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cojo

A origem das espécies cannábicas

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Esse é um assunto comprido, então vou postar diariamente umas duas espécies até acabar!

O cultivo de cannabis ocorre há milenios e, em cada região, as plantas são selecionadas segundo suas respectivas necessidades. Por exemplo, no Marrocos ou no Libano se selecionam as plantas com mais resina, porque são melhores produtoras de haxixe; nos países latinoamericanos o conteúdo de resina é menos importante que a psicoatividade final das plantas, porque nós fumamos a erva!

Estas variedades se podem considerar raças puras, ao contrário das variedades holandesas de nova criação. O fundamental dessas raças é que são a origem de TODAS as variedades que se foram desenvolvendo recentemente. Os holandeses viajaram a todos os distintos centros produtores de marihuana do mundo para coletar sementes das mais renomadas variedades. Com essas sementes e alguns híbridos que se haviam desenvolvido principalmente na Califórnia nos anos 60 e 70 começaram a fazer novos cruzamentos. Daqui surgiram todas as variedades atuais!

A definição das raças não são muito exatas, porém as variedades também não. Cada agricultor vai selecionando suas próprias plantas e, de vez em quando, introduzindo sementes de marias diferentes para melhorar suas plantas. POrtanto, não todas as variedades que vêm de um mesmo país serão iguais.

No Brasil, graças ao clima, podemos cultivar variedades de origens diferentes. Na realidade, quase todas!

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Mota mexicana

Sativa

Origem: México.

Latitude: 15-25N.

A planta: Plantas altas, de tamanho moderado a grande com folhas grandes desde verde claro a verde escuro. Os dedos das folhas são largos e moderadamente serrilhados. Formam um círculo.

As plantas amadurecem relativamente cedo em comparação com as variedades colombianas ou tailandesas. Produzem grandes camarões com muitos cálices, poucas folhas e alta psicoatividade.

Sementes: bastante grandes, ovoides, ligeiramente aplanadas e de cor cinza ou marrom claro. Sem rajadas.

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Colombiana

Sativa

Origem: Colombia

Latitude: 0-10N

A planta: forma cônica, bastante ramificada. Costuma ter um grande tronco central, ramas horizontais e internós bastante curtos. As folhas são muito serrilhadas, de 7 a 11 lâminas dispostas em um círculo completo. Verde médio.

Floração lenta, própria de uma variedade equatorial. Muito psicoativa, porém algo sedante. É uma variedade excente para cruzar com outra de floração mais rápida.

Semente:pequenas, redondas, rajadas e marrons.

AMANHÃ TEM MAIS!!!!!

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E aí cojo, beleza???

A iníciativa é boa, mas o título é pretencioso demais...

1-) A origem seria estudada a partir da análise do grau de parentesco entre variedades a partir de características variáveis (análise filogenética). Canabis já se mostrou hibridizada demais, muitas vezes pelo homem, que já nao é possivel distinguir de onde vem cada característica. Portanto, traçar uma sequencia de surgimento das variedades, e até mesmo espécie, é virtualmente impossível. O que normalmente determina a "trajetória" da canabis é a cultura popular, principalmente textos religiosos e medicinais antigos.

2-) Me parece que o verdadeiro intuito do seu post é relacionar variedades, com suas características. Porém, voce realmente irá postar mais de 600 variedades ?!?!?! Acho que nao, entao, qual é o critério para certa variedade entrar na relaçao???

3-) Outro problema. Se voce ler varias e varias descriçoes de plantas, como estas que voce esta postando, verá que é um trabalho repetitivo demais. Varias descriçoes sao iguais, ou se mostram simplesmente ineficientes em individualizar uma variedade, porque existem muitas outras com as mesmas características.

Nao quero te desanimar cojo, mas reveja e exponha as diretrizes e objetivos do seu post. O tarbalho é muito interessante mesmo.

Algum tempo atrás fiz uma traduçao para o site www.terracava.com, onde agora existem mais de 120 variedades a venda, com descriçao em portugues. Se quiser, me peça que eu te mando.

