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Stf Deve Julgar Neste Semestre Descriminalização Do Porte De Drogas

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Republicano, que já foi presidente da Câmara nos EUA

Ex-presidente da Câmara dos EUA se une a empresa de cultivo de maconha

Ex-presidente da Câmara dos EUA se une a empresa de cultivo de maconha

Republicano John Boehner, que já foi contra legalização da droga, renunciou à presidência da Câmara em 2015. Ele assumiu cargo de porta-voz da Acreage Holdings, que se dedica ao cultivo, processamento e distribuição de cannabis.

 
 
 
Agencia EFE

Por Agencia EFE

11/04/2018 17h58  Atualizado há 3 horas

O ex-presidente da Câmara dos EUA, John Boehner, durante entrevista coletiva em Washington, no dia 26 de fevereiro de 2015 (Foto: AP Photo/J. Scott Applewhite)

O ex-presidente da Câmara dos EUA, John Boehner, durante entrevista coletiva em Washington, no dia 26 de fevereiro de 2015 (Foto: AP Photo/J. Scott Applewhite)

O ex-presidente da Câmara dos Estados Unidos John Boehner se integrou à direção de uma empresa de cultivo e processamento de maconha, informou nesta quarta-feira (11) na sua conta do Twitter.

Boehner, republicano e que foi presidente da Câmara entre 2011 e 2015, tinha afirmado previamente que se opunha à legalização desta droga, mas agora participará como porta-voz de uma companhia que se dedica ao cultivo, processamento e distribuição de cannabis, chamada Acreage Holdings, com sede em Nova York.

"Entro na direção da Acreage Holdings porque meu pensamento sobre a cannabis evoluiu. Estou convencido de que é necessário descriminalizar a droga para poder pesquisá-la, ajudar nossos veteranos e reverter a epidemia de opiáceos que devasta nossa comunidade", disse em seu perfil do Twitter.

A companhia, segundo recolheram veículos de imprensa americanos, atua em 11 estados do país, entre eles a Califórnia e Oregon, e goza de 35 licenças neles.

"Nos últimos 10 ou 15 anos, a população americana mudou sua atitude (para a maconha) drasticamente, e me encontro nessa mesma posição", disse Boehner em entrevista a Bloomberg.

Boehner, de 68 anos, entrou na Câmara Baixa pela primeira vez em 1990 e permaneceu como presidente da mesma até 2015, quando renunciou.

O anúncio foi feito em um momento no qual múltiplos estados oficializaram a descriminalização da maconha e sua regulação, em maior ou menor medida, e no qual o procurador-geral, Jeff Sessions, recomendou fazer cumprir com a legislação federal que estabelece que o uso de maconha, recreativo ou medicinal, é ilegal.

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Parece que nos EUA a regulamentação/legalização é um caminho sem volta agora. Não tem mais como esconder os benefícios econômico e social, todos querem uma "ponta" desse mercado bilionário. Eu aqui só quero cultivar em paz!  

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Podiam legalizar para quem planta para vender, eu pagaria ate 90% de impostos, so para usar algo em que confio.

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1 hora atrás, SedaDaBoa disse:

Podiam legalizar para quem planta para vender, eu pagaria ate 90% de impostos, so para usar algo em que confio.

Acho sinceramente que nem seria tão caro. Eu também prefiro 6 ou 7 reais num bom bud, do que 3 num prensadinho lixo.

Olha quantos impostos incidem no alcool, tabaco, e o preço que nos chega? 

A melhor regulamentação é autorizar o cultivo caseiro, e existir dispensários, tipo nos EUA.

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11 minutos atrás, Nil Jardineiro disse:

Acho sinceramente que nem seria tão caro. Eu também prefiro 6 ou 7 reais num bom bud, do que 3 num prensadinho lixo.

Olha quantos impostos incidem no alcool, tabaco, e o preço que nos chega? 

A melhor regulamentação é autorizar o cultivo caseiro, e existir dispensários, tipo nos EUA.

Aqui onde moro o prensado fica em torno de uns 3/g. Já um "skunk" (qualquer coisa que não foi prensada) varia de 30 a 60 pila o grama. Agora se tiver pedigree (strain com nome)... Chega nos 120 fácil!

Acredito que se fosse devidamente tributado, não chegaria nem nos 20 reais.

 

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1 minuto atrás, Coyotebc disse:

Aqui onde moro um "skunk" (qualquer coisa que não foi prensada) varia de 30 a 60 pila o grama. Agora se tiver pedigree (strain com nome)... Chega nos 120 fácil!

