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Stf Deve Julgar Neste Semestre Descriminalização Do Porte De Drogas


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  • Usuário Growroom
1 hora atrás, greeneye disse:

NÃO confie nos famosos 'salvadores' (alguns inclusive, presos merecidamente)

 

E muito menos nos que, a depender do desejo deles, prenderiam todos os "drogados" vagabundos junto com os homossexuais e mulheres que não se comportam segundo a Cartilha da Boa Moça de Família, Tradição e Propriedade e as que são feias demais para serem estupradas. Eu poderia citar nome, mas prefiro não.

Aliás, enquanto eu catava conchonilhas do pé de manjericão agorinha, pensei em uma coisa: desde quando a Polícia Federal é uma autoridade em informação médica?? Será que ela foi citada como fonte porque não existe uma única universidade ou artigo científico que embase a maioria dos pontos apresentados como males causados pela cânabis?

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  • Usuário Growroom

É até compreensível o Meirelles falar em liberar até porque ele é um economista a favor 
do livre mercado. O Milton Friedman é um reconhecido liberal que fala sobre a ''liberação'' também.

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  • Usuário Growroom

Sei que voltando ao assunto do tópico, peço desculpas, mas não acredito que o STF vá julgar essa causa, vai acontecer algum imprevisto e vão arquivar, prescrever, o réu morrer, etc.

É o Brasil, pqp. Tamos lascados.

Salvo engano, desde 2011 essa ação roda. Pense numa celeridade.

Pra prender, o Brasil é o país campeão.

Queria uma luz pra poder sair desse país.

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  • Usuário Growroom

Não sei se alguém notou, mas naquele link da PF (http://www.pf.gov.br/anp/institucional/prevencao-as-drogas-gpred/perguntas-e-respostas-sobre-drogas#11) o treco foi editado, arrancaram a informação de que causa morte por exemplo. Sei á mais o que foi mudado, porque não guardei o registro.

Microscópica vitória da informação? Fumemoremos?

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  • Usuário Growroom
5 horas atrás, Goda disse:

Não sei se alguém notou, mas naquele link da PF (http://www.pf.gov.br/anp/institucional/prevencao-as-drogas-gpred/perguntas-e-respostas-sobre-drogas#11) o treco foi editado, arrancaram a informação de que causa morte por exemplo. Sei á mais o que foi mudado, porque não guardei o registro.

Microscópica vitória da informação? Fumemoremos?

Deve ter chovido reclamação e não duvido que alguém dentro da própria PF tenha chamado a atenção para o absurdo, até mesmo porque uma informação descabida dessa acaba minando a validade de outras ações educativas.

O phoda é falarem em "Semana Nacional contra as Drogas", quando o entendimento de anos, tanto no exterior quanto no Brasil, é de se falar em educação e redução de danos em relação ao uso de drogas, mas não simplesmente contra. Tanto é que haviam passado a usar "política de drogas" em vez de "política antidrogas" já que a função dos órgãos não é apenas combater, mas também tratar.

Só mais um indício de que estamos caminhando pra trás a passos largos em muitos avanços sociais conquistados nesse século para atender os anseios reacionários de uma classe blindada da realidade e sem nenhum compromisso com a população, só com as aparências. A gente que fique esperto ou logo mais vai passar alguma alteração na lei classificando de volta usuário como criminoso hediondo com pena de prisão sem fiança.

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  • Usuário Growroom

Combate contra as drogas deveria começar em casa.
O intelecto das pessoas não funciona corretamente.
As drogas já fazem parte da vida das pessoas já faz muito tempo. Ou alcool não é droga???   Em muitas casas tem bares.
O governo não quer se responsabilizar sobre o controle pois não tem como controlar a vontade humana.
Nas casas das pessoas tem droga.  Na mesa tem droga.  Restaurantes, etc... Tem droga em cada esquina deste país vendida a preço de banana...   ou o pessoal ainda pensa que o alcool não é droga.  Uma pessoa alcoolizada é pior do que qualquer outra pessoa sob efeito de outras drogas.  Quem aguenta bêbado...   só bêbado.
Pessoas experientes sabem que o efeito do alcool se assemelha ao da heroína.  Vejam os exemplos do pessoal que se viciou ou se vicia em heroína...  o pessoal vai direto para as bebidas quentes pois o efeito se assemelha.
Existiu no passado, e hoje deve estar com outro nome...  um comprimido que imitava o efeito da heroína (mandrix, mequalon, etc...).  Eram hipnóticos (opiáceos) potentes que ainda são vendidos hoje pela indústria, só ter receita médica...  devem estar com outro nome.
Imagina se o combate as drogas fossem prender essas instituições e pessoas que vendem alcool e comprimidos...   acredito que não sobraria muita gente para contar o que houve.
Para o pessoal que governa e tenta entender o ser humano...   nunca a repressão ou punição mudou alguma coisa neste mundo...  só piorou.  O caminho é o conhecimento, esclarecimento e a sensatez com que se lida com o problema.
O problema é que a sociedade como um todo não quis lidar com o problema das drogas e deixou nas margens...   Isto começou em casa...   As próprias famílias marginalizavam principalmente os maconheiros.   Estamos pagando pelo vício dos outros pois a maconha é a droga mais leve que já experimentei...

