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Pf Estima Que Tráfico De Maconha Em Sc Tenha Crescido 17 Vezes Em 4 Anos -# Video Na Fonte


CanhamoMAN

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  • Usuário Growroom
PF estima que tráfico de maconha em SC tenha crescido 17 vezes em 4 anos Novas prisões têm mostrado a mudança do perfil das' mulas' do tráfico.
Em 2014, PF apreendeu mais de 800 kg de maconha nas fronteiras de SC.

Do G1 SC

A Polícia Federal estima que o tráfico de maconha em regiões de fronteira de Santa Catarina tenha crescido 17 vezes em quatro anos. Nos primeiros 10 meses de 2014, foram apreendidos mais de 800 quilos de maconha nas fronteiras do estado, segundo a PF. Em 2011, foram 60 quilos apreendidos. Dois anos depois, mais de uma tonelada foi apreendida.

O Estúdio Santa Catarina deste domingo (26) apresentou uma reportagem especial sobre o novo perfil das 'mulas' do tráfico (veja o vídeo acima). De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), elas são as pessoas aliciadas para transportar drogas do Paraguai para os estados do Sul do Brasil. Em Santa Catarina, em 10 dias de fiscalização, seis estrangeiros foram flagrados em rodovias com veículos forrados de drogas.

1.jpgDrogas são escondidas em fundo falso
(Foto: Reprodução/RBS TV)

'Mulas' estrangeiras
De acordo com o Silvinei Marques, inspetor da PRF, um dos principais problemas é na fronteira entre os países. "Em um passado recente eram menores, depois senhoras e agora estrangeiros. Nos últimos dez dias tivemos diversas prisões tanto de argentinos quanto de paraguaios", disse ele.

As novas prisões têm mostrado a mudança do perfil das' mulas', pessoas aliciadas para transportar as drogas. Os estrangeiros são recrutados em comunidades pobres do Paraguai. Criminosos pagam bem pelo serviço e entregam o veículo pronto, recheado de droga. Muitas vezes, as pessoas nem sabem a quantidade de maconha que estão transportando.

Conforme o delegado da Polícia Federal, Márcio Antônio Lelis Anater, a mula é uma vítima do traficante e que vê no trabalho uma saída pra solucionar um problema. Um dos presos, um paraguaio, revela que aceitou o trabalho para ajudar a família. "Eu fiz isso porque precisava. Minha mãe está doente. Por isso, eu fiz", conta ele.

maconha.jpgDroga que sai do Paraguai tem como destino SC,
RS e Uruguai (Foto: Reprodução/RBS TV)

A droga que sai do Paraguai tem como destino Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Uruguai. Essa é uma das principais rotas do tráfico no Sul do Brasil. A Polícia Federal diz que não há estimativa da quantidade de drogas que circula nas rodovias da região da fronteira.

Droga escondida
A forma como a droga é transportada, dentro dos carros, é um dos problemas para dificultar a apreensão, já que são colocadas em fundos falsos.

A sensação de impunidade também dificulta o combate ao tráfico internacional de drogas.
"A regra é que não deveria haver liberdade provisória nos casos de tráfico de drogas, mas tem juízes que têm interpretado que pode haver. Isso acontece muito no Paraná. Colocado em liberdade ele não é mais localizado para responder o processo. Principalmente se for paraguaio", afirmou o Anater.

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  • Usuário Growroom

Curto demais o fato de não precisar mais de traficante hoje em dia, mas o que seria dos irmãos que não podem plantar se não fossem esse que chamam de mulas?

O que as vezes é mais foda é que o cara tá la na cadeia pagando enquanto a maconha que a polícia apreendeu acaba na rua de novo e enchendo o bolso de quem não merece

Legaliza essa porra logo Dilma!

Maconheiro também é minoria! Não somos criminosos!

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  • Usuário Growroom

As vezes penso que o tráfico tem de tocar o terror para verem que estamos do mesmo lado. Que somos parte considerável, senão integral da solução.

Mas como não desejo mal a quase ninguém logo esqueço que tive esse pensamento rsss

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  • 2 weeks later...

