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  1. Eu sei, eu escrevo muito... já peço desculpas desde já... ^^ Um pouco de contexto: Sempre fui presente na vida de minha filha (1 ano e meio), mesmo ela morando com a mãe e o namorado atual em outra cidade (220km) fui praticamente todos os meses, as vezes mais de uma vez por mês, a vezes por 15 dias ou mais. A convivência sempre foi saudável, e minha família adotou tanto ela como o namorado como membros da família, sempre recebendo e a tratando bem, e até aturando certos abusos. Apesar de não ter um acerto sobre a pensão pois sempre deixei claro minha condição de freelancer, tudo foi fornecido a ela e jamais permiti que faltasse nada, de enxoval a cadeiras, fraldas, roupas e brinquedos; além de depósitos sempre que possível, enquanto a mãe tem um emprego fácil no governo e recebe em torno de 3500. Recentemente sem ser capaz de dar explicação maior das razões pra tal, inclusive ligando para meus pais(???) em reclamações infundadas e genéricas sobre mim, alem de ofensas, tem dificultado minha convivência com a criança, até o ponto de proibir que eu a veja a não ser q sob suas estritas condições, horarios, e mediante pagamento e acerto da pensão ao qual ela nunca deu entrada, quer que eu faça isso. Alem disso, afirma que o namorado e ela são os únicos a ter voz na vida da criança, e ele recentemente passou a dizer que é o pai. Ela tem negligenciando a criança aos cuidados do companheiro que sempre se mostrou psicologicamente instável, alem de incapaz de suprir a criança de afeto e carinho, uma vez que tem certa aversão ao toque, indícios de personalidade obsessiva compulsiva, e submete a criança a longos períodos de silêncio e baixa iluminação pois assim é do seu agrado. Ambos são extremamente voláteis e perdem completamente a cabeça ao serem contrariados mesmo sob fortes argumentos de que estão errados. A Mãe na maior parte das vezes é carinhosa e afetiva, porem surtos de raiva são cada vez mais constantes não só comigo como com a minha família. Desde que comecei a ser impedido de conviver com minha filha, ela tem se mostrado carente, raramente emite sons, deixou de me chamar de pai, entre outras demonstrações que me preocupam para uma criança dessa idade, baseado na minha experiência com 3 irmãs mais novas, uma inclusive sendo adotada ainda bebê e hoje com 6 anos, com a qual convivo diariamente e participo ativamente da educação. Os impedimentos começaram a ocorrer a partir do momento que eu me mostrei disposto e me organizei para mudar para próximo deles afim de ficar mais perto da minha filha, fazendo provavelmente que o companheiro se sentisse ameaçado. Isso me obrigou a entrar com um pedido de guarda a meu favor, uma vez que ela se monstra incapaz de gerir a guarda compartilhada e indisposta ao dialogo pois jamais contraria o namorado. Na ultima visita, o companheiro me impediu de ver a criança, e fez o possível para me induzir a agredi-lo fisicamente para ter algo para usar contra mim, felizmente nunca fui do tipo "machão" e principalmente jamais faria isso na frente da minha filha, mesmo com a falta de respeito dele em gritar e se alterar completamente ao ponto de babar na presença da criança enquanto tomava ela de mim, enquanto eu mantinha a calma. Sempre sempre fui um pai exemplar e presente, e ela mesma sempre disse que como pai jamais teve do que reclamar. Minha irmã caçula é um exemplo da capacidade da minha família e minha de educar, uma vez que muitas vezes demonstra mais respeito a mim que ao nosso pai e sempre recorre a mim quando tem duvidas diversas, a educação que demos a ela é o orgulho da família. Sempre quis ter filhos, diferente da mãe que constantemente reclama jamais ter planejado ou desejado uma criança. Não só eu, como minha família, criamos fortes laços afetivos com a criança, laços que vem sendo minados por passar o dia com o namorado da mãe enquanto ela trabalha. O namorado dela é extremamente controlador e anti-social, prendendo minha filha em seu pequeno mundo aonde só existem os três, um vez que nem um dos dois tem contato saudável com suas famílias. Ambos sempre me impediram de exercer meu papel de pai, sempre fui informado só depois que decisões já foram tomadas, inclusive no nome da criança que soube por terceiros que foram ao chá de bebê, nome que eu já tinha expressado não gostar. A Cannabis: A mãe sempre soube do meu uso recreativo de cannabis e sempre conviveu com pessoas assim, apesar de já ter experimentado não faz uso, porem já fumei com amigos dela na casa dela e coisas assim, nunca demonstrou se preocupar inclusive me dando de presente uma caneca desenhada de próprio punho com essa temática. Sua droga de escolha é a bebida, inclusive já tendo voltado a consumir mesmo ainda amamentando. Meu consumo de cannabis é muito provavelmente a única coisa que possuem para usar contra mim, gostaria de saber o quão preocupado devo ficar, e o quanto isso pode pesar para a decisão final da guarda caso ela tente usar isso contra mim (algo que muito provavelmente aconteça). Obviamente eu jamais fumo quando a criança está sob meus cuidados. Minha família tem conhecimento do meu consumo, e o de minhas 2 irmãs mais velhas (não por minha influência, só me disseram que fumavam quando souberam que eu fumava), apesar de não gostar por questões ideológicas, respeito a individualidade