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Stf Deve Julgar Neste Semestre Descriminalização Do Porte De Drogas

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Off topic (mas nem tanto):

Quando Nixon carregou maconha para Louie Armstrong

Em 1959, o futuro criador da Guerra às Drogas, sem saber, atravessou a alfândega com 1,3 quilo da erva para Satchmo

08:48 PM
 
Nixon e Armstrong se encontraram em 1958, no Aeroporto Internacional John F. Kennedy
Nixon e Armstrong se encontraram em 1958, no Aeroporto Internacional John F. Kennedy Foto:U.S. Library of Congress

Nos anos 1950, o Departamento de Estado dos Estados Unidos começou a promover artistas e atletas afro-americanos a Embaixadores da Boa Vontade. Eles viajavam o mundo para representar os valores da liberdade criativa americana e contra a repressão soviética. E mostrar que os EUA eram um país tão horrível com os negros tanto quanto pregava a propaganda soviética (e até da Alemanha Nazista). 

Um desses embaixadores era Louis Armstrong, uma das figuras mais influentes do jazz, com sua voz rouca e seu trompete, e um dos primeiros artistas negros a fazer sucesso entre audiências brancas. Foi como representante do Estado que Armstrong partiu em uma turnê pela Europa e Ásia.

louis-armstrong-1094758.jpg Armstrong foi um dos primeiros artistas negros a fazer sucesso entre os brancosWikimedia Commons

Ao voltar aos Estados Unidos, depois dos primeiros shows, foi dispensado da fiscalização da alfândega – um diplomata não precisaria passar por esse constrangimento.

Mas, em 1958, assim que pousou no Aeroporto Internacional John F. Kennedy, voltando de outro show, Armstrong foi conduzido à alfândega. Os agentes haviam sido alertados sobre a chegada de produtos contrabandeados, e decidiram que nenhum passageiro ficaria de fora dessa fiscalização.

Armstrong, então, entrou em uma longa fila de viajantes. Mas havia um problema: ele carregava em suas malas cerca de 1,3 quilo de maconha.

Satchmo era um fumante habitual, que não tinha vergonha de falar abertamente no assunto. Como um tesouro nacional, ele tinha certa imunidade. Mas, naquele dia, estava diante da possibilidade bem concreta de ir parar na cadeia. E, sendo um real patriota, também de trazer vergonha ao seu país. Louie começou a suar frio.

Foi então que apareceu seu salvador: Richard Nixon, então vice-presidente dos Estados Unidos, na chapa Dwight Einsenhower. O veep irrompeu no salão, seguido por uma multidão de repórteres e fotógrafos.

Quando viu Armstrong na fila, Nixon foi até o artista e perguntou o que ele estava fazendo ali. “Bem, eu acabei de voltar do minha turnê como Embaixador da Boa Vontade na Ásia e me disseram que preciso esperar nesta fila”, respondeu. Sem pensar duas vezes, Nixon pegou as duas malas de Armstrong e falou: “Embaixadores não precisam ser fiscalizados pela alfândega. O vice-presidente dos Estados Unidos vai carregar as suas malas com prazer.” Foi assim que, sem saber, Nixon - que viria a ser o criador da Guerra às Drogas em seu mandato como presidente, em 1971 — serviu de mula para Louie Armstrong.

richard-nixon-1094759.jpg Nixon em campanha para o Senado, em 1950 Wikimedia Commons

O "Papai" (outro de seus apelidos) fumava desde os anos 1920, quando ajudou a popularizar a erva entre os músicos. Durante toda a sua carreira, acendia um antes de shows e gravações. Em 1930, Armstrong e o baterista Vic Berton foram presos por fumar maconha na entrada de uma boate em Culver City, Califórnia. Eles passaram a noite na delegacia e foram soltos sob fiança de 1.000 dólares cada.

Quando um assistente de Nixon contou o que havia acontecido  — ele ouviu tudo de um dos músicos que viajava com Armstrong —, o vice exclamou, chocado: “Louie fuma maconha?!”.

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Deu o voto e o processo vai ao voltar essa semana.... caramba essa justica é lenta mesmo.... 

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Cês tão tudo de sacanagem. hahahaahah é primeiro de abril.

