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No Próximo Domingo Será Realizada A 1ª Marcha Da Maconha Maceió

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No próximo domingo será realizada a 1ª Marcha da Maconha Maceió

Maceió 16h51, 13 de Maio de 2014

http://www.alagoas24horas.com.br/conteudo/?vCod=201253

Divulgação
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No próximo domingo será realizada a 1ª Marcha da Maconha Maceió

Neste domingo (18/05), com concentração às 14h20 no estacionamento do Alagoinhas, será realizada a 1ª Marcha da Maconha Maceió, manifestação com objetivo de ampliar o debate sobre a atual política de drogas vigente e cobrar, em particular, a legalização da Maconha (Cannabis). A Marcha sairá em direção ao Posto 7, onde arte e cultura serão porta-vozes das reivindicações.

“O atual modelo de guerra às drogas tem trazido como consequência o massacre de uma população jovem, negra e das periferias. Nós somos a favor de uma nova forma de lidar com as drogas, baseado na plena informação da sociedade, na redução de danos e no fim do tráfico”, explica Ana Carolina, do Coletivo da Marcha da Maconha Maceió. O movimento traz a visão de uma nova perspectiva social, mas não somente: os ganhos para a medicina, para a indústria têxtil e outros também são levantados.

Um debate que vem se afirmando e ganhando a sociedade é o do uso da Cannabis como porta de saída para outras drogas, contrariando todo o discurso proibicionista de que a planta seria uma “porta de entrada” (lugar ocupado majoritariamente pelo álcool). Em diversos países, como é o caso da Argentina, centros de saúde mental têm usado a maconha terapêutica para resgatar usuários viciados em crack ou mesmo nicotina (cigarro comum).

Em preparação ao evento de domingo, será realizado nesta quarta-feira (14/05), às 17h ao lado do Restaurante Universitário da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), uma oficina e roda de discussão sobre os temas ligados à atual política de drogas. O movimento político-cultural do próximo domingo conta com apoio e apresentações de Macaco Soundsystem, Família 33 e Biografia RAP.

A Marcha da Maconha é um evento que se propõe à expansão do debate em torno das políticas sobre drogas no Brasil. Com base na decisão do STF quando do julgamento da Ação de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 187 em 2011, tem crescido em número de cidades organizadas e mobilizadas para as discussões e mudanças na lei.

Fonte: Ascom

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Pô, galera. Bad news.

A polícia desceu o cacete no final da marcha, mais de 20 viaturas, com direito a bala de borracha e gás lacrimogênio. Pelo que sei 10 pessoas foram e ainda estão detidas. A imprensa está dizendo que houve "confronto" mas posso garantir que o clima estava pacífico até a chegada truculenta dos porcos fardados. A ordem seria do nosso governador Renan Calheiros Filho, uma medida populista que agrada a grande maioria reacionária, que estão em extase pq a polícia colocou os maconheiros, vagabundos, etc no devido lugar deles.

As informações estão bem escassas, o que se pode aproveitar é só o que ta rolando nas redes sociais.

Segue os links:

http://g1.globo.com/al/alagoas/noticia/2015/05/marcha-da-maconha-termina-em-embate-entre-manifestantes-e-policia.html

http://tnh1.ne10.uol.com.br/noticia/maceio/2015/05/31/324342/marcha-da-maconha-reune-cerca-de-200-participantes-na-orla-de-ponta-verde

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Fernando Cirino

"Breve relato sobre a Marcha da Maconha de 2015 em Maceió.

Domingo ensolarado, dia bonito pra uma Marcha da Maconha. Cheguei ao local da marcha e de cara já fiquei impressionado, estava maior que a do ano passado, cerca de 800 pessoas foram lá defender a legalização da maconha e denunciar a falência da política de guerra as drogas, política essa que só causa dor, sofrimento e morte aos mais pobres. Para quem não sabe, pelo segundo ano consecutivo, Alagoas é considerado o estado com o maior índice de mortes de pobres negros na federação. E isso resulta de muitas coisas, dentre elas a criminalização da maconha e demais drogas.

A marcha estava bonita... palavras de ordem, inúmeros cartazes e faixas, e o principal, a presença massiva de jovens que vivem em bairros da periferia de Maceió, como é o caso desse que vos escreve, morador do Benedito Bentes desde que nasceu. Não estava lá apenas gente da classe média querendo o direito de poder fumar seu baseado em paz, não! A maior parte dos presentes sabiam a dor que é perder um amigo, um parente, alguém próximo, pra criminalidade. Hoje, sem dúvida, o jeito mais rápido de um jovem da periferia conseguir ganhar dinheiro é entrando pro tráfico de drogas! Já perdi as contas de quantos amigos de infância já vi morrendo por causa disso, gente que não teve a oportunidade de ter oportunidades na vida.

Voltando pra marcha. Como ela foi organizada na praia, muita gente que já estava lá aderiu ao movimento, fazendo com que ele não parasse de aumentar. Pessoas passando de carro e demonstrando apoio à causa etc. Uma coisa chamou minha atenção: não havia policiamento acompanhando a manifestação. Lembrei logo da marcha de São Paulo desse ano, em que não houve polícia e foi um sucesso, não tendo nenhum caso de violência. Todos estavam tranquilos e felizes por ver a marcha desse ano dando certo, assim como a do ano passado.

