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Comissão Cjgr Para Cannabis Medicinal

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Caros CJGR e membros do Growroom,

Apos muitos debates, criamos, orgulhosamente, para o desenvolvimento, auxilio juridico e das ciências médicas e da mente, análise e estudos sobre o cultivo e consumo pessoal, para a finalidade medicinal da cannabis, a presente Comissão CJGR para Cannabis Medicinal.

Finalidade da Comissão:

Auxiliar aqueles que necessitam de tratamento para algum tipo de enfermidade e escolhem como meio principal ou alternativo, o cultivo e consumo da cannabis.

Promover a informação técnica e divulgar os resultados sobre os benefícios do cultivo e consumo da cannabis com a finalidade medicinal.

Dar assistência jurídica e das ciências médicas e da mente, quando necessário e possível, para fazer cumprir o direito constitucional a saúde e sádia qualidade de vida, como pilar máximo da dignidade da pessoa humana e dos direitos dos homens.

Objetivo da Comissão

Tornar licito o cultivo e consumo de cannabis com a finalidade medicinal.

Como participar da Comissão CJGR para Cannabis Medicinal

O ingresso na comissão é livre.

Para participar basta realizar o post nesse tópico.

Ao realizar o post, será considerado e exigido o comprometimento com a comissão. Participando ativamente dos objetivos e finalidade.

Obs. SÓ POST NESSE TÓPICO SE REALMENTE QUER PARTICIPAR DA COMISSÃO

Organização da Comissão

A presente Comissão tem por coordenador geral o CJGR BigCunha.

Compete ao coordenador geral da comissão a formação necessária para o desenvolvimento da mesma. Cuja aceitação será submetida ao CJGR, que analisará a qualidade técnica e comprometimento dos indicados para formar a organização da presente comissão.

Dos membros da Comissão com educação escolar superior

Precisamos de profissionais das ciências médicas ou correlatas.

Precisamos de profissionais em midia

Este tópico é de abertura. A evolução da comissão é quem determinará sua organização final.

Grande abraço.

CJGR Drullys.

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oi.., eu to dentro.. rsrsrs (novidade rsrsrs)

e ótima idéia!! lindo... ja posso ajudar?

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Parabéns drullys!

Estou dentro,irmão!

Vamos mudar o panorama da Cannabis Medicinal no Brasil!

Quem sabe,um dia,tenhamos especialistas em avaliação médica de cannabis no Brasil.

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Conte comigo ! Não merecemos mais carregar nas nossas costas ,a responsabilidade por toda violência que o narcotráfico gera , queremos plantar e colher , a nossa própria cannabis . Chega de misturas perigosas !!!!! queremos paz e direitos humanos !!!!!!!!!!!!

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As evidencias que a cannabis ajuda no tratamento do glaucoma surgiram há muito tempo e já estao bem estabelecidas.

O tratamento do glaucoma é algo desanimador. É uma doenca do nervo óptico, progressiva, e o principal fator de risco para o desenvolvimento das formas graves é a pressao intra-ocular (PIO)aumentada. Entretanto, existem pessoas que nunca tiveram aumento de PIO e desenvolvem glaucoma. E outras tem a PIO bem acima do normal e nao desenvolvem o glaucoma.

Existem atualmente no mercado brasileiro quatro grupo de drogas para seu tratamento, na forma de colírios. O mais eficaz e mais moderno, do chamado grupo das prostaglandinas (Xalatan, Lumigan, Travatan, Drenatan, etc) custa 120-140 reais o frasco minusculo que dura uns 20 dias. Sao medicacoes de uso continuo, cheias de efeitos colaterais importantes, e devem ser usadas todo santo dia. Se um grupo de droga nao abaixa a PIO para os niveis desejados, associam-se as outras, alguns pacientes usam os quatro tipos de drogas. Se msm usando essas drogas nao se atingir a PIO alvo, está indicada a cirurgia ( de maneira geral, claro com exceçoes). Os efeitos colaterais da cannabis ( se é que existem ) sao completamente insignificantes qdo comparados aos dos tratamentos atuais.

A cirurgia nao funciona para sempre, ou seja, depois de algum tempo ela entra em falencia. Em boa parte dos pacientes ela nao chega a funcionar. Existem varias complicacoes decorrentes dessa cirurgia, o pos operatorio eh bem complicado, com uso constante de outros colirios, e ela nao oferece a cura do gluacoma, apenas tem o objetivo de controlar a Pio sem a ajudas dos colirios hipotensores e soh por certo tempo.

Toda a visao perdida por causa do glaucoma eh irreversivel, nao volta msm que se controle a pio, já que é um dano que ocorre no sistema nervoso.

Como explicado neste link ja postado pelo Thiabo em outro topico, http://yourbrainonbliss.com/Blog/?p=1467 , a cannabis alem de diminuir a pio tambem eh neuro protetora, o que a torna ainda mais eficaz neste cenario.

Na verdade, isso que eu escrevi aqui todo mundo ja sabe. Já esta bem comprovado que o potencial dessa planta é enorme. Porém existem muitos interesses envolvidos, da industria farmaceutica, comunidade medica, etc...

Posso escrever um texto mais " arrumadinho " sobre isso, assim q tiver mais tempo posto aqui.

Abc

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Desculpe me intrometer mas já que não sei onde mais postar, acho que algo que seria bem chamativo e impactante seriam depoimentos de usuários medicinais relatando como convivam com a doença antes e depois do uso da maconha e como a erva os ajudou.

No estilo novela da Globo mesmo haha, acho que isso iria apelar ao público brasileiro pois muitos sofrem dessas doenças e tem um preconceito absurdo com a maconha. Talvez sabendo que a mesma é um remédio para essa doença, mude esses conceitos.

Mas claro, os usuários teriam que estar dispostos a colocarem a cara e etc. Boa sorte, qualquer ajuda me manda um MP.

