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Entrevista A Cristovam Buarque Sobre Legalização Da Maconha


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  • Usuário Growroom

Cristovam: o Legislativo não pode mais fugir da discussão sobre legalização da maconha sp.gifsp.gifsp.gifsp.gif

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coment_face.gif[0] coment_int.gif[0] Publicado Sábado, 31 de Maio de 2014, às 08:14 | CenárioMT com Agência Senado sp.gifsp.gifimprimir.jpgImprimir spacer.gifdiminuir.jpgDiminuir texto spacer.gifaumentar.jpgAumentar texto sp.gifsp.gif
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Diante das muitas dúvidas, Cristovam pondera que talvez seja necessário "correr riscos"

Desde que assumiu a tarefa de coordenar uma discussão no Senado a respeito da liberação e regulação da maconha, o senador Cristovam Buarque (PDT-DF) viu-se diante de alguns dilemas. O principal deles tem a ver com a marca que o distingue na política. "Gastei muitos anos de vida para ser o senador da educação. Não quero o carimbo de 'senador que liberou a maconha'. Se tiver de colaborar para isso, salienta, será por "uma obrigação histórica", da qual não possa correr, como explicou em entrevista concedida à Agência Senado na quinta-feira (28).

O Parlamentar diz considerar "um abacaxi" o relatório que terá de elaborar para a Comissão de Direitos Humanos (CDH) sobre a Sugestão 8/2014, proposta apresentada por um cidadão por meio do Portal e-Cidadania. Apoiada por de 20 mil pessoas em nove dias, a 'sugestão' habilitou-se a uma possível conversão em projeto de lei. A ideia vai a debate nesta segunda-feira (2) em audiência pública na CDH, da qual participará o secretário Nacional para as Drogas do Uruguai, Julio Cazada.

Enquanto o debate não se completa, pois pretende ouvir especialistas de diversas áreas - médica, educacional e jurídica, por exemplo -, Cristovam promete manter uma posição de equidistância entre os favoráveis à liberação e os proibicionistas. Por isso, pediu a elaboração de um estudo detalhado à Consultoria Legislativa do Senado, que já lhe entregou o resultado. Para o parlamentar, o essencial é que a sociedade amadureça uma decisão com vistas a um plebiscito e assuma os riscos da liberação ou da proibição. Sobre as pressões inerente à posição de relator de um assunto polêmico, o senador revela alguma situações curiosas que passou a viver. Uma delas é o pedido recorrente de "libera, Cristovam", que ouve nos corredores a Universidade de Brasília (UnB), instituição da qual já foi reitor e onde ainda dá aulas.

Após avaliar o relatório dos consultores, o senhor já tem uma opinião firmada?

Cristovam Buarque - O estudo é um dos mais bem feitos que já recebi da Consultoria. Mas prefiro não considerar isso suficiente para decidir. Vou tomar muito cuidado e nem vou me deixar levar por um sentimento pessoal que tenho. Ou, na verdade, que não tenho, porque tenho uma ambiguidade em relação ao assunto. Tenho que ouvir muitas outras vozes. Vozes críticas, por exemplo. Há pessoas que defendem o uso de medicamentos originados da maconha, mas são contra a regulamentação do consumo para divertimento.

Quem são essas vozes a serem ouvidas?

Cientistas, gente da área de saúde, usuários e pessoas que representam, digamos, o sentimento moral da sociedade, porque isso também quero levar em conta.

Igrejas?

Sim, embora não seja isso que vá decidir. Se fosse por aí, não teríamos divórcio no Brasil até hoje, porque a igreja era radicalmente contrária a uma lei assim.

Mas o senhor acredita que a sociedade está pronta para caminhar nesse sentido? Pode-se considerar a liberação da maconha uma evolução?

Não vamos chamar de evolução. Os jovens estão prontos para uma posição de regulamentação do uso da maconha. A sociedade inteira, eu já não sei. Acredito que quando o assunto for realmente colocado em pauta as igrejas vão se manifestar. Quando o aspecto moral pesar, acho que a pressão contra esse projeto vai ser grande.

É o caso de se fazer um plebiscito?

