semente de luz

Marcha Global pela Legalização 2006

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po que droga....

tinha esperado a passeata a semana toda

chego no dia.... eu me esqueci...

nao rola fotos da passeata do RJ nao?

quantas pessoas foram, deu alguma zebra...?

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oxi... aqui no Espírito Santo nem rolou a passeata não ... mas acho q a galera se empolgou... rolou uma exibição de filmes ao ar livre q colaram cuase duzentas pessoas.... a galera agora tá tentando mobilizar para passeata mesmo..... se não deu agora em maio.... q seja em junho... é nóis....

ps. breve devem rolar umas fotos..... mas num tem cuase nenhuma pq a maquina chegou mais tarde e tava com defeito... hehehehhe... osso... mas vou ver como ficaram....

paz y plantas

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Legalize já

Sempre na primeira semana de maio, cerca de 200 cidades do mundo inteiro se organizam anualmente para promover a Global Marijuana March. Esse ano, o comitê da cidade do Rio de Janeiro resolveu inovar. Após concluir que apenas a reivindicação pela legalização da maconha em si não basta para encerrar a violência ligada ao tráfico de drogas, a Marcha pela Legalização das Drogas resolveu discutir também a legalização de outras drogas ilícitas como a cocaína, a heroína e o crack.

A manifestação que marchou pelo centro da cidade reuniu dezenas de corajosas pessoas – estudantes, profissionais liberais, militantes, ativistas e transeuntes entusiastas – chamando a atenção das pessoas que saíam do trabalho. Diferentemente do que se pensa, os organizadores – Movimento Nacional Pela Legalização das Drogas e a ONG Psicotropicus – não fizeram nenhuma apologia às drogas e tampouco houve o consumo de qualquer droga ilícita durante a passeata.

“Na nossa opinião, hoje a proibição das drogas é muito pior do que os efeitos nocivos das drogas em si”, declarou Renato Cinco, um dos organizadores da Marcha. Para ele, a política de proibição das drogas está falida e a violência (tanto a gerada pela disputa de pontos de vendas entre os traficantes, quanto a que envolve a repressão policial) é inerente à questão tal qual ela funciona. “Nós não estamos fazendo um movimento para estimular ninguém a usar drogas, mas para discutir com a sociedade uma outra abordagem do problema, uma abordagem que não traga a violência como conseqüência”, disse Cinco.

O tema levanta prós e contras e precisa ser entendido através de uma discussão ampla que supere os preconceitos. Segundo os organizadores da Marcha, a legalização das drogas acompanharia uma série de medidas paralelas, como a implementação de uma política de redução de danos dando assistência aos usuários dependentes. Precisaríamos de uma forte propaganda de esclarecimento e uma anti-propaganda ao consumo, tudo isso seria feito com o dinheiro que hoje é usado no combate às drogas e arrecadado com os impostos que elas proporcionariam.

A cidade do Rio de Janeiro, entretanto, apresenta uma realidade singular, diferente de qualquer outra cidade do mundo pela maneira como o tráfico de drogas opera. Com uma visão mais marxista podemos até perceber a luta de classes que sobe os morros e anda pelos becos das favelas cariocas seja na perseguição ao traficante, seja na criminalização do usuário. Assim, o discurso ideológico que vem se difundindo é o mesmo que justifica o uso da violência pelo Estado contra as populações mais pobres, que vivem nos morros.

A guerra cotidiana do tráfico no Rio de Janeiro criminalizou a pobreza e, desta forma, as favelas cariocas são tratadas como se fossem territórios inimigos. A polícia corrompida não mais protege; ela invade, ocupa e mata. O traficante, vítima do sistema que usa a droga como pano de fundo, é apenas um parafuso descartável de toda a engrenagem que movimenta grandes somas de dinheiro e poder. O usuário, jogado no mesmo caso de gatos, é achacado pelos mesmos policiais e culpado pelo seu prazer.

De qualquer forma, a discussão puxada pela Marcha não se encerra aqui. Precisamos trocar experiências, nos informar acerca dos interesses existentes por trás da política anti-drogas, entender o que e a quem o tráfico de drogas está sustentando e, antes de tudo, estarmos dispostos a reconsiderar nossa opinião. O tema é rico e a discussão é urgentemente válida.

