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  1. Empresa quer fazer primeiro remédio brasileiro à base de maconha Felix Lima/Folhapress Cultivador mostra flor seca da planta GABRIEL ALVES DE SÃO PAULO 28/06/2016 02h00 http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2016/06/1786355-empresa-quer-fazer-primeiro-remedio-brasileiro-a-base-de-maconha.shtml Uma start-up do ramo farmacêutico decidiu produzir o primeiro medicamento brasileiro à base de maconha. A ideia é fazer um extrato fitoterápico que trate casos de epilepsia nos quais outros remédios não funcionam. O anúncio da iniciativa será feito nesta terça (28) no 26º congresso anual da Sociedade Internacional de Pesquisa de Canabinoides, na Polônia. A start-up Entourage Phytolab busca desenvolver um medicamento fitoterápico à base de maconha desde que foi fundada, em 2015. A previsão dela é que a droga seja lançada em 2018. A vantagem de um medicamento brasileiro, desenvolvido e testado no país, seria a segurança e a garantia de fornecimento para quem necessita da droga –que não precisaria mais depender, como ocorre hoje, de autorizações para importá-la. Os principais componentes do extrato da erva são o tetra-hidrocanabinol (THC) e o canabidiol (CBD). O primeiro é psicotrópico; o segundo, não. Tanto o THC quanto o CBD têm propriedades farmacológicas que os fazem ser de interesse medicinal. O problema é o grande potencial de abuso, principalmente do THC –isso dificulta o licenciamento de medicamentos baseados no composto. A iniciativa da Entourage, no entanto, está direcionada para a produção de um extrato que seja rico em CBD e com pouquíssimo THC. Para isso, serão utilizadas flores de uma variedade de cannabis fornecida pela Bedrocan, multinacional especializada em produção para uso medicinal. Cultivo de maconha 4 de 4 Felix Lima/Folhapress AnteriorPróxima Os demais componentes da erva não serão eliminados, de acordo com Caio Santos Abreu, diretor-executivo da start-up. O motivo é que a pequena fração de outras moléculas pode ajudar no efeito do CBD, reduzindo os efeitos colaterais e balizando os efeitos farmacológicos desejados. Esse efeito de várias moléculas ajudando a ação de uma outra é conhecido como "efeito entourage" e tem ganhado entusiastas no meio acadêmico, particularmente entre os que estudam o sistema de receptores canabinoides, presentes em vários tecidos do corpo humano. Isso transformaria, em tese, a desvantagem de ter um remédio "sujo", não puro, em uma vantagem –já que seria praticamente impossível repor artificialmente as inúmeras moléculas presentes no extrato da cannabis. Não se sabe exatamente qual é o mecanismo de ação do CBD para tratar a epilepsia, mas isso não inviabiliza o estudo de uma nova possibilidade de tratamento, diz Fabrício Pamplona, diretor-científico da Entourage. "Sabe-se que há um controle especialmente eficaz quando há excesso de excitabilidade neuronal característico de uma crise epiléptica", afirma o farmacêutico. Depois da padronização da obtenção do extrato candidato a medicamento, haverá testes em ratos para garantir a segurança do processo. É aí que entra em cena a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), que deve supervisionar e chancelar todas as etapas de testes clínicos em pessoas e animais. Por se tratar de tecnologia desenvolvida no Brasil, em uma questão de saúde importante para a qual não há tratamento (epilepsias refratárias, como a síndrome de Dravet), Abreu espera que o projeto transite com celeridade. Da parte científica, não são esperadas dificuldades para se cumprir as etapas necessárias, dados que diversos estudos anteriores apontam na mesma direção para a qual a start-up está mirando. Um medicamento à base de CBD da farmacêutica GW chamado Epidiolex obteve bons resultados em estudos -54% de redução no número de crises. Em breve pode haver o registro nos EUA.
