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Homem Sob Efeito De Drogas Mata E Come Cachorro Nos Eua


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  • Usuário Growroom

Homem sob efeito de drogas mata e come cachorro nos EUA

27 de junho de 2012 09h53 atualizado às 10h05

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Michael Daniel matou o cachorro dos vizinhos e comeu parte de sua carne, e foi acusado de crueldade animal

Foto: Reprodução


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Um homem que supostamente estava sob o efeito de drogas sintéticas matou e comeu um cachorro, em Waco, no Estado americano do Texas. Michael Daniel, 22 anos, é acusado de pegar um cachorro de estimação de cerca de 15 kg que estava em frente a uma casa, agredir e estrangular o animal. Em seguida, ele "começou a morder o cão, arrancando pedaços de carne", disse o sargento Patrick Swanton à emissora de TV KWTZ.

Quando os policiais chegaram, Daniel tinha "sangue e pelos ao redor da boca", afirmou Swanton. De acordo com os vizinhos donos do cachorro, antes do ataque, o homem atacou os moradores da casa, dizendo que estava tendo alucinações por ter consumido maconha sintética. Ele "se apoiou nos joelhos e braços e perseguiu um vizinho enquanto latia e rosnava como um cão", segundo a TV.

O incidente ocorreu no início deste mês. Michael Daniel foi levado a um hospital após o incidente, e será acusado de crueldade contra um animal que não é utilizado para consumo humano. Familiares disseram à KWTZ que Daniel está muito arrependido de seus atos e que ele até foi à igreja no último domingo para pedir perdão a Deus.

Com informações do Huffington Post.

http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI5862070-EI8141,00-Homem+sob+efeito+de+drogas+mata+e+come+cachorro+nos+EUA.html

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  • Usuário Growroom

isso é sal de banho , conhecido como cloud nine no canada , é uma droga onde mistura sal de banho com cocaina e o cara fica incontrolavel e com caracteriasticas de um zumbi , atacam pessoas e comem elas vivas , nesse caso foi um cachorro . Pra piorar nossa situação os desinformados colocam isso como maconha sintetica ... foda

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  • Usuário Growroom

Bath salts! Será que foi um problema de tradução ou o "rotulo" desse "sal de banho" era de "maconha sintética"? Acho pouco provável a segunda opção. Daqui a pouco vão está associando por aqui (na mídia e no senso comum) os "efeitos da maconha" com os do sais de banho! Dessa vez vamos ser chamados literalmente de zombies! heheehe

Esse lance de sais de banho tão servindo até de justificativa para alguns alucinados "preppers" estadunidenses se armarem até os dentes com fuzis automáticos com a ideia de se prevenir de hordas de bath salts zombies. Quem ganha é a indústria de armas e munições, equipamentos como Bug Out Bags, abrigos, etc.

Só falta quererem usar tais armas contra quem fuma um!

Ô povinho paranoico!

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  • Usuário Growroom

é po la pro canada EUA e texas surgio a maconha sintetica que tem esse nome pra leigos... porque o cara fuma sais de banho com mais umonte de porcaria e fica destruido... fora que isso começa a dar varios sangramentos internos com o tempo de uso... ja li e estudei um pouco sobre isso ;x

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  • Usuário Growroom

isso é sal de banho , conhecido como cloud nine no canada , é uma droga onde mistura sal de banho com cocaina e o cara fica incontrolavel e com caracteriasticas de um zumbi , atacam pessoas e comem elas vivas , nesse caso foi um cachorro . Pra piorar nossa situação os desinformados colocam isso como maconha sintetica ... foda

Bath salts! Será que foi um problema de tradução ou o "rotulo" desse "sal de banho" era de "maconha sintética"? Acho pouco provável a segunda opção. Daqui a pouco vão está associando por aqui (na mídia e no senso comum) os "efeitos da maconha" com os do sais de banho! Dessa vez vamos ser chamados literalmente de zombies! heheehe

Esse lance de sais de banho tão servindo até de justificativa para alguns alucinados "preppers" estadunidenses se armarem até os dentes com fuzis automáticos com a ideia de se prevenir de hordas de bath salts zombies. Quem ganha é a indústria de armas e munições, equipamentos como Bug Out Bags, abrigos, etc.

Só falta quererem usar tais armas contra quem fuma um!