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    • Por Savast Grower
      Olá Cultivadores de todo o Brasil
      Não revelarei minha identidade por questões de segurança.
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      Infelizmente fui denunciado por cultivar Cannabis em minha residencia (02 preenseeds) e fui autuado por tráfico de drogas em flagrante a pesar de estar no trabalho e vir correndo para casa para assumir as plantas como usuário ( Art. 28) porém na delegacia o delegado não quis saber de detalhes e me autuou no famoso 33 ... fiquei preso na delegacia por algumas horas em uma cela 1,5m x 1,5m com outros 7 presos (Verdadeiros traficantes, homicidas entre outros), enviado para cadeia e lá passei mais algumas horas até sair no meio da madrugada o Alvará de soltura e eu voltar para minha família.
      Não sou traficante e sim um cultivador que não quer dinheiro na mão do crime, mas como estamos no Brasil estamos todos sujeitos a esta situação horrível.
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      Confesso que estou bem assustado e preocupado com essa situação em que estou, tanto pelo crime enquadrado como pela condição financeira para arcar com honorários de um advogado criminal ...
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      TODA E QUALQUER AJUDA É BEM VINDA !!
      Agradeço desde já!!
      *Peço perdão a Administração do forum caso eu esteja postando na area errada ou algo do tipo
    • Por fangorn
      Ministro concede prisão domiciliar a presas por tráfico que forem mães ou estiverem grávidas
      Ricardo Lewandowski também concedeu prisão domiciliar a presas que forem mães e tiverem sido condenadas em 2ª instância. Cerca de 14,2 mil mulheres devem ser beneficiadas.
      Por Mariana Oliveira, TV Globo — Brasília
      25/10/2018 15h51 
      --O ministro do STF Ricardo Lewandowski — Foto: Carlos Moura/SCO/STF O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu nesta quinta-feira (25) prisão domiciliar a presas por tráfico de drogas que tiverem filhos de até 12 anos ou estiverem grávidas.
      Lewandowski também autorizou prisão domiciliar para as presas que forem mães e tiverem sido condenadas em segunda instância, mas ainda sem condenação definitiva – ou seja, que ainda podem recorrer.
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      A decisão do ministro, tomada nesta quarta-feira (24), seguiu o entendimento da Segunda Turma do STF segundo o qual foi possível assegurar a prisão domiciliar a todas as presas provisórias que não tivessem condenação.
      Na ocasião, o STF não respondeu sobre possibilidade de prisão domiciliar a quem estivesse presa por tráfico, e por conta disso, os tribunais vinham negando o benefício.
      De acordo com Lewandowski, o Departamento Penitenciário Nacional (Depen) informou que há 14.750 presas que podem ser beneficiadas com a decisão desta quarta-feira.
      Condenada em segunda instância
      Na decisão desta quarta, Lewandowski citou que, apesar de o Supremo ter permitido a prisão para condenações a partir de segunda instância, não se questiona que sejam prisões provisórias.
      Lewandowski afirmou que, apesar de o Supremo ter permitido a prisão domiciliar, não se questiona que são prisões provisórias.
      Para ele, a prisão domiciliar se aplica para presas mães condenadas em segunda instância independentemente da decisão que o STF vai tomar de maneira definitiva.
      Segundo o ministro, as presas mães e grávidas são "as mais vulneráveis de nossa população".
      "Não há dúvidas de que são as mulheres negras e pobres, bem como sua prole – crianças que, desde seus primeiros anos de vida, são sujeitas às maiores e mais cruéis privações de que se pode cogitar: privações de experiências de vida cruciais para seu pleno desenvolvimento intelectual, social e afetivo – as encarceradas e aquelas cujos direitos, sobretudo no curso da maternidade, são afetados pela política cruel de encarceramento a que o Estado brasileiro tem sujeitado sua população", afirmou-
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      Presas por tráfico de drogas
      O ministro Ricardo Lewandowski também decidiu que prisão por tráfico de drogas não é impedimento para a prisão domiciliar.
      "A concepção de que a mãe trafica põe sua prole em risco e, por este motivo, não é digna da prisão domiciliar, não encontra amparo legal e é dissonante do ideal encampado quando da concessão do habeas corpus coletivo. Não há razões para suspeitar que a mãe que trafica é indiferente ou irresponsável para a guarda dos filhos", decidiu o ministro.
      Lewandowski concedeu liberdade em diversos casos de presas por tráfico ao entrar no presídio ou flagradas com drogas dentro de casa.
      Descumprimento do HC coletivo
      Segundo a decisão, o Depen informou inicialmente que 10.693 mulheres poderiam ter prisão domiciliar, mas que só 426 haviam sido soltas. Depois, o Depen disse que fez uma "busca ativa" de quem se enquadrava nos parâmetros, e o número saltou para 14.750 - mas não há dados atualizados de quantas já foram soltas.
      A Defensoria Pública do estado do Mato Grosso do Sul afirmou que 448 faziam jus, mas só 68 foram soltas no estado.
      Já o Coletivo de Advocacia em Direitos Humanos informou que a decisão vem sendo "desafiada" e que, em São Paulo, 1.229 deixaram cárcere, mas 1.325 ainda podem sair. No Rio de Janeiro, 217 poderiam ir para casa, mas só 56 foram atendidas. Já em Pernambuco, 111 presas faziam jus mas só 47 saíram.
      Em razão das informações de entidades, Lewandowski determinou que diversos órgãos se manifestem em até 15 dias sobre o não cumprimento da decisão. Entre os órgãos notificados estão Defensorias Públicas e Tribunais de Justiça.
       
