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  1. Ola, Preciso de ajuda Eu era usuário de longa data porém, tive uma especie de "surto de cegueira" quando usei a algum tempo e de la pra cá não consigo usar mais. Meu coração acelera e eu começo a ver pontinhos pretos e pontinhos brancos para todo lado que eu olho. Se houver algum medico por aqui por favor me ajude, já faz cinco anos que não uso e quero muito poder ter essa liberdade novamente. já fui ao oftalmologista e ele disse que minha visão esta perfeita, fui no neurologista e em vários outros médicos, porem mais do mesmo, não confio no SUS. por favor me ajudem! Desde já agradeço.
  2. Fala ai rapaziada, de boa? Depois de pesquisar bastante resolvi adquirir o vaporizador da Boundless, o CF. Esse é meu primeiro vaporizador e também minha primeira experiência com o vapor ( o gosto da erva lembra quando eu fumava ela no narguile há 10 anos atrás kkkkkk) O aparelho foi comprado na loja vaporzinho (indico muito), achei o aparelho bem compacto, menor do que eu imagina, tem um aquecimento bem rapido. Gostaria da ajuda do pessoal sobre algumns dicas de temperatura, conservação... Abraçosss
  3. SmokeADaKoosh

    Da um help

    Fala galera, fumei a primeira vez em 2014 e como muitos falam não senti nada, acho que estava esperando rolar algo e não rolou. Voltei a fumar em 2016 e fumava regulamente, algumas vezes sentia que enquanto andava meu pescoço ficava quente quase que fervendo, sensação de formigação em todo corpo e minha visão ficava preta total, ou seja, a brisa não era boa, mas com o tempo fui aprendendo a fumar aos poucos e curtir a lombra. Ja ano passado, chegava a fuma uns 4 baseados numa tarde de boa, só que de uns meses pra cá eu fumo e a primeira sensação que sinto é que estou me MIJANDO, isso mesmo me mijando, varias vezes passo a mão e vejo que não tem nada, mas a sensação é grande. Alguem sabe pq acontece isso? Por favor, ajudem!! Eu achava que era o prensado ou que estou com ansiedade, troquei pra uma maconha "melhor" e não me deu essa sensação, mas as vezes isso pq to em casa se fumo perto de muita gente essa pira de se mijar volta
  4. Fala rapaziada. Bom, prolapso da válvula mitral, pra quem não sabe, é um defeito genético no coração, onde há o refluxo de sangue na válvula mitral, o que pode ocasionar vertigens, cansaço ao se esforçar, desmaios, falta de ar, ansiedade/síndrome do pânico, entre outros sintomas. Muitas pessoas hoje em dia são diagnosticadas com essa alteração (pelo menos foi o que o médico disse na época rs), muitas também são assintomáticas. Não apresentam esses sintomas. Há 4 anos, em um exame de rotina, descobri que tenho isso. A princípio fiquei assustado com a notícia, porque eu não apresento quase nenhum dos sintomas que eu listei acima, só a questão da ansiedade e o cansaço ao se esforçar mesmo. Mas ultimamente parei pra relacionar o meu uso da cannabis, mesmo que esporádico, com o prolapso. Eu tinha até esquecido que tinha isso, porque não interfere na minha vida, até eu conhecer a erva... Já criei outros tópicos aqui sobre o problema com a falta de ar depois de dar uns tragos. E acabou que bateu a dúvida. Seria a falta de ar uma consequência da ansiedade ou do prolapso? Fico com receio de o fumo estar fazendo mal não só para o meu psicológico, mas também para o meu corpo. Alguém passa por situação semelhante? Dá uma moral aí, vai! Valeu, fiquem na paz.
  5. Boa noite queridos companheiros. Li diversos típicos sobre o uso da maconha em relação a ansiedade, casos que ajudaram depressão, que "afloraram" pensamentos e tudo mais, muitos deles. Abro este tópico para explicar a minha situação e talvez "achar" uma resposta e trocar conhecimentos e informações. A cerca de 5, 6 anos fumei a marvada pela primeira vez, era jovem, adolescente e imaturo. Meu pai consumia na época e consome até hoje. Um dia ele foi trabalhar e eu resolvi dar uns pegas, pra sentir qual era a brisa, coisa de guri novo. Com certeza naquela época foi a pior sensação da minha vida, não sei explicar, mas parecia que meu corpo simplesmente não estava preparado para aquilo, fiquei paranoico, agitado, com frio e medo. Botei na minha cabeça que nunca mais iria fumar, passei a adolescência inteira sem por um baseado na boca e sempre tive amigos usuários. Isso é apenas um detalhe da minha trajetória com a nossa querida amiga verde. Aos 18 anos, resolvi experimentar novamente, sentia que a minha vida precisava de algo inovador, que tudo aquilo que senti quando mais jovem, já tinha se disseminado em minha mente e tinha total controle sobre meus pensamentos, e meus amigos, quando eu fumei, aquilo realmente foi uma das melhores sensações da minha vida, não existem palavras que se encaixem no prazer que senti, mas isso é apenas detalhes do meu relato. Logo após o meu "primeiro" consumo, comecei a fumar regularmente, uma vez por semana, duas e assim foi aumentando. Já no meu segundo ano de consumo, estava exagerando, mesmo, fumando 3, 4 baseados ao dia. O meu consumo sempre foi prensado, infelizmente. Nas últimas semanas de consumo fumei 25g em menos de duas semanas, isso é um número alto de consumo diário, apenas pra mim e mais ninguém, tudo isso eu tenho noção de que foi um reflexo da minha vida e dos meus hábitos e pensamentos, eu usei nesse volume pq achei uma "saida" dos meus problemas na querida. Tenho total noção disso. Depois de tanta trova irei explicar o meu problema. Na minha última semana usando a erva, como de rotina estava no meio de uma madrugada, mais uma daquelas em que eu fumava vários baseados, estava eu, fumando antes de dormir, e comecei a me sentir diferente, meu coração começou a acelerar, mãos começaram a suar e pensamentos de morte ou doenças dominaram a minha mente, tudo isso de uma forma poderosa, de que algo errado estava acontecendo comigo, logo após os meus batimentos acalmarem, eu sentia um frio intenso, um cansaço enorme. Logo pensei que fosse problemas de saúde, procurei um médico, fiz exames cardiológicos e nada, tudo perfeitamente normal. Depois deste dia em que "passei mal" meu consumo nunca mais foi o mesmo, sentia a mesma sensação, coração simplesmente acelerava MUITO, e só passava após o efeito deixar meu organismo, as vezes no outro dia. Estou a mais de um mês sem usar, sem fumar, confesso que não sinto saudades, mudei muitos hábitos da minha vida desde então, sentia que precisava de uma repaginada e que de certa forma o que me aconteceu estava relacionado aos meus hábitos e minha vida pessoal. Mas a grande dúvida que tenho até hoje é Sera que um dia irei conseguir voltar a fumar como antes, sentirei prazer novamente no meu organismo/mente? Isso me faz pensar bastante, se o meu organismo simplesmente se esgotou do efeito. Não sinto vontade de fumar nem me "bato" se tem alguém fumando ao meu redor, mas gostaria realmente de saber se um dia irei voltar a ter aquela brisa maravilhosa de antes, sem alterar nada no meu organismo. Peço desculpas pelo tópico enorme e um pouco enrolado, se alguém achar meio confuso estou aberto a esclarecer mais alguns detalhes. Obrigado família.
