil, América Latina, Europa e Estados
      Unidos vão discutir, com representantes da sociedade civil, sobre segurança pública, política, educação, cultura, medicina e saúde pública.

      
O congresso visa também a contribuir para o aperfeiçoamento de profissionais graduados de diversas áreas do conhecimento e para a formação de estudantes, educadores e futuros profissionais dessas áreas. Mais especificamente, temos como objetivo geral consolidar, documentar e fornecer ao governo, aos profissionais, aos estudantes e à sociedade, subsídios técnico-científicos capazes de alicerçar o debate e indicar caminhos concretos e alternativas que minimizem as consequências negativas da atual política de guerra às drogas e criminalização de usuários.

      O congresso será composto por conferências científicas e mesas redondas temáticas interdisciplinares. Estas atividades não deverão ser simultâneas, para possibilitar o intercâmbio entre os participantes das diversas áreas e sua exposição aos mais diferentes pontos de vista sobre questões que envolvem o uso de drogas psicoativas. O congresso também contará com exposição de arte e shows musicais.

      
Para potencializar a visibilidade do evento, o congresso será transmitido ao vivo pela internet e poderá ter a participação, pela web, de pessoas de todo o mundo. Além disso, haverá projeção na área externa do Museu para que mais pessoas possam acompanhar os debates.

      
Como resultado, será gerado um documento formal de referência, contendo a síntese do evento, com recomendações para uma nova política de drogas no Brasil. O documento vai ser disponibilizado ao Governo Federal com o objetivo de subsidiar a discussão da atual legislação nos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.

      
O encontro é uma iniciativa conjunta da Universidade de Brasília (UnB), Conselho Federal de Psicologia (CFP), Instituto Brasileiro de Ciências Criminais (IBCCRIM), Núcleo de Estudos Interdisciplinares de Psicoativos (NEIP) e da
      Associação Brasileira de Estudos Sociais do Uso de Psicoativos (ABESUP). É financiado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior do Ministério da Educação (CAPES) e conta com o apoio institucional da Coordenação Nacional de Saúde Mental, Álcool e Outras Drogas (Ministério da Saúde), da Sociedade Brasileira de Neurociência e Comportamento (SBNEC), do Programa de Atendimento e Orientação a Dependentes (PROAD-Unifesp), do Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (CEBRID-Unifesp), da Associação Brasileira de Ensino em Psicologia (ABEP), da Comissão Brasileira Sobre Drogas e Democracia (CBDB), do International Centre for Science in Drug Policy (ICSDP), do Centro de Investigación y Docencia Económicas del México (CIDE), da Rede Pense Livre e do Movimento Viva Rio.

      
Congresso Nacional Sobre Drogas. Uma oportunidade inédita para se redefinir os rumos da política sobre drogas no Brasil.


      Palestrante e Debatedores:

      Alejandro Madrazo Lajous - Convite aceito
      Center for Economic Research and Educationof México (CIDE).

      Alessandra Oberling - Convite aceito
      Coordenadora de projetos do Instituto Igarapé.

      André Barros – Convite aceito
      advogado da Marcha da Maconha do Rio de Janeiro.

      Beatriz Labate - Convite aceito
      Center for Economic Research and Education of México -CIDE.

      Bruno Ramos - Convite aceito
      Representante dos coletivos É de Lei e Respire Redução de Danos.

      Cristiano Maronna - Convite aceito
      Instituto Brasileiro de Ciências Criminais.

      César Gaviria - Convite aceito
      Ex-presidente da Colômbia.

      Dartiu Xavier da Silveira Filho - Convite aceito
      Professor da Universidade Federal de São Paulo, PROAD.

      Denis Russo - Convite aceito
      Jornalista e Escritor – Editor Chefe da revista Super Interessante.

      Edward MacRae - Convite aceito
      Professor da Universidade Federal da Bahia.

      Elisaldo Carlini - Convite aceito
      Professor da Universidade Federal de São Paulo, CEBRID.

      Emílio Figueiredo - Convite aceito
      Consultor Jurídico do Growroom.

      Ethan Nadelmann - Convite aceito
      Drug Policy Alliance - EUA.

      Gabor Maté – Convite aceito
      Médico e escritor, Vancouver, Canadá.

      Henrique Carneiro - Convite aceito
      Professor da USP.