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  • 2 weeks later...
  • Usuário Growroom

Movimentações :

 

https://www12.senado.leg.br/noticias/videos/2018/07/cultivo-da-maconha-para-uso-medicinal-vai-passar-por-consulta-publica-na-anvisa

 

https://saude.estadao.com.br/noticias/geral,plantio-de-maconha-mobiliza-empresas,70002382928

 

tinha também uma outra noticia que saiu sobre uma mudança na anvisa, considerando a maconha na lista de substancia terapeutica.

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  • Usuário Growroom

Depois de anos e anos de construção, o deputado federal Paulo Teixeiraapresentou hoje na Câmara dos Deputados o projeto de lei que regulamenta, em linhas gerais, o cultivo e o uso de maconha no Brasil. Na esteira da legalização aprovada no Canadá recentemente, o texto prevê regras para o uso social, terapêutico e também industrial da maconha e de seus derivados.

“A apresentação do PL nesse momento é significativa porque representa o potencial eleitoral do debate sobre drogas, que é o que temos percebido e apostado ao longo desse ano”, afirmou Gabriel Santos Elias, coordenador de Relações Institucionais da PBPD. O texto foi pensado de forma coletiva, incluindo nesse processo especialistas e ativistas que compõem a Plataforma Brasileira de Política de Drogas.

O PL 10549/2018 define regras e parâmetros para o cultivo de maconha para fins sociais e terapêuticos: plantio de até 6 plantas fêmeas ou armazenamento de até 40 gramas não prensadas de maconha por mês, além de regularizar também o cultivo associativo. Os chamados clubes canábicos poderão ter até 99 plantas fêmeas em floração e o limite para a colheita deverá ser proporcional ao número de associados, não podendo ultrapassar os 40 gramas mensais.

O texto não fala em venda de maconha, tal como vemos na Califórnia, por exemplo, mas afirma que a comercialização só será permitida no caso do cânhamo (utilizado, sobretudo, na indústria têxtil).

Leia o PL na íntegra: http://bit.ly/2m4K8xE

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  • Usuário Growroom
8 minutos atrás, Rei Bob disse:

O texto não fala em venda de maconha, tal como vemos na Califórnia, por exemplo, mas afirma que a comercialização só será permitida no caso do cânhamo (utilizado, sobretudo, na indústria têxtil).

 

Um passo por vez parece uma boa estratégia. Nossa situação tupiniquim tá tão foda que qualquer avanço é bem-vindo, mesmo que fique aquém do desejado.

Dá pra imaginar a resistência brutal que esse PL vai enfrentar, com os de costume dizendo que estão querendo corromper nossas crianças, transformar o Brasil em um país de drogados, que os maconheiros vão matar a vó pra roubar a cadeira de rodas e trocar por um baseado, que o nobre deputado está a serviço dos traficantes -- mesmo que o objetivo seja exatamente tirar poder deles -- e outras asneiras que pessoas preconceituosas, de cabeça fechada e/ou mal-intencionadas costumam dizer. Isso o PL prevendo apenas cultivo pessoal, se falarem em comercializar, a gritaria maliciosa ia logo descambar pra absurdos do tipo cantina em escola infantil vendendo coxinha de maconha e o McDonald's colocando maconha no Big Mac pra viciar as pessoas.