  6. Salve rapazeada! Sou ansioso desde mais novo e só consigo fumar de boa quando to bêbado. Tanto haxa como prensado e maconha. Quando to sóbrio sempre bate aquela bad de ser pego, passar mal ou de ir parar no hospital. Alguém já passou ou passa por isso? Como contornaram ou ainda contornam a situação? Valeu, fiquem na paz.
  7. Salve galera quero deixar aqui o meu relato de minha decisao de parar de fumar devido a umas mudancas que ocorrerao em minha vida... fumo desde os 17 anos e hj tenho 28, tbm optei por parar pq nao quero mais fumar prensado e nao eh possivel cultivar pois moro em ape ... 2,30 da manhã eu simplismente nao estou com sono algum pois n fumei nenhum durante o dia ... alem de um calor corporal mto forte ... 3 da manha eu decido dar um trago no bong pois tenho compromisso as 09 da manha ... e percebo que todo o calor do meu corpo sumiu ... na vdd deu espaço para um frio .. pois ate vesti um par de meias agora ... olha q engracado como o corpo reagiu a abstinencia ... Neste momento estou esperando a brisa baixar e o sono chegar para durmir galera ... eh isso ai ... esse eh meu relato de abstinencia... creio q vai ser uma luta daqui pra frente e estou achando q n vou conseguir interromper o uso bruscamente ... toda noite acho q vou dar uns pega ... porem nada durante o dia ... Quarta feira acaba minhas ferias e volto a trabalhar ... espero que com o cansaco do trabalho eu n precise mais fumar ... Isso ai galera quem puder ajudar com conselhos ou relatoa de quando pararam d fumar eu agradeco
  8. Pessoal, vocês já usaram vaporizador de vidro Ultravap (ou algum outro?), to ligada que o ruim desses é que não regula temperatura e a erva pode queimar (mas analisando o custo, sai bem mais em conta do que comparado aos eletrônicos e tal). Entre um vaporizador de vidro e usar a seda qual vocês acham melhor (seja em relação a saúde e a melhor aproveitamento da Cannabis)? Sempre uso seda, to pensando aqui em usar filtro pra minimizar os danos, mas li em algum lugar falando que diminui a brisa... Alguém já usou?
  9. Eae galera blz!? Eu sou novata e gostaria de uma ajuda de vcs: Fui experimentar com meu namorado (ele já havia fumado antes a alguns anos atras) e no entanto a coisa saiu fora do comum. Eu tive taquicardia bem alta, 140bpm, meu corpo ficou bem quente e relaxado, a brisa foi boa pra mim (tirando a taquicardia q me incomodou um pouco) Porem meu namorado foi diferente: Ele suava frio, não conseguia abrir os olhos, não conseguia falar direito, ficou gelado. Primeira coisa q pensei era medir a pressão cardíaca dele, e eles estava com 8/4 e 150bpm, teve alguns breves desmaios e só depois de 1 hora mais ou menos eu tentando ajuda-lo, ele conseguiu abrir os olhos e falar o q tava sentindo. Teve sonhos bem cabulosos, foi meio assustador! Horas depois da "brisa" sentiu muita dor no corpo, enjoo, fraqueza e uma bad inexplicavel. Eu senti essa dor no corpo junto da bad 2 dias depois, mas fiquei bem. Queria saber de vcs o q pode ter acontecido nesse caso... Foi prensada.
  10. E aí pessoal, tranquilidade? Bom pessoal, muito prazer sou novo aqui no forum, e venho pedir a opinião de vocês sobre o que aconteceu comigo ontem! Comecei a fumar faz 4 semanas, e logo na 2 semana fumando de boas, estou todo os dias fumando de 1 a 2 vezes ao dia, e ontem eu bolei um pra fumar de boas, e aí eu fiquei muito ruim mesmo, meio que eu comecei a focar nas batidas do meu coração, e meio que ele parecia está batendo muito forte e ai minhas costas começou a ficar muito quente, e meu braço esquerdo ficou todo gelado com a mão formigando e com os pés suando entre os dedos..fiquei muito apavorado e eu não consegui ficar calmo, fiquei pensando que iria morrer que iria ter um enfarto, e isso me deixava muito preocupado e acabava ficando com falta de ar, aí eu meio que sentava e tentava respirar com calma..e passava ou melhorava um pouco, mais logo depois de um tempo curto isso voltava e eu ficava de novo preocupado com as batidas do peito... Fui no medico, mais cheguei lá já estava melhor, e muito calmo..e os exames que fizeram diz está tudo normal, pressão 11.8 e o batimento estava 99... Pessoal, antes de fumar eu estava muito mal também, eu terminei brigando com minha namorada, e terminamos...não sei se isso tem alguma coisa a ver eu ficar pensando nessas coisas, mais ontem foi a primeira vez que fiquei nessa bad e com essa sensação que iria morrer, o que vocês acham?