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Desculpe me intrometer mas já que não sei onde mais postar, acho que algo que seria bem chamativo e impactante seriam depoimentos de usuários medicinais relatando como convivam com a doença antes e depois do uso da maconha e como a erva os ajudou.

No estilo novela da Globo mesmo haha, acho que isso iria apelar ao público brasileiro pois muitos sofrem dessas doenças e tem um preconceito absurdo com a maconha. Talvez sabendo que a mesma é um remédio para essa doença, mude esses conceitos.

Mas claro, os usuários teriam que estar dispostos a colocarem a cara e etc. Boa sorte, qualquer ajuda me manda um MP.

Nesse estilo já estamos "bolando um vídeo"... Exatamente nesse esquema. Cabe frisar que o vídeo não é diretamente dos CJGR, mas sim, uma iniciativa minha e do Jahhba - inclusive tem um tópico sobre ele aqui no fórum.

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Já existem alguns videos gravados com pacientes. O Coletivo Projects tem 4 pacientes gravados e o Growroom tem um! Mas esses videos são cartas na manga que só serão usadas no momento oportuno, por isso não foram divulgados.

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Já existem alguns videos gravados com pacientes. O Coletivo Projects tem 4 pacientes gravados e o Growroom tem um! Mas esses videos são cartas na manga que só serão usadas no momento oportuno, por isso não foram divulgados.

To sabendo, mas nosso esquema é um pouco diferente desse ideia aí.

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Pronto para contribuir com a formação da prova cientifica e revisão técnica e do metodo dos trabalhos realizados. A sugestão do Coordenador desta Comissão indicam trabalhos a serem iniciados. Vamos pra cima. Grande abraço e sucesso!

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As evidencias que a cannabis ajuda no tratamento do glaucoma surgiram há muito tempo e já estao bem estabelecidas.

O tratamento do glaucoma é algo desanimador. É uma doenca do nervo óptico, progressiva, e o principal fator de risco para o desenvolvimento das formas graves é a pressao intra-ocular (PIO)aumentada. Entretanto, existem pessoas que nunca tiveram aumento de PIO e desenvolvem glaucoma. E outras tem a PIO bem acima do normal e nao desenvolvem o glaucoma.

Existem atualmente no mercado brasileiro quatro grupo de drogas para seu tratamento, na forma de colírios. O mais eficaz e mais moderno, do chamado grupo das prostaglandinas (Xalatan, Lumigan, Travatan, Drenatan, etc) custa 120-140 reais o frasco minusculo que dura uns 20 dias. Sao medicacoes de uso continuo, cheias de efeitos colaterais importantes, e devem ser usadas todo santo dia. Se um grupo de droga nao abaixa a PIO para os niveis desejados, associam-se as outras, alguns pacientes usam os quatro tipos de drogas. Se msm usando essas drogas nao se atingir a PIO alvo, está indicada a cirurgia ( de maneira geral, claro com exceçoes). Os efeitos colaterais da cannabis ( se é que existem ) sao completamente insignificantes qdo comparados aos dos tratamentos atuais.

A cirurgia nao funciona para sempre, ou seja, depois de algum tempo ela entra em falencia. Em boa parte dos pacientes ela nao chega a funcionar. Existem varias complicacoes decorrentes dessa cirurgia, o pos operatorio eh bem complicado, com uso constante de outros colirios, e ela nao oferece a cura do gluacoma, apenas tem o objetivo de controlar a Pio sem a ajudas dos colirios hipotensores e soh por certo tempo.

Toda a visao perdida por causa do glaucoma eh irreversivel, nao volta msm que se controle a pio, já que é um dano que ocorre no sistema nervoso.

Como explicado neste link ja postado pelo Thiabo em outro topico, http://yourbrainonbl...om/Blog/?p=1467 , a cannabis alem de diminuir a pio tambem eh neuro protetora, o que a torna ainda mais eficaz neste cenario.

Na verdade, isso que eu escrevi aqui todo mundo ja sabe. Já esta bem comprovado que o potencial dessa planta é enorme. Porém existem muitos interesses envolvidos, da industria farmaceutica, comunidade medica, etc...

Posso escrever um texto mais " arrumadinho " sobre isso, assim q tiver mais tempo posto aqui.

Abc

BigCunha. Considere sua primeira sugestão para inicio dos trabalhos. O fuck_off deu inicio meio e fim para o assunto. Basta organizar, colher provas e publicar.

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Salve BigCunha, fuck_off e os membros da comissão! A divisão técnica do estudo sobre glaucoma poderia ser dessa forma?

1. Definição de Glaucoma;

2. Tipos de Glaucoma;

2. Sintomas (internos e externos?);

3. Tratamento;

4. Farmacos;

4.1. Efeitos colaterais

5. Cirurgia;

6. Cannabis como tratamento alternativo;

7. Estudo de caso de paciente de Glaucoma que consome Cannabis; (pra ficar legal, observamos pacientes de Glaucoma que se tratam com medicamento convencional e outros que se tratam com cannabis, e confrontar os dados. Observar, incluse o aspecto economico. Quanto o Estado gasta com o convencional e quanto gastaria com a autorização para cultivo e consumo daqueles pacientes).

(No item 7 devemos criar formulario especifico)

8. Direitos humanos:

8.1. Do direito a dignidade da pessoa humana;

8.2. Do direito a vida;

8.3. Do direito a saúde;

8.4. Do direito a sadia qualidade de vida;

9. Do direito individual do homem ao tratamento

10. Do direito individual do homem a negar tratamento

11. Conclusão;

12. Documentos

13. Vídeos/depoimentos

14. Bibliografia.

Seria exemplo para um trabalho cientifico. Tanto medico quanto juridico?

O objetivo é enviar o estudo para o Congresso Nacional, STF, MPF, OMS, CIDH, CRM, OAB, e publicar em revistas do genero.

Grande abraço.

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  • O que é Glaucoma?