e dialogo sempre foi regra máxima na minha família, o que permite um convívio saudável mesmo assim. Apesar de ter muito a meu favor, como textos, fotos e testemunhas... eu temo pelo preconceito por parte da juíza, temo que me enxergue como um "viciado incapaz" e isso sobressaia a capacidade dela de enxergar a carência da criança e minha habilidade e dedicação como pai, e ao fato de uma vez comigo ela não estaria amparada só por mim mas por toda uma família que sempre foi unidade e sempre trabalha pelo bem comum, uma vez que moro com meus pais por escolha, para ficar perto deles e de minha irmã, em uma casa capaz de acomodar a todos. Tenho uma ótima advogada, e desde o começo deixei bem claro meu uso... apesar de vasta experiência com casos de vara familiar, ela ainda não teve um caso em que isso fosse levado ao Juiz, e os casos que ela conhece são antigos, e alguns os pais que só foram permitidos ver os filhos com acompanhamento de assistência social. Ficaria muito agradecido com qualquer dicas de quem entenda do assunto ou relatos pois sinceramente não sei o que esperar, não sei se terei de fazer um exame toxicológico ou algo assim. Tenho evitado ao máximo fumar e sinceramente, apesar de divertido, não tenho grandes problemas em ficar sem chapar e isso não me faz falta... o que me faz falta é dormir, não tomo nem um tipo de remédio ou calmante e bebidas também não me agradam nem resolveriam, mas a cannabis sempre me ajudou a dormir bem principalmente em épocas de grande ansiedade como agora, aonde já fazem 4 semanas que espero o processo chegar as mãos da Juíza (Mulher, jovem e mãe divorciada). Enfim, Não tenho intensão nenhuma de afasta-la da mãe pois reconheço a importância de ambos os pais na vida da criança, mas a alienação e manipulação do namorado tanto sobre ela quanto sobre minha filha, já passa os limites do ridículo na minha opinião e me forçou a tomar uma atitude. Tudo que eu quero é exercer meu papel de Pai e criar minha filha para ser uma criança feliz, respeitosa, que de valor à família, aos pequenos momentos e cheia de amor... Desde já agradeço! Bom 420 pra vocês! =~)
  2. Legalização da maconha entra em vigor no Alasca Droga só pode ser consumida em ambientes privados. Repórter que se demitiu ao vivo foi uma das entusiastas de campanha. O Alasca se tornou nesta terça-feira (24) o terceiro estado norte-americano a legalizar o uso recreativo da maconha, mas os defensores da legalização não esperam a realização de grandes celebrações, visto que permanece ilegal o consumo público da droga. Na maior cidade do estado, Anchorage, policiais estão prontos para começar a distribuir as multas de US$ 100 previstas, para garantir que o consumo permaneça sendo feito entre portas fechadas. O Alasca se juntou aos estados de Washington e Colorado a ter o consumo de maconha legalizado. Uma das envolvidas na campanha pela legalização foi a repórter Charlo Greene. Ela trabalhava em um canal de TV do Alasca e pediu demissão ao vivo em setembro. Na época, ela soltou um palavrão no ar, e disse que fez isso com objetivo de trazer luz ao debate em favor da legalização da maconha no estado. Greene, que trabalhava na emissora "KTVA", um canal filiado à "CBS", tinha terminado de apresentar uma notícia sobre o uso de maconha medicinal em Anchorage (Alasca), quando revelou que ela mesma era a proprietária do local. "Dedicarei todas minhas forças em lutar pela liberdade e justiça, que começa por legalizar a maconha no Alasca. Para isso, não tenho mais alternativas do que deixar o programa. Estou indo embora", disse ao vivo a jornalista. Em novembro, os eleitores aprovaram a legalização com 53% dos votos a favor. A medida entrou em vigor, entretanto, apenas nesta terça. A partir de agora, os adultos que vivem no estado podem não apenas consumir e ter maconha em sua posse, mas também podem transportá-la, cultivá-la e dá-la a outras pessoas. Uma segunda fase do processo, que criará um mercado regulado e taxado, não começará antes de 2016. Enquanto a posse de maconha não é mais um crime no estado, consumir a droga em público renderá mula de US$ 100. Fonte: G1
  3. Fonte: http://www12.senado.gov.br/noticias/videos/2014/09/debate-sobre-a-regulamentacao-da-maconha-avanca-pouco-na-cdh 08/09/2014, 17h49 Debate sobre regulamentação da maconha avança pouco na CDH https://www.youtube.com/watch?v=cWAIpVzctdE ‘O impacto das drogas na violência’ foi o tema da quarta audiência da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) sobre a regulamentação da maconha, nesta segunda-feira (8). O senador Cristovam Buarque (PDT-DF), relator da sugestão popular sobre o tema (SUG 8/2014), disse que ainda não reuniu subsídios suficientes para elaborar seu relatório, que definirá se a matéria será transformada em projeto de lei. Sobre o uso estritamente medicinal, porém, ele afirmou que apresentará conclusões em breve. A audiência gerou debates acirrados. Contrário à regulamentação para o uso recreativo, o promotor de Justiça Sérgio Harfouche, de Mato Grosso do Sul, disse que é preciso mudar a legislação atual para criminalizar também os usuários. Já o defensor público Daniel Nicory discordou da prisão não só de usuários, mas até de pequenos traficantes. Ele apresentou pesquisas feitas pela USP e pela Escola Superior da Defensoria Pública da Bahia sobre o perfil de presos por tráfico de drogas.