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Infelizmente... é primeiro de abril e continuamos na mesma história... maconheiro sendo tratado como bandido, enquanto bebem cachaça e cigarro na cara de crianças... e ainda mostram adultos oferecendo bebidas alcóolicas à crianças... entretanto, maconha ainda é tabu... ainda é coisa do demo! Imbecis! Se parassem para ler história veriam que nada mais foi do que puro interesse econômico... massa de manobra... pena... sinto pena desses idiotas que se deixam levar sem buscar desenvolver sua própria opinião. Geralmente são contra porque o pastor disse que é do demo... porque o padre disse que é do mal... porque o imbecil bêbado disse que é a porta de entrada para drogas pesadas... porque porque porque... QUE SE FODAM!!! Na minha vida mando eu! Não faço mal à ninguém e se alguém provar que maconha faz mal (impossível) mesmo assim, vou dizer o mesmo: fodam-se! Não se intrometam na minha vida. Não sou contra esquerdistas, direitistas, centristas... não tenho nada contra religião alguma... respeito as normas de trânsito e pago meus impostos... então FODAM-SE!!! Vou consumir meu remédio que me permite viver e pagar seus tributos... se tentarem me impedir viro anarquista... Se todos se revoltarem? O que rola, hein imbecil careca do supremo dos idiotas?
Meu voto vai para quem colocar em pauta uma mudança no STF... NENHUM JUIZ ENTRARÁ SEM PRESTAR CONCURSO!!!! Vai ter que provar que é realmente uma 'excelência'!... Se colocar uma prova lá, ninguém passa!!! (desculpem... desabafo da páscoa)

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Po ve os arquivos digitais do ptocesso.... sano chegou o grande dia.... vamos reunir na paulista.....

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Que mudança!.... por mim, esses caras deviam pegar aeronaves apenas comerciais para o povo julgar se estão sendo coerentes com o cargo e função;

Reclamam que não tem segurança; mas eles mesmo estão se envenenando; o dinheiro que embolsam, alimenta a ignorancia do povo; dizem que educação é longo prazo; mas hoje é a criança de 10 anos que põe os canos; se tivesse na escola dos 5 anos, nao teria que se envolver com armas aos 10;

 

STF covil dos articuladores

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Como é ,Eles são os irmãos na cadeia ,os menor de glock.....E eles são muito mais olha para as gerações passadas tudo no bret

.........

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Boa noite srs. , só concluindo sobre o assunto educação  , infelizmente o governo quer que os estudantes cresçam burros .

 

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https://super.abril.com.br/blog/psicoativo/anvisa-pretende-regulamentar-plantio-da-cannabis-para-pesquisa/

 

Anvisa pretende regulamentar plantio da Cannabis para pesquisa

Por Tarso Araujo
access_time4 abr 2018, 14h26
 
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Em entrevista à SUPER, o diretor-presidente da Anvisa, Jarbas Barbosa, reconhece atraso na regulamentação do cultivo da planta e diz que não cede à pressões políticas para sustar ou atrasar o processo.

A dois meses do fim de seu mandato, o diretor-presidente da Anvisa conversou com a SUPER sobre a regulamentação do cultivo de Cannabis no país. Ele admitiu que a iniciativa está atrasada – “Muitas vezes o processo é mais lento que a gente gostaria” – e explicou que a Anvisa prepara duas regulamentações: uma de cultivo de Cannabis e outras plantas controladas para pesquisa, e outra específica de Cannabis para fins comerciais. As propostas foram elaboradas pela área técnica e seguiram para a diretoria de regulamentação por volta de setembro do ano passado – e lá ficaram.

O próximo passo, seria apresentação das propostas à diretoria colegiada. Aprovadas, elas seguem para consulta pública, momento em que a sociedade civil pode opinar sobre a proposta de regulamentação. O problema é que o regimento interno da Anvisa não estabelece prazos para o processo. Questionado sobre possíveis interferências políticas sobre a diretoria da Anvisa, o diretor-presidente foi categórico. “Alguém já falou comigo que esse tema é sensível? Não falou. E espero que não fale, porque não vou ouvir.”

 

O sr. prometeu abrir lançar ainda em 2017 uma consulta pública para regulamentar o plantio de Cannabis no Brasil. Por que isso não aconteceu?