O glaucoma é uma doença causada pela lesão do NERVO ÓPTICO relacionada a pressão ocular alta. Pode ser crônico ou agudo. Quando crônico é caracterizado pela perda da VISÃO PERIFÉRICA (visão que permite perceber objetos ao nosso redor), devido a lesão das fibras dos nervos que se originam na RETINA e formam o nervo óptico. O principal fator relacionado a esta lesão é a pressão interna do olho alta, porém existem outros fatores ainda em estudo. Quando agudo, se dá porque a pressão interna do olho torna-se extremamente alta e causa perda súbita e grave da visão (a média da pressão é 16 mmg porém varia entre 12 até 23 mmg sem no entanto causar problemas na maioria das pessoas).
  • Quais os sinais e sintomas do Glaucoma?

O glaucoma raramente apresenta sintomas. Os sinais da doença só vão surgir nos glaucomas agudos, quando o paciente sofre fortes DORES DE CABEÇA, FOTOFOBIA, enjôo e DOR OCULAR intensa.
  • Quais os exames necessários para diagnóstico do glaucoma?

Para o diagnóstico do glaucoma alguns EXAMES devem ser realizados, como: TONOMETRIA DE APLANAÇÃO (exame para a tomada da pressão intraocular), FUNDO DE OLHO (exame para avaliar se existe lesão do nervo óptico provocado pelo glaucoma), GONIOSCOPIA (exame para classificar o tipo de glaucoma) e CAMPO VISUAL (exame para avaliar se há perda do campo visual). O diagnóstico precoce do glaucoma só é feito em um exame oftalmológico de rotina e a medida anual da pressão intraocular é a forma mais sensata de se preservar a VISÃO.
  • A pressão alta dos olhos pode ser um indicativo de glaucoma?

Sim, um dos fatores de risco relacionados ao glaucoma é a pressão interna do OLHO alta. Entretanto este não é o único fator que contribui para a doença, pois algumas pessoas com pressão do olho alta nunca demonstrarão lesão por glaucoma. Somente com acompanhamento e verificando outros fatores como aparência do NERVO ÓPTICO e o exame de CAMPO DE VISÂO comparativo dará melhores informações.
  • Mesmo com a pressão ocular alta a visão pode continuar piorando?

Sim, o bom controle da pressão interna do olho retarda a lesão do glaucoma, porém já foi observado que ele pode continuar a piorar em algumas pessoas, demonstrando que outros fatores podem estar relacionados para sua piora (ver VISÃO).

  • O glaucoma deixa o paciente cego?

Sim, a perda progressiva do CAMPO DE VISÃO PERIFÉRICO pode causar grandes dificuldades para perceber objetos a sua volta (porém só ocorre com muitos anos de doença não controlada, geralmente). Já o glaucoma avançado pode acometer a VISÃO CENTRAL também (aquela que se usa para leitura), podendo chegar ao ponto de perda total da VISÃO.
  • A cegueira causada pelo glaucoma é reversível?

Não, como ela se dá pela lesão que ocorre em fibras de nervos que saem da RETINA para o NERVO ÓPTICO, não se tem ainda como recuperá-las.

  • O colírio usado para baixar a pressão ocular deve ser usado para sempre?

Sim, a pressão interna dos olhos é o único fator relacionado ao glaucoma que é possível de intervir, portanto é onde são investidos recursos para controle. Os COLÍRIOS são os meios até o momento mais seguros de manter o controle da pressão do olho e como já foi comprovado que o controle da pressão retarda a evolução do glaucoma é necessário o uso contínuo destes colírios para proteger o olho da lesão do glaucoma.
  • Quando a pressão ocular estiver normalizada a pessoa pode parar de usar os colírios?

Não, se são os COLÍRIOS que no caso estão mantendo a pressão controlada, parar seu uso causará novo desequilíbrio e aumento da pressão. Quando o controle não é alcançado com os colírios em terapia máxima a cirurgia para redução da pressão deve ser indicada.

  • Quando se opera o glaucoma o problema da pressão está resolvido?

Na maioria dos pacientes que são submetidos a CIRURGIA para redução da pressão interna do olho ocorre o equilíbrio da pressão em um nível seguro, não precisando mais do uso de COLÍRIOS. Por outro lado, alguns pacientes podem apresentar difícil controle mesmo após a cirurgia, necessitando novas cirurgias ou até manter os colírios.

  • Quando se opera o glaucoma a visão pode voltar?

A CIRURGIA tem apenas o objetivo de controle da pressão interna do olho, para evitar a rápida progressão da lesão do glaucoma. Portanto não melhora a VISÃO já afetada pela lesão do NERVO ÓPTICO, pelo glaucoma.
  • Ter familiares com glaucoma aumenta o risco de ter glaucoma?

Sim, um dos fatores de risco muito importante para ter o glaucoma é a história familiar. Porém não quer dizer que obrigatoriamente terá glaucoma quem tiver familiar glaucomatoso. O EXAME oftalmológico adequado, com um bom oftalmologista, é muito importante para o esclarecimento de dúvidas.

  • Quais as pessoas mais propensas a terem glaucoma?

De acordo com as estatísticas1% a 2% da população acima de 40 anos é portadora de algum tipo de glaucoma. Filhos de glaucomatosos precisam verificar com mais freqüência sua pressão intraocular. Deve se ter atenção a certos MEDICAMENTOS que podem provocar o aumento da pressão intraocular.

Para esclarecer e acrescentar o que o irmão fuck_off,havia exposto.

Abraço.

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Pessoal, vou contribuir dentro de minha área que é tratamento de DTM, disfunção da articulação temporo mandibular. DTM é uma condição crônica, com etiologia muito variada e com uma gama enorme de sintomas, os mais importantes são dores crônicas na cabeça e ouvido, estalos na articulação, enjôo, insônia, fotofobia e trismo (travamento da abertura bucal). A DTM na maioria dos casos tem tratamento apenas sintomático que envolve o uso de relaxantes musculares pesados e antiinflamatórios, além de placas e cirurgias.