Acredito que se fosse devidamente tributado, não chegaria nem nos 20 reais

Exatamente. Só produzir em grande escala que o custo final cai. Camarão é caro porque a maconha é muito lixo, fiquei 3 anos sem fumar prensado e final do ano passado tive que apelar pois estava sem fumo. Nem lembrava o quão lixo era o prensado.

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7 horas atrás, Rei Bob disse:

Parece que nos EUA a regulamentação/legalização é um caminho sem volta agora. Não tem mais como esconder os benefícios econômico e social, todos querem uma "ponta" desse mercado bilionário. Eu aqui só quero cultivar em paz!  

Salve Salve!!!  EUA com a política do Trump esta retrocedendo junto a regulamentação das drogas. Nos Estados onde há liberação e venda, o Trump esta utilizando a Constituição Federal para apreender todo o.material disponível para venda a pacientes com frequência, outra informação que já foi escrita por um membro no aqui no fórum, é que no Triângulo das Esmeraldas, quem for pego plantando, com patrulhamento muuuito mais intenso que no Brasil, é cadeia. Nos Estados que não há liberação, a lei é parecida com a do nosso país, presídios com grande parcela de usuário de cannabis, um agente fardado simplismente acaba com a vida de várias pessoas porquê não foi com a cara do sujeito, mas acredito que esta tendência mundial com o tempo, continuará a ganhar força. A Paz a todos os irmãos.

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47 minutos atrás, Elmacc disse:

Salve Salve!!!  EUA com a política do Trump esta retrocedendo junto a regulamentação das drogas. Nos Estados onde há liberação e venda, o Trump esta utilizando a Constituição Federal para apreender todo o.material disponível para venda a pacientes com frequência, outra informação que já foi escrita por um membro no aqui no fórum, é que no Triângulo das Esmeraldas, quem for pego plantando, com patrulhamento muuuito mais intenso que no Brasil, é cadeia. Nos Estados que não há liberação, a lei é parecida com a do nosso país, presídios com grande parcela de usuário de cannabis, um agente fardado simplismente acaba com a vida de várias pessoas porquê não foi com a cara do sujeito, mas acredito que esta tendência mundial com o tempo, continuará a ganhar força. A Paz a todos os irmãos.

Salve mano. Então, tô ligado. Inclusive em um episódio especial de "O Sócio" é abordado o medo por conta da lei federal. Mais sei lá, é muita grana envolvida e os empresários lá estão investindo pesado, a pressão vai ser grande. Enquanto isso, acho que o jardineiro Paraguai não solta o processo tão cedo, esse pedido de vista é uma das coisas mais bizarras, uma única pessoa é capaz de parar um processo por anos e anos de acordo com suas intenções. 

Mas é aquilo, é nosso dever moral e obrigação desobedecer uma lei injusta. 

Paz.

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10 minutos atrás, Rei Bob disse:

Salve mano. Então, tô ligado. Inclusive em um episódio especial de "O Sócio" é abordado o medo por conta da lei federal. Mais sei lá, é muita grana envolvida e os empresários lá estão investindo pesado, a pressão vai ser grande. Enquanto isso, acho que o jardineiro Paraguai não solta o processo tão cedo, esse pedido de vista é uma das coisas mais bizarras, uma única pessoa é capaz de parar um processo por anos e anos de acordo com suas intenções. 

Mas é aquilo, é nosso dever moral e obrigação desobedecer uma lei injusta. 

Paz.

Não é para desanimar mas eu conheço um monte de idosos que tem precatórios para receber no STF e que estão há mais de 17 anos parado num pedido de vista! mais de 17 anos!!!

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Em 4/12/2018 at 10:04, Rei Bob disse:

Parece que nos EUA a regulamentação/legalização é um caminho sem volta agora. Não tem mais como esconder os benefícios econômico e social, todos querem uma "ponta" desse mercado bilionário. Eu aqui só quero cultivar em paz!  

o problema é que lá a legalização ocorre em ambito estadual, cada estado decide se permite uso medicinal e/ou recreativo, além de determinar qual será o modelo de licensas fornecidas para cultivo, processamento, varejo, etc... não existe uma uniformidade nisso, quando se pensa no país todo, pois é ilegal para o governo federal. 

e sendo considerada ilegal, federalmente, os coloca - mais uma vez na história - em posição de hipocrisia, já que foram eles os grandes promotores dos proibicionismo em escala global, com gastos tão grandes quanto o número de vítimas que deixaram pelo caminho nessa 'guerra'...

talvez para as grandes corporações, indústria farmacêutica, de tecido, óleos e afins, seja interessantea a proibição ou o atraso na liberação, enquanto eles se preparam para inundar os mercados mundiais com produtos que poucos podem pesquisar/desenvolver.

a grande questão é a mesma de sempre: a quem intere$$a a proibição?

