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Cerveja de Cannabis

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Li em uns foruns gringos e vi que é possível fazer a cerveja de cannabis. Falei com um amigo meu e estamos planejando fazer na próxima colheita. Alguém já fez ou já viu algo do tipo?
Segue o link em ingles 

https://www.thrillist.com/drink/nation/how-to-make-pot-infused-beer-thrillist-nation

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tá aí uma indústria que faturaria milhões...

eu seria o primeiro a largar tudo, vender o ap, a namorada, o rim e montar uma fabrica só desse caralho

pena que é utopia aqui no brasil...

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Em 02/02/2017 at 20:55, cormaya disse:

tá aí uma indústria que faturaria milhões...

eu seria o primeiro a largar tudo, vender o ap, a namorada, o rim e montar uma fabrica só desse caralho

pena que é utopia aqui no brasil...

KKKK pois é, vamos fazer pra nós, esse meu amigo já faz cerveja artesanal faz um tempo, e agora está dominando a prática. aí vamos unir o útil ao agradavel e tentar fazer essa bera de cannabis. diz que uma longneck dá a pira de um brownie de potencia média.

Em 03/02/2017 at 01:09, joaofuminho disse:

ja ouvi de muito "mestre cervejeiro" que o lupulo é primo da cannabis

Pois é verdade, o lupulo até aprece uns budzinhos na planta kkk. 
lupulo1.jpeg

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23 horas atrás, night disse:

KKKK pois é, vamos fazer pra nós, esse meu amigo já faz cerveja artesanal faz um tempo, e agora está dominando a prática. aí vamos unir o útil ao agradavel e tentar fazer essa bera de cannabis. diz que uma longneck dá a pira de um brownie de potencia média.

n da pra encher a cara então hahah

imagina levar essa parada num churrasco, antes do almoço já tá todo mundo capotado ouvindo pink floyd

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1 hora atrás, cormaya disse:

n da pra encher a cara então hahah

imagina levar essa parada num churrasco, antes do almoço já tá todo mundo capotado ouvindo pink floyd

kkkk ia faltar carne nesse churrasco

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Olá amigos!

O lúpulo, assim com a urtiga, são primos bem próximos da maconha mesmo.

Só que o lance é a solubilidade da resina e o thc na cerva, que seriam muito baixos para os nossos objetivos...rsrsrsr

Tanto que as adições de lúpulo, principalmente quando queremos extrair os óleos que fornecem sabor e e aroma, são bem grandes se for pensar nas quantidades que temos normalmente de maconha.

Eu adiciono 100g de lúpulo sem dó nas cervas que faço, agora, da brenfa, seria um tanto, digamos, pura ostentação..kkkkk

melhor preparar uma manteiga e servir um pão de alho canabinoico nesse churrasco aí!

Grande abraço!!!

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    • Por Nosli Nelc
      ÁLCOOL X CANNABIS

    • Por Minigrower
      * por Gerivaldo Neiva

      Ontem foi domingo e me droguei muito. Comecei por volta das 13h e só fui parar depois das 22h. Éramos uns poucos amigos e amigas, casais amigos, e quase todos se drogaram também. Uns mais e outros menos. Petiscamos durante o dia e só no final da festa é que resolvemos comer algo mais consistente. Sorrimos muito e também tivemos momentos de conversa séria. Eu, por exemplo, quando me drogo, tenho momentos de euforia e de silêncio. Passo horas ouvindo as pessoas e outras horas com o olhar perdido. Depois, peço desculpas e retorno à euforia e boas risadas.

      Um desses meus amigos gosta muito de misturar e reclama que não está sentindo nada, embora todos os demais percebam seu visível estado de euforia. Outro amigo tem sempre um copo de água ao lado, mas poucas vezes bebe a água. Outro tem o ciclo bem rápido e em poucas horas passa da sobriedade para a euforia, silêncio e sono; depois, quando os demais ainda estão na fase da euforia, ele já está completamente recuperado e começa do zero. Outro não come nada e justifica que se comer não consegue continuar se drogando e sente muito sono. Outro, ao contrário, tem sempre um prato de petiscos ao lado e justifica que não consegue se drogar sem comer. Outro, talvez só eu saiba disso, provoca vômito cada vez que vai ao sanitário para continuar se drogando e parecer sóbrio.

