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Magno Malta Anuncia Frente Parlamentar Mista Contra Legalização Das Drogas


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  • Usuário Growroom

Magno Malta anuncia Frente Parlamentar Mista Contra Legalização das Drogas

Simone Franco | 13/10/2014, 12h44 - ATUALIZADO EM 13/10/2014, 12h51

http://www12.senado.gov.br/noticias/materias/2014/10/13/magno-malta-anuncia-frente-parlamentar-mista-contra-legalizacao-das-drogas

20141013_00129g.jpg
Geraldo Magela/Agência Senado

O senador Magno Malta (PR-ES) disse há pouco ter o apoio dos integrantes da Frente Parlamentar Mista da Família - segundo ele, com cerca de 75 senadores e 400 deputados federais - para a instalação da Frente Parlamentar Mista Contra a Legalização das Drogas no Brasil. Ele fez o anúncio durante a sexta audiência pública da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) sobre a legalização do uso de maconha para fins terapêutico e recreativo.

- A partir dessa frente vamos aprofundar o debate e não vamos aprovar [o projeto] a toque de caixa, pois estão querendo aproveitar o viés medicinal para liberar a maconha no Brasil - sustentou o senador, que revelou ter sido usuário de maconha na juventude.

Magno Malta também encaminhou à comissão uma cópia de vídeo do YouTube, com quase meia hora de duração, que mostra um grupo discutindo uma estratégia para legalização do uso de maconha no país. Segundo o senador, seus integrantes teriam concluído ser melhor abandonar o projeto de lei do deputado federal Jean Willys (PSOL-RJ), que regulamenta o uso recreativo da maconha, e apoiar a bandeira da legalização para uso medicinal.

Esse seria o caminho para a liberação geral do consumo da substância, acrescentou o senador.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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  • Usuário Growroom

Completando, ainda disse que no vídeo ativistas são patrocinados por grandes interessados no faturamento do comercio e que a tática é legalizar o uso medicinal e conseguir médicos onde os receitassem maconha, o que foi descrito por Magno Malta como formação de quadrilha.
Afirmando que já contava com o apoio de 73 dos 84 (Se não me engano) Deputados (Federais ou Estaduais, não sei) e mais de 400 Congressistas...
Comédia! 500 Pessoas, contra 20.000 Assinantes a favor da legalização. 20.000 sem contar os anônimos que só querem o beneficio sem esforço.

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  • Usuário Growroom

Esse tal de Malígno Malta é um tremendo dum reacionário.Como o de_pendente disse é o povo quem elege esses caras. Sempre os mesmos,com as mesmas promessas,mesmo discurso,mesma roubalheira.Enfim , esse é o Braziu.......

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  • Usuário Growroom

Baita babaca. Nem estuda tudo que implica, todos os benefícios (não apenas os medicinais mas os nutricionais e econômicos que são deixados de lado) e que dizer que proibir é em prol da família!! Só um povo com pouco estudo mesmo pra levar um cara como esses a sério.

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  • Usuário Growroom

Um dos ultimos colocou os argumentos justamente de que Osmar Terra recebeu 150 mil da bigfarma e o Malto recebeu 100 mil de uma cervejaria para campanha politica!!!

Também gostei da hora que o senador perguntou a mesa o que fazer já que com a proibição esta gerando todos esses malefecios, nenhum soube responder, no final da audiencia ele disse que tavez vai convocar uma ultima audiencia para ser exposto o que fazer, não mais sobre os beneficio ou maleficios e sim o que fazer já que a proibição não funcionou!!!!

Mais até o meio dia já tinha estragado o meu almoço com o discurso probicionista!!!

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  • Usuário Growroom

Maltinha? BANCADA DA BALA e BANCADA EVANGÉLICA.... figura já conhecida por seu perfil truculento e que já ganha RIOS E RIOS E RIOS de dinheiro com suas clinicas de recuperação. mas quer mais, e mais e mais e mais emais .... ô ganância do inferno. nem...

