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Número De Homicídios Cai Pela Metade Após Legalização No Colorado


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  • Usuário Growroom

Número de homicídios cai pela metade após legalização no Colorado

2010-denver-420-rally-in-civic-center-pa

E a fumaça sobe durante o 20 de abril (4/20) em Denver

Eis aqui mais um mito proibicionista que, aos poucos, está sendo derrubado pela realidade! Além da legalização da maconha não aumentar a criminalidade, ela pode ainda estar relacionada à diminuição da violência. Pelo menos é o que se tem observado em Denver, capital do estado do Colorado, nos Estados Unidos, que legalizou a erva no início do ano.

Segundo dados divulgados pelo Departamento de Segurança Pública do Colorado, ao comparar os primeiros meses dos anos de 2013 aos de 2014, é possível notar uma redução expressiva dos crimes violentos – em especial os homicídios – desde o início das vendas de maconha para fins recreativos.

A diminuição mais notável foi de 52,9% no número de assassinatos. Já os roubos de carros diminuíram 36,3%. Todos os outros crimes violentos – incluindo estupros – também registraram queda em 2014, como mostra a tabela a seguir:

denverr.jpg?w=564&h=394

Embora os crimes violentos tenham diminuído, alguns crimes contra a propriedade tiveram ligeiro acréscimo, como é o caso de furto de pequenos objetos (7,2%) e incêndios criminosos (135%).

Os números estão de acordo com um recente estudo da Universidade do Texas mostrando que a liberação da erva para fins medicinais tem feito cair o número de homicídios e assaltos nos EUA. Clique aqui para saber mais.

*Foto: Joe Amon/The Denver Post

Fonte:http://maryjuana.com.br/2014/05/21/numero-de-homicidios-cai-pela-metade-apos-legalizacao-no-colorado/#more-3645

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  • Usuário Growroom

Proibicionista mode on:

"Embora os crimes violentos tenham diminuído, alguns crimes contra a propriedade tiveram ligeiro acréscimo, como é o caso de furto de pequenos objetos (7,2%) e incêndios criminosos (135%)."

Tá vendo, aumentou os furtos para sustentarem o vício e e queimam propriedades só para acender o baseado....e ainda querem legalizar!

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    • Por Saviovf
      Eu dei uma choradinha ....
      Foi lançado em  29 DE MAIO 2019 
      Soube via Hempadao .
      Pessoal  , estou sem palavras  ... nem 3 mil  no Youtube ....
      Acho que todos os usuários deveriam pelo menos tentar ver ...
      Abs
       
    • Por maconheiro2010
      Salve galera de São Paulo!!!
      Estava navegando aqui pela internet, procurando alguma marcha nas proximidades aqui de minha casa, vi que na região de Campinas, estará acontecendo uma marcha da maconha na data do dia 27 de maio deste ano de 2017.
      Acabei encontrando uma página com o tema, me parece ser a organizadora.
      Saberiam me dizer, se de fato esta marcha irá ocorrer?
      Se sim, gostaria de convidar á todos para participar é claro, nós da casinha, com certeza deveríamos prestigiar o evento !!!
      Essa seria uma ótima oportunidade para todos daqui se encontrarem durante um evento para nos conhecermos e fumarmos uns baseados!!
      Estarei com vestes da cor do reggae, provavelmente fumando um baseadão, facinho de me achar kkkkkkkkkkkkk
      Bom, era só p compartilhar a ideia com vocês mesmo...
      Não sei se estou infligindo alguma regra da casa, mas vou postar o link da página da marcha aqui só p vcs darem uma olhada.
      Caso eu esteja quebrando as regras, por favor, peço que algum moderador venha e retire o tópico por gentileza.
      Um abraço amigos!
      https://pt-br.facebook.com/mmcampinas
      ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________
    • Por Bobneedles
      Salve comunidade! Queria fazer algo pela data de hoje (Abençoado 4/20) e fiz este infográfico em defesa da legalização para ser compartilhado. Nossa maior arma é a informação. Força galera! Fiquem livres pra passar pra frente <3

    • Por ce gars
      A notícia é de 2014, mas representa uma respeitável forma de desobediência civil que, de fato, tem potencial para incomodar bastante o Estado.
      Me pergunto como seria tratado esse ativismo aqui no Brasil. O Estado já tem inúmeros problemas para lidar e não consegue. Todo dia pessoas são sequestradas, estupradas, mortas; têm seus bens e integridades física e mental entregues a negligência do nosso país quanto a guerra entre bandidos e população que vivemos. Diante de todas as tragédias que acontecem todos os dias, será que, caso víssemos uma epidemia de plantas de cannabis pelas ruas, o Estado iria prontamente mandar dezenas ou centenas de agentes pelas ruas para destruir plantinhas que não estão fazendo mal a ninguém, enquanto negligenciam quem está tendo sua vida, muitas vezes literalmente, destruída?
      Fica a ideia
       