      Drogas são drogas e ponto final. Todas elas alteram nossa percepção sensorial e, em consequência, a forma de ver o mundo. Esta relação das drogas com cada pessoa é única. Drogas é uma coisa e o efeito delas é algo absolutamente pessoal. Busca-se, portanto, algo entre a pessoa e a droga. Este algo é único e individual e reflete exatamente a história da pessoa com os efeitos da droga. Então, como cada um tem sua própria história, a relação dessa história com a droga também será uma história própria. Por causa disso, uns usam drogas apenas uma vez e não gostam, outros conseguem usar por muitos anos e não se tornam dependentes e outros não conseguem mais parar de usar depois da primeira experiência, tornando-se um usuário dependente.

      Independentemente do caráter de legal ou ilegal, lícita ou ilícita, todas as drogas são drogas e estabelecem as mesmas relações com o usuário, pois não sabem se são permitidas ou não. Assim, o uso do tabaco pode causar um profundo bem estar ao fumante, embora possa causar inúmeros tipos de câncer. Da mesma forma, o álcool pode oferecer alegria e euforia e, ao mesmo tempo, causar uma infinidade de problemas à saúde de quem ingere álcool. Adentrando às drogas consideradas ilícitas, a cocaína pode causar sensação de autoconfiança e poder, mas pode também comprometer a saúde de quem cheira ou injeta. Também a maconha pode relaxar e proporcionar viagens leves e lentas, mas também pode causar mal à saúde de quem fuma.

      O ponto comum é que todas as drogas podem causar a dependência e se tornar um problema para o usuário, seus familiares e comunidade. No fim, o problema a ser enfrentado e discutido é por que alguns usuários se tornam dependentes e problemáticos e outros não. Sendo assim, como jamais conseguiremos acabar com as substâncias que alteram nossa percepção sensorial, interessa muito mais entender a mente humana, as tragédias pessoais e a desigualdade social do que proibir e criminalizar as drogas.
      Pensando assim, fico a me perguntar, qual o fundamento jurídico, legal, histórico, filosófico, moral, religioso ou de qualquer outra natureza para considerar marginais e bandidos pessoas que usam algum tipo de droga? E mais, também me pergunto, por que as drogas fabricadas pela indústria capitalista, a exemplo do tabaco, álcool, ansiolíticos e antidepressivos, são consideradas lícitas e, inexplicavelmente, as drogas que não passam pela indústria capitalista são consideradas ilícitas, a exemplo da maconha e cocaína? Será, por fim, que o detalhe em comum seja exatamente este: a indústria capitalista?

      Voltando ao começo, ontem fiz um churrasquinho em casa e convidei os amigos para matar a saudade, jogar conversa fora, comentar os jogos da Copa no Brasil e as consequências na campanha política, lembrar das aventuras passadas, dos tempos difíceis, empanturrar de carnes e, principalmente, tomar muitas cervejas. Abasteci o freezer com algumas caixas de cerveja, preparei costelinhas de porco e carneiro com toque final de alecrim; coração de frango, coxinhas da asa de frango, costela de boi ao forno com papel alumínio, calabresa mista apimentada (uma delícia!) e, como não poderia deixar de ser, saborosas picanhas com dois dedinhos de gordura. Na manhã seguinte, como sou de carne e osso, tinha as mãos trêmulas, boca seca, dificuldade de raciocinar e uma sede insaciável, ou seja, estava de ressaca.
      Sei, por fim, que no mesmo domingo milhões de pessoas fizeram a mesma coisa e outros milhões usaram drogas consideradas ilícitas. Muitos, como eu, trabalharam normalmente no dia seguinte e outros, não tenho dúvidas, por conta exatamente de sua relação com as drogas, continuaram usando abusivamente e causando problemas à sua família e comunidade.

