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Dossiê Maconha - A Droga

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A DROGA

Entenda os efeitos imediatos provocados pela maconha no corpo, da larica aos olhos vermelhos.

Quando a fumaça da Cannabis chega aos pulmões, ela descarrega na corrente sanguínea os canabinóides, uma classe de substâncias químicas da qual faz parte o THC - o mais importante princípio ativo da droga. Essas substâncias interferem em vários pontos do organismo: no cérebro, nos olhos, na boca...

Veja o que está por trás dos sintomas mais comuns apresentados por quem fuma essa erva. Alguns são inofensivos. Mas não faltam os que trazem danos à saúde.

NO CÉREBRO

Usuário ri à toa, mas perde a coordenação

- RIR POR ÚLTIMO

Uma região do cérebro afetada pela maconha é o sistema límbico. Aqui, o THC tem o efeito estimulante sobre os neurônios que produzem dopamina, substância ligada às sensações de prazer. Com mais dopamina produzida, a pessoa que fumou sente um grande bem-estar - e dá-lhe ataque de riso...

MEMÓRIA FRACA

Uma das regiões do cérebro com mais neurônios com receptores CB é o hipocampo. Essa área é responsável por receber informações, associá-las e guardá-las. Ou seja, é fundamental para o aprendizado e para a memória. Cheios de THC, os neurônios do hipocampo perdem eficiência e a pessoa fica com a memória confusa.

CONTROLE REMOTO

Outra parte do cérebro cheia de receptores CB é o cerebelo, que trabalha, entre outras coisas, para manter nosso equilíbrio e coordenação motora. Quando o THC atinge essa área do cérebro, desorganiza todo o trabalho dela. Os resultados imediatos podem ser de inofensivos tropeços à perigosa perda de agilidade ao dirigir um carro.

CAMINHO NERVOSO

Primeiro passo é saber como o THC reage com os neurônios

- CURTO-CIRCUITO 1

A comunicação entre os neurônios (células do sistema nervoso) se dá pelos neurotransmissores, substância que levam mensagens entre as células. As mensagens são passadas quando essas substâncias se encaixam em um receptor específico para elas nos neurônios.

- CURTO-CIRCUITO 2

A maconha está cheia de canabinóides, entre eles o THC. Os canabinóides se parecem com alguns neurotransmissores produzidos pelo corpo e conseguem se encaixar em receptores específicos, os CB (receptores de canabinóides), interferindo em atividades que eles coordenam nos neurônios.

NOS OLHOS

Vasos dilatados levam à mudança de cor

- SINAL VERMELHO

A conjuntiva é uma membrana que reveste a parte interna das pálpebras e a parte branca do olho. Ela tem vasos sanguíneos bem finos, quase imperceptíveis. O THC relaxa os músculos ao redor desses vasos. Com a "folga", os vasos se dilatam, recebem mais sangue e aparecem mais, deixando avermelhados os olhos de quem fumou

NA BOCA

Ação em glândulas salivares reduz umidade

- SECOS E MOLHADOS 1

Nossa boca permanece molhada por causa da saliva, que é produzida sem parar por três glândulas salivares. Dependendo dos estímulos que vêm do cérebro, essa produção pode aumentar (quando vemos uma comida gostosa, por exemplo) ou diminuir (quando estamos com sede).

- SECOS E MOLHADOS 2

Levado pela corrente sanguínea, o THC age direto nas glândulas salivares. Ele se liga a receptores de neurônios locais e com isso os neurônios reduzem a produção de acetilcolina, um neurotransmissor que estimula as glândulas. Com menos saliva, a boca fica seca.

NA GARGANTA

Fumaça irrita tecidos e provoca tosse

- SAÍDA DE EMERGÊNCIA

Partículas sólidas, substâncias tóxicas e o calor que acompanham a fumaça da maconha irritam as células cheias de cílios que revestem as paredes da traquéia e dos bronquios.