Na Califórnia mesmo, onde o consumo já era historicamente disseminado e tolerado, começaram liberando apenas o uso medicinal -- mesmo que a maioria dos licenciados comprasse mesmo pra lazer -- como forma de dar um ar de rigidez e consumo para fins nobres em vez de vagabundo que quer ficar chapado (porque encher o cu de goró é bonito, claro). Depois que a sociedade viu que ninguém saiu se jogando de prédio porque estava doidão e achou que era passarinho ou que hordas de maconhozumbis não invadiram as ruas implorando por esmolas pra poder dar uma bola, a coisa se desmistificou a ponto de o consumo recreativo ser liberado por maioria do voto popular. 

Parabéns ao deputado Paulo Teixeira por dar a cara a tapa e comprar essa briga inglória contra as bancadas da bala, dos religiosos, dos ruralistas e todos os outros que preferem que crianças continuem carregando fuzil na favela do que permitir que as pessoas possam fugir do tráfico. 

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  • Usuário Growroom
12 horas atrás, King of the bongo disse:

 

Dá pra imaginar a resistência brutal que esse PL vai enfrentar, com os de costume dizendo que estão querendo corromper nossas crianças, transformar o Brasil em um país de drogados, que os maconheiros vão matar a vó pra roubar a cadeira de rodas e trocar por um baseado, que o nobre deputado está a serviço dos traficantes -- mesmo que o objetivo seja exatamente tirar poder deles -- e outras asneiras que pessoas preconceituosas, de cabeça fechada e/ou mal-intencionadas costumam dizer. Isso o PL prevendo apenas cultivo pessoal, se falarem em comercializar, a gritaria maliciosa ia logo descambar pra absurdos do tipo cantina em escola infantil vendendo coxinha de maconha e o McDonald's colocando maconha no Big Mac pra viciar as pessoas.

 

Aquele famosos "argumento", você andaria de avião sabendo que o piloto fuma maconha...
A legalização/regulamentação vem acontecendo de forma Global, vai ficar cada vez mais difícil a utilização desses "argumentos" contrários, vide o que aconteceu no Post do Senado Federal. 
Vamos vencer principalmente por dois motivos:
1 - O uso medicinal;
2 - $$$$$$ 
O negócio é QUANDO vamos vencer...

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  • Usuário Growroom
5 horas atrás, Rei Bob disse:

Vamos vencer principalmente por dois motivos:
1 - O uso medicinal;
2 - $$$$$$ 
 

Usando de todo o meu ceticismo, acredito que apenas o $$$$$$ é que vai comandar a mudança. Para pra avaliar as ações do governo federal pra ver quantas foram motivadas a melhorar a qualidade de vida do povo comparadas às motivadas a encher ainda mais o cu dos grandes empresários de grana...

Não duvido que o Michel Não Há Nada a Temer assine um decreto no antepenúltimo dia do mandato liberando a produção e comercialização de cânabis apenas para a Souza Cruz, Philip Morris e outras megacorporações do ramo e proibir o cultivo caseiro como crime hediondo. 

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  • Usuário Growroom

Olá Pessoal

Infelizmente o que move o mundo é a grana e só ela poderá mudar algum quadro.

informem-se.... que nos EUA e CANADA as grandes do setor de cerveja ja estão indiretamente investindo

e num futuro proximo havera a aglomeração da industria da cannabis, uma vez que o consumo de cerveja nos estados

onde há legalização recreativa derreteu. Os cervejeiros ja estão a frente dos tabagistas a tempos.

Como sempre seremos os ultimos e creio que sob o poder de grandes corporações como tudo nesta bosta de país...

enquanto isso segue aquele panico velado.....

 

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  • Usuário Growroom

Infelizmente esse deputado petista a favor de nossa causa n tem credibilidade alguma principamente após militar a favor da soltura do lula, seus colegas do centro e direita serão contrários a qlqlr projeto seu

Eu me considero ideologicamente de direita mas infelizmente o PT e Dilma era nossa maior chance de ver o verdinho se regularizando ou descriminalizando, agora que o PT perdeu as forças e provavelmente n vai vencer eleição em 2018 nós estamos em um status indefinido... 

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  • Usuário Growroom
53 minutos atrás, Mantradapaz disse:

Infelizmente esse deputado petista a favor de nossa causa n tem credibilidade alguma principamente após militar a favor da soltura do lula, seus colegas do centro e direita serão contrários a qlqlr projeto seu

Eu me considero ideologicamente de direita mas infelizmente o PT e Dilma era nossa maior chance de ver o verdinho se regularizando ou descriminalizando, agora que o PT perdeu as forças e provavelmente n vai vencer eleição em 2018 nós estamos em um status indefinido... 