Sim. O Brasil faz pouquíssimos plebiscitos. Sou favorável a plebiscitos até naquilo que me horroriza o risco do resultado. Por exemplo, sou favorável a um plebiscito sobre pena de morte. Vou fazer uma imensa campanha contra, mas quero ouvir o povo. Quero ouvir o povo sobre a redução da maioridade penal, embora eu vá morrer defendendo a idade penal como está. Da mesma forma, a obrigatoriedade do voto. Sou contra o voto facultativo, mas sou favorável ao plebiscito e cabe a mim tentar convencer as pessoas de que a eleição é um processo pedagógico do qual elas são obrigadas a participar.

O que seu eleitor espera do senhor em relação a esse tema?

Não tenho ideia. Tenho muitos votos na juventude e imagino que eles sejam favoráveis à liberação. Quando ando pelos corredores da UnB [Cristovam é professor da Universidade de Brasília] vez ou outra ouço gritos: “Libera, Cristovam”. Mas meu eleitor não é só esse jovem de cabeça aberta. Tenho muitos eleitores evangélicos, católicos. E, embora eu me ache avançado de ideias, sou muito quadrado na minha vida pessoal.

Entre regulamentação para alguns usos, descriminalização regulamentada e liberação total, onde o senhor mais enquadraria seu voto?

Não sei ainda. Mas há um detalhe. Acho que a liberação total da maconha seria um risco muito grande, não só em relação à própria maconha, mas em relação a todas as drogas. Até o cigarro e o álcool têm regulamentação. Por exemplo, a proibição de publicidade de cigarro, a advertência sobre o consumo de cerveja, a lei seca nas eleições, as embalagens com imagens de vítimas do produto no caso do cigarro.

O que pesa mais na sua consciência de legislador? As questões mais objetivas, como a saúde pública, ou de ética e moral?

Algumas perguntas têm respostas objetivas: a regulamentação aumenta o consumo? Diminui a violência? É bom para a medicina? Resolvidas essas três perguntas científicas ou racionais, sobra uma, a da moral. A sociedade está preparada? É uma decisão que leva em conta valores, e não só dos legisladores, mas do povo.

Então, respondidas as questões objetivas sobre a maconha, pode acabar sendo uma questão de moral?

Não sei. Não vou me antecipar.

O estudo da Consultoria enumera 12 pontos positivos na liberação da maconha, como o aumento de receitas tributárias, a redução da evasão de divisas, a melhoria da qualidade do produto. Também há argumentos negativos, como a sobrecarga da Previdência Social. O que mais importa?

Não há resposta fechada. Veja que até a sobrecarga da Previdência seria relativa. Tem gente que acredita que a descriminalização regulamentada da maconha baixaria o preço do produto, e assim os usuários do crack, que vêm pesando consideravelmente a seguridade social, migrariam para a maconha [que tem efeitos menos danosos que o crack]. Mas resta saber se a maconha vai barrar a ida ao crack ou, pelo contrário, será uma porta para o consumo de drogas mais pesadas.

E o que fazer diante desse tipo de dúvida?

Talvez, correr riscos e ver o que vai acontecer.

O estudo indica que 26% dos estudantes universitários declaram usar maconha e que 8% podem ficar dependentes. Como professor que vive o cotidiano da universidade, o senhor acha que o livre acesso à maconha pode alterar essa proporção?

Não é bom ter nenhum dependente. Mas quantos são dependentes de álcool? Quantos são dependentes de cigarro? A pergunta é: em que a maconha é pior do que o álcool e o cigarro? A maconha leva ao uso de outras drogas mais pesadas do que o álcool leva e o cigarro leva?

O que causa mais inquietação na análise desse tema?

Tenho quatro perguntas fundamentais que precisam ser bem resolvidas: A regulamentação aumenta o consumo e, portanto, a dependência numa parte dos que consomem? Segunda: a maconha é uma porta de entrada para outras drogas? Tenho escutado opiniões muito conflitantes em relação a isso. Terceiro: seu uso realmente tem impacto positivo ou negativo na saúde? Ela provoca lesões ao cérebro? Em maior ou menor proporção que o álcool? E quarto: a maconha diminui a violência porque acaba com o tráfico?

O estudo distingue usos farmacêutico, industrial e recreativo da maconha. Uma possibilidade é fazer uma liberação parcial, por exemplo, apenas para uso em medicamentos?

