sibanacavitas

Revista Veja De Novembro Articula Ataque Proibicionista,Preconceituoso E Mentiroso Contra Cannabis.

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Se metade do que a veja fala fosse real a maconha já teria sido legalizada.

Legal ver o nível do porta voz dos proibicionistas....

vou fumar minhas 5g que eu ganho é mais. :rasta:

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O que mais me chamou atenção na matéria é o beck de 5g que vamos fumar na copa. pqp. 5g é um cigarro hien, aí sim falou minha lingua kkkk

Outro fato interessante é que a maconha deixou de ser um tablete do lado de uma mini montanha de pó pra virar sabem o q??

UM BUD hauhahuahua

pelo teor da matéria me parece que eles perceberam que nao adianta mais vincular a cannabis ao tráfico de drogas, a campanha agora é contra a cannabis medicinal..

E outra, sacanagem com o carl sagan, "fumou TANTA maconha que ficou procurando Extra terrestre. kkk

interessante a veja de 95, valeu amigo :cadeirada:

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Plebiscito nunca foi uma opção para nós

Dado que quase 80% da população é a favor da criminalização, acho que esta reportagem rasteira da Veja não muda muita coisa. O Brasil tem uma das sociedades mais conservadoras e patriarcalistas do planeta.

Pense numa causa liberal, insira-a no contexto histórico em que se tornou objeto de discussão séria. Se você chutar que a nossa população era ou é contra a reforma, você provavelmente acertou. Da maconha à escravidão, do casamento gay aos direitos da mulher, sempre optamos, enquanto sociedade, pelo que é anti-iluminista.

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usuário crônico é quem fuma um baseado por semana???

quem fuma 3 por dia é o que??

essa VEJA é um lixo, apoiando a industria do álcool que é umas das piores drogas do mundo.

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É muita besteira junta, realmente pegaram todos os argumentos furados do laranjola socaram nessa matéria mentirosa e defecaram nas bancas!!!

Tenho dois amigos caretas que leram a matéria e acharam uma merda, me disseram que os argumentos não tem nada de científicos e segundo eles é fácil perceber que toda a matéria é tendenciosa e de cara já perde o crédito nas informações lá contidas, a capa vem falando de estudos científicos atuais e os argumentos alí apresentados são todos antigos e batidos, as pesquisas em boa parte são as do próprio Laranjeiras, realmente até caretas e cegos já perceberam que essa matéria é muito tendenciosa e seguramente na semana que vem já nem se lembraram dessa publicação mentirosa de merda.

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Pegaram pessoas com comorbidades e colocaram para dar depoimento como se a erva fosse a causadora de seus males!

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Exatamente, sano.

Ia comentar justamente isso. Esses depoimentos sao ridiculos, querem passar aquela impressao "Seu filho fuma maconha e eh uma pessoa normal? Cuidado, ele esta completamente viciado e agressivo!"

Patetico

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Pegaram pessoas com comorbidades e colocaram para dar depoimento como se a erva fosse a causadora de seus males!

mano, pior que usaram os lixos das velhas desculpas,

viu Sano, se precisar de uma mão pra juntar este material, to no esquema..

a parte científica ja to com um repertório bom... rsrs

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Eu começei a ler mas deu tanta raiva q eu não consegui ler tudo.

Matéria comprada

PUTA Q PARIU

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Calma galera... A Veja deveria ser motivo de piada, não de raiva.

Queria saber também, em que pé anda a associação?

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O Renato Malcher está propondo que a Veja organize um debate com o Laranjeira, ao qual ele se disponibiliza a comparecer. Aí, sim, ia ser bonito.

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o revista filha da puta, ordinária, manipuladora. NOSSA Q RAIVA DESSA REVISTAAAA DISGRAÇADA, agora querendo fuder com a vida dos maconheiros, ja nao basta fuder com o país. Esse Brasil ta uma grande bosta mesmo viu, nada funciona.

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Galera, não adianta bater na revista.... Alguém aqui do Growroom mudou de opinião com essa matéria??? O que isso significa? Significa que quem estuda e se informa constrói uma base de conhecimento que consegue perceber as falácias e mentiras grotescas que a revista conta, como por exemplo associar doenças psíquicas com o uso, quando na verdade o uso vem para aliviar esses quadros. Aliás, nenhum desses argumentos "médicos" é suficiente para legitimar o banimento de uma planta ou a interrupção da minha liberdade individual, muito menos justifica dispendiosos gastos com uma política falida!

