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  • Usuário Growroom
Salve galera! To aqui pra convidar todos pra participarem do "Bloco do Cultivo" da Marcha da Maconha São Paulo. A Marcha foi subdividida em blocos, e já conta com o Medicinal, Religioso, Feminista, Psicodélico e o do Cultivo Caseiro.
Há um grupo no Facebook criado pra ajudar a agilizar o processo. Já temos uma frase, o layout da camiseta e a força de vontade!rs Estamos indo, bem devagar, mas esse próximo mês vai ser um agito maior com certeza. Ainda precisamos de ideias e descobrir como nos organizar da melhor forma até lá.
Quem tiver interesse entre no grupo, ou vamos organizando por aqui também. Acho que o GR é o grande ninho dos cultivadores, e tem uma galera forte em SP. Precisamos nos fortalecer na Marcha, ser o bloco mais bonito e expressivo. Vamos nos organizarmos legal e representar os todos jardineiros da Ganja na Marcha SP.
Grupo:
Contamos com vocês growers de SP!!
Abraços
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    • Por Coyotebc
      Audiência pública
      O senador Sérgio Petecão teve em suas mãos a chance de entrar na história e descriminalizar o cultivo de maconha para uso pessoal em nosso país. Mesmo com diversos argumentos contundentes, mesmo com o sofrimento de muitas famílias que precisam da cannabis como remédio, o político optou por não dar continuidade a sugestão legislativa SUG 25/2017.
      Mas a nossa luta não para e precisamos mostrar para o senado que temos força, somos muitos. Cidinha Carvalho é presidente da Cultive e participou da audiência pública em Brasília. Além disso, é mãe de uma menina que precisa fazer uso da cannabis medicinal e gravou um vídeo em resposta ao senador Petecão, mostrando toda a nossa revolta com a decisão.
      Pressão
      Continuamos no pé do Petecão e o nosso consultor jurídico, Fernando Santiago, junto com o coordenador de Relações Institucionais da Plataforma Brasileira de Política de Drogas, Gabriel Santos Elias, realizaram mais uma reunião com o político e mostraram justamente o vídeo feito pela Cidinha.
      Eles também conseguiram com que Marta Suplicy tivesse acesso ao relatório do SUG 25/2017 e nos próximos dias, a senadora deve pedir vista do relatório e se posicionar a favor da nossa causa.
      A hora de fazermos pressão e barulho é agora! Vamos entrar nas redes sociais da senadora e mandar mensagens em apoio a esse posicionamento dela. Para isso, bora padronizar e usar a hashtag #SalvanósMarta
      Twitter: https://twitter.com/senadoramarta
      Facebook: https://www.facebook.com/Senadora

    • Por maconheiro2010
      Salve galera de São Paulo!!!
      Estava navegando aqui pela internet, procurando alguma marcha nas proximidades aqui de minha casa, vi que na região de Campinas, estará acontecendo uma marcha da maconha na data do dia 27 de maio deste ano de 2017.
      Acabei encontrando uma página com o tema, me parece ser a organizadora.
      Saberiam me dizer, se de fato esta marcha irá ocorrer?
      Se sim, gostaria de convidar á todos para participar é claro, nós da casinha, com certeza deveríamos prestigiar o evento !!!
      Essa seria uma ótima oportunidade para todos daqui se encontrarem durante um evento para nos conhecermos e fumarmos uns baseados!!
      Estarei com vestes da cor do reggae, provavelmente fumando um baseadão, facinho de me achar kkkkkkkkkkkkk
      Bom, era só p compartilhar a ideia com vocês mesmo...
      Não sei se estou infligindo alguma regra da casa, mas vou postar o link da página da marcha aqui só p vcs darem uma olhada.
      Caso eu esteja quebrando as regras, por favor, peço que algum moderador venha e retire o tópico por gentileza.
      Um abraço amigos!
      https://pt-br.facebook.com/mmcampinas
      ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________
    • Por Bruno420
      Gostaria de saber se alguem tem conhecimento de deputados candidatos este ano em sp tem algum envolvimento na legalizaçao da maconha
    • Por CanhamoMAN
      15/07/2015 11h15 - Atualizado em 15/07/2015 12h13


      http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2015/07/acao-judicial-quer-proibir-conducao-de-usuarios-de-droga-delegacias-no-rio.html
      Ação judicial quer proibir condução de usuários de droga a delegacias no Rio

      Pedido da Defensoria será analisado por Juizado Especial Criminal.
      Defensores citam Marcha da Maconha e atacam 'encarceramento'



      Gabriel BarreiraDo G1 Rio

      Homem é flagrado usando droga no Centro do Rio (Foto: Reprodução/TV Globo)

      A Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro entrou com ação para impedir que usuários de drogas sejam levados a delegacia para assinar um termo circunstanciado — que equivale ao registro policial de uma infração de menor potencial ofensivo. O pedido foi feito nesta terça-feira (14) por meio de um habeas corpus coletivo e preventivo, com pedido de liminar e de salvo-conduto, que será julgado no 4º Juizado Especial Criminal da Capital. Atualmente o usuário pode ser condenado e responder formalmente, embora não possa ser preso por conta da nova Lei de Drogas.



