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Fhc Defende Descriminalizar Maconha Para Uso Pessoal


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FHC defende descriminalizar maconha para uso pessoal

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso defendeu hoje a descriminalização da posse de maconha para uso pessoal na abertura da 3ª Reunião da Comissão Latino-Americana sobre Drogas e Democracia. A proposta está na declaração da comissão, que será levada à Organização das Nações Unidas.

"Nosso objetivo é abrir o debate para acabar com o tabu. Essa história de guerra contra as drogas não resolve. É preciso ter outras ações que levem à redução da demanda", disse FHC. O tema será discutido pela comissão com governantes do continente. "A posição do governo brasileiro, que eu saiba, não é contrária", disse o ex-presidente.

Agencia Estado

11/02/2009

http://br.noticias.yahoo.com/s/11022009/25...ha-pessoal.html

Divulguem

http://tv.growroom.net/

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  • Usuário Growroom

A descriminalização da posse de maconha para o consumo pessoal pode ser uma das saídas para a erradicação das drogas. Uma avaliação sobre essa possibilidade é uma das sugestões do relatório apresentado hoje (11) pela Comissão Latino-Americana sobre Drogas e Democracia.

A organização não-governamental tem à frente os ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso, César Gaviria (Colômbia) e Ernesto Zedillo (México). O documento sugere uma revisão das políticas de repressão às drogas na América Latina, com foco em saúde pública, tratando os dependentes como pacientes e não criminosos, e investindo na prevenção voltada aos jovens, faixa etária onde há o maior número de consumidores. De acordo com a ONG, apesar dos grandes investimentos, a estratégia de "guerra às drogas", que tem ênfase na repressão à produção e na criminalização dos usuários, não tem obtido sucesso.

O ex-presidente Fernando Henrique explicou que a sugestão de descriminalização não significa "tolerância". "Reconhecemos que a maconha tem um impacto negativo sobre a saúde. Mas inúmeros estudos científicos demonstram que o dano causado por esta é similar aos do álcool e do tabaco", disse. Ele admite que o ponto é polêmico, mas defende a discussão. "Precisamos quebrar o tabu que bloqueia o debate", reforçou.

A comissão também argumenta que a criminalização não diminui a demanda, mas implica na geração de novos problemas. Além das questões de saúde, a entidade afirma que o encarceramento de usuários não condiz com a realidade da América Latina - o maior exportador mundial de cocaína e maconha -, considerando a superpopulação e as condições do sistema penitenciário. "A repressão propicia a extorsão dos consumidores a corrupção da polícia", diz o texto.

Segundo o relatório, os governos devem focalizar sua ação no combate à repressão sobre o crime organizado e devem também reavaliar a repressão sobre o cultivo.

A sugestão é que os governos desenvolvam, paralelamente, campanhas de prevenção voltadas aos jovens, com linguagem clara e argumentos consistentes.

Para o ex-presidente, as campanhas educativas para prevenir o uso das drogas deveriam seguir o modelo daquelas criadas para conter o consumo de tabaco.

As conclusões da comissão, formada também por intelectuais e representantes de diversos setores, devem ser apresentadas na próxima reunião das Nações Unidas (ONU), em março, em Viena, na Áustria. O encontro tem o objetivo de avaliar as políticas de drogas em todo o mundo.

fonte: http://noticias.uol.com.br/politica/2009/0...lt5773u595.jhtm

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  • Usuário Growroom

pô,

quem dera que ao menos nos deixassem plantar nossa maconha PARA NOSSO PRÓPRIO CONSUMO!!! sem incorrer em qualquer lesão a terceiros ou a própria sociedade.

para mim, a questão toda se resume ao fato de que é a ignorância e o uso de "viseiras" por parte da maioria da população, que demoniza o uso consciente da maconha. acho que se eu sou considerado maior e capaz, posso decidir o que fazer da minha própria vida, desde que não atinja o direito dos outros, não prejudique ninguém e tampouco envolva terceiros com a minha atitude! acho uma total falta de consideração e uma privação de liberdade para conosco, que não temos nada a ver com o narcotráfico, que não incentivamos essa chaga mundial. mas mesmo assim somos perseguidos e discriminados e tratados como marginais.

infelizmente...

dia desses estava pensando que o orkut foi criado no estrangeiro e, no entando, o brasil se tornou o nº 1 em utilização. não gosto de orkut e nem tenho perfil, mas acredito possível partir do brasil alguma coisa positiva para nós e que sejamos beneficiados nisso, no caso do auto-cultivo para consumo próprio. já seria suficiente para mim, ter o DIREITO de plantar minha maconha em casa para meu exclusivo consumo sem a interferência de ninguém.

abrass

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  • Usuário Growroom

Rio - Um documento apresentado nesta quarta-feira no Rio de Janeiro apresenta opções para combater o tráfico de drogas na América Latina. O ex-presidente do Brasil Fernando Henrique Cardoso, um dos representantes da Comissão Latino-Americana sobre Drogas e Democracia, defendeu durante a apresentação a descriminalização da posse de maconha para uso pessoal.