O foco não é a VEJA! Nem o Laranjeira! Isso aí é só espantalho!!! A Veja tem culpa no cartório? Claro! Mas não adianta tentar "desmascarar" a revista e suas ligações com crimes blablabla. Não estamos discutindo ética ou moral na mídia, o nosso foco tem que ser quem vai LER a Veja! Por isso a educação é importante, e a batalha de informações é essencial, mas sem terrorismos ou conspiracionismos!

Vamos aproveitar (ao menos no RJ) parlamentares que apoiem a causa, puxar eventos, ampliar a marcha e continuar discutindo e vomitando informações mais honestas e embasadas. Como o sano disse, estamos incomodando! Isso tem mais é que nos dar gás!!!

Sorte e Paz

ps: fiquei feliz com essa matéria, sério mesmo!

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Galera, não adianta bater na revista.... Alguém aqui do Growroom mudou de opinião com essa matéria??? O que isso significa? Significa que quem estuda e se informa constrói uma base de conhecimento que consegue perceber as falácias e mentiras grotescas que a revista conta, como por exemplo associar doenças psíquicas com o uso, quando na verdade o uso vem para aliviar esses quadros. Aliás, nenhum desses argumentos "médicos" é suficiente para legitimar o banimento de uma planta ou a interrupção da minha liberdade individual, muito menos justifica dispendiosos gastos com uma política falida!

...

ps: fiquei feliz com essa matéria, sério mesmo!

Queria muito ver a coisa desta forma...

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Como que com tanto argumento positivo a respeito da cannabis e sua regulamentação e com todo o seu efeito positivo para a sociedade, ainda existe tanta negatividade quando se trata do assunto.

Para mim é porque eles terão que botar um usuário de maconha na malhação e nas novelas e eles não gostam muito dessa ideia não.:)

Rede BOBO e sua equipe atuando contra nós!!

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O Renato Malcher está propondo que a Veja organize um debate com o Laranjeira, ao qual ele se disponibiliza a comparecer. Aí, sim, ia ser bonito.

Ele nao vai. Ele pode ateh falar que vai em algum momento, mais na última hora ele vai alegar imprevistos, como jah fez anteriormente.

Arregao de merda.

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pelo bom andamento da dialetica, do convencimento e da lógica vamos implorar para que a veja faça esse debate com o Renato Malcher

[email protected]

implorar , nada, FUDER O TIME DA VEJA é a palavra de ordem...FUDER O TIME DA VEJA, denuncias .. queimando , fazendo viedos e plaquetas ilustradas para facebook....outro caminho é fazer pressão quando entrar a CPI do cachoeira, pq ela est´envolvida , nas maracutaias do cachoeira..

essa é a campanha #FODA-SE A VEJA

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não adianta partir pro emocional, pro palavrão, pra falacia

vamos descer ao nível deles

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Processando...

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    • Por Bisto
      Boa tarde galera, não sou muito de postar aqui no fórum mas estou sempre dando uma olhada, portanto, peço desculpas desde logo se estou postando no lugar errado. 
      Eu estou para de formar no curso de Direito (estou no 9º período) e a minha monografia (TCC) é sobre a descriminalização das drogas e como o Estado falha ao tratar tal assunto por meio da seara penal/criminal. Dei uma lida em outros tópicos, como por exemplo aquele que está tratando do novo Projeto de Lei para a legalização, porém optei por criar um tópico novo para tratar melhor do assunto.
      No trabalho eu tenho como objetivo tratar de assuntos como a possível resolução da superlotação dos presídios por detentos que foram julgados pelo crime de tráfico, onde a conduta realizada caracterizaria usuário; a grande demanda processual para discutir casos que, em âmbito penal, eventualmente pode ser revestido pelo princípio da insignificância; o problema da ressocialização dos presos após cumprimento da pena etc. Posteriormente, quero tratar sobre a legalização com enfoque na maconha, visando a regulamentação, controle de qualidade, redução de danos, a questão socioeconômica, a guerra às drogas, tirar o monopólio do tráfico com a regularização do Estado etc...
      A questão é que o Estado trata o assunto de uma forma incoerente por meio do sistema penal. O uso da droga em si não gera efeito em terceiros a ponto de o Estado, por meio do controle punitivo, de certa forma se intrometer na escolha pessoal de um indivíduo. Vejamos que não é crime a auto-lesão ou a tentativa de suicídio, ou seja, o que o indivíduo faz consigo próprio, sem atingir diretamente terceiros, não justifica a repressão penal. Entretanto, um indivíduo que consome drogas pode estar prejudicando sua saúde, e mesmo que isso seja de forma individual, a saúde de quem vive em sociedade faz parte da saúde pública (o que terei que tratar no meu trabalho também).
      Há pensamentos (antigos e retrógrados) que afirmam que o uso da maconha está interligado com a prática de crimes. Não há dúvidas de que há condutas que caracterizam crimes que são praticadas por alguém quando chapado, entretanto, acredito que isso seja da índole da pessoa, e não que haja estímulo depois de dar 1dois num baseado..
      Ainda, mesmo que eventualmente, eu quero tratar sobre a visão da sociedade e do Estado frente à legalização - a reprovação moral além da punitiva que o proibicionismo causa.
       