A irritação faz o organismo provocar tosse para expulsar a fumaça.

NO DUODENO

Larica surge por falha na ligação cérebro-sistema digestivo

- FOME SEM FIM 1

Quando comemos, o rango que deixa o estômago entra no duodeno antes de seguir para o intestino. Assim que a comida passa por lá, as células do duodeno são programadas para liberar na corrente sanguínea uma substância com papel de mensageira.

- FOME SEM FIM 2

Essa substância vai até o cérebro e deixa uma mensagem no hipotálamo: "Podemos parar de comer". Como o THC interage com os neurônios do hipotálamo, ele bloqueia essa informação e a pessoa continua sendo estimulada a comer. Essa é uma das causas da "larica", uma fome sem fim.

Fonte: Revista Mundo Estranho (março/07)

Texto : Heitor Yida, Luiz Iria e Sandro Castelli

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Sinto falta de algum texto, ou reportagem de alguem que realmente conhece a maconha, seus efeitos, a hipocrisia, e coloque a cara a tapa...

esses textos sao muito batidos, boca seca, memória fraca, demora do reflexo, não fede nem cheira, nao defende e nao condena, etc etc etc.... soh esquecem de falar, que os efeitos sao passageiros, mas enfim, paro por aqui.

ahh quem me dera ser escritor! rsss

(quanto mais o tempo passa, vejo que nao importa quem está certo, soh importa quem esta com a maioria)

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Só o fato de revistas com uma certa veiculação, como Superinteressante e Mundo Estranho, abrirem um GRANDE espaço para informações desse tipo (aliás, essa é apenas uma parte da reportagem), de forma aberta, SEM DEFENDER NEM CONDENAR, o que é muito IMPORTANTE sempre tratar de assuntos "delicados" de forma neutra, respeitando tanto quem 'gosta' como quem 'não gosta', já acho um GRANDE passo, e sim! colocam a cara pra bater, mas com muito consciência, entendimento e imparcialidade.

Que o olho fica vermelho, a fome aumenta e a boca seca, realmente não precisa ler para saber. Mas pq isso acontece, quantos sabem o que acontece no nosso corpo?! quantos tem a total consciência dos nossos sentidos e até que ponto esses efeitos são realmente passageiros?!?!?!?!?!

Hoje em dia, não acho mais que a mídia está tratando o assunto com taaaaaaaanta hipocrisia. Certas editoras estão bem abertas para esse tipo de assunto e ao invés de bater cabeça com quem não quer falar, o importante é se "agarrar" com quem fala. Muitas pessoas já vestiram a camisa e começaram a ajudar... não só defendendo a substância, mas tb, estudando e orientando com benefícos e malefícios = Redução de Danos (assunto em que nosso amigo Alma se empenha bastante).

Enfim.......... acho que basta ter vontade para começar. Se o sonho é mudar alguma coisa, comece com o primeiro passo.

Vamos agregar valores people!!!!! :)

Inté!

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Valeu Luds. Realmente a matéria está bem legal. Temos que lembrar que essa é uma revista dedicada a adolescentes e jovens, e que é um público ainda mais jovem que o da Super. 12 a 20. O texto está muito bom, e os gráficos animais!

Tem muitos problemas na matéria sim, mas adianto a vocês que os editores estão abertos a colaboração. Digo isso porque estou coordenando a Ananda - Coletivo de Estudo e Ação em Redução de Danos para plantas Cannabaceae e o principal veículo de atuação nosso é catar notícias e matérias na mídia e enviar respostas e considerações oficiais sobre o texto.

No caso da ME, encontramos diversos erros como maconha mentolada, sem-cheiro, ou que a fibra e as folhas são usadas para fazer maconha. Fiz uma extensa carta esclarecendo todos os pontos e fui muito bem recebido pelo Redator-chefe que se comprometeu em publicar alguma coisa sobre meus esclarecimentos.