Pode existir a separação de usos, porque uma coisa é liberar o uso medicinal e as pesquisas de laboratórios, ainda que continue proibido o uso recreativo. Mas aí é preciso ver os argumentos para a proibição do uso recreativo. Tem gente que fica bem porque toma Valium. Tem gente que fica bem porque fuma maconha. A pessoa tem direito de querer ficar bem. Mas o que temos de ver: quem fuma maconha fica tranquilo? Ou fica violento? Porque, se gerar violência, a sociedade tem o direito de se defender e não liberar. Mas, aparentemente, a violência gerada pela maconha está mais no tráfico [por ser ilegal]. Então o automóvel [dirigido por uma pessoa bêbada] pode ser muito mais perigoso que a maconha.

E se esse "direito de ficar bem" onerar a saúde pública?

Sim, a sociedade tem de zelar pela saúde das pessoas inclusive proibindo substâncias danosas ou onerosas para elas e para o Estado por essa razão.

Isso passa por uma questão de ordem moral?

Sim. O Brasil passa hoje por quatro grandes temas morais que precisamos começar a discutir. São eles: drogas, aborto, eutanásia e doação automática de órgãos, mesmo que sem o consentimento da pessoa morta ou da família. São assuntos muito polêmicos dos quais os legisladores geralmente fogem por serem desastrosos eleitoralmente. Mas tem hora em que é preciso pensar na história, e não na próxima eleição.

O senhor tem dito que não vai se candidatar mais a cargo eletivo após o fim do atual mandato [em 2019]. Isso proporciona maior liberdade para tomar um a posição?

Muito mais. Estou muito mais livre. A pessoa chega a uma idade em que não precisa continuar na vida política, ela tem o direito de se aposentar. Não vejo obrigação de sair do Senado carregado num caixão.

O senhor tem duas filhas. O que elas pensam sobre a liberação da maconha?

Que eu saiba nunca experimentaram drogas. Talvez elas sejam tão caretas quanto eu.

O senhor tem medo do que essa matéria pode virar? De vir a ser conhecido como “o senador que liberou a maconha”?

Tenho (pausa). Eu gastei muitos anos de vida para ser o senador da educação. Não quero o carimbo de “senador que liberou a maconha”. Se eu tiver de colaborar para isso, é por uma obrigação histórica da qual não posso correr. Eu sinceramente não gostaria de ter assumido esse relatório [na CDH]. Para mim ele é um “abacaxi” muito grande. Não pedi, não queria, e pensei em recusar. Quer uma das razões pelas quais não recusei? Contei para minha mulher em casa e a Gladys [esposa do senador] me disse que eu não tinha direito de ficar na história como quem fugiu de um tema que a juventude precisava que fosse discutido.

Fonte:http://www.cenariomt.com.br/noticia/362619/cristovam-o-legislativo-nao-pode-mais-fugir-da-discussao-sobre-legalizacao-da-maconha.html

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  • Usuário Growroom

No que dá não, no que ta dando!

Ele é o melhor Senador para descascar esse abacaxi!

X2. Tenho certeza que ele é o mais indicado para isso, isento e transparente. que tem a decência de assumir seus medos.

"O senhor tem medo do que essa matéria pode virar? De vir a ser conhecido como “o senador que liberou a maconha”?

Tenho (pausa). Eu gastei muitos anos de vida para ser o senador da educação. Não quero o carimbo de “senador que liberou a maconha”. Se eu tiver de colaborar para isso, é por uma obrigação histórica da qual não posso correr. Eu sinceramente não gostaria de ter assumido esse relatório [na CDH]. Para mim ele é um “abacaxi” muito grande. Não pedi, não queria, e pensei em recusar. Quer uma das razões pelas quais não recusei? Contei para minha mulher em casa e a Gladys [esposa do senador] me disse que eu não tinha direito de ficar na história como quem fugiu de um tema que a juventude precisava que fosse discutido."

E ainda teve a humildade de assumir que acatou o conselho da sua esposa. e digo mais, se não for pra frente não será por vontade do nobre Senador. (opinião própria).