  11. Salve rapaziada, tenho uma dúvida aqui. Fumo maconha a mais ou menos 1 ano, e de um tempo pra cá não estou conseguindo fumar mais, eu tive que reduzir o uso quase em 100% Toda vez que eu fumo, não importa a quantia, eu não consigo interagir direito com as pessoas, minha boca fica extremamente seca, minha pressão baixa, eu fico gelado, minhas pernas ficam moles e não consigo mais curtir minha brisa, eu tento sentar em algum lugar mas nada ajuda, só fico normal quando o efeito passa, isso só começou a acontecer de uns tempos pra cá alguém já passou por isso ou sabe o que devo fazer? Obrigado desde já
  12. Vamos trocar dicas... Sem os dois extremos da hipocrisia moralista nem maconíaca... Macomha é bom. Maconha faz mal. Tudo que é bom faz mal. Tudo que ingerimos tem um efeito colateral e danos. Então, compartilhemos: O QUE VOCÊ FAZ PARA REDUZIR OS DANOS DO SEU USO DE MACONHA? #PentecostalismoEnteogênico
  13. Olá sou novo na Growroom, e queria tirar umas dúvidas e procurar me informar sobre certas coisas. Meu nome é Derik, ja fumo faz quase 3 anos ( todo dia ), e ultimamente tenho me sentido estranho, minha barriga ta meio confusa sla, ontem dei um pião e fumei um prensado que nem deu brisa direito, e quando cheguei em casa bati aquele prato de pedreiro tranquilo e fui dormir. No meio da madrugada acordei meio mal sentindo que ia gorfar, então corri pro banheiro e soltei tudo, tive um pouco de insônia pelo desconforto em minha barriga e geralmente tenho analisado minha vida como se eu ja tivesse alguma doença, mas nao tenho. Eu sei que o consumo direto da cannabis altera os defensores do corpo ( esqueci a palavra e nem fumei hoje ) Entao queria saber se vocês ja passarao por algo parecido e meio que eu to querendo parar de f1 mas me sinto mal
  14. Quem nunca se esqueceu do fio dental que atire a primeira pedra. Se você costuma pular essa etapa, sua saúde corre o mesmo risco que a de quem fumamaconha. O que não significa muito. Segundo um estudo feito com mais de mil neozelandeses, usar cannabis não tem grandes efeitos negativos para a saúde, com uma exceção: aumenta o risco de problemas nas gengivas. A pesquisa acompanhou os voluntários desde o nascimento até a meia-idade. Dos 18 aos 38 anos, os participantes completavam questionários quanto aos seus hábitos de saúde e uso de álcool, tabaco e maconha. No final do estudo, os pesquisadores analisaram o estado de saúde dos participantes, especialmente o funcionamento dos pulmões, inflamações em geral, saúde metabólica e a situação dos dentes. Mesmo as pessoas que fumavam há 20 anos não apresentaram problemas de saúde acima do considerado normal para não fumantes. Mas o uso da cannabis resultou em mais casos de periodontite, uma inflamação que começa nas gengivas e que pode fazer os dentes caírem. Sem contar os problemas no sorriso, quem fumou maconha teve até algumas vantagens ao longo do tempo: em média, eles tinham menos gordura no corpo, um Índice de Massa Corporal mais baixo e uma circunferência menor de barriga. A mesma pesquisa que absolve a maconha condena o tabaco. A inflamação da gengiva era muito mais comum entre os que fumavam cigarro, o pulmão não funcionava tão bem, os níveis de colesterol e triglicérides estavam altos e a saúde piorava entre os 26 e os 38 anos. Os cientistas acham que um dos fatores é a quantidade - quem usa cannabis geralmente fuma menos baseados em um dia do que a média de cigarros de um fumante. Os pesquisadores não querem que o estudo faça as pessoas pensarem que maconha não faz nenhum mal. A líder da pesquisa, Madeline Meier, já usou os dados dos mesmos participantes para avaliar o efeito da maconha na saúde mental - e aí os resultados foram mais complicados. Os participantes tinham mais chance de desenvolver psicoses e até um QI médio menor. Para quem fuma maconha, o conselho dos pesquisadores é dobrar a atenção com o sorriso - falta de higiene não explica totalmente a inflamação na gengiva, mas os cientistas descobriram que os fumantes esquecem mais de escovar os dentes que as outras pessoas. Eca! fonte: http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/maconha-so-faz-mal-para-a-gengiva-diz-estudo
  15. Bom dia, Não sei se é o local certo para esse tipo de questionamento, mas aí vai: A partir do mês que vem, vou começar um tratamento para a ansiedade que eu tenho desde meus 16 anos ( tenho 23 atualmente.) Conheci a Cannabis aos 18 anos, e percebi que no efeito dela eu não fico ansioso, mas não posso ficar chapado o dia inteiro pra evitar meus ataques de pânico, então vou começar o meu tratamento para resolver isso. A minha pergunta é > O uso de cannabis pode interferir no uso de remédios ansíoliticos de maneira negativa? Grato desde já.
  16. Não é segredo que pra quem tem tendências esquizofrênicas, bipolares... A maconha comprada do tráfico não ajuda muito pelo sua falta de balanceamento entre THC e CBD sendo assim a gente vê médicos metendo o pal na maconha, se baseando no prensado, se baseando em pesquisas tendenciosas e pessoas que por sua natureza não são 100% saudáveis no que diz respeito a normalidade psíquica; veja bem: O negócio é tão sério que pelo que eu sei eu não tenho nenhum problema mental e em alguns episódios fumei com os amigos uma que era riquíssima em THC e tive sérias psicoses já que o problema é você achar que está doente; aí você já começa a ficar e aí voltar atrás é foda mas a conclusão, baseando em estudos que vc pode pegar no Google mesmo: " CBD+fobia+social " Assim a gente chega a conclusão que a maconha quando consumida de maneira consciente reconstrói memórias, provocando mudanças no emocional e no psicológico. Depois dos meus surtos fui pra psicologo, psiquiatra; nada adiantou; meu negócio é crivar e to bem melhor por conta de uma série de fatores; tive que passar um tempo sem fumar; isso foi fundamental agora.. Vamos lá né: Eu tinha sintomas de depressão, bipolaridade e esquizofrenia; a maconha me ajudou a entrar nessa mas NÃO FOI A CAUSA; a causa foi uma série de fatores... Pra encerrar eu digo pra você que fuma, quer fumar e acha que pode surtar; Não se preocupe com nada.
