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Stf Deve Julgar Neste Semestre Descriminalização Do Porte De Drogas

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1 hora atrás, Nil Jardineiro disse:

Se temos que lutar, é no senado com projetos de leis, e pressionar o STF pro Teori sair de cima do pedido de vistas e dar andamento nisso. Ficar aqui criticando temer e o golpe, ou a dilma e o rombo no país, não vai resolver muita coisa. Vamos entrar numa discussão política pessoal e vamos esquecer o real motivo da nossa causa, a descriminalização/legalização.

Pronto!! Agora matou à pau!!!  O que os proibicionistas cultivam é isso ai. A desunião! Aqui somos todos unidos. Vamos começar uma campanha #saidecimateori #devolveREteori ou qquer coisa assim!!! Ajuda Anonymous!!!

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2 horas atrás, Nil Jardineiro disse:

 

Espero que de certo, confio em vocês  legaliza brasil!

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ja foi falado por quem criou a sugestão 4/2016 no Senado... que o próximo passo só depende da organização civil pra pressionar os parlamentares!

então quem não ajudar nesse processo vai ficar de platéia... se ninguem ajudar nunca vai rolar...

então o projeto que ta rolando de Cannabis Medicinal em Florianópolis, tamos criando uma entidade de Fitoterapia, com estudo e pesquisa de plantas medicinais, pra depois solicitar autorização pra cultivar Cannabis e lutar tambem pra disponibilizar CBD gratuitamente pro Ministério da Saude fornecer pra população gratuitamente em vez de importar....

Vamos fazer tambem serviços voluntarios gratuitos de Assistencia Social, Juridica e psicologica... alem de promover iniciativas de mutirão comunitário como forma de marketing e associação positiva da imagem...

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On 28/05/2016 at 11:41 PM, userbr2016 said:

ja foi falado por quem criou a sugestão 4/2016 no Senado... que o próximo passo só depende da organização civil pra pressionar os parlamentares!

então quem não ajudar nesse processo vai ficar de platéia... se ninguem ajudar nunca vai rolar...

então o projeto que ta rolando de Cannabis Medicinal em Florianópolis, tamos criando uma entidade de Fitoterapia, com estudo e pesquisa de plantas medicinais, pra depois solicitar autorização pra cultivar Cannabis e lutar tambem pra disponibilizar CBD gratuitamente pro Ministério da Saude fornecer pra população gratuitamente em vez de importar....

Vamos fazer tambem serviços voluntarios gratuitos de Assistencia Social, Juridica e psicologica... alem de promover iniciativas de mutirão comunitário como forma de marketing e associação positiva da imagem...

Que arregado irmão, não fiquei sabendo dessa iniciativa por aqui. E eu to muito ciente do impacto positivo que essa disponibilização da maconha medicinal via SUS (em óleo ou não) causaria, mesmo que só no âmbito estadual. A demanda judicial por esses medicamentos é muito grande, tanto que a Anvisa tava pra registrar uma representante oficial do Hemp Meds Brasil pra eles fornecerem as ampolas de óleo - uma facada enfiada e tercida no fígado por sinal.

 

Só que mesmo assim é um extrato caríssimo, melhor seria uma parceria com associações como a de vocês, fornecendo de graça pelo menos pros hipossuficientes...

Abraço

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Fala Pedro. Esse um que mata enquanto tu fumas é o tráfico e o combate a ele. E isso não parará de ser combatido, mesmo após a regulamentação do uso e do cultivo, certo? O cultivo e o usuário não tem motivos para serem responsáveis por esses óbitos. Mas com certeza, tanto a segurança como a paz receberão um maior incentivo com a descriminalização e a diminuição do número de investigações e encarcerados. Um exemplo prático p/ ilustrar melhor a opinião: a permissão do casamento homoafetivo, por exemplo, não muda nada na vida dos heterosexuais. Mas com certeza fora uma grande conquista para os homosexuais. 