      Link: http://www.vice.com/pt_br/read/ativistas-estao-plantando-maconha-em-espacos-publicos-de-londres


      Ativistas Estão Plantando Maconha em Espaços Públicos de Londres
       
      Historicamente, os defensores da cannabis britânicos têm tido pouca sorte na batalha pela legalização. Seja lá por qual razão, os políticos parecem não dar muita bola para os milhares de maconheiros ativistas que se reúnem no Hyde Park todo ano para fumar na chuva, e todos os outros protestos e petições – organizados com frequência por grupos de todo o país – são muito pequenos para gerar qualquer interesse da mídia, muito menos provocar alguma mudança significativa.
      No entanto, com o início de descriminalização e legalização em outros lugares – como o Uruguai e alguns estados norte-americanos –, ativistas britânicos têm se unido sob a bandeira dos UK Cannabis Social Clubs. A ação mais recente do UKCSC é uma iniciativa chamada Feed the Birds, que, basicamente, envolve pessoas de todo o país na plantação de maconha em espaços públicos na esperança de começar um diálogo sobre as leis atuais da Inglaterra.
      Semana passada, eu me encontrei com “Finn”, que comanda o Feed the Birds, em frente à estação de metrô Embankment. Andamos ao longo do Tâmisa enquanto ele plantava mais sementes e explicava as razões por trás da campanha.
      VICE: Oi, Finn. O que exatamente é o Feed the Birds?
      Finn: Somos um coletivo de indivíduos de mente aberta que acredita que essa é uma boa maneira de levantar um diálogo e começar uma conscientização sobre a proibição e as leis atuais. Ao plantar essas sementes em público, mostramos aos cidadãos em primeira mão como essas leis não funcionam. Também estamos criando uma guerrilha nacional pacífica, que funciona 24 por dia, 7 dias por semana. Além disso, há muitos grupos de protesto por aí, mas não havia um único grupo que cobrisse todas as áreas [do uso de cannabis], como recreativo, medicinal e da indústria sustentável, cercando o cânhamo e a cannabis. O Feed the Birds proporciona uma plataforma onde podemos trabalhar juntos pela mesma causa.
      Como você espera que a campanha ajude a mudar as leis em relação à cannabis?
      Começando um debate, mostrando às pessoas que a planta pode crescer em qualquer lugar na Inglaterra; na verdade, o Reino Unido tem um clima ótimo para cultivar maconha. Isso também dá a muitas pessoas a chance de ter um papel físico nos protestos, em vez de ficar sentado na frente do computador, pregando em sites como o Facebook. Também queremos criar um lugar de acesso fácil aos fatos, informações científicas sobre cânhamo e cannabis, o que é muito importante, já que as pessoas precisam entender e se educar sobre a questão para fazer as escolhas certas.
       

      Todas as plantas no caminho da estação de Embankment até a Ponte de Londres tinham sido arrancadas, então o Finn começou a plantar mais
      E qual é a vantagem de dar sementes a essas pessoas?
      Ao dar sementes, você também dá um pouco de liberdade. Da maconha medicinal à recreativa, os usuários são muito dependentes do mercado negro. Com essas sementes, dentro de três meses eles poderão ser completamente independentes, assim, não precisarão mais procurar os traficantes de rua. Acho que essa é a atitude responsável que devemos ter.
      Quem participa do Feed the Birds?
      Pessoas altamente envolvidas nos clubes de cannabis do Reino Unido. Também sabemos de células independentes – pessoas que já faziam isso muito antes do Feed the Birds e que agora se juntaram a nós. Temos todo tipo de participantes: jardineiros, bancários, advogados. Há muita gente interessada em ajudar.
       

      Outra planta ao longo do Tâmisa.
       
      Como as pessoas podem se envolver?
      Há muitas maneiras de participar – mesmo com coisas pequenas, como compartilhar nossas postagens no Facebook, ao nos contatar ou contatar seu clube de cannabis local para conseguir algumas sementes e começar a plantar em sua área.
      Que sementes vocês usam?
      Estamos usando somente as sementes de cannabis – tivemos nossa remessa de cânhamo adiada por razões “desconhecidas”. Temos fornecido cepas específicas para regiões específicas. Por exemplo, para a Escócia, mandamos uma cepa que resiste bem ao frio e ao mofo, e com um período mais curto de floração. Também é por isso que as sementes são enviadas para o norte um pouco mais tarde do que para o sul – as estações atrasam uma semana, duas ou três – às vezes. É preciso levar várias coisas em consideração
       

      Essas plantas alcançaram um tamanho saudável antes de serem arrancadas.
       
