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Fbi Poderá Contratar Hackers Usuários De Maconha


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FBI poderá contratar hackers usuários de maconha

  • Diretor da agência americana tem achado difícil contratar bons especialistas totalmente ‘caretas’ para combater cibercrime
Publicado: 21/05/14 - 9h25
Atualizado: 21/05/14 - 9h33
James-Comey-diretor-do-FBIEvan-VucciAP.J

James Comey, diretor do FBIEvan Vucci / AP Photo

RIO - A agência americana FBI disse estar ‘às voltas com a questão’ de contratar especialistas em segurança cibernética que usam cannabis, muito embora a atual política da instituição proíba qualquer pessoa que trabalhe para ela de ter usado maconha nos últimos três anos.

De acordo com o“Wall Street Journal”, o diretor do FBI James Comey reconheceu em uma conferência em Nova York que tem encontrado dificuldade para recrutar hackers especialistas.

“Tenho que contratar uma grande força de trabalho para competir com esses cibercriminosos, e alguns desses jovens querem fumar maconha no caminho para a entrevista”, declarou Comey na reunião anual do White Collar Crime Institute.

Quando um participante perguntou a Comey como um amigo seu usuário de cannabis e interessado em trabalhar para o departamento deveria agora agir, o diretor respondeu: “Ele deveria ir em frente e se inscrever”.

Ao contrário do FBI, a britânica NCUU (Unidade Nacional de Crime Cibernético, na sigla em inglês) tem uma política de seleção que não faz referência específica a cannabis, mas estabelece uma proibição geral de candidatos envolvidos no “uso indevido de drogas”.

“Enquanto o consumo anterior de drogas não seja necessariamente um obstáculo ao emprego, desde as pessoas estejam abertas a respeito, os candidatos são orientados a não se inscrever para estes postos de trabalho se tiverem tomado drogas ilícitas nos últimos 12 meses”, disse à“BBC” uma porta-voz da NCA (Agência Nacional de Crime, do Reino Unido), da qual a NCCU é uma divisão.

“Antes de começar o trabalho todos os novos funcionários têm de realizar um teste de uso de drogas para que a nomeação seja confirmada. Uma vez contratados, os indivíduos estão sujeitos às políticas da NCA incluindo testagem aleatória ou motivada por indícios ou informações de inteligência. Já certos cargos de alta responsabilidades exigem que os profissionais sejam testados com maior regularidade, como exigência de suas atribuições”.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/sociedade/tecnologia/fbi-podera-contratar-hackers-usuarios-de-maconha-12552289#ixzz32LzEx6lm

© 1996 - 2014. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.

Fonte: http://oglobo.globo.com/sociedade/tecnologia/fbi-podera-contratar-hackers-usuarios-de-maconha-12552289

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    • Por Mofs
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      Autores: Telmo Mota Ronzani; Ana Regina Noto; Pollyanna Santos da Silveira

      Colaboradores: Ana Luísa Marlière Casela; Bárbara Any Bianchi Bottaro de Andrade; Érika Pizziolo Monteiro; Gabriela Correia Lubambo Ferreira; Jéssica Verônica Tibúrcio de Freitas

      Introdução

      Apesar dos relatos do uso milenar de drogas, a mudança do contexto de uso, anteriormente ligado para fins ritualísticos, passando principalmente para o recreacional e ligados ao prazer, tem trazido alguns desafios para a sociedade moderna. Acrescenta-se a isso, aspectos geopolíticos, culturais, ideológicos e econômicos envolvidos no tema que são base para interpretações do que pessoas e sociedades pensam e julgam sobre o comportamento de consumo de drogas.

      Portanto, é importante entendermos em que contexto fazemos nossos julgamentos sobre “o que é usar drogas” e o que está por trás do que é lícito ou ilícito. Frente à complexidade do tema, temos o grande desafio de organizar nossos serviços e sistemas de cuidados aos usuários de drogas para evitar que estes reflitam visões equivocadas sobre como “resolver o problema das drogas”. O preconceito, discriminação e estigma aos usuários é uma barreira importante para o tratamento. Para além das abordagens técnicas de cuidado, a esfera da relação entre profissional e usuário aparece como um fator fundamental para o cuidado adequado.

      Sabemos que muitos portadores de sofrimento mental e usuários de drogas são alvo de estigmas que os excluem do direito ao cuidado à saúde. Por essa razão, o presente material tem como objetivo apresentar alguns conceitos e ferramentas úteis para profissionais de diversas áreas e gestores. Pretende-se, assim, contribuir para um tratamento mais adequado do estigma relacionado aos usuários de drogas e para a realização de intervenções junto aos mesmos a fim de reduzir o estigma e, consequentemente, melhorar o cuidado da saúde dessas pessoas.

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      Download: http://goo.gl/pfjHlI.
    • Por CanhamoMAN
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      29/Abr/2013

      O governo federal negocia alterações no Projeto de Lei 7.663/2010, que trata do combate às drogas e está em fase final de tramitação na Câmara. A votação estava prevista para abril, porém, por falta de acordo foi adiada. A expectativa de seu autor, o deputado Osmar Terra (PMDB-RS), é vê-lo em pauta no dia 8 de maio. As informações são do jornal Valor Econômico.
      O objetivo dos articuladores do Palácio do Planalto é evitar que a presidente Dilma Rousseff seja forçada a vetar trechos considerados polêmicos da proposta. De acordo com deputados, o governo já teria sinalizado ser contrário à descriminalização das drogas e a favor da internação involuntária de dependentes químicos.
      Na última quinta-feira (25/4), a ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, coordenou uma reunião com Osmar Terra, o relator da proposta na Câmara, deputado Givaldo Carimbão (PSB-AL), integrantes do grupo parlamentar que trata do assunto e representantes de diversos ministérios. Uma nova reunião com Gleisi está prevista para esta terça-feira (30/4). À tarde, os parlamentares devem se encontrar com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, para discutir um dos pontos que o governo tenta alterar antes de o texto ser colocado em votação. A proposta eleva as penas de traficantes, inclusive os de pequeno porte. O governo, porém, argumenta que a medida tende a aumentar a ocupação das já superlotadas cadeias brasileiras.
      "Não dá para abrir mão do aumento da pena para o tráfico, porque é uma questão de diminuir a epidemia. Tem que retirar quem passa a droga", sublinhou Terra. O relator da proposta reforçou: "Ninguém abre mão [governo e deputados], mas abrimos uma conversa".
      Por desagradar o governo, o relator Givaldo Carimbão retirou do projeto o artigo que determinava às instituições de ensino o cadastramento de suspeitos e usuários confirmados de drogas. Para alas do governo federal, a iniciativa poderia fomentar a marginalização e formação de estereótipos, além de transformar as escolas num espaço "inquisidor" em vez de ser um local acolhedor e onde se cria uma relação de confiança entre estudantes e educadores.
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      Revista Consultor Jurídico, 29 de abril de 2013
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