Chegando ao destino final, o Posto 7, foi dado início a parte cultural da programação, com grupos musicais para fazer um belo encerramento em clima de confraternização. Após cerca de 30 minutos de música, algo estranho aconteceu, chegando 4 ou 5 viaturas da PM (Rádio Patrulha). Para o espanto de todos, os policiais já desceram dos carros atirando balas de borracha num grupo de pessoas que estavam próximas. Sem nenhum argumento, nenhum diálogo, nenhuma explicação! Como deixou claro um dos policiais quando questionado: “Não viemos aqui pra dialogar”. De fato, eles podiam estar lá para tudo, menos conversar.

Depois desse primeiro episódio de truculência, o que eu vi foram provocações e abusos de autoridade por parte dos PM's, como se estivessem provocando todo mundo para que o povo ficasse exaltado. E conseguiram, foi impossível conter as palavras de revolta, ninguém aguenta ficar calado sendo chamado de “vagabundo safado” sem haver motivo nenhum para isso. Nesse momento o BOPE já se fazia presente e ao todo eu contei 15 viaturas no local, sem necessidade nenhuma! Os que estavam com câmeras começaram a filmar tudo isso e foram os primeiros a serem espancados brutalmente, sem chance nenhuma de reação. Mulheres, adolescentes, pessoas mais velhas... todos apanhavam, sem distinção!

Acompanhado do cassetete vieram os tiros de bala de borracha, muitos!!! Eu já havia participado de manifestações que acabaram com a intervenção da polícia, mas nenhuma se compara a de hoje. Foi muito tenso. Fazia tempo que eu não via gente com tanto ódio nas veias, como aqueles policiais. Pareciam cachorros enfurecidos vendo seus inimigos naturais... pobres, negros, favelados e o pior de tudo (para eles), maconheiros! Hoje a PM não estava para brincadeira, chegaram arrepiando tudo, sem dó... bateram muito mesmo!

Nunca vou esquecer de amigas minhas apanhando feio daqueles brutamontes. Várias pessoas que estavam filmando a situação tiveram seus celulares e câmeras roubadas pela PM. Quem fosse reclamar era preso, por desacato a autoridade ou resistência a prisão. No total foram 10 presos. Professores, advogados, gente da organização da marcha e pessoas que apenas foram lá manifestar sua indignação. Por um momento o tradicional Posto 7 pareceu um campo de guerra, com um exército vestido de preto formando uma barricada de um lado e do outro pessoas humildes que não tinham a mínima condição de garantir a própria segurança. A polícia foi lá para tocar o terror e acabar com a manifestação, conseguiram.

Segui até a delegacia onde foram levados os presos, depois de muita burocracia os advogados que vieram para cuidar do caso conseguiram entrar. Fiquei até pouco tempo atrás lá, apenas uma pessoa havia sido liberada, um menor de idade. Nesse momento é muito importante todo tipo de apoio.

"Não confio na polícia, raça do caralho."

Benedito Bentes, 31 de maio de 2015."

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Meu Deus Revoltante a ação desses covardes! fico naquela pensando como consegue botar a cabeça no travesseiro e dormir depois de ter agido assim tão covardemente...mesmo tendo filhos e filhas, não entendo mesmo!

Fernando Cirino

"Breve relato sobre a Marcha da Maconha de 2015 em Maceió.

Domingo ensolarado, dia bonito pra uma Marcha da Maconha. Cheguei ao local da marcha e de cara já fiquei impressionado, estava maior que a do ano passado, cerca de 800 pessoas foram lá defender a legalização da maconha e denunciar a falência da política de guerra as drogas,....

"Não confio na polícia, raça do caralho."

"Não confio na polícia,

raça do caralho."

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foda, revoltante mesmo.

acho que tinham que proibir essa porra de balas de borracha, quem ganha com a existência dessa merda?

e essas bombas de gás que largam estilhaços? se for pra ter bombas de gás que sejam apenas pra soltar gás e não explodir...

lamentável.

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foda, revoltante mesmo.

acho que tinham que proibir essa porra de balas de borracha, quem ganha com a existência dessa merda?

e essas bombas de gás que largam estilhaços? se for pra ter bombas de gás que sejam apenas pra soltar gás e não explodir...

lamentável.

A existência é o que é... castigar quem anda fora da linha...

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Eita. Usando tópico da marcha do ano passado pra falar da marcha atual?

AAAAAAAAAAAA já sei. É porque este ano não temos Board sobre o tema.

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Acabo de ler que o Comando da Polícia Militar do Estado de Alagoas considerou legítimos os acontecimentos de ontem. De fato, são legítimas as reivindicações pela descriminalização do uso da maconha, inclusive para o uso medicinal. A maconha alivia as dores, ajuda crianças e adultos a terem uma vida mais digna, e cabe ao Estado brasileiro garantir que isso aconteça. Pode ser que hoje você ou ninguém de sua família tenha a fortuna de não precisar fazer uso desse tratamento. Pode ser que no futuro nenhum de vocês precise fazer uso dele. Pode ser.

Já é tempo da sociedade brasileira, avançar nesse debate e deixar para trás discursos preconceituosos, que servem apenas para alastrar o ódio e a destemperança. Foi isso o que vivi ontem. Ódio e destemperança.

Embora sejamos apoiadores da causa, não estivemos desde o início com a marcha. Ao contrário, chegamos ao final dela. Um olhar mais afoito poderia descrever o que vimos como um cenário de guerra. Não foi uma guerra. A agressão foi absurdamente desproporcional. Tiros de bala de borracha em todas as direções, contra adolescentes, crianças, adultos, ou quem quer que andasse sobre duas pernas. Não vi nenhum cadeirante ou pessoa com dificuldade de locomoção na passeata. Suspeito que a legitimidade dita pelo Comando da Polícia Militar, não contemple o direito de manifestação dessas pessoas. Porque correr em uma situação dessas é a única coisa que a gente pode fazer. E bem rápido.