      Humberto Verona - Convite aceito
      Presidente do Conselho Federal de Psicologia.

      Ilona Szabo - Convite aceito
      Rede Pense Livre, Fundação Igarapé, Global Commission onDrugPolicy.

      João Menezes - Convite aceito
      Professor da UFRJ.


      Jorge da Silva - Convite aceito
      Coronel reformado da Policial Militar do Estado do Rio de Janeiro.

      Luciana Boiteux - Convite aceito
      Professora da UFRJ.

      Luis Eduardo Soares - Convite aceito
      Professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.

      Luis Fernando Tófoli - Convite aceito
      Universidade Federal do Ceará.

      Maria Lúcia Karam - Convite aceito
      Presidente da Law Enforcement Against Prohibition Brazil.

      Maurício Fiore - Convite aceito
      Centro Brasileiro de Análise e Planejamento, NEIP (Núcleo de Estudos Interdisciplinares sobre Psicoativos).

      Maurides Ribeiro - Convite aceito
      ICBCRIM.

      Paulo Teixeira - Convite aceito
      Deputado Federal.

      Pedro Abramovay - Convite aceito
      Ex-secretário nacional de justiça.

      Rebeca Lerer - Convite aceito
      Coordenadora de Comunicação da Global Commissionon Drug Policy, Rede Pense Livre.

      Renato Cinco - Convite aceito
      Vereador eleito pelo PSOL do Rio de Janeiro.

      Renato Malcher - Convite aceito
      Professor da Universidade de Brasília.

      Renato Filev – Convite aceito
      Coletivos Desentorpecendo a Razão e Respire Redução de Danos.

      Rodrigo Mac Niven - Convite aceito
      Cineasta, Coletivo Projects.

      Roberto Tykanori - Convite aceito
      Coordenador Nacional de Saúde Mental.

      Rubem Cesar - Convite aceito
      Diretor executivo do movimento Viva Rio.

      Sérgio Vidal - Convite aceito
      Antropólogo e escritor.

      Sidarta Ribeiro - Convite aceito
      Professor da UFRN, Diretor do Instituto do Cérebro.

      Tarso Araújo - Convite aceito
      Jornalista e escritor – Revista Galileu

      Walter Maierovitch - Convite aceito
      Ex-secretário Nacional Anti-drogas.

      William Lantelm Filho - Convite aceito
      Growroom e Revista semSemente.


      Organização:
      Comissão Científica

      Beatriz Labate
      Center for Economic Research and Education of México (CIDE)

      Cristiano Maronna
      Instituto Brasileiro de Ciências Criminais.

      Dartiu Xavier da Silveira Filho
      Universidade Federal de São Paulo.

      Eduardo Schenberg
      Universidade Federal de São Paulo.

      Edward MacRae
      Universidade Federal da Bahia.

      Henrique Carneiro
      Universidade de São Paulo.

      João Menezes
      Universidade Federal do Rio de Janeiro.

      Luciana Boiteux
      Universidade Federal do Rio de Janeiro.

      Maurício Fiore
      Instituto Brasileiro de Ciências Criminais.

      Renato Malcher
      Universidade de Brasília e International Centre for Science in Drug Policy (ICSDP).

      Sidarta Ribeiro
      Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

      Humberto Verona
      Presidente do Conselho Federal de Psicologia.


      Comissão Organizadora
      Renato Malcher (Presidente)
      Universidade de Brasília e International Centre for Science in Drug Policy (ICSDP).

      Henrique Carneiro (Vice-Presidente)
      Departamento de História - Universidade de São Paulo.

      Cristiano Maronna (Conselheiro)
      Instituto Brasileiro de Ciências Criminais.

      Isabela Oliveira (Conselheira)
      Faculdade de Comunicação da UnB.

      Sidarta Ribeiro (Conselheiro)
      Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

      Humberto Verona (Conselheiro)
      Presidente do Conselho Federal de Psicologia.


      Inscrições:
      As inscrições do Congresso Internacional sobre Drogas estão abertas. As vagas são limitadas. Garanta já a sua!