Mantra, não vou entrar numa discussão político-partidária, até porque sou ambidestro tanto na vida quanto na política, mas penso que não é bem assim. A Dilma disse textualmente na campanha que jamais mexeria nesse assunto, o que acredito ser menos por convicção pessoal e mais pra não cutucar um vespeiro. Semelhante à questão do aborto, cuja maior esperança de legalização deveria ser através do pensamento mais progressista na área social do PT e demais partidos de esquerda, mas que foi solenemente ignorado para não perder os votos dos setores mais conservadores. Mesmo o Lula não deu nenhuma atenção para essas questões, o que é só parcialmente desculpável pelo fato de poucos anos fazerem muita diferença nesse debate, sendo a mentalidade hoje mais aberta (menos fechada?) do que no início do século. 

Infelizmente, não vejo nenhum presidente, de qualquer partido, assumindo essa bronca. No Congresso, pelo menos dilui-se a responsabilidade entre os deputados, o que torna essa via menos improvável.

Mas, na média, estamos mesmo prejudicados com F maiúsculo...

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  • Usuário Growroom
3 horas atrás, Mantradapaz disse:

 

 

2 horas atrás, King of the bongo disse:

 

Rapaziada atenção, quem é do RJ, Orlando Zaccone e Renato Cinco serão candidatos a deputado federal. Esses dois com certeza lutarão forte a favor da erva.

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  • Usuário Growroom
23 horas atrás, Nil Jardineiro disse:

 

Rapaziada atenção, quem é do RJ, Orlando Zaccone e Renato Cinco serão candidatos a deputado federal. Esses dois com certeza lutarão forte a favor da erva.

Eu votaria no do Dr Zacone ou em qualquer membro do LEAP. 

http://www.leapbrasil.com.br/integrante/

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  • Usuário Growroom

Enquanto andamos para trás — o mundo vai evoluindo.

Educação e discussão sobre o preço: como o Canadá se prepara para a legalização da maconha

15/07/2018 - 04h00
DW
  • Picture alliance/empics/S. Kilpatrick

    Produtores canadenses de maconha se preparam para a liberação no país

    Produtores canadenses de maconha se preparam para a liberação no país

Em três meses, país dará início à venda legal de cannabis para uso recreativo. Com estabelecimento de novo mercado, Estado aposta em mais receitas fiscais, e empresas produtoras da droga, em altos lucros. De um dia para o outro, um mercado bilionário está surgindo no Canadá. Isso porque, em breve, o país se tornará a primeira nação industrializada a legalizar o uso recreativo da maconha.

A partir de 17 de outubro, moradores poderão comprar, possuir e consumir cannabis. Após duras negociações, ambas as câmaras do Parlamento canadense aprovaram a lei chamada Bill C-45 em meados de junho.

"Teremos um sistema que manterá a maconha longe dos nossos jovens e que tomará o lucro do crime organizado", disse confiante o primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, ao anunciar a data da liberação.

De acordo com as autoridades canadenses, a população do país gastou, no ano passado, mais de US$ 4,5 bilhões (R$ 17 bilhões) com a compra ilegal de maconha.

Com a legalização, Trudeau pretende sufocar o mercado ilegal --algo totalmente possível, diz o economista Justus Haucap, da Universidade Heinrich Heine, em Düsseldorf. Ele cita o estado de Colorado, nos Estados Unidos, onde a cannabis está liberada desde 2014 para o uso recreativo.

Teremos um sistema que manterá a maconha longe dos nossos jovens e que tomará o lucro do crime organizado

Justin Trudeau, primeiro-ministro do Canadá, ao anunciar a data da liberação

"Não foi possível sufocar o mercado negro de um dia para o outro. Isso levará algum tempo", diz o economista, que atualmente trabalha em um estudo sobre as possíveis receitas fiscais da liberação da droga na Alemanha.

Haucap é considerado um defensor da legalização da maconha. Para ele, no entanto, é importante vincular tal passo com campanhas educativas sobre as consequências negativas do consumo. 

Chris Roussakis/AFP
20abr2016---mulher-levanta-bandeira-estilizada-do-canada-com-a-folha-de-maconha-em-ottawa-capital-canadense-1529492631291_615x300.jpg
Mulher levanta bandeira estilizada do Canadá com a folha de maconha em Ottawa

Se os consumidores irão ou não dar as costas para os traficantes, é o preço da maconha que irá decidir. "Não pode ser muito cara", considera Haucap. Ao mesmo tempo, a droga não deve ser barata demais, afinal o governo não quer incentivar o consumo.

