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'Ilegal': Filme Sobre Uso Da Maconha Medicinal Tem Sessão Gratuita


CanhamoMAN

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  • Usuário Growroom

'Ilegal': filme sobre uso da maconha medicinal tem sessão gratuita

Redação em

21 de outubro de 2014 às 14:05

https://catracalivre.com.br/sp/agenda/gratis/ilegal-documentario-sobre-uso-da-maconha-medicinal-tem-sessao-gratuita/

Exibição acontece no Auditório Ibirapuera e ainda conta com debate sobre a realidade da cannabis no Brasil

Você já ouviu falar no Cannabidiol (CBD)? Essa é uma substância extraída da maconha que compõe diversos remédios para tratamentos medicinais especiais. E para falar sobre a luta de um grupo de mães pela legalização da cannabis no Brasil e pela desburocratização comercial, os produtores Tarso Araujo e Raphael Erichsen rodaram o documentário “Ilegal”, que ganha exibição no Auditório do Ibirapuera na sexta, dia 31, às 21h. A entrada é totalmente Catraca Livre. Os ingressos são distribuídos com uma hora e meia de antecedência.

cena de "Ilegal" (reprodução)

ilegal_reproducao-450x235.jpg<img class="wp-image-733063" src="https://catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2014/10/ilegal_reproducao-450x235.jpg" alt="cena de "Ilegal" (reprodução)" width="609" height="318"/>

Sessão gratuita do documentário "Ilegal" acontece no Auditório Ibirapuera e conta com debate

O longa de 90 minutos conta a história de Katiele Fischer e sua filha de cinco anos, que sofre de epilepsia. Ao longo do filme é retratada a dificuldade da família em conseguir importar Cannabidiol, tanto pela burocracia, quanto pela ilegalidade. Em certo ponto, Katiele afirma que se viu obrigada a "traficar" maconha.

Logo após a exibição, acontece um debate com intelectuais da área, mas a lista ainda não foi confirmada. Então, fique de olho no Catraca Livre! Em breve divulgaremos os nomes que participarão desse encontro.

Confira um trailer do documentário:

Serviço
O que
Ilegal
Quanto
Catraca Livre
Onde
Auditório Ibirapuera - Oscar Niemeyer

http://www.auditorioibirapuera.com.br/

Avenida Pedro Álvares Cabral, s/n - Portão 2 do Parque do Ibirapuera

Parque Ibirapuera - Sul

São Paulo

(11) 3629-1075 Ver no mapa

  • Sex 31/10 às 21:00
Observação

Ingressos distribuídos com uma hora e meia de antecedência

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      Eai gurizada, tranquilo? Sou novo no fórum e estou aprendendo sobre o cultivo doméstico da maconha. Eu sou estudante de jornalismo e resolvi fazer uma reportagem sobre o uso da maconha na pandemia, para isso vou conversar com especialistas na área, mas também quero conversar com quem utiliza ela frequentemente e principalmente como a maconha pode ajudar ou não durante o período de isolamento social. Acredito que a matéria tem o objetivo importante de desmistificar e aprofundar o assunto do uso da planta. Então gostaria de saber se alguém pode me ajudar no assunto, nem que seja para trocar uma ideia rápida sobre o dia a dia na pandemia e sua relação com a maconha. Valeu!!!
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      postado em 03/09/2015 06:00 / atualizado em 03/09/2015 07:13
      Sandra Kiefer


      A quantidade é pouca, mas a polêmica é enorme. Três gramas de maconha, o equivalente a dois cigarros, movimentam um processo com repercussão geral que chegou à mais alta corte do país e desperta dúvidas, controvérsia e temores entre promotores de Justiça, familiares de usuários e dirigentes de comunidades terapêuticas que lidam diretamente com dependentes químicos no dia a dia. O ponto central da discussão é a possibilidade de descriminalização das drogas para consumo pessoal no Brasil, prestes a ser decidida pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

      Depois de pedir vista no processo, o novo ministro do STF, Edson Facchin, começou ontem a ouvir autoridades da área médica e jurídica, como o jurista Luís Filipe Maksoud Greco, especialista em direito penal, com mestrado e doutorado em direito pela Ludwig Maximilians Universität, de Munique, na Alemanha. Fachin devolveu o processo ao plenário em 31 de agosto. Agora, a votação da matéria depende apenas de sua inclusão na pauta. Antes, o relator da ação, ministro Gilmar Mendes, votou pela inconstitucionalidade do artigo 28 da Lei de Drogas (Lei 11.343/2006), que tipifica como crime o porte de drogas para consumo próprio. Ele foi o único entre os 11 ministros da Corte a se manifestar até agora sobre o processo que pretende derrubar a condenação de um homem detido com os tais três gramas de maconha.