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Precisamos de um novo movimento cultural a favor da cannabis, uma cultura tão grande quanto a do reggae jamaicano, para trazer a tona de novo esse assunto a nível mundial.

O foda é o Tio Fester (Familia Adams) colocado pelo conde Drácula Tupiniquim, que responde diretamente aos chefões do PCC e facções na suprema corte, nunca que vão soltar esse voto, imagina agora esse cara em um cargo vitalicio no STF, é muito revoltante.

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Materia da revista FORBES:

Trump faz acordo com senador do Colorado, prometendo que o governo federal não vai se meter nas regulações de produção, venda e consumo de cannabis no estado do Colorado. Contrariando a sua política anti cannabis, ele acaba de reverter o quadro de novo e abre caminho para que os estados continuem suas regulamentações 

Boehner And Trump And Cannabis, Oh My! Big Changes Coming To Legal Marijuana

 

epreneurs #RegulationAPR 13, 2018 @ 06:21 PM43,743 

Boehner And Trump And Cannabis, Oh My! Big Changes Coming To Legal Marijuana

db1e691998aec80a49d8f7c34a59de67?s=400&d

Julie Weed ,  

 CONTRIBUTOR

I cover the legal marijuana industry and its entrepreneurs  

 
Pickens-Mt-grow-from-greg-james-1200x998

Greg James

Pickens Mountain Marijuana Farm

President Trump has confirmed a deal with Colorado Senator Cory Gardner to let Colorado make its own cannabis legalization decisions in exchange for the Senator not holding up Department of Justice nominations. John Boehner joined the advisory board of a marijuana company, despite being anti-legalization when he was Speaker of the House in Congress. Pennsylvania recently said it will allow university hospitals to participate in clinical trials of cannabis.

Marijuana industry entrepreneurs are hoping they are on the cusp of a significant national transformation. These are “major breakthroughs” said Acreage Holdings chief executive Kevin Murphy. Acreage is the company Boehner joined, and it has ownership of marijuana growing, processing and retail facilities in eleven states.

Trump’s agreement to let Colorado, and presumably other states, decide on their own cannabis laws, goes directly against the actions of his attorney General Jeff Sessions. Sessions had rescinded the Cole memorandum which protected cannabis companies operating legally under their own state regulations from federal prosecution.

Previously, on the campaign trail, Trump had said he supported states' rights to create their own cannabis laws, and that he was in favor of medical marijuana legalization, but had not taken any actions in these areas. Instead, he had appointed an attorney general who was moving in the opposite direction.

Andy Williams, founder of Medicine Man Technologies a consulting company in the cannabis industry said, "The next step from here should be making law out of the Cole memo, so it’s legislation instead of a referendum."  He said this could also help address the significant lack of banking available to the multi-billion dollar industry, and the fact that business expenses, like equipment purchases, cannot be deducted by cannabis businesses.

Traduzido do Google Tradutor:

O presidente Trump confirmou um acordo com o senador Cory Gardner, do Colorado, para permitir que o Colorado tome suas próprias decisões sobre a legalização da maconha, em troca de que o senador não sustente as indicações do Departamento de Justiça. John Boehner se juntou ao conselho consultivo de uma empresa de maconha, apesar de ter sido anti-legalização quando foi presidente da Câmara no Congresso. A Pensilvânia disse recentemente que permitirá que hospitais universitários participem de testes clínicos de cannabis.

Os empresários da indústria de maconha esperam que eles estejam à beira de uma transformação nacional significativa. Estes são "grandes avanços", disse o executivo-chefe da Acreage Holdings, Kevin Murphy. A Acreage é a empresa na qual a Boehner ingressou e possui propriedades de cultivo, processamento e varejo de maconha em onze estados.