      Que cepas vocês têm distribuído?
      Temos distribuído três variedades: uma jamaicana, a Nanda Devi – que é indiana – e outra do Himalaia. Usuários medicinais recebem sementes feminizadas de todo tipo. Muitas das sementes distribuídas têm um ancestral no Reino Unido; muitas vêm do corredor da M25, então, são colhidas localmente e orgânicas.
      Por que os usuários medicinais recebem sementes feminizadas?
      Porque elas são mais fáceis de lidar. Se alguém que precisa de maconha medicinal está tendo problemas para começar, com essas sementes a planta faz quase todo o trabalho. Trabalhar com uma variedade mais fácil vai dar mais confiança a essas pessoas no cultivo.
       

      Sementes doadas por um simpatizante do Feed the Birds, incluindo as variedades White Widow, Dutch Passion, Weird Sleeve, Smelly Berry e Black Sugar
       
      Certo. Como o Feed the Birds é financiado? O grupo é gerenciado com ajuda da comunidade da cannabis do Reino Unido?
      Precisamos de financiamento – não temos nenhum no momento. O único capital que temos vem das camisetas que vendemos pelo Kickstarter. Então financiamos a nós mesmo. Os ativistas financiam a si mesmo, o que é fantástico por muitas razões, e muitas das nossas sementes vêm de doações.
      Quantas sementes você já distribuíram até agora?
      Milhões...? Sério, não saberia te dar um número real.
      Vocês enfrentam muita oposição?
      Na verdade não. A polícia não lançou nada negativo contra nós. Acho que eles têm problemas demais para prestar atenção em pessoas cultivando em público, mas muitas plantas são arrancadas.
       

      Um muda de maconha nascendo numa movimentada rua de Londres. 
       
       
      Você faz alguma ideia de quem está fazendo isso?
      Pode ser qualquer pessoa – as pessoas comuns, a polícia ou alguém que esteja caçando nossas plantas ativamente – mas nunca vimos com nossos próprios olhos ninguém arrancando as mudas.
      Vocês já viram pessoas interagindo com as plantas de outra maneira?
      Sim, sempre vemos pessoas reconhecendo as plantas, o que sempre faz elas sorrirem. Estamos sempre sérios quando plantamos, mas parece que isso faz as pessoas rirem. É simples, elas devem perceber o quão ridículas são as leis atuais, que fracassam à vista de todo mundo.
       

      Uma planta crescendo no centro de Londres. 
       
      Você estão focando o plantio em certas áreas de Londres?
      Sim. Todos os espaços públicos já foram cobertos, por toda Londres e Reino Unido. Acho que, no próximo mês, quando as plantas começarem a maturar, vamos ver mais cobertura quanto a isso. Sei também que algumas células de guerrilha estão visando casas de políticos. Sabemos também que algumas plantas estão crescendo numa propriedade da coroa. Espero ver alguma coisa sair de lá nos próximos meses.
      O você vê para o Feed the Birds nos próximos anos?
      Idealmente, eu gostaria que tivéssemos um site altamente funcional que produzisse muita informação, que ensinasse às pessoas um pouco mais sobre os aspectos positivos da reintrodução do cânhamo em nosso ambiente. Eu queria que isso se tornasse mais uma discussão política. Vejo isso cativando mais a imaginação política em ternos do que a indústria poderia se tornar. A indústria do cânhamo era enorme na Inglaterra e parece que os argumentos [para a legalização] tocam muitos assuntos políticos diferentes, como economia, meio ambiente, comunidade e medicina. Há muitos tópicos importantes que deveriam ser discutidos.
      Com relação ao Feed the Birds em si, acho que assim que a proibição terminar, vamos rapidamente nos misturar à multidão e voltar às nossas vidas normais. Assim que os usuários de maconha medicinal e recreativa não forem mais perseguidos por buscar uma alternativa para as drogas farmacêuticas e o álcool, vamos saber que fizemos nosso trabalho em informar e apresentar o público e o governo aos benefícios do cânhamo e da cannabis.
      - - -
      Desde que a maconha foi legalizada no Colorado e em Washington, a erva tem sido saudada por muitos por seus efeitos paliativos e curativos, e um estudo conduzido no começo do ano mostrou como uma política de impostos e regulamentação poderia produzir benefícios de cerca de £6,7 bilhões (cerca de R$25,4 bilhões) por ano no Reino Unido.
      Apesar de o Feed the Birds estar num estágio inicial, qualquer ação que possa, por fim, reformar as leis da cannabis no Reino Unido – rendendo muito dinheiro ao país e aliviando o sofrimento das pessoas – é algo positivo. Se você quiser se envolver, entre em contato com eles por meio da página do grupo no Facebook.
      @Jake_Photo
      Tradução: Marina Schnoor
    • Por Andrerznd
      Fui quente na loja do GR comprar aqueles tradicionais adesivos educativos informando que o cultivo caseiro combate o tráfico de drogas e não ta rolando "/
       

