ganjalheiro

Globonews Saúde - Cannabis Medicinal

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Fala moçada!

Hoje a noite (terça dia 7, às 21h30) tem globonews saúde falando sobre maconha medicinal, é óbvio que não vai ser algo parcial a nosso favor, e provavelmente até Laranjeiras aparece como grande conhecedor do assunto! Acho válido assistir e opinar nas redes sociais!

Assim que sair o vídeo no site da globo eu anexo ele nesse post, e se a moderação achar melhor, é só transferir para o tópico de vídeos!

Sorte e Paz

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Valew Ganjalheiro!! vou tentar assistir pela net..... vamos ver se eles saem do arroz com feijão!!

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Vamos assistir né, se não for a gente pra fiscalizar essa porra eles falam que maconha vicia na primeira tragada e fica todo mundo quietinho.

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Vamos assistir né, se não for a gente pra fiscalizar essa porra eles falam que maconha vicia na primeira tragada e fica todo mundo quietinho.

:fighting0087:

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Vamos assistir né, se não for a gente pra fiscalizar essa porra eles falam que maconha vicia na primeira tragada e fica todo mundo quietinho.

e se procurarmos uns e-mail da emissora, se eles falarem mentiras lotamos a CX postal deles....... sei la, passou pala cabeça..

tem que dar pra fazer algo.....

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Vamos assistir né, se não for a gente pra fiscalizar essa porra eles falam que maconha vicia na primeira tragada e fica todo mundo quietinho.

E se chamarem o Laranjeiras depois dessa última pesquisa porca e mal feita... Metodologia sem pé nem cabeça, pelos critérios dele somos todos viciados em açucar, em carne etc... Questionário ridículo que induz a respostas tendenciosas e não leva em conta a frequência de uso, qualquer um que já tenha fumado e sentido vontade de fumar denovo é considerado viciado...

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O Laranjeiras é muito maluco de ir a público falar o que fala atualmente, e se não fosse o desespero de pais ignorantes que não tem nem idéia da natureza do problema esse cara não tinha saído do lugar.

:fighting0087: :fighting0087: :fighting0087: :fighting0087: x 1000 contra esse povo mentiroso e ignorante.

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Segundo eles o slogan é " Globonews, compromisso com a verdade " !

Vamos ver se é bem por aí mesmo....

Assistirei! Valeu por compartilhar!

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Ja arrumei confusão com a patroa..........

Horario da tal de novela.

Hoje ela vai assistir na outra tv que nao tem a globonews.

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Apesar de enfatizarem os efeitos psicotrópicos, e até associar o THC à efeito colateral.... ao menos até agora, tão dando um bom holofote pro nosso querido CBD!

Pra mim é um grande salto, vamos ver até o fim...

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não da pra confiar, a bobonews ta metendo o dedão da mesma forma, a unica diferença com a bobo comum é que essa materia jamais passaria la

bom sim, fica dificil esconder a verdade quando o negocio é medicinal, mas não param de meter o dedão, tipo demonizar o thc

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Não pude assistir por causa da Faculdade, mas revirei o site hoje e encontrei esse vídeo aqui, tem falado bastante do CBD e dos amigos israelenses...

http://g1.globo.com/globo-news/saude/videos/t/todos-os-videos/v/cientistas-israelenses-defendem-a-maconha-como-fins-medicinais/2078814/