Por experiência própria, já que também tenho essa condição, a maconha ajuda muito, chegando a eliminar 100% dos sintomas com um único baseado antes de dormir. Retirei esse texto que segue do TMJ HOPE, um site estadounidense destinado a ajudar pessoas com DTM:

Maconha ajuda os pacientes aliviando a dor crônica e provendo horas de sono - Pesquisa publicada no Canadian Medical Association Journal afirma que pacientes com dor neural pós-cirúrgica ou pós-traumática tiveram melhora da dor e sono, quando administrado várias doses de cannabis. Este estudo não é surpreendente, já que muitos pacientes têm relatado que a maconha contribui com a dor e sono, no entanto, não tem havido muita pesquisa científica feita para provar as alegações. Muitos pesquisadores, médicos e pacientes estão esperando que mais estudos sejam feitos no futuro. Atualmente, a maconha é legal para uso medicinal em 14 estados e no Canadá. fonte:http://www.tmjhope.org/whats-new-tmj-research/

Bem pessoal fiz uma contribuição rápida, mas tentarei achar mais sobre o assunto e estou disposto a ajudar no que for preciso. Atendo diariamente várias pessoas com dor crônica na articulação e fico me coçando de vontade de receitar maconha. Quem sabe um dia hehe.

excelente iniciativa caras.

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Achei esse artigo nesse site,espero que ajude:http://archopht.jama...rticleid=264203

Google tradutor:

Marijuana fumada vs cannabinóides para o tratamento de glaucoma

Keith Green, PhD, DSc

RESUMO | | efeitos médicos efeitos oculares | fumando maconha como tratamento para o glaucoma | canabinóides PARA TRATAMENTO GLAUCOMA | informações sobre o autor | REFERÊNCIAS

Objetivo discutir os efeitos clínicos, incluindo os dados toxicológicos, da maconha e seus compostos constituintes muitos no olho e do restante do corpo. Uma perspectiva é dada sobre o uso de marijuana e os canabinóides no tratamento do glaucoma.

Resultados Embora seja incontestável que o fumo do material de planta de marijuana provoca uma diminuição da pressão intra-ocular (IOP) em 60% a 65% dos utilizadores, o uso continuado a uma velocidade necessária para controlar a pressão intra-ocular glaucoma iria dar origem a efeitos tóxicos sistémicos reveladas como alterações patológicas .

Conclusões Desenvolvimento de drogas com base na molécula de canabinóide ou seus agonistas para uso como medicamentos tópicos ou orais antiglaucomatosos parece ser digno de prosseguimento. Entre os produtos químicos últimos, alguns não têm efeitos colaterais adversos conhecidos psicoativas. Fumar maconha de material vegetal para a redução da pressão intra-ocular elevada em glaucoma é desaconselhável, dado o seu perfil toxicológico.

Avaliações anteriores sobre os efeitos oculares e tóxicos de marijuana1-6 têm fornecido fundo considerável gerais respostas humanas. Uso da maconha para fins medicinais diminuiu acentuadamente nas civilizações ocidentais durante os anos 1930 e 1940, devido à potência variável destas preparações à base de plantas e do desenvolvimento paralelo de medicamentos específicos mais potente e direcionada a sintomas específicos. Esta alteração filosófica em terapia médica reflete as mudanças que ocorreram em todos os ramos da medicine.7 Apenas na última parte do século XX tem sido usados ​​como a maconha uma substância indutora de prazer durante a liberalização de ética e comportamento social em muitos cultures.8-10 Depois tabaco, álcool e cafeína, que é provavelmente a droga mais utilizada na sociedade.

Mais recentemente, a legislação foi aprovada por alguns estados (com revogação posterior em um estado) que levou a um ressurgimento do interesse na avaliação de possíveis usos medicinais da maconha. Avaliações amplas resultaram em um relatório para o diretor do Instituto Nacional de Saúde, 11 e resultará em outra do Instituto de Medicina da Academia Nacional de Ciências. Além disso, uma reunião sobre o tema realizada em março de 1998 em New York University School of Medicine, em Nova York, resultará na publicação de um livro, na primavera de 1.999,12 Em muitas áreas de interesse, há pouco material, mas anedótica em que confiar , mas na área de glaucoma, existe uma literatura substancial.

Uma série de riscos para a saúde de maconha foram identificados, mas alguns são difíceis de documentar-completely.9 10,13 Os efeitos agudos são aumentados taxa de pulso, hipotensão ortostática, euforia, e conjuntival hyperemia.14-15 de longo prazo efeitos clínicos em humanos incluem respiratório, hormonais e pulmonares efeitos tóxicos, embora os efeitos sobre muitos outros sistemas de órgãos, incluindo o cérebro, têm sido fumar noted.14-28 conduz a Marijuana emphysemalike alterações pulmonares causadas por produtos de combustão (isto é, marijuana, canabinóides) ou através da liberação de alcatrão, substâncias cancerígenas, e outros materiais voláteis, como ocorre com o tabaco smoke.16-17 Os últimos produtos, no entanto, ocorrem em maior concentração do que no tabaco smoke.19 Os efeitos cognitivos induzidos pela maconha são motivo de preocupação igual; estes assumem maior relevância com a exposição crônica, repetitiva, especialmente na faixa etária em que o glaucoma é mais prevalent.18, 20-28 Esses fatores devem ser considerados ao uso crônico de maconha potencial é considerado como um tratamento. Isto é especialmente verdadeiro para o glaucoma, em que o uso contínuo seria necessário para o controle da doença 24 horas por dia, o que requer tantos como 2920-3650 cigarros de maconha por ano.