"A cannabis legal terá sua qualidade controlada", diz o economista, apontando que a maconha ilegal é muitas vezes contaminada com pesticidas e outros aditivos. Talvez por esse motivo os consumidores no Colorado tenham aceitado pagar um preço de 10% a 20% acima do mercado negro, observa.

Colcha de retalhos na implementação

O governo pode regular o preço através de impostos. Atualmente, o plano é de arrecadar um dólar por grama vendida. A isso, será acrescido um imposto sobre valor agregado de 13%.

Três quartos da receita tributária deverão fluir para os cofres das dez províncias canadenses, enquanto o restante irá para o governo central. Ainda não se sabe quanto o Estado como um todo irá ganhar com a medida.

A estrutura do mercado, no entanto, é um compromisso político. O governo central na capital Ottawa decide sobre as licenças de produção para empresas que plantam e vendem em larga escala, além de ser responsável pelas questões criminais. Os governos provinciais, no entanto, é que determinam a forma como a cannabis pode ser vendida.

Algumas províncias provavelmente permitirão a venda apenas em lojas estatais. Em outras províncias, os municípios podem restringir o consumo por referendo novamente. Por causa dessa regulamentação peculiar, ainda há muita incerteza.

Uma aposta no futuro

A plataforma online para investidores em cannabis "New Cannabis Ventures" calcula um gargalo produtivo no início da liberação. Até agora, as empresas licenciadas só podiam usar sua produção para atender à crescente demanda por maconha usada para fins médicos. O restante era exportado e não estará disponível para o mercado local, aponta a plataforma.

Outros analistas, no entanto, veem na indústria canadense de cannabis uma superprodução a longo prazo. Diante da legalização, o mercado canadense está em alvoroço.

Empresas de maconha vêm anunciando novas capacidades de produção. Mais recentemente, a aquisição de um grupo empresarial virou manchete. O valor pago superou os US$ 2 bilhões (R$ 7,6 bilhões) --um recorde no setor ainda jovem.

Tais aquisições contêm muitas perspectivas de um futuro distante e de alto risco. Afinal ninguém sabe como o ramo está se desenvolvendo. No entanto, as grandes empresas de maconha apostam numa expansão.

Especialmente as maiores companhias, Aurora Cannabis e Canopy Growth, são acusadas de usar seu poder financeiro para empurrar pequenos fornecedores para fora do mercado.

Haucap destaca o pioneirismo das empresas canadenses, sobretudo em termos de tecnologia e expansão de produtos de marca.

De acordo com a firma de análise de dados New Frontier, o consumo per capita de cannabis é maior no Canadá do que nos EUA. Até 2025, as vendas podem subir para quase US$ 6 bilhões (R$ 22,8 bilhões) anualmente.

Nos Estados Unidos, calcula-se que, desde a liberalização em alguns estados --incluindo, além do Colorado, Califórnia e Oregon--, cerca de 300 mil novos empregos foram criados. O mesmo é esperado no Canadá, onde as condições são ainda melhores. Afinal, ao contrário das empresas de maconha dos EUA, as canadenses também podem exportar.

Além das receitas fiscais e dos postos de trabalho, o governo do Canadá deve estar ciente da crescente importância da cannabis no mundo todo. Isso porque, de Portugal a Colômbia e Alemanha, cada vez mais países têm liberado o uso medicinal da maconha.

https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/deutschewelle/2018/07/15/educacao-e-discussao-sobre-o-preco-como-o-canada-se-prepara-para-a-legalizacao-da-maconha.htm

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Atraso da Anvisa em regular maconha frustra farmacêuticas - 17/07/2018 - Mercado

Joana Cunha
4-6 minutos

Estimuladas pelas declarações do presidente da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), Jarbas Barbosa, de que ele faria deslanchar a regulação para o plantio de maconha com fins medicinais no Brasil, farmacêuticas esperavam instalar suas linhas de produção por aqui no curto prazo.

Companhias estrangeiras investiram em operações no Brasil em busca de parceiros para produção local e algumas das maiores farmacêuticas brasileiras passaram a estudar o assunto a fundo a cada manifestação de Barbosa que inflou as expectativas.

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Sem perspectiva de plantar aqui, a alternativa é manter a importação do insumo, um caminho mais caro, burocrático e com menor controle de qualidade, mas que já é permitido no país.