Não foi esse o caminho que escolhemos. Mas nossa insolência também não foi planejada. Recém chegados ao movimento, estávamos ainda tentando entender o que ocorria por ali. Foi quando pedi que meu namorado/marido procurasse uma lixeira. (notem: atitudes mínimas de urbanidade não são permitidas pelo Comando da Polícia Militar de Alagoas). Ficamos os três, Lorena, Diego e eu aguardando o retorno do Wendell. Quando me virei vi um grupo fortemente armado (de policiais, friso aos inadvertidos) e meu companheiro no meio. No segundo seguinte ele já estava ao chão sendo brutalmente agredido. Foi quando corri para tentar socorrê-lo e uma policial sem identificação me deu uma cacetada. Cacetada! Em choque, procurei manter a calma e falei em voz baixa. Olha, somos professores, acabamos de chegar, ele é meu marido. Outra cacetada. Incrédula, ainda perguntei a ela o porquê dela estar me batendo. Como assim?

Com alguma dificuldade consegui vencer o cerco de “legitimidade” da polícia militar e alcancei Wendell, já algemado e no camburão! Lorena também foi detida. Ambos por desacato.
As palavras são carregadas de significado. Me intriga esse tipo de “legitimidade”. Legitimidade que espanca, que prende alguém que apenas alertou para a desproporcionalidade da violência, que deixa o cidadão algemado por mais de uma hora no camburão, que vocifera, que humilha, que diz ter encontrado maconha com o detido (oi? Não fumamos maconha, nem precisamos dela para uso medicinal, mas isso não nos impede de termos empatia com o movimento). De que legitimidade estamos falando? Não conheço essa legitimidade. Não conheço a legitimidade de uma polícia que retira suas identificações quando estão a serviço. Perguntei a alguns policiais pelo nome da policial que me agrediu. Ninguém sabia.

Até mesmo as guerras possuem os seus códigos de conduta e respeito. O que vivi ontem não foi uma guerra, foi um massacre. Qualquer um que apoie esse tipo de atitude, ou mesmo que resiste em ter empatia com movimentos que reivindicam, esses sim, legitimamente, o direito à liberdade de expressão, o direito de ir e vir, precisam começar a pensar urgentemente no país que desejam deixar para nossos filhos, no país que queremos viver. Ontem apanhei por estar na marcha da maconha, hoje posso apanhar por ser mulher, amanhã por ser negra, depois, por ser professora, não quero esperar o dia em que vou apanhar por ser humana.

Em tempo. Todos sabemos que o ocorrido na noite de ontem não é uma particularidade do Estado de Alagoas ou de alguns policiais em particular. Infelizmente, não é. Se fosse, seria muito mais fácil resolver. É preciso pensar junto. Ouvir, falar. Polícia e sociedade não podem estar em lados opostos. Somos um país violento. O Brasil é um país violento e isso se reflete não apenas na nossa polícia como também nos nossos atos mais banais. É preciso discutir isso. As universidades, as igrejas, as associações, as creches, as famílias, os amigos, os namorados, precisam conversar sobre isso. Não dá mais para acreditar no mito do brasileiro pacato, sorridente e encantador. Já deu.

O Wendell não tem Facebook. Colo o que ele escreveu. Estamos falando de empatia!

Prezados colegas, escrevo-lhes para agradecer-lhes a solidariedade e o empenho de todos. Eu me senti, verdadeiramente, acolhido por vocês em um momento triste e que demonstra a falência institucional do Estado de Alagoas. A intervenção cidadã ante um ato de truculência, abuso de poder e excesso de força policial não foi respondido de outra forma se não com mais violência e agressão, fui brutalmente agredido e atirado ao chão, quando justo pedia calma para que ninguém se machucasse. A polícia não satisfeita torceu meu braço, me algemou e me manteve trancafeado dentro de um camburão por um tempo que me pareceu interminável, mas que me disseram ter durado pouco mais de uma hora. A pusilanimidade da polícia, infelizmente, ainda estava longe do fim, transcorrido esse tempo fui conduzido para duas delegacias, no trajeto dentro do camburão rebatendo nas bordas da viatura e sendo atirado de um lado para o outro, me veio a cabeça o episódio do adolescente morto em Baltimore por traumatismo craniano de tanto bater a cabeça dentro da viatura, comigo não foi diferente, a condução do veículo era feita nitidamente para ser mais uma agressão; resultado meu corpo hoje parece ter passado por uma sessão de tortura. Ao chegar à delegacia me mantiveram trancado no camburão sem sequer abrirem a mala, embora eu tivesse solicitado a abertura em razão do calor e da ausência de ar. O grande final, como em qualquer tragédia, estava por vir, depois de esperar por mais de oito horas fui informado pelo delegado, por volta das 03 da manhã, que os policiais haviam me denunciado por porte de entorpecentes e apresentado duas buchas de maconha que teriam sido encontradas em meu poder. A minha reação foi um mixto de indignação, tristeza, revolta e incredulidade, um processo kafkaniano; os representantes do Estado que haviam me agredido fisica e moralmente, agora era tomados como agentes de boa fé e suas declarações fraudulentas recebidas como verdade por um outro braço do Estado. Prontamente contestei as versões e solicitei ao delegado um exame de corpo delito, agora pela manhã me veio a cabeça que deveria ter também solicitado um exame toxicológico, que, no entanto, acho que ainda pode ser feito. Irei agora ao Instituto Médico Legal fazer os exames e avaliar a pertinência de apresentar uma denúncia junto à corregedoria. Desculpe-me a longa mensagem era apenas para agradecer-lhes e acabei fazendo um esboço de autoanálise. Muito obrigado mesmo!!! Emerson não tenho o correio de Raquel, quero pedir-lhe que transmita meus agradecimentos, a Karine, advogada que chegou para acompanhar os desdobramentos, foi de muita valia. Se tem uma coisa bacana em tudo isso foi vê-los alí do lado de fora uma expressão de apoio e solidariedade, às vezes escassos nos tempos atuais, ainda mais em um domingo, quase me emociono ao lembrar do susto que foi vê-los ali do lado de fora do muro. Jamais esquecerei!!! muito obrigado.
Abraços,
Wendell