  2. Extrato de cannabis em cigarro eletrônico é melhor para saúde que maconha http://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/redacao/2016/05/26/cannabis-no-cigarro-eletronico-e-mais-eficaz-para-uso-medicinal.htm Paula Moura Colaboração para o UOL 26/05/201610h00 Um estudo avaliou a eficácia de uso de maconha em cigarros eletrônicos e descobriu que é uma alternativa mais segura aos cigarros comuns para tratamento terapêutico. A pesquisa publicada na Scientific Reports, do grupo da revista Nature, nesta quinta-feira (26), enfatizou a utilização de óleo de haxixe extraído com butano em vez da planta in natura. Segundo os autores do Centro Universitário de Medicina Legal de Lausanne, na Suíça, é uma nova forma de administrar os canabinoides. A vaporização como forma de usar os componentes medicinais da planta cannabis é estudada na medicina há cerca de dez anos, mas não havia sido testada cientificamente nos chamados e-cigarettes. "A grande novidade é o estudo do uso do óleo no formato de e-cigarette em vez da planta in natura", diz Renato Filev, pesquisador da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo). Os vaporizadores são mais seguros porque quando a maconha é fumada em cigarro comum pode produzir fumaça prejudicial à saúde. Os canabinoides, como THC e BHO, para fazer o extrato usado no cigarro eletrônico foram extraídos com gás butano para produzir o óleo de haxixe concentrado. Amostras dos vapores gerados por três e-cigarettes foram coletadas e analisadas, apresentando muito menos substâncias tóxicas. Getty Images Os dispositivos usados para a vaporização são filamentos que esquentam para que as substâncias virem vapor sem que haja queima, explica Filev. "Qualquer matéria orgânica ao ser levada à combustão pode produzir substâncias tóxicas: hidrocarbonetos, que danificam os tecidos, alcatrão e monóxido de carbono (que prejudica troca gasosa no sangue)." Fumar o cigarro comum também pode causar desconforto pulmonar, como aperto no peito, chiado, entre outros sintomas. Apesar de ser menos tóxico, o óleo pode arrastar outros tipos de produtos como agrotóxicos, traços do solvente ou mesmo fungos e bactérias, aponta o brasileiro. Ele explica que geralmente se usa a flor da planta, que concentra a maior quantidade de resina. Essa resina contém THC (tetrahidrocanabidiol) - substância psicoativa, que provoca euforia-- e CBD ou canabidiol, ambos com efeito medicinal e atuantes contra convulsões. Vincent Varlet e seus colegas da Suíça avaliam que a vaporização também foi mais eficaz do que remédios com o concentrado de canabidiol ingeridos oralmente. Além da redução de substâncias tóxicas, os autores da pesquisa acreditam que o uso do extrato e da vaporização representa um risco baixo de serem usados por consumidores de maconha para uso recreativo. Isso porque a solvência do óleo de haxixe de butano em refis comerciais líquidos dificultam a fabricação de refis com concentrações altas de óleo, que são preferidas por esses usuários. Eles ressaltam que, como apenas um tipo de e-cigarette foi analisado no estudo, outros dispositivos de outras marcas e de extratos podem produzir canabidinoides diferentes e outros níveis de compostos voláteis. Uma limitação do estudo é que não se comparou o vapor de óleo de haxixe versus a planta in natura também vaporizada, apenas queimada." Renato Filev, da Unifesp Brasil proíbe venda de cigarros eletrônicos No Brasil, há apenas vaporizadores importados e geralmente são mais usados para uso recreativo do que medicinal. Esses dispositivos não geram fumaça nem cheiro forte. "Pessoas usam em locais públicos e passam despercebidos", diz Filev. Os cigarros eletrônicos são proibidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Segundo a agência reguladora, "a medida levou em consideração a falta de comprovação científica sobre a eficácia e a segurança do produto". A assessoria de imprensa da Anvisa disse que a proibição foi decidida após consulta pública com a participação de órgãos de defesa do consumidor e que os produtos foram desaconselhados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) no final de 2008.