Hoje, plantar só é permitido a famílias de pacientes com autorização judicial.

O cânabis é usado no tratamento de epilepsia, Parkinson e outras doenças, um mercado que tem potencial de faturar R$ 600 milhões ao ano quando estiver maduro, estimam empresas do setor.

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Em uma guinada no discurso, Barbosa disse à Folha que não pode apressar o processo.

"Regulamentação não pode ser feita no afogadilho. Tem de ser com responsabilidade. É algo que vai regulamentar toda uma atividade de produção de medicamento e pesquisa, uma atividade econômica", disse Barbosa.

O tom menos encorajador contrasta com as manifestações anteriores da Anvisa, de que em breve estaria pronta para consulta pública a proposta de regulação do cultivo de cânabis para pesquisa e produção no país.

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Uma das falas mais contundentes de Barbosa ocorreu em maio deste ano, em um evento sobre o uso medicinal da erva que reuniu o setor no Rio.

"Apesar de o regimento da Anvisa me dar a prerrogativa de avocar para mim um processo, eu não precisei fazer isso em nenhum momento no meu mandato. Mas já anunciei que vou fazê-lo publicamente [no caso do cânabis]", disse.

Ainda no evento de maio, ele completou: "Nas próximas três semanas, no máximo, vamos levar a proposta de iniciativa". Disse, na ocasião, que já havia conversado com os diretores responsáveis e constatou consenso.

Na semana passada, porém, Barbosa afirmou que o processo está andando, mas que não se comprometeu com prazos: "Eu nunca disse que era na semana que vem."

A reviravolta vinha sendo pressentida pelos potenciais investidores, na medida em que o mandato de Barbosa se aproxima do fim, nesta quinta-feira (19).

"Não depende só de mim. É uma visão da diretoria colegiada. Se eu fosse a favor e os outros, contra, não adianta eu ser a favor", disse Barbosa agora.

Neste contexto está a Entourage, startup de biotecnologia para pesquisa e desenvolvimento de remédios a base de cânabis.

"Jarbas foi firme ao dizer que ia pautar e que já tinha votos. É ruim esse assunto não ser endereçado e manter pacientes, médicos e indústrias farmacêuticas dependentes da importação", disse Caio Abreu, diretor da Entrourage.

Para Mario Grieco, presidente da operação brasileira da Knox, farmacêutica americana que se instalou no Brasil neste ano, o atraso na regulação limita o acesso de pacientes de baixa renda.

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"Os impostos e custos de importação são altíssimos. Sem a regulação, o custo de importar pode ser dez vezes maior", afirmou Grieco.

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A falta de regulação também inibe a atração de tecnologia de plantio, segundo Ivo Bucaresky, representante da canadense MedReleaf.

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"A regulação facilitaria o trabalho dos pesquisadores. Hoje, para fazer pesquisa é preciso importar. A importação da matéria-prima bruta, ou seja, o cânabis in natura, enfrenta uma regulação internacional mais complexa ", disse Bucaresky.

Entre as farmacêuticas brasileiras, a Prati-Donaduzzi entrou no segmento neste ano, mas seu insumo é sintético, ou seja, não precisa de plantação.

Outra brasileira, a Biolab, deve anunciar em breve a entrada no mercado de cânabis, com importação.

Em nota, a Anvisa disse que o processo para regular o plantio "está transcorrendo normalmente", portanto "não haveria necessidade de que fosse avocado" por Barbosa.

"Acreditamos que em duas ou três semanas o processo esteja finalizado e pronto para ser analisado pela diretoria colegiada", diz a agência.

 

https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2018/07/atraso-da-anvisa-em-regular-maconha-frustra-farmaceuticas.shtml

 

 

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  • Usuário Growroom
Em 18/07/2018 at 00:31, Juniaum disse:

Atraso da Anvisa em regular maconha frustra farmacêuticas - 17/07/2018 - Mercado

Joana Cunha
4-6 minutos

Estimuladas pelas declarações do presidente da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), Jarbas Barbosa, de que ele faria deslanchar a regulação para o plantio de maconha com fins medicinais no Brasil, farmacêuticas esperavam instalar suas linhas de produção por aqui no curto prazo.

Companhias estrangeiras investiram em operações no Brasil em busca de parceiros para produção local e algumas das maiores farmacêuticas brasileiras passaram a estudar o assunto a fundo a cada manifestação de Barbosa que inflou as expectativas.