Abraço.

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Esqueci de falar, nao existem "espécies canábicas".

Elas seriam parte da família Canabacea ou Canabinacea (nao se pronuncia o ultimo "a") O titulo ficaria melhor assim: "A origem das espécies constituintes da família Canabinacea" ou "Origens de Canabis sp".

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Ai Chu, na verdade isso é uma síntese de uma ótima reportagem da revista Cañamo, uma ótima revista espanhola sobre a cultura do cannabis... acredito que o estudo foi baseado nas variedades as quais acreditam ser raças puras, sem a ação efetiva do homem, raças que antes mesmo das experencias com hibridações ja nasciam em condições naturais!!!

A matéria é bem interessante, mas não da pra escrever toda ela, pois além de ser gigante, eu estou traduzindo-a e resumindo!!

Sem mais, abraço!!!!!!!!

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Então, eu dei uma rererererelida na matéria, e la dizia que essa matéria foi baseada num longo e efetivo estudo de botanica, por Robert Clonell Clarke!!

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OK, Robert Clarck é muito bom. Escreveu Marijuana Botany, o melhor livro sobre fisiologia da canabis.

Sao variedades IPP entao. Coloque mais algumas informaçoes tecnicas para que nao fique apenas uma listagem solta, mas sim uma referência confiável.

Bom trabalho!!!

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Hehe, chu botânico :) .

Esse livro do Robert Clark é muito bom mesmo, recomendo.

A propósito Chu, aproveitando seu conhecimentos botânicos:

Sobre o lúpulo, qual seria o nome correto para a espécie? Humulus humulus ou Cannabis humulus?

Sobre as variedades de cannabis, é correto classificar Cannabis sativa, Cannabis indica e Cannabis ruderalis diferenciadamente? Quer dizer, todas geram híbridas férteis, então não seria melhor classificar as variedades indica e ruderalis como subéspecies de Cannabis sativa(já que teoricamente, Cannabis sativa foi quem surgiu primeiro)?

Abraços.

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A Família Canabinacea só tem dois generos dentro dela: Humulus e Canabis. Humulus nao tem nada a ver com canabis, nao consegui achar em nenhum livro porque elas sao do mesmo gênero. O que eu sei é que partes de Canabis transplantadas para humulus crescem normalmente, e vice-cersa.

A planta humulus (hops plant) é do genero Humulus, portanto é incorreto chamá-la de Canabis. O nome é Humulus humulus e pronto!

Aquele papo que espécie sao dois individuos que produzem descendência fértil é besteira... a natureza nao respeita nossas regras...

Quanto ao genero, espécie e variedades de canabis há muitas controvérsias. Vou enumerar abaixo as duas correntes que disputam o assunto.

1-) Dentro do genero Canabis existiriam as espécies sativa, indica e ruderalis. Variedades naturais ocorrem, como por exemplo colombiensis, brasiliensis, chinensis, etc... Híbridos entre duas variedades diferentes, como por exemplo White Widow, seriam subvariedades.

2-) Dentro do genero canabis existiria apenas uma espécie, a Canabis sativa. As variedades seriam Canabis sativa sativa, indica ou ruderalis. Subvariedades seriam as IPP e híbridos seriam os tipos.

Note que a corrente 1 se baseia nas semelhanças e diferenças entre as plantas para diferenciá-las em espécies. A corrente dois se baseia que todas sao da mesma espécie pois têm mais semelhanças que diferenças.

Ou seja, VOCE DECIDE!!!. HAHAHAHAHA!!!!

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A EVOLUÇÃO DA ESPECÍE CANNABIS - POSTADO EM 10.05.2002

http://www.growroom.net/phpBB2/viewtopic.php?t=253

A maconha, como todas as plantas e animais, passou e ainda passa por processos de seleção natural.

As plantas que se desenvolveram em ambientes frios e mais longe dos trópicos, contavam com uma menor quantidade de luz por dia, por isso a ruderalis (Robusta), que é a subespecíe mais rica em fibras e mais pobre em THC, vem de lá (Rússia e países frios em geral, eles têm uma cultura de roupas de canhamo, há muitos anos, quem leu os irmão Karamazov de Dostoiévisk, deve ter visto algum trecho falando sobre as roupa de canhamo cru).