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    • Por Nossila Lalek
      Benefícios do CBD
      1. Alivia a dor e a inflamação
      2. Tem efeitos antipsicóticos
      3. Reduz Ansiedade
      4. Ajuda a combater o câncer
      5. Alivia Náusea
      6. Pode tratar convulsões e outros distúrbios neurológicos
      7. Diminui a incidência de diabetes
      8. Promove a Saúde Cardiovascular
      Referência
      Benefícios do CBD
      Leia também: Cannabis e Obesidade – Consumo está relacionado a um menor IMC
      Sementes de cânhamo – Ricas em fibras, proteínas e gorduras saudáveis
    • Por Kephas ben Penvensie
      Acompanho boa parte dos fóruns na growroom já um bom tempo, obtive ótimas dicas sobre a questão da importância da limpeza do prensado para eliminar fungos, bactérias, amonias, e pesticidas gerais que contém num quadradinho, que qualquer um pode comprar numa biqueira de um morro mais próximo, rsrsrs
      Mas o caso é que a maconha próxima da minha quebrada ultimamente tem demonstrado ter altos índices de THC exageradamemte demais da conta, e isso vem me gerando alguns prejuízos na vida cotidiana...(falta na coordenação motora, déficit de atenção, amnésia com frequência, e dificuldade pra fazer cálculos físicos, e matemáticos na universidade)...
      Já li num comentário em que após a lavagem do prensado dependendo da temperatura, o THC morre devido a ebolição da água quente na panela.
      Sei que aqui no Growroom há poucos especialistas da área de saúde estudados no tema Cannabis medicinal, e encontrarei muitos leigos no assunto, que creio que poderão me ajudar dependendo da resposta aonde estou querendo chegar, por terem infos que poderão me ajudar, conforme a última vez em que fiz uma lavagem da ganja misturando com erva cidreira, camomila, e boldo. O processo deu positivo, a brisa foi boa, mas prefiro vaporizar a maconha sem nenhum chá, ou calmantes. Quero um baseadinho puro, só que leve e não atrapalhe nos meus estudos na faculdade, e vida social...
      Na opinião de boa parte Qual é a melhor temperatura seria adequada para diminuir os altos níveis de THC, o tempo cronometrado para enfim deixar "meu Bud" semelhante à uma Ruderelis que é rica em CBD e tem baixas dosagens de THC?
    • Por Lombrolios
      Olá Familia Growroom
      Eu que sou portador de epilepsia, a alguns meses ja venho estudando como o canabidiol pode ser util em minhas convulsões e como pode ser util para que ela se extingua de uma vez por todas. Eu continuo tomando remédio normal e sem fé dos meus pais ou de meu médico eu procuro um tratamento alternativo que me fará voltar a uma rotina normal. Alguem pode me ajudar em como extrair o famoso CBD de forma caseira, já possuo duas bubble bags, e ja estou esperando a minha kaya crescer, precisava principalmente saber como separar as duas substancias principais, cbd e thc? o que posso usar de solvente? na realidade tudo que vcs possam me dizer ajudaria e muito. Obrigado a atenção e o espaço.
    • Por jpw
      Galera, vi hoje que na estréia da nova temporada do programa Mundo S/A, do canal GloboNews, o assunto será o comércio gerado pela regulamentação do uso da cannabis. Acho que vale a pena dar uma conferida...
       
      Segue o Link da chamada do programa: http://g1.globo.com/globo-news/mundo-sa/videos/v/o-controverso-e-lucrativo-mercado-da-maconha/5209799/
       
      Abraços! 