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  • Usuário Growroom

Os viciados em crack deveriam receber tratamento com cannabis ,um acompanhamento psicológico adequado ,plantando sua erva como terapia,eu consegui me libertar do crack com a maconha
Tenho um histórico de 8 anos de crack, aonde roubei, assaltei, fi parte do crime,o tratamento com cannabis me ajudou, hoje tenho a vida mudada
os usuários de crack não devem migrar. Para maconha,devem ser tratados com maconha.
Vamos encaminhar esta sujestao ai pro senador
Paz

edit:

o problema do mundo é que os fanaticos e os tolos estao cheios de certeza e os sabios cheios de duvidas

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  • Usuário Growroom

Nunca estivemos tão bem, massss a batalha será árdua. Se for pra plebiscito não sei não. Muitos caretas. É preciso assumir a responsa e promulgar a lei sem consulta, como foi citado o caso do divórcio, que provavelmente à época não devia ser unânime. Divórcio no Uruguai, década de 20, no Brasil, década de 70. Muito atraso mano...

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  • Usuário Growroom

... Divórcio no Uruguai, década de 20, no Brasil, década de 70. Muito atraso mano...

O divorcio no Uruguai foi na década de 1910, já tem mais de um século! será que o Brasil um dia será um país laico?

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  • Usuário Growroom

O divorcio no Uruguai foi na década de 1910, já tem mais de um século! será que o Brasil um dia será um país laico?

Com certeza...daqui a uns cem anos

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  • Usuário Growroom

Os viciados em crack deveriam receber tratamento com cannabis ,um acompanhamento psicológico adequado ,plantando sua erva como terapia,eu consegui me libertar do crack com a maconha

Tenho um histórico de 8 anos de crack, aonde roubei, assaltei, fi parte do crime,o tratamento com cannabis me ajudou, hoje tenho a vida mudada

os usuários de crack não devem migrar. Para maconha,devem ser tratados com maconha.

Vamos encaminhar esta sujestao ai pro senador

Paz

edit:

o problema do mundo é que os fanaticos e os tolos estao cheios de certeza e os sabios cheios de duvidas

Caramba mano , que relato!!!

Muito bom essa guinada que a maconha deu na sua vida...

como vc comecou esse tratamento?

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  • Usuário Growroom

"Sim. O Brasil passa hoje por quatro grandes temas morais que precisamos começar a discutir. São eles: drogas, aborto, eutanásia e doação automática de órgãos, mesmo que sem o consentimento da pessoa morta ou da família."

Interessante o critério do senador, quer colocar o fim ao tráfico, pois esse gera violência. Tá, e quando uma família não quiser ser automaticamente coagida a liberar os órgãos de seus familiares, o estado vai fazer o quê exatamente?

What a fuckin bastard.

