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Promotoria Pede Condenação De Líder Da "Igreja Da Maconha" Por Associação Ao Tráfico


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FONTE: UOL

Promotoria pede condenação de líder da "igreja da maconha" por associação ao tráfico

Eduardo Schiavoni

Do UOL, em Americana (SP) 29/01/201315h12






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  • Denner Chimeli/UOL

    17-jan-2013---a-justica-de-americana-127-km-de-sao-paulo-adiou-por-30-dias-a-sentenca-da-acusacao-de-trafico-de-drogas-contra-geraldo-antonio-baptista-o-ras-geraldinho-rastafari-53-lider-da-1358464244294_615x300.jpg
    Geraldo Antonio Baptista (à direita), o Rás Geraldinho Rástafari, 53, líder da Primeira Igreja Niubingui Etíope Coptic de Sião do Brasil, conhecida como "igreja da maconha"

O MPE (Ministério Público Estadual), em Americana (127 km de São Paulo), pediu à Justiça que inclua o crime de associação para o tráfico de substância entorpecente nas acusações contra Geraldo Antonio Baptista, o Rás Geraldinho Rastafári, 53, líder da Primeira Igreja Niubingui Etíope Coptic de Sião do Brasil, a chamada "igreja da maconha".

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Ele foi preso em agosto sob a acusação de tráfico de drogas e de envolver menores com o tráfico. Com a nova acusação, o período que ele pode ficar preso, que era de cinco a 15 anos, sobe para oito a 25 anos.

"Isso se deu porque as testemunhas da defesa disseram que colaboravam no plantio, colheita, secagem e manejo de pragas da plantação de maconha", disse o promotor Clóvis Siqueira, responsável pelo caso. Caberá ao juiz do processo decidir se acata, ou não, a nova denúncia.

O MPE pediu ainda, no mesmo documento, a condenação de Geraldinho pelos outros dois crimes. O processo corre na segunda Vara Criminal de Americana.

Com o pedido do MPE, a defesa terá cinco dias, a partir de quando for notificada, para se manifestar.

Alexandre Curi Miguel, advogado de Geraldinho, informou que ainda não foi notificado, mas que a intenção da defesa, no entanto, é fazer com que, com a nova acusação, o processo volte à fase de instrução, com a convocação de novas testemunhas e com novo depoimento de Geraldinho.

ONDE FICA AMERICANA

  • mapa-brasil-sudeste-sao-paulo-sudeste-americana-1345054852920_300x300.gif
    Americana está a 127 km de São Paulo

Se for acatada pela Justiça, a sentença, que deveria ser dada até o meio de fevereiro, deve ser adiada.

Curi Miguel também informou que irá pedir a libertação do réu. "Vou pedir para reabrir o prazo para ouvir as testemunhas e imediatamente solicitarei o pedido de relaxamento de prisão, já que Geraldinho está preso há seis meses sem julgamento. No caso dele, o prazo para que o julgamento ocorresse deveria ser de no máximo 120 dias", informou.

Geraldinho foi preso em flagrante, em 15 de agosto do ano passado, quando foram encontrados 37 pés de maconha em sua chácara. Na ocasião, dois jovens de 18 anos foram presos e um adolescente foi apreendido no local.

Na ocasião, ele afirmou que a planta é cultivada para uso religioso, o que é permitido pela legislação brasileira, e consumida apenas em ocasiões de culto, mas acabou sendo enquadrado por tráfico.

EM IGREJA, MACONHA VIRA ERVA SAGRADA E ENTRA ATÉ NA BÍBLIA


Pedido

O MPE pediu também o confisco do imóvel onde os cultos da igreja da maconha eram realizados, localizado no bairro Praia dos Namorados, em Americana. Segundo a Promotoria, o imóvel era "por ele utilizado para, em companhia de terceiros, semear, cultivar e colher maconha, destinada ao tráfico".

Segundo Siqueira, Geraldinho "inaugurou, em companhia de terceiros, uma seita de pretexto religioso para se respaldar no sagrado princípio de liberdade de crença e de religião, que já vem sendo desvirtuado no Brasil para a prática de inúmeros crimes, dentre eles de índole fiscal e patrimonial".

"Na realidade, lá funcionava um local de exclusivo consumo de maconha, frequentado por viciados, que chegavam a pagar a importância de R$ 10 na entrada, num evidente e inquestionável 'self-service' de 'cannabis sativa L'", disse o promotor.

