Ir para conteúdo
Growroom
Entre para seguir isso  
BassHemp

E-Mails Ministério Público Sp E Tjsp

Recommended Posts

Bom dia GR!

O caso do Ras Geraldinho está tirando todos do sério!

Meu estômago revirou quando li as palavras do Promotor Clóviis Siqueira no tópico postado pelo irmão pitodopango: http://www.growroom....cao-ao-trafico/

Com a matéria do Mauro Chaiben postada pelo camarada sano no mesmo tópico, acredito que nós temos que nos mobilizar e encher a caixa de emails dessas autoridades e ver se algo acontece.

Tomei a liberdade de juntar um punhado de emails do Ministério Público de SP e do Tribunal de Justiça de SP.

Postarei a seguir todos os contatos que julgo útil obtidos pela consulta nos sites:

http://www.mp.sp.gov.br

http://www.tjsp.jus.br/

Porém, precisamos de orientações dos nossos CJGR para podermos direcionar os emails para os "caras" e setores certos que podem ajudar no caso do Ras Geraldinho. Pode ser que eu tenha selecionado emails que não serão úteis, por isso, peço essa orientação.

Podemos criar um texto padrão (inclusive citando leis) para encaminharmos a essas autoridades. Novamente, peço orientação dos foristas que dominam o Direito oa que tenham um bom domínio da escrita para elaborararmos um texto.

Seguem os emails:

Ministério Público de SP:

- Ouvidoria:

Ouvidor do Ministério Público:

Fernando José Marques

Procurador de Justiça

[email protected]

- Corregedoria:

Corregedor Geral

Nelson Gonzaga de Oliveira

Reclamações em relação à atuação funcional dos Promotores de Justiça: [email protected].

- Serviços (Área de atuação):

Criminal - [email protected]

Direitos Humanos - [email protected]

Urbanismo e Meio Ambiente (entra aqui os valores culturais) - [email protected]

- Núcleo de comunicação social:

Promotor de Justiça (acessor): Wilson Ricardo Coelho Tafner

Jornalista responsável (coordenador): José Francisco Pacóla

Assessoria de Comunicação do núcleo:

Beatriz Serafin Pinheiro

[email protected]

Benjamin Ricardo de Toledo Polastri

[email protected]

Fernando Bocalari

[email protected]

Izilda Lima

[email protected]

Neide da Costa Alexandre

[email protected]

Tribunal de Justiça de SP:

- Presidente da Seção de Direito Criminal – Desembargador Antonio Carlos Tristão Ribeiro

Presidência da Seção Criminal

Palácio da Justiça, 6º andar, Sala 617

Telefones: (11) 3242-7920 e (11) 3105-0565

Antonio Maria Patiño Zorz

[email protected]

Fausto José Martins Seabra

[email protected]

José Augusto Genofre Martins

[email protected]

Soraia Lorenzi Buso

[email protected]

- Presidente da Seção de Direito Público – Desembargador Samuel Alves de Melo Júnior

Presidência da Seção de Direito Público

Palácio da Justiça, 6º andar, Salas 611 e 635

Sem telefone no site

Alexandra Fuchs de Araujo

[email protected]

Luciana Bassi de Melo

[email protected]

Luís Geraldo Sant Ana Lanfredi

[email protected]

Luís Gustavo da Silva Pires

[email protected]

Maria Gabriella Pavlópoulos Spaolonzi

[email protected]

- Presidente da Seção de Direito Privado – Desembargador Antonio José Silveira Paulilo

Presidência da Seção de Direito Privado

Palácio da Justiça, 4º andar, Sala 417

Telefone: (11) 3242-9366 Ramal 145

Andreza Maria Arnoni

[email protected]

Camila de Jesus Mello Gonçalves

[email protected]

Cecilia Pinheiro da Fonseca Amendolara

[email protected]

Luciana Caprioli Paiotti Figueredo

[email protected]

Juliana Amato Marzagão

[email protected]

Maria Regina Ribeiro Junqueira de Andrade Gaspar Burjakian

[email protected]

- Presidente – Desembargador Ivan Ricardo Garisio SartoriV

Gabinete Civil da Presidência

Palácio da Justiça, 5º andar, sala 516

Tel: (11) 3242-3225 / 3242-2998

Guilherme de Macedo Soares

[email protected]

Rodrigo Capez

[email protected]

- Vice-presidente – José Gaspar Gonzaga Franceschini

Vice-Presidência

Palácio da Justiça, 4º andar, Sala 410

Telefones: (11) 3105-0240 e (11) 3241-3443

Carlos Bortoletto Schmitt Corrêa

[email protected]

Daniela Maria Cilento Morsello

[email protected]

Marcelo Coutinho Gordo

[email protected]

- Corregedor-Geral da Justiça – Desembargador José Renato Nalini

Gabinete

Palácio da Justiça, 5º andar, Sala 519

Telefone: (11) 3107-0531

Afonso de Barros Faro Júnior

[email protected]

Airton Vieira

[email protected]

Antonio Carlos Alves Braga Júnior

[email protected]

Luciana Biagio Laquimia

[email protected]

Roger Benites Pellicani

[email protected]

Ps.: Fiquem a vontade para adicionar mais contatos a lista.

  • Like 7

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Bom dia GR!

O caso do Ras Geraldinho está tirando todos do sério!

Meu estômago revirou quando li as palavras do Promotor Clóviis Siqueira no tópico postado pelo irmão pitodopango: http://www.growroom....cao-ao-trafico/

Com a matéria do Mauro Chaiben postada pelo camarada sano no mesmo tópico, acredito que nós temos que nos mobilizar e encher a caixa de emails dessas autoridades e ver se algo acontece.

Tomei a liberdade de juntar um punhado de emails do Ministério Público de SP e do Tribunal de Justiça de SP.