Já as plantas mais equatoriais, podiam contar com mais luz que as Ruderalis, puderam se desenvolver mais, e florescer mais também.

As índicas (em homenagem ao país de origem da primeira catalogada, dessa varideda, a Índia), tiveram todas as boas coisas que uma planta do tipo da cannabis pode desejar, perídos de luz de 12 com escuridão de 12 aproximadamente, muito calor, humidade. Ambiente propício para que suas flores excretassem de sua glândulas, muito mais da resina que as protege dos raios do sol, o THC.

As plantas macho da cannabis são menores, e vivem menos, cerca de 2 meses. Têm apenas função de expelir o pólen, um pó dourado e leve que se espalha por centenas de metros ao redor, e morrem logo depois disso.

As flores fêmeas excretam um óleo viscoso e grudendo, para facilitar a aderência do pólen.

Como todos sabem, ou deveriam ter aprendido na escola, a seleção natural consiste em que os índividuos mais aptos sobreviem, em detrimentos dos menos aptos.

Ou seja, ao longo de milhares de anos, as plantas fêmeas que excretavam mais THC, e THC mais viscoso, resitiam melhor à luz do sol, resistiam melhor às investidas de insetos, e o mais importante para a manutençã da especíe, aglutinavam maior quantidade de polén do que suas irmãs menos resinosas.

Esse maior poder de aglutinação dava às plantas mais resinosas a vantagem de produzirem mais sementes, deixando mais descendentes, que carregavam em suas cargas genéticas a informação de que elas tinham mais habilidade, mesmo que sútilmente superior, às descendentes das irmãs menos resinosas de sua mãe, de produzir mais resina, o que lhes dava vantagem sobre as menos resinosas.

Ao longo do tempo, as plantas mais resinosas foram se sobrepujando às menos resionas, em quantidade e em qualidade de descendentes. Uma vez que as mais resinosas produziam mais sementes, logo mais filhas e filhos.

A mesmas mesmas tranformações ocorrem ao longo das gerações, por critérios diferentes. Um exemplo.

As plantas mais saudáveis duravam mais tempo, do que as menos saudáveis.

Nos calor as plantas menores duravam mais por que precisavam de menos água, e transmitiam às suas descendentes os genes com as características de tamanho menor.

Por isso ao longo do Globo existem tantas variedades de cannabis, cada uma adequada, segundo os critérios que o habitat de sua região impôs às plantas que as antecederam, e que selecionaram os genes que iriam prevalescer.

O cultivador moderno de cannabis cria suas próprias modificações por seleção.

Poderia ser chamada de seleção artificial.

Os Breeders, ou manipuladores de cannabis, selecionam as plantas que mais produzem THC, as que dão são mais saudáveis, as que são mais curtas, as que produzem berlotas mais densas, etc... E assim vão construindo, por seus critérios, as híbridas que lhes agradar.

É literalmente brincar de Deus, para quem acredita em Deus é claro.

Além das características genéticamente dadas, as cannabis podem variar mutios em suas características, de acordo com as condições que lhes são impostas, por isso as técnicas de períodos de luz, de podar, de regar pouco na última semana, de separar machos e fêmeas.

Todas são técnicas para otimizar os resultados que nós, os cultivadores modernos, queremos.

Por isso podemos agradecer à estratégia reprodutiva da cannabis, o desenvolvimento da resina que tanto nos agrada.

Fazendo uma parábola entre os machos e as fêmeas da cannabis, e os machos e fêmeas humanos.

O que nos interessa para fumar, são os orgãos reprodutores das fêmeas, as flores de cannabis, que produzem o THC, que poderíamos relacionar com o líquido de lubrificação da vagina, que serve para conduzir os espermatozídes ao óvulo, o que o THC faz, coleta o polén para fecundar-se e frutificar, dar sementes, que são os seus frutos.