O acordo de Trump para permitir que o Colorado, e presumivelmente outros estados, decidam sobre suas próprias leis sobre a maconha, vai diretamente contra as ações de seu advogado, o general Jeff Sessions. As sessões haviam rescindido o memorando do Cole que protegia as empresas de maconha que operavam legalmente sob seus próprios regulamentos estaduais de processos federais.

Anteriormente, na campanha eleitoral, Trump disse que apoiava os direitos dos estados de criar suas próprias leis sobre a maconha, e que ele era a favor da legalização da maconha medicinal, mas não havia tomado nenhuma ação nessas áreas. Em vez disso, ele havia nomeado um procurador-geral que estava se movendo na direção oposta.

Andy Williams, fundador da Medicine Man Technologies, uma empresa de consultoria na indústria da cannabis, disse: "O próximo passo daqui deve ser fazer lei do memorando do Cole, então é a legislação em vez de um referendo". Ele disse que isso também poderia ajudar a resolver a falta significativa de serviços bancários disponíveis para a indústria multi-bilionária, e o fato de que as despesas de negócios, como compras de equipamentos, não podem ser deduzidas pelos negócios de cannabis.

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18 horas atrás, Coyotebc disse:

Materia da revista FORBES:

Trump faz acordo com senador do Colorado, prometendo que o governo federal não vai se meter nas regulações de produção, venda e consumo de cannabis no estado do Colorado. Contrariando a sua política anti cannabis, ele acaba de reverter o quadro de novo e abre caminho para que os estados continuem suas regulamentações 

Boehner And Trump And Cannabis, Oh My! Big Changes Coming To Legal Marijuana

 

epreneurs #RegulationAPR 13, 2018 @ 06:21 PM43,743 

Boehner And Trump And Cannabis, Oh My! Big Changes Coming To Legal Marijuana

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Julie Weed ,  

 CONTRIBUTOR

I cover the legal marijuana industry and its entrepreneurs  

 
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Greg James

Pickens Mountain Marijuana Farm

President Trump has confirmed a deal with Colorado Senator Cory Gardner to let Colorado make its own cannabis legalization decisions in exchange for the Senator not holding up Department of Justice nominations. John Boehner joined the advisory board of a marijuana company, despite being anti-legalization when he was Speaker of the House in Congress. Pennsylvania recently said it will allow university hospitals to participate in clinical trials of cannabis.

Marijuana industry entrepreneurs are hoping they are on the cusp of a significant national transformation. These are “major breakthroughs” said Acreage Holdings chief executive Kevin Murphy. Acreage is the company Boehner joined, and it has ownership of marijuana growing, processing and retail facilities in eleven states.

Trump’s agreement to let Colorado, and presumably other states, decide on their own cannabis laws, goes directly against the actions of his attorney General Jeff Sessions. Sessions had rescinded the Cole memorandum which protected cannabis companies operating legally under their own state regulations from federal prosecution.

Previously, on the campaign trail, Trump had said he supported states' rights to create their own cannabis laws, and that he was in favor of medical marijuana legalization, but had not taken any actions in these areas. Instead, he had appointed an attorney general who was moving in the opposite direction.

Andy Williams, founder of Medicine Man Technologies a consulting company in the cannabis industry said, "The next step from here should be making law out of the Cole memo, so it’s legislation instead of a referendum."  He said this could also help address the significant lack of banking available to the multi-billion dollar industry, and the fact that business expenses, like equipment purchases, cannot be deducted by cannabis businesses.

Traduzido do Google Tradutor:

O presidente Trump confirmou um acordo com o senador Cory Gardner, do Colorado, para permitir que o Colorado tome suas próprias decisões sobre a legalização da maconha, em troca de que o senador não sustente as indicações do Departamento de Justiça. John Boehner se juntou ao conselho consultivo de uma empresa de maconha, apesar de ter sido anti-legalização quando foi presidente da Câmara no Congresso. A Pensilvânia disse recentemente que permitirá que hospitais universitários participem de testes clínicos de cannabis.

Os empresários da indústria de maconha esperam que eles estejam à beira de uma transformação nacional significativa. Estes são "grandes avanços", disse o executivo-chefe da Acreage Holdings, Kevin Murphy. A Acreage é a empresa na qual a Boehner ingressou e possui propriedades de cultivo, processamento e varejo de maconha em onze estados.

O acordo de Trump para permitir que o Colorado, e presumivelmente outros estados, decidam sobre suas próprias leis sobre a maconha, vai diretamente contra as ações de seu advogado, o general Jeff Sessions. As sessões haviam rescindido o memorando do Cole que protegia as empresas de maconha que operavam legalmente sob seus próprios regulamentos estaduais de processos federais.