Postarei a seguir todos os contatos que julgo útil obtidos pela consulta nos sites:

http://www.mp.sp.gov.br

http://www.tjsp.jus.br/

Porém, precisamos de orientações dos nossos CJGR para podermos direcionar os emails para os "caras" e setores certos que podem ajudar no caso do Ras Geraldinho. Pode ser que eu tenha selecionado emails que não serão úteis, por isso, peço essa orientação.

Podemos criar um texto padrão (inclusive citando leis) para encaminharmos a essas autoridades. Novamente, peço orientação dos foristas que dominam o Direito oa que tenham um bom domínio da escrita para elaborararmos um texto.

Seguem os emails:

Ministério Público de SP:

- Ouvidoria:

Ouvidor do Ministério Público:

Fernando José Marques

Procurador de Justiça

[email protected]

- Corregedoria:

Corregedor Geral

Nelson Gonzaga de Oliveira

Reclamações em relação à atuação funcional dos Promotores de Justiça: [email protected].

- Serviços (Área de atuação):

Criminal - [email protected]

Direitos Humanos - [email protected]

Urbanismo e Meio Ambiente (entra aqui os valores culturais) - [email protected]

- Núcleo de comunicação social:

Promotor de Justiça (acessor): Wilson Ricardo Coelho Tafner

Jornalista responsável (coordenador): José Francisco Pacóla

Assessoria de Comunicação do núcleo:

Beatriz Serafin Pinheiro

[email protected]

Benjamin Ricardo de Toledo Polastri

[email protected]

Fernando Bocalari

[email protected]

Izilda Lima

[email protected]

Neide da Costa Alexandre

[email protected]

Tribunal de Justiça de SP:

- Presidente da Seção de Direito Criminal – Desembargador Antonio Carlos Tristão Ribeiro

Presidência da Seção Criminal

Palácio da Justiça, 6º andar, Sala 617

Telefones: (11) 3242-7920 e (11) 3105-0565

Antonio Maria Patiño Zorz

[email protected]

Fausto José Martins Seabra

[email protected]

José Augusto Genofre Martins

[email protected]

Soraia Lorenzi Buso

[email protected]

- Presidente da Seção de Direito Público – Desembargador Samuel Alves de Melo Júnior

Presidência da Seção de Direito Público

Palácio da Justiça, 6º andar, Salas 611 e 635

Sem telefone no site

Alexandra Fuchs de Araujo

[email protected]

Luciana Bassi de Melo

[email protected]

Luís Geraldo Sant Ana Lanfredi

[email protected]

Luís Gustavo da Silva Pires

[email protected]

Maria Gabriella Pavlópoulos Spaolonzi

[email protected]

- Presidente da Seção de Direito Privado – Desembargador Antonio José Silveira Paulilo

Presidência da Seção de Direito Privado

Palácio da Justiça, 4º andar, Sala 417

Telefone: (11) 3242-9366 Ramal 145

Andreza Maria Arnoni

[email protected]

Camila de Jesus Mello Gonçalves

[email protected]

Cecilia Pinheiro da Fonseca Amendolara

[email protected]

Luciana Caprioli Paiotti Figueredo

[email protected]

Juliana Amato Marzagão

[email protected]

Maria Regina Ribeiro Junqueira de Andrade Gaspar Burjakian

[email protected]

- Presidente – Desembargador Ivan Ricardo Garisio SartoriV

Gabinete Civil da Presidência

Palácio da Justiça, 5º andar, sala 516

Tel: (11) 3242-3225 / 3242-2998

Guilherme de Macedo Soares

[email protected]

Rodrigo Capez

[email protected]

- Vice-presidente – José Gaspar Gonzaga Franceschini

Vice-Presidência

Palácio da Justiça, 4º andar, Sala 410

Telefones: (11) 3105-0240 e (11) 3241-3443

Carlos Bortoletto Schmitt Corrêa

[email protected]

Daniela Maria Cilento Morsello

[email protected]

Marcelo Coutinho Gordo

[email protected]

- Corregedor-Geral da Justiça – Desembargador José Renato Nalini

Gabinete

Palácio da Justiça, 5º andar, Sala 519

Telefone: (11) 3107-0531

Afonso de Barros Faro Júnior

[email protected]

Airton Vieira

[email protected]

Antonio Carlos Alves Braga Júnior

[email protected]

Luciana Biagio Laquimia

[email protected]

Roger Benites Pellicani

[email protected]

Ps.: Fiquem a vontade para adicionar mais contatos a lista.

O importante é requerer que se cumpra o direito constitucional à crença religiosa. A total desnecessidade da prisão do Geraldinho. A inquisição que se tornou o processo com ameaça de processo por associação. O entendimento draconiano e perverso de que a cobrança facultativa de R410,00 (e o pastor cobra 10 dos rendimentos de dízimo) era pagamento do self-service de maconha...

Isso são alguns pontos mas penso que cada um deve fazer seu pedido/protestou com suas palavras,pois se for um texto ptonto deletarão logo....VqV

  • Like 6

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

O importante é requerer que se cumpra o direito constitucional à crença religiosa. A total desnecessidade da prisão do Geraldinho. A inquisição que se tornou o processo com ameaça de processo por associação. O entendimento draconiano e perverso de que a cobrança facultativa de R410,00 (e o pastor cobra 10 dos rendimentos de dízimo) era pagamento do self-service de maconha...

Isso são alguns pontos mas penso que cada um deve fazer seu pedido/protestou com suas palavras,pois se for um texto ptonto deletarão logo....VqV

Tem razão BraveHeart. Texto padrão é delete na certa...

Mas e quanto as pessoas que encaminharemos esses emails?

Todos dessa lista postada?