  17. Extrato de cannabis em cigarro eletrônico é melhor para saúde que maconha http://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/redacao/2016/05/26/cannabis-no-cigarro-eletronico-e-mais-eficaz-para-uso-medicinal.htm Paula Moura Colaboração para o UOL 26/05/201610h00 Um estudo avaliou a eficácia de uso de maconha em cigarros eletrônicos e descobriu que é uma alternativa mais segura aos cigarros comuns para tratamento terapêutico. A pesquisa publicada na Scientific Reports, do grupo da revista Nature, nesta quinta-feira (26), enfatizou a utilização de óleo de haxixe extraído com butano em vez da planta in natura. Segundo os autores do Centro Universitário de Medicina Legal de Lausanne, na Suíça, é uma nova forma de administrar os canabinoides. A vaporização como forma de usar os componentes medicinais da planta cannabis é estudada na medicina há cerca de dez anos, mas não havia sido testada cientificamente nos chamados e-cigarettes. "A grande novidade é o estudo do uso do óleo no formato de e-cigarette em vez da planta in natura", diz Renato Filev, pesquisador da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo). Os vaporizadores são mais seguros porque quando a maconha é fumada em cigarro comum pode produzir fumaça prejudicial à saúde. Os canabinoides, como THC e BHO, para fazer o extrato usado no cigarro eletrônico foram extraídos com gás butano para produzir o óleo de haxixe concentrado. Amostras dos vapores gerados por três e-cigarettes foram coletadas e analisadas, apresentando muito menos substâncias tóxicas. Getty Images Os dispositivos usados para a vaporização são filamentos que esquentam para que as substâncias virem vapor sem que haja queima, explica Filev. "Qualquer matéria orgânica ao ser levada à combustão pode produzir substâncias tóxicas: hidrocarbonetos, que danificam os tecidos, alcatrão e monóxido de carbono (que prejudica troca gasosa no sangue)." Fumar o cigarro comum também pode causar desconforto pulmonar, como aperto no peito, chiado, entre outros sintomas. Apesar de ser menos tóxico, o óleo pode arrastar outros tipos de produtos como agrotóxicos, traços do solvente ou mesmo fungos e bactérias, aponta o brasileiro. Ele explica que geralmente se usa a flor da planta, que concentra a maior quantidade de resina. Essa resina contém THC (tetrahidrocanabidiol) - substância psicoativa, que provoca euforia-- e CBD ou canabidiol, ambos com efeito medicinal e atuantes contra convulsões. Vincent Varlet e seus colegas da Suíça avaliam que a vaporização também foi mais eficaz do que remédios com o concentrado de canabidiol ingeridos oralmente. Além da redução de substâncias tóxicas, os autores da pesquisa acreditam que o uso do extrato e da vaporização representa um risco baixo de serem usados por consumidores de maconha para uso recreativo. Isso porque a solvência do óleo de haxixe de butano em refis comerciais líquidos dificultam a fabricação de refis com concentrações altas de óleo, que são preferidas por esses usuários. Eles ressaltam que, como apenas um tipo de e-cigarette foi analisado no estudo, outros dispositivos de outras marcas e de extratos podem produzir canabidinoides diferentes e outros níveis de compostos voláteis. Uma limitação do estudo é que não se comparou o vapor de óleo de haxixe versus a planta in natura também vaporizada, apenas queimada." Renato Filev, da Unifesp Brasil proíbe venda de cigarros eletrônicos No Brasil, há apenas vaporizadores importados e geralmente são mais usados para uso recreativo do que medicinal. Esses dispositivos não geram fumaça nem cheiro forte. "Pessoas usam em locais públicos e passam despercebidos", diz Filev. Os cigarros eletrônicos são proibidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Segundo a agência reguladora, "a medida levou em consideração a falta de comprovação científica sobre a eficácia e a segurança do produto". A assessoria de imprensa da Anvisa disse que a proibição foi decidida após consulta pública com a participação de órgãos de defesa do consumidor e que os produtos foram desaconselhados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) no final de 2008.
  18. Olá, amigos Eu encontrei um baseado de um prensado no fundo da minha mochila escondido dentro de uma caneta (rs). Parece estar em bom estado, com o odor característico e tudo mais. Mas já fazem uns 3 meses aproximadamente que eu deixei o baseado ali. Queria saber de vcs se já aconteceu algo parecido. Fumarem um velho. Se faz mal e tals... Abç rapazeada
  19. Eai galera, queria saber se ja aconteceu com voces ou algum relato... ja vi topicos parecido e queria ajuda. bom primeiramente tenho 19 anos, fumo a 6 todos os dias, ja fumei dos mais top aos piores e nunca tive essas "bad", porem terça passada 28/4 peguei um prensado muito bom (ja fumei melhores, por isso estranhei) era umas 7 horas da noite, cheguei em casa comi e tomei um banho,meia noite um amigo chegou fumei um dele que era mediano e fumei dois desse meu, começei a me senti muito mal mas nem falei nada pra ele, aguardei ele ir embora aproximadamente uma hora da manha e fiquei piorando começo a acelera meu coraçao de mais, dai eu fiquei assustado com medo de morrer, medo que parasse o coraçao de tao rapido q tava, sentia uma angustia uma ansiedade, e um poco de falta de ar, sai a caminha na rua, nao adiantou nada, tava tao assustado que acordei a minha mae (ela sabe que eu fumo) e peguei o carro e fui pro pronto socorro chegando la ele viu os batimentos e estavam 124 p minutos, e a pressao normal, mas eu tava assustado, o enfermeiro falo q era cocaina q eu tava mentindo q maconha nao dava isso, nao acelerava, porem ele me deu diazepam na bunda, que é calmante, cheguei em casa agitado mas dormi, desde entao fico nessas bad pra fuma fumo pensando q vai acelera, e ja acelera, nao como esse dia, mas acelera, sei que é psicologico e tals, nao posso fuma pensando assim, mas nao consigo controlar. Entao hoje segunda dia 4/5 fui em um cardiologista e falei tudo isso pra ele, comentei que achava que poderia ser estresse da faculdade ou coleterol diabades essas coisas meio alto, ele ignorou tudo isso e falou que era por causa da maconha que eu tive uma "sindrome do panico" falo que se eu continua fumando vou ficar esquisofrenico, vou ficar assim pra sempre nao vo pode uma vida normal, me assustou de mais, marquei exame de sangue pra semana que ve enfim ando muito assustado ainda... ainda tenho essa erva boa e ando com muita vontade de fumar, eu ja usei outras coisas que mechem com o psicologico (lsd etc), e nunca senti isso ate entao me considerava forte pra essas coisas, fora o fato de fumar a anos, entao queria saber a opiniao de voces, se alguem ja teve isso se poderia me ajudar, eu to bem nervoso em relaçao a isso nao vejo minha vida sem a erva e creio que a maioria de voces tambem nao, entao me ajudem por favor, fico grato, desculpe os erros de portugues e se falei alguma besteira, me ajudem mesmo, tenham uma boa noite e muito obrigado a quem puder colaborar
  20. EUA quebram estigma e admitem benefícios da canábis para a saúde O governo americano adicionou uma secção na sua página oficial sobre os benefícios da canábis e dos seus componentes na luta contra células cancerígenas. http://www.noticiasaominuto.com/mundo/438507/eua-quebram-estigma-e-admitem-beneficios-da-canabis-para-a-saudehttp://www.noticiasaominuto.com/mundo/438507/eua-quebram-estigma-e-admitem-beneficios-da-canabis-para-a-saude 20/08/2015 POR NOTÍCIAS AO MINUTO Depois de vários estudos que o provavam e da legalização em alguns estados, os Estados Unidos acabam de dar um passo em frente na luta contra o estigma da canábis. E a prova é a mais recente alteração no site oficial do governo americano, onde foi introduzida uma secção dedicada especificamente ao estupefaciente e os benefícios que os seus componentes trazem à saúde. A extensão foi acrescentada na seção de avisos e opções na luta contra o cancro. As páginas foram escritas pelo Instituto Nacional do Cancro (nos EUA), parte do departamento de saúde do governo, que deixou claro que os canabinóides, componente da cannabis, são realmente eficientes no combate a células cancerígenas. A mesma fonte, de acordo com o jornal Metro, adianta que, utilizando os componentes através do fumo, chás, ou mesmo alimentos, os canabinóides revelam eficácia na luta contra os efeitos secundários do cancro e da forma como as células malignas morrem quando expostas aos efeitos da canábis no organismo.