Está atrasado, né… O processo regulatório é de uma decisão colegiada. E como se trata de processo complexo, está em processo de finalização. Estamos atrasados em um semestre. Não tenho dúvidas de que o processo regulatório será iniciado ainda nesse primeiro semestre. Até porque, quando fizemos a agenda regulatória para o período 2017-2020, esse tema aparece no grupo de prioridades número 1. Mas a Anvisa, pelo número de objetos que a gente regulamenta, muitas vezes o processo é mais lento que a gente gostaria.

Acho importante essa regulamentação porque você tem universidades brasileiras que já fazem pesquisa e querem fazer mais pesquisa. Ou seja, não é uma demanda artificial, é uma demanda real de pesquisa que pode nos colocar na fronteira de medicamentos à base de Cannabis e de outras plantas. Outros países já fizeram essa regulamentação, alguns por via legislativa.

O que foi feito pela Anvisa até agora?

A nossa área técnica já fez um trabalho muito profundo. Eu diria que teremos uma minuta para debate muito brevemente. Fizemos visitas internacionais, trocas de experiências, apresentações para outros órgãos envolvidos com o tema na administração federal, como Ministério da Justiça e Receita Federal. E fizemos duas propostas de regulamentação do plantio de Cannabis, para dois fins: para pesquisa e para produção de medicamentos. A lei que proíbe o uso da Cannabis abre exceção exatamente para pesquisa e medicamentos. Então queremos regulamentar o plantio não só da Cannabis, mas de outras plantas que podem ter interesse para pesquisa. O pesquisadores hoje têm que importar, e isso é um limitante.

Presidente, se essa regulamentação é uma prioridade número 1 do período regulatório que começou em 2017, por que ela ficou pra 2018?

Sim… Mas essa agenda mesmo foi aprovada só em novembro de 2017. E se trata se de tema complexo. Nesse processo, a área técnica tem um papel, que já foi feito. E isso segue para uma diretoria específica, que é a de regulação, e então para a diretoria colegiada.

Então o processo está parado na diretoria de regulação?

É.

A diretoria de regulação tem um prazo dar sequência a esse processo?

Não.

Ou seja, ela pode manter o processo parado indefinidamente?

Já solicitei [andamento] em outubro. Estou reiterando agora, por meio de um procedimento interno, a solicitação à diretoria de regulamentação. Tem muitos temas para avaliar, mas como faz parte do grupo 1, estou reiterando à diretoria de regulação a urgência com que essa proposta seja levada para a diretoria colegiada.

Presidente, você reconhece o atraso e o atribui à complexidade do tema, mas existe uma preocupação de que o debate esteja “na geladeira” por motivações políticas e eleitorais.

Eu, particularmente, sou completamente contrário à interferências de legislativo e do executivo em questões regulatórias. E durante meu mandato, seja na briga da fosfoetanolamina, discordei do Congresso, discordei da então presidente Dilma Roussef publicamente. No caso dos anorexígenos, discordei do Congresso e do Rodrigo Maia, quando ele estava como presidente interino. Agora, aplaudo a iniciativa do Ministério da Saúde de baixar o preço de medicamentos, mas acho que isso não pode ser feito rasgando todo o marco regulatório brasileiro, pra gente não saber mais se um medicamento é autêntico ou falsificado. Então, não admitiria receber nenhum tipo de pressão. Até por isso não sou favorável à recondução, porque diretor que quer ser favorecido fica mais vulnerável [à influência política]. Eu, como vim pra cá a convite, nunca fui apadrinhado por ninguém, nem quero sê-lo. Nao admitiria nenhum tipo de pressão política. Pode haver? Claro que pode. Mas alguém já falou comigo que esse tema é sensível? Não, não falou. E espero que não fale, porque não vou ouvir.

Mas essa pressão poderia ser dirigida a outras instâncias da Anvisa?

É difícil dizer se houve ou não.

Mas poderia haver pressão sobre o diretor de regulamentação? O sr. Renato Porto, diretor em questão, chegou à diretoria da Anvisa por indicação política.