      Resumidamente é isso, ainda tenho que montar o sumário, entregar o primeiro capítulo até dia 15 de novembro - que inclusive estou atrasado pois, infelizmente, é o meu jeito de fazer os trabalhos acadêmicos (coisa que preciso mudar para a monografia).
      O que realmente eu quero aqui é instigar a discussão do assunto, apontando os benefícios e malefícios da descriminalização (de todas as drogas) e legalização (da maconha).
       
      É isso ae galera, peço desculpas novamente caso o tópico esteja numa área errada e peço também, caso alguém tenha, que me indique livros, artigos ou até mesmo trabalhos acerca do tema, pois vou precisar...
      Valeu, fico no aguardo de respostas.
       
       
    • Por Coyotebc
      Audiência pública
      O senador Sérgio Petecão teve em suas mãos a chance de entrar na história e descriminalizar o cultivo de maconha para uso pessoal em nosso país. Mesmo com diversos argumentos contundentes, mesmo com o sofrimento de muitas famílias que precisam da cannabis como remédio, o político optou por não dar continuidade a sugestão legislativa SUG 25/2017.
      Mas a nossa luta não para e precisamos mostrar para o senado que temos força, somos muitos. Cidinha Carvalho é presidente da Cultive e participou da audiência pública em Brasília. Além disso, é mãe de uma menina que precisa fazer uso da cannabis medicinal e gravou um vídeo em resposta ao senador Petecão, mostrando toda a nossa revolta com a decisão.
      Pressão
      Continuamos no pé do Petecão e o nosso consultor jurídico, Fernando Santiago, junto com o coordenador de Relações Institucionais da Plataforma Brasileira de Política de Drogas, Gabriel Santos Elias, realizaram mais uma reunião com o político e mostraram justamente o vídeo feito pela Cidinha.
      Eles também conseguiram com que Marta Suplicy tivesse acesso ao relatório do SUG 25/2017 e nos próximos dias, a senadora deve pedir vista do relatório e se posicionar a favor da nossa causa.
      A hora de fazermos pressão e barulho é agora! Vamos entrar nas redes sociais da senadora e mandar mensagens em apoio a esse posicionamento dela. Para isso, bora padronizar e usar a hashtag #SalvanósMarta
      Twitter: https://twitter.com/senadoramarta
      Facebook: https://www.facebook.com/Senadora