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Sem perspectiva de plantar aqui, a alternativa é manter a importação do insumo, um caminho mais caro, burocrático e com menor controle de qualidade, mas que já é permitido no país.

Hoje, plantar só é permitido a famílias de pacientes com autorização judicial.

O cânabis é usado no tratamento de epilepsia, Parkinson e outras doenças, um mercado que tem potencial de faturar R$ 600 milhões ao ano quando estiver maduro, estimam empresas do setor.

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Em uma guinada no discurso, Barbosa disse à Folha que não pode apressar o processo.

"Regulamentação não pode ser feita no afogadilho. Tem de ser com responsabilidade. É algo que vai regulamentar toda uma atividade de produção de medicamento e pesquisa, uma atividade econômica", disse Barbosa.

O tom menos encorajador contrasta com as manifestações anteriores da Anvisa, de que em breve estaria pronta para consulta pública a proposta de regulação do cultivo de cânabis para pesquisa e produção no país.

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Uma das falas mais contundentes de Barbosa ocorreu em maio deste ano, em um evento sobre o uso medicinal da erva que reuniu o setor no Rio.

"Apesar de o regimento da Anvisa me dar a prerrogativa de avocar para mim um processo, eu não precisei fazer isso em nenhum momento no meu mandato. Mas já anunciei que vou fazê-lo publicamente [no caso do cânabis]", disse.

Ainda no evento de maio, ele completou: "Nas próximas três semanas, no máximo, vamos levar a proposta de iniciativa". Disse, na ocasião, que já havia conversado com os diretores responsáveis e constatou consenso.

Na semana passada, porém, Barbosa afirmou que o processo está andando, mas que não se comprometeu com prazos: "Eu nunca disse que era na semana que vem."

A reviravolta vinha sendo pressentida pelos potenciais investidores, na medida em que o mandato de Barbosa se aproxima do fim, nesta quinta-feira (19).

"Não depende só de mim. É uma visão da diretoria colegiada. Se eu fosse a favor e os outros, contra, não adianta eu ser a favor", disse Barbosa agora.

Neste contexto está a Entourage, startup de biotecnologia para pesquisa e desenvolvimento de remédios a base de cânabis.

"Jarbas foi firme ao dizer que ia pautar e que já tinha votos. É ruim esse assunto não ser endereçado e manter pacientes, médicos e indústrias farmacêuticas dependentes da importação", disse Caio Abreu, diretor da Entrourage.

Para Mario Grieco, presidente da operação brasileira da Knox, farmacêutica americana que se instalou no Brasil neste ano, o atraso na regulação limita o acesso de pacientes de baixa renda.

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"Os impostos e custos de importação são altíssimos. Sem a regulação, o custo de importar pode ser dez vezes maior", afirmou Grieco.

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A falta de regulação também inibe a atração de tecnologia de plantio, segundo Ivo Bucaresky, representante da canadense MedReleaf.

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"A regulação facilitaria o trabalho dos pesquisadores. Hoje, para fazer pesquisa é preciso importar. A importação da matéria-prima bruta, ou seja, o cânabis in natura, enfrenta uma regulação internacional mais complexa ", disse Bucaresky.

Entre as farmacêuticas brasileiras, a Prati-Donaduzzi entrou no segmento neste ano, mas seu insumo é sintético, ou seja, não precisa de plantação.

Outra brasileira, a Biolab, deve anunciar em breve a entrada no mercado de cânabis, com importação.

Em nota, a Anvisa disse que o processo para regular o plantio "está transcorrendo normalmente", portanto "não haveria necessidade de que fosse avocado" por Barbosa.

"Acreditamos que em duas ou três semanas o processo esteja finalizado e pronto para ser analisado pela diretoria colegiada", diz a agência.

 

https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2018/07/atraso-da-anvisa-em-regular-maconha-frustra-farmaceuticas.shtml

 

 

Quero que se lasquem, so querem o $$$ do povo, liberdade para plantar a porra de uma planta esses filha da puta não dão, estado arrombado.

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  • Usuário Growroom

Votar numa Marina Silva da vida como presidente do país só por causa da legalização da maconha (que por sinal, presidente não define porra nenhuma sozinho na canetada), é de uma ignorância sem tamanho.

Aquela gremlin não consegue nem comer um prato de comida no almoço, acha que consegue tocar e endireitar um país fodido como o Brasil?

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