Ô povinho paranoico!

isso sao bostos alarmistas, so serve pra os proibicionistas latirem ainda mais alto, antes do fim do ano vai ter politico falando,

" - os jovens estao fumando maconha, daqui a um ano vao estar fumando crack, um ano depois ja seram zumbis canibais!! as drogas matam e prisao è a soluçao"

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  • Usuário Growroom

Isso não eh maconha sintetica não, eh a tal que chamam de sais de banho...

Eu sou da época que sais de banho se usava pra curtir uma gatinha numa hidro...

tem maconha sintética sim, ja vendeu no Brasil inclusive... Spice gold ou k2.

Que não é bem maconha, é uma mistura de plantas legais BANHADAS com CANNABINÓIDES SINTÉTICOS [ou seja, cannabinoides que só são produzidos em laboratório]

Existem diferenças ENORMES entre sais de banho [mefedrona] e maconha sintética [HU-210]. A maconha sintética que não é maconha só tem esse nome por possuir cannabinoides como principio ativo, cannabinoides esses que não são o CBD, CBN, THC, e que não são encontrados na natureza.

Isso é maconha sintética

spice-gold.jpgIMG_06751.jpg

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confusão hein..... sais de banho, brenfa sintética, já não sei mais o que é o que.

ruim pra causa, maconha associada com violencia, os caretas nao querem saber se é sintética ou não. devem estar falando estão vendo, nós dissemos q maconha transforma as pessoas em monstros.

bad.

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  • Usuário Growroom

Um pouco de historia, qualquer semelhança não é mera coincidência.

Por que é proibido?

"O corpo esmagado da menina jazia espalhado na calçada um dia depois de mergulhar do quinto andar de um prédio de apartamentos em Chicago. Todos disseram que ela tinha se suicidado, mas, na verdade, foi homicídio. O assassino foi um narcótico conhecido na América como marijuana e na história como haxixe. Usado na forma de cigarros, ele é uma novidade nos Estados Unidos e é tão perigoso quanto uma cascavel." Começa assim a matéria "Marijuana: assassina de jovens", publicada em 1937 na revista American Magazine. A cena nunca aconteceu. O texto era assinado por um funcionário do governo chamado _______________. Se a maconha, hoje, é ilegal em praticamente todo o mundo, não é exagero dizer que o maior responsável foi ele.

Nas primeiras décadas do século XX, a maconha era liberada, embora muita gente a visse com maus olhos. Aqui no Brasil, maconha era "coisa de negro", fumada nos terreiros de candomblé para facilitar a incorporação e nos confins do país por agricultores depois do trabalho. Na Europa, ela era associada aos imigrantes árabes e indianos e aos incômodos intelectuais boêmios. Nos Estados Unidos, quem fumava eram os cada vez mais numerosos mexicanos - meio milhão deles cruzaram o Rio Grande entre 1915 e 1930 em busca de trabalho. Muitos não acharam. Ou seja, em boa parte do Ocidente, fumar maconha era relegado a classes marginalizadas e visto com antipatia pela classe média branca.

Pouca gente sabia, entretanto, que a mesma planta que fornecia fumo às classes baixas tinha enorme importância econômica. Dezenas de remédios - de xaropes para tosse a pílulas para dormir - continham cannabis. Quase toda a produção de papel usava como matéria-prima a fibra do cânhamo, retirada do caule do pé de maconha. A indústria de tecidos também dependia da cannabis - o tecido de cânhamo era muito difundido, especialmente para fazer cordas, velas de barco, redes de pesca e outros produtos que exigissem um material muito resistente. A Ford estava desenvolvendo combustíveis e plásticos feitos a partir do óleo da semente de maconha. As plantações de cânhamo tomavam áreas imensas na Europa e nos Estados Unidos.

Em 1920, sob pressão de grupos religiosos protestantes, os Estados Unidos decretaram a proibição da produção e da comercialização de bebidas alcoólicas. Era a Lei Seca, que durou até 1933. Foi aí que Henry Anslinger surgiu na vida pública americana - reprimindo o tráfico de rum que vinha das Bahamas. Foi aí, também, que a maconha entrou na vida de muita gente - e não só dos mexicanos. "A proibição do álcool foi o estopim para o 'boom' da maconha", afirma o historiador inglês Richard Davenport-Hines, especialista na história dos narcóticos, em seu livro The Pursuit of Oblivion (A busca do esquecimento, ainda sem versão para o Brasil). "Na medida em que ficou mais difícil obter bebidas alcoólicas e elas ficaram mais caras e piores, pequenos cafés que vendiam maconha começaram a proliferar", escreveu.