  21. Maconha na adolescência não provoca problemas de saúde, diz estudo http://climatologiageografica.com/maconha-na-adolescencia-nao-provoca-problemas-de-saude-diz-estudo/ 5 de agosto de 2015 Leonardo Ambrosio De acordo com um estudo publicado pela Associação Americana de Psicologia, uso crônico da maconha por garotos adolescentes não parece estar ligado com nenhum problema físico ou mental como depressão, sintomas psicóticos e asma. Pesquisadores do Centro Médico da Universidade de Pittsburgh e da Universidade de Rutgers acompanharam 408 garotos da adolescência até os 30 anos em um estudo que foi publicado no jornal ‘Psychology of Addictive Behaviors’. De acordo com o líder da pesquisa, Jordan Bechtold, os resultados foram surpreendentes. “Não existe nenhuma diferença na saúde mental ou física por conta da frequência do uso de maconha na adolescência”, disse. Créditos: Creative Commons A pesquisa foi motivada pela popularização da droga nos Estados Unidos, que pouco a pouco vai liberando a utilização da cannabis em seus estados. E por conta de estudos anteriores, os pesquisadores estavam esperando encontrar resultados muito mais negativos. Os pesquisadores também não encontraram nenhuma ligação entre a utilização da maconha e depressão, ansiedade, alergias, dores de cabeça ou aumento na pressão sanguínea. O estudo começou a analisar os garotos no final dos anos 1980. Por 12 anos, os participantes foram entrevistados anualmente ou semianualmente, e uma nova entrevista foi feita em 2009/10, quando os participantes tinham 36 anos de idade. Não houve diferenças nos resultados com base na etnia dos participantes: 54% eram negros e 42% brancos. O restante pertencia a outras etnias. Os colaboradores da pesquisa foram divididos em quatro grupos: que não usavam ou usavam muito pouca maconha (46%); usuários crônicos desde cedo (22%); os que utilizaram a droga apenas na adolescência (11%) e os que começaram na adolescência e continuaram utilizando (21%). De acordo com os pesquisadores, fatores externos foram controlados, como a utilização de tabaco ou outras drogas ilícitas, além do acesso dos participantes a unidades de saúde. Já que o estudo abordou apenas homens, não existem resultados aplicáveis a mulheres. Um número muito pequeno de participantes desenvolveu sintomas psicóticos, diz o estudo. “Nós quereremos ajudar a informar o debate sobre a legalização da maconha, mas esse é um assunto muito complicado e um estudo não deve ser tomado de forma isolada”, disse Bechtold. A pesquisa está disponível neste link. Veja mais aqui http://climatologiageografica.com/maconha-na-adolescencia-nao-provoca-problemas-de-saude-diz-estudo/#ixzz3i7sWaF2f
  22. Anvisa rejeita receita e não libera remédio com canabidiol para bebê Medicamento cessa crises de epilepsia de bebê que vivem em MT. Agência de Vigilância Sanitária aguarda envio de nova receita. 14/06/2015 - 15:50:49 http://www.mtagora.com.br/estado/anvisa-rejeita-receita-e-nao-libera-remedio-com-canabidiol-para-bebe/91298376 A família do bebê Ricardo Curvo, que reside em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá, está aguardando a chegada de uma nova receita da médica neurologista do Rio de Janeiro para a liberação de um lote importado com seis frascos de 30 ml de um remédio à base de canabidiol (CBD) retido pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) . Ricardo, que tem 11 meses, precisa do medicamento para o tratamento de uma doença rara, chamada Schinzel-giedion, que provoca má formação, retarda o crescimento, provoca convulsões constantes e traz complicações neurológicas. Em março deste ano, os pais do menino conseguiram na Justiça uma liminar que obriga a Secretaria de Saúde de Mato Grosso (SES) a fornecer a medicação gratuitamente. No entanto, devido à demora no processo de compra do medicamento nos Estados Unidos, a primeira receita, emitida em março, foi usada para fazer a compra por conta própria, com dinheiro arrecadado com amigos e familiares da criança. O canabidiol importado chegou ao Brasil no dia 2 de junho, mas a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) indeferiu o processo de aquisição da medicação, exigindo uma receita com data mais atual. Segundo a Secretaria de Estado de Saúde (SES), foi feito contato com os pais do bebê nesta semana para informar sobre a decisão. A pasta aguarda o envio da documentação que permite a liberação. De acordo com a resolução nº 17 da Anvisa, publicada em maio deste ano, a prescrição médica pode ser utilizada em mais de uma compra, desde que o quantitativo importado não ultrapasse a quantidade prescrita na receita médica. A resolução estabelece os critérios e os procedimentos para a importação de produtos à base de Canabidiol, uma vez que não existe produto com CBD registrado no Brasil. Sem efeito psicoativo, o canabidiol (CDB) é uma substância canabinoide existente na folha da Cannabis Sativa, a planta da maconha. De acordo com pesquisadores, não causa efeitos psicoativos ou dependência. Cada lote do remédio custa R$ 3 mil e a mãe do menino, Jéssica Curvo Pereira, conta que ele está tomando o segundo frasco, sendo uma dosagem de 1 ml por dia diluída em um pouco de água. Segundo ela, quando Ricardo começou a tomar o medicamento, passou a ter crises fracas e não perdia mais os sentidos. Há 15 dias, o bebê não tem mais crises de epilepsias. Após a cirurgia de gastrostomia para colocar uma sonda para alimentação no estômago do bebê, ele até ganhou peso. Quando a alimentação era fornecida pela boca, ele não conseguia se alimentar direito. “O Ricardo esteve desnutrido com 5,5 kg, estava com baixo peso, fez a cirurgia de gastrostomia para ganhar peso e hoje está com 6,1 kg”, disse a mãe. O bebê também fez cirurgia para não ter mais refluxo, o que melhorou a respiração e possibilitou a ele tomar leite pela boca. Mas, com o aumento de peso de Ricardo, Jéssica teme que o remédio acabe cada vez mais rápido, pois a dosagem diária do canabidiol é calculada pela médica de acordo com o peso da criança. “O que nos disseram é que a cada novo pedido teremos que fazer um novo processo, mas dando continuidade ao que já existe e, por isso, terá menos burocracia”, diz. Ricardo faz um ano no dia 23 de junho e a família está planejando fazer uma festa junina no dia 20 para arrecadar recursos para manter o tratamento do bebê, já que, por dia, ele toma dez medicamentos diferentes, o que custa caro. Apenas o pai Bruno Lima trabalha, pois Jéssica fica em casa para cuidar do filho. “O Ricardo precisa de vários remédios, a doença acaba prejudicando outras funções dele e tem problemas no intestino, rim e estômago”, conta a mãe. Mesmo que o medicamento ainda esteja em estudo, os resultados do filho com o tratamento têm animado a família. Jéssica explica que o canabidiol faz com que a doença não progrida nas células neurológicas. Sem tratamento, a tendência é que as células se degenerem com o passar do tempo. “As melhoras eu vejo, os médicos veem e também outras crianças que fazem uso. Não melhora só as crises, melhora os reflexos”, comenta. MT Agora - G1 MT