Thiago Mattos.

http://www.sanguedbarata.blogspot.com/

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Passeata pró-legalização de drogas reúne cem

Um ato pela legalização das drogas reuniu ontem cerca de cem pessoas no centro do Rio. Organizada pelo Movimento Nacional pela Legalização das Drogas, a marcha partiu do prédio do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais (Ifcs) da Universidade Federal do Rio de Janeiro, no Largo de São Francisco, centro, e terminou, sem incidentes, na Cinelândia.

'Queremos substituir o fracasso da atual política de proibição das drogas pela regulamentação, como estratégia para retomar o controle da situação. A guerra às drogas, hoje, é uma guerra perdida', disse um dos líderes do movimento, o sociólogo Renato Cinco. 'A criminalização da pobreza por meio da criminalização das drogas é uma estratégia de controle social', argumenta.

Para Cinco, 'a violência é um problema muito maior do que o prejuízo causado pelas drogas em si'. O sociólogo também critica a política atual: 'Não ajuda o dependente químico, aprofunda o problema, gera violência e corrupção.' As reações à marcha variaram. A maioria das pessoas limitava-se a sorrir. Algumas manifestavam solidariedade. Poucas demonstraram reprovação. 'Eu não sou a favor da legalização. Mas a manifestação é democrática, tem que fazer mesmo', disse Célia Miranda, de 39 anos, jornalista e estudante de Direito, que se surpreendeu ao encontrar a marcha na Avenida Chile.

Integrante da ONG Psicotropicus, disse que as marchas pela legalização da maconha começaram em 1999, nos Estados Unidos. Hoje, aproximadamente 200 cidades dos EUA, Europa, Oceania, Ásia e América do Sul participam do movimento Marcha Global da Maconha. 'No Rio, começamos em 2002. Agora já somos três cidades no Brasil', disse que amanhã (6) haverá duas passeatas: uma no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, onde a vereadora Soninha é esperada, e outra em Porto Alegre.

Com um megafone nas mãos, falando para os manifestantes agrupados na escadaria do Teatro Municipal, Renato Cinco disse que a marcha de ontem foi 'histórica'. 'Que eu saiba, é a primeira vez que este tipo de manifestação acontece no centro do Rio. Vamos fazer com que as marchas pela legalização das drogas sejam tão fortes quanto as dos gays', afirmou. 'Nosso movimento ainda é pequeno, mas estamos apenas começando.'

www.orm.com.br/oliberal/interna/default.asp?modulo=251

Saudações a todos!!!

Minhas impressões sobre a manifestação lá no centro são bem antagônicas.

Por um lado fiquei feliz de ver o auditório estava cheio, que conseguimos fazer as faixas, cartazes.

Antes de começarmos a caminhada, tomamos a escada do ifcs e algumas pessoas fizeram ótimas intervenções...

Por outro lado ficava aquela pergunta...Por que só 100 pessoas????

Precisamos de mais e mais pessoas...

É necessário mudar esse cenário!!!!

Tive a chance de conhecer um egípcio e um americano lá na marcha, troquei uma idéia com eles.... foi bem legal, mas definitivamente me fez ver o quanto ainda precisamos nos esforçar muito mais para que algo realmente aconteça.

Imagine qual seria a repercussão da marcha se reuníssemos pelo menos 10% dos usuários de cannabis do Rio???

Abraços Verdes

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Parabéns Semente e o pessoal do MNLD,que bom que foi tudo bem!!

É isso, devagar as coisas vão se criando!

oxi... aqui no Espírito Santo nem rolou a passeata não ... mas acho q a galera se empolgou... rolou uma exibição de filmes ao ar livre q colaram cuase duzentas pessoas.... a galera agora tá tentando mobilizar para passeata mesmo..... se não deu agora em maio.... q seja em junho... é nóis....

paz y plantas

Reúne uma galera e se organizem primeiro, aí depois pensem em passeatas e tal.

Vcs vão ver que nos organizando a gente pode desorganizar!