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Eita. Usando tópico da marcha do ano passado pra falar da marcha atual?

AAAAAAAAAAAA já sei. É porque este ano não temos Board sobre o tema.

pow irmão, pra que esse clima de ódio?

estamos todos no mesmo time, sabia? ativismo pró regularização da maconha e auxílio aos growers, não é isso?

então se desarma irmão, aqui não tem inimigo não, estamos todos indo na mesma direção, assim eu espero.

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Eita. Usando tópico da marcha do ano passado pra falar da marcha atual?

AAAAAAAAAAAA já sei. É porque este ano não temos Board sobre o tema.

Qual é a sua cara?

Você quer ajudar ou tu quer ficar criando intriguinha, semeando a discórdia??

Tamos de olho em você hein!

Já ta nessa tem tempo.

Deixa de ser haterzinho e vê se tenta ajudar ao inves de ficar colocando pilha errada.

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pow irmão, pra que esse clima de ódio?

estamos todos no mesmo time, sabia? ativismo pró regularização da maconha e auxílio aos growers, não é isso?

então se desarma irmão, aqui não tem inimigo não, estamos todos indo na mesma direção, assim eu espero.

Tem clima de ódio nenhum aqui não irmão. Tem é vontade de ajudar, que não é bem vinda

Tenho direito de ter opinião? Então desculpa ae. Minha opinião é que falta o Board 2015!!!!!

Faltou o espaço pra divulgação das marchas, espaço pra publicação das fotos e tudo mais..

Qual é a sua cara?

Você quer ajudar ou tu quer ficar criando intriguinha, semeando a discórdia??

Tamos de olho em você hein!

Já ta nessa tem tempo.

Deixa de ser haterzinho e vê se tenta ajudar ao inves de ficar colocando pilha errada.

Cê tá me ameaçando BAS? Desculpa ae mano, esqueci que a bola é sua.

Quem tá de haterzinho são vcs pegando no meu pé a tempos já. Sai fora!

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Cara, vc nao precisa do Board 2015 pra postar as noticias e as fotos, me desculpe.

O forum ja tem um espaço pra isso que é a area de ativismo.

Se voce quer postar alguma coisa o forum ta ai livre pra sua colaboracao, pra sua contribuição

Mas eu no final não vi suas fotos nem seus posts.

Só deu pra ver seu mimimi, olha que merda... Podia ta contribuindo mas ta dando uma de mala de novo

Talvez se voce tivesse criado esses posts e essas galerias, tivessemos aberto o board marcha 2015

As coisas acontecem assim no forum.

Primeiro criam-se os posts sobre um determinado assunto.

Qdo se tem essa demanda de organizar um assunto, a gente vai la e cria um board pra ele.

Sempre foi assim.

E não to te ameaçando de nada, irmão, você que ta se entregando aí dia a dia.

Pensa nisso.

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paz galera!!! é só que queremos, paz e união para enfrentarmos nossos inimigos comuns, a ignorância e o preconceito dos proibicionistas!

vamos caminhar juntos que vai ser mais fácil!!

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Mas eu no final não vi suas fotos nem seus posts.

Só deu pra ver seu mimimi, olha que merda... Podia ta contribuindo mas ta dando uma de mala de novo

Se fosse outro user que tivesse dito o que eu disse ou desse uma Pá de Ouro como piada tava suave??

Um ano e 2 meses daquele papinho nosso no Facebook sobre uns moderadores pegarem no meu pé!!!
Bate o olho aí no histórico e vê se tô falando merda. Suspensão sem motivo e desde então, chulé bravo
Vô citar algumas das minhas contribuições ao GrowRoom já que você só viu mimimi:
Já são mais de 4 anos como membro ativo do fórum.
Ilustrei o fórum com mais de 2 mil fotos, sendo + ou - 100 para concursos e campanhas
11 anos de GR, + 1 que Planta - 1 que compra, Plante o CBD, Liberdade aos Cultivadores, etc.
Inclusive com uma das fotos sendo vetada erroneamente por você no último concurso.
Isso fora as das Marchas da Maconha que ocorreram e estão ocorrendo no momento!
Algumas dessas estão estampadas no Instagram do GrowRoom inclusive. Eu que tirei! De nada.
Diário de Cultivo mais comentado de todo o fórum e Vencedor do Concurso de Fotos Dez/2013
Fica em Paz irmão. Obrigado pelo espaço que criou e me deixe ter opinião por favor. Abraço
Desculpa a todos! Eu só tento ajudar, a tempos!!!
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all down the line! Passa a bola não pode!!!