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    • Por CanhamoMAN
      Campanha contra legalização da maconha repercute no Senado http://www.cenariomt.com.br/noticia/387552/campanha-contra-legalizacao-da-maconha-repercute-no-senado.html

      Publicado Quinta-Feira, 11 de Setembro de 2014, às 21:40 | CenárioMT com Agência Senado

      Uma campanha do movimento Brasil sem Drogas, contra o uso recreativo da maconha, repercutiu na segunda-feira (8), na quarta audiência pública da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) sobre a regulamentação da substância.


      A série de anúncios foi veiculada em jornais de grande circulação do Ceará . “Você teria coragem de ser operado por um médico que acabou de fumar um baseado?”, diz uma das peças. “Você entraria num avião cujo piloto acabou de fumar um bagulho?”, questiona outra. As mensagens terminam com a resposta “se a maconha for legalizada, isso será normal”.


      Os anúncios acabaram virando meme nas redes sociais. Meme refere-se a uma parodia ou ideia bem-humorada que se espalha pela web.


      O primeiro a comentar a campanha foi o senador Cristovam Buarque (PDT-DF), que é relator de sugestão popular neste sentido (SUG 8/2014).


      - Eu vi uma página no jornal do Ceará que pergunta se você gostaria de ser operado por um médico que tenha fumado maconha. Acho que deveria colocar também por um médico que tenha tomado uísque – disse Cristovam.


      O senador, aliás, cogitou a possibilidade de propor uma espécie de “exame antidoping” para médicos, pilotos e outros profissionais.


      - Será que não deveríamos colocar uma lei antidroga, medindo se o médico, quando for entrar na sala de operações, fumou ou bebeu? Os jogadores de futebol não fazem exame antidoping? Deveriam fazer com médicos. Deviam fazer com pilotos. Deviam fazer com professores. Deviam fazer com profissionais de todas as áreas – teorizou Cristovam.


      Preocupação


      Moradora de Fortaleza, Diva Araripe, mãe de ex-usuário de drogas, manifestou preocupação com a possibilidade de pilotos atuarem sob efeito de maconha.


      - Já imaginou chegarmos agora ao aeroporto, pegarmos um avião e o piloto, por algum motivo- ou de frustração ou de alegria - faz uso da maconha. Qual é o risco? – questionou.


      Em resposta, Cristovam Buarque sustentou que o uso de qualquer substância pode acarretar riscos à segurança de passageiros e de pacientes, no caso de cirurgias.


      - Com o piloto bêbado, a senhora subiria no avião? – indagou o senador.


      Para o promotor público Sérgio Harfouche, diferentemente do álcool, os efeitos da maconha seriam menos “visíveis” nesse caso.


      - No argumento 'Você seria operado por um médico que estivesse usando maconha?`, o senador perguntou 'E o uso do álcool?`. Bom, quem usa álcool, na primeira golada tem um bafo que dá para saber. A maconha não tem o mesmo efeito. A maconha não tem a mesma visibilidade que o álcool, vamos ser honestos – disse.


      Próximo debate


      O próximo debate da CDH sobre o tema deve ocorrer no dia 22 de setembro e reunir o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ayres Britto; o diretor da Escola de Direito da Fundação Getúlio Vargas, Joaquim Falcão; a subprocuradora-geral da República Rachel Dodge; e a pesquisadora Maria Gorete Marques de Jesus, do Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo (USP).

    • Por CanhamoMAN
      Fonte: http://www12.senado.gov.br/noticias/videos/2014/09/debate-sobre-a-regulamentacao-da-maconha-avanca-pouco-na-cdh