Os efeitos generalizados dos canabinóides e maconha em muitos sistemas biológicos têm sido atribuídos a efeitos diretos sobre certos processos bioquímicos, perturbações nas membranas celulares, ou apego a um dos dois receptores de canabinóides identificados, CB1 e CB2. O receptor CB1 está localizada no sistema nervoso central, enquanto que os receptores CB2, em tecidos do sistema imunológico, tais como spleen.29-33 Através do uso de agonistas canabinóides tais como WIN5512-2 e identificação methanandamide, de receptores de canabinóides, e da avaliação do seu papel em que reflecte a actividade biológica dos canabinóides, uma imagem melhor e mais completo surgiu dos efeitos destes compounds.29-38

A inalação de fumaça de maconha ou fumo de cigarros atados com Δ9-tetrahidrocanabinol (Δ9-THC), a injeção intravenosa de canabinóides, ou ingestão de Δ9-THC ou maconha ("brownies") faz com hiperemia conjuntival e diminuição lacrimation.1-4,6, 39-41 efeitos colaterais oculares incluem diplopia, perturbações da acomodação, fotofobia, blefaroespasmo nistagmo, e. Os efeitos oculares da inalação a longo prazo parece ser marijuana similar.42-43 pupilares efeitos parecem diferir dependendo um pouco das circunstâncias de marijuana intake.44-45

Canabinóides diferentes reduzem a pressão intra-ocular (IOP) em cerca de 60% a 65% das pessoas, e marijuana e Δ9-THC (inalado ou administrado por via oral), também diminui a PIO na mesma percentagem de indivíduos não glaucomatosos volunteers4, 39,41 - 42, e de pacientes voluntários com glaucoma.4, 41,46 hipotensão ortostática e 50% de diminuição do lacrimejo ocorrer rapidamente após a inalação de 2% Δ9-THC cigarros, 41 como notou com um homólogo THC sintético. Uma relação dose-resposta aparente ocorreu entre os canabinóides ou marijuana e PIO quando os grupos foram avaliados. Embora a queda de pico de pressão intra-ocular foi relacionada com a dose, o momento de mudança máxima foi inalterada. A PIO caiu, em média, por cerca de 25% (intervalo de 45% a 5%), depois 2% de marijuana através de uma água de refrigeração pipe.39 Duração da redução da pressão intra-ocular é de cerca de 3 a 4 horas, através da qual o tempo aproxima-se do IOP presmoking level.1-4,6,39,41 A maior dificuldade com fumar maconha era separar a redução da pressão intra-ocular e o efeito eufórico. Esses achados confirmam os efeitos fisiológicos e farmacológicos encontrados em animais experimentais após droga intravenosa administration.47-50

Estudos em pacientes com primário de ângulo aberto, glaucoma (GPAA) indicaram uma redução da pressão intra-ocular em 60% a 65% da população após fumar marijuana ou Δ9-THC ingestion.4, 39,41,46 Sete de 11 pacientes em um estudo mostrou uma redução da PIO de cerca de 30% após a marijuana 2% cigarettes.46 quantidades Mais de medicamento oral ou marijuana eram necessários em comparação com a droga inalada, presumivelmente devido à menor absorção por via anterior.

Cerca de 300 voluntários (assuntos não glaucomatosos ou pacientes com GPAA) em geral participaram de estudos para examinar os efeitos agudos de fumar maconha ou uso de canabinóides (tópica, oral ou intravenosa). Uma vez que o maior grupo individual era de cerca de 40 pessoas, o que constitui um grande número de grupos e uma variedade de condições em que a marijuana ou um dos seus constituintes redução da PIO.

Tópica Δ9-THC foi examinada em coelhos, cães, e primatas para farmacológico Activity1-6,50 - 55 e effects56 tóxicos, antes de serem testados em humans.57-60 A melhor veículo identificado para a distribuição do agente lipofílico no 1980s55 precoce tem sido substituídos por veículos que permitem a internalização dos compostos solúveis em lípidos em outros materiais, que são eles próprios solúveis em água. Isto proporciona um modo de entrega de uma droga excelente lipofílico através do ambiente aquoso rasgo ao epitélio corneal lipídico. Outras abordagens têm implicado solúveis em água, ésteres de um sal de maleato de um compound.5 Δ9-THC relacionado Esta abordagem pró-droga oferece uma nova modalidade para encorajar uma maior penetração da droga ao local de acção. O desenvolvimento de nonpsychoactive canabinóide, medicamentos relacionados também resultou na separação de redução de IOP efeitos eufóricos, pelo menos em testes em animais experimentais, e 61 é uma promessa para desenvolvimentos futuros mais. Nos seres humanos, Δ9-THC gotas eram ineficazes na redução da pressão intra-ocular em estudos simples ou múltipla gota, devido à indução da ocular irritation.59-60 Este efeito revelou-se apenas em humanos.

Fumando maconha como tratamento para o glaucoma

Utilização de fumar maconha como um tratamento para o glaucoma não é desejável por várias razões. Embora a absorção da droga é máxima com o tabagismo e o utilizador ou doente pode dosear o fármaco a um nível de euforia indicativo de uma resposta farmacológica, esta abordagem é pobre. Os efeitos patológicos no pulmão já descritos, a exposição a cancerígenos, e outras alterações pulmonares e respiratórias no órgão e celular levels16 17,19-tudo fazer fumando um mecanismo inviável. Os efeitos sistêmicos tóxicos que resultam em alterações patológicas só parece suficiente para desencorajar a fumar maconha.

Primário de ângulo aberto, glaucoma é uma doença de 365 dias por ano, e uma vez que a queda marijuana induzida na PIO dura apenas de 3 horas, o consumo de drogas concebivelmente necessário para reduzir e manter a pressão intra-ocular num nível seguro seria muito elevado. A PIO é o único parâmetro facilmente mensurável que pode-se usar como um índice de GPAA e ainda é o principal indicador do que é essencialmente um neuropatogénico disease.62 Nenhuma indicação foi obtido ou informou que os número altamente limitado de pessoas que consomem cigarros de maconha como uma droga experimental compassivo novo demonstraram qualquer manutenção da função visual ou campo visual ou de estabilização óptica de desaparecimento.