  3. NEM PRECISA FUMAR MACONHA, O THC PODE ESTAR NO AR QUE VOCÊ RESPIRA É o que diz um estudo feito na Itália, que mensura a quantidade de substâncias na atmosfera http://elastica.abril.com.br/maconha-thc-no-ar-que-voce-respira 9 de outubro de 2015, 01:20 por Felipe Cotrim Você é do tipo de pessoa que arruma treta quando um amigo fuma perto de você por que não quer se tornar um fumante passivo? No caso da maconha, parece que não tem muito como fugir. Mesmo que você não fume beck e nunca tenha fumado na vida, você não está imune aos efeitos da erva. Isso porque substâncias da cannabis e de outras drogas ilícitas pairam inevitavelmente no ar que você respira. Pelo menos é isso que afirmam esses cientistas italianos. Dispostos a aprender mais sobre o consumo da nicotina, maconha, cocaína, metanfetamina, ketamina e heroína, eles mediram a presença de drogas na atmosfera, como relatado pelo High Times. As centrais de monitoramento de qualidade de ar, espalhadas por áreas urbanas, serviram de base para mensurar essa quantidade. Na Europa, a droga ilícita mais comum no ar era o THC, substância presente na maconha, e outros canabinoides. Uma maior quantidade de THC foi encontrada principalmente em lugares fechados – bem como uma forte concentração de nicotina e cafeína. A presença de cocaína veio em segundo lugar na Europa, enquanto na América do Sul ela foi mais encontrada do que o THC. Os cientistas perceberam uma concentração maior das substâncias da erva no inverno (1.3 -21 ng/m3) do que no verão (0.09 -0.25 ng/m3). Notaram também uma relação entre a concentração de THC no ar com a alta umidade, ventos fracos e baixas temperaturas, o que significa que essas questões meteorológicas favorecem a alta concentração do THC. Por isso, não podemos afirmar que no verão as pessoas consumam menos maconha levando em consideração esses valores encontrados. Substâncias com0 a metanfetamina, ketamina e heroína, não são tão comuns no ar, mas foram detectadas uma maior concentração dessas drogas em ambientes próximos às casas noturnas. Nos finais de semana, a quantidade de nanogramas de cocaína e THC encontrados na atmosfera foi maior do que no resto da semana, já para a metanfetamina, ketamina e heroína esta quantidade encontrada permaneceu na média durante toda semana. Portanto, não adianta correr, você não tem para onde fugir. Talvez o único método de fugir seja empregar a cultura japonesa de usar máscaras cirúrgicas no dia-a-dia. Mas se você não é tão neurótico com isso, nem se preocupe, a quantidade é muito pequena para te dar alguma brisa de verdade.
  4. Nicotina muda o efeito da maconha no cérebro, diz estudo http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/nicotina-muda-o-efeito-da-maconha-no-cerebro-diz-estudo 19/08/2015 Maconha: indicavam que usuários da droga têm um hipocampo menor Marina Demartini Marina Demartini, de EXAME.com São Paulo – Um estudo norte-americano pode revolucionar tudo que se sabe sobre o efeito da maconha e da nicotina no cérebro. Cientistas da Universidade do Texas, na cidade de Dallas, descobriram que há uma relação bizarra entre a memória e o uso destas substâncias. A memória e o aprendizado são regulados por uma região do cérebro chamada hipocampo. Geralmente, pessoas que têm essa área cerebral menor, também apresentam um mau funcionamento da memória. Estudos anteriores indicavam que pessoas que usam maconha têm hipocampo menor e, consequentemente, uma memória pior. No entanto, segundo a pesquisa norte-americana, quando os usuários combinam a nicotina com a cannabis, esta relação é diferente. Mesmo com a diminuição do hipocampo, a memória de quem usa as duas drogas não sofre piora. Além disso, os pesquisadores também descobriram que quanto maior for o número de cigarros de maconha e nicotina fumados por dia, menor o volume do hipocampo e melhor o desempenho da memória. De acordo com a pesquisa, não houve associação significativa entre o tamanho do hipocampo e a melhora da memória em pessoas que só usam nicotina ou fumam apenas a cannabis. Os participantes foram divididos em quatro grupos: pessoas que não usaram maconha ou nicotina nos últimos três meses; usuários que fumam maconha pelo menos quatro vezes por semana; indivíduos que usam nicotina dez ou mais vezes por dia; e usuários que fumam cannabis quatro vezes por semana e também nicotina dez vezes por dia. Para realizar a pesquisa, os cientistas fizeram ressonâncias magnéticas nos cérebros dos participantes. Eles completaram uma avaliação sobre histórico de uso de drogas e testes neuropsicológicos três dias antes do exame. De acordo com Francesca Filbey, líder do estudo, ela decidiu fazer esta pesquisa pois 70% das pessoas que usam maconha também são usuários de nicotina. “A maioria dos estudos sobre a cannabis não analisam o uso da nicotina”, disse a pesquisadora ao site da universidade. “Nós precisamos compreender como o uso combinado destas substâncias altera o funcionamento do cérebro para realmente entender seus efeitos na memória e no comportamento”, finalizou Filbey. O estudo foi publicado no jornal "Behavioural Brain Research".