    • Por K2X
      “É a primeira vez que uma instituição como o MPF defende abertamente a descriminalização para uso pessoal”, afirma advogado
       October 19, 2016 Harumi Visconti Em decisão histórica, o Conselho Institucional do Ministério Público decidiu que a importação de 12 sementes de maconha da Holanda não é crime. Conversamos com Alexandre Pacheco Martins, advogado que atuou no caso, que nos explicou os possíveis desdobramentos do julgamento.
      PBPD: Hoje, o Conselho Institucional do Ministério Público Federal (MPF) decidiu que a importação de 12 sementes de maconha não poderia ser considerada crime. Qual o impacto dessa decisão? 
      Alexandre Pacheco Martins: É uma decisão muito importante. Ela muda o paradigma das acusações no país. É a primeira vez que uma instituição como o MPF defende abertamente a descriminalização [para uso pessoal]. Eu nunca tinha visto o Ministério Público falar isso publicamente. Um ou outro até falava nos bastidores, mas eles vão colocar a decisão no papel. Isso é impressionante, é dar autonomia para os procuradores. O órgão falou: “vocês não são mais obrigados a ficar correndo atrás de usuários”.
      Evidentemente, isso não significa que daqui para frente todo mundo pode entrar no site e começar a importar – mas as chances de elas serem denunciadas e o caso ser arquivado aumentaram em 200%. Se eu entrar agora no site e importar, muito provavelmente isso vai ser apreendido, vai ser encaminhado para a Polícia Federal, que poderá instaurar um inquérito policial, mas eu nem seria acusado de nada. Seria tudo provavelmente arquivado. Mas o que acontece é que a pessoa ainda não vai poder receber a semente, não vai conseguir fazer uso dela.  A gente não conseguiu ainda legalizar – e não é no MP que isso seria decidido. Esse é o próximo passo: ganhar no STF e regulamentar o uso.
      A partir de agora, em qualquer ação semelhante o Ministério Público Federal deverá aplicar essa decisão acordada hoje?
      Alexandre Pacheco Martins: Não. Essa decisão não tem caráter vinculante, ou seja, ela não obriga os procuradores da República do Brasil inteiro a aplicarem a decisão.
      Qual é a função do Conselho Institucional do Ministério Público Federal? 
      Alexandre Pacheco Martins: A função dele é traçar as diretrizes para o próprio Ministério Público Federal, ou seja, apesar de não ser vinculante, é esse o órgão que formula as diretrizes do MPF. A partir do momento em que o órgão entende que não é tráfico internacional de drogas nem contrabando, ele desobriga os procuradores que até não concordavam, mas acabavam denunciando pela obrigação funcional. A partir de agora só vai denunciar o procurador que concorda, mesmo, que é caso de tráfico. Enfim, as pessoas que entendem dessa maneira podem continuar aplicando isso, mas grande parte dos procuradores já entendia que não era [tráfico], mas batia na Justiça e alguns juízes falavam “Você pode até achar que não é, mas eu acho que é. Então vou mandar isso para o seu chefe”.  E quando chegava no “chefe”, em última análise acabava indo para esse Conselho Institucional – que hoje tomou essa decisão.  
      PBPD: Nesse caso específico, a chance desse réu ser absolvido na Justiça é grande.
      Alexandre Pacheco Martins: Na verdade, não tem como falar em absolvição porque ele não vai ser processado. Ele nem sequer vai virar réu. Ele foi mero investigado por tráfico internacional e, depois dessa decisão, ele é uma pessoa comum como qualquer outra pessoa do mundo.
      PBPD: O senhor acha que essa decisão de hoje pode ter impacto no julgamento do RE 635.659, que pode descriminalizar a porte de drogas para consumo pessoal? 
      Alexandre Pacheco Martins: Acho que pode ter um belo reflexo. Ela influencia, mas não determina o resultado. Mas a decisão dá, inclusive, amparo para os ministros que estiverem inseguros: o próprio órgão acusatório oficial do Brasil entende que casos como esse não têm grande repercussão na vida prática das pessoas.
      PBPD: Um dos nossos seguidores comentou em nossa página que a decisão de hoje foi pautada pela inexistência de THC na semente da maconha. Como o senhor vê esse argumento?
      Alexandre Pacheco Martins: O julgamento foi bem mais profundo do que isso: eles definiram que não é nem tráfico nem contrabando. Não é tráfico pela inexistência do THC, de fato. Mas cada procurador foi aprofundando em um sentido. Alguns foram no sentido de não ter THC, outros falaram da interferência do Estado na vida privada. Cada um falou em um sentido, mas a decisão final foi a de que não é tráfico porque não tem THC e que, portanto, a semente de maconha não pode ser considerada a droga em si. Num segundo ponto, entendeu-se que não era contrabando também porque o que a gente chama de semente de maconha, biologicamente é um fruto. Se todas as sementes são proibidas exceto as permitidas, os frutos seguem uma lógica diferente: eles não necessariamente são proibidos de serem importados. Eu sustentei nesse sentido e uma das procuradoras até acolheu esse argumento. Mas a maioria entendeu que como a quantidade é muito pequena e o MPF entende que, num paralelo com o cigarro, pode-se importar até 153 caixas de cigarro sem configurar contrabando, não faz sentido você criminalizar todas as sementes de maconha. É muito pouco. Não tem relevância penal essa quantidade.
      PBPD: Era esperada essa decisão do Conselho Institucional do MPF?
      Alexandre Pacheco Martins: Esse julgamento começou em agosto. Quando eu fui lá para sustentar, eu estava meio sem esperança. Mas modéstia à parte, a discussão foi tão bacana, a gente trouxe pontos tão interessantes, que eu vi alguns procuradores nos questionando e depois concordando com nossos argumentos. E aí eu vi várias pessoas indo nesse sentido, foi impossível não se empolgar.
        http://pbpd.org.br/wordpress/?p=4110
    • Por Hediono00
      Parceiros, amigos e irmãos da paz! 
      Precisamos fazer uma campanha/pressão para que o Ministro Teori Zavascki devolva logo para julgamento o HC com repercussão geral que vai descriminalizar o uso/plantio da sagrada.
       