Para a comissão a proibição da produção e da distribuição não produziu os resultados esperados. "Nós achamos que esse enfoque exclusivamente repressivo tem que ser repensado", disse o ex-presidente.

A comissão propõe que a repressão aumente ao crime organizado, que o consumo seja reduzido com informação e prevenção e que o problemas do uso das drogas seja tratado como uma questão de saúde pública.

A proposta integra o documento Drogas e Democracia: Rumo a uma Mudança de Paradigma que foi apresentado, nesta quarta-feira, pela manhã, durante entrevista coletiva com a comissão latinoamericana, realizada no Hotel Intercontinental, em São Conrado, Zona Sul do Rio. O documento, preparado pela comissão latinoamericana, desde sua criação em março do ano passado, será levado à reunião da Organização das Nações Unidas (ONU) que tratará da revisão dos 10 anos de políticas de combate às drogas no mundo, em março deste ano, em Viena, capital da Áustria.

FONTE: http://odia.terra.com.br/brasil/htm/fhc_de...onha_229349.asp

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  • Usuário Growroom

sera que 2009 vai ser o ano do barulho em prol da nossa causa ?

esse lance do fhc e a reuniao latina

os ministros por causa do posto 9 la no rio

e tem a reuniao da onu tambem mas quanto a essa nao tenho ideia do que esperar ainda .....

ae tapa tu resumiu tudo

to plantando uma semente

uma planta pro meu consumo dentro da minha residencia e é consumida na esmagadora maioria do tempo dentro de casa tbm

pagando as contas e impostos dos materiais e servicos ''legais'' ligados ao grow

ae fica a grande pergunta to fazendo mal pra quem ?

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  • Usuário Growroom

Guerra contra las drogas fracasó y debe ser replanteada, afirman ex presidentes e intelectuales

Un grupo de personalidades latinoamericanas, reunido en Río de Janeiro, cuestionó la estrategia de combate al narcotráfico por sus costos sociales y económicos y la amenaza a las democracias.

"Las políticas prohibicionistas basadas en la represión de la producción y de interdicción al tráfico y a la distribución, así como la criminalización del consumo, no han producido los resultados esperados. Estamos más lejos que nunca del objetivo proclamado de erradicación de las drogas", señala uno de los apartes más destacados de la declaración final.

Las recomendaciones forman parte del documento "Drogas y democracia en América Latina: hacia un cambio de paradigma", divulgado en Río de Janeiro.

Entre los firmantes del documento están los expresidentes latinoamericanos Fernando Enrique Cardoso, de Brasil; Ernesto Zedillo, de México y César Gaviria, de Colombia.

También lo firman intelectuales y personalidades como Paolo Coelho, de Brasil; Enrique Santos, presidente de la Sociedad Interamericana de Prensa; Mario Vargas Llosa, de Perú; Sergio Ramírez, de Nicaragua; Moises Naim y Tomas Eloy Martinez.

Señala que la estrategia actual de la lucha contra las drogas, sustentada en prejuicios, temores y visiones ideológicas, está fracasando.

"El tema se ha transformado en un tabú que inhibe el debate público por su identificación con el crimen, bloquea la información y confina a los consumidores de drogas a círculos cerrados donde se vuelven aún más vulnerables a la acción del crimen organizado", señala la declaración.

Si se rompe este tabú se podrá construir una política basada en nuevos paradigmas y sería má segura, eficiente y humana.

"Eso no significa condenar en bloque políticas que han costado enormes recursos económicos y el sacrificio de incontables vidas humanas en la lucha contra el tráfico de drogas. Tampoco implica desconocer la necesidad de combatir a los carteles y traficantes", afirma la declaración.

La declaración propone abrir la discusión de estrategias alternativas "con el concurso de sectores de la sociedad que se han mantenido al margen del problema por considerar que su solución incumbe a las autoridades".

"Es imperativo examinar críticamente las deficiencias de la estrategia prohibicionista seguida por Estados Unidos y las ventajas y los límites de la estrategia de reducción de daños seguida por la Unión Europea, así como la escasa jerarquía que le dan al problema de las drogas algunos países, tanto industrializados como en desarrollo", señala otro de los apartes de la declaración.