Vi que a Corregedoria tem um papel em relação aos promotores. Seria válido também, acredito eu, citar o nome do Promotor Clóvis Siqueira.

É importante citar também a CF:

Art. 5º. Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:

VI - é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias;

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Quem for escrever cuidado com as palavras porque nossos funcionários autoridades costumam ser bem melindráveis!

  • Like 4

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Pois é galera.. fi quei pensando nisso também. aliás, não é a 1° vez que vejo no fórum essa ideia de mandar emails para promotores, juízes etc etc. No entanto, os CJGR alertaram que, em alguns casos, isso pode virar contra o réu, neste caso o RAS Geraldinho. Acredito que li algo parecido no tópico do Sativa Lover e o sano ou o Mofs (não lembro quem) deu a letra que qq email poderia pesar negativamente no caso.

Tipo, minha sugestão é que o grupo de CJ da nossa comunidade redija pelo menos dois textos-padrão para a galera ter uma base do que e como escrever, senão vai acontecer o que o sano disse... uma galera sem noção vai escrever xingando e os meretríssimos (sim, fiz piadinha com a palavra meretriz) irão dar chilique.

  • Like 2

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Pois é galera.. fi quei pensando nisso também. aliás, não é a 1° vez que vejo no fórum essa ideia de mandar emails para promotores, juízes etc etc. No entanto, os CJGR alertaram que, em alguns casos, isso pode virar contra o réu, neste caso o RAS Geraldinho. Acredito que li algo parecido no tópico do Sativa Lover e o sano ou o Mofs (não lembro quem) deu a letra que qq email poderia pesar negativamente no caso.

Tipo, minha sugestão é que o grupo de CJ da nossa comunidade redija pelo menos dois textos-padrão para a galera ter uma base do que e como escrever, senão vai acontecer o que o sano disse... uma galera sem noção vai escrever xingando e os meretríssimos (sim, fiz piadinha com a palavra meretriz) irão dar chilique.

é então isso que estava pensando também!

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Eu vou mandar é uma carta bomba pra essa cambada d fdp!

Tinha que ser logo uma carta com Anthrax! hahahah

  • Like 1

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Acho melhor cada um escrever o seu texto como Brave falou, um texto padrão vai ser facilmente indentificado.

  • Like 2

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Acho melhor cada um escrever o seu texto como Brave falou, um texto padrão vai ser facilmente indentificado.

Não sei pra qual destes mandar....

Alguem com o conhecimento da área , poderia colocar os 5 e-mails mais interessantes?

Não sei muito o que escrever.....mas acredito que expor a minha idéia e opinião sobre o fato, sem xingar ninguem....acho que pode ser benéfico.

O caso do Ras tá fod.a

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Ta foda mesmo viver nesse país sujo, os juízes não vêem ta legalizando em muito lugar, é certo que o ras não causava mal algum a sociedade e o juiz sabe, não duvido que tenha algum pago pelas industrias sujas que querem manter nossa cannabis fora da lei, fazendo pressão em cima desse juiz.

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Minha opinião é de que o MP é mais sujo do que pau de galinheiro, com certeza eles estão sendo apoiados $ pela industria do alcool e tabaco. Essa medida é um chute no estomago de todos os growers que se preocupam e abraçam essa causa.

Daí fica a dúvida, quando alguém te dá uma voadeira no pescoço ... o que fazer??

Na minha opinião seria sair as ruas e protestar na frente dos órgãos municipais e se possivel boicotar quem patrocina esse latrocínio aos nossos semelhantes.

PAREM DE CONSUMIR ALCOOL E TABACO!

Vamos boicotar esse mercado de merda galera.

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

O importante é requerer que se cumpra o direito constitucional à crença religiosa. A total desnecessidade da prisão do Geraldinho. A inquisição que se tornou o processo com ameaça de processo por associação. O entendimento draconiano e perverso de que a cobrança facultativa de R410,00 (e o pastor cobra 10 dos rendimentos de dízimo) era pagamento do self-service de maconha...

Acabei de enviar um email p todos estes endereços citados aí em cima, seguindo a linha da frase do irmão brave aí em cima com minhas palavras!! Liberdade ao Geraldinho!!

  • Like 1

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

O importante é requerer que se cumpra o direito constitucional à crença religiosa. A total desnecessidade da prisão do Geraldinho. A inquisição que se tornou o processo com ameaça de processo por associação. O entendimento draconiano e perverso de que a cobrança facultativa de R410,00 (e o pastor cobra 10 dos rendimentos de dízimo) era pagamento do self-service de maconha...

Isso são alguns pontos mas penso que cada um deve fazer seu pedido/protestou com suas palavras,pois se for um texto ptonto deletarão logo....VqV

Galera.. o que realmente significa isso que pus em negrito que o BassHemp disse? Para ouvidos despreparados, isso não é "trafico de drogas"? Tem que tomar cuidado ao por isso em email e mandar para as "otoridades", pq olhos e ouvidos tendenciosos irão distorcer isso.

Editado por Vivaldo Absoluto

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Galera.. o que realmente significa isso que pus em negrito que o BassHemp disse? Para ouvidos despreparados, isso não é "trafico de drogas"? Tem que tomar cuidado ao por isso em email e mandar para as "otoridades", pq olhos e ouvidos tendenciosos irão distorcer isso.

Essa parte está na matéria do UOL no tópico:

São as palavras do Promotor Clóvis Siqueira.

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

to cansado de manda e mail é como se uma formiguinha andasse no pé deles

talvez a formiga faça mais efeito que esses e-mails

  • Like 2

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

to cansado de manda e mail é como se uma formiguinha andasse no pé deles

talvez a formiga faça mais efeito que esses e-mails

e se concentrarmos um ataque a algumas caixas de e-1/2, as formiguinhas incomodariam.