Caso seja regulamentada a produção, por exemplo, poderá haver uma maior arrecadação e redução no gasto dos estados. Porém, essa fórmula ainda falta ser apreciada pelo governo federal, repassando e viabilizando essa estrutura para os demais governadores, prefeitos e afins. Até lá, apenas mais uma oportunidade para os estados superfaturarem no investimento de um rumo, em alguns casos, muito mal repercutido.

 

 

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Concordo com tudo que você disse exceto duas coisas em parte... 

 E isso não parará de ser combatido, mesmo após a regulamentação do uso e do cultivo, certo?

Um exemplo prático p/ ilustrar melhor a opinião: a permissão do casamento homoafetivo, por exemplo, não muda nada na vida dos heterosexuais.

No primeiro item a regulamentação ela reduz o trafico e diminui o principal, a violência. Nós temos exemplos de países ruins que legalizaram como holanda e portugal, holanda porque virou um turismo da droga geral e portugal porque nao liberou cultivo nem comercio de maconha. Ou seja em portugal apenas houve incentivo a trafico obvio... Poreeeeeeeeeeeeeeeeemmmm no uruguai, no chile, em alguns estados do eua como colorado e alguns outros paises deu certo sim e reduziram drasticamente o trafico, no colorado chegou a 80% de queda. Tem algumas paginas do google dizendo sobre todos esses casos não é preciso pesquisar muito pra encontrar varias delas, isso é muito positivo para apresentarmos esses modelos que deram certo!!!

E quanto a parte dos homossexuais eles não tinham um intermediario que trocava tiro com a policia de vez enquando... Não havia um trafico entre os homossexuais. Foi mais um questão de defender o direito de ser e da sociedade aceitar. Mas concordo tambem estamos defendendo o nosso direito de fumar e ser aceito pela sociedade. E tem um benefício a mais nisso tudo, que seria mais paz a todos pelos motivos citados no começo...

@Wino

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Só fico triste pela nossa situação no brasil, pouco a pouco perco a esperança. :(

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Ainda restaram 20% e o tráfico e a violência que por exemplo a heroína ou a coca geram continuaram os mesmos, bro. A RE reduzirá   o número de presos e a encheção de saco do MP com os cultivadores. Os usuários de coca, crack continuaram passando o mesmo perrengue para conseguir a droga. Só estarão livres da prisão. Ou seja, Teori precisa liberar esse voto, pois se trata de uma pequena parcela do processo e essa vista e a potencial descriminalização na real, representam mais um atraso na democracia do que uma grande mudança social. A violência existe e geralmente por conta de outras drogas e outros mercados que não o da cannabis. Mas das armas, do tráfico, da política... 

 

Quanto ao fato do casamento gayser liberado foi apenas um exemplo para compreeender a situação em relação a quem não cultiva. E logo, uma gentileza mínima dos ministros, porém... um grande passo para todos os cultivadores, bro. Até onde sabemos, não existem growers trocando tiro com a polícia, apenas uma pequena parcela da sociedade reenvindicando um direito.

Sem mais,

Um abraço e um brinde ao Growroom!!!

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SUGESTÃO nº 6, de 2016

 Autoria: Externo - Rede Brasileira de Redução de Danos e Direitos Humanos (REDUC)

Ementa e explicação da ementa

Ementa:
Propõe um padrão regulamentar abrangente para a maconha medicinal e o cânhamo industrial no Brasil.

Situação AtualEm tramitação

Relator atual:
Dário Berger
Último local:
30/05/2016 - Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (Secretaria de Apoio à Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa)
Último estado:
30/05/2016 - MATÉRIA COM A RELATORIA


 

30/05/2016

CDH - Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa

Situação:

MATÉRIA COM A RELATORIA

Ação:

O Presidente da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa, Senador Paulo Paim, designa o Senador Dário Berger relator do Projeto.
O processado da matéria legislativa permanecerá na Secretaria da Comissão durante o transcurso de sua tramitação, conforme art. 6º da Instrução Normativa da Secretaria Geral da Mesa nº 4 de 2015.