En el aparte en el que mencionan a Colombia, la declaración señala que los descomunales esfuerzos realizados no se compadecen con los resultados.

"A pesar de los significativos éxitos de Colombia en su lucha contra los carteles de la droga y la disminución de los índices de violencia y de delitos, han vuelto a aumentar las áreas de siembra de cultivos ilícitos y el flujo de drogas desde Colombia y el área Andina", señala la declaración.

Los expresidentes e intelectuales también le dedican un aparte a México para reslatar el acelerado aumento de la violencia promovida por los criminales del narcotráfico.

"Esto plantea desafíos al gobierno mexicano en su lucha contra los carteles de drogas que han reemplazado a los traficantes colombianos como los que introducen la mayor cantidad de narcóticos al mercado de Estados Unidos", agrega el documento.

"La traumática experiencia colombiana sin duda es una referencia para que se evite el error de seguir las políticas prohibicionistas de Estados Unidos y se encuentren alternativas innovadoras", agrega la declaración.

Los firmantes también cuestionan la falta de una correspondencia política por parte de las autoridades de Estados Unidos en la reducción del consumo de drogas en su país.

El documento es un poco más favorable a la política europea de lucha contra las drogas, aunque también le formula críticas:

"La política europea de focalizar en la reducción de daños causados por las drogas, como un asunto de salud pública, mediante el tratamiento de los usuarios, se muestra más humana y eficiente. Sin embargo, al no dar prioridad a la reducción del consumo, bajo el argumento de que las estrategias de reducción de daños minimizan la dimensión social del problema, la política de la Unión Europea mantiene intacta la demanda de drogas ilícitas que estimula su producción y exportación de otras partes del mundo", señala el documento.

Tres paradigmas

La propuesta alternativa que formulan se sustenta en tres paradigmas:

* Tratar el consumo como un asunto de salud pública

* Reducir el consumo mediante acciones de información y prevención

* Focalizar la represión sobre el crimen organizado

Respecto del primer tema, los firmantes aclaran que el enfoque no implica una tolerancia a las drogas, pues se trata de sustancias que causan daño a las personas y a la sociedad.

Llevar la discusión al terreno de la salud pública implica concentrar los esfuerzos represivos en el tráfico y la redes delincuenciales.

También se advierte que sin estrategias de prevención e información, no se va a lograr la reducción del consumo.

Otro punto que se destaca es que los esfuerzos por reducir la producción deben enfocarse en programas de cultivos alternativos con acceso a mercados competitivos y desarrollo social.

FUENTE: http://www.eltiempo.com/colombia/politica/...ales-_4808480-1

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  • Usuário Growroom

Essa movimentação ai me faz martelar muito uma coisa.

Tipo... escrever um documento, talvez até pra ser lido nas Marchas. Cobrando do governo brasileiro, que num passado foi pioneiro no debate pela proibição, que também o seja pioneiro na avaliação e retratação de uma medida que, claramente, foi um erro.

Teve um promotor público que debateu na rádio CBN de Belém com o Renato Cinco, que dizia que a constituição reflete os valores morais e culturais de uma nação. Será que não está claro que esses valores mudaram? Já se vão 7 décadas... pessoas diferentes, contexto diferente... cadê a lógica desse mundo, minha gente?

Abraços

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  • Usuário Growroom

Zedillo exige despenalización de mariguana

LA REDACCIóN

México, D.F., 10 de febrero (apro).- El expresidente de México Ernesto Zedillo se sumó al movimiento internacional que exige la despenalización de la mariguana, al signar la declaración de un grupo de intelectuales latinoamericanos llamada "Drogas y democracia en América Latina: hacia un cambio de paradigma".

Este documento apunta que los gobiernos deben cambiar el trato hacia los consumidores de mariguana y dejar de etiquetarlos como delincuentes o adictos.

Y aún más, se manifiesta en contra de la posición de estado de combatir y prohibir el consumo de la hierba: "Las políticas prohibicionistas basadas en la represión de la producción y de interdicción al tráfico y a la distribución, así como la criminalización del consumo, no han producido los resultados esperados. Estamos más lejos que nunca del objetivo proclamado de erradicación de las drogas".

La declaración es firmada también por los escritores Mario Vargas Llosa, Tomás Eloy Martínez, Paulo Coelho y Enrique Santos. Así como los expresidentes Fernando Enrique Cardoso, de Brasil, y César Gaviria, de Colombia.