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Minha opinião é de que o MP é mais sujo do que pau de galinheiro, com certeza eles estão sendo apoiados $ pela industria do alcool e tabaco. Essa medida é um chute no estomago de todos os growers que se preocupam e abraçam essa causa.

Daí fica a dúvida, quando alguém te dá uma voadeira no pescoço ... o que fazer??

Na minha opinião seria sair as ruas e protestar na frente dos órgãos municipais e se possivel boicotar quem patrocina esse latrocínio aos nossos semelhantes.

PAREM DE CONSUMIR ALCOOL E TABACO!

Vamos boicotar esse mercado de merda galera.

X2 brother q se foda cachaça

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

E ae galera!

Mandei um email para todo o povo ai essa semana.

Não vou postar tudo aqui, mas para ter uma ideia:

Escrevi sobre a constituição, peguei um material sobre rastafari no site do NEIP e citei o caso do Ras em específico dentro desse contexto. Citei também a perseguição pelas religiões que fazia uso de maconha (na cultura africana).

Sobre os supostos 10 reais na entrada citei que manter uma igreja leva a custos, falando sobre as outras religiões que cobram o dízimo e usam desse dinheiro para manter suas atividades.

Na linha que o BraveHeart disse ai.

  • Like 1

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

mil perdoes mas tenho pena dos que pensam que estao ajudando em alguma coisa ao tentar argumentar com o MP ou com TJ de sp ... lembrem-se dos 72 alunso da USP acusados de N crimes ... judiciario de sao paulo eh infestado de viuva da ditadura

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Join the conversation

You can post now and register later. If you have an account, sign in now to post with your account.

Visitante
Responder

×   Pasted as rich text.   Paste as plain text instead

  Only 75 emoji are allowed.

×   Your link has been automatically embedded.   Display as a link instead

×   Your previous content has been restored.   Clear editor

×   You cannot paste images directly. Upload or insert images from URL.

Processando...
Entre para seguir isso  

  • Conteúdo Similar

    • Por maconheiro2010
      Salve galera de São Paulo!!!
      Estava navegando aqui pela internet, procurando alguma marcha nas proximidades aqui de minha casa, vi que na região de Campinas, estará acontecendo uma marcha da maconha na data do dia 27 de maio deste ano de 2017.
      Acabei encontrando uma página com o tema, me parece ser a organizadora.
      Saberiam me dizer, se de fato esta marcha irá ocorrer?
      Se sim, gostaria de convidar á todos para participar é claro, nós da casinha, com certeza deveríamos prestigiar o evento !!!
      Essa seria uma ótima oportunidade para todos daqui se encontrarem durante um evento para nos conhecermos e fumarmos uns baseados!!
      Estarei com vestes da cor do reggae, provavelmente fumando um baseadão, facinho de me achar kkkkkkkkkkkkk
      Bom, era só p compartilhar a ideia com vocês mesmo...
      Não sei se estou infligindo alguma regra da casa, mas vou postar o link da página da marcha aqui só p vcs darem uma olhada.
      Caso eu esteja quebrando as regras, por favor, peço que algum moderador venha e retire o tópico por gentileza.
      Um abraço amigos!
      https://pt-br.facebook.com/mmcampinas
      ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________
    • Por Bruno420
      Gostaria de saber se alguem tem conhecimento de deputados candidatos este ano em sp tem algum envolvimento na legalizaçao da maconha
    • Por Super_Silver_Haze
      No início de 2015, o perito criminal federal gaúcho Rafael Ortiz tinha dois objetivos: analisar sementes de maconha e determinar qual a quantidade de droga que pode ser produzida a partir de uma planta. Ortiz só tinha uma maneira de descobrir: cultivar a própria maconha em uma estufa montada dentro da sede da Polícia Federal gaúcha, em Porto Alegre.
      O experimento era necessário por vários motivos. Em 2014, a PF havia registrado 2192 laudos de apreensões de sementes enviadas ao Brasil por correio. Quatro anos antes, foram 34. Os números sacramentavam o que qualquer maconheiro já sabia — a cultura grower estava ganhando força no Brasil.
      Como a droga em potencial chegava pelo aeroporto internacional de Guarulhos, em São Paulo, a bucha da análise técnica ficava toda com a perícia paulista, que acabou não dando conta. Decidiu-se então que parte das evidências seria encaminhada para as divisões regionais onde ficavam os Estados dos compradores, entre eles o Rio Grande do Sul.
      O RS, contudo, não estava capacitado para fazer a análise técnica da semente. Era preciso que Ortiz se tornasse um grower. “Nós não tínhamos esse conhecimento para fazer as análises", ele conta ao Motherboard. "Falei com meu chefe da época e propus fazer uma estufa e plantar essas sementes por um ou dois meses e ver no que dá.” Durou mais — cerca de 10 meses, com o cultivo de cerca de 70 amostras. O perito não à margem da lei, mas dentro dela. Talvez o sonho de muitos maconheiros mundo afora.
      Não era um projeto secreto: a experiência foi para as páginas da revista da perícia federal e usada como base para um artigo científico publicado na revista acadêmica Science and Justice. Nem não era algo inédito no prédio da PF: em 2006, a perita Daniele Zago Souza comandou um experimento no qual cultivou 10 pés de maconha para poder criar um roteiro ilustrado de identificação morfológica da Cannabis sativa.
      Uma vez aprovado pelo chefe, a equipe de peritos tinha em mãos o que é mais difícil de se conseguir legalmente: a maconha. A lei proíbe a compra de sementes para pesquisa científica ou para estudos de inteligência policial. A única maneira que existe, portanto, era usar o material apreendido. Pouco a pouco, a notícia se espalhou pelos corredores do prédio da PF e o inusitado virou piada: “O pessoal falava muito ‘ah, vocês tão com informação privilegiada de que vão liberar a maconha no Brasil e já estão desenvolvendo tecnologia’”.
      Pouco a pouco, o perito Ortiz adquiriu as mesmas habilidades de um grower. Coletou informações na internet, pesquisou a bibliografia, usou o trabalho de Souza e técnicas de botânica aprendidas na infância. “É tentativa e erro, tu vais montando experiências e obtendo quais são as melhores condições para se fazer o cultivo. Germinei as sementes no algodão, como a gente fazia com feijão na 1ª ou 2ª série”, conta. No artigo, porém, o material usado é descrito como papel-filtro.
      “Nós seguimos o que é a lei. Ponto. Nossa função aqui é identificar a droga e fornecer natureza e quantidade”
      Algumas sementes usadas eram de marcas conhecidas no mercado indoor como Northern Light, Special Kush, Special Queen #1, Royal Bluematic, Dutch Passion, entre outras. Consultei um especialista nesse tipo de cultivo, cujo nome nome não será mencionado por motivos de segurança, para saber o valor do produto — em média as sementes importadas custam 10 euros.
      Tal como descrito pela perita Souza, o início do experimento teve três passos: 1. Quebra inicial da dormência deixando-se as sementes em água, no escuro durante à noite, a 30ºC; 2. Germinação em papel-filtro umedecido, no escuro, por 24 horas a 30°C; 3. Plantio em solos de constituição diferentes com fertilizante, húmus de minhoca e areia.
      A estufa caseira de Ortiz tinha 0,25m², paredes internas cobertas com papel laminado, luz branca artificial e um sistema de exaustão. Como a maconha gosta de muita água e luz, as plantas eram regadas diariamente e só ficavam no escuro por 6 horas diárias sob uma temperatura constante de 30ºC e umidade relativa do ar em 50%. As plantas eram vigiadas por câmeras e o acesso era restrito à equipe. Logo os brotos começaram a se desenvolver, e a equipe começou a fazer colheitas com plantas de 4,5 semanas.
       