Não deixem que a primeira impressão os torne reativos à qualquer matéria sobre o tema. OS caras também estão trabalhando em favor da verdade.

Um abraço,

Alma.

PS: Segue abaixo a nota encaminhada à ME:

Nota de esclarecimento sobre a matéria "Dossiê Maconha"

Prezado Fábio Volpe, Redator-chefe da revista Mundo Estranho, e Tarso Augusto, Heitor Yida, Luiz Iria, Sandro Castelli e Alessandra Kalko, responsáveis pela matéria "Dossiê Maconha",

Primeiramente, gostaria de congratulá-los pela corajosa escolha por compor uma matéria que optou por expor fatos sobre as plantas do gênero Cannabis sativa que ultrapassam os meramente relacionados com suas propriedades psicoativas. Fico feliz em ver que o tom de neutralidade científica que guia a irmã mais velha da "Mundo Estranho" também é o que norteia suas matérias. Acompanho com entusiasmo as matérias publicadas na Super, e em outras revistas da Abril, e até o momento a Super e a ME são as que mais têm correspondido com minhas expectativas em relação à como uma publicação deve lidar com o tema.

No entanto, como pesquisador da história, dos usos, e dos aspectos botânicos das plantas Cannabaceae, envolvido em um projeto de pesquisa documental, e bibliográfico sobre o tema, e coordenador de um Coletivo de Estudo e Redução de Danos para os usos da planta, não poderia deixar de fazer algumas considerações a respeito de conteúdos publicados que estão relativamente em desacordo com alguns dados sobre a planta, seus derivados e seus consumidores.

Porém, gostaria de deixar claro que essas considerações de modo retiram minha admiração e respeito pela qualidade do trabalho que li, nem diminuem minha felicidade ao saber que muitos jovens e adolescentes terão acesso à informações nesse nível de qualidade.

As considerações seguem abaixo,

Cordialmente,

XXXXXXX

Coordenador do Coletivo Ananda de Estudo e Ação em Redução de Danos para Plantas Cannabaceae

Cânhamo:

As fibras do caule da planta não são aproveitadas exclusivamente em variedades com baixa produção da resina. Durante todo o séc. XVIII e XIX, auge da utilização industrial das fibras da planta, as variedades cultivadas eram oriundas da Índia, então colônia britânica. O que de fato acontece é que nas lavouras destinadas à produção de fibra são aplicadas técnicas que favorecem a produção de fibra em detrimento da resina. As plantas são cultivadas sem espaço entre si, para que cresçam concorrendo por luz e, com isso, possam produzir o caules mais longos possíveis (mais fibra). Além disso, as plantas são colhidas antes que comecem a florescer e produzir resina. No entanto, é verdade que muitos breeders (profissionais desenvolvedores de variedades canábicas comerciais) têm trabalhado e desenvolvido linhagens com teores mais baixos de THC. No entanto, em se tratando de baixa produção de resina, a técnica de cultivo ainda é mais importante que a origem genética da semente. "Os meticulosos padrões de cultivo industrial diminuem a potência da droga a níveis mínimos, mesmo nas linhas de sementes mais potentes". (CONARD, 2002: 24).

Folha e Caule = Maconha:

