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Gandhia!


Proponha

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  • Usuário Growroom

bom, o pessoal vai fazer de qualquer jeito né pelo visto.

Vou la fotografar, vou levar meu blunt fake...e se eu ver que a galera vai fazer algo pacifico e interessante vou participar... mas se eu ver que é molecagem o negocio, ou tiver muita molecagem no meio, eu não vou entrar na dança. Não vo toma borrachada por molecagem dos outros.

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  • Usuário Growroom

Acho valido o evento mas pra mim o mais importante seria alguma forma que todos pudessem colaborar e espalhar propaganda pelos metros, onibus ou até na tv...explicando tudo com frases curtas como fazem os ateus em alguns paises

http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI15941-15228,00-OS+ONIBUS+ATEUS+DE+LONDRES.html

Mas eu devo ir, moro proximo da av paulista...

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  • Usuário Growroom

Opa, saiu na Folha de SP hoje.

Grupo fará ato público no sábado com baseados de orégano, chá ou salsinha

"O nome disso é apologia ao crime", diz promotor que conseguiu impedir a realização da "marcha da maconha" nos 2 últimos anos

LAURA CAPRIGLIONE DA REPORTAGEM LOCAL

Você está passeando pela avenida Paulista e de repente sente um forte aroma de orégano saindo dos baixos do Masp. Ué? Agora tem pizzaria por aqui? Nãããão, bró. São apenas uns malucos, fumando orégano com o propósito de defender a legalização da maconha.

Se o Ministério Público não encrespar (como já fez com outras manifestações pró-descriminalização da canabis), é isso o que deverá ocorrer no próximo sábado. Os organizadores do ato público, a maioria estudantes e ex da USP, estão fazendo a convocação pela internet, em blogs, pelas comunidades. Reunidos em um coletivo -o nome é Gandhia, em homenagem ao líder indiano, o Mahatma Gandhi- eles são liberais: quem preferir, já está avisado, poderá usar chá em seu baseado simbólico. Ou salsinha.

Segundo Gustavo Vellutini, 23, produtor musical, o objetivo do movimento é acabar com a "hipocrisia que cerca o consumo de maconha no Brasil". "É incrível que não s e possa reunir pessoas adultas em um local público para simplesmente discutir se a forma com que se lida com essa droga é a melhor para a sociedade".

Na última terça-feira, o Gandhia se reuniu embaixo do Masp para traçar suas táticas e estabelecer o manual de conduta para a ação do sábado. São cinco os mandamentos: 1) não porte drogas ilegais no evento; 2) filme tudo (para documentar e também para servir de prova, caso o pessoal acabe na polícia; 3) leve o baseado de orégano; 4) caso tenha antecedentes criminais, lembre-se de que pode haver complicações (um jeito de dizer: não vá); 5) não provoque a polícia, não se deixe levar por provocações, não reaja a uma possível repressão.

"O nome disso é apologia ao crime", reagiu o promotor criminal Marcelo Luiz Barone, 44, ao ser informado pela Folha da agenda de sábado do grupo. "Se eles querem discutir, que discutam com quem pode mudar a lei. Vão para Brasília e conversem com os deputados. Agora, é absurdo que crianças sejam obrigadas a assistir a elogios dirigidos a uma droga que causa dependência e mata."

Barone foi o promotor que, quando estava à frente do Gaerpa (Grupo de Atuação Especial de Repressão e Prevenção dos Crimes da Lei Antitóxicos), conseguiu impedir a realização da Marcha da Maconha. Ele propôs e a Justiça concedeu mandado de segurança em decisão liminar para impedir as manifestações marcadas para 2008 e 2009.

Para Caio Yamaguchi Ferreira, 22, estudante do quarto ano da Faculdade de Direito da USP, "não se pode proibir o livre debate de ideias, ainda mais se ele acontece defumado por orégano, que é um tempero legal, ou por chá mate, que também é legal, até onde eu saiba".