Uma vez que reduz a pressão intra-ocular marijuana, durante 3 a 4 horas, após o qual a pressão intra-ocular para o controle retorna linha de base, da PIO para um valor significativamente reduzido, incluindo a manutenção da pressão intra-ocular de cada 2 horas valor mínimo baixo, requer um cigarro a ser fumado marijuana 8 ou l0 vezes por dia (pelas pessoas em quem realmente diminui a PIO). Este uso corresponde a, pelo menos, 2920 e 3650 como muitos como cigarros de maconha consumidos por ano.3, 6 É difícil imaginar alguém que consome maconha muito e ser um indivíduo produtivo que é incorporado na sociedade e, talvez, operar máquinas ou dirigir nas rodovias . Da mesma forma, os órgãos sistémicos final de efeitos, a este nível de consumo têm o potencial de ser bastante elevada. Por outro lado, a disponibilidade de gotas para os olhos, uma vez ou duas vezes ao dia (uma β-bloqueadores, tais como maleato de timolol ou a agonistas de prostaglandina latanoprost) faz com que a PIO controlar uma realidade para muitos pacientes e proporciona volta do relógio redução da PIO 0,62

Glaucoma tratamento requer uma redução de round-the-clock da PIO, e os tratamentos são avaliados como bem sucedido se este nível de atividade é conseguido sem progressão da perda do campo visual ou alterações do disco óptico. Houve boa cobertura da imprensa do uso de marijuana como antiemetic63-66, ou como um tratamento para o glaucoma. Perigos surgem de duas considerações do último. Em primeiro lugar, o uso intermitente poderia levar a uma falta de redução da PIO, numa base contínua, permitindo assim que a perda da função visual para prosseguir. Em segundo lugar, a utilização plena da marijuana suficiente fumado leva à necessidade, conforme descrito acima, de uma média de pelo menos 3.300 cigarros por ano. Os defensores da última abordagem muitas vezes citam o uso de maconha para o alívio dos sintomas, enquanto que GPAA não tem sintomas até que seja tarde demais, quando a visão está irremediavelmente perdido.

Os defensores de fumar maconha para o tratamento de glaucoma também têm que lidar com a falta de padronização do material vegetal. Os 480 produtos químicos, incluindo 66 canabinóides da maconha, variam dependendo do local e as circunstâncias do crescimento e, certamente, variar, dependendo de qual parte da planta é smoked.67-69 Esta variabilidade vai contra os requisitos da Food and Drug Administration, Washington , DC, sobre as características químicas de identidade e desempenho de drogas específicas. Com efeito, o dronabinol (Marinol), uma forma oral de Δ9-THC, está aprovado pela Food and Drug Administration para o tratamento de náuseas induzidos por quimioterapia e síndrome da imunodeficiência adquirida síndrome de emaciação. Além disso, apesar das tentativas por estados individuais para mudar suas leis, a maconha continua a ser um cronograma 1 substância controlada, e lei federal prevalece.

Por fim, há um movimento crescente nos níveis federal e estadual para limitar o tabagismo em áreas altamente restritos para reduzir o fumo ea exposição de não fumantes à fumaça de segunda mão. Em face da mudança da sociedade, é difícil defender aumento de fumar, principalmente de maconha, em ambientes onde o fumo é normalmente proibidas.

Canabinóides orais ou tópicos são promissores para futuro uso no tratamento do glaucoma. Mais recentes tecnologias de entrega tópica estão disponíveis para estes fármacos lipofílicos, incluindo a formação de microemulsões e uso de ciclodextrinas para aumentar a solubilidade em solução aquosa à base de soluções. Esta é uma melhoria significativa sobre os veículos à base de lípidos que eram as únicas disponíveis durante os estudos anteriormente básica e clínica da aplicação tópica de cannabinoids.51, 56,59 - 60,70 O desenvolvimento de compostos relacionados com Δ9-THC, tais como HU211 ( dexanabinol), que mostram uma completa ausência de efeitos eufóricos mantendo IOP redutor activity61 é um avanço importante. Aumentar o conhecimento sobre os receptores de canabinóides tópicas e ligandos que reduzem a PIO em olhos de coelhos ou macacos permitirá a exploração de diferentes análogos estruturais que podem identificar compostos eficazes como glaucoma potencial medications.70-78 A administração tópica tem também a vantagem de permitir o uso de uma baixa massa de droga por volume de entrega. Mesmo com uma concentração de 5%, uma redução de 30 uL que contém apenas 1,5 mg.

A administração oral dos canabinóides que não possuem efeitos psicoactivos, mas irá reduzir a PIO pode ser um contributo significativo para o arsenal oftálmica contra o glaucoma. Os canabinóides existentes na planta material67-69 ou como metabolites79-80 não parecem ser candidatos viáveis ​​para utilização oral, devido à incapacidade para separar os seus efeitos de euforia e IOP-redutor.

Porque eles são facilmente caracterizados do ponto de vista químico, os canabinóides e substâncias relacionadas representam uma área de foco para futuros estudos. Tal atenção permitiria o desenvolvimento de veículos apropriados para estes produtos químicos no meio ambiente, predominantemente aquosa das lágrimas. Os compostos seriam identificadas que não têm efeitos eufóricos ou, pelo menos, uma proporção muito elevada de redução da PIO para efeitos eufóricos. Esses produtos químicos seria eliminar quaisquer problemas de abuso de potenciais, proporcionando drogas que reduzem a PIO interação única com receptores de membrana ou componentes outros que poderiam ser aditivo a outros medicamentos disponíveis atualmente glaucoma. Em experiências em que a acção de canabinóides na causando uma diminuição da PIO foi objecto, evidências apontam para uma influência no aumento do fluxo de fluido do olho, como o componente principal. Isto é verdade para Δ9-THC e HU211, embora a ligação de cada um destes compostos com o receptor de canabinóide muito variável. A rapidez do início das respostas sugere fortemente que um efeito ocorre que pode sofrer uma adaptação rápida em vez de estar relacionada com alterações em retardar malha trabecular glycoproteins.81

A perspectiva aqui apresentada difere de várias maneiras a partir das conclusões do Instituto Nacional de Saúde painel montado para fornecer um relatório escrito sobre o uso medicinal de marijuana.11 A principal diferença é o foco dos esforços de investigação, que o painel deve ter concluído maconha fumando como seu modo de entrega, ao passo que a minha análise recomenda canabinóides. As razões para esta divergência de opinião são dadas e, acredito, são convincentes para estudos de glaucoma se concentrar em produtos químicos individuais em vez de um material vegetal calibrado.