      Rodrigo Pacheco, 2º subdefensor público-geral


      A decisão valeria para as cinco delegacias da alçada do 4º Juizado (Rocinha, Leme, Copacabana, Leblon e Gávea), todas na Zona Sul. Caso obtenha sucesso, a Defensoria pretende ampliar a proposta para outras regiões da cidade.
      O segundo subdefensor público-geral, Rodrigo Pacheco, acredita que o usuário não deva ser levado à esfera criminal. Ao invés disso, precisa receber o apoio do Estado.
      "Ser levado para a delegacia representa um constrangimento que só inviabiliza uma abordagem mais técnica. Isto cria um estigma para o usuário", afirma. Para ele, o usuário deveria ser tratado como em Portugal. Lá, o usuário é levado a uma comissão multidisciplinar formada por assistentes sociais psicólogos e advogados.
      "Nesta comissão, o caso é analisado. Se é abusivo, se é dependência, se é recreativo. Não tem aplicação de pena e o usuário não é levado a delegacia. A partir daí é feito o encaminhamento, mas não há tratamento compulsório", compara. Em Portugal, o usuário pode ser levado a um tratamento de saúde ou simplesmente liberado.


      No documento enviado à Justiça Fluminense, os defensores públicos os afirmam que a condução à delegacia "viola o direito de ir e vir". Os defensores citam ainda a Marcha da Maconha, cuja "solidariedade cultural" une usuários em "genuína comunidade vulnerável", e atacam o aumento número de presos."A atual política de drogas tem sido responsável pelo exponencial aumento do encarceramento do país", diz o texto.
    • Por CanhamoMAN
      “Jardineiros” plantam maconha para fugir do tráfico no País
      http://noticias.terra.com.br/brasil/jardineiros-cultivam-maconha-para-cortar-vinculo-com-trafico-no-brasil,7954b45f7728e128fa14436b75be459ct9ypRCRD.html


      Fórum sobre cultivo para uso próprio tem 65 mil inscritos no Brasil; São Paulo recebe Marcha da Maconha no sábado

      Débora Melo
      Direto de São Paulo



      22 MAI2015

      “Comecei a plantar para deixar de ter vínculo com o tráfico. Minha mãe me apoiou, não queria que eu tivesse que passar por várias situações para conseguir comprar maconha.” O relato é do agrônomo L., hoje com 26 anos. Ele, que sempre plantou a erva para consumo próprio, foi preso em 2012 após uma denúncia anônima que levou a polícia à sua casa, na zona sul de São Paulo. Com um filho pequeno e a mulher grávida de nove meses, passou 11 dias preso, acusado de tráfico de drogas.






      Além de cortar vínculo com o tráfico, cultivadores apostam na qualidade do produto
      Foto: AP


      O administrador de empresas R., 38 anos, começou a plantar maconha por curiosidade, mas logo percebeu no cultivo uma oportunidade para fugir do tráfico e, de quebra, consumir um produto de qualidade. “Queria ficar fora das mãos dos traficantes e de todo esse sistema. Plantando eu também consigo ter algo razoavelmente bom sem precisar gastar uma fortuna”, diz R., que é morador da zona oeste. Ele nunca foi preso, mas tem vários amigos "jardineiros" que já tiveram problemas com a lei. “Isso me deixa indignado.”
      Siga o Terra Notícias no Twitter
      Com a defesa da legalização da produção, da circulação e do uso de cannabis no Brasil como bandeira, a Marcha da Maconha ocupará mais uma vez as ruas da capital paulista, neste sábado. Nesta edição, o tema será “Pela liberdade dos nossos presos, em memória aos nossos mortos”.
      Se não fosse um habeas corpus e a posterior extinção do processo, o agrônomo L. poderia ter engrossado os números da população carcerária brasileira, que vem aumentando significativamente por conta da “guerra às drogas”. De acordo com dados divulgados em abril pelo Departamento Penitenciário Nacional do Ministério da Justiça (Depen/MJ), o País triplicou o número de pessoas presas por tráfico de drogas entre 2005 e 2013, passando de 50 mil para 150 mil. Com mais de 715 mil presos, o Brasil tem a terceira maior população carcerária do mundo.
      A Lei de Drogas (11.343/2006) tentou descriminalizar o consumo, mas a falta de critérios objetivos para diferenciar o usuário do traficante tem causado impacto nas penitenciárias. De acordo com o artigo 28 da lei, o porte e o cultivo para consumo pessoal não devem ser punidos com prisão, mas com “advertência sobre os efeitos das drogas; prestação de serviços à comunidade; ou comparecimento a programa ou curso educativo”.
      Para Emílio Figueiredo, consultor jurídico do Growroom – fórum sobre cultivo e ativismo canábico com mais de 65 mil inscritos no Brasil –, enquadrar o cultivador como traficante é “uma grande injustiça”. "Acusar de tráfico uma pessoa que não quer fazer parte desse mercado, que rejeita o mercado violento das drogas é injustiça, não tem outro nome."