Ele afirmou ainda que as três pessoas arroladas como testemunhas de Geraldinho também terão que responder, em um processo separado, pelo crime de associação para o tráfico de entorpecentes.

A reportagem procurou contatos dos três, mas nenhum deles pôde ser localizado para comentar.

Curi Miguel –que afirmou ainda não saber se defenderá os três acusados caso o processo seja instaurado efetivamente– criticou a disposição do MPE em acusar as testemunhas.

"Claro que eles participavam, eles faziam parte da igreja. Me parece que estamos voltando a 1541, na época da Inquisição", disse.

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Excelente texto do amigo Mauro Chaiben!

sou uma das testemunhas e confesso o quanto esta noticia nos abalou. é muita coisa envolvida.. familia, amigos, trabalho e compromissos financeiros com a babilonia. precisamos da ajuda de todos, de TO

tá foda manos, palavras da marlene: NOVA INVASÃO POLICIAL À SEDE DA NIUBINGUI Registramos hoje mais uma invasão da Guarda Municipal de Americana à sede da Igreja Rastafári. Hoje pela manhã o

  • Usuário Growroom

Excelente texto do amigo Mauro Chaiben!

Ras Geraldinho, uma missão de fé.

O que mais faz pensar, vendo um irmão, preso há cerca de 7 (sete) meses, tão somente por AFIRMAR, de forma reiterada, sua crença, sua fé, sua religião em seu sentido amplo. A Carta Federal não admite distinções de qualquer natureza. Somos todos iguais perante a lei.

Já muito advoguei aqui em Brasília, ajudando diversos cultivadores ou simples usuário de cannabis. O caso do Ras é o que mais me chama atenção. Tenho grande afinidade com esse tema e com essa planta.

Recentemente, em Brasília, foi julgado o caso de um plantador, preso com 23 (vinte e três) pés. E, neste caso, sequer se fazia referência a uma fé ou doença. Caso tradicional de usuário consciente, que não quer financiar o tráfico. , e a justiça concedeu, a liberdade provisória (TJDFT, Acórdão 643034).

Hoje, não sou mais advogado. Porém, a militância não pode parar. Atualmente, sou Analista Judiciário do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios. Tenho um sonho, um dia alcançar a magistratura. Não sei se minha vida pregressa permite. Já assineu um 16 da lei antiga e, com o 28 da lei nova. Assinei os dois! Mas sigamos...

Daí, como dizia, na qualidade de Analista do TJDFT, estou tendo a oportunidade de trabalhar numa cidade satélite do Distrito Federal, chamada Planaltina. Trabalho diariamente com processos envolvendo o crime de uso de drogas e processos envolvendo violência doméstica e familiar contra a mulher. E, numa análise empírica da situação, de cada 10 (dez) processos envolvendo violência contra a mulher, algo entre 6 ou 7 envolvem o uso excessivo de álcool. Os outros 3 (três), ou não faz menção a qualquer substância lícita ou ilícita ou fazem menção ao uso de drogas, quase sempre especificando o Crack, algumas pouquíssimas vezes faz referência única a maconha.

Toda semana, são apreciados, apenas considerando a cidade de Planaltina/DF, entre 15 – 20 processos de mulheres pela Lei Maria da Penha, pedindo medidas de proteção, pois sofreram algum tipo de agressão, não necessariamente física.

Já, em relação ao uso de droga, é aquela situação já rotineira nos tribunais: audiências em mutirões, uso de drogas como maconha, crack e cocaína, em sua essência. Usuários encaminhados ao psicossocial. Pelo menos no caso do TJDFT o psicossocial presta um serviço de boa qualidade. Eles bem compreendem quando o usuário, mesmo com o uso, está integrado em seu grupo social, voltando as atenções para aqueles que, de forma livre e voluntária, manifeste desejo de sair abandonar algum vício, sem necessidade de ato coercitivo do estado. Vez ou outra se cogita uma internação compulsória, mas, no meio jurídico, essa medida, em regra, é a exceção da exceção.