      Jahbless!
    • Por Juniaum
      Estudo mostra menor prescrição de fármacos onde uso medicinal da maconha é legal
      por O Globo 31/07/2016 4:30 / Atualizado 31/07/2016 7:43
      O uso medicinal da maconha ainda é proibido na maioria dos países, mas um estudo realizado pela Universidade da Geórgia, nos EUA, concluiu que a liberação tem potencial para beneficiar pacientes e serviços de saúde pela redução no uso de diferentes medicamentos. Com base em dados públicos, os pesquisadores constataram um número médio de prescrição de remédios substancialmente menor nos estados americanos onde a cannabis foi liberada para fins medicinais, em comparação com as unidades da federação onde a erva é proibida para todos os fins. De acordo com o trabalho, esse consumo reduzido de medicamentos levou a uma economia de US$ 165,2 milhões para os cofres públicos em 2013.
      Confira o infográfico
      — Os resultados sugerem que as pessoas estão realmente usando a maconha como medicamento, não apenas para propósitos recreativos — diz a pesquisadora Ashley Bradford, professora da Universidade da Geórgia e coautora do estudo publicado no periódico científico “Health Affairs”.
      Os pesquisadores analisaram dados de todos os estados americanos, entre 2010 e 2013, disponíveis no Medicare, programa do governo que atende a idosos e pessoas com doenças graves ou alguma deficiência. Dezessete estados, além da capital do país, Washington, já tinham liberado a cannabis medicinal nesse período (desde então, outras oito unidades da federação foram pelo mesmo caminho). O estudo levou em conta remédios usados no tratamento de nove condições para as quais a maconha pode ser indicada.
      Em oito desses problemas de saúde, os médicos perceberam um número médio de prescrições menor nos estados onde o uso da maconha para seu tratamento é permitido. O resultado mais impressionante foi observado entre remédios para alívio da dor. Em média, nos estados onde a erva já era legalizada, cada médico prescreveu 1.826 doses a menos de analgésicos por ano.
      Os resultados da pesquisa foram divulgados em meio a uma epidemia de mortes causadas por overdose de opioides usados para o alívio da dor no país. De acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês), 78 americanos morrem diariamente por causa do abuso dessas substâncias — número quatro vezes maior do que na virada do século.
      — Quando os estados implantaram leis sobre a maconha, nós vimos um afastamento substancial dos remédios — explica o sociólogo David Bradford, coautor da pesquisa. — Os resultados mostram que a maconha pode ser benéfica ao afastar as pessoas dos opioides.
      Em menor proporção, os médicos dos estados onde o uso da maconha medicinal é legalizado prescreveram menos doses de medicamentos para o tratamento de ansiedade, náuseas, psicoses, convulsões, desordens do sono e espasticidade. Para o glaucoma, o número de prescrições de remédios sofreu um pequeno aumento, em 35 doses. David Bradford explica que o resultado era esperado. Quando um novo tratamento surge — no caso, a maconha — é comum o aumento no número de pacientes que vão aos consultórios em busca de informações. A cannabis reduz a pressão que o glaucoma provoca no olho, mas o efeito dura apenas uma hora.
      — O glaucoma é a segunda condição mais procurada no Google ligada à maconha, logo após a dor — esclarece o professor. — É uma condição séria. Quando o glaucoma é diagnosticado, nenhum médico deixa o paciente sair sem tratamento.
      estigma atrasa pesquisas
      O neurocientista Renato Malcher Lopes, mestre em Biologia Molecular e pesquisador da Universidade de Brasília (UnB), considera o resultado “impactante”, mas não se impressiona:
      — A ciência tem informações mais que suficientes para indicar o uso da cannabis e seus componentes para dezenas de males para os quais os pacientes ainda não encontram medicações satisfatórias, sobretudo para dores crônicas, epilepsia, autismo, sintomas do câncer e espasmos provocados pela esclerose múltipla.
      Segundo Lopes, o estigma provoca atraso nas pesquisas clínicas com a planta. Mesmo assim, existem no mundo diferentes medicamentos produzidos a partir da cannabis ou com formulações sintéticas dos canabinoides canabidiol (CBD) e tetrahidrocanabinol (THC) aprovados por órgãos reguladores.
      Nos últimos anos, diferentes países deram legitimidade à cannabis como tratamento de saúde. Em dezembro de 2015, o Chile legalizou a maconha para tratar de doentes. Em maio, o Congresso da Colômbia aprovou o mesmo.
      No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) permite prescrição e importação de medicamentos e produtos com CBD e THC em caráter excepcional para tratamentos de saúde, mediante pedido médico. Mas não permite o uso da planta in natura, ou seu cultivo.
      O neuropediatra Eduardo Faveret, especializado no tratamento de epilepsia em crianças, considera os derivados da cannabis ferramentas terapêuticas importantes, com poucos efeitos colaterais. Desde a liberação do CBD no país, o médico já receitou a substância para cerca de cem pacientes, com redução no uso de outros medicamentos.
      — Tenho pacientes que, depois da estabilização do quadro, puderam abrir mão de todos os outros medicamentos — disse Faveret.
      Ele acredita que, pela multiplicidade de ações, segurança e eficiência, os derivados da cannabis vão ocupar o espaço de outros medicamentos à medida que o custo for reduzido, o acesso facilitado e mais médicos tenham conhecimento do assunto. No exterior há um mercado nascente de maconha medicinal, inclusive com gigantes farmacêuticos como a Bayern Schering Pharma, que distribui o Sativex no Reino Unido.
      — Alguns países incentivam o surgimento de uma indústria para a exportação da cannabis medicinal. Por aqui, nem pesquisas a gente consegue fazer — critica Elisaldo Carlini, professor da Unifesp e diretor do Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas. — Mais uma vez, o Brasil vai ficar para trás.

      http://oglobo.globo.com/sociedade/mais-cannabis-menos-remedio-19818848#ixzz4G4k018Uk