      O placar já está 3x0 pra nós...com votos do Min. Marco Aurélio Mello, Gilmar Mendes e do Min. Barroso. O min. Barroso defende ainda que se possa plantar até 6 plantas fêmeas sem incorrer em crime de tráfico até que o legislativo legalize/regulamente de uma vez por todas...
      Ocorre que após o voto do Barroso, o min. Teori pediu vistas, levou pra casa o processo e não devolveu mais....pelos votos já proferidos e com os fundamentos utilizados dificilmente haverá uma reviravolta no caso, sendo certo que o tribunal deverá considerar como inconstitucional o art. 28 e seu parágrafo único da Lei de Toxicos...
       
      #devolvelogoTeori
       
       
    • Por Seedinho
      Sakamoto comenta sobre a Marcha da Maconha em SP/2016 e traça paralelos sobre a Hipocrisia da sociedade em relação ao uso de substâncias, a ditadura sobre as liberdades individuais, e as dificuldades em se descriminalizar a maconha frente ao preconceito proibicionista e aos lucros gerados ilicitamente a grupos de interesse.
      http://blogdosakamoto.blogosfera.uol.com.br/2016/05/14/maconha-mata-sentenciou-o-moco-que-segurava
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    • salve galera, seguinte, já faz uns 6 anos que consumo maconha, já fui de fumar muito no começo, toda hora e só prensa, nesses últimos tempos passei a fumar poucas vezes, 1 baseado por dia, percebi que minha memória a curto prazo não está tão boa assim e estou estudando pro Enem, consequentemente parei de fumar, mas faz pouco tempo.. daí aqui estudando matemática aquela matéria diabólica cheia de regrinhas, o que exige uma boa memória a curto prazo pra vc não se perder nas contas, o problema é que eu me perco kkkk e é chato ter que estudar mais de uma vez e continuar esquecendo do mesmo jeito, quanto tempo sem fumar pra minha memória ir voltando ao normal? por ex, eu fico sem fumar 1 semana ou 2, ainda sinto dificuldade, cortei drasticamente o hábito porém ela ainda habita em mim.. 
    • Muita gente fica com Semente presa no Ministério da Agricultura, e lendo a entrevista do William Dib (presidente da Anvisa) a BBC Brasil, fiquei com uma pulga atrás da orelha: Será que pós essa quarentena as sementes são liberadas? Já comprei um monte de semente da China (limão caviar, mini ipé,... uma infinidade) e nunca tive esse tipo de problema que temos co nossos feijões sagrados. Abaixo o quote da entrevista:     Dib - Meus colegas disseram que o Ministério da Agricultura afirma que as sementes de cannabis precisam ficar em quarentena, pois poderia conter vírus e fungos. Mas e o cara que tem autorização judicial para plantar? Ele compra a semente pelo correio, e ninguém sabe o que ele está plantando. E aí não tem problema nenhum?
    • Galera atualizem a gente.   Como tá aí?   Montevideo está com clima legal? E os preços? Muita variedade de semente?   Muita gente na expo? Muita marola?   Vlw.