  23. Whats up, galera? Estive procurando alternativas baratas para queimar concentrados, eis que encontro alguns vídeos ensinando uma técnica simples e, aparentemente, eficiente. Consiste basicamente em enrolar um clip de papel na forma de "coil", colocar no bong, esquentar e encostar o concentrado no material quente. Simples, né? Vejam: https://www.youtube.com/watch?v=eRHh93JWjjs No entanto, muitos questionaram os riscos do clip de papel soltar alguns poluentes cancerígenos. Afirmam que existem materiais mais saudáveis. O que vocês teriam a dizer sobre isso? Alguém tem uma outra alternativa barata pra fumar wax e outros concentrados 100% puro (sem botar no baseado ou lambrecar a erva)? Valeu, povo! Abraço a todos.
  24. Novo estudo constata que maconha é mais segura do que álcool ou tabaco Publicado em 9.03.2015 http://hypescience.com/novo-estudo-constata-que-maconha-e-mais-segura-do-que-alcool-ou-tabaco/ Usando um novo método para medir o risco de mortalidade associado ao uso de várias drogas legais e ilegais, cientistas concluíram que o álcool é a mais perigosa de todas, enquanto a maconha é a menos arriscada. Maconha ou álcool: o que é pior para a saúde? A nível individual, bebidas alcoólicas apresentam o maior risco de morte, seguido de nicotina (tabaco), cocaína e heroína. A maconha foi considerada significativamente menos mortal que as demais, e foi consistentemente classificada como a mais segura das drogas recreativas. Gestão e proibição de drogas Há muito tempo, o governo e a população mundial decidiram que “drogas blah!”. Até aí tudo bem. De fato, substâncias ilegais possuem muitos perigos. Mas essa mentalidade, combinada com o fato de que é difícil avaliar e classificar o risco de abuso de drogas cientificamente, significam que existem poucos estudos em que os cientistas compararam os perigos das drogas diferentes – o que poderia levar a melhores políticas. Maconha e sua saúde: o que 20 anos de pesquisa revelam Segundo os pesquisadores do novo estudo, o dinheiro dos países seria melhor gasto na gestão dos riscos do álcool e tabaco, em vez de drogas ilegais. Além disso, no caso de drogas de baixo risco, como a maconha, a regulação, em vez da proibição, poderia ser uma abordagem melhor e mais justificada. A escala de risco Apesar das dificuldades, alguns estudos têm tentado avaliar os riscos de várias drogas, analisando quão viciantes e tóxicas elas são em condições de uso agudo e crônico. No entanto, críticos dizem que esses estudos podem ter sido muito subjetivos. Para corrigir esse problema, os cientistas criaram uma nova técnica de avaliação de risco, chamada de “método da margem de exposição”. Simplificando, ele analisa a relação entre a dose que caracteriza seus efeitos adversos e a dose que as pessoas normalmente usam. As drogas verificadas na pesquisa foram heroína, maconha, nicotina, álcool, metadona, anfetamina e ecstasy. Os cientistas descobriram que, ao nível da utilização individual, quatro substâncias foram classificadas como de alto risco: álcool, nicotina, cocaína e heroína. As outras caíram na categoria chamada apenas de “risco”. No entanto, se olharmos para os riscos populacionais e não individuais, apenas o álcool foi considerado de alto risco. Calma aí! Maconha não é mesma coisa que salada De acordo com os resultados, a maconha é cerca de 114 vezes menos mortal do que o álcool e foi a única droga que representou um baixo risco de morte. Dito isto, os pesquisadores se apressam a apontar que esses resultados não significam que o consumo de uma quantidade moderada de bebida alcoólica é pior do que heroína, por exemplo. Muitos dos danos associados ao uso de drogas não são devido à droga em si, mas sim ao ambiente em que ela é usada, como a partilha de agulhas sujas, o que não foi levado em conta pelo estudo. Por fim, é necessário notar que o estudo tem limitações importantes, apontadas pelos próprios autores. Por exemplo, estudos sobre os efeitos a longo prazo de drogas praticamente não existem, e o único risco que eles puderam avaliar foi o de morte, em vez de incidência de câncer, entre outros efeitos danosos. Além disso, embora a maconha tenha sido considerada a droga menos arriscada, o estudo não diferenciou método de uso. Enquanto os componentes da cannabis podem não representar riscos significativos para a saúde, fumar maconha representa um risco por causa da inalação de substâncias irritantes, por exemplo. [IFLS]
  25. O Sistema Endocanabinoide Introdução ao Sistema Endocanabinoide* Dustin Sulak, doutor em medicina osteopática Maine, EUA Ao ler esta revisão da literatura sobre os efeitos terapêuticos da canabis e dos canabinoides, uma coisa logo ficará evidente: a canabis tem uma profunda influencia sobre o corpo humano. Essa erva única e sua variedade de componentes terapêuticos parecem afetar todo aspecto de nossos corpos e mentes. Como isso é possível? Em minha clínica de medicina integrativa na região central do estado do Maine, EUA, tratamos mais de mil pacientes com uma diversidade enorme de doenças e sintomas. Em um dia eu posso ver câncer, doença de Crohn, epilepsia, dor crônica, esclerose múltipla, insônia, síndrome de Tourette e eczema, só para citar alguns. Todas estas condições têm causas diferentes, diferentes estados fisiológicos e sintomas bastante diferentes. São pacientes velhos e jovens. Alguns passam por terapia convencional. Outros se decidiram por um caminho alternativo. Mesmo apesar das diferenças, quase todos concordariam em um ponto: a canabis ajuda a melhorar a situação de cada um. Como médico sou naturalmente desconfiado de qualquer medicamento que se propõe a curar