      https://g1.globo.com/politica/noticia/2018/10/25/stf-autoriza-prisao-domiciliar-para-todas-as-presas-por-trafico-que-forem-maes-ou-estiverem-gravidas.ghtml
    • Por phantasma2600
      Bom dia camaradas...
      Postei a alguns dias sobre uma reportagem e como poderia obter a ajuda jurídica de vc´s no caso...(acho q fiz algo errado, pois n1 obtive respostas).
      Bem... o caso é o seguinte, gostaria de juntar forças para ajudar esse irmão, eu moro em SP e nem o conheço, mas não posso ficar parado sem
      fazer nada a respeito, então uso as ferramentas q tenho(internet)... e venho por esse meio divulgar e tentar solucionar esse caso barbaro, 
      pq sei q claramente um trabalhador como ele que aparentemente não tem uma formação(nem meios) para se defender, vai acabar preso,
      um pedreiro que fuma um baseadinho pra relaxar no final do dia vai cair junto com toda a merda carcerária e sofrer por causa de/a ignorância !!!
      Então venho a vc´s como usuário(assim como todos aqui !!!) pedir AJUDA POR ELE, e cada vez mais acabar com essa PALHAÇADA que são essas leis.
      AGRADEÇO A TODOS PELA UNIÃO.... E VAMOS AJUDAR A UM PEDREIRO HONESTO A FUMAR E TRABALHAR EM PAZ !!!
      *advogados, amigos, lutadores, ativistas, cultivadores, uni-vos **traficante eu não sou **cara de quem esta sendo injustiçado !!!
       
       
    • Por Lordervas
      Não fumo maconha com frequência, portanto não compro por não fumar com frequência e por achar que vou estar ajudando o tráfico
      Eu apenas fumo, queria entrar na discussão sobre "quem apenas fuma também financia o tráfico?"
      Queria saber suas opiniões sobre isso e entrar numa discussão tentando achar alguma conclusão sobre.
    • Por El Ganjaman
      Ministro quer erradicar comércio e uso de maconha no Brasil
      Moraes pretende focar principalmente nas plantações em território paraguaio, considerado um dos principais exportadores do entorpecente no continente
       
      SÃO PAULO - O Ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, quer erradicar o comércio e uso de maconha no País. O objetivo integra os termos do Plano Nacional de Segurança , cujo conteúdo foi apresentado a especialistas e pesquisadores da área no início desta semana e já foi alvo de críticas. Para isso, Moraes pretende focar principalmente nas plantações em território paraguaio, considerado um dos principais exportadores do entorpecente no continente, mas há também o objetivo de realizar parcerias para combater laboratórios da droga na Bolívia e no Peru.
      A intenção ambiciosa vai, de acordo com especialistas ouvidos pelo Estado, na contramão da política antidrogas na maior parte do mundo, que tem avançado em debates pela descriminalização e legalização da maconha frente a opção da “guerra às drogas”. Mesmo assim, a pasta pretende injetar recursos para fazer com que o fluxo da droga diminua e, eventualmente, cesse em todo o território nacional.
      Moraes convidou representantes de cinco instituições civis que atuam na área da segurança para apresentar o conteúdo do plano, que está em elaboração e tinha previsão inicial de lançamento para este mês. Em duas horas e meia, o ministro detalhou como deverá ser executada a iniciativa, mostrando informações em mais de 90 slides de uma apresentação de power point. Quando se referiu a um dos eixos do plano, o combate a crimes transnacionais, Moraes expôs, em um slide com uma planta de maconha ilustrativa, a sua visão sobre o assunto. Em viagem ao Paraguai em julho deste ano, o ministro foi visto cortando pés de maconha munido de um facão. 
       