Segundo o fotógrafo Vinicius Silva, "o modo repressivo de lidar com a questão do consumo da maconha só tem conseguido criar uma situação perfeita para o tráfico evoluir. E ainda há o agravante: legitima uma violência oficial aos pobres sob a alcunha de "guerra às drogas'".

O promotor Barone não pensa assim. Neste ano, ele não é mais o responsável pelo Gaerpa, de modo que não caberá a ele a iniciativa de tentar impedir a realização do ato pró-legalização da canabis. "Mas, se fosse eu, não deixaria." Por Barone, até as cervejinhas deveriam ser tornadas ilegais. "Está provado que o álcool é porta de entrada para o mundo das drogas, mas aí entra uma questão cultural, não é?"

O Gandhia promete acender os baseados de ervas diversas às 16h20, ou 4 e 20 da tarde. Para os não iniciados na cultura da "nação canábica", 4 e 20 é um símbolo. Era nessa hora que, em 1971, alunos de uma escola californiana saíam das aulas e iam puxar "unzinho". No Masp, será nessa hora que a "nação oregânica" acenderá seus baseados cheirando a pizza.

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  • Usuário Growroom

Opa, saiu na Folha de SP hoje.

Grupo fará ato público no sábado com baseados de orégano, chá ou salsinha

"O nome disso é apologia ao crime", diz promotor que conseguiu impedir a realização da "marcha da maconha" nos 2 últimos anos

LAURA CAPRIGLIONE DA REPORTAGEM LOCAL

Você está passeando pela avenida Paulista e de repente sente um forte aroma de orégano saindo dos baixos do Masp. Ué? Agora tem pizzaria por aqui? Nãããão, bró. São apenas uns malucos, fumando orégano com o propósito de defender a legalização da maconha.

Se o Ministério Público não encrespar (como já fez com outras manifestações pró-descriminalização da canabis), é isso o que deverá ocorrer no próximo sábado. Os organizadores do ato público, a maioria estudantes e ex da USP, estão fazendo a convocação pela internet, em blogs, pelas comunidades. Reunidos em um coletivo -o nome é Gandhia, em homenagem ao líder indiano, o Mahatma Gandhi- eles são liberais: quem preferir, já está avisado, poderá usar chá em seu baseado simbólico. Ou salsinha.

Segundo Gustavo Vellutini, 23, produtor musical, o objetivo do movimento é acabar com a "hipocrisia que cerca o consumo de maconha no Brasil". "É incrível que não s e possa reunir pessoas adultas em um local público para simplesmente discutir se a forma com que se lida com essa droga é a melhor para a sociedade".

Na última terça-feira, o Gandhia se reuniu embaixo do Masp para traçar suas táticas e estabelecer o manual de conduta para a ação do sábado. São cinco os mandamentos: 1) não porte drogas ilegais no evento; 2) filme tudo (para documentar e também para servir de prova, caso o pessoal acabe na polícia; 3) leve o baseado de orégano; 4) caso tenha antecedentes criminais, lembre-se de que pode haver complicações (um jeito de dizer: não vá); 5) não provoque a polícia, não se deixe levar por provocações, não reaja a uma possível repressão.

"O nome disso é apologia ao crime", reagiu o promotor criminal Marcelo Luiz Barone, 44, ao ser informado pela Folha da agenda de sábado do grupo. "Se eles querem discutir, que discutam com quem pode mudar a lei. Vão para Brasília e conversem com os deputados. Agora, é absurdo que crianças sejam obrigadas a assistir a elogios dirigidos a uma droga que causa dependência e mata."

Barone foi o promotor que, quando estava à frente do Gaerpa (Grupo de Atuação Especial de Repressão e Prevenção dos Crimes da Lei Antitóxicos), conseguiu impedir a realização da Marcha da Maconha. Ele propôs e a Justiça concedeu mandado de segurança em decisão liminar para impedir as manifestações marcadas para 2008 e 2009.

Para Caio Yamaguchi Ferreira, 22, estudante do quarto ano da Faculdade de Direito da USP, "não se pode proibir o livre debate de ideias, ainda mais se ele acontece defumado por orégano, que é um tempero legal, ou por chá mate, que também é legal, até onde eu saiba".