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NOTA DE REPÚDIO À AÇÃO VIOLENTA DA POLÍCIA MILITAR CONTRA OS/AS PARTICIPANTES DA MARCHA DA MACONHA EM MACEIÓ

O Movimento Cultural Alagoano – MovA torna público o seu repúdio à ação de extrema violência praticada pela Polícia Militar contra os/as participantes da Marcha da Maconha realizada em Maceió, no dia 31 de maio de 2015. O movimento entende que nada pode justificar a grave violência contra manifestantes e demais pessoas que estavam no Posto 7 durante o início da atividade Cultural de encerramento do evento político.

A Marcha da Maconha percorreu a orla da capital alagoana com gritos de ordem e cartazes que manifestavam a vontade coletiva de legalizar o uso regulamentado da maconha com o objetivo de combater a ineficaz guerra às drogas, que violenta e mata a população negra e periférica diariamente, mas nunca contribui para uma solução para os diversos problemas sociais provocados pelo tráfico.

Assim como no cotidiano periférico, o Fascismo imperou na intervenção militar contra a Marcha da Maconha, quando a PM espancou pessoas, atirou balas de borracha e bombas de gás lacrimogêneo, destruiu câmeras e celulares e efetuou prisões de pessoas que estavam numa ação cultural com público majoritariamente negro e apresentações musicais que denunciavam justamente a desigualdade social. Essas agressões aconteceram no dia seguinte a uma abordagem cheia de violência psicológica feita também pela PM a participantes do Quazinada, um evento cultural que foi realizado num bairro periférico da Zona Sul de Maceió.

O Mova presta solidariedade aos/às participantes da Marcha e do Quazinada e demais pessoas agredidas fisicamente e/ou moralmente pela PM, de forma direta, e pelo Governo do Estado de Alagoas, sob o comando do governador Renan Filho e do secretário da Defesa Social, Alfredo Gaspar de Mendonça.

fonte: facebook

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Qual é a sua cara?

Você quer ajudar ou tu quer ficar criando intriguinha, semeando a discórdia??

Tamos de olho em você hein!

Já ta nessa tem tempo.

Deixa de ser haterzinho e vê se tenta ajudar ao inves de ficar colocando pilha errada.

largue mão bro.....

o que importa é de agora pra frente

Falando em clima de ódio...

Vai falar que não pegam no meu pé??? Veja por favor essa edição da sua moderação!

Desejei melhoras pra mãe do sujeito que tá na UTI e é essa a resposta que eu tive???

http://www.growroom.net/board/topic/17972-as-palas-mais-engracadas/?p=1227787

Na moral. BAS. Não deixa isso acontecer com GR man. Precisa disso? Pra que isso??

Parei de vez mano. Não vou mais participar. Parece que é isso que vocês querem né.

Só pra terminar. Muito obrigado pelo GrowRoom. Aprendi tudo que sei por aqui. Valeu

editado pela moderação

Edited by PPerverso, Today, 05:34 PM.

Você não tem envergadura moral para falar da minha mãe, seja aqui no fórum, seja em qualquer instância da vida.

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Falando em clima de ódio...

Vai falar que não pegam no meu pé??? Veja por favor essa edição da sua moderação!

Desejei melhoras pra mãe do sujeito que tá na UTI e é essa a resposta que eu tive???

http://www.growroom.net/board/topic/17972-as-palas-mais-engracadas/?p=1227787

Na moral. BAS. Não deixa isso acontecer com GR man. Precisa disso? Pra que isso??

Parei de vez mano. Não vou mais participar. Parece que é isso que vocês querem né.

Só pra terminar. Muito obrigado pelo GrowRoom. Aprendi tudo que sei por aqui. Valeu

eh isso ai cara, eu tracei um limite, e voce insiste em atravessar teu samba na avenida. Primeiro xinga a minha mae de puta, depois vem com esse papinho de coitadinho que sempre desejou o bem dela. Teu proceder ta completamente errado. Pra mim chega cara, voce passou de todos os limites.

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eh isso ai cara, eu tracei um limite, e voce insiste em atravessar teu samba na avenida. Primeiro xinga a minha mae de puta, depois vem com esse papinho de coitadinho que sempre desejou o bem dela. Teu proceder ta completamente errado. Pra mim chega cara, voce passou de todos os limites.

Chamei sua mãe de puta onde seu vacilão??? Calunia tá comendo solta no GR!!

Ainda tá de pé aquele esquema do pipe chique em troca de algo útil pro fórum ok

Manin, abraço! Por trás!! Vi aqui que o ignore user tá funcionando. Graças a Jah.

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    • Por maconheiro2010
      Salve galera de São Paulo!!!
      Estava navegando aqui pela internet, procurando alguma marcha nas proximidades aqui de minha casa, vi que na região de Campinas, estará acontecendo uma marcha da maconha na data do dia 27 de maio deste ano de 2017.
      Acabei encontrando uma página com o tema, me parece ser a organizadora.
      Saberiam me dizer, se de fato esta marcha irá ocorrer?
      Se sim, gostaria de convidar á todos para participar é claro, nós da casinha, com certeza deveríamos prestigiar o evento !!!
      Essa seria uma ótima oportunidade para todos daqui se encontrarem durante um evento para nos conhecermos e fumarmos uns baseados!!
      Estarei com vestes da cor do reggae, provavelmente fumando um baseadão, facinho de me achar kkkkkkkkkkkkk
      Bom, era só p compartilhar a ideia com vocês mesmo...
      Não sei se estou infligindo alguma regra da casa, mas vou postar o link da página da marcha aqui só p vcs darem uma olhada.
      Caso eu esteja quebrando as regras, por favor, peço que algum moderador venha e retire o tópico por gentileza.
      Um abraço amigos!
      https://pt-br.facebook.com/mmcampinas
      ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________
    • Por CanhamoMAN
      15/07/2015 11h15 - Atualizado em 15/07/2015 12h13


      http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2015/07/acao-judicial-quer-proibir-conducao-de-usuarios-de-droga-delegacias-no-rio.html
      Ação judicial quer proibir condução de usuários de droga a delegacias no Rio

