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Revista Semsemente Causa Polêmica Ao Chegar Em Fortaleza.


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  • Usuário Growroom

Na matéria escrita do próprio jornal O Povo de Fortaleza os caras da OAB falaram que não viam problema algum com a revista nem com o conteúdo e também não viam problema de apologia nas informações!! Agora vem dizendo isso!! Não fode!!!

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  • Usuário Growroom

Na matéria escrita do próprio jornal O Povo de Fortaleza os caras da OAB falaram que não viam problema algum com a revista nem com o conteúdo e também não viam problema de apologia nas informações!! Agora vem dizendo isso!! Não fode!!!

O cara é proibicionista e sabe que não pode fazer nada vai ter que inventar algo... não vai da ao braço a torcer nunca

sabe como é né

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  • Usuário Growroom

O pior é o repórter dando a entender que tinha apenas uma pessoa interessada em comprar, como se ninguém mais quisesse a revista, e logo em seguida o cara da banca de jornal quebra as pernas dele falando que assim que abriu, já tinha um maluco perguntando pela revista, pq viu na net, catou no facebook, o maluco se virou mas queria muito a revista. Isso pq ninguém tem o menor interesse por ela.

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  • Usuário Growroom

http://www.opovo.com.br/app/fortaleza/2012/06/13/noticiafortaleza,2858294/revista-sobre-maconha-chega-ao-ceara-ensinando-como-cultivar-a-erva-em.shtml

http://www.jangadeiroonline.com.br/fortaleza/revista-a-favor-da-legalizacao-da-maconha-e-lancada-em-fortaleza/

"O advogado criminalista Paulo Quezado, ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil - Secção Ceará (OAB-CE), concorda. Segundo ele, a publicação das dicas não pode ser considerada apologia ao crime. "A própria Comissão Reformadora do Código Penal Brasileiro já está descriminalizando, não há como punir alguém que diz que pode cultivar, porque o usuário não passa mais por reprimenda", afirma."

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  • Conteúdo Similar

    • Por fangorn
      Saludos Hermanas e Hermanos,
      (em homenagem ao Cannabiscafé que gentilmente nos acolheu na grande queda GR de 2006)

      Esses dias caiu na minha mão o Jornal Cannabica, "Queimando mitos, acendendo fatos"
      é um jornal de excelente conteúdo cientifico, politico, social humoristico.

      A versão impressa pelo que eu entendi tem tiragem de 5000 e é distribuida gratuitamente.
      E você pode ler os artigos online.
      www.cannabica.com.br
      Va-lhe a pena conferir
    • Por Funk Buda
      Salve! Salve galera!

      No final do ano passado foi lançado o canal "Narcoturistas", um programa de viagens para quem curte viajar viajando. O programa é apresentado pelo "Macoñero Mascarado" um legitimo espécime de Narcoturista Canabinensi.

      Primeiro episódio - O Fantástico Reino de Amsterdão.

      https://www.youtube.com/watch?v=UhZbDp_3Qb8

      Segundo episódio - O Ancestral Império de Chilangolandia.

      https://www.youtube.com/watch?v=LOmid7Meh-c

      É isso aê galera, espero que curtam, comentem e compartilhem!
    • Por hempc
      Galera, após uma revista no meio da rua, caso eu tenha algum flagrante, corro algum risco da policia revistar meu grow?
      Quais circusntancias a policia pode revistar minha casa sem mandato? Náo só no ambito legal, mas quais sao os casos que voces conhecem?
    • Por Funk Buda
      Pessoal! Acaba de sair a nova edição da semSemente! A seguir alguns dos destaques desta edição:

      ENTREVISTA EXCLUSIVA COM MARCELO D2

      Aos 46 anos, com seis discos solo, quatro filhos e prestes a ganhar um neto, Marcelo D2 ainda é um dos músicos brasileiros mais associados à maconha, influenciando gerações de ativistas e músicos canábicos desde os tempos do Planet Hemp. Conversamos com ele sobre seu disco novo e é claro, maconha.