 

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10 hours ago, californiadreams said:

SUGESTÃO nº 6, de 2016

 Autoria: Externo - Rede Brasileira de Redução de Danos e Direitos Humanos (REDUC)

Ementa e explicação da ementa

Ementa:
Propõe um padrão regulamentar abrangente para a maconha medicinal e o cânhamo industrial no Brasil.

Situação AtualEm tramitação

Relator atual:
Dário Berger
Último local:
30/05/2016 - Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (Secretaria de Apoio à Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa)
Último estado:
30/05/2016 - MATÉRIA COM A RELATORIA


 

30/05/2016

CDH - Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa

Situação:

MATÉRIA COM A RELATORIA

Ação:

O Presidente da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa, Senador Paulo Paim, designa o Senador Dário Berger relator do Projeto.
O processado da matéria legislativa permanecerá na Secretaria da Comissão durante o transcurso de sua tramitação, conforme art. 6º da Instrução Normativa da Secretaria Geral da Mesa nº 4 de 2015.

 

Na mão desse senador estamos ferrados, senão estou enganado ele faz parte da famosa bancada BBB.

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@laguerte, e o pior de tudo que os "B" nunca é um só, ou seja, ou o cara é Bala e Bíblia, ou Bala e Boi, ou Bíblia e Boi...

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Paulo Paim é fera assim como o Cristóvão Buarque!Ele tem vida Própria não é que nem o lazier martins...

Just now, laguerte said:

Na mão desse senador estamos ferrados, senão estou enganado ele faz parte da famosa bancada BBB.

 

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5 hours ago, Embargos Infringentes said:

Paulo Paim é fera assim como o Cristóvão Buarque!Ele tem vida Própria não é que nem o lazier martins...

 

No caso a relatoria é de Dario Berger, não Paulo Paim. :(

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"Argumento pela legalização da maconha venceu", decreta a revista The Economist

 
Principal publicação de direita no mundo afirma que o debate já está concluído, e que a legalização venceu. Agora vem o mais difícil: decidir como.
 

POR Denis Russo Burgierman ATUALIZADO EM 19/02/2016

 

A matéria de capa desta semana da revista britânica The Economist, considerada a mais influente publicação entre os defensores do liberalismo econômico, decretou que o debate sobre a conveniência de legalizar a maconha está terminado - e a resposta é "sim". A revista faz um abrangente balanço de todos os experimentos que estão acontecendo em vários países do mundo com novas políticas para lidar com a droga. "Uma grande mordida foi tirada do mercado da máfia, milhares de jovens foram poupados de uma ficha criminal e centenas de milhares de dólares foram legitimamente ganhos e taxados. Até o momento, não houve explosão no consumo nem na criminalidade", diz o artigo.

 

Economist maconhaReprodução
"Como legalizar cannabis com segurança", diz a capa.

 

Leia mais:
A verdade sobre a maconha.
5 mitos ou verdades sobre a maconha.

A revista afirma que não faz mais sentido ficar debatendo se a legalização é desejável ou não - é hora de avançar e discutir o "como". "Ativistas a favor e contra a maconha precisam se ajustar a essa nova realidade. Aqueles que prefeririam banir a droga precisam parar de chicotear o cavalo morto da proibição e iniciar campanhas a favor de versões da legalização que causem menos dano." Já os defensores da erva têm que ficar atentos às formas de regular os mercados, para evitar que eles caiam em mãos tão descomprometidos com o bem público como aquelas que atendem os consumidores de tabaco, por exemplo.

Há muitos jeitos diferentes de legalizar a maconha - e cada um deles nos levará a um lugar bem diferente. Pegue como exemplo a carga de impostos que pode ser aplicada ao produto. Os dois primeiros lugares do mundo a regulamentar o mercado - os Estados americanos de Colorado e Washington - fizeram escolhas distintas. Em Washington, o imposto é altíssimo (44%), além de haver um sistema bem mais restrito, que emite menos licenças para o comércio. Já no Colorado, os impostos são bem mais baixos (28%) e o mercado é mais aberto. Com isso, o grama de maconha legal em Washington custa em média 25 dólares, comparado a 15 dólares no Colorado - no mercado negro o preço é de 10 dólares. Consequentemente, os traficantes de Washington não perderam muitos fregueses - só 30% dos usuários trocaram pelo produto legalizado. Já os do Colorado estão numa crise econômica profunda: perderam 70% de suas vendas.