      Pedido da Defensoria será analisado por Juizado Especial Criminal.
      Defensores citam Marcha da Maconha e atacam 'encarceramento'



      Gabriel BarreiraDo G1 Rio

      Homem é flagrado usando droga no Centro do Rio (Foto: Reprodução/TV Globo)

      A Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro entrou com ação para impedir que usuários de drogas sejam levados a delegacia para assinar um termo circunstanciado — que equivale ao registro policial de uma infração de menor potencial ofensivo. O pedido foi feito nesta terça-feira (14) por meio de um habeas corpus coletivo e preventivo, com pedido de liminar e de salvo-conduto, que será julgado no 4º Juizado Especial Criminal da Capital. Atualmente o usuário pode ser condenado e responder formalmente, embora não possa ser preso por conta da nova Lei de Drogas.



      Rodrigo Pacheco, 2º subdefensor público-geral


      A decisão valeria para as cinco delegacias da alçada do 4º Juizado (Rocinha, Leme, Copacabana, Leblon e Gávea), todas na Zona Sul. Caso obtenha sucesso, a Defensoria pretende ampliar a proposta para outras regiões da cidade.
      O segundo subdefensor público-geral, Rodrigo Pacheco, acredita que o usuário não deva ser levado à esfera criminal. Ao invés disso, precisa receber o apoio do Estado.
      "Ser levado para a delegacia representa um constrangimento que só inviabiliza uma abordagem mais técnica. Isto cria um estigma para o usuário", afirma. Para ele, o usuário deveria ser tratado como em Portugal. Lá, o usuário é levado a uma comissão multidisciplinar formada por assistentes sociais psicólogos e advogados.
      "Nesta comissão, o caso é analisado. Se é abusivo, se é dependência, se é recreativo. Não tem aplicação de pena e o usuário não é levado a delegacia. A partir daí é feito o encaminhamento, mas não há tratamento compulsório", compara. Em Portugal, o usuário pode ser levado a um tratamento de saúde ou simplesmente liberado.


      No documento enviado à Justiça Fluminense, os defensores públicos os afirmam que a condução à delegacia "viola o direito de ir e vir". Os defensores citam ainda a Marcha da Maconha, cuja "solidariedade cultural" une usuários em "genuína comunidade vulnerável", e atacam o aumento número de presos."A atual política de drogas tem sido responsável pelo exponencial aumento do encarceramento do país", diz o texto.
    • Por CanhamoMAN
      “Jardineiros” plantam maconha para fugir do tráfico no País
      http://noticias.terra.com.br/brasil/jardineiros-cultivam-maconha-para-cortar-vinculo-com-trafico-no-brasil,7954b45f7728e128fa14436b75be459ct9ypRCRD.html


      Fórum sobre cultivo para uso próprio tem 65 mil inscritos no Brasil; São Paulo recebe Marcha da Maconha no sábado

      Débora Melo
      Direto de São Paulo



      22 MAI2015

      “Comecei a plantar para deixar de ter vínculo com o tráfico. Minha mãe me apoiou, não queria que eu tivesse que passar por várias situações para conseguir comprar maconha.” O relato é do agrônomo L., hoje com 26 anos. Ele, que sempre plantou a erva para consumo próprio, foi preso em 2012 após uma denúncia anônima que levou a polícia à sua casa, na zona sul de São Paulo. Com um filho pequeno e a mulher grávida de nove meses, passou 11 dias preso, acusado de tráfico de drogas.






      Além de cortar vínculo com o tráfico, cultivadores apostam na qualidade do produto
      Foto: AP


      O administrador de empresas R., 38 anos, começou a plantar maconha por curiosidade, mas logo percebeu no cultivo uma oportunidade para fugir do tráfico e, de quebra, consumir um produto de qualidade. “Queria ficar fora das mãos dos traficantes e de todo esse sistema. Plantando eu também consigo ter algo razoavelmente bom sem precisar gastar uma fortuna”, diz R., que é morador da zona oeste. Ele nunca foi preso, mas tem vários amigos "jardineiros" que já tiveram problemas com a lei. “Isso me deixa indignado.”
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      Com a defesa da legalização da produção, da circulação e do uso de cannabis no Brasil como bandeira, a Marcha da Maconha ocupará mais uma vez as ruas da capital paulista, neste sábado. Nesta edição, o tema será “Pela liberdade dos nossos presos, em memória aos nossos mortos”.
      Se não fosse um habeas corpus e a posterior extinção do processo, o agrônomo L. poderia ter engrossado os números da população carcerária brasileira, que vem aumentando significativamente por conta da “guerra às drogas”. De acordo com dados divulgados em abril pelo Departamento Penitenciário Nacional do Ministério da Justiça (Depen/MJ), o País triplicou o número de pessoas presas por tráfico de drogas entre 2005 e 2013, passando de 50 mil para 150 mil. Com mais de 715 mil presos, o Brasil tem a terceira maior população carcerária do mundo.
      A Lei de Drogas (11.343/2006) tentou descriminalizar o consumo, mas a falta de critérios objetivos para diferenciar o usuário do traficante tem causado impacto nas penitenciárias. De acordo com o artigo 28 da lei, o porte e o cultivo para consumo pessoal não devem ser punidos com prisão, mas com “advertência sobre os efeitos das drogas; prestação de serviços à comunidade; ou comparecimento a programa ou curso educativo”.
      Para Emílio Figueiredo, consultor jurídico do Growroom – fórum sobre cultivo e ativismo canábico com mais de 65 mil inscritos no Brasil –, enquadrar o cultivador como traficante é “uma grande injustiça”. "Acusar de tráfico uma pessoa que não quer fazer parte desse mercado, que rejeita o mercado violento das drogas é injustiça, não tem outro nome."