      Mandei o estudo publicado na revista da perícia para especialista anônimo e pedi para que analisasse o experimento da polícia. O grower profissional respondeu por mensagem de texto: “É bem tosco, mas não vou contestar não. Está tudo certíssimo, não mudaria absolutamente nada. Acho que eles estudaram bem para fazer”.
      O comentário se referia aos resultados do experimento cujo propósito era estimar, na média, quanta maconha produz um pé. Como a lei aplica penas distintas para o usuário e para o traficante, esse era um ponto importante do estudo, porque fornecia critérios objetivos na hora do juiz decidir a pena. Cinco das amostras tiveram um período de crescimento de 12 semanas e chegaram a apresentar inflorescências — os buds, na gíria dos conhecedores.
      “O objetivo não era de maximizar a quantidade a ser obtida. A gente queria uma planta média, só para ter uma ideia de como elas se desenvolviam. As plantas de três meses chegavam a pesar 45 gramas. Depois, pesávamos a planta toda. O único tratamento foi separar os caules e as folhas, porque a literatura diz que nas folhas e inflorescências têm mais THC”, disse Ortiz.
       
      Em seguida, a planta ficava secando por duas semanas. A massa decaia até chegar a 21,05% da massa fresca inicial — o que dá em torno de 12 gramas. Com a estufa desativada, as amostras foram catalogadas e armazenadas como contraprova, caso o acusado queira recorrer de uma sentença. Consciente da polêmica em torno do tema e das críticas ao seu trabalho, o perito gaúcho defendeu a pesquisa: “Nós seguimos o que é a lei. Ponto. Nossa função aqui é identificar a droga e fornecer natureza e quantidade”.
      A plantação acabou, mas os efeitos do estudo, não. O trabalho, que também traçou um perfil químico da canabis indoor, acabou por ficar inscrito em um projeto maior, de rastreamento da origem das apreensões. Isso porque a erva consumida no Brasil vem ou da região do Vale do São Francisco, conhecido como polígono da maconha, ou do Paraguai e as diferenças químicas das plantas das duas regiões já haviam sido descritas. Faltava uma descrição do perfil que ganhou força nos últimos anos, o cultivo em pequenas estufas. Agora não falta mais.
       
       
      https://motherboard.vice.com/pt_br/read/o-experimento-que-levou-a-polcia-federal-gaucha-a-plantar-maconha-indoor
    • Por Bas
      Quem assistiu!?

      Quem curtiu!?

      Deixem suas opiniões

      Quem tiver o link, posta aí!