Segundo o fotógrafo Vinicius Silva, "o modo repressivo de lidar com a questão do consumo da maconha só tem conseguido criar uma situação perfeita para o tráfico evoluir. E ainda há o agravante: legitima uma violência oficial aos pobres sob a alcunha de "guerra às drogas'".

O promotor Barone não pensa assim. Neste ano, ele não é mais o responsável pelo Gaerpa, de modo que não caberá a ele a iniciativa de tentar impedir a realização do ato pró-legalização da canabis. "Mas, se fosse eu, não deixaria." Por Barone, até as cervejinhas deveriam ser tornadas ilegais. "Está provado que o álcool é porta de entrada para o mundo das drogas, mas aí entra uma questão cultural, não é?"

O Gandhia promete acender os baseados de ervas diversas às 16h20, ou 4 e 20 da tarde. Para os não iniciados na cultura da "nação canábica", 4 e 20 é um símbolo. Era nessa hora que, em 1971, alunos de uma escola californiana saíam das aulas e iam puxar "unzinho". No Masp, será nessa hora que a "nação oregânica" acenderá seus baseados cheirando a pizza.

Isso saiu na folha de são paulo???

Se saiu pode contar com mais de 1000 pessoas no primeiro dia.

Na certa você vai ter que repensar os números proponha.

A coisa vai ter que ser feita de uma forma muito delicada proponha. Atenção da mídia já tem. Tem que ver como ela vai colocar as coisas no dia seguinte.

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  • Usuário Growroom

Uma coisa tem me preocupado muito nessa mobilização.

Quando o Renato, eu, o Pintolico e outros chamamos atenção de que o Gandhia pode ser um tiro no pé, não significa que estamos com medo de associar nossos nomes ou a Marcha ao Gandhia e sermos processados por isso, ou mesmo que a Marcha sofra as conseguências.

Isso é um ponto. Mas, pelo menos para mim, e acho que para os outros também, isso não é o mais importante.

Minha preocupação é com as interpretações da sociedade em geral sobre o ato, mas principalmente das pessoas e instituições que, nesse momento, estão envolvidas em propor ao Congresso a reforma na Lei.

Digo isso porque, como já falei antes, estou no Grupo de Trabalho. Ainda não terminei o relato sobre as atuações, mas achei importante deixar um ponto que é muito discutido por lá.

Alguns estão propondo no Grupo a mudança no art. 28, para deixar de considerar crime o porte, cultivo, etc, destinado a uso pessoal.

Mas, ao mesmo tempo, existem também outras pessoas e instituições as quais elas representam, que não querem a mudança no art.28.

Elas defendem que de fato, o usuário não deve ser preso em sua casa, por usar drogas, ou plantar para uso pessoal.

Mas eles dizem também que, se retirarmos completamente o art. 28, vamos retirar a única forma que a polícia tem de inibir o consumo público de drogas.

Ou seja. O principal argumento hoje para não mudar o art. 28 é que ele inibe o uso público de drogas.

O Gandhia vai justamente de encontro ao principal argumento para os proibicionistas não aceitarem nossa proposta...

Espero que a galera pense muito bem antes de decidir levar adiante a mobilização, e, se decidir levá-la adiante, tomem muiiiiiiiito cuidado com que imagem passarão à sociedade...

Abraços...

PS: Proponha, te add no msn já pra fazermos a entrevista. Até logo, valeu!!

Também lembremos q a recente decisão da Suprema Corte Argentina que julgou inconstitucional a penalização do consumo pessoal de Cannabis tinha duas restrições:

1º não colocar em risco terceiros.

2º q o consumo seja sem "ostentação" diante de terceiros.

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  • Usuário Growroom

Ah, e tinha um artigo que saiu ao lado da matéria.