      “Não há como descriminalizar as drogas no Brasil, considerando que não temos estrutura de médicos, psiquiatras e hospitais públicos para tratar dos dependentes químicos que estão atualmente nas ruas. O setor público de saúde já é insuficiente como está”, afirma Ana Godoy, presidente da Pastoral da Sobriedade, que congrega 1,6 mil grupos de autoajuda e 60 comunidades terapêuticas.

      No entendimento de especialistas em adicção de substâncias químicas, é uma tendência o Brasil se ajustar ao modelo dos países mais desenvolvidos, que, aos poucos, estão deixando de enquadrar como traficantes os pequenos usuários de drogas como a maconha, que já é utilizada quase livremente por jovens em praças das grandes cidades brasileiras


      “Com a descriminalização, a tendência é, num primeiro momento, de aumentar o número de usuários abusivos de drogas. Consigo ver isso na prática”, afirma Frederico Garcia, coordenador do Centro de Referência em Drogas da Universidade Federal de Minas Gerais (CRR-UFMG). Dados preliminares de uma pesquisa a ser divulgada indicam que a proibição do consumo de bebidas alcoólicas nos estádios contribuiu para reduzir a violência nas arenas, que, em 2006, teve aumento de 45,45% em relação a 2005. Após a medida do Ministério Público, em 2007, houve apenas três ocorrências.

      “Prefiro que meu paciente fume 10 ou 20 cigarros de maconha a que experimente uma pedrinha de crack. Mas, da primeira vez em que disse isso, há cerca de 20 anos, quase fui preso”, diz o psiquiatra Arnaldo Madruga, especializado no tratamento de dependentes químicos. Ele alerta que, em menos de três dias, a pedra extraída a partir da fabricação da cocaína é capaz de provocar dependência química. “Na minha opinião, o proibido é mais cobiçado. Seria necessário estudar as ervas pelo aspecto científico, e não com base em preconceitos. Na realidade, defendo sempre o que acho menos danoso aos meus pacientes. Prefiro descriminalizar uma droga como a maconha, que deixa a pessoa mais tranquila e não altera o sistema nervoso, como ocorre com a cocaína e o álcool”, compara o especialista.

      SEM ANTECEDENTES “Precisamos desobstruir o sistema penitenciário brasileiro, realocando a verba para o setor de saúde”, defende o secretário de Direitos Humanos de Minas, Nilmário Miranda. Segundo o secretário, havia em Minas 9 mil presos por porte de drogas em 2008. Sete anos depois da mudança na Lei das Drogas, já são 69 mil pessoas na cadeia.
      No que diz respeito aos direitos humanos, a questão central a ser debatida não deve ser o inchaço do sistema de saúde pública brasileira, mas sim o fato de que o país precisa avançar cada vez mais em distinguir a figura do traficante daquela do usuário de drogas. “É preciso entender que a guerra às drogas fracassou no mundo. Até mesmo os Estados Unidos e a Colômbia, que encabeçaram o movimento no passado, recuaram do encarceramento em massa e do endurecimento penal com usuários de drogas. Essa estratégia está fracassada”, afirma o secretário.

      Nilmário Miranda tende a acatar a tese de que a prisão fere a liberdade individual dos cidadãos e que é preciso encontrar uma maneira de discernir o cerne da questão: o critério a ser usado para definir quem é o traficante e quem é o usuário. “Na minha opinião, mesmo que alguém acumule certa quantidade de maconha para uso próprio ou para distribuir para amigos, não deveria ser preso caso não tenha ficha na polícia nem antecedentes como traficante. Na última manifestação contra o aumento das passagens de ônibus fui acionado para liberar 62 jovens manifestantes da cadeia. Os policiais insistiram para deixar um deles passar a noite na cadeia, pego com uma trouxinha de maconha. Tive de ficar até a madrugada. Em seguida, soltaram o grupo e depois liberaram a pessoa de forma isolada, como pressão.”