tudo. Panaceias, remédios de óleo-de-cobra e modismos caros muitas vezes vêm e vão, alardeando grandes propriedades mas com pouca evidência científica ou clínica a apoiar sua eficácia. Ao explorar o potencial terapêutico da canabis, no entanto, não encontro falta de evidencias. Na verdade acho uma explosão de pesquisas científicas sobre o potencial terapêutico da canabis, com mais evidencias do que se pode encontrar a respeito de algumas das mais usadas terapias da medicina convencional. Quando esse texto foi escrito, uma busca na base de dados PubMed sobre artigos de periódicos científicos publicados nos últimos 20 anos, contendo a palavra "canabis", revelou 7.704 resultados. Ao adicionar a palavra "canabinoides" os resultados aumentam para 15.899 artigos. Isso dá uma média de mais de duas publicações científicas por dia nos últimos 20 anos! Estes números não apenas ilustram o interesse científico e o investimento financeiro para compreender mais sobre a cannabis e seus componentes mas, também, enfatizam a necessidade de revisões de alta qualidade e sumários como o que você está prestes a ler. Como pode uma erva ajudar em tantas situações diferentes? Como pode proporcionar tanto ações paliativas quanto curativas? Como pode ser tão segura ao oferecer efeitos tão poderosos? A busca de resposta a estas questões levou os cientistas à descoberta de um sistema fisiológico até então desconhecido, um componente central da saúde e cura de todos os humanos e de quase todos os animais: o sistema endocanabinoide. O que é o Sistema Endocanabinoide? O sistema endógeno-canabinoide, que recebeu o nome da planta responsável por seu descobrimento, é talvez o mais importante sistema fisiológico envolvido no estabelecimento e manutenção da saúde humana. Os endocanabinoides e seus receptores são encontrados em todo o corpo: no cérebro, órgãos, tecidos conectivos, glândulas e células imunológicas. Em cada tecido, o sistema canabinoide desempenha tarefas diferentes, mas a meta é sempre a mesma: homeostase, a manutenção de um ambiente interno estável apesar de flutuações no ambiente externo. Os canabinoides promovem homeostase em todos os níveis da vida biológica, do sub-celular ao organismo, e talvez até a comunidade e além dela. Um exemplo: a autofagia, processo no qual uma célula sequestra parte de seu conteúdo para ser auto-ingerido e reciclado, é intermediado pelo sistema canabinoide. Enquanto esse processo conserva vivas as células normais, permitindo-lhes manter um equilíbrio entre síntese, degradação e subsequente reciclagem dos produtos celulares, ele tem um efeito mortal em células de tumores malignos, fazendo-as se consumir a si próprias num suicídio celular programado. A morte de células cancerosas, claro, promove homeostase e sobrevivência ao nível do organismo inteiro. Endocanabinoides e canabinoides são encontrados também na intersecção dos vários sistemas do corpo, permitindo a comunicação e a coordenação entre diferentes tipos de células. No local de um ferimento, por exemplo, os canabinoides podem ser encontrados diminuindo a liberação de ativadores e sensibilizadores do tecido machucado, estabilizando a célula nervosa para prevenir excessivos disparos e acalmando células imunológicas em volta para evitar a liberação de substancias inflamatórias. Três mecanismos diferentes de ação em três tipos diferentes de células, voltadas para um único propósito: minimizar a dor e o dano causados pelo ferimento. O sistema endocanabinoide, com suas complexas ações em nossos sistemas imunológico, nervoso e em todos os órgãos do corpo, é literalmente uma ponte entre corpo e mente. Ao compreender este sistema nós começamos a enxergar um mecanismo que explica como os estados de consciência podem promover saúde ou doença. Além de regular nossa homeostase interna e celular, os canabinoides influenciam o relacionamento de uma pessoa com o ambiente externo. Socialmente, a administração de canabinoides altera claramente o comportamento humano, em geral promovendo compartilhamento, humor e criatividade. Ao intermediar a neurogênese, a plasticidade neural, e o aprendizado, os canabinoides podem influenciar diretamente a abertura mental e a capacidade de uma pessoa para se mover além de padrões limitantes de pensamento e comportamento decorrentes de situações passadas. Reformatar estes velhos padrões é parte essencial da saúde no nosso ambiente em rápida mutação. O que são receptores canabinoides? Ascídias, minúsculos nematoides e todas as espécies vertebradas compartilham o sistema canabinoide como parte essencial da vida e adaptação às mudanças ambientais. Comparando a genética dos receptores de canabinoides em diferentes espécies, cientistas estimam que o sistema endocanabinoide desenvolveu-se em animais primitivos há mais de 600 milhões de anos. Pode parecer que sabemos muito sobre canabinoides, mas os estimados 20 mil artigos científicos apenas começaram a jogar luz sobre o tema. Grandes lacunas devem existir em nossa compreensão atual, e a complexidade das interações entre os vários canabinoides, tipos de células, sistemas e organismos individuais desafia os cientistas a pensar a fisiologia e a saúde de maneiras novas. O breve esboço que se segue resume o que nós realmente sabemos. Receptores de canabinoides estão presentes em todo o corpo, embutidos em membranas celulares, e acredita-se que sejam mais numerosos do que em qualquer outro sistema receptor. Quando os receptores são estimulados, desencadeia-se uma variedade de processos fisiológicos. Pesquisadores identificaram dois receptores de canabinoides: CB1, presente principalmente no sistema nervoso, tecidos conectivos, gônadas, glândulas e órgãos; e CB2, encontrado principalmente no sistema imunológico e suas estruturas associadas. Muitos tecidos contem os dois conectores, cada um ligado a uma ação diferente. Os pesquisadores especulam que pode haver um terceiro receptor de canabinoides esperando para ser descoberto. Endocanabinoides são substancias que nossos corpos produzem naturalmente para estimular estes receptores. As duas dessas moléculas mais bem compreendidas são chamadas anandamida e 2-arachidonoilglicerol (2-AG). Elas são sintetizadas sob encomenda a partir dos derivados do acido araquidônico da membrana celular, tem um efeito local e uma meia-vida curta antes de serem degradadas pelas enzimas