      No mais, é muito provável que muitos policiais militares, que poderiam estar presentes em algum churrasco e provavelmente também de ressaca, resultado das cervejinhas do domingo, irão prender em flagrante jovens pobres, negros, periféricos e excluídos com pequenas porções de maconha ou crack, conduzindo-os a algum delegado, também de ressaca, que irá indiciá-lo, mais pela cor da pele e condição social, como traficante de drogas. Em seguida, algum representante do Ministério Público, também participante do churrasquinho do domingo, irá representar pela prisão preventiva com fundamento puro e simples na “garantia da ordem pública” e, por fim, seu destino será escrito indelevelmente como acusado por tráfico de drogas quando as mãos trêmulas e boca sedenta de algum juiz de direito lhe decretar a prisão preventiva e lhe esquecer na prisão.

      Domingo que vem tem mais churrasco com os amigos, muita cerveja e ressaca na segunda-feira, mas também terá muita galera fumando maconha, cheirando cocaína e fumando pedras de crack. A diferença é que uns, por conta da droga usada, cor da pele e condição social, serão presos e condenados e outros, enquanto cidadãos respeitáveis, tomarão um engov ou epocler e assinarão mandados de prisão.

      * Gerivaldo Neiva é Juiz de Direito (Ba), membro da Associação Juízes para a Democracia (AJD), membro da Comissão de Direitos Humanos da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) e Porta-Voz no Brasil do movimento Law Enforcement Against Prohibition (Leap-Brasil)

      http://www.gerivaldoneiva.com/2014/07/ontem-foi-domingo-e-me-droguei-muito.html
    • Por CanhamoMAN
      Pesquisa diz que população acredita que álcool é pior do que maconha

      Fonte:http://www.dm.com.br/texto/172335

      07/04/2014 às 19h17

      Divania Rodrigues
      Os estudos aconteceram nos Estados Unidos e mostram que a população, em sua maioria, acredita que o álcool traz mais riscos para a saúde do que a maconha. O pensamento dos americanos segue em concordância com uma declaração polêmica do presidente Barack Obama, dada em entrevista no ano passado, de que a maconha não seria mais perigosa do que o álcool ou o cigarro.



      Reprodução/ Jornal da Ciência


      As informações sobre a pesquisa foram veiculadas pelo site Jornal da Ciência (JC). De acordo com os números, americanos perguntados sobre se o álcool ou a maconha eram piores para saúde, 69% disseram que o álcool é mais perigoso. Apenas 15% disseram que a maconha era pior. Outros 14% disseram que os dois ou nenhum eram perigosos.


      Pesquisas mostram o efeito devastador do álcool, mas também mostram os do uso da maconha. Porém a droga é defendida para tratamento médico e liberada para esse uso em alguns estados norte-americanos.


      Apesar dos prós e dos contras debatidos - em estudos, pesquisas e manifestos - por partes que defendem que um seja mais perigoso que o outro, a maconha não é aconselhada pelo Governo Federal. Na política oficial a maconha é vista como uma das "drogas mais perigosas, com dependência psicológica e física potencialmente graves”, segundo o JC.
    • Por skan_king
      Fala pessoal.
      Gostaria de mostrar a vocês uma ideia minha.
      Numa dessas enquanto estava chapado, tive essa visão, expor à web o que todos nós já sabemos, mas de forma ilustrativa.
      "Drogas licitas VS maconha."

      Sou formado em sistemas de informação, trabalho com desenvolvimento de aplicações para web.
      Resolvi criar isso para aproveitar o embalo da 'legalização' que estamos passando e também para contribuir com a minha parte a essa luta que fazemos parte a muitos anos.
      E humildemente é com o que posso contribuir a nossa "comunidade".