O que se verifica, na realidade, é um povo abandonado, diante da falta de condições sociais, da ausência do Estado, saúde e educação de pouca qualidade, ausência de opções de lazer, a desigualdade na distribuição de renda, dentre outros tantos fatores. É justamente todos aqueles aspectos bem colocados pelo Dartiu Xavier, em recente entrevista (http://coletivodar.org/2013/01/dartiu-xavier-pensam-que-a-miseria-social-e-uma-decorrencia-da-droga-o-que-nao-e-verdade/)

E, o nosso irmão Geraldo, não pode fumar um sacramento (para muitos, um mero baseadinho), orando, rezando, com pensamentos positivos? O que ele fez? Existe notícia de algum ato violento? Existe notícia de algum ato que tenha ofendido ou violado direito de terceiros? Não, nada mais do que simplesmente exercer (pretender exercer) seus plenos direitos que lhes são fundamentais. E, o pior, estamos falando de uma PRISÃO PREVENTIVA, sem qualquer condenação definitiva.

Agora, além de sequestro dos bens, querem acusá-lo de associação para o tráfico e que, todas as testemunhas ouvidas, também sejam processadas! Ou seja, nem mesmo as testemunhas, compromissadas em dizer a verdade, agora estão sendo coagidas de serem processadas, por falarem a verdade? Uma verdadeira inquisição.

Sinceramente, não vejo como prevalecer qualquer requisito legal que sustente a tese em prol da manutenção da segregação preventiva desse cidadão e, muito menos, as acusaçÕes pretendidas pelo Ministério Público, Juiz, ou qualquer outra autoridade. A situação já extrapola os limites do razoável. Precisamos mover nossas redes sociais. Encher a caixa de e-mail dessas autoridades, do Ministério Público Paulista, do Tribunal de Justiça de São Paulo.

Inclusive, me vem à memória, que no processo de reconhecimento do Santo Daime, houve um caso de dois irmãos que, no ano de 2000, ficaram presos na Espanha, por 54 dias, acusados de tráfico, dentre outras tantas acusações. Para quem quiser mais informações, vale a pena conferir o link http://www.santodaime.org/fardados/espanha/esp17.htm, o qual bem se assemelha o que está passando o Geraldinho.

Ras Geraldinho, que a grandeza de sua fé, que Jah e todas as vibrações positivas estejam contigo neste momento e que tenha a certeza de que essa vitória ainda está para acontecer. Quando se está diante da verdade, ela há de prevalecer. É por isso que estamos nessa batalha, e não vamos esmorecer. Força Geraldo e a todos seus familiares e seguidores. Que sejam firmes nesta jornada, DO AMOR, DA VERDADE E DA JUSTIÇA, por ser uma questão muito além do que de direito, mas, acima de tudo, de fé.

Mauro Machado Chaiben

Brasília, 30.01.2013.

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  • Usuário Growroom

A situação já extrapola os limites do razoável. Precisamos mover nossas redes sociais. Encher a caixa de e-mail dessas autoridades, do Ministério Público Paulista, do Tribunal de Justiça de São Paulo.

Eu gostei desta parte...

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  • Usuário Growroom

Pessoal, vamos ser racionais. Não adianta ficar xingando os vagabundos aqui; "vamos encher as caixas de e-mail...."

O problema é que não se aceita manifestações anonimas, por tanto tem-se que comunicar todos os seus dados, desde cpf até a cor da cueca!

Mas, se um grande número de pessoas se manifestarem poder dar mais segurança e força....

Já pensou virem até tua casa para averiguar alguma plantação?

Esse é o link da ouvidoria:

http://www.tjsp.jus....ia/Default.aspx

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  • Usuário Growroom

Alguem deveria abrir um topico com emails desses mesmos!

Para podermos nos mexer eu mesmo moro longe,mais oq puder fazer pelo Raz ou qlqr outro grower eu faço!

DE AS comandas que os soldados estão com toda disposição!ta na hora disso acabar de começarmos a nos mexer!

Vamo q vamo galerinha!a nonssa voz tem poder!

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  • Usuário Growroom

puta que pariu, q perigo pra sociedade este homem oferece??????????????????????????????????????????????????????????????????????

seu promotor, seu trabalho é promover a Justiça,e nao condenar pessoas de bem , entao por favor , FAÇA SEU TRABALHO DIREITO...

inquisição nunca mais... a mao no tambor que nao faz mal a ninguem , e acendo meu cigarrao de Maconha...Jah é mais forte,

foda-se a babilonia ela se queimará sozinha...