    • Por Juniaum
      Fonte: http://rasgeraldinho.blogspot.com.br/2014/04/ao-senador-cristovam-buarque.html Ao Senador Cristovam Buarque...
      Penitenciária de Iperó-SP, 13 de Março de 2014 19 meses injustiçado pelo Judiciário Paulista Amabilíssimo Senhor Senador Professor Cristovam Buarque: Que a glória da sabedoria divina caia sobre nós, iluminando nossos espíritos! “Para aprender sabedoria e instrução, para entender as palavras inteligentes, para receber o conselho da prudência, justiça, juízo e equidade...O começo do conhecimento é o temor do Senhor (Jah), os insensatos desprezam a sabedoria e disciplina.” (Provérbios de Salomão 1-2,7) Meu respeitadíssimo senador, foi com imensa alegria que recebi a notícia de que o senhor foi indicado como relator do projeto de descriminalização da Cannabis – a planta sagrada – pela Comissão de Direitos Humanos do Senado. Espero sinceramente que minha atual situação de apenado (injustamente) pelo Judiciário Paulista não seja impecilho para que eu possa auxiliar nesta empreitada. Conforme afirmado pelo senhor, o assunto é de extrema relevância. Desde que o interesse (menor) de um grupo de czares da indústria petroquímica e outros capitalistas norte-americanos criou o plano de embargo mundial do cânhamo (hemp), como a Erva Sagrada é conhecida no mercado de comóditie mundial, a Humanidade sofre os males desta nefasta proibição. Para que conglomerados industriais multinacionais alcançassem o lucro pornográfico do monopólio mundial do petróleo, milhões de pessoas tiveram suas vidas destruídas. A grande recessão norte-americana dos anos 1930 foi causada, em parte, pelo embargo da cannabis. Os agricultores dos Estados Unidos tinham como único “crop” cultivar o hemp/cânhamo, que era a principal cultura agrícola norte-americana. Com a proibição incondicional, estes fazendeiros “quebraram”, e o resto a história nos conta. Este complô criminoso começou em 1922 quando, por encomenda da industria petroquímica norte-americana, a DuPont desenvolveu e patenteou a molécula do nylon. Este “maravilhoso” produto, também conhecido como “matéria plástica”, iria resolver um problema mortal do refino do petróleo: o rejeito final. O que era um impedimento ambiental letal ao desenvolvimento da indústria de transformação do petróleo - uma borra plástica gigantesca – se transformaria em nylon, um produto de valor agregado com enorme potencial de mercado, que hoje nós conhecemos. Porém, existiam alguns impedimentos. O momento tecnológico dos anos 1920 permitia tão somente a extrusão do material. Deste processo industrial resultava um único produto: o fio de nylon. Este fio, manufaturado, poderia dominar o mercado naval mundial de cordas e derivados, salvando, assim, os gigantescos conglomerados da indústria petroquímica norte-americana de uma morte anunciada. A alta resistência do plástico derivado do petróleo à salinidade do mar, à maresia, fariam do nylon o produto número 1 da indústria naval mundial, transformando o maior passivo ambiental do planeta em lucro líquido. Certamente, vossa excepcional capacidade de informação pode dimensionar o tamanho do mercado mundial de cordas e velames para uso naval na primeira metade do século XX, interesses bilionários, que tinham um único obstáculo: a milenar indústria de cordas e derivados do cânhamo/hemp. A fibra da cannabis é a única fibra natural que resiste à salinidade marinha, fazendo dela a commoditie que dominava 85% do mercado mundial de cordas e velas para a indústria naval. Os países que dominavam este mercado eram a Russia, com a melhor tecnologia de beneficiamento da fibra e de produção de cordas e velames; a China, com grandes áreas plantadas, e a India, como grande produtora de fibras também. A corda de cânhamo/hemp/cannabis, por serem produzidas com tecnologia branda e muito antiga, tinha um custo decimal comparada ao valor de produção do novíssimo parque industrial do nylon. Seria praticamente impossivel para as petroquímicas competirem no mercado dominado pela cannabis. Somam-se à estes interesses econômicos gigantescos, a vontade de um grupo de mídia americano que vislumbrava o sonho de criar o monopólio dos parques gráficos dos jornais de todo os Estados Unidos. Quase todo papel usado pela imprensa americana vinha da China, que era praticamente a única fornecedora de papel do mundo: papel produzido a partir da celulose da polpa do cânhamo, que é quatro vezes mais produtivo do que o pinho e eucalipto, além de ser ecológicamente sustentável. A DuPont mais uma vez entra em cena, criando e patenteando o processo produtivo do papel a partir da celulose de pinho e eucalipto. O problema era o mesmo da indústria petroquímica e o inimigo comum era a cannabis – a planta sagrada, um presente e Deus que, por sua enorme produtividade e diversidade de produtos era imbatível na concorrência mercadológica. Só para referência, hoje são conhecidos mais de vinte e cinco mil produtos provenientes da cannabis. Criou-se, então, entre estes poderosos senhores da despudorada alma capitalista, o sentimento de embargo ao cânhamo/cannabis, momento em que alguém relacionou o hemp, que era a base agrícola norte-americana, com a “marijuana” que os mexicanos e os negros fumavam, sentindo-se mais felizes e expansivos. Cânhamo/hemp e maconha/marijuana: a mesma planta – a cannabis. Colocou-se em prática, então, um complô criminoso com o objetivo de probição da “marijuana”, que o povo americano ignorava ser o cânhamo/hemp. Em pouco mais de uma década de campanha de marketing cientificamente planejado e executado, os caminhos políticos foram preparados, culminando com a lei da proibição promulgada pelo senado norte-americano em 1937. A história perversa desta ação, que eu classifico como o maior lobby criminoso de todos os tempos, é contada pelo juiz Charles Whitebread, Professor doutor da West Virginia, que eu traduzi e que faz parte de um livro em que estou trabalhando há alguns anos. Com a proibição da marijuana/maconha no território americano em 1937, mesmo ano da proibição no Brasil, foi criado um fantasma que assola nossa sociedade até hoje: o traficante de drogas. A vitória definitiva