      Inscrições no Congresso
      Alunos de graduação – R$100,00
      Alunos de pós-graduação - R$150,00
      Professores/pesquisadores/outros profissionais – R$250,00

      Inscrições de trabalhos
      Se você tem um trabalho relacionado ao tema e quer apresentá-lo no Congresso, inscreva-se aqui.
      Normas para submissão de Pôster (Painel)

      Descrição: O objetivo desta atividade é o de apresentar relatos de pesquisas ou ações/intervenções em uma dessas grandes áreas: Direito, Ciências Sociais, História, Ciências Biomédicas. O pôster deverá contemplar uma síntese da pesquisa ou da intervenção. Os trabalhos no formato de pôsteres ficarão expostos em locais e horários previamente divulgados na Programação.

      Requisitos: o proponente deve estar previamente inscrito no congresso, com o pagamento confirmado. Cada proponente pode inscrever no máximo 1 (um) pôster, mas pode configurar como coautor em outros trabalhos.

      Proponente: graduandos, doutorandos, mestrandos, doutores, mestres e profissionais graduados. O proponente corresponde ao primeiro autor do trabalho, sendo a pessoa que irá apresenta-lo.

      Co-autores: professores orientadores, mestres, doutores, mestrandos, doutorandos e profissionais graduandos.

      Normas para submissão de RESUMOS DE PÔSTER

      A proposta para atividade PÔSTER deverá ser apresentada em fonte Times New Roman tamanho 12, espaçamento simples, contendo:

      1ª. Linha: Título centralizado em maiúsculas.
      2ª. Linha: em parágrafo justificado: nome(s) e filiação institucional do(s) proponente(s).
      3. Resumo entre 200 a 250 palavras, num único parágrafo, contendo: introdução, objetivos, método, resultados, discussão e conclusão.
      4. O pôster aprovado deverá ser confeccionado no formato padrão 120 cm x 90 cm.


      Mais informações em http://cid2013.com.br
    • Por growthem
      Tá rolando uma votação que vai premiar os congressistas que se destacaram em 2011:


      Dos parlamentares abaixo quem melhor representa a população no Congresso?


      Na pergunta acima você vai poder votar, entre vários nomes, no Paulo Teixeira PT-SP, que foi o meu voto e ao meu ver é o que melhor representa nossos quase 42mil membros.



      Nas demais perguntas pra quem não se identificar com algum parlamentar, é permitido votar em branco.


      Vote aqui
      http://www.premiocon...om.br/Voto.aspx


      E aqui temos uma parcial:
      http://www.premiocon...br/Boletim.aspx
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    • Kkkkkkk Só fala merda. Tu é uma fraude. Desconfio q vc seja um banido do passado voltando a casa. Sem mais palavras. Cade suas plantas? Se enfia no seu suvaco e tenta andar mano. Tu não vai me deixar puto não usando essas palavras de baixo calão , ta achando q tu é quem é mocozão? Mandando eu ir fazer carinho na minha mina.... Ta loco? A parada é tu largar essa marra ai de bandidinho da zona oeste e largar a mão de ser otário , parar de se meter na vida dos outros , parar de querer aparecer e falar de outros assuntos sem ser maconha , pq nisso tu é uma fraude. Nunca mostrou uma planta.... Ta aqui so pra ficar tirando essa onda de recalcado de armário ai. Ve se cresce filhão. Só falo de maconha no growroom , tem nem como atravessar as idéias , ao contrario de vc. Que quer da palpite na vida dos outros. Tu tem mais é q parar de fumar maconha. Não ta te fazendo bem não , seu verme.
    • Eae LaBrenfa, blz? Tá bom demais. Tem um aroma meio cítrico, 3, 4 tragadas já é suficiente. Ficou bem forte e com muito sabor.  Tá com 45 dias de cura, fazendo a cabeça do  Vovô. Guardei a trima e juntei com umas pipoquinhas pra fazer mais uma manteiga. Duvida cruel: Não sei se fumo tudo ou se como!!! hahahahahahaha  bão demais!!!
    • Cabreiro, todos deveriam ficar um pouco. Se os caras quiserem pegam o registro de todas as encomendas daquele remetente ja tem a lista de endereços de entrega e os cpfs cadastrados para pagamento de despscho. Independe se foi aprendida ou nao. Os registros existem, os dados de todos os enderecos de entrega estao la. Mas se for olhar, é muito desmembramento se forem fazerisso, é mais facil molharem as passagens, dificultando a fiscalizacao do que ir atras de toda essa gente. Valeu e tamo junto,    
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