Anteriormente, na campanha eleitoral, Trump disse que apoiava os direitos dos estados de criar suas próprias leis sobre a maconha, e que ele era a favor da legalização da maconha medicinal, mas não havia tomado nenhuma ação nessas áreas. Em vez disso, ele havia nomeado um procurador-geral que estava se movendo na direção oposta.

Andy Williams, fundador da Medicine Man Technologies, uma empresa de consultoria na indústria da cannabis, disse: "O próximo passo daqui deve ser fazer lei do memorando do Cole, então é a legislação em vez de um referendo". Ele disse que isso também poderia ajudar a resolver a falta significativa de serviços bancários disponíveis para a indústria multi-bilionária, e o fato de que as despesas de negócios, como compras de equipamentos, não podem ser deduzidas pelos negócios de cannabis.

Eu tinha lido uma parada parecida no Reddit, que Trump tava apoiando uma parada da legalização.

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Enquanto isso....... mais um helipópero com o mesmo piloto da outra vez.

Ai vem gente defender que o problema são as mochilas das criancinhas da periferia.

É a doença do século. Encefalopatia 

https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/policia-apreende-helicoptero-de-faccao-criminosa-e-prende-ao-menos-3-pessoas-em-sp.ghtml

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Ele País faz uma leitura de como anda a legalização e abastecimento das farmácias uruguaias de distribuição de cannabis.

Com certeza é uma realidade que está a anos luz na frete a situação brasileira, mas também está a anos luz de uma realidade californiana ou a canadense em julho...

Se é pra abrir o mercado e tirar o fluxo de vendas dos traficantes, que se faça direito.

Demanda de maconha legal no Uruguai é maior do que a oferta

Demanda de maconha legal no Uruguai é maior do que a oferta

Aumenta o apoio social à lei, de acordo com nova pesquisa, mas os problemas de fornecimento limitam os efeitos da legalização sobre o mercado clandestino

Em menos de nove meses, o número de inscritos para ter acesso à maconhavendida nas farmácias do Uruguai disparou, causando escassez, filas de espera e um desafio logístico às autoridades do país que controlam, em um caso único no mundo, a produção, venda e distribuição da cannabis. Outra tendência detectada em período de tempo tão curto, entretanto, foi a paulatina aceitação por parte da população do consumo regulamentado que inicialmente gerou altos índices de desconfiança.

 

Um em cada cem uruguaios já faz parte do universo de pessoas registradas para ter acesso a alguma das três formas legais de consumo: como plantadores, membros de um clube canábico e compradores na farmácia. Mas sem dúvida a mudança mais espetacular ocorre no último caso, as farmácias, onde já se superou o número de 23.000 autorizados a adquirir os pacotes de até cinco gramas e duas variedades da droga. E o sistema está entrando em colapso, já que a produção não acompanha o ritmo da demanda.

A farmácia Camaño de Montevidéu precisou implementar um sistema de senhas que são distribuídas duas vezes por dia, às nove da manhã e às quatro da tarde. A partir daí são formadas grandes filas que chegam a quatro quarteirões e todas as reservas se esgotam.

Em 2012, quando o processo se iniciou, até 70% da população se declarava contrária à lei

Lino, o dono da farmácia, gostaria de atender mais gente, mas não recebe mercadoria suficiente, de modo que todos os dias precisa se justificar à clientela. Quando o processo de legalização se iniciou no Uruguai, uma das grandes preocupações era a insegurança, especialmente o temor de assaltos e represálias dos traficantes. Mas a realidade é que Lino só teve problemas com as benditas filas de pessoas: alguém que fura, brigas...

Atualmente, 44% é a favor e 41% contra, de acordo com a pesquisa do Monitor Cannabis

A facilidade com que o público se adaptou à novidade também quebrou os esquemas: “Ficamos espantados, temos aqui todos os dias pessoas de todos os tipos. Os jovens, mas também idosos, alguns compram para evitar que seus filhos tenham de ir às bocas de fumo. Tenho um senhor com esclerose múltipla que usa a maconha para aliviar as dores, outro que compra para fabricar óleo e outro que faz brownies”, diz Lino.