      08/09/2014, 17h49 Debate sobre regulamentação da maconha avança pouco na CDH https://www.youtube.com/watch?v=cWAIpVzctdE ‘O impacto das drogas na violência’ foi o tema da quarta audiência da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) sobre a regulamentação da maconha, nesta segunda-feira (8). O senador Cristovam Buarque (PDT-DF), relator da sugestão popular sobre o tema (SUG 8/2014), disse que ainda não reuniu subsídios suficientes para elaborar seu relatório, que definirá se a matéria será transformada em projeto de lei. Sobre o uso estritamente medicinal, porém, ele afirmou que apresentará conclusões em breve. A audiência gerou debates acirrados. Contrário à regulamentação para o uso recreativo, o promotor de Justiça Sérgio Harfouche, de Mato Grosso do Sul, disse que é preciso mudar a legislação atual para criminalizar também os usuários. Já o defensor público Daniel Nicory discordou da prisão não só de usuários, mas até de pequenos traficantes. Ele apresentou pesquisas feitas pela USP e pela Escola Superior da Defensoria Pública da Bahia sobre o perfil de presos por tráfico de drogas.
    • Por CanhamoMAN
      08/09/2014, 17h49 Debate sobre regulamentação da maconha avança pouco na CDH

      https://www.youtube.com/watch?v=cWAIpVzctdE


      ‘O impacto das drogas na violência’ foi o tema da quarta audiência da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) sobre a regulamentação da maconha, nesta segunda-feira (8). O senador Cristovam Buarque (PDT-DF), relator da sugestão popular sobre o tema (SUG 8/2014), disse que ainda não reuniu subsídios suficientes para elaborar seu relatório, que definirá se a matéria será transformada em projeto de lei. Sobre o uso estritamente medicinal, porém, ele afirmou que apresentará conclusões em breve. A audiência gerou debates acirrados. Contrário à regulamentação para o uso recreativo, o promotor de Justiça Sérgio Harfouche, de Mato Grosso do Sul, disse que é preciso mudar a legislação atual para criminalizar também os usuários. Já o defensor público Daniel Nicory discordou da prisão não só de usuários, mas até de pequenos traficantes. Ele apresentou pesquisas feitas pela USP e pela Escola Superior da Defensoria Pública da Bahia sobre o perfil de presos por tráfico de drogas
    • Por CanhamoMAN
      Divergências sobre regulamentação do uso de maconha persistem no Senado
      Simone Franco | 08/09/2014, 14h13 - ATUALIZADO EM 08/09/2014, 18h32
      http://www12.senado.gov.br/noticias/materias/2014/09/08/divergencias-sobre-regulamentacao-do-uso-de-maconha-persistem-no-senado