         
      “É uma ideia absolutamente irreal, de uma onipotência, querer reduzir drasticamente a circulação de maconha na América do Sul, como ele falou. É grave ele achar que vai ter esse poder. O plano Colômbia fez com que os Estados Unidos injetassem bilhões de dólares contra as plantações de coca e isso não foi suficiente”, disse Julita Lemgruber, coordenadora do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania da Universidade Cândido Mendes e ex-diretora-geral do sistema penitenciário do Estado do Rio, que participou do encontro no gabinete da presidência em São Paulo, localizado na Avenida Paulista.
      Em novembro, Moraes já havia participado de um encontro com países do Cone Sul para discutir combate ao crime na região de fronteira. Na oportunidade, ele destacou a necessidade de se aumentar o número de operações coordenadas com os vizinhos, ampliando a cooperação entre as polícias. Além do combate às drogas, compõe o eixo de crimes transnacionais, o enfrentamento ao tráfico de armas, ao tráfico de pessoas e ao contrabando. 
      “Comecei a trabalhar na área da segurança nos anos 1980. Estou nessa há 30 anos, me sentei com vários ministros e ouvi vários planos, mas esse é o pior”, completou Julita. Isso porque, segundo ela, além da proposta no campo das drogas, o plano se estende por outros três eixos (combate à violência doméstica, redução de homicídios e modernização do sistema penitenciário) e peca por ser “megalomaníaco”, com ideias que “custariam um orçamento que ele não tem”. 
      O Estado ouviu outras duas pessoas que participaram do encontro e ratificaram o conteúdo das propostas, também fazendo críticas ao que consideraram mais um manifesto com pouco foco. Em comum, a ponderação de que a atuação do Ministério da Justiça não conta com propostas de outros setores do governo, principalmente da área social, e tem contra si poucas e frágeis ideias no campo da prevenção dos homicídios, em especial direcionada à população jovem negra da periferia.
      O plano aborda quatro eixos de prevenção: capacitação para agentes de segurança - visando a reduzir a letalidade policial -, aproximação entre polícia e sociedade - com aperfeiçoamento dos conselhos comunitários de segurança - inserção e proteção social - focado na redução da violência doméstica - e cursos profissionalizantes de arquivistas. Esta última ideia, classificada como inusitada e ingênua por mais de um especialista, foi explicada por Moraes: como o Arquivo Nacional está sob controle da pasta de Justiça, há a possibilidade de os profissionais oferecerem tal curso. 
      Recuo. O Ministério da Justiça decidiu recuar da intenção de usar verbas do Fundo Penitenciário Nacional (Funpen) para investimentos na polícia dos Estados e na Força Nacional, inclusive para compra de equipamentos e pagamento de salários. O Estado divulgou em novembro que Moraes já havia preparado uma minuta de Medida Provisória prevendo a alteração na previsão de uso das verbas do fundo visando a principalmente ter margem para investir os recursos.
      A decisão ocorreu após a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Carmen Lúcia, e o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, segundo apurou o Estado, procurarem a pasta para informar que, caso a medida fosse tomada, ela seria judicializada imediatamente. O STF determinou em julgamento em setembro de 2015 que as verbas, que hoje somam cerca de R$ 3 bilhões, não podem mais ser contingenciadas. O presidente Michel Temer informou em outubro que R$ 788 milhões devem ser liberados no início do ano que vem.
      Posicionamento. Em nota divulgada neste sábado, 17, o ministério classifica como “despreparados e rasos” os comentários da professora Julita, que, na visão da pasta, demonstra “total desconhecimento da proposta conjunta do Ministério da Justiça e Cidadania, Ministério da Defesa, GSI e Ministério da Relações Exteriores, em relação ao combate à criminalidade transnacional, em especial, tráfico de drogas, de armas e contrabando, que financiam o crime organizado no Brasil". 
      A pasta destacou que a proposta principal do plano em relação ao crime organizado será “o fortalecimento das ações de inteligência em conjunto das forças policiais federais e estaduais, com utilização e integração de tecnologia e sistemas utilizados durante as Olimpíadas, como foi exposto na reunião.”
      O ministério disse lamentar ainda que “sem aguardar o envio integral das propostas até agora discutidas, como havia ficado combinado entre os participantes, críticas superficiais, infundadas e falsas tenham sido feitas”. Pesquisadores confirmaram ao Estado que já haviam proposto ao ministro o envio completo do projeto antes da realização da reunião, para análise mais aprofundada do que está sendo discutido, o que não foi atendido. O envio do power point da reunião da segunda-feira passada também não havia ocorrido até a noite deste sábado. 
      Também em nota, o ministério disse que os valores do Funpen deverão ser descontingenciados para o próprio sistema penitenciário, “com prioridade absoluta para construção de presídios, estabelecimentos semiabertos e efetivação de melhores e mais seguras condições para cumprimento de penas” - a pasta prevê a construção de 27 novas unidades. “Nenhum recurso do Funpen será utilizado para manutenção ou ampliação da Força Nacional”. 
      Previsto inicialmente para ser lançado em dezembro, a pasta informou que a finalização do projeto deve ficar para janeiro. “No mês de janeiro, o ministro Alexandre de Moraes se reunirá com os governadores, em seus respectivos Estados, para que seja finalizado o Pacto e, consequentemente, divulgado o Plano Nacional.''
       