      ENTREVISTA EXCLUSIVA ORLANDO ZACCONE

      Enquadramos o delegado antiproibicionista, autor do livro “Acionistas do nada” e co-fundador da LEAP-Brasil (Agentes da lei contra o proibicionismo). Ele nos fala sobre a proibição das drogas, a desmilitarização da polícia e a onda de protestos no Brasil.

      COPA GROWROOM 2013

      Saiba como foi a polêmica copa da maconha, realizada ano passado em Porto Alegre, com presença de cultivadores de todo país.

      DICAS DO FRANCO: PLANTAS MÃE

      O eterno caçador de cepas, responsável por várias genéticas do banco de sementes holandês Greenhouse nos dá as dicas para preservar melhor as plantas mãe.

      Já disponível no site:
      http://www.semsemente.com/loja
    • Por Luvluvyayo
      Paz galera!

      A matéria abaixo saiu na revista Scientific American, foi produzida por Lucas Maia, o link a seguir leva ao site do qual copiei o conteúdo. O assunto trata das pesquisas publicadas ano passado nos EUA, Reino Unido e N. Zelândia e traz algumas respostas sobre os resultados, por ex. sobre a reducão do Q.I....acho que a votação sobre a descriminalização deveria obrigatoriamente se basear em pesquisas e na opinião de cientistas, mas infelizmente é baseada em jogo político, preconceito e ignorância, e votado por um punhados de bebuns vestidos de terno, geralmente iletrados e incautos.

      Moderação, procurei e não achei nenhum post sobre esta matéria em si, caso seja repost, me desculpem.

      "Em junho de 2012 o Uruguai anunciou um plano de legalização da maconha,
      com controle estatal da produção, da distribuição e da venda da planta,
      além de autorizar o cultivo para uso pessoal. Essas medidas têm o
      objetivo de combater o narcotráfico na região, diminuir os índices de
      violência e funcionar como estratégia de redução de danos, isto é, usar o
      comércio regulamentado de maconha para evitar o consumo de drogas
      ilícitas potencialmente mais nocivas. Para isso, o projeto de lei, que
      está em trâmite no parlamento uruguaio, prevê a criação do Instituto
      Nacional da Cannabis (Inca) para atuar como órgão regulador.
      Recentemente, o presidente do país, José Mujica, declarou que a decisão
      ainda precisa ser ama- durecida e que é necessário esclarecer a
      população sobre os possíveis impactos sociais das propostas.

      Nos Estados Unidos, em novembro do mesmo ano, um plebiscito aprovou a
      legalização do uso recreativo de maconha para adultos no Colorado e em
      Washington. O consumo da planta será regulamentado nos moldes do álcool:
      venda restrita a maiores de 21 anos, uso proibido em locais públicos,
      controle de qualidade da droga comercializada e cobrança de impostos. A
      mudança na legislação tem o objetivo de reduzir o número de prisões
      relacionadas à maconha e aumentar a receita estadual com os impostos.

      No campo científico, novos estudos divulgados em 2012 trouxeram avanços no debate sobre os riscos potenciais da Cannabis. Em janeiro, o The Journal of the American Medical Association (JAMA)
      publicou um estudo feito com mais de 5 mil homens e mulheres dos
      Estados Unidos, que investigou o impacto do uso de maconha por 20 anos
      sobre o sistema respiratório. Os resultados revelaram que o consumo
      moderado de cigarros de Cannabis (um por dia por até sete anos)
      não prejudica a função pulmonar – ao contrário do tabaco, que, nessa
      mesma quantidade, tem consequências adversas significativas.
      surpreendentemente, o uso ocasional da planta foi associado à melhora da
      função pulmonar. No entanto, o consumo regular por longos períodos
      (mais de dez anos de uso diário) foi relacionado a um ligeiro declínio
      da capacidade dos pulmões. Apesar de a maconha e o tabaco terem muitos
      componentes em comum, o estudo sugere que o uso da Cannabis é menos
      prejudicial ao sistema respiratório.