Anslinger foi promovido a chefe da Divisão de Controle Estrangeiro do Comitê de Proibição e sua tarefa era cuidar do contrabando de bebidas. Foi nessa época que ele percebeu o clima de antipatia contra a maconha que tomava a nação. Clima esse que só piorou com a quebra da Bolsa, em 1929, que afundou a nação numa recessão. No sul do país, corria o boato de que a droga dava força sobre-humana aos mexicanos, o que seria uma vantagem injusta na disputa pelos escassos empregos. A isso se somavam insinuações de que a droga induzia ao sexo promíscuo (muitos mexicanos talvez tivessem mais parceiros que um americano puritano médio, mas isso não tem nada a ver com a maconha) e ao crime (com a crise, a criminalidade aumentou entre os mexicanos pobres, mas a maconha é inocente disso). Baseados nesses boatos, vários Estados começaram a proibir a substância. Nessa época, a maconha virou a droga de escolha dos músicos de jazz, que afirmavam ficar mais criativos depois de fumar.

Anslinger agarrou-se firme à bandeira proibicionista, batalhou para divulgar os mitos antimaconha e, em 1930, quando o governo, preocupado com a cocaína e o ópio, criou o FBN (Federal Bureau of Narcotics, um escritório nos moldes do FBI para lidar com drogas), ele articulou para chefiá-lo. De repente, de um cargo burocrático obscuro, Anslinger passou a ser o responsável pela política de drogas do país. E quanto mais substâncias fossem proibidas, mais poder ele teria.

Mas é improvável que a cruzada fosse motivada apenas pela sede de poder. Outros interesses devem ter pesado. Anslinger era casado com a sobrinha de Andrew Mellon, dono da gigante petrolífera Gulf Oil e um dos principais investidores da igualmente gigante Du Pont. "A Du Pont foi uma das maiores responsáveis por orquestrar a destruição da indústria do cânhamo", afirma o escritor Jack Herer, em seu livro The Emperor Wears No Clothes (O imperador está nu, ainda sem tradução). Nos anos 20, a empresa estava desenvolvendo vários produtos a partir do petróleo: aditivos para combustíveis, plásticos, fibras sintéticas como o náilon e processos químicos para a fabricação de papel feito de madeira. Esses produtos tinham uma coisa em comum: disputavam o mercado com o cânhamo.

Seria um empurrão considerável para a nascente indústria de sintéticos se as imensas lavouras de cannabis fossem destruídas, tirando a fibra do cânhamo e o óleo da semente do mercado. "A maconha foi proibida por interesses econômicos, especialmente para abrir o mercado das fibras naturais para o náilon", afirma o jurista Wálter Maierovitch, especialista em tráfico de entorpecentes e ex-secretário nacional antidrogas.

Anslinger tinha um aliado poderoso na guerra contra a maconha: William Randolph Hearst, dono de uma imensa rede de jornais. Hearst era a pessoa mais influente dos Estados Unidos. Milionário, comandava suas empresas de um castelo monumental na Califórnia, onde recebia artistas de Hollywood para passear pelo zoológico particular ou dar braçadas na piscina coberta adornada com estátuas gregas. Foi nele que Orson Welles se inspirou para criar o protagonista do filme Cidadão Kane. Hearst sabidamente odiava mexicanos. Parte desse ódio talvez se devesse ao fato de que, durante a Revolução Mexicana de 1910, as tropas de Pancho Villa (que, aliás, faziam uso freqüente de maconha) desapropriaram uma enorme propriedade sua. Sim, Hearst era dono de terras e as usava para plantar eucaliptos e outras árvores para produzir papel. Ou seja, ele também tinha interesse em que a maconha americana fosse destruída - levando com ela a indústria de papel de cânhamo.

Hearst iniciou, nos anos 30, uma intensa campanha contra a maconha. Seus jornais passaram a publicar seguidas matérias sobre a droga, às vezes afirmando que a maconha fazia os mexicanos estuprarem mulheres brancas, outras noticiando que 60% dos crimes eram cometidos sob efeito da droga (um número tirado sabe-se lá de onde). Nessa época, surgiu a história de que o fumo mata neurônios, um mito repetido até hoje. Foi Hearst que, se não inventou, ao menos popularizou o nome marijuana (ele queria uma palavra que soasse bem hispânica, para permitir a associação direta entre a droga e os mexicanos). Anslinger era presença constante nos jornais de Hearst, onde contava suas histórias de terror. A opinião pública ficou apavorada. Em 1937, Anslinger foi ao Congresso dizer que, sob o efeito da maconha, "algumas pessoas embarcam numa raiva delirante e cometem crimes violentos".