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Muito esclarecedor seu texto Alma, mas a polêmica sobre a definiçao taxonômica da canabis existe.

A Sistemática Filogenética (SF) vé o ramo da Biologia que cuida da classificaçao dos seres vivos. A SF se baseia em sinapomorfias, ou seja, características que descendentes nao compartilham com seus ancestrais.

Por causa do auto grau de hibridizaçao da canabis, fica difícil saber quais características sao ancestrais e quais sao novas. Essas características já estao muito incorporadas em todas as partes do mundo. Sim, existem diferenças entre ruderalis, indica e sativa, porém elas sao muito arbitrárias e portanto nao tem uso para uma classificaçao taxonômica pelo sistema vigente.

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Falando em subvariedades e hibridismos, tem uma família, se é assim que podemos classificar bem interessante... é a família WIDOW! Ela inclui variedades de meio mundo!! Suas "mães" são: afegana, mexicana, colombiana, india, thai e brasileira!! E de suas variadas combinações e dos hibridismos das suas subvariedes originaram o skunk, haze, white widow, super skunk, white rhino, el niño e great white shark.

RESISTE FAMÍLIA!!!!

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Na verdade nao é família widow, mas sim família White. Porem, esta família nao é uma classificaçao oficial, é apenas uma denominaçao para plantas formadas a partir de White Widow e outra planta. Ex.: White Russian, White Rhino, Great White Shark, White Willow, etc...

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Aí Chu, o RObert Clark se refere como família widow, agora eu não sei... tem uma árvore genealógica dessas plantas, e ele classifica como widow! Sei lá!!

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Eu entendi a polêmica Chu, tanto que só considero especíe a cannabis.

As outras podem ser consideradas variações, e não podem ser consideradas especíes em separado já que para se caracterizar uma outra especíe ela não poderia cruzar e produzir descendentes fertéis.

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Lembre-se, a definiçao de espécie como indivíduos que produzem descendencia fértil é considerada furada hoje em dia, e aí tá a polemica.

Voce sabia que o nabo, a couve, a couve-flor, o rabanete, a couve de bruxelas e o brócolis sao todos exatamente da mesma espécie???? Sim, porém de variedades diferentes. Mesmo sendo da mesma espécie, alguns cruzamentos entre eles nao produzem descendencia fertil, ou até mesmo nao produzem descendencia alguma.

As variedades dos vegetais descritos acima provavelmente nao existiriam naturalmente, porém com a ajuda da seleçao feita pelo homem, um melhoramento é alcancado.

É justamente esta seleçao, que nao é nada natural, que dificulta o trabalho de taxonomistas que tentam classificar a planta Canabis. Por isso surgem controvérsias.

Quanto à família "widow", ou o livro está errado ou Robert Clarke resolveu usar outro nome. Vai saber...

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Não beleza, tudo perfeito.. mas é que eu não entendi um lance, ta ligado, dialogo por computador fica meio foda.... Mas vc se referiu ao post sobre a família "não sei o que"??? Porque aquilo foi só um comentário, não tem a ve com o assunto das raças puras!

Acho que rolo uma confusão!!!! Ou so eu que to confuso????

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Todos os seres vivos sao classificados quanto ao:

1-) Reino

2-) Filo

3-) Classe

4-) Ordem

5-) Família

6-) Genero

7-) Espécie

Sendo Reino o nível mais geral e espécie, como diz o nome, o mais específico.

Quando eu falei sobre a família canabaceae, eu me referi a esta classificaçao taxonomica, que é a oficial.

Já a família "Widow" or "White" é pura invençao de cruzadores de canabis. Esta família nao existe na verdade.

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Ae galera, Seleção Natural e Artificial esta acontecendo a todo momento! Acho que a partir do momento do surgimento do ser humano e o aprendizado de técnicas de seleção articial fica difícil tentar entender conceitos de variações, subespécies e espécies e "raças", justamente porque estes tipos de seleção acontecem de forma aleatória e diferentemente uma da outra. Existem muitas ciências para ser estudadas e comparadas como fisiologia, bioquímica, embriologia, anatomia, genética, entre outras para gerar uma classificação filogenética, e isso também varia, pois você pode usar muitas referências.