ANÁLISE

Defesa de legalização não é apologia

LUÍS FRANCISCO CARVALHO FILHO

DA EQUIPE DE ARTICULISTAS

Lutar contra a lei faz parte do jogo democrático. A defesa da legalização do uso da maconha não se confunde com a apologia do crime.

A liberdade de manifestação do pensamento deveria prevalecer, mas liminares do Poder Judiciário têm impedido passeatas nos últimos anos. Os fundamentos destas decisões são falaciosos e se apegam a detalhes linguísticos. Como os manifestantes designam a manifestação como "marcha da maconha" e não "marcha pela legalização da maconha", a intenção de fazer apologia seria nítida... Tenta-se proibir o próprio uso da palavra "maconha" em cartazes e camisetas...

O Judiciário não se volta contra a divulgação de argumentos de Estado: Fernando Henrique Cardoso é a favor da legalização da maconha por acreditar que seria mais racional uma política de prevenção ao abuso, e nem por isso o Ministério Público quer enquadrá-lo. O Judiciário se volta é contra aquele que tem na satisfação individual o motivo do gesto político.

Fazer apologia significa enaltecer, exaltar. Como os argumentos para o livre consumo da maconha também estão relacionados ao prazer, ou se apoiam na crença de que a droga faz menos mal para a saúde do que outras substâncias legais, como o álcool, ou de que é possível o consumo da erva de maneira a não causar dano ou prejuízo para terceiras pessoas, as autoridades costumam tratar estas manifestações como se fosse um incentivo.

A aparente confusão entre o que a lei tenta proibir (a apologia) e o que a Constituição procura garantir (a liberdade de manifestação) não acontece em relação ao aborto, por exemplo, porque os argumentos em favor da sua legalização são de outra natureza. Não há quem defenda a interrupção voluntária da gravidez como algo prazeroso ou desejável... O aborto é tratado, sempre, como uma intervenção cirúrgica emocionalmente traumática. Diferentemente, o consumo da maconha, por quem gosta de consumi-la, é motivo de satisfação individual.

Mas o propósito do manifestante é o de dizer que ele quer poder consumir maconha livremente e não o de estimular outros ao uso. Não há apologia, nem incitação.

O que não pode é a desobediência civil -ainda que o método possa ser eficaz para derrubar proibições. É que também faz parte das regras do jogo que o Estado faça cumprir a lei em vigor. Quem se manifestar pela legalização do consumo da maconha, consumindo-a diante dos policiais, pode ser responsabilizado criminalmente.

Quando proíbe manifestações públicas a favor da maconha, o Poder Judiciário mostra um viés obscurantista. Proíbe de antemão, como se a passeata fosse, por si só, um perigo... É censura prévia. A mesma censura prévia que de vez em quando alguns juízes brasileiros tentam impor aos jornais.

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  • Usuário Growroom

Interessante.

No fim eles deixam meio que implícito que acender o basilato é errado, mesmo citando que isso é uma metodologia de luta que dá resultado. E falou que se ocorrer a pessoa PODE, não deve ser enquadrada.

Mas o texto inteiro é favorável a manifestação, não só favorável ao direito de se manifestar, mas favorável a legalização.

Eu continuo achando que fumar orégano no primeiro dia é meio que forçar a barra.

Acho até que vai ter mais de 1000 pessoas logo de início.

Que vai ser foda e tal.

Mas eu tô como os caras ai em cima, acho válido e dou apoio.

Essa reportagem saiu em qual caderno?

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  • Usuário Growroom
Quando proíbe manifestações públicas a favor da maconha, o Poder Judiciário mostra um viés obscurantista.

Esse articulista da Folha falou tudo!!

E não é o judiciário que manifesta o obscurantismo, na Ação Direta de Inconstitucionalidade promovida pela PGU para liberar a Marcha da Maconha a Presidência da República e o Senado Federal em suas manifestações mostram argumentos muito mais obscurantistas e preconceituosos.

Precisamos sempre combater o obscurantismo!

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  • Usuário Growroom

Eh foda...já tá repercutindo legal na midia...Isso já é um ponto...