Este último não tem possibilidade, devido à variabilidade inerente ea versatilidade da planta, de alcançar os padrões exigidos pelo Food and Drug Administration, em termos de identidade química, pureza, ou caracterização. Uma revisão contemporânea de aplicações medicinais que avaliaram o efeito de Δ9-THC e maconha em um amplo espectro de problemas médicos indicaram que o THC pode ter um papel no tratamento da náusea associada com a quimioterapia do cancro e na estimulação do apetite. Outras utilizações de um ou outro material não foram supported.82

Informações sobre o autor

Aceito para publicação 21 de julho de 1998.

Este estudo foi financiado em parte por uma concessão irrestrita departamental e um prêmio Pesquisador Sênior Científico de Pesquisa para a Prevenção da Cegueira Inc, New York, NY.

Reimpressões: Keith Green, PhD, DSc, do Departamento de Oftalmologia da Faculdade de Medicina da Geórgia, 1120 15th St, Augusta, GA 30912-3400 (e-mail: [email protected]).

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Perfeito, acho q ja temos todas as infos necessarias.

Realmente a via de adm oral parece a mais atraente, o uso cronico de coliros causa problemas na superficie ocular devido principalmente aos conservantes da sua composicao.... Alem do fato do efeito ser mais prolongado...

Vou procurar mais artigos aqui e vou postando se achar alguma informacao nova.

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Abstract

PURPOSE:

The purpose of this study was to assess the effect on intraocular pressure (IOP) and the safety and tolerability of oromucosal administration of a low dose of delta-9-tetrahydrocannabinol (Delta-9-THC) and cannabidiol (CBD).

PATIENTS AND METHODS:

A randomized, double-masked, placebo-controlled, 4 way crossover study was conducted at a single center, using cannabis-based medicinal extract of Delta-9-THC and CBD. Six patients with ocular hypertension or early primary open angle glaucoma received a single sublingual dose at 8 AM of 5 mg Delta-9-THC, 20 mg CBD, 40 mg CBD, or placebo. Main outcome measure was IOP. Secondary outcomes included visual acuity, vital signs, and psychotropic effects.

RESULTS:

Two hours after sublingual administration of 5 mg Delta-9-THC, the IOP was significantly lower than after placebo (23.5 mm Hg vs. 27.3 mm Hg, P=0.026). The IOP returned to baseline level after the 4-hour IOP measurement. CBD administration did not reduce the IOP at any time. However, the higher dose of CBD (40 mg) produced a transient elevation of IOP at 4 hours after administration, from 23.2 to 25.9 mm Hg (P=0.028). Vital signs and visual acuity were not significantly changed. One patient experienced a transient and mild paniclike reaction after Delta-9-THC administration.

CONCLUSIONS:

A single 5 mg sublingual dose of Delta-9-THC reduced the IOP temporarily and was well tolerated by most patients. Sublingual administration of 20 mg CBD did not reduce IOP, whereas 40 mg CBD produced a transient increase IOP rise.

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/16988594

Effect of sublingual application of cannabinoids on intraocular pressure: a pilot study

Um dos problemas desse estudo, imo, eh que testaram os canabinoides separadamente, alem do n baixo.

Muita gente acredita que eh a combinacao dos mais de sessenta cannabinoides da planta que eh responsavel pelos maiores beneficios....

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Endocannabinoids in the retina: from marijuana to neuroprotection.

Yazulla S.

Source

Department of Neurobiology and Behavior, Stony Brook University, Stony Brook, NY 11794-5230, United States. [email protected]

Abstract

The active component of the marijuana plant Cannabis sativa, Delta9-tetrahydrocannabinol (THC), produces numerous beneficial effects, including analgesia, appetite stimulation and nausea reduction, in addition to its psychotropic effects. THC mimics the action of endogenous fatty acid derivatives, referred to as endocannabinoids. The effects of THC and the endocannabinoids are mediated largely by metabotropic receptors that are distributed throughout the nervous and peripheral organ systems. There is great interest in endocannabinoids for their role in neuroplasticity as well as for therapeutic use in numerous conditions, including pain, stroke, cancer, obesity, osteoporosis, fertility, neurodegenerative diseases, multiple sclerosis, glaucoma and inflammatory diseases, among others. However, there has been relatively far less research on this topic in the eye and retina compared with the brain and other organ systems. The purpose of this review is to introduce the "cannabinergic" field to the retinal community. All of the fundamental works on cannabinoids have been performed in non-retinal preparations, necessitating extensive dependence on this literature for background. Happily, the retinal cannabinoid system has much in common with other regions of the central nervous system. For example, there is general agreement that cannabinoids suppress dopamine release and presynaptically reduce transmitter release from cones and bipolar cells. How these effects relate to light and dark adaptations, receptive field formation, temporal properties of ganglion cells or visual perception are unknown. The presence of multiple endocannabinoids, degradative enzymes with their bioactive metabolites, and receptors provides a broad spectrum of opportunities for basic research and to identify targets for therapeutic application to retinal diseases.

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ae Irmãos, voltei, ainda muitos cacos a recolher.... e muito cansado.

estive afastado estes dias, mas estou relendo aqui e me confundí na organização, seis tão no glaucoma agora né?, ou pode jogar o que for achando de todos os assuntos?

como vamos fazer organização?