"Es imperativo examinar críticamente las deficiencias de la estrategia prohibicionista seguida por Estados Unidos y las ventajas y los límites de la estrategia de reducción de daños seguida por la Unión Europea, así como la escasa jerarquía que le dan al problema de las drogas algunos países, tanto industrializados como en desarrollo", insiste la posición conjunta.

El documento fue firmado en Brasil y difundido la mañana de este miércoles por la prensa latinoamericana.

(Con información de El Tiempo de Colombia)

Fuente: http://www.proceso.com.mx/noticias_articul...?articulo=66274

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  • Usuário Growroom

Traduzindo a notícia acima...

Zedillo exige despenalização da maconha

A redação

México, DF, 10 de fevereiro - O ex-presidente do México Ernesto Zedillo se somou ao movimento internacional que exige a despenalização do uso da maconha, ao assinar a declaração de um grupo de intelectuais latino-americanos chamada "Drogas e democracia na América Latina: por uma mudança de paradigma".

Este documento aponta que os governos devem mudar o tratamento dado aos consumidores de maconha e deixar de rotulá-los como delinquentes ou viciados.

Além disso, o documento se manifesta contra a posição do estado de combater e proibir o consumo da erva: "As políticas proibicionistas baseadas na repressão da produção e de interdição ao tráfico e à distribuição, assim como a criminalização do consumo, não produziram os resultados esperados. Estamos mais distantes do que nunca do objetivo proclamado de erradicação das drogas".

A declaração também é assinada pelos escritores Mario Vargas Llosa, Tomás Eloy Martínez, Paulo Coelho e Enrique Santos, assim como pelos ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso, do Brasil, e César Gaviria, da Colombia.

"É necessário examinar criticamente as deficiências da estratégia proibicionista seguida pelos EUA e as vantagens e limites da estratégia de redução de danos seguida pela União Européia, assim como a escassa hierarquia que alguns países dão ao problema das drogas, tanto países industrializados como em desenvolvimento", insiste a posição conjunta firmada no documento.

O documento foi assinado no Brasil e difundido na manhã desta quarta-feira pela imprensa latino-americana.

(Com informações do jornal colombiano "El Tiempo")

Fonte: http://www.proceso.com.mx/noticias_articul...?articulo=66274

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  • Usuário Growroom

Nao podemos dizer que o ano comecou mal.Pelo menos ja deu uma boa renovada nas esperancas(pelo menos na minha),acho que agora mais do que nunca nao podemos ficar parados.Chega de esperar!temos que agir tbm!aproveitar a maré boa para o movimento de descriminizacao/legalizacao.

Abracos

Mr.Fisherman

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  • Usuário Growroom

FHC defende descriminalização do uso da maconha

Rio - Um documento apresentado nesta quarta-feira no Rio de Janeiro apresenta opções para combater o tráfico de drogas na América Latina. O ex-presidente do Brasil Fernando Henrique Cardoso, um dos representantes da Comissão Latino-Americana sobre Drogas e Democracia, defendeu durante a apresentação a descriminalização da posse de maconha para uso pessoal.

Para a comissão a proibição da produção e da distribuição não produziu os resultados esperados. "Nós achamos que esse enfoque exclusivamente repressivo tem que ser repensado", disse o ex-presidente.

A comissão propõe que a repressão aumente ao crime organizado, que o consumo seja reduzido com informação e prevenção e que o problemas do uso das drogas seja tratado como uma questão de saúde pública.

A proposta integra o documento Drogas e Democracia: Rumo a uma Mudança de Paradigma que foi apresentado, nesta quarta-feira, pela manhã, durante entrevista coletiva com a comissão latinoamericana, realizada no Hotel Intercontinental, em São Conrado, Zona Sul do Rio. O documento, preparado pela comissão latinoamericana, desde sua criação em março do ano passado, será levado à reunião da Organização das Nações Unidas (ONU) que tratará da revisão dos 10 anos de políticas de combate às drogas no mundo, em março deste ano, em Viena, capital da Áustria.

Com informações do Terra

Fonte: Jornal O Dia

11/02/2009

http://odia.terra.com.br/brasil/htm/fhc_de...onha_229349.asp

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  • Usuário Growroom

Significa que devemos reconhecer a insuficiência dos resultados e, sem desqualificar em bloco os esforços feitos, abrir o debate sobre estratégias alternativas, com a participação de setores da sociedade que se mantiveram à margem do problema por considerar que sua solução cabe às autoridades.

Para isso, é essencial diferenciar as substâncias ilegais de acordo com o prejuízo que

provocam para a saúde e a sociedade.

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