  5. EUA quebram estigma e admitem benefícios da canábis para a saúde O governo americano adicionou uma secção na sua página oficial sobre os benefícios da canábis e dos seus componentes na luta contra células cancerígenas. http://www.noticiasaominuto.com/mundo/438507/eua-quebram-estigma-e-admitem-beneficios-da-canabis-para-a-saudehttp://www.noticiasaominuto.com/mundo/438507/eua-quebram-estigma-e-admitem-beneficios-da-canabis-para-a-saude 20/08/2015 POR NOTÍCIAS AO MINUTO Depois de vários estudos que o provavam e da legalização em alguns estados, os Estados Unidos acabam de dar um passo em frente na luta contra o estigma da canábis. E a prova é a mais recente alteração no site oficial do governo americano, onde foi introduzida uma secção dedicada especificamente ao estupefaciente e os benefícios que os seus componentes trazem à saúde. A extensão foi acrescentada na seção de avisos e opções na luta contra o cancro. As páginas foram escritas pelo Instituto Nacional do Cancro (nos EUA), parte do departamento de saúde do governo, que deixou claro que os canabinóides, componente da cannabis, são realmente eficientes no combate a células cancerígenas. A mesma fonte, de acordo com o jornal Metro, adianta que, utilizando os componentes através do fumo, chás, ou mesmo alimentos, os canabinóides revelam eficácia na luta contra os efeitos secundários do cancro e da forma como as células malignas morrem quando expostas aos efeitos da canábis no organismo.
  6. O improvável uso da maconha Moléculas semelhantes às encontradas na planta são eficazes na proteção e regeneração de células do tecido dos rins e podem ter utilidade no tratamento de insuficiência renal, diz estudo brasileiro. Por: Everton Lopes Publicado em 10/08/2015 | http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2015/08/o-improvavel-uso-da-maconha Cientistas brasileiros apontam novas possibilidades para o uso dos endocanabinoides, substâncias fabricadas pelo nosso corpo com características semelhantes a compostos da Cannabis sativa. (foto: M. Martin Vicente / Flickr / CC BY 2.0) Motivo de controvérsias pelo mundo, o uso medicinal de compostos da planta Cannabis sativa ou, simplesmente, maconha já foi discutido para uma variedade de condições neurológicas e mentais, incluindo transtornos de humor, memória e apetite, além do alívio das dores. Uma pesquisa recente realizada no Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IBCCF/UFRJ), no entanto, abre portas para estudar sua aplicação em outra área do corpo humano: o sistema renal. Resultados preliminares in vitro demonstraram que substâncias próximas às da planta são capazes de proteger o tecido dos rins e controla o transporte de sódio em suas células, o que poderia ser um caminho para tratar problemas como as insuficiências renais e a hipertensão. O uso de substâncias presentes na maconha para o desenvolvimento de tratamentos médicos ganhou respaldo na comunidade científica após a descoberta do sistema endocanabinoide, um mecanismo presente nos mamíferos, incluindo os humanos, que interage com substâncias presentes na planta, os canabinoides. Com o avanço das pesquisas na área, descobriu-se que não só nosso corpo interage com os compostos daCannabis, como produz também substâncias semelhantes, que foram chamadas endocanabinoides. O uso de substâncias presentes na maconha para o desenvolvimento de tratamentos médicos ganhou respaldo na comunidade científica após a descoberta do sistema endocanabinoide A descoberta dos canabinoides endógenos mudou a forma convencional de se entender os transmissores químicos, conta Ricardo Augusto de Melo Reis, biólogo do IBCCF/UFRJ e um dos autores do estudo que relaciona essas substâncias ao transporte de sódio em células renais. Os endocanabinoides não são armazenados em vesículas químicas, como os neurotransmissores convencionais, mas sintetizados sob demanda, ou seja, quando necessários. Tanto os canabinoides quanto os endocanabinoides atuam na comunicação celular, ativando receptores químicos que desencadeiam determinados processos nas células. Um desses processos, descobriu-se, está associado à absorção de sódio, desencadeada pela interação entre endocanabinoides e o receptor CB1, que faz parte do sistema endocanabinoide. O trabalho foi aceito