      Explicando rapidamente:
      Acessem e vejam: http://www.skanking.com.br
      Trata-se de um mapa estatisco. Fui atras de informações sobre mortalidade causada pelas drogas licitas (permitida o uso por lei) e citando fontes.
      Cheguei a um numero, 7.500.000 mortes anuais, convertendo isso para minutos, temos algo em torno de 12 mortes por minuto.
      É um numero "chocante", né?
      Mas números não são suficientes.
      Resolvi deixar isso de forma ilustrada para sensibilizar as pessoas.
      O que faço por trás desse site, é jogar uma caveirinha a cada 4 segundos em algum lugar aleatório do mundo, simbolizando uma morte. (deixando claro que é tudo simbólico, são numeros estatisticos e não numeros em tempo real).
      A cada 4 mortes, uma é causada pelo álcool e as demais pelo tabaco. Enquanto isso a maconha matando ninguém desde sempre, hehehe.
      Ao mesmo tempo, enquanto as caveirinhas pipocam na tela, vai passando umas curiosidades aleatórias cadastradas num banco de dados.


      Vim pedir ajuda de vocês!
      Meu objetivo não é ganhar dinheiro com isso, é um projeto independente e sem fins lucrativos, estou arcando com as despesas e não estou pedindo ajuda com isso.
      A ajuda que peço a vocês é para colaborarem com o que puderem, desde informações até melhorias na ideia!

      Por exemplo:
      Mandarem curiosidades sobre o assunto para a sessão "você sabia?";
      Mandarem sugestões de layout;
      Ideias para agregar a minha;
      Evoluir a ideia;
      Dilvulgar (ainda não na verdade, pois quero evoluir mais e deixar mais bonito.)

      Qualquer coisa que possamos agregar e criar algo foda e jogar na cara de quem nos julga!

      Estou tentando entrar em contato com grandes portais/movimentos/comunidades para colaborar também, enquanto isso, só tenho acesso a vocês, growers, simpatizantes do assunto, maconheiros e etc
      .
      Quem tiver algum interesse especifico, deseja dar alguma ideia de forma mais "privada", manda inbox ou email ([email protected]) , caso contrario peço que poste aqui e deixe publica a opinião de vocês.

      Critiquem, me xinguem, elogiem, mas me ajudem, isso é do interesse de todos.

      E me desculpem moderadores, caso isso não seja permitido por aqui.
      Abraço a todos.

      ps: o nome skanking é uma viagem minha, uma combinação do termo "skanking" (em inglês, 'queimar um' ou algo parecido) com skunk + king. rei do skunk. hehehe
      futuramente, talvez vire alguma identidade visual, mas sei lá, não estou pensando nisso agora.

      edit:
      Disponibilizei uma pagina para consultar todos os fatos da parte "Você sabia?":

      http://skanking.com....aTodosFatos.php
    • Por Juniaum
      8/10/2013 - 08h43 Surpresa: jovens trocam álcool por maconha
      Em meio aos debates mundiais sobre legalização da maconha --intensificado aqui por causa do Uruguai-- há um constante alerta: essa flexibilidade vai levar ao consumo de drogas mais pesadas. Será mesmo?
      Vou logo dizendo que não uso drogas e vejo efeitos perniciosos na maconha, longe de ser algo sem efeitos danosos. Sou radicalmente contra qualquer glamourização de substâncias psicoativas.
      Neste final de semana, li reportagem do "The New York Times" mostrando que essa visão de que a maconha é porta de entrada para drogas mais pesadas pode ser um mito.
      O jornal faz relato dos efeitos dos 17 anos de flexibilização da maconha na Califórnia. Um estudo prestes a ser divulgado mostra uma tendência inesperada entre jovens: na Califórnia, eles reduziram o consumo do álcool.
      E não houve aumento de drogas mais pesadas. Talvez esses dados ajudem a fazer o debate mais sereno.
      Dados mostram inequivocamente que o álcool, associado à violência e a acidentes, é um problema mais sério para a saúde pública do que a maconha.
      Portanto, se os dados do "The New York Times" estiverem certos, a legalização da maconha, como no Uruguai, ajudaria a deixar as cidades menos inseguras.
      Gilberto Dimenstein ganhou os principais prêmios destinados a jornalistas e escritores. Integra uma incubadora de projetos de Harvard (Advanced Leadership Initiative). Desenvolve o Catraca Livre, eleito o melhor blog de cidadania em língua portuguesa pela Deutsche Welle. É morador da Vila Madalena.

      FONTE: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/gilbertodimenstein/2013/10/1363155-surpresa-jovens-trocam-alcool-por-maconha.shtml
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