Existem livros para fazer uma tipo classificação mais específica, para saber ordem, família, gênero e espécie (Reino e Filo não precisa pois é mais fácil), se chama Chave Dicotômica (usando sempre 2 características) que podem ser variadas, desde características anatômicas até características químicas e quanto mais vai afunilando mais difícil, normalmente quem possui livros de chave dicotômica pra gênero e espécies (os mais difíceis) são cientíticas especializados, porém muitos tipos de organismos não é possível usar este tipo de método pois não existem só 2 características para comparação, obrigando usar outros métodos de classificação.

As variações surgem de mutações ao acaso de determinados genes, a natureza seleciona a melhor pra determinado ambiente, já o humano pode selecionar essas características "novas" surgidas dessas mutações ao acaso do modo que quiser, meio que "cortando" o trabalho da seleção natural, também com o surgimento da biotecnologia (trangênicos e outros técnicas genéticas) as possibilidades dobraram!

Existem muitas correntes de pensamento entre os cientísticas das várias ciências da biologia, como na genética, taxonomia e evolução, mostrando que a biologia (inlusive botânica) não é uma ciência exata e sim uma ciência que está crescendo e se descobrindo muitas coisas.

RESUMINDO: TENTAR CLASSIFICAR ESPÉCIES DE CANNABIS É QUASE IMPOSSÍVEL, NÃO EXISTE ESPÉCIE PURA E TEMOS QUE REVER O CONCEITO DE RAÇA E RAÇA PURA

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Acho que voce esta enganado...

Eu acho que dentro da cannabis existem duas racas, ou sub-especies, indica e sativa, cada uma com caracteristicas muito proprias.

Dentro de cada raca, existem muitas linhagens diferentes.

Abracos,

Fiat

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Muito competentes as pesquisas, ricas em cochecimento científico e traduzidas em bom português. Agora, os duvidomentários:

- como não há nenhuma classificação oficial que vá além de espécie, seria então apropriado mesmo chamar de "raças" de canabis, como falam alguns?

- Tenho uma coletânea de textos (alguns interessantes) sobre a maconha chamada DIAMBA (saramamba), organizada por Anthony Henman e Osvaldo Pessoa Jr, de 86.

Há um de Luiz Mott, da Universidade Federal da Bahia, muito rico embora um pouco mal escrito, que faz referência à inumeros autores gringos e afirma que a canabis é nativa da Ásia Central, especificamente das encostas do Himalaia. De lá, o homem se encarregou de tranportá-la, pouco a pouco, para todos os biomas possíveis, dos mais áridos aos mais chuvosos, dado que a utilização do canhamo para a confecção de tecidos existe a quase seis mil anos na China.

A espécie teoricamente chegou à África logo nos primeiros séculos da era cristã, transportada por mercadores. No Brasil, embora não seja satisfatoriamente clara essa hipótese, supõe-se que tenha sido introdizuda apenas no séc. XVI, oriunda dos navios negreiros, onde as mulheres escondiam a diamba (maconha) em bonecas de pano presas à ponta das tangas. Fato óbvio, portanto, que nunca nenhum índio fumou maconha antes da chegada dos portuguêses, porque não havia maconha, embora houvesse centenas de outras plantas tão ou mais alucinôgenas.

Mas é ai que acabei por me ver obrigado a perguntar à vocês conhecedores da botânica: Se duas "raças puras", que sejam, são introduzidas em um bioma, elas vão reproduzir normalmente umas com as outras, gerando em pouco tempo uma geração híbrida, não?

Se essas raças já cruzam entre si desde antes de cristo, por suposto deve ser muito dificil catalogar e identificar o que seja uma "raça pura" e uma ligeiramente híbrida, não? Porque acho que sites que vendem sementes alegando produzir "landmarks", ou "raças puras", são uma tremenda de uma embromação.

espero q tenha sido pertinente.

Oxalá à todos

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