      Diva Araripe, mãe de ex-usuário de maconha e crack, desabafou na CDH: "Com a droga não dá pra educar" Pedro França/Agência Senado Saiba mais Debate sobre regulamentação da maconha avança pouco na CDH Debatedores divergem sobre punição a usuários de maconha Consenso em torno da regulamentação do uso recreativo, medicinal e industrial da maconha parece ainda estar longe de ser alcançado no Senado.
      A única convicção firmada em torno do assunto, até o momento, é que as coisas não podem continuar do jeito que estão, e foi expressada pelo senador Cristovam Buarque (PDT-DF), nesta segunda-feira (8), na quarta audiência pública da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) sobre a eventual transformação de sugestão popular neste sentido (SUG 8/2014) em projeto de lei.
      — A gente não tem direito de colocar (a questão) debaixo do tapete. Precisamos de regras que impeçam que os jovens caiam nas drogas. O que se discute é se da maneira como estamos agindo, com proibição, estamos enfrentando essa tragédia ou se é melhor de outra forma. É preciso decidir se é melhor proibir ou regulamentar o uso -, sustentou Cristovam, relator da sugestão.
      Enquanto os debates se sucedem, avança o entendimento em torno da regulamentação do uso medicinal da maconha. Mas quem defende essa causa diz que ela não deve se confundir com o uso recreativo da substância. Foi isso o que fizeram, nesta quarta-feira (8), o presidente interino da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) da Paraíba, Vital Bezerra Lopes, e o médico Pedro da Costa Melo Neto, residente no Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
      Em carta enviada a Cristovam, o advogado Vital Bezerra reafirmou sua posição em defesa do uso do canabidiol (um dos princípios ativos da maconha) para fins medicinais e não recreativo. O médico Pedro da Costa Neto também afirmou ser necessário separar o uso medicinal do recreativo. Ele convocou a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e os conselhos de medicina a firmarem uma posição clara – e rápida - sobre o assunto.
      Depoimentos pessoais
      Por outro lado, os embates têm sido mais intensos quando envolvem o uso recreativo da maconha. Nesta quarta-feira, usuários da substância fizeram relatos tanto favoráveis quanto contrários à flexibilização do consumo pessoal. Uma das experiências favoráveis ao uso recreativo em destaque partiu do servidor do Tribunal de Justiça do Distrito Federal Mauro Machado, usuário regular de maconha, que contou ter passado oito dias preso ao tentar comprar sementes de maconha, pela internet, para cultivo doméstico.
      - Há um bom tempo eu faço uso social. Sou casado há cinco anos, nunca briguei com minha mulher, e tenho filhos. Existe um fator de risco (no uso) de qualquer substância psicoativa. Mas, se eu quero fazer uso que não prejudique quem quer que seja, a Constituição me dá esse direito – argumentou Machado.
      Outro relato de impacto foi feito por Diva Araripe, mãe de ex-usuário de drogas que, segundo ela, chegou ao consumo de crack a partir do uso de maconha.
      - Com a droga não dá para educar. Como se pode banalizar o pequeno traficante e o usuário? É por isso que as coisas não dão certo – desabafou Diva, revelando ter vivido esse drama pessoal por dez anos e conhecido dependentes químicos que se tornaram esquizofrênicos e tentaram o suicídio.
      Próximo debate
      Cristovam considerou os depoimentos pessoais importantes na busca de uma convergência em torno da regulamentação dos diversos usos da maconha. E adiantou a intenção de ouvir, na próxima audiência sobre a SUG 8/2014, o relato de mães que tiveram filhos presos por consumo.
      O próximo debate da CDH deve acontecer no dia 22 de setembro e reunir o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ayres Britto; o diretor da Escola de Direito da Fundação Getúlio Vargas, Joaquim Falcão; a subprocuradora-geral da República Rachel Dodge; e a pesquisadora Maria Gorete Marques de Jesus, do Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo (USP).
      Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

    • Por BenderPenguino
      O Senador Cristovam Buarque foi designado pela Comissão de Direitos Humanos (CDH) para atender a sugestão numero 8 / 2014 que consiste na regulamentação da Cannabis.

      Serão realizadas 8 audiências publicas para escutar a população e debater sobre o tema com convidados.
      Video
      A primeira foi 2 de junho e passou batida, muito mais gente falando contra do que a favor. Link para Ata
      A segunda 11 Agosto. botar link notas taqui aqui
      A terceira do dia 25 de Agosto foi uma vitoria. botar link notas taqui aqui
      8 setembro ocorreu a quarta
      22 setembro - quinta

      13 Outubro - 6ª Audiencia Publica



      porque as mais importantes? Basicamente o senado vai decidir o assunto baseado na opinião do Cristovam (relator) e o Cristovam provavelmente vai presidir a mesa da comissão nas 7 audiências restantes, teremos sete e apenas sete oportunidades de comparecer em peso ao vivo e virtualmente (portal e-cidadania).

      Marquem nos seus calendários! deixem no minimo uma frase na audiência interativa, se 1% dos inscritos no site mandarem ao menos uma frase de apoio superaremos muito em numero do pessoal que quer manter a guerra. que infelizmente estavam em maior numero e marcaram mais presença na primeira audiência. Temos sete pra recuperar!

      Quem apoia?

      Vamos fazer um display de contagem regressiva na pagina principal pras audiências virtuais?

      fica a ideia e o apelo a deixar ao menos um registro nas audiências virtuais, que apesar de virtuais, não aceitam mensagens a qualquer data e horários, apenas durante a ocorrência da audiência presencial no senado, ou seja apenas nos dias e hora corretos pode-se enviar comentários online.
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