O que se chama no Brasil de maconha é o que os consumidores têm usado como produto psicoativo fumável. No entanto, o que se busca ao fumar alguma parte da planta são as propriedades psicoativas contidas em sua resina, e não a matéria vegetal não-psicoativa. Em diversos países europeus, africanos e asiáticos, os usuários preferem consumir a resina já submetida a tratamento e retirada da matéria vegetal (folhas, galhos, sementes, etc), à qual dão o nome de haxixe. Como, e em qual proporção de resina/material vegetal os consumidores de um determinado lugar irão fazer uso das propriedades psicoativas da planta são fatores que dependem da cultura, dos aspectos sociais, econômicos e políticos de cada localidade. No caso do Brasil, um dos países onde a repressão se dá de maneira mais violenta, o produto que chega às mãos do consumidor final é uma massa composta por folhas, galhos, sementes e flores, geralmente com um teor muito baixo de resina em comparação com outras amostras. (2% a 4%), enquanto amostras holandesas chegam a ter até mesmo mais de 30%. Isso não se deve apenas ao fato de que os cultivadores holandeses têm encontrado condições melhores para cuidar de suas plantas, mas também que têm podido diminuir a proporção de matéria vegetal vendida em relação à resina, devido à maior tolerância das autoridades governamentais em relação aos produtores, o que é bom para o consumidor que precisa fumar menos para obter os mesmos efeitos. Assim, não é correto afirmar de forma simples que folhas e caules são partes muito usadas para "fazer maconha", ao contrário, elas só entram na composição do que se chama de ‘maconha’, quando as flores não são densas o suficientes, quando se tratam das folhas e dos galhos anexos às inflorescências.

Esse fato pode ser comprovado ao se observar que na prática, não apenas os especialistas recomendam que não se fume galhos, caule, folhas ou sementes, mas também os usuários têm conhecimento sobre isso e, ao confeccionarem os cigarros de maconha, descartam tanto quanto possível os galhos, as sementes e as folhas, procurando consumir apenas as inflorescências. (MACRAE & SIMÕES, 2000: 79-80)

Cannabis ‘sem cheiro’ e ‘mentolada’:

Há alguns anos que a imprensa vem ouvindo as autoridades policiais a respeito das variedades de maconha que têm chegado ao mercado, comprando o discurso de maconha ‘transgênica’ ou ‘mentolada’. O próprio Walter Maiorovicht, ex-secretário nacional antidrogas já escreveu artigos reproduzindo informações enganosas sobre as origens das variedades mais potentes ou com aromas mentolada, e ignorou minhas considerações sobre o assunto. De fato, o que vem ocorrendo é o surgimento de uma nova configuração no mercado consumidor e produtor da planta, movimento esse que discuto em um artigo de uma coletânea ainda sendo organizada. Mas o que quero chamar atenção é que desde a década de 1970 que cultivadores de Cannabis conhecidos como breeders, se especializaram em observar e isolar espécimes da planta que tivessem características especiais, e procuraram colecionar variedades dos mais diferentes locais do mundo. Assim, cruzando espécimes de variedades intercontinentais, selecionando características genéticas próprias de cada localidade, e cruzando os espécimes mais especiais, esses breeders têm conseguido desenvolver variedades de Cannabis com muitas características especiais que não apenas a quantidade de resina e inflorescências, ou a concentração de THC. Eles têm buscado plantas com cores, aromas, sabores e aspectos que agradem aos diferentes gostos dos clientes de países onde a cultura do consumo de cannabis têm podido florescer mais abertamente, como Holanda e Espanha. Assim, um livro dedicado ao que tem sido chamado de cannabis connesoieur, especializado em variedades comerciais cita 3 principais categorias de aromas e sabores que seriam "fruity", "berry", "citrus", essa última subdivida em "lemon", "lime", "orange". Assim, o que mais provavelmente tem acontecido é a introdução de variedades com aromas mais próximos do tipo "citrus". (ROSENTHAL, 2001: 53). Isso não se deve à mistura com folhas de menta, ou mesmo à manipulação genética, mas à técnicas de seleção e cultivo, semelhantes às usadas na criação de novas variedades de uva, feijão, mandioca, etc. Nesses casos, o que os breeders fazem é cruzar variedades de uma mesma espécie com características às quais procure reproduzir, diferente das plantas transgênicas, que utilizam outro tipo de técnica, na qual características de duas espécies diferentes são combinadas em manipulação genética. Um exemplo é a variedade Skunk® , atualmente comercializada em bancos de semente holandeses, foi desenvolvida nos EUA, a partir do cruzamento de espécimes fêmeas colombianas e machos afegãs. Cercada de mitos até mesmo entre os especialistas, a variedade registrada na Holanda teria sido desenvolvida na década de 1980, em pleno auge do surgimento das técnicas de cultivo com lâmpadas artificiais. Hoje o nome "skunk" é sinônimo de uma droga desenvolvida para "viciar mais" ou ser "mais forte" em todos os países onde as autoridades de repressão ao uso e cultivo desconhecem a história moderna dessa planta, dando margem ao surgimento dos mais inusitadas versões sobre sua origem e suas verdadeiras propriedades.