      http://brasil.estadao.com.br/noticias/geral,ministro-quer-erradicar-comercio-e-uso-de-maconha-no-brasil,10000095265
       
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    • @dronemanJá parou para pensar que o "prenseed" pode ser a mesma coisa que um bulk seed? Não sei pq esse preconceito com prenseed ... Sinceramente, só o fato de vc pagar 50 conto em uma semente que custa menos de 5 cents já deveria ser motivo pra vc não dar seu dinheiro suado pra coyote etc ... Outra coisa, quem garante que esses 200 contos que vc vai gastar, não serão prenseeds tbm? Fazer marketing no instagram é uma coisa, mas vc ou o coyote vão garantir a originalidade da semente? Um banco com mais qualidade tem maior garantia de originalidade (não estou falando de germinação ok?).  Sua nave caiu? Já tentou lugares diferentes? Eu sei que o dólar está alto, mas vc pode ir juntando uma graninho por mes enquanto leva as prenseeds, e final do ano vc pega uma promo em algum site norte americano/canadense ... E quando estiver plantando uma genética legal, vc aproveita e faz cruzas pra gerar suas sementes e não precisar passar esse sufoco de importar, bem melhor né?  Tem um rapaz no insta, canadense, que faz algumas cruzas e disponibiliza as sementes por um preço mais em conta, já conversei com ele e ele envia para o Brasil, não vou jogar o @ aqui, mas mando pra vc por PM se quiser! 👍 Além disso, vc encontra diversos vendedores no Strainly, o FPUNK já citou um monte lá no outro tópico de strains. Não fica frustrado mano, só precisa dar o tiro certo.
    • Fala @SmokeWeedZnao sei te dizer em relação ao ph, como não tenho medidor, nunca medi o ph da terra e aparentemente elas seguem bem. Eu utilizei Carolina Soil como substrato, achei ótimo. A terra é muito fofa e a água desce bem rápido para as raizes e a água não fica acumulada na terra por causa da fibra de coco. Durante a Vega eu só usei farinha de ossos com torta de mamona, agora na flora fiz chá de casca de banana. Resolvi levar as meninas na maciota sem muita pressão para q elas crescessem  logo, a pesar da ansiedade... 
    • Eu levaria nesse, veja o quanto ela vai crescer, se precisar vc transplanta para um maior...
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