Abs

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A marcha em Brasília teve pouco comparecimento, apenas umas 20 pessoas que fizeram uma grande roda perto da Catedral, a polícia não fez vista grossa apenas rondando o local.

Além disso houve palestra realizada na UnB.

Esperamos uma maior divulgação para o ano que vem com o comparecimento da mídia também!

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Foi foda mesmo, mto poca gente, tem foto ali que eu ate me vejo

heheheh

foi um prazer participar desse ato, espero que ano que vem a galera vá mesmo !

pq eu acho que rola uma preguiça de algum pessoal

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O encontro dos movimentos é válido, pois a criminalização contra os usuários é a mesma perante a lei, e o percentual de maconheiros é o maior de todos, todos querem usar algo muito menos nocivo do que o álcool. Mas é complicado, o principal cartaz da manifestação internacional pela legalização da maconha ser o de “pela legalização das drogas”, mas claramente os integrantes da passeata são os abolicionistas cannábicos.

Ouvi alguém falar em legalizar o crack... Essa história de legalizar as drogas indiscriminadamente é muito complexa, nem sou a favor, mas a heroína para fins medicinais é uma coisa válida, mas crack para uso recreacional não é.

Que drogas são estas e que legalização é esta? Isto é o debate que urge no momento mundial que os EUA invadem os países e derrubam ou elegem governos com esta desculpa mentirosa e esfarrapada, assim como fizeram com o socialismo e com a sodomia (gays) criminalizando em parte e forçando outros governos a seguir a mesma linha do império bélico moderno, que detesta negros (e árabes) e tudo que tem a haver com eles, inclusive, e principalmente, a maconha, e os maconheiros politizados...

Escrevi um conto em relação:

http://www.growroom.net/board/index.php?showtopic=6719&st=40

A minha defesa ideológica e política é no sentido de 1) descriminalização do usuário de drogas ilícitas, 2) descriminalização do plantio caseiro em micro escala de qualquer planta com poder psicotrópico usada por povos e culturas humanas, 3) legalização (industrialização e comercialização) da maconha para fins medicinais; e industriais.

--off topic--

Esta idéia do ouvidor é bem legal, poderiam abrir um tema para fortalecer e embasar a idéia, gostei do fato de poder ser qualquer um (imagino que usuários do mês, figuras ilustres, etc) e talvez mais de um.

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Depois de algumas reflexões sobre qual razão o enfoque no Brasil deva ser diferente de outras partes do mundo.

A primeira foi que diante do nosso contexto social, no encontramos no meio de uma guerra civil sustentada pelo Tráfico de Drogas. Não será pelo fato da cocaína, crack, loló , lança perfumes serem proibidos que deixarão de serem comercializados ou muito menos consumidos, tanto por jovens quanto por médicos, deputados, pais ou mães de família. Continuaremos reforçando as políticas de repreensão e apreensão ao usuário de drogas, enquanto um enorme comércio de armas crescem assustadoramente.

Ao conhecer o Movimento Nacional pela Legalização das Drogas em POA, vi a possibilidade de ampliarmos o que vínhamos discutindo aqui no Grow.

Só porque eu acredito que a cannabis seja uma substancia menos inofensiva que outras drogas, eu posso determinar o que é bom para cada um?

Para mim não há problema algum ter o privilégio de não ter que me confrontar com a policia para usufruir o meu momento de prazer, mas e as crianças que vivem na favela? Será que elas vão perceber a diferença disso? Ou elas apenas irão ter contato com os usuários de drogas sintéticas? Será que ela não vão sentir falta do pacato canabista que pela sua comunidade circulava?

Que conseqüência trará uma legalização ampla para toda a sociedade?

Acho que não teremos uma solução concreta...agora, mas talvez em longo prazo.

Medidas educativas, geração de empregos e uma total reestruturação das famílias precisam ser avaliadas, planejadas e postas em prática, AGORA e não adiadas.

De alguma forma ainda me vejo otimista, pois mais ações feitas de maneira organizada e coerente, poderemos dar o tal esperado primeiro passo nessa longa caminhada.

Por isso pensar numa legalização ampla e total é necessário.

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