Mas sei lá pelos argumentos aqui expostos, a favor ou contra (nao bem contra, pq acho que contra mesmo pouca gente esta, digamos as ressalvas aqui expostas...) tambem estou receoso principalmente mais pra frente qd o ato for "pra valer"...vamos com calma sabado hein galera...se a policia provocar nao vamos cair na deles...

abrcs

ps* eu disse que poderia "cagar" o transito...nao que iria fechar a paulista...

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  • Usuário Growroom

Só para esclarecer...

Não me entendam como alguém contra esse tipo de ativismo.

Já pensei em planejar levar para a Marcha 1 pé de maconha, ou preparar um discurso sobre como pode ser crime eu plantar o que eu fumo, e aí acender 1 de homegrow...

Mas isso, numa época em que tinha acabado de ser aprovada a Lei 11343, e nem sonhavamos que ela já iria sofrer mudanças esse ano.

Agora, 1000 pessoas fumando majoritariamente prensado comprado vai ser uma imagem ruim...

1000 fumando óregano, o poderão pensar? "Pô, quando eles não têm maconha eles fumam óregano?"... "olha como esses viciados fumam qualquer coisa"

Enfim, várias tensões/questões envolvendo o lance...

Num momento em que a sociedade ainda vai poder dizer "Ah, do que eles tão reclamando... O Governo não tá querendo legalizar?, nós é que devíamos estar reclamando!"

Concordo contigo Alma, tb não estou dizendo que sou contra, mas acho que isso pode ser um tiro no pé e os resultados podem não ser mto positivos ...

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  • Usuário Growroom

Querido Alma.

Concordo contigo que nessa batalha que travamos muita vezes atitudes radicais e precipitadas podem se de fato um “tiro no pé” do movimento. Mas venhamos e convenhamos o movimento proposto não é nenhuma coisa estapafúrdia, sinceramente acho legítimo e necessário. A cidade de São Paulo tem embarcar na onda precisa se articular para o movimento. Sem querer me aprofundar nas causas, mas é fato que o movimento lá esta muito aquém do seu potencial. E estou achando esse movimento o gás que estava faltando pelas bandas de lá.

Nossa guerra vai ser vencida com a gente na rua gritando e batendo panela. Não se iluda sem mobilização não sai nada. Nada mais cômodo para os anti-legalização que uma batalha rolando nos gabinetes e corredores institucionais... é o campo deles! Tem que ter pressão e o apoio se encontra nas ruas! Se não fosse isso ainda estaríamos dano benção a general.

Paz irmão

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  • Usuário Growroom

porra a parada bombou hein! Altos topicos sobre o movimento, FHC comentando... e comecou aqui né. Bacana, mesmo com uma discussao meio pesada as vezes, a parada foi pra frente e chamou muita atencao. Parabéns para os responsáveis, tanto pelo "foco" quanto pelas idéais.

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  • Usuário Growroom

porra a parada bombou hein! Altos topicos sobre o movimento, FHC comentando... e comecou aqui né. Bacana, mesmo com uma discussao meio pesada as vezes, a parada foi pra frente e chamou muita atencao. Parabéns para os responsáveis, tanto pelo "foco" quanto pelas idéais.

Isso porque o proponha abriu o tópico nem há 20 dias...hahaha2.gif

O cara é atitude total. hahaha2.gif

E ai Proponha, como vãoi ficar os números? 1000 fico pequeno.

Se eu tivesse em Sampa ainda eu ia.

Aqui em sc tá necessitando de um proponha ou de um alma. O que tem de loco aqui é brincadeira, mas os caretas fodem tudo. Programação deTv aqui é quase igual a programação do III Reich.

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  • Consultores Jurídicos GR

Cuidado pq cabeça de puliças, delegados, promotores e afins é dura paca... Se aos olhos da lei arma de brinquedo é igual arma de verdade, baseado de mentira tbm pode virar de verdade para encher o saco... Não façam esse manifesto sem apoio jurídico local... Desejo muito sucesso para vcs!!

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