Os deputados votaram pela proibição do cultivo, da venda e do uso da cannabis, sem levar em conta as pesquisas que afirmavam que a substância era segura. Proibiu-se não apenas a droga, mas a planta. O homem simplesmente cassou o direito da espécie Cannabis sativa de existir.

Anslinger também atuou internacionalmente. Criou uma rede de espiões e passou a freqüentar as reuniões da Liga das Nações, antecessora da ONU, propondo tratados cada vez mais duros para reprimir o tráfico internacional. Também começou a encontrar líderes de vários países e a levar a eles os mesmos argumentos aterrorizantes que funcionaram com os americanos. Não foi difícil convencer os governos - já na década de 20 o Brasil adotava leis federais antimaconha. A Europa também embarcou na onda proibicionista.

"A proibição das drogas serve aos governos porque é uma forma de controle social das minorias", diz o cientista político Thiago Rodrigues, pesquisador do Núcleo de Estudos Interdisciplinares sobre Psicoativos. Funciona assim: maconha é coisa de mexicano, mexicanos são uma classe incômoda. "Como não é possível proibir alguém de ser mexicano, proíbe-se algo que seja típico dessa etnia", diz Thiago. Assim, é possível manter sob controle todos os mexicanos - eles estarão sempre ameaçados de cadeia. Por isso a proibição da maconha fez tanto sucesso no mundo. O governo brasileiro achou ótimo mais esse instrumento para manter os negros sob controle. Os europeus também adoraram poder enquadrar seus imigrantes.

A proibição foi virando uma forma de controle internacional por parte dos Estados Unidos, especialmente depois de 1961, quando uma convenção da ONU determinou que as drogas são ruins para a saúde e o bem-estar da humanidade e, portanto, eram necessárias ações coordenadas e universais para reprimir seu uso. "Isso abriu espaço para intervenções militares americanas", diz Maierovitch. "Virou um pretexto oportuno para que os americanos possam entrar em outros países e exercer os seus interesses econômicos."

Estava erguida uma estrutura mundial interessada em manter as drogas na ilegalidade, a maconha entre elas. Um ano depois, em 1962, o presidente John Kennedy demitiu Anslinger - depois de nada menos que 32 anos à frente do FBN. Um grupo formado para analisar os efeitos da droga concluiu que os riscos da maconha estavam sendo exagerados e que a tese de que ela levava a drogas mais pesadas era furada. Mas não veio a descriminalização. Pelo contrário. O presidente Richard Nixon endureceu mais a lei, declarou "guerra às drogas" e criou o DEA (em português, Escritório de Coação das Drogas), um órgão ainda mais poderoso que o FBN, porque, além de definir políticas, tem poder de polícia.

http://super.abril.c...do_120586.shtml

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Engraçado que o único produto agrícola que falam que tem versão sintética é a maconha né...nunca ouvi ninguém falar em Batata sintética, ou tomate sintético, etc

Porra, ou é maconha , ou é sintético. Os caras pegam uma merda de um produto de laboratório e relacionam com a maconha, toma no cú viu

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Engraçado que o único produto agrícola que falam que tem versão sintética é a maconha né...nunca ouvi ninguém falar em Batata sintética, ou tomate sintético, etc

Porra, ou é maconha , ou é sintético. Os caras pegam uma merda de um produto de laboratório e relacionam com a maconha, toma no cú viu

Realmente ridiculo. O mais correto seria chamar droga com cannabinoides sintéticos, e não maconha sintética, visto que a maconha é a cannabis sativa, uma unica planta, e essa "maconha sintética" são várias plantas legais que não tem relação alguma com a maconha, banhadas com o HU-210 que é um cannabinoide que não é encontrado na maconha, é feito em laboratório e muito mais potente, também INSTAVEL, diferente do THC.

Tive a oportunidade de ter usado essa maconha sintética quando circulava no Brasil em sites nacionais... Bem forte, mas voce sente que é uma brisa "não natural"... E uma cannabis plantada supera essa erva com cannabinoides sintéticos facinho em termos de brisa, sabor, etc.