do poder econômico sobre a “Árvore da Vida”, encontrada em Apocalipse 22-2 ouGênesis 41-5,6,7 onde José interpreta o sonho do faraó e salva o Egito de grande provação, foi alcançada no início da década de 1960 com a assinatura do “Tratado Único das Drogas” pelos membros da ONU – Organização das Nações Unidas. Por quase oitenta anos vivemos sob o manto da maior mentira já contada no planeta. Mentira que proibiu o uso da maior fonte de fibra têxtil e combustível (sustentável) do mundo; a maior e mais rica fonte vegetal de alimento; a mais abrangente e barata fonte de medicamentos que a medicina conhece, inclusive contra o câncer ( o mais extenso trabalho sobre o assunto foi feito pelo Instituto Americano do Câncer em 1970 e comprova a eficácia da cannabis no tratamento da maioria dos cânceres). Com a cannabis livre do embargo, teríamos medicamentos eficazes contra o flagelo do câncer por uma fração do custo dos remédios atuais. O Dr. Lester Grinspoon, da Universidade da Califórnia, afirma isso em seus livros e em vários trabalhos sobre o uso medicinal da cannabis (http://cannabiscultureawards.com/winners/lester-grinspoon). Caríssimo senador, vivemos no delírio de uma “matrix” de realidade manipulada, onde na “real verdade” a única coisa que não é proibida é o costume milenar de se inalar a fumaça da resina da cannabis, pois a polícia pode prender e o juiz condenar, mas até nos calabouços medievais do Brasil, chamados presídios, o cidadão vai fumar. Proibido, na verdade, são os outros vinte e cinco mil produtos provenientes da cannabis, que é o “manah” do Velho Testamento; proibido são os texteis da maravilhosa fibra do cânhamo; o papel e derivados da celulose canábica que tem processo de manufatura ambientalmente correto. Proibido são os medicamentos já reconhecidos para os mais diversos problemas de saúde; proibido são os combustíveis (alcool e biodisel) extraídos da planta sagrada. Henry Ford plantava milhares de acres de hemp para produção de biodiesel e etanol consumidos nos veículos que ele produzia. O álcool de cana é renovável, mas o álcool e biodiesel de cannabis são sustentáveis. Cruel é a proibição dos alimentos extraídos da farinha e do óleo da semente de cannabis. A farinha de cannabis é comprovadamente mais nutritiva que as outras. Se substituíssemos a farinha de trigo, que tem praticamente zero em nutrientes, pela farinha de cannabis, conhecida na Bíblia como “flor de farinha”, os beneficios para a saúde pública seriam enormes! Então, o fato de se fumar a erva, um hábito que remonta à Idade da Pedra, é o bode expiatório do embargo aos outros produtos da “árvore da vida”! A cannabis não é proibida por fazer mal ao ser humano: ela foi proibida por ser a mais maravilhosa planta que Deus nos deu. Tão brilhantemente profícua, que atrapalha os planos dos que querem a qualquer custo o domínio econômico global. Honradíssimo senhor senador Cristovam Buarque, eu vos garanto que não existe um único experimento científico sério que comprove a relação direta da cannabis com algum dano à saúde humana. Tenho dedicado os últimos quinze anos de minha vida estudando o relacionamento do homem com esta espetacular planta e seus três tipos: Sativa, Indica e Ruderalis. Sou, provavelmente, o maior compêndio de informações sobre a cannabis no Brasil. Sou líder religioso da Primeira Igreja Niubingui Etíope Coptic de Sião do Brasil, manifestação religiosa da cultura rastafari (enviei carta ao Ministro do STF Celso de Mello, onde relato um pouco da minha história e esclareço os motivos da minha injusta prisão, que é política). Posso afirmar que a história da humanidade e a da cannabis se confundem. O homem usa a cana(bis) desde que deixou o “paraíso”. O hábito de se inalar fumaça da planta sagrada vêm da Era Adâmica. Quando saímos do “paraíso” (compreenda-se: ganhamos consciência), junto com a dádiva divina do recebimento da Luz da Consciência, ganhamos como efeito colateral a “depressão” - condição psicológica de todo ser humano. O remédio mais eficaz que nossos ancestrais encontraram foi a cannabis e, desde então, fazemos uso dela em automedicação. Por ter sido a primeira cultura agrícola cultivada por nossos antepassados, sempre tivemos um enorme conhecimento e atração por ela. Esta atração é natural e arriscaria dizer que as pessoas que se declaram usuárias da cannabis tem prédisposição genética para o consumo da erva. Ouso dizer, ainda, que os classificados de “maconheiros” o são por tendências psico-emocionais, não existindo a condição de dependência (vício), assim como os classificados de “gays” o são em suas preferências sexuais. No caso dos usuários da cannabis, uma vocação natural ao ato de automedicação, que contribui para a diminuição de estresse neurótico e manifestações de depressão. Não existe dependência física nem psíquica porque nós produzimos um hormônio – o endocanabinol, que é similar ao THC, um dos principios ativos da cannabis. O hábito de se fumar cannabis causa a mesma dependência do consumo de chocolate. Por todos os motivos já descritos aqui, podemos afirmar que a cannabis está para o reino vegetal assim como estamos para o reino animal. Hoje, ela, assim como nós, é encontrada em todos os cantos da Terra. Desde a formação dos primeiros impérios até a Era atual do insustentável “plástico” extraído do insustentável “petróleo”, a cannabis sempre foi tratada como produção estratégica para as nações. Observa-se na linha histórica do tempo que os governos (imperiais) que permitiam o cultivo liberal do cânhamo/cannabis eram tidos como mais brandos e queridos pelo povo, enquanto os que optavam pelo controle estatal, exigindo taxas pesadas para o cultivo eram de tendência centralizadora e ditatorial. A cannabis sempre foi importante para o desenvolvimento das nações e, principalmente, usada na estratégia de guerra. Todas as guerras da humanidade, até a segunda guerra mundial, usaram cannabis em larga escala. Isso pode ser facilmente comprovado: na internet encontra-se um vídeo com o título “Hemp for Victory”, um documentário das Forças Armadas norte-americana, produzido para estimular os fazendeiros a voltarem a plantar cannabis. Depois