A desconfiança diminui

O Uruguai é o único país do mundo em que os jornais televisivos anunciam o aumento do preço da maconha da mesma forma que anunciam o do leite e do pão, em um ambiente de normalidade total. Não são registrados assaltos e casos de violência por conta da legalização, pelo menos até agora. Talvez por isso, um estudo acaba de revelar que a desconfiança dos uruguaios está diminuindo: em 2012, quando o processo se iniciou, até 70% da população se declarava contrária à lei. Atualmente, 44% é a favor e 41% contra, de acordo com a pesquisa do Monitor Cannabis (centro de estudos da Universidade de Ciências Sociais), as universidades Católica, ORT (do Uruguai) e da Califórnia e a empresa Factum.

Consumidores de maconha fazem fila para comprar em uma farmácia em Montevidéu em 19 de julho de 2017Consumidores de maconha fazem fila para comprar em uma farmácia em Montevidéu em 19 de julho de 2017 MIGUEL ROJO AFP/GETTY IMAGES
 

Outro dos fatores que explicam a normalidade do processo uruguaio é o fato de que os estrangeiros não residentes não podem comprar maconha legal. Dessa forma, se evita o turismo canábico e experiências como a da Holanda, em que o consumo ficou relacionado à prostituição e aos sex shops. Não há uma área do vício em Montevidéu, o consumo e a produção se distribuem por todos os bairros, onde proliferam os grow shops para vender insumos aos plantadores registrados.

O Uruguai também não se transformou em um país de zumbis, cheio de drogados. O THC, a principal substância psicoativa da cannabis, é controlado. Nos pacotes das farmácias não supera 9%. Os usuários acostumados a fumar e inalar consideram que, com esses níveis, essa maconha “não dá barato”. O certo é que a artesanal, produzida pelos plantadores regulamentados, chega a 20% de THC, mas a das farmácias é, de longe, a mais vendida.

Sebastián Aguiar, coordenador do Monitor Cannabis e doutor em sociologia, afirma que, com a demanda atual, o Uruguai pode ter tomado 50% da demanda de cannabis do mercado clandestino. Mas, de acordo com seus cálculos, somente 20% dos registrados conseguem se abastecer regularmente. “Os principais problemas estão em primeiro lugar na quantidade de produção permitida às empresas, limitada a quatro toneladas por ano no total, o que permitiria abastecer 8.333 pessoas registradas. De qualquer forma, esse máximo também não foi alcançado pela baixíssima quantidade fornecida efetivamente. A produção efetiva das empresas licitadas, por volta de meia tonelada, é suficiente unicamente para 2.500 pessoas por mês”, diz Aguiar.

2.500 pessoas por mês”, diz Aguiar.

Além disso, somente 12 farmácias (cinco delas em Montevidéu) vendem o produto, o que causa problemas para cobrir o território nacional e reduz novamente o número dos que têm acesso ao produto. “Vendo tantas filas, as pessoas pensam que estamos ganhando muito dinheiro, nos chamam de Cartel de Cali e coisas do tipo. Mas a verdade é que não temos muito lucro, justamente porque o fornecimento não é suficiente”, diz Lino, da farmácia Camaño de Montevidéu.

O restante do mercado fica na mão dos traficantes, como mostram os números de apreensões da polícia, que em 2017 se mantiveram em níveis semelhantes aos de anos anteriores. Ainda que o pacote de cinco gramas de maconha legal seja barato (200 pesos, aproximadamente 24 reais), no mercado clandestino o preço da maconha prensada paraguaia, o principal produto ilegal que chega ao Uruguai, pode ser até três vezes menor.

“O Governo precisará abordar seriamente o problema do fornecimento se quiser que a legalização funcione”, afirma Aguiar. Uma das grandes ambições da experiência uruguaia é tirar dos traficantes o controle do consumo de drogas.

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Dá para entender pq eles lutam contra a erva.

INDÚSTRIA FARMACÊUTICA AGE COMO O CRIME ORGANIZADO, DIZ PESQUISADOR


O médico dinamarquês Peter Gotzsche, 67 anos, não é homem de meias palavras. Compara a indústria farmacêutica ao crime organizado e considera-a uma ameaça à prática da medicina segura.

"Isto é um facto, não é uma acusação. Ela [a indústria] sabe que determinada acção é errada, criminosa, mas continua fazendo de novo e de novo. É o que a máfia faz. Esses crimes envolvem práticas como forjar evidências e fraudes", diz.