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ATENÇÃO LEITOR, ESSA NOTÍCIA NÃO É RELACIONADA A MACONHA, MAS SIM À UMA DROGA APELIDADA DE "SAIS DE BANHO", E TEM SUA COMERCIALIZAÇÃO LIVREMENTE PERMITIDA, ASSIM COMO A SPICE E A K2-(esta por sua vez chamada de maconha sintética que de maconha não tem nada)

POR ISSO ESTÃO SENDO CONFUNDIDAS, PORQUE ASSIM COMO A K2 E SPICE, ESTÃO SENDO VENDIDAS COMO SE FOSSEM ERVAS ou COSMÉTICOS!

Essa tal de "Sais de banho" realmente tem a aparência de um sal de banho, mas é formada por uma composição perigosíssima que pode ser aspirada, inalada, ou injetada:

MDPV, Mephedrona e Methylona.

Methylenedioxypyrovalerone (MDPV): é uma droga psicoativa com propriedades estimulantes que age como um noradrenalina dopamina da recaptação da serotonina (NDRI). Desenvolvido pela primeira vez em 1969, manteve-se um estimulante obscuro até por volta de 2004, quando teria sido vendido como um medicamento designer. Ele também é conhecido como Cloud 9, MDPK, MTV, Magic, Maddie, Rob Black, Coca-Cola Super, PV e Peeve. Os produtos rotulados como "sais de banho", contendo MDPV são vendidos como drogas recreativas em postos de gasolina e lojas de conveniência, semelhantes à comercialização de Spice e K2 como incenso.

Mefedrona, também conhecido como 4-methylmethcathinone (4-MMC), ou 4-methylephedrone, é uma droga estimulante sintético da anfetamina e classes catinona. Gíria nomes incluem meph, drone, e MCAT. É supostamente fabricados na China e é quimicamente similar aos compostos catinona encontrados na planta khat do leste da África. Ele vem em forma de comprimidos ou um pó, que os usuários podem engolir, cheirar ou injetar, produzindo efeitos semelhantes ao MDMA, anfetaminas e cocaína.

Methylone, também conhecido como "M1", 3,4-metilenodioxi-N-methylcathinone, bk-MDMA, é um entactogen e estimulante da feniletilamina, anfetaminas, e as classes catinona. Ele foi originalmente patenteada por Jacob Peyton e Alexander Shulgin em 1996 como um antidepressivo. [2] O MDMC abreviação mais intuitivo não pode ser usado para este produto químico, uma vez que já havia sido dado a outra criação anterior Shulgin, 3,4 ethylenedioxymethamphetamine. Methylone é um análogo estrutural próximo de MDMA, diferindo pela adição de um grupo β-cetona.

Uma vez tomado esse coquetel o cara vira bicho literalmente, um verdadeiro zumbi e há vários ataques relatados nos EUA de pessoas que tomaram essa droga e que mataram pessoas pra comer, e geralmente o ataque é no rosto.

Editado por sapo.Ro
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Essas merda ai eh tdo q o GOverno norte americano quer pra chamar de maconha. e mais uma vez jogar uma nuvem de desinformaçao alarmista em cima do tema.

e doente igual essas merda ai, parece que la eles sao campeoes tb neh, os mais doentes parece q tem aparecido por ali.

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    • Por fmangreen
      A morte de um japonês de 59 anos, registrada no último mês, foi atribuída
      ao uso de maconha sintética, segundo análise de cientistas da
      Universidade de Tokai. O homem foi encontrado morto em sua casa, ao lado
      de pacotes da droga. As informações são do NZ Herald.



      Nenhuma evidência de doença foi percebida e, após uma
      autópsia, foi constatado que o óbito aconteceu por uma "aguda
      intoxicação com MAM-2201", o componente da maconha sintética.



      Ao novo tipo de droga, já foram atribuídos sintomas como paranoia, apreensão, ferimentos renais e episódios psicóticos.



      A maconha sintética foi inicialmente produzida em
      laboratórios europeus no ano de 2011, através de ingredientes
      artificiais que reproduzem os efeitos da cannabis normal.



      A droga composta pelo MAM-2201 chegou a ser legalizada
      na Nova Zelândia e foi banida após um ano. No entanto, versões
      semelhantes que utilizam substâncias químicas diferentes ainda são
      vendidas legalmente no país.

      Fonte: http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/morte-de-japones-e-atribuida-ao-uso-de-maconha-sintetica,063c9020eb78e310VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html

      Eu nem sabia que essa porra existia.
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