dos processos de aminohidrolase do ácido graxo (FAAH) e monoacilglicerolipase (MAGL). Fitocanabinoides são substancias de plantas que estimulam receptores de canabinoides. O delta-9-tetrahidrocanabinol, ou THC, é a mais psicoativa e certamente a mais famosa dessas substancias, mas outros canabinoides, como o canabidiol (CBD) e o canabinol (CBN), estão chamando a atenção dos pesquisadores devido à variedade de propriedades curativas. A maior parte dos fitocanabinoides foi isolada da cannabis sativa, mas descobriu-se que outras ervas medicinais, como echinacea purpura, também contem canabinoides não-psicoativos. Interessante que a planta da maconha também usa o THC e outros canabinoides para promover sua própria saúde e prevenir doenças. Os canabinoides tem propriedades antioxidantes que protegem as folhas e as estruturas de florescimento contra a radiação ultravioleta – eles neutralizam os danosos radicais livres gerados pelos raios UV, protegendo as células. Nos humanos os radicais livres causam envelhecimento, câncer e comprometem a saúde. Antioxidantes encontrados em plantas tem sido promovidos há tempos como suplementos naturais para prevenir os danos dos radicais livres. Laboratórios também produzem canabinoides. O THC sintético, comercializado como dronabinol (Marinol), e nabilone (Cesamet), um análogo do THC, são drogas aprovadas pela FDA (agencia americana de vigilância sanitária) para tratamento de náuseas severas e síndrome degenerativa. Alguns médicos acham que ajudam no tratamento de dores crônicas, enxaqueca e outros quadros sérios. Vários outros canabinoides sintéticos são usados em pesquisas com animais, e alguns tem uma potencia 600 vezes maior do que a do THC. Canabis, o sistema endocanabinoide e a boa saúde Continuando a peneirar a emergente ciência da canabis e dos canabinoides, uma coisa se mantem clara: um sistema canabinoide funcional é essencial para a saúde. Da implantação do embrião na parede do útero de nossas mães, à amamentação e crescimento, até a resposta a ferimentos, os endocanabinoides estão sempre nos ajudando a sobreviver em um ambiente que muda rapidamente, cada vez mais hostil. Quando cheguei a essa conclusão, comecei a me perguntar: pode um individuo reforçar seu sistema canabinoide tomando suplemento de canabis? Além de tratar sintomas e mesmo curar doenças, a canabis pode nos ajudar a prevenir doenças e promover saúde, ao estimular um antigo sistema que está bem implantado dentro de todos nós? Acredito agora que a resposta é sim. As pesquisas nos mostraram que pequenas doses de canabinoides da maconha podem sinalizar ao corpo para produzir mais endocanabinoides e construir mais receptores de canabinoides. Por isso que muitos usuários não sentem efeito da primeira vez, mas na segunda ou terceira vez usando a erva ja construíram mais receptores de canabinoides e estão prontos para responder. Mais receptores aumentam a sensibilidade de uma pessoa frente aos canabinoides; doses menores tem efeitos maiores, e o individuo reforça uma linha básica de atividade dos endocanabinoides. Acredito que doses pequenas e regulares de maconha podem agir como um tônico para o nosso principal sistema fisiológico de cura. Muitos medicos não se sentem a vontade com a ideia de recomendar uma substancia botânica e claramente se horrorizam com a ideia de se fumar um remédio. Nosso sistema médico fica mais confortável com substancias individuais, isoladas, que podem ser engolidas ou injetadas. Infelizmente este modelo limita significativamente o potencial terapêutico dos canabinoides. Diferentemente de derivados sintéticos, a erva da maconha pode conter mais de cem canabinoides diferentes, incluindo THC, os quais trabalham todos sinergicamente para produzir melhores efeitos médicos e menos efeitos colaterais do que o THC sozinho. Mesmo a maconha sendo segura e funcionando bem quando fumada, muitos pacientes preferem usar vaporizador ou tintura de canabis. Levantamentos científicos e testemunhos de pacientes indicam que a erva tem qualidades medicinais superiores do que os canabinoides sintéticos. Em 1902 Thomas Edison disse: “Nunca houve tantas mentes capazes e ativas trabalhando sobre os problemas de doença como agora, e todas as descobertas tendem em direção à verdade simples de que não se pode melhorar a natureza”. A pesquisa com canabinoides provou que a afirmação ainda é válida. Então, é possível que a maconha medicinal possa ser o remédio mais útil para tratar a mais ampla variedade de doenças humanas, possa virar um componente do sistema de saúde preventivo e um suporte de adaptação ao nosso meio ambiente crescentemente tóxico e carcinogênico? Sim. Isso era bem conhecido dos sistemas médicos indígenas da antiga India, China e Tibete e, como se verá nesse relato, está se tornando cada vez mais conhecido pela ciência ocidental. Claro, precisamos de mais pesquisas baseadas em humanos sobre a eficácia da maconha, mas a base de evidencias já é ampla e cresce constantemente, apesar dos melhores esforços da DEA para desencorajar pesquisas relacionadas com canabis. Seu medico entende os benefícios da canabis medicinal? Ele ou ela pode lhe orientar com indicações apropriadas, dosagens e rotinas de administração? Provavelmente não. Mesmo com as duas maiores associações médicas americanas pedindo mais pesquisas, com a Administração Obama prometendo não mais prender pacientes protegidos por leis estaduais de canabis medicinal, com os 5 mil anos de historia de uso terapêutico seguro, e com uma enorme quantidade de pesquisas publicadas, a maior parte dos médicos sabe pouco ou nada sobre canabis medicinal. Isto está mudando, em parte porque o publico está demandando. As pessoas querem tratamentos seguros, naturais e baratos que estimulem a habilidade dos nossos corpos para se auto-curar e que ajudem nossa população a melhorar sua qualidade de vida. Canabis medicinal é uma dessas soluções. Este resumo é uma excelente ferramenta para espalhar o conhecimento e ajudar a educar pacientes e cuidadores sobre a evidencia cientifica por trás do uso medicinal da canabis e dos canabinoides. ------------------------------ * Traduzido por Tim Muller. O artigo original encontra-se publicado no site da ong NORML em: http://norml.org/library/item/introduction-to-the-endocannabinoid-system
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