Veja também:
Como funciona a produção e a venda de maconha no Colorado.
A fantástica fábrica de chocolate de maconha.

O Uruguai, que já decidiu pela legalização mas ainda está em processo de regulamentar seu mercado, quer cobrar menos imposto ainda que o Colorado. O objetivo lá é fazer com que o preço do produto legal seja igual ao do traficante, tirando-o do mercado. Calcula-se que as receitas trazidas pela maconha representem em torno de 50% do mercado global de drogas ilícitas, estimado em cerca de 300 bilhões de dólares - ou seja, o espalhamento da legalização pelo mundo tem o potencial de ferir de morte as organizações de tráfico, que hoje são as instituições criminosas mais poderosas do mundo.

Mas é claro que, quando a maconha é muito barata, há o risco de o consumo aumentar - e a Economist acredita que é importante evitar que isso aconteça. Afinal, embora os danos à saúde causados pela maconha no geral não sejam gravíssimos, há ainda muita incerteza quanto aos efeitos de fumar grandes quantidades em frequências altas demais - essa incerteza é razão suficiente para que os governos sejam cautelosos. Ainda mais porque os dois públicos que mais correm perigo com o uso da maconha - os muito jovens e os dependentes - são justamente os mais sensíveis a preços altos.

A revista, que costuma ser ouvida com atenção por governantes e legisladores do mundo inteiro, recomenda que os países mais ricos adotem impostos altos, para não incentivar demais o aumento do consumo. Já os países da América Latina, que hoje têm problemas brutais de violência financiada pelo tráfico de drogas, precisam que a maconha legal custe mais barato, para reduzir o poder do crime organizado. Uma outra alternativa, no meio-termo, é fazer o mesmo que os EUA fizeram nos anos 1930, quando legalizaram o álcool (que havia sido proibido na década anterior): primeiro implementaram impostos baixos. Aí, depois de alguns anos, quando Al Capone e seus colegas já haviam falido e os consumidores já estavam satisfeitos com a indústria legalizada, os impostos subiram. Hoje, o álcool é bem caro nos EUA, refreando o consumo, mas ninguém recorre a traficantes de bebidas.

Leia mais:
Maconha legalizada movimentou US$5,4 bilhões nos EUA.

http://super.abril.com.br/ideias/argumento-pela-legalizacao-da-maconha-venceu-decreta-a-revista-the-economist

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Just now, laguerte said:

No caso a relatoria é de Dario Berger, não Paulo Paim. :(

sinissstro.

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Fiquem sossegados que tão logo os pretendentes consigam a Secretaria de Drogas do MJ as coisas vão se acertar.

A bancada evangélica da Câmara dos Deputados cerca o presidente Michel Temer para emplacar apadrinhados na Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas, no Ministério da Justiça; e no segundo escalão do Ministério da Educação, que cuida da compra de livros didáticos, o qual praticamente direciona o teor do conteúdo a ser tratado nas escolas.

Vale lembrar que há uma briga ferrenha e antiga da frente cristã do Congresso contra o comitê do MEC, na gestão do PT desde 2003, que trabalhava para inserir no ensino básico a discussão sobre o respeito à diversidade sexual.

O chamado kit gay foi limado na gestão de Fernando Haddad, no primeiro ano do Governo Dilma, após a bancada visitá-la no gabinete no Planalto.

A Secretaria de Drogas do MJ cuida do combate em especial do alastramento do crack. http://colunaesplanada.blogosfera.uol.com.br/2016/05/30/evangelicos-querem-secretaria-de-drogas-do-mj-e-didatica-do-mec/

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"Já tá tudo armado, o jogo dos caçadores canibais que comem cabeça de gente.."