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  • Usuário Growroom

nao consigo mais rir...e minhas lagrimas tb secaram mano..... caralho q isso vc ver o mano a 7 meses nessa situaçao, passando um calvário cristico..... em plenos dias de hoe.... meu deus meu deus do céu...... q mundo eh esse meu Deus.....

Socorro minha Mãe do Céu.

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  • Usuário Growroom

Galera, seguindo a ideia de enviar emails do Mario Chiaben postada aqui no tópico e a simpatia com essa ideia de alguns foristas, tomei a liberdade de criar esse tópico na área de ativismo:

Quem puder da uma força lá... vamos nos organizar!

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  • 2 weeks later...
  • Usuário Growroom

infelizmente aconteceu

palavras da Marlene:

Amigos... inacreditável que isto esteja ocorrendo em pleno século 21!

Inacreditável estarmos vivendo um período de trevas tão densas...

Horror!!!!

O juiz acatou a denúncia do promotor e incluiu as testemunhas de defesa como co-autores do crime de associação para o tráfico.

Nos dizeres do juiz:

Há nos autos prova da materialidade do delito seis mil, seiscentos e oitenta e cinco gramas de maconha.Também há indícios suficientes de autoria.Com efeito, ouvida em juízo como testemunha arrolada pela Defesa, Luciente Tratfisch Cavalaro afirmou que também ajudava no plantio e colheita da erva cannabis sativa, ou nas suas palavras, Acho que já tirei umas preguinhas (sic).Também arrolados pela Defesa como testemunhas, Bruno Cortez e Samir Gabriel Martins teriam deixado claro que participavam em mutirão no plantio, cuidados e colheita da erva.Recebo, pois, o aditamento à denúncia, designando novo interrogatório do réu para o dia 08 de março de 2013, às 13:30 horas

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infelizmente aconteceu

palavras da Marlene:

Amigos... inacreditável que isto esteja ocorrendo em pleno século 21!

Inacreditável estarmos vivendo um período de trevas tão densas...

Horror!!!!

O juiz acatou a denúncia do promotor e incluiu as testemunhas de defesa como co-autores do crime de associação para o tráfico.

Nos dizeres do juiz:

Há nos autos prova da materialidade do delito seis mil, seiscentos e oitenta e cinco gramas de maconha.Também há indícios suficientes de autoria.Com efeito, ouvida em juízo como testemunha arrolada pela Defesa, Luciente Tratfisch Cavalaro afirmou que também ajudava no plantio e colheita da erva cannabis sativa, ou nas suas palavras, Acho que já tirei umas preguinhas (sic).Também arrolados pela Defesa como testemunhas, Bruno Cortez e Samir Gabriel Martins teriam deixado claro que participavam em mutirão no plantio, cuidados e colheita da erva.Recebo, pois, o aditamento à denúncia, designando novo interrogatório do réu para o dia 08 de março de 2013, às 13:30 horas

Que Juiz imbecil, quer confiscar a propriedade, quer indiciar testemunha como co-autor. Não acredito! Ridiculo! Revoltante!

Esse babaca é proibicionista até o osso hein, e o promotor também segue o mesmo caminho.

"Seis mil, seiscentos e oitenta e cinco gramas de maconha" só se for na zona onde trabalha a mãe desse juiz na terra desse magistrado.

Com certeza pesaram raiz, folhas, galhos e tudo mais que estivesse ao redor como maconha, e provavelmente pesaram ainda molhado pois

o judiciário tem determinado a icineração das "drogas" sempre de maneira rápida para evitar furtos, depósitos lotados e etc.

As nossas leis não são tão ruins, em tese usuário não é traficante e a livre manifestação religiosa é garantida por lei. mas só em tese. A aplicação das leis aqui sempre obedece interesses financeiros, religiosos, políticos e etc.

Vou ali vomitar de nojo dessa merda de país e já volto.

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  • Usuário Growroom

Seis toneladas na Igreja do Ras??? Palhaçada! Mesmo que tenham pesado terra junto não dá pra chegar nesse peso! Ou será que pesaram a ignorância e o despreparo da polícia junto com as plantas?

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  • Usuário Growroom

sou uma das testemunhas e confesso o quanto esta noticia nos abalou. é muita coisa envolvida.. familia, amigos, trabalho e compromissos financeiros com a babilonia. precisamos da ajuda de todos, de TODOS. esse é um pedido de socorro!

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