Professor na Universidade de Copenhague e um dos que ajudaram a fundar a Cochrane (rede de cientistas que investigam a efectividade de tratamentos), acaba de lançar o livro "Medicamentos Mortais e Crime Organizado - Como a indústria farmacêutica corrompeu a assistência médica" (Bookman Editora). Recém traduzida para português, a obra tem causado alvoroço no meio médico.

Gotzsche reconhece os êxitos da indústria no desenvolvimento de drogas para tratar infecções, alguns tipos de cancro, doenças cardíacas, diabetes, mas expõe no livro dados que demonstram falhas na regulação de medicamentos e os riscos que muitos deles causam à saúde.

No início do mês, proferiu uma palestra no congresso mundial de medicina de família (Wonca), que ocorreu no Rio de Janeiro, onde deu uma entrevista à Folha.

O sr. compara a indústria farmacêutica ao crime organizado. É uma acusação muito séria. Já foi processado?

Peter Gotzsche - Não, porque isto é um facto, não é uma acusação. A indústria sabe que determinada acção é errada, criminosa, mas continua fazendo de novo e de novo. É o que a máfia faz. Esses crimes envolvem práticas como forjar evidências, extorsões e fraudes. Está bem documentado.

Eles dizem que os exemplos que cito no meu livro são velhos, que as práticas hoje são outras. Mas é mentira. Eu documentei crimes cometidos pelas dez maiores farmacêuticas entre 2007 e 2012. Esses crimes estão crescendo, e isso não é surpresa.

Por outro lado, a indústria produz drogas que trazem benefícios, certo?

Sim, alguns medicamentos trazem grandes benefícios. mas o meu livro não é sobre os já bem conhecidos benefícios que algumas drogas trazem. O livro é sobre as falhas de todo um sistema, da descoberta, produção, marketing e regulação das drogas.

O sr. é especialmente crítico em relação à área da psiquiatria. Porquê?

As drogas psicotrópicas têm provocado muitos danos aos pacientes e podem se tornar ainda piores quando eles tentam interrompê-las porque aparecem os sintomas da abstinência, mas os psiquiatras muitas vezes negam isso. Eles aprenderam com a indústria farmacêutica que nunca devem culpar a droga, mas sim a doença.

Não conheço outra especialidade médica onde haja tanto excesso de diagnóstico e de tratamento ou onde os danos dos medicamentos sejam tão debilitantes e persistentes em relação aos benefícios. Felizmente, alguns dos psiquiatras já perceberam que a sua especialidade está em crise, então há esperança.

Mas essas drogas passam pelo crivo de agências reguladoras, que levam em conta os riscos e benefícios. Ou não?

Os reguladores têm feito um trabalho muito pobre por diferentes razões. Elas falam com a indústria farmacêutica, mas não falam com os pacientes. Para ter uma nova droga aprovada só é preciso provar que ela é melhor do que placebo, mas os efeitos colaterais não são levados muito em conta.

Esses danos são pouco estudados. Quanto mais se estudar, mais hipóteses haverá de encontrar problemas. Uma droga precisa de ser efectiva e segura, mas isso não acontece em muitos casos.

Qual a saída?

O processo de regulação tem que ser melhorado. É preciso que as agências tenham mais independência e transparência e também encorajar as iniciativas que exponham as ligações das farmacêuticas com médicos e outros profissionais da saúde, associações de pacientes e periódicos científicos.

Qual a principal mensagem para pacientes e médicos?

Não confiem nos estudos publicados pela indústria farmacêutica. Muitas drogas são ineficazes e muito mais perigosas do que as pessoas imaginam. É uma tragédia dupla: as pessoas estão morrendo por causa de medicamentos e muitas vezes nem precisariam deles. Por essa razão, os médicos devem prescrever menos remédios do que fazem hoje.

http://portugalglorioso.blogspot.com/2016/12/medico-lanca-alerta-industria.html

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Salve família. A luta continua e nossa vitória não será por acidente!!


http://amame.org.br/2018/05/03/adi-regulacao-anvisa/

 

Com a injustificável demora da regulamentação por parte da ANVISA em relação à regulamentação da cannabis para fins medicinais no país, a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 5708) torna-se ferramenta poderosa a favor da causa. A ação encontra-se pronta para ser julgada em seção plenária e depende, apenas, que a Ministra Carmem Lucia coloque na pauta para o Julgamento.