      Por outro lado, um estudo conduzido na Nova Zelândia, em parceria com universidades dos Estados
      Unidos e Reino Unido, publicado em outubro de 2012 na Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS),
      causou grande impacto ao revelar que o uso crônico de maconha na
      adolescência pode causar prejuízos neuropsicológicos na idade adulta,
      como redução do QI. A adolescência é crucial para o desenvolvimento do
      cérebro. É quando ocorrem processos de maturação dos neurônios e de
      rearranjo de circuitos neurais e sistemas de neurotransmissão. Assim, o
      cérebro adolescente é especialmente vulnerável a substâncias com
      possíveis efeitos neurotóxicos, como maconha, álcool e nicotina. Apesar
      disso, o estudo também deixa claro que não foram observados prejuízos
      cognitivos em pessoas que começaram a usar Cannabis depois de adultas.

      Entretanto, em relação à redução no QI, outro estudo publicado em janeiro de 2013
      na mesma revista reanalisou os dados e concluiu que os resultados podem
      ter sido influenciados por fatores associados ao nível socioeconômico
      dos participantes.

      GRUPOS DE RISCO
      Um estudo publicado em novembro de 2012 na Biological Psychiatry,
      uma das principais revistas científicas na área de neurobiologia dos
      transtornos mentais, mostrou que uma variação genética do gene AKT1
      influencia o risco de desenvolvimento de transtornos psicóticos em
      usuários crônicos de maconha. Esse gene está envolvido no sistema
      dopaminérgico (a dopamina é um neurotransmissor relacionado à motivação e
      à percepção de prazer, entre outras funções), que tem papel importante
      na fisiopatologia de transtornos psicóticos, como a esquizofrenia. Os
      resultados mostraram que pessoas com determinada variação do AKT1 que
      consomem maconha todos os dias têm probabilidade sete vezes maior de
      desenvolver transtornos psicóticos em comparação às que nunca
      experimentaram a droga ou usam apenas nos fins de semana.

      No entanto, no caso de pessoas sem a variação genética, não foi encontrada
      nenhuma relação entre o consumo diário da erva e o desenvolvimento de
      transtornos psicóticos. De acordo com os resultados, é evidente que a
      predisposição genética é decisiva para o surgimento de psicose em
      usuários da planta. Daí a dificuldade em estabelecer relação direta
      entre consumo de maconha e aumento da incidência de esquizofrenia. O
      mais provável é que existam fatores genéticos comuns entre a dependência de maconha e a esquizofrenia, como sugere outro estudo publicado também na Biological Psychiatry
      que mostrou que uma variação rara do gene NGR1 está relacionada a maior
      suscetibilidade à dependência de Cannabis em afro-americanos. O NGR1
      codifica um fator de crescimento (a neuregulina 1), importante para o
      desenvolvimento e funcionamento do sistema nervoso, e vários estudos
      comprovam que ele está associado à esquizofrenia em diversas populações.
      Assim, esses resultados ajudam a tornar mais clara a ligação entre uso
      de maconha e risco de desenvolver transtornos psicóticos.

      Essas descobertas apontam a necessidade de estratégias de prevenção
      direcionadas às populações de risco, como adolescentes e adultos com
      predisposição. A maconha comercializada ilegalmente pode conter uma
      grande quantidade de contaminantes, muitas vezes mais tóxicos do que a
      própria planta. Assim, o uso regulamentado de Cannabis, que
      está ganhando espaço nos Estados Unidos e no Uruguai, pode ser mais
      eficiente do que a simples proibição. A regulamentação pode, além disso,
      garantir a pureza e a segurança da substância consumida pelo usuário
      comum.­­­"
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