do término da guerra, o goveno do “Tio Sam” voltou a proibir o cultivo de hemp e a política de repressão retornou ao seu papel com mais violência, força e “recursos”. Podemos relacionar a cannabis como protagonista dos mais importantes fatos históricos da humanidade: - Na história do antigo Egito; - No desenvolvimento da China e India; - Na expansão imperialista européia, com o (pseudo) descobrimento da América, colonização do Brasil e de todos os outros países americanos; - Na derrota francesa para a Russia, que culminou com o fim do imperialismo de Napoleão. A Bíblia está repleta de fatos ligados à cannabis: Canaã é a terra da cana(bis); o Cananeu é o cultivador de cana(bis), o óleo de unção, o incenso... A primeira impressão de Gutemberg foi uma bíblia, impressa em papel de cannabis. Quando Cristóvão Colombo “descobriu” a América, ele transportava cerca de sessenta toneladas de cannabis nos três navios da expedição. Não estamos falando da maior ação de tráfico do Atlântico. Estamos falando do volume de todas as cordas e velames da flotilha; das roupas e cobertores, tecidos e calçados dos marinheiros; das resinas de calefação das caravelas; do óleo para alimentação e iluminação, além de diversos outros produtos. O presente entregue aos nativos foi um saco de sementes de cannabis. A memória do passado não pode ser ignorada! Ninguém melhor do que o senhor, senador, para compreender o valor da História. Porém, ela nos serve somente como testemunha, como referência... Acredito que o mais importante é o que faremos agora e o que deixaremos de legado para o futuro. Hoje o exemplo a ser seguido é o Uruguai, guiado pela figura iluminada do Presidente José Mujica, um homem excepcional, que está promovendo a redenção social uruguaia. Com a descriminalização da cannabis naquele País, em breve a revolução agrícola e industrial se manifestará e eles entrarão num novo ciclo de desenvolvimento econômico e social. A nossa maior esperança é que aqui, em nossa amada pátria, a redenção do cânhamo/cannabis, através da descriminalização da “maconha”, nos leve ao tão almejado futuro sustentável. Eu, como membro fundador da “Agenda 21” da cidade de Americana-SP, sei exatamente a importância deste tão aclamado “futuro sustentável”. Tenho fé e esperança em que, pela nossa vocação agrícola e potencial tecnológico atual, poderemos ser a locomotiva deste novo desenvolvimento humano. Uma nova Era nascerá quando, finalmente, compreendermos que este movimento de resgate está no Espírito do terceiro milênio. “...e conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.” - João 8-32 Depois da desmistificação da “Santa Kaia” - cannabis – pelo esforço específico de pessoas como nós, que costumo classificar como os “neo-abolicionistas”, a real verdade se estabelecerá. Isso é uma profecia, o senhor pode acreditar! É por isso que trabalho, é por isso que luto, é por isso que estou preso. Uso o termo “abolicionista” porque compreendo a situação de escravidão em que nos encontramos, principalmente os agricultores. Grandes empresários rurais e pequenos camponeses, todos estarão livres das correntes econômicas que os prendem aos conglomerados transnacionais das sementes geneticamente modificadas, dos venenos e fertilizantes. Basta-nos ter a compreensão de que o agricultor que planta milho, soja, trigo, feijão, etc., colhe um só produto, os grãos, a um custo escravizante. Plantando cannabis, que não exige o veneno e o adubo das outras culturas, ele colherá um volume muito maior de grãos que as outras plantas. Colherá também muito mais fibra que o algodão e ainda colherá quatro vezes mais polpa de celulose que o eucalipto. Estamos falando de três fontes de renda em cada ciclo de cultivo. Esta será a alforria de todo agricultor! Confiando plenamente em tudo o que foi exposto neste texto, e principalmente na retidão de propósitos democráticos e morais que norteiam a vida de vossa senhoria, é que coloco a nossa Igreja à disposição, para a tarefa republicana de resgatar a “Real Verdade” e a graça deste presente de Deus para a Humanidade. Estamos prontos para atender à esta convocação. Gostaríamos de participar do processo, das audiências e demais obrigações que forem determinadas pelo Senador. Está mais do que na hora da Árvore da Vida sair das páginas policiais dos jornais para ser notícia nos cadernos de economia, agricultura, indústria e comércio. Vamos tirá-la das delegacias e fóruns e colocá-la nos lugares corretos, que são a EMBRAPA, ESALQ, SENAI, Ministérios da Saúde, Agricultura... Vamos substituir o vulgo propositalmente pejorativo de “maconha” por seu verdadeiro nome: CANNABIS: a cana de dois sexos; a cana do sonho do faraó, que salvou o Egito, assim como inúmeros outros povos. “No meio da rua da cidade, de um lado e do outro lado do rio, lá estava a “Árvore da Vida”, que produz doze frutos, dando todo mês seus frutos; e as folhas da árvore eram para a cura das nações.” (Revelações do Apocalipse 22-2) Que a sabedoria do Nosso Pai Todo-Poderoso nos permita compreender a Real Verdade, para que, com a Luz de Sofia, sejamos homo-um pouco mais-sapiens! Rastafari – com a glória de Jah Ras Geraldinho Líder religioso da Primeira Igreja Niubingui Etíope Coptic de Sião do Brasil http://niubingui.blogspot.com.br/ http://geraldinhocoptic.blogspot.com.br/ https://www.facebook.com/niubingui http://rasgeraldinhoconta.blogspot.com.br/ (a história da proibição da maconha nos Estados Unidos) http://rasgeraldinho.blogspot.com.br/ (textos e relatos escritos por Ras Geraldinho de dentro da prisão) http://conselho.saude.gov.br/biblioteca/Relatorios/CNSA_Relatorio_Final.pdf (Participantes da 1ª Conferência Nacional de Saúde Ambiental 2009... Delegado GERALDO A. BAPTISTA, que solicitou a seguinte moção: moção de solicitação: Representante: Geraldo A. Batista Entidade/ Instituição: Primeira Igreja Niubingui Etíope Coptic de Sião do Brasil Segmento: Movimento Social Descrição: Moção de solicitação ao Ministério da Saúde para a criação de uma Comissão Nacional de Estudos para o uso medicinal e industrial da Canabis Sativa/ Indica/ Ruderalis e o desembargo da mesma)
×
×
  • Criar Novo...