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O lance é já ir se preparando em como lutar essa batalha. Ainda não acabou a guerra... Precisamos de ativistas com contatos no meio artístico para gerar mais pressão popular... Nos EUA iniciou assim.... Claro que apenas na Califa, mas precisamos seguir em peso aqui, já que vivemos numa nação. Fatos não faltam. Pressão falta... Mas isso também virá com o tempo... A matéria do The Economist matou a pau, já é um início para quem pensa grande (falando de $$$) avaliar os assuntos em questão, e por sua vez também pressionarem... É questão de tempo... Creio que no mínimo uns 5 anos... Já estivemos mais perto, mas também estivemos muito mais longe...

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14 minutes ago, dandandan.br said:

O lance é já ir se preparando em como lutar essa batalha. Ainda não acabou a guerra... Precisamos de ativistas com contatos no meio artístico para gerar mais pressão popular... Nos EUA iniciou assim.... Claro que apenas na Califa, mas precisamos seguir em peso aqui, já que vivemos numa nação. Fatos não faltam. Pressão falta... Mas isso também virá com o tempo... A matéria do The Economist matou a pau, já é um início para quem pensa grande (falando de $$$) avaliar os assuntos em questão, e por sua vez também pressionarem... É questão de tempo... Creio que no mínimo uns 5 anos... Já estivemos mais perto, mas também estivemos muito mais longe...

Um ato com grande repercussão de famosos e exigindo que o Teori saia de cima do processo, e também mais debate e conhecimento sobre a verdadeira maconha, não aquela que eles falam na televisão e nas páginas policiais, seria crucial.

 

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A globo tem mostrado tanta materia positiva sobre maconha ultimamente, falando sobre os tratamentos medicinais etc.  a record? naquele programa antigo da A Liga falou super positivamente sobre cannabis. Varios artistas se mostram fumantes, a pauta maconha legal esta em todos os lugares muitas pessoas estão ciente disso. Há uma minoria que ainda não foi introduzida ao assunto, com preconceitos. Basta divulgar os benefícios medicinais da erva, os direitos humanos dos usuarios e o desenvolvimento economico quando legalizada. Isso pode ser deito através de passeatas de conscientização. Acho que a legalização ocorre em menos de 5 anos gente, que isso... 

 

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Apesar de todo o movimento de descriminalizaçao da maconha (medicinal, religiosa, recreativa...) em muitos paises é triste constatar que no Brasil ainda estamos engatinhando nestes itens, não importam os motivos mas os brasileiros ainda demonizam absurdamente a cannabis.

Saiu uma materia/pesquisa na exame com o tema: O que diz brasileiro sobre a descriminalização da maconha, segue link:

http://exame2.com.br/mobile/brasil/noticias/o-que-diz-o-brasileiro-sobre-a-descriminalizacao-da-maconha

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18 minutes ago, Penellope said:

Apesar de todo o movimento de descriminalizaçao da maconha (medicinal, religiosa, recreativa...) em muitos paises é triste constatar que no Brasil ainda estamos engatinhando nestes itens, não importam os motivos mas os brasileiros ainda demonizam absurdamente a cannabis.

Saiu uma materia/pesquisa na exame com o tema: O que diz brasileiro sobre a descriminalização da maconha, segue link:

http://exame2.com.br/mobile/brasil/noticias/o-que-diz-o-brasileiro-sobre-a-descriminalizacao-da-maconha

Percebe como os analfabetos e os mais pobres sao os que mais sao contra? Simplesmente porque são quem convive mais com o tráfico e tem a péssima percepção em relação a maconha.  Especialmente agora em que o Brasil está em uma fase de difiuldades e os indices de criminalidade aumentaram. Porém ano passado  o valores estavam em torno de 50%... Enfim ta mais do que na hora de orientar a população sobre os efeitos positivos da legalização.

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