      O líder rastafári Ras Geraldinho, que plantava maconha, cumpre pena de 14 anos de prisão por tráfico de drogas
      Foto: Facebook / Reprodução


      O artigo 28 da lei diz ainda que, para determinar se a droga é destinada a consumo pessoal, “o juiz atenderá à natureza e à quantidade da substância apreendida, ao local e às condições em que se desenvolveu a ação, às circunstâncias sociais e pessoais, bem como à conduta e aos antecedentes do agente”. O tráfico de drogas, por sua vez, é tratado no artigo 33. Segundo Figueiredo, o pobre que planta entra no artigo 33; o rico, no 28. “Ao dizer que é preciso considerar as condições do local onde foi encontrado o cultivo, a lei brasileira favorece a discriminação contra quem mora na periferia e não tem emprego formal, por exemplo.”
      Um caso emblemático no Brasil é o de Geraldo Antonio Batista, conhecido como Ras Geraldinho, que cultivava maconha e em 2013 foi condenado a 14 anos de prisão por tráfico de drogas. Líder de uma igreja rastafári em Americana (SP) – Primeira Igreja Niubingui Coptic de Sião do Brasil –, Geraldinho alegou que usava maconha para fins religiosos, mas o argumento não foi aceito pelas autoridades. Agora ele cumpre pena na Penitenciária de Iperó (SP) enquanto aguarda o julgamento de um recurso pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).
      De acordo com o advogado Alexandre Khuri Miguel, que defende Geraldinho, o uso religioso da maconha deve ser permitido da mesma forma como a ayahuasca, consumida por seguidores do Santo Daime, por exemplo. "A Constituição garante a liberdade religiosa", diz Miguel.
      Além do uso religioso, existe a discussão a respeito do uso medicinal da cannabis. Em fevereiro deste ano, uma operação da polícia do Rio de Janeiro prendeu em Petrópolis (RJ) o ativista Flavio Dilan, conhecido como Cabelo. Mesmo alegando cultivo para consumo próprio como parte de um tratamento contra epilepsia – algo já reconhecido pela comunidade médica –, Cabelo continua preso.





      Foto tirada na plantação caseira do administrador de empresas R., 38 anos, na zona oeste de São Paulo
      Foto: Arquivo pessoal / Divulgação


      Futuro
      O projeto de lei (PL) 7270/2014, de autoria do deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ), propõe a regulação da produção e da comercialização da maconha e uma série de outras mudanças na política de drogas no Brasil. Em contrapartida, há também o PLC 37/2013, do ex-deputado Osmar Terra e hoje resgatado pelo senador Lasier Martins (PDT-RS), que prevê aumento da pena para o tráfico e internação involuntária de usuários.
      Também há uma sugestão de iniciativa popular (SUG 8/2014) que propõe a regulação do uso medicinal, recreativo e industrial da maconha e está sendo discutida no Senado. O relatório do senador Cristovam Buarque (PDT-DF) para a sugestão, que pode virar projeto de lei, será votado na Comissão de Direitos Humanos da Casa, na sessão da próxima quarta-feira.
      A mudança mais rápida pode se dar, contudo, via Supremo Tribunal Federal (STF), que em breve julgará o Recurso Extraordinário (RE) 635.359, que trata justamente do artigo 28 da Lei de Drogas. Se julgar o recurso procedente, o STF estará dizendo que o Estado não pode criminalizar o usuário e, assim, deverá criar parâmetros mais objetivos para definir o que é traficante e o que é usuário. Em entrevistas à imprensa, os ministros do Supremo têm manifestado preocupação com o encarceramento em massa no País.
    • Por CanhamoMAN
      Maior manifestação pró-legalização da cannabis no País, Marcha da Maconha São Paulo ocorre neste fim de semana


      Do Brasil Post

      http://www.brasilpost.com.br/2015/05/21/marcha-da-maconha-sao-paulo_n_7414550.html

      Publicado:

      21/05/2015 19:22 BRT

















      O maior ato a favor da descriminalização da maconha no Brasil vai ocorrer neste sábado (23). A Marcha da Maconha São Paulo deve atrair o maior número de manifestantes entre as 33 cidades que participam do "Maio Verde".
      Mais de 12 mil já confirmaram que vão às ruas reivindicar uma nova mentalidade sobre o uso e tráfico de drogas no País. (veja aqui calendário completo)
      A organização gravou um vídeo-convite com o imperativo "Sai do armário, maconheiro". O apresentador Cazé Peçanha, atualmente na Band e ex-MTV, é um dos que convocam usuários e simpatizantes a participar do protesto:



      O Coletivo DAR (Desentorpecendo a Razão), player da batalha antiproibicionista, ressalta que não é necessário ser usuário para participar:

      "Não precisa ser maconheiro pra colar na Marcha da Maconha São Paulo! Usuários ou não usuários, vendedores ou não vendedores, cultivadores ou não cultivadores, [email protected] viramos inimigos do Estado no momento em que nossas ruas se tornaram campos de batalha onde 'balas perdidas' insistem em achar corpos inocentes e o vermelho do sangue já foi naturalizado no cotidiano."