      Efeitos da votação

      O resultado da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o processo que envolve o porte de drogas para uso pessoal terá efeito sobre mais de 4 mil processos relacionados ao artigo 28 da Lei de Drogas em tramitação no Juizado Especial de Belo Horizonte, segundo dados do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG). Se a descriminalização for aprovada, esses autos podem ser extintos. Entretanto, alguns juízes consideram que seriam necessárias maiores explicações do STF para definir o futuro dos processos. A apreciação do STF sobre o tema foi motivada por um recurso da Defensoria Pública de São Paulo, que chegou à Suprema Corte em 2011. O órgão representa um presidiário flagrado em 2009 com 3 gramas de maconha e condenado pelo uso de drogas a prestar serviços comunitários enquanto já cumpria pena por assalto a mão armada, receptação e contrabando. O advogado de Francisco de Souza alegou que ninguém pode ser punido por ser usuário de substâncias ilícitas, já que esta seria uma questão de foro íntimo. O ministro Gilmar Mendes, relator do caso no Supremo deu provimento ao recurso.

      Ponto crítico

      Você a é favor da descriminalização do porte de drogas?

      SIM
      Nikolas Stefany Katopodis de Macedo, assessor institucional da Defensoria Pública de Minas Gerais

      “A Defensoria Pública de Minas apoia a tese jurídica apresentada pela Defensoria Pública de São Paulo no Recurso Extraordinário 635.659, que pretende que seja declarado inconstitucional o crime de porte de drogas para uso próprio. Isso porque a proibição, contida no artigo 28 da Lei 11.343/2006, ofende o princípio da intimidade e da vida privada, direito expressamente previsto no artigo 5º da Constituição Federal. Além disso, pode-se afirmar que o porte de drogas para uso próprio não afronta a ‘saúde pública’, que é o objeto jurídico do delito de tráfico de drogas, mas tão somente a saúde pessoal do próprio usuário. Por isso mesmo, o enfrentamento ao crescimento do consumo de drogas não dever ser estabelecido por meio da criminalização, ou seja, como tema de direito penal e com o recrudescimento de penas, mas sim com políticas sociais e de saúde pública.”

      NÃO
      Bruno Alexander Vieira Soares, promotor de Defesa da Saúde/BH e coordenador da Coordenadoria de Pessoas com Transtorno Mental de MG

      “O momento não é adequado para a descriminalização do uso de drogas para consumo pessoal, considerando que alguns países, como Portugal e Holanda, estão regredindo nas suas políticas. Em um país grande como o Brasil, em que a realidade do Norte é completamente diferente da do Sul, é loucura descriminalizar as drogas. Inicialmente, pessoas que sentiam vontade de usar droga, mas evitavam experimentar por receio de ser presos com substância ilegal, vão passar a consumir. É provável que cresça o número de dependentes químicos, o que vai impactar no sistema de saúde. Outros dizem que vai cair o número de traficantes no país, mas todas essas opiniões estão sendo feitas com base no achismo. O mais prudente é que não se alterem as normas até que sejam feitos estudos conclusivos sobre os efeitos das substâncias químicas no organismo. O critério deve ser técnico, e não político ou econômico.”
    • Por Bas
      https://www.youtube.com/watch?v=y5JO8-gNdf8

      Vamos fazer aquela força tarefa pra traduzir mais esse?
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    • Gente, não adianta procurar seed por aí em qq seed bank que envia para o Brasil O Seed bank tem que entender a fiscalização que acontece aqui e ter algo muito bom. Não adianta enviar semente dentro de capa de CD. Não vai receber...
    • Falou tudo irmão! Informação vale ouro! E aquela velha história né, o que ninguém sabe, ninguém estraga... eu entrei numa leve noia e até apaguei o post que mandei de SB... Além de ter muita informação boa e dicas de SB que sempre passaram de boas, galera tem que começar meter a cara e ir atrás do que tá querendo... Escolhe a strain, descobre quem é o breeder, vai no site e vê quem são os revendedores... senão tiver site, vai no IG e troca uma ideia com os caras, pergunta quais SB vendem os feijões deles e aí vai atrás... Eu to parando aqui de enviar link de SB no fórum... Qualquer coisa chamem no DM que eu passo os poucos que conheço Tmj
    • Eu já busquei comprar semente diretamente do breeders. No caso, como estava buscando Amnesia Haze, fui atras do "Soma Seeds". Fui no site, peguei o tel dele, entrei em contato pelo Whats.  Em menos de 5 minutos ele me respondeu que enviaria p/ o Brasil E me perguntou qtas sementes. Falei 10 sementes e ele nunca mais me respondeu. Várias mensagens e fui totalmente ignorado depois disso.  Acho que breeder não se interessa muito em vender p cliente final. Com isso, ano passado, comprei a AMN Haze (Soma Seeds) através do Attitude. Chegou tudo certo.
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