       
      so do Cunha e da Dilma, são legais, mas este do cultivo caseiro tem a maior frase de efeito, podia rolar sempre, alguém sabe quando volta ou se volta ? ou outro lugar que vende deles ? não achei o fale conosco na loja do GR  =/  podia rolar outros com frases de efeito como este 
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    • To contigo mano... Acho que o que tu postou aí complementa o que postei por agora... Outro caso que da p citar é o da MIMOSA... Todo mundo acha que foi criação da Barney's por ser 1 breeder mais antigo e famoso. No fim eles recruzaram com 1 macho da Barney's e vendem como MIMOSA EVO... E se a produção for de bulk, a MIMOSA verdadeira fica perdida no meio de tanta cruza.
    • Galera a casa caiu pro stealth da OA, podem perceber que eles seguraram todas as encomendas inclusive as que tinham pago o despacho e foram todas apreendidas na mesma leva e no mesmo horário que foi incluído no sistema, ou seja, já Flagraram e o mesmo vai acontecer com as próximas encomendas, fiquem atentos e não peçam OA pois já era, alguém lá de dentro se ligou nisso tudo pois são muitos pacotes iguais vindos do mesmo lugar (Espanha), vamos ver até quando o att vai aguentar infelizmente
    • Opa, bom dia mano. Então, sendo sincero, ainda me falta muito conhecimento nessa parte de phenohunt e entender o pool genético de cada strain. Sabe mais ou menos o que é F1 e F2?!?! Sendo assim, tentarei te explicar de uma forma simples e resumida o meu entendimento da produção de bulk. Primeiramente não existe seleção em bulk mano... Ai que tá a maior parte do problema. Porque as empresas/breeders que produzem bulk nem compram sementes para fazer seleção, normalmente eles pegam 1 clone do real criador e tentam reproduzir em larga escala ou cruzam com uma outra strain deles mesmos e acabam criando outra coisa.  Talvez estejam romântizando a produção em grande escala, como se os produtores de bulk tivessem um galpão bonitinho com toda aparelhagem certinha, controle de seleção, polinização e tudo mais... não mano, eles mandam 1k de sementes lá p/ Marrocos e as bichanas são cultivadas ao ar livre, a Deus dará... se reproduzindo ali mesmo, pela natureza. Tu acha que nesses campos só tem a strain A e B que estão ali para formarem a C que a seed vai ser vendida?!? Tu acha que eles vão cultivar apenas apenas a Tangi e Kosher Kush p sair as 24k (por exemplo) ou terá outras strains junto no mesmo campo de cultivo?!?  Qual o controle de polinização que tu vai ter? Como saber se não vai ter polém de outras genéticas no meio da cruza Tangi X Kosher Kush?!? Isso que nem fomos para o pool genético ainda, nem falamos na parte econômica da coisa (porque 1 produtor de bulk vai comprar o clone mais caro e fiel a strain, se ele só quer produzir sementes e não tá preocupado com a qualidade?!?). Tu pode até ter achado exagero os 10%, mas não deixa de ser uma realidade... não tô falando que é a regra geral ou o comum, tô falando que existe sim a possibilidade da tua Gelato bulk ter apenas 10% do profile da verdadeira gelato. Nao é cuspir no prato que comeu não mano... Eu mesmo já plantei bulk e era o que eu tinha acesso com o pouco conhecimento que eu tinha e também o preço dos packs de 1 breeder mais confiável. Como disse o outro mano, acho que nossos problemas são mais os impecilios políticos e proibicionistas de plantar aqui no BR. Concordo contigo e com o Erva Sagrada que é facada no rim pagar $60 num packzin com 10 regulares, ainda mais com o dólar do bozo batendo 5.60... Se tu pode achar uma planta premium no meio das bulk?!? Como eu disse, única certeza dessa vida é a morte. Mas a probabilidade é bem baixa... "Ah, mas o fulano lá em 1982 achou o macho perfeito para todas as cruzas dele e bla bla bla... Em 1982, não existia essa cruza atrás de cruza, as genéticas era mais preservadas ou menos defasadas com cruzas ruins, etc. Pode ver que, praticamente todas as grandes descobertas de cepas, fenos e perfis genéticos não foram descobertos nas produções em grande escala, exatamente pela falta de controle de qualidade. Por fim, acho que estamos aqui para aprender. E, observando e lendo o que os growers mais antigos aqui do fórum falam e fazem, conforme nós iniciantes formos aprendendo e evoluindo, o bulk vai se tornando algo até contrário ao que queremos para a cena canábica. É isso mano, dava p falar muito mais coisas, mas além do meu conhecimento limitado nesse assunto, o tópico ia ficar fora de contexto. Que tu ache uma planta p chamar de keeper.      
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