para publicação no British Journal of Pharmacology e já está disponível para consultas. Resultados inesperados Originalmente, a pesquisa do IBCCF/UFRJ investigava como algumas moléculas de gordura poderiam ajudar a proteger e regenerar o tecido renal. O grupo específico de moléculas estudadas era o dos lipídios bioativos isto é, lipídios que, além de desempenharem as funções já conhecidas de proteção da célula e armazenamento de energia, são capazes de se comunicar com outras substâncias e responder a sinais , no qual estão inseridos os endocanabinoides Anandamida e 2-Aracdonoil Glicerol. Os dois já haviam demonstrado, em estudos com animais, a capacidade de ajudar na regeneração do tecido renal. O estudo foi realizado em culturas de células com endocanabinoides sintéticos. (foto: Luciana Veneziani / IBCCF) A novidade trazida pela pesquisa recém-divulgada foi uma análise aprofundada da ação dos dois endocanabinoides em nível celular, realizada a partir de culturas de células dotúbulo proximal renal, o maior absorvedor de sódio em nosso corpo. Neste trabalho, mostramos pela primeira vez a modulação por endocanabinoides de uma proteína transportadora importantíssima para a fisiologia renal, que é a bomba de sódio e potássio, ressalta Marcelo Einicker Lamas, também biólogo do IBCCF/UFRJ. Essa bomba é a principal responsável pela reabsorção de sódio filtrado pelos rins e, por isso, tem uma função muito importante em eventos fisiológicos que atuam no controle da pressão arterial, por exemplo. A bomba de sódio e potássio é um mecanismo celular que permite o transporte ativo dessas substâncias para dentro (no caso do potássio) e para fora (no caso do sódio) da célula. Os endocanabinoides estudados são capazes de influenciar o funcionamento da bomba, aumentando a absorção de sódio. (imagem: Wikimedia Commons) Resumindo, o que a Anandamida e 2-AracdonoilGlicerol podem fazer é abrir ou fechar a célula à entrada e saída de sódio um mecanismo importante, pois do excesso de sódio no organismo decorrem vários problemas de saúde. Na prática, os dois endocanabinoides poderiam ser utilizados no desenvolvimento de novos tratamentos para a insuficiência renal ou perda de funções dos rins, causada por diabetes e hipertensão, entre outras condições clínicas. Vale ressaltar que o número de novos casos de insuficiência renal aumenta a cada ano e, com ele, os gastos do governo com hemodiálises, pontua Lamas. A insuficiência renal grave não tem cura e, para os pacientes graves, a única alternativa é o transplante. Uma hipótese que ainda precisa ser investigada é que o uso de canabinoides compostos presentes, estes sim, na maconha possa ter o mesmo efeito sobre o tecido renal. Lamas não descarta a possibilidade. Está demonstrado que o rim possui a maquinaria de síntese e degradação dos endocanabinoides. Sabemos, também, que a presença ou não dos endocanabinoides modula eventos celulares e fisiológicos que repercutem para todo organismo, então, quem sabe?, especula. Everton Lopes Instituto Ciência Hoje/ RJ
  7. esquisadores encontram indícios de que Shakespeare fumava maconha 10/08/2015 http://www.dm.com.br/revista/2015/08/pesquisadores-encontram-indicios-de-que-shakespeare-fumava-maconha.html Cachimbos seculares encontrados no jardim da casa onde viveu William Shakespeare (1564-1616) apresentam vestígios de maconha, segundo um estudo da Universidade de Witwatersrand, de Johannesburgo. O estudo, publicado no South African Journal of Science, analisou 24 fragmentos de cachimbos achados em escavações na cidade do escritor, Stratford-Upon-Avon, na Inglaterra, alguns deles em sua antiga residência. Foram encontradas substâncias ligadas à maconha em oito deles, sendo quatro provenientes do jardim da casa de Shakespeare. Foi usada uma técnica sofisticada chamada espectrometria de massa de cromatografia em fase gasosa, segundo o jornal britânico The Telegraph. Evidências de cocaína peruana também constavam em outros dois fragmentos, mas estes não foram achados na mesma propriedade. Os pesquisadores ressaltam que, na época em que viveu o escritor, as folhas de maconha muitas vezes eram consumidas como se fossem tabaco, por engano. Por isso, o estudo sugere que Shakespeare pode ter escrito algumas de suas obras sob o efeito da erva.
