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    • @Smoke Cannabis Completando o pensamento pra vc: Quando vc usa a prata coloidal na planta feminina, vc não muda a genética dela, você apenas inibe o hormônio feminino no local onde a prata foi aplicada. Logo, mesmo se vc usar o pólen deste ramo e polinizar esta mesma planta, ainda sim continuará com a mesma genética. É por isso que dizem que autopolinizar você "enfraquece" a genética, pois o pool genético vai ficar limitado aos mesmos alelos de uma só planta e assim ficando mais suscetível a qualquer mutação que possa ocorrer ao longo das polinizações. Isso ocorreu aos montes na evolução das espécies. Populações que foram isoladas tendem a divergirem geneticamente e especiar em novos locais, exemplo das aves que não voam (ema no Brasil, avestruz na África e casuar na Austrália), mas também acabam limitando o pool genético neste novo espaço, e qualquer mutação que ocorra pode ou causar a extinção da nova espécie, ou permitir uma dominância naquele nicho (exemplo das girafas). Agora, quando a planta herma, ela herma por estresse, isso é epigenética, quando o ambiente atua na ativação/inibição de um gene (exemplo do câncer de pele quando vc fica muito exposto ao sol). Ai sim, o gene para produção de ambos órgãos reprodutivos começa a atuar no genoma da planta, logo, se ela se autopolinizar vai passar este gene hermafrodita para frente, famoso gene egoísta. Abraços! 
    • Sim, concordo, acho que faltou um detalhe: plantas naturalmente hermas obviamente são geneticamente diferentes de hermas induzidas. O pólen de uma herma que já nasceu herma dá 50% de chance das filhas serem hermas. A indução ao hermafroditismo se dá por diversos fatores. Há fêmeas que viram hermas no finalzinho do seu ciclo de vida, no intuito de perpetuar a espécie "na marra". Principalmente se no mesmo ambiente de outras fêmeas. (Claro, peguei essas infos com um biólogo, que tem uma visão geral, não é especialista em cannabis... podem ter equívocos aí sim) Peace
    • Muito bom meu amigo @Bud Weiser. Lendo teu comentário lembrei de um grande amigo que cultivava em região de serra. Cara, o barro batido que o brother usava era loucura, jamais acreditaria que daria para tirar algo daquele 'substrato'. A resiliência (da planta e do humano que a cultiva)! Fazia o manejo moderando a água e outras malícias. Tirava coisas lindas! Já no meu jardim, se meter um barro no meio só vai dar confusão. Aqui se o substrato não for super leve e aerado a coisa não funciona legal.