O estranhamento de que o aroma seja diferente da maconha apreendida comumente talvez se deva ao fato de que a maconha brasileira em geral tenha o mesmo aroma, o de uma planta em decomposição. A maioria do fumo que chega as mãos do consumidor final através longos períodos em condições inadequadas devido à forma como têm que ser transportado (em baixo de cargas, prensado em tijolos, etc). Assim, uma variedade de Cannabis de aroma cítrico ainda guarda certa distinção, mesmo após ser transportada e armazenada inadequadamente. À isso não se pode dar o nome de maconha sem-aroma, sem lembramos que, em rigor, o que ela tem é um aroma fresco, leve e agradável, ao contrário do que se fuma comumente e que se quer colocar como padrão, que tem em sua maioria cheiro de erva quase plenamente putrefata, ao qual nos acostumamos a associar com a resina psicoativa, mas que em muito se diferem dos seus aromas in natura.

1. Marca Registrada da empresa Dutch Passion Seed Company (www.ducthpassion.nl).

Bibliografia citada:

CONRAD, C. HEMP – O uso medicinal e nutricional da maconha. São Paulo – SP: Editora Record, 2001.380 páginas.

MACRAE, E. & SIMÕES, J. Rodas de Fumo – o uso da maconha entre as camadas médias urbanas. Salvador – BA: Editora da UFBa, 2000. 147 páginas.

ROSENTHAL, E. Mapping the Pot Palate. In; The Big Book of Buds. Canada: Quick American Archives, 2001. pp. 54-53.

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PUTA QUE PARIU!!!

Eu queria ter um filho assim!!!

Diplomatico, meticuloso, profissa bagarai!!

Valeu Alma!!

QUEBROU TUDO!!! :hihihi:

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Espetacular a iniciativa e a carta! Quebrou tudo Alma, as pessoas precisam aprender a coler informações sérias, e não sair buscando no "google" da vida e sair publicando um assunto que realmente não conhecem. Nâo é feio a gente não saber, feio é não ser humilde o suficiente p reconhecer.

Vamos ver a atitude desses caras.

Boa rapa! Parabéns

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E digo mais!!

É isso aí!!

Sempre que sair umas matérias esdruxulas dessas, falando essas abobrinhas de menta, sem pesquisa alguma, sem fundamento algum, essas materias merecem serem rebatidas com informações desse nível. Baseadas em livros sobre o assunto, em estudos, pesquisas, ...

Ta de parabéns!!

Vamos tentar daqui pra frente responder o maior numero de materias desse tipo com esse nivel excelente de diplomacia e conhecimento.

Valeu mais uma vez irmao!!

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Alma Rastafari,

Esta foi uma das respostas mais bem educadas a respeito do assunto que já li em português! parabéns pela iniciativa!

abs,

BC

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Nossa Alma_Rastafari Meus parabéns pela sua iniciativa, muito mais do que reclamar e achar ruim, porra eu tirei o chapeu! =]

se publicassem tudo oque voce escreveu sem editar seria a melhor reportagem ja publicada, bem eslcarecedora mesmo.

poderia falar também das propriedades do oleo da semente, e uma lista de coisas ja produzidas com fibra cannabica.

paz.

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Parabens Alma !!

Vida longa a Ananda !!