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    • Por babydarling
      Eu fumava maconha desde os 16 e atualmente tenho 22, mas não era usuária, fumava de vez em quando e um pouco apenas para ficar alegre ou leve.
      Eu tinha experimentado papel uma vez, mas não me causou nada demais e tinha vontade de experimentar novamente, no começo desse ano, o momento chegou e resolvi dropar um papel, só que eu dropei uma quantidade muito grande, segundo a minha amiga. Na hora só estava eu e meu namorado no quarto e o que eu senti, nunca aconteceu antes: a famosa “bad trip”. No começo era como se tudo que eu tivesse vivido fosse uma mentira, depois eu literalmente senti que morri e tava no meu pós vida, eu não conseguia falar nada, as coisas ficavam em loop, depois em câmara lenta, teve uma hora que senti que se abrisse a porta do meu quarto seria a porta para entrar no inferno, enfim realmente eu nunca tinha sentido nada igual então me deixei levar pela bad, acho que nesse dia fui até a última camada da minha mente, foi horrível, mas por estar com meu namorado e minha amiga depois chegou para ajudar, então consegui sair da bad. Beleza, vida que segue. Falei que nunca mais iria usar papel.
      Depois de um mês, fumei um baseado, mas foi bem pouco mesmo e “pá” entrei na bad trip de novo, dessa vez foi menos intensa, apesar de eu estar em um ambiente onde eu só conhecia minha amiga, eu já tinha noção que tudo que acontecia era coisa da minha cabeça e ao invés de ficar trancada dentro da casa que me causava um pouco de pânico, a gente saia para eu espairecer o que me ajudava a ficar “sã”. Enfim, na primeira vez que aconteceu isso, eu superei, era como se nada tivesse acontecido, mas na segunda bad apesar de ter sido mais “tranquila”, eu não consigo “superar” vez ou outra fico pensando nisso, e isso foi em fevereiro, eu tento desviar meu pensamento quando acontece mas sempre vem as lembranças. Inclusive teve um dia que eu não tinha fumado, nem bebido nada, e simplesmente eu senti como se estivesse entrando na bad. Foi muito do nada, acho que durou uns 3 minutos, fiquei dizendo a mim mesma que era coisa da minha cabeça, que tava tudo normal, mas parecia muuuito um começo de bad trip. Foi muito estranho, porque realmente era um dia comum e eu não tinha usado nada, isso que vem me assustado... Talvez, por pensar demais está me causando algum tipo de transtorno/trauma...  Minha bad vem muuuito visual e sonora, então por mais que eu tente me concentrar tá tudo distorcido, voz, pessoas, olhares, etc então, por mais que eu tente manter a calma é difícil porque tudo ao meu redor tá distorcido.
      Resolvi então ler sobre os sintomas pós-bad trip, encontrei esse site e resolvi contar minha experiência para vocês. 
    • Por BrunaSella
      Olá, estou passando por uma experiência muito negativa com a maconha e preciso de ajuda
        não uso com frequência, devo ter usado umas 10 vezes no máximo
      mas essa semana eu e meu namorado resolvemos fumar, estávamos no quarto dele que é bem fechado e bolamos um beck “grande” não era um fininho.
       No começo da onda tava tudo bem, tive uma crise de riso q eu não conseguia me controlar de tanto q eu ria porém, em uns 5 minutos a crise de risada começou a virar uma dor muito forte no peito parecia q eu ia infartar e meu coração ia sair pra fora do peito, comecei a me desesperar é só piorava jurei q fosse morrer, bebi uma água tentei me acalmar mas então decidimos pedir um uber e ir pro upa (meu namorado tbm estava com mal estar porém n sentia essa dor no peito só o coração acelerado) tive uma bad trip daquelas, músculos do corpo inteiro contraindo, tremedeira, dormência q estava toda hr em um lugar, fora a tontura, fraqueza, parecia q estava tudo em câmera lenta, e tbm via tudo em quadros como se a mesma coisa estivesse acontecendo dnv e dnv, foi barra, chegando lá eu fiz um eletrocardiograma e deu tudo normal, voltei pra casa.
       Porém desde então eu venho tendo alguns sintomas estranhos já fazem 5 dias q isso aconteceu porém a dor no peito a dormência q as vezes fica nos braços ou nas pernas, me sinto fraca, meu corpo todo dói, sem falar q fico pensando demais é isso só acaba piorando, já fiz uns 3 eletros, já fiz raio x do tórax e até então tudo normal, porém não aguento mais sentir isso, fico tendo uns comportamentos repetitivos tipo ficar mexendo a perna, inquieta msm e só queria saber se é normal sentir isso por tanto tempo.
       O que mais vem me perturbando é a dor no peito q cada hr está em um lugar sinto tbm alguns tremores as vezes enfim TODA BICHADA KKK e eu ainda fico pesquisando os sintomas q eu tenho (o que não ajuda nenhum pouco) alguém q já tenha passado por isso?? Quando isso vai passar? Ou o que eu posso fazer pra acabar com isso. Sério já cheguei a chorar pq n aguento mais!!
      obs: meu namorado tbm teve a bad só q ele já está bem e eu ainda estou nessa 
    • Por gio_ganja
      Fala galera! há um tempo eu comecei a tomar café de manhã p me sentir mais concentrada pros estudos, e sempre fiz o uso da maconha no final do dia. Mas as vezes acaba de eu misturar os dois, curto a brisa que dá e tal..  O que acontece é que as vezes eu sinto vontade de fazer algum exercício por causa da energia que o café dá, e uma vez eu fumei e fui correr ouvindo um som e curti a onda então fico pensando em ir dar uma corrida ou fazer qualquer exercício quando eu misturo os dois, só que bate um medo de ter um ataque cardíaco ou sei lá! Alguém aí já teve essa experiência ou sabe se pode dar ruim? 
      😘😘😘
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