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  1. 08 de Abril de 2016 | atualizado em 08/04/2016 Revolução verde: como a China quer usar a maconha para plantar mais alimentos http://revistagloborural.globo.com/Noticias/Empresas-e-Negocios/noticia/2016/04/revolucao-verde-como-china-quer-usar-maconha-para-plantar-mais-alimentos.html Conheça a história do empresário Fábio Bastos, que quer desenvolver junto com o governo chinês o plantio do cânhamo POR GABRIEL LELLIS | EDIÇÃO: VIVIANE TAGUCHI Fábio Bastos largou o jornalismo para abrir a multinacional Sediña (Foto: Divulgação) O carioca Fábio Bastos, 35, trocou os dias de sol e praia no Rio de Janeiro pela cinzenta paisagem de Pequim, naChina por conta de uma missão, a princípio, inusitada: ele pretende trabalhar com o governo chinês em um projeto para substituir as lavouras de algodão do país por plantações de maconha. Entretanto, isso não significa que o rigoroso regime comunista está abrindo as portas para hábitos mais liberais. O objetivo real é inserir a fibra do caule da Cannabis sativa, também conhecida como cânhamo, na dinâmica do agronegócio e da indústria têxtil. Há quatro anos, Bastos não imaginava o quanto a indústria damaconha legalizada poderia se tornar um bom negócio. Após 20 anos trabalhando com jornalismo, encontrou no vizinho Uruguai a chance de melhorar de vida. “Quando o Mujica (ex-presidente do Uruguai) liberou a maconha em 2013 pensei: imagina o quanto os uruguaios vão fumar! Resolvi vender papel seda para suprir a essa demanda, mas a verdade é que com a legalização nada mudou quanto ao consumo”, afirma.Bastos é dono da multinacional uruguaia Sediña, especializada na produção e exportação do cânhamo. Apesar de não plantar maconha recreativa, aquela que provoca “um barato” em quem a consome, a empresa também vende produtos voltados para os apreciadores da erva, como papel seda, isqueiros e piteiras. Presente em 18 países no mundo todo, como Brasil, Estados Unidos, Alemanha e Índia, a Sediña faturou aproximadamente US$ 2 milhões em 2015, e pretende neste ano aumentar este valor para US$ 5 milhões. Em alguns destes países, por conta de restrições legais quanto ao cânhamo, as exportações da marca são restritas aos artigos de tabacaria. Se os vizinhos do Brasil não enrolaram mais cigarros do que o esperado, ao menos o país ainda tinha portas abertas para o plantio legalizado. Após passar por rígidos processos de regulamentação, o empresário investiu o cultivo de cânhamo, abrindo oficialmente as portas da Sediña em meados de 2014. O objetivo do governo chinês é substituir as plantações de algodão pela produção de cânhamo (Foto: Divulgação) O cultivo do cânhamo não é algo novo no mundo, e há registros de plantações milenares em regiões da Ásia. A partir do século 14, a fibra da maconha se popularizou em parte da Europa como matéria prima para a fabricação de cordas e velas de navio, e foi largamente usada por países navais como Portugal. Apesar de ser da mesma família botânica, a maconha recreativa e o cânhamo apresentam diferenças tanto na forma de cultivo quanto na composição química. O cânhamo tem baixos teores de THC, substância responsável pelos efeitos psicotrópicos, e os produtores utilizam técnicas simples de plantio – “basta jogar a semente no chão que ela cresce. Não precisa nem se preocupar com pragas, pois é a planta mais resistente do mundo”, brinca Bastos. Ao contrário, a maconha recreativa necessita de maiores investimentos por parte dos produtores, além de precisar de cuidados especiais, como o cultivo em estufas, para que os resultados certos de THC sejam alcançados. No Brasil, ambos os cultivos são proibidos por lei. Negócio da China O sucesso da Sediña nos primeiro anos trouxe para Bastos a oportunidade de trabalhar em conjunto com o China's Hemp Research Centre, órgão do governo chinês responsável por pesquisar sobre as propriedades e o uso da Cannabis Sativa. Quem acende um cigarro de maconha na China ainda tem grandes chances de ser preso. Ainda assim, a planta é uma oportunidade de produzir matéria prima para a indústria têxtil com uma produtividade maior por hectare do que oalgodão. De acordo com o China's Hemp Research Centre, 1,3 milhão de hectares de maconha plantada seriam suficientes para fornecer, em cânhamo, material equivalente ao colhido nos mais de 5 milhões de hectares destinados ao algodão – que, caso o plano do governo de plantar Cannabis sativa funcione, teria parte de suas terras substituídas pelo plantio de gêneros alimentícios como soja e trigo. Hoje, a tonelada do cânhamo está cotada no mercado internacional entre US$ 5 mil e US$ 10 mil, enquanto a do algodão fica em aproximadamente US$ 100 por tonelada. Em relação ao processo de legalização, Bastos critica a situação no Brasil, a qual classifica como “hipócrita”. “Muitas autoridades disseminam a desinformação ao considerarem o cânhamo e a maconha recreativa como uma mesma coisa. Mesmo países que proíbem o uso da planta como psicotrópico estão ao menos legalizando a produção da fibra. A cada declaração errada das autoridades estamos andando cinco anos para o passado”.Para Bastos, com o avanço da legalização da maconha pelo mundo, o cânhamo surge como uma boa oportunidade ao agronegócio. “O custo benefício em relação ao algodão é 60% melhor”, conta o brasileiro, que não considera que a maconha recreativa em curto prazo possa seguir o mesmo caminho como uma cultura agrícola de larga escala. “Por envolver também a indústria farmacêutica, a planta com THC mais alto ainda precisa de estudos sobre suas formas de utilização antes de pensarmos em produção industrial. Entre as folhas verdes escuras das plantações de maconha, Bastos continua seu trabalho a frente da Sediña e se mantém a frente da batalha pela legalização mundial: “Alguns países como o Uruguai estão vinte anos no futuro. É um primeiro passo par um avanço mundial da descriminalização da maconha.
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