Texto perfeito, citando bibliografia e tudo mais...

Esse é a verdadeira abordagem academica do assunto.

Parabens novamente !

[]´s

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Valeu galera!!! Valeu mesmo a todos.

Então, respondi com esse cuidado todo e os caras foram hiperprestativos. Disseram que vão publicar uma parte do meu texto, especialmente sobre a maconha mentolada. Vamos aguardar a ME de abril para ver o que vai ficar.

Pode deixar que toda matéria que sair agora terá resposta à altura. Aproveito pra dizer que ontem um programa de Rádio aqui em Salvador discutiu a legalização da maconha e uso a matéria da ME como base. Fui um dos convidados para falar no programa, e foi ótimo. "quebrei tudo" de novo... hehehe.

Valeu galera, Abração!!

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Ah mulecãooooo!!!!

É disso que precisamos!!! Gente Inteligente!!

Gente como voce quebrando tudo!!!

A Ignorancia!!

A Hipocrisia!!

isso tudo aí!!!

Valeu IRMAO!!!

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Já que a intenção é analisar as materias na midia...

Saiu uma matéria bem extensa sobre "A industria da maconha medicinal" na Claifornia, na revista Roling Stone Brasil desse mês... (tem o Kiefer Sutherland/Jack Bauer na capa)

Tenho a revista aqui comigo e to querendo escanear, mas no momento meu scanner ta impossibilitado, assim que possivel posto pra galera.

Mas Alma, ja te adianto que por ser uma matéria relativamente extensa, vale comprar por ai pra vc guardar.

[]´s

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Eu vi tb a revista na Banca

Mas ainda nao li!

E ai CHali?? Oq ela diz?? Ta merecendo uma rebatida tb??

Alma, acho que tu vai ter bastante trabalho hein!

ehehehehehehehheh

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Valeu Chali,

Bas, hehehe, é isso aí mesmo. Quem manda os jornalistas não fazerem direito o dever de casa. Sobra para o Alma aqui fazer a faxina! hehe. Valeu a força aí galera. Vou tentar comprar sim, mas tô meio sem grana se pudesse scanear seria ótimo.

Grande Abraço,

AR.

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Vou tentar escanear ate o fim dessa semana Alma.

Bas, a reportagem não entra no mérito da maconha em sí, apenas relata de forma detalhada a expansao do comercio da maconha dita medicinal na California, se baseia toda nos comentarios e em entrevistas de um dono de um "dispensário" (lojas que vendem maconha pra quem tem receita médica). Fala bastante das variedaes de maconha, das produtos derivados que vendem atualmente, como pirulito de maconha, manteiga de amendoim de maconha, creme de avela de maconha e por ai vai...

No começo da matéria senti um certo preconceito e ironia, mas no decorrer fica mais tranquila, de um modo geral achei legal a reportagem, mas como disse, não trata sobre a nossa realidade e sim sobre as discussoes em torno da "maconha medicinal" nos EUA, bem como sobre as brigas entre os Governos Federal e Estaduais em torno da questão...

Mas mesmo não sendo sobre a nossa realidade mostra como caminham as coisas em outros paises... o que me impressiona é que até mesmo nos EUA (em alguns estados) que é o pai dessa politica do War on Drugs as coisas sejam mais faceis do que por aqui...

[]´s

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bacana!!!

assino a ME e a Super e vira e mexe aparece informação sobre o assunto.

vou fazer uma "busca manual" e também scanear e te passar mais informação que sai na mídia impressa.

acho que dá pra alimentar bastante essa área de notícias do site

do mais... vamos falando... não esquece da idéia de um "novo censo"

inté!

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Parabéns Luluds e Alma Rastafari

Concordo em desmistificar estas abrobrinhas que as "autoridades", dizem na frente de repórteres para fazer média com o patrão.

Estão, ambos de parabéns, legal essa visão Alma!

Abraços,

Luchiano

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