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Glaucoma: O Caso de Robert Randall

Publicado por Elle-S-Di em jan 04, 2006

Robert Randall faleceu a 2 de Junho de 2001, aos 53 anos de idade, na sua residência em Sarasota (Florida). Sofrendo de glaucoma, e após uma luta na Justiça, conseguiu em 1976, ser o primeiro cidadão norte-americano com direito legal ao uso para fins terapêuticos.

O legado de Randall está perfeitamente documentado. Fundou a “Aliança pela Canábis Terapêutica”http://www.marijuana...rg/alliance.htmpara informar outros pacientes e difundir os estudos clínicos que existem sobre a relação terapêutica entre a marijuana e o glaucoma. Nos seus escritos, conta como, desde sempre, constatou duas questões fundamentais: o benefício que a planta oferecia à sua visão, e a diminuição da sua qualidade de vida por ter que estar, de forma quase permanente, sob efeitos psicoactivos. Considerou os riscos e os ganhos. No início, a marijuana impossibilitava-o de realizar determinadas tarefas habituais, mas perante a ajuda obtida, continuou com o seu consumo. Explica como, pouco a pouco, aprendeu a conviver com as ditas limitações, utilizando as propriedades medicinais da planta.

Doente de glaucoma desde a adolescência, foi informado por um oftalmologista que em breve perderia a visão. Com a ajuda do Dr. Hepler, iniciou um tratamento com canábis que ele mesmo semeava, até que foi detido… Exigiu então que lhe fossem realizados testes para demonstrar que a marijuana fumada era mais eficaz que a medicação convencional que utilizava há anos. Com a aprovação da “Food and Drugs Administration” (autoridade norte-americana para os medicamentos e alimentação), foi inscrito num programa, já extinto, de uso compassivo de medicamentos ilegais. Foi acompanhado pelos Drs. John Mettit e Richard North, que em tribunal argumentaram que a marijuana que havia fumado lhe tinha ajudado a preservar a vista. Desde então, recebeu do Estado, cigarros de canábis até à sua morte.

UMA DAS PRINCIPAIS CAUSAS DE CEGUEIRA

O glaucoma é caracterizado por um excessivo aumento da pressão intra-ocular. Ou seja, uma pressão excessiva do meio aquoso que se encontra no interior dos olhos, por uma anormal produção dessa substância ou por dificuldades na sua drenagem.

O incremento constante da pressão afecta, por sua vez, o nervo óptico. O nervo óptico deteriora-se e o paciente vai sentindo uma perda progressiva de visão. É, de resto, juntamente com os diabetes e as cataratas, uma das principais causas de cegueira. Existem bons fármacos que baixam a pressão intra-ocular, mas geralmente com efeitos secundários e com desenvolvimento de tolerância aos princípios activos. Muitas vezes, o paciente é obrigado a submeter-se a cirurgias delicadas que possibilitem o alargamento dos canais de drenagem.

O conhecimento e o estudo do glaucoma deve-se ao tonómetro, aparelho que mede a pressão ocular. É lógico, portanto, que não existam referências ao glaucoma na literatura clássica, inclusivamente nos tratados de canábis e suas propriedades terapêuticas. Não havendo histórico nesta questão, a descoberta foi puramente casual. Em 1971, a polícia norte-americana queria utilizar como prova incriminatória a suposta midríase (dilatação da pupila), que se acreditava ser consequência do uso da planta. Para isso, encomendaram um estudo aos Drs. Hepler e Frank da Universidade da Califórnia. Medindo vários parâmetros oculares a voluntários que tinham previamente fumado canábis, estes médicos comprovaram, com espanto, que baixava imenso a pressão intra-ocular. Estudos posteriores, confirmaram as qualidades da planta para esta aplicação: a diminuição é de 25% – 30% (até 50% em alguns pacientes) e os efeitos desparecem ao fim de 4-5 horas. É igualmente eficaz por inalação, de forma intravenosa ou por via oral, ainda que, nesta última forma de administração, sejam necessárias doses excessivamente altas (20-25 miligramas). Também se constatou que não só o THC tinha estas propriedades; também outros canabinóides, como o delta-8-THC e o 11-hidroxi-THC, diminuem a pressão intra-ocular. Em qualquer dos casos, todos eles são psicoactivos. Dado que o glaucoma requer uma terapia contínua, o paciente necessita de consumir permanentemente, estando sempre sob o efeito da canábis para ver nas melhores condições. Este é, certamente, o maior inconveniente do uso da canábis para o glaucoma.

A PROCURA DE UM NOVO COLÍRIO

Inicialmente, pensava-se que a diminuição da pressão do líquido ocular após o consumo de marijuana, se devia à diminuição do contributo hídrico do olho como consequência da hipotensão arterial que a canábis provoca (um efeito semelhante ao exercido pelos diuréticos também usados nesta patologia). No entanto, a descoberta recente de receptores específicos CB1 no globo ocular, especificamente na sua câmara interior, criou a possibilidade de desenvolvimento de colírios (fármacos) que actuem excusivamente sobre os receptores cerebrais, evitando efeitos psicoactivos indesejados. Os canabinóides naturais não são hidrosolúveis (não se diluem em água), pelo que são inaplicáveis a preparados que visem uma aplicação directa nos olhos. Actualmente, trabalha-se numa molécula resultante da união da anandamida(ligação endógena com principio activo) com clodextrina, uma substância que permita a estabilização do preparado em meio aquoso e a sua absorção pela córnea. Também, o conhecimento da mediação dos receptores CB1 como mecanismo de acção dos canabinóides (distinto dos demais colírios usados no glaucoma), faz pensar numa nova possibilidade terapêutica: o uso combinado dos actuais colírios com a canábis, tendo em conta o efeito aditivo e consequente desenvolvimento às substâncias, poderia diminuir as doses necessárias, garantindo a eficácia das terapias por um período de tempo mais prolongado.

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