Alcançando êxito no STF, uma decisão favorável trará segurança para todos aqueles que, obrigatoriamente, tem que cultivar por falta de opções de acesso, permitirá o desenvolvimento da pesquisa clínica, sem falar do desenvolvimento do mercado da cannabis medicinal no Brasil o que promovera uma redução no custo, ampliação de acesso, geração de empregos e impostos numa cadeia onde todos ganham: pacientes, produtores e sociedade.

As reivindicações abaixo são a base da Ação Direta de Inconstitucionalidade ADI 5708, em tramitação no STF, que se encontra pronta para julgamento:

afastar entendimento segundo o qual seria conduta crime plantar, cultivar, colher, guardar, transportar, prescrever, ministrar, e adquirir Cannabis para fins medicinais e de bem-estar terapêutico

na ausência de regulamentação própria, afastar a necessidade de prévia autorização estatal para fins de plantio e cultivo de Cannabis para tratamento médico ou pesquisa científica

Ainda é possível ajudar fazendo com que sua instituição se torne “amicus curiae” (ou “amigo da corte”) que é um instituto jurídico que permite a participação no processo de pessoa natural ou jurídica, órgão ou entidade especializada, com representatividade adequada, nos termos do art. 138 do Código de Processo Civil – desde que haja relevância na matéria, especificidade do tema-objeto da demanda ou repercussão social da controvérsia. Cuida-se de participação voltada a instruir os trabalhos da corte, colaborar com o andamento dos autos, contribuir com temas que possam ser relevantes para a decisão.  Conforme jurisprudência do STF, é facultado ao amigo da corte manifestação por escrito, oral, e todas as intimações após decisão que o habilite no processo. O que será fundamental para o dia do Julgamento.

Para fins de atuação na ADI 5708, é necessário peticionamento simples fundamentado conforme o interesse de agir do peticionante com pedido de habilitação nos autos endereçada a Ministra Relatora diretamente no site do STF.

Você pode acompanhar esse processo clicando aqui.(http://m.stf.jus.br/portal/processo/verProcessoAndamento.asp?incidente=5193491)

 

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Senadores brasileiros.......... cadê vcs???

Legalização da maconha ganha apoio de políticos americanos

Importantes congressistas mudam de opinião e passam a defender liberação do uso da droga

6.mai.2018 às 2h00

No dia 20 de abril, conhecido como dia da maconha, o senador democrata americano Chuck Schumer, 67, surpreendeu ao anunciar que havia mudado de posição e que passaria a apoiar a descriminalização do consumo de maconha em nível federal.

Líder de seu partido no Senado, Schumer é um dos congressistas de destaque que recentemente passaram a defender a liberação da droga.

O democrata de Nova York, onde o consumo para fins médicos é liberado, que é líder de seu partido no Senado, foi além e diz que apresentará projeto de lei para tirar a maconha da lista federal de substâncias controladas.

https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2018/05/legalizacao-da-maconha-ganha-apoio-de-politicos-americanos.shtml

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Senadores brasileiros........................piada!!!!!!!!!!!!!!!!!Devem estar em alguma mamata com o dindin do povo .............

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9 horas atrás, Cap Lampiao disse:

Senadores brasileiros........................piada!!!!!!!!!!!!!!!!!Devem estar em alguma mamata com o dindin do povo .............

Bom que deu para entender a analogia!😎

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congressista brasileiro foge do trabalho q nem vampiro do alho, só quer saber do cascalho, e caralho no rabo do povo, de novo, sempre há 500 anos dilatado, o fist fuck tenta segurar até o último centavo hahahahahahhahahaHHAHA

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se pagar para os políticos eles aprovam rapidinho. criam até leis e até ministério da CANNABIS.... alias se sugerir a pasta, criam rapidinho, pois vão roubar e furtar como fazem normalmente. É piada o compromisso que eles tem, mas o bom que o bafo do povo esta atacando qualquer pessoa ligada ao corruptos(ta certo que familiares não merecem escutar do erros dos outros, mas que ta criando essa polarização que brevemente e ja esta acontecendo é pessoas ovacionando na rua essas pessoas, e logo não poderão andar na rua sem tomar pedrada, não sou a favor da violencia, mas o furto deles provoca esses acontecimentos)

 

Quer ser figura publica, tem que se comportar, pois muvuca, provocada causa morte... igual porta de colegio dois não querem brigar mas a muvuca empura um contra o outro e já sabem....

 

 

Bem feito para os corruptos.  que a ignorancia que plantão no povo, será o seu sepultamento, e se continuar certeza que vão condenar como tiradentes, familiares e terras onde vivem.

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