      O líder rastafári Ras Geraldinho, que plantava maconha, cumpre pena de 14 anos de prisão por tráfico de drogas
      Foto: Facebook / Reprodução


      O artigo 28 da lei diz ainda que, para determinar se a droga é destinada a consumo pessoal, “o juiz atenderá à natureza e à quantidade da substância apreendida, ao local e às condições em que se desenvolveu a ação, às circunstâncias sociais e pessoais, bem como à conduta e aos antecedentes do agente”. O tráfico de drogas, por sua vez, é tratado no artigo 33. Segundo Figueiredo, o pobre que planta entra no artigo 33; o rico, no 28. “Ao dizer que é preciso considerar as condições do local onde foi encontrado o cultivo, a lei brasileira favorece a discriminação contra quem mora na periferia e não tem emprego formal, por exemplo.”
      Um caso emblemático no Brasil é o de Geraldo Antonio Batista, conhecido como Ras Geraldinho, que cultivava maconha e em 2013 foi condenado a 14 anos de prisão por tráfico de drogas. Líder de uma igreja rastafári em Americana (SP) – Primeira Igreja Niubingui Coptic de Sião do Brasil –, Geraldinho alegou que usava maconha para fins religiosos, mas o argumento não foi aceito pelas autoridades. Agora ele cumpre pena na Penitenciária de Iperó (SP) enquanto aguarda o julgamento de um recurso pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).
      De acordo com o advogado Alexandre Khuri Miguel, que defende Geraldinho, o uso religioso da maconha deve ser permitido da mesma forma como a ayahuasca, consumida por seguidores do Santo Daime, por exemplo. "A Constituição garante a liberdade religiosa", diz Miguel.
      Além do uso religioso, existe a discussão a respeito do uso medicinal da cannabis. Em fevereiro deste ano, uma operação da polícia do Rio de Janeiro prendeu em Petrópolis (RJ) o ativista Flavio Dilan, conhecido como Cabelo. Mesmo alegando cultivo para consumo próprio como parte de um tratamento contra epilepsia – algo já reconhecido pela comunidade médica –, Cabelo continua preso.





      Foto tirada na plantação caseira do administrador de empresas R., 38 anos, na zona oeste de São Paulo
      Foto: Arquivo pessoal / Divulgação


      Futuro
      O projeto de lei (PL) 7270/2014, de autoria do deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ), propõe a regulação da produção e da comercialização da maconha e uma série de outras mudanças na política de drogas no Brasil. Em contrapartida, há também o PLC 37/2013, do ex-deputado Osmar Terra e hoje resgatado pelo senador Lasier Martins (PDT-RS), que prevê aumento da pena para o tráfico e internação involuntária de usuários.
      Também há uma sugestão de iniciativa popular (SUG 8/2014) que propõe a regulação do uso medicinal, recreativo e industrial da maconha e está sendo discutida no Senado. O relatório do senador Cristovam Buarque (PDT-DF) para a sugestão, que pode virar projeto de lei, será votado na Comissão de Direitos Humanos da Casa, na sessão da próxima quarta-feira.
      A mudança mais rápida pode se dar, contudo, via Supremo Tribunal Federal (STF), que em breve julgará o Recurso Extraordinário (RE) 635.359, que trata justamente do artigo 28 da Lei de Drogas. Se julgar o recurso procedente, o STF estará dizendo que o Estado não pode criminalizar o usuário e, assim, deverá criar parâmetros mais objetivos para definir o que é traficante e o que é usuário. Em entrevistas à imprensa, os ministros do Supremo têm manifestado preocupação com o encarceramento em massa no País.
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