      Argumentos pró-legalização
      O propósito da marcha é propor a legalização como alternativa à guerra às drogas — política de repressão ao tráfico, considerada fracassada por especialistas e autoridades, como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e o médicoDrauzio Varella.
      Um vídeo da marcha questiona:

      "Além de não inibir o consumo, a guerra às drogas ainda causa e agrava uma série de problemas sociais. Se o Estado tem interesse em dever de zelar pelo bem-estar das pessoas, não seria melhor outra política de drogas?"



      Os militantes argumentam que o tráfico de drogas é o crime que mais lota as prisões no Brasil. Assim, a legalização poderia deixar em liberdade centenas de traficantes que vendem apenas pequenas quantidades de maconha.
      Além de ajudar o sistema prisional, os manifestantes acreditam que legalizar reduziria as estatísticas de homicídios de jovens negros e pobres, os mais vulneráveis à violência no Brasil, conforme estudo da Secretaria Nacional de Juventude, Ministério da Justiço e Unesco.
      Por isso, o lema da marcha neste ano é: "Pela liberdade [email protected] [email protected] [email protected] Em memória [email protected] [email protected] [email protected]".
      Desconvite à PM
      A organização da marcha também elaborou uma carta aberta de desconvite à Polícia Militar.
      "Que coincidência, não tem polícia, não tem violência", frisa a mensagem reproduzida em sites que apoiam o ato.

      "Ainda que não tivéssemos uma das polícias mais sanguinárias do mundo, a ideia de que 'é nois por nois' (sic), de que da segurança da manifestação devem cuidar os próprios manifestantes, é também algo que queremos enquanto um princípio de autonomia e mesmo de construção, passo a passo, daquele outro mundo que queremos."



      O ato em São Paulo também terá shows de Flora Matos, Sombra e Msário e blocos temáticos, como feminista, LGBT, de ciclistas, contra transgênicos etc.
      Marcha da Maconha São Paulo
      Data: Sábado (23)
      Horário: A partir das 14h20 (concentração) e 16h20 (marcha)
      Local: Vão do Masp, na Avenida Paulista
    • Por BenderPenguino
      O Senador Cristovam Buarque foi designado pela Comissão de Direitos Humanos (CDH) para atender a sugestão numero 8 / 2014 que consiste na regulamentação da Cannabis.

      Serão realizadas 8 audiências publicas para escutar a população e debater sobre o tema com convidados.
      Video
      A primeira foi 2 de junho e passou batida, muito mais gente falando contra do que a favor. Link para Ata
      A segunda 11 Agosto. botar link notas taqui aqui
      A terceira do dia 25 de Agosto foi uma vitoria. botar link notas taqui aqui
      8 setembro ocorreu a quarta
      22 setembro - quinta

      13 Outubro - 6ª Audiencia Publica



      porque as mais importantes? Basicamente o senado vai decidir o assunto baseado na opinião do Cristovam (relator) e o Cristovam provavelmente vai presidir a mesa da comissão nas 7 audiências restantes, teremos sete e apenas sete oportunidades de comparecer em peso ao vivo e virtualmente (portal e-cidadania).

      Marquem nos seus calendários! deixem no minimo uma frase na audiência interativa, se 1% dos inscritos no site mandarem ao menos uma frase de apoio superaremos muito em numero do pessoal que quer manter a guerra. que infelizmente estavam em maior numero e marcaram mais presença na primeira audiência. Temos sete pra recuperar!

      Quem apoia?

      Vamos fazer um display de contagem regressiva na pagina principal pras audiências virtuais?

      fica a ideia e o apelo a deixar ao menos um registro nas audiências virtuais, que apesar de virtuais, não aceitam mensagens a qualquer data e horários, apenas durante a ocorrência da audiência presencial no senado, ou seja apenas nos dias e hora corretos pode-se enviar comentários online.
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    • Salve boa noite galera do grow estou com algumas meninas pren com 30 dias de floração e uma delas está bem adiantada em relação as outras acho que deve ser uma indica pelas características então espero colher ela primeiro, as outras ainda estão formando as flores, a pergunta é será que ela vai crescer muito mais que isso? Ela é a menorzinha com 78cm.
    • Aqui a parada e essa ai mesmo rs tem que montar uma comitiva voce quer trabalhar com agente ? tamo recrutando gente ai que concorda com a filosofia da empresa. "conossoir quer qualidade e nao quantidade" Por isso CRI 97.  O Stu se tomar gardenau direitinho ta dentro jah hahahahahaha zuera zuera beijo no coracao Stu
    • kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk sugou sua onda ahahhuauha ri alto aqui   unica vez que levei bote fumando um foi bem tranquilo, perguntaram o que eu tava fazendo ali, o porque q não tava fumando em outro lugar, e só. eu acredito muito que você sendo negro, branco, preto, pardo, amarelo, azul.. se tu tratar os PM com educação e respeito, eles não fazem nada contigo (a não ser se você tiver ficha..) acontece q tem mt vagabundo q é deboxado, fica de graça qd toma enquadro. esses merecem tomar um tapa na orelha emsmo foda-se