Eu não sei se houve. Espero que não. Se houver, ou se houve, espero que qualquer diretor tenha um respeito pela autonomia da agência, pela independência do cargo de diretor da Anvisa, para julgar com base na nossa missão institucional que é a proteção da saúde da população brasileira, e não servir a um ou outro interesse partidário. Acho que isso seria tão ruim para a Anvisa que me recuso até a cogitar se isso poderia acontecer. Seria muito lamentável.

O que a Anvisa vai fazer para aumentar a transparência e o debate desse processo regulatório?

Olha, além da consulta pública, pode ter audiência pública, painel técnico científico, reuniões… Eu não me limito a fazer consulta pública formal em todos os temas de que fui relator e que são complexos. Sempre tento procurado fazer essas coisas para ter uma participação mais ampla o possível.

O sr. falou em duas regulamentações, uma para pesquisa e outra para fins comerciais. Não haverá possibilidade de produção por indivíduos ou associações?

A Anvisa não regulamenta produção por indivíduos. Qualquer medicamento, se você quiser produzir na sua casa para você mesmo tomar, a Anvisa não regula. O que a gente regula é o que vai para comercialização ou pesquisa. Não é do nosso âmbito regular o plantio em caráter individual.

Qual sua opinião sobre esse cultivo individual?

A plantação em casa hoje não resolve os problemas do acesso. Porque se a pessoa planta em casa ela nunca consegue ter garantia de que o que vai sair é eventualmente o que ela precisa, por que você precisa ter a plantação controlada, temperatura, umidade, iluminação… Tem que ter técnicas adequadas para produção. Algumas famílias estão tendo um sucesso de obter na Justiça o direito de plantar em casa, mas isso não é solução. A solução é regulamentar o plantio da Cannabis, sob condições que garantam qualidade do que é produzido, fazer numa escala maior e baratear o preço, que talvez seja a grande barreira hoje para essas famílias.

Como você avalia a tentativa dos pacientes de obter na Justiça o direito de cultivar?

Isso está acontecendo porque o processo regulatório não foi realizado em tempo adequado.

A Anvisa não pode criar uma regulamentação específica para facilitar o acesso à Cannabis, nos moldes do que se faz no Canadá, em Israel ou na Holanda?

Isso é um programa de acesso, quem faz isso é o Ministério da Saúde., para incorporar no SUS. Se o Ministério vai fazer um programa especial para incorporar esses produtos ao SUS, é outra coisa. São escolhas que o MS vai fazer, se assim decidir.

No caso da Anvisa, a lei é específica para produção de medicamentos e de pesquisa. Então não temos mandato legal para isso. [Para mudar,] teria que ter uma ação do congresso nacional.

Há pacientes produzindo coletivamente e pessoas produzindo para vender.

Já ouvi relatos de vendas ilegais no Brasil. As famílias dizem, “olha, não tive alternativa e tive que comprar de um produtor ilegal”. Então você não sabe mesmo o que tem ali dentro. O teor de canabidiol, o que é que tem mesmo ali, porque está fora de qualquer regulamentação. A regulamentação pode tornar isso acessível de forma transparente, às claras, com regras conhecidas de todos.

Ano passado, estimou-se que a indústria poderia ter medicamentos à base de Cannabis na farmácia já em 2018. Essa previsão é realista?

Tenho notado muito interesse de algumas empresas. Recebi uma empresa canadense e outras empresas que nos procuraram, grupos nacionais também. Mas já estamos em abril, eu diria que esse ano seria muito otimista. Seria o ideal, mas creio que se cumpra.

E até os remédios chegarem à farmácia, a importação continua sendo o único recurso?

Provavelmente. Mas se tivesse medicamento que tivesse feito todos os estudos, ele poderia já estar aprovado dentro da atual regulamentação

 

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50 minutos atrás, SedaDaBoa disse:

Ah man , so quero minha ganja, não sei qual o problema desses deputados.

Acho que o problema é que grande parte deve receber propina de traficantes (aqueles que não são traficantes, claro)... tem muita grana rolando.. e eles não largam a mania de querer levar cada vez mais vantagens.. Acho que somente se houver um clamor representativo da sociedade, eles fariam algo... por algo que eles gostam mais que dinheiro é voto (para se manterem no poder e poderem obter dinheiro, claro)

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ignorância não é mais desculpa!

 

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