  8. Maconha na adolescência não provoca problemas de saúde, diz estudo http://climatologiageografica.com/maconha-na-adolescencia-nao-provoca-problemas-de-saude-diz-estudo/ 5 de agosto de 2015 Leonardo Ambrosio De acordo com um estudo publicado pela Associação Americana de Psicologia, uso crônico da maconha por garotos adolescentes não parece estar ligado com nenhum problema físico ou mental como depressão, sintomas psicóticos e asma. Pesquisadores do Centro Médico da Universidade de Pittsburgh e da Universidade de Rutgers acompanharam 408 garotos da adolescência até os 30 anos em um estudo que foi publicado no jornal ‘Psychology of Addictive Behaviors’. De acordo com o líder da pesquisa, Jordan Bechtold, os resultados foram surpreendentes. “Não existe nenhuma diferença na saúde mental ou física por conta da frequência do uso de maconha na adolescência”, disse. Créditos: Creative Commons A pesquisa foi motivada pela popularização da droga nos Estados Unidos, que pouco a pouco vai liberando a utilização da cannabis em seus estados. E por conta de estudos anteriores, os pesquisadores estavam esperando encontrar resultados muito mais negativos. Os pesquisadores também não encontraram nenhuma ligação entre a utilização da maconha e depressão, ansiedade, alergias, dores de cabeça ou aumento na pressão sanguínea. O estudo começou a analisar os garotos no final dos anos 1980. Por 12 anos, os participantes foram entrevistados anualmente ou semianualmente, e uma nova entrevista foi feita em 2009/10, quando os participantes tinham 36 anos de idade. Não houve diferenças nos resultados com base na etnia dos participantes: 54% eram negros e 42% brancos. O restante pertencia a outras etnias. Os colaboradores da pesquisa foram divididos em quatro grupos: que não usavam ou usavam muito pouca maconha (46%); usuários crônicos desde cedo (22%); os que utilizaram a droga apenas na adolescência (11%) e os que começaram na adolescência e continuaram utilizando (21%). De acordo com os pesquisadores, fatores externos foram controlados, como a utilização de tabaco ou outras drogas ilícitas, além do acesso dos participantes a unidades de saúde. Já que o estudo abordou apenas homens, não existem resultados aplicáveis a mulheres. Um número muito pequeno de participantes desenvolveu sintomas psicóticos, diz o estudo. “Nós quereremos ajudar a informar o debate sobre a legalização da maconha, mas esse é um assunto muito complicado e um estudo não deve ser tomado de forma isolada”, disse Bechtold. A pesquisa está disponível neste link. Veja mais aqui http://climatologiageografica.com/maconha-na-adolescencia-nao-provoca-problemas-de-saude-diz-estudo/#ixzz3i7sWaF2f
  9. 20-07-2015 às 14:39 http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=782693 Planta da cannabis pode ajudar a tratar fracturas, diz estudo A cannabis sativa foi utilizada para fins medicinais por pessoas de todo o mundo durante séculos. Mas o uso terapêutico da planta foi proibido na maioria dos países nas décadas de 1930 e 1940, devido a uma crescente consciencialização dos perigos do vício. Os benefícios médicos significativos para aliviar os sintomas de doenças como parkinson, cancro e esclerose múltipla, só recentemente voltaram a serem alvos de pesquisa. Um novo estudo publicado pelo Journal of Bone and Mineral Research, da Universidade de Telavive e de pesquisadores da Universidade Hebraica, explora outra nova aplicação médica promissora para a planta. De acordo com a pesquisa, a administração do componente não-psicotrópico, que não actua no cérebro, canabidiol (CBD) ajuda significativamente a curar fracturas ósseas. O estudo, realizado em ratos com fracturas no fémur, descobriu que o CBD melhorou significativamente o processo de cura do osso em apenas oito semanas. A mesma equipa, num trabalho anterior, descobriu que os receptores de canabinóides dentro dos nossos corpos estimularam a formação e inibiram a perda óssea. Isso abre o caminho para o futuro uso de drogas feitas com cannabis para combater a osteoporose e outras doenças relacionadas com os ossos. De acordo com Gabet, «só respondemos à cannabis porque possuímos compostos e receptores que podem ser activados por substâncias da planta». Os pesquisadores descobriram que o próprio esqueleto é regulado por canabinóides. Mesmo a adição de um composto não-psicogénico fora do cérebro pode afectar o esqueleto.
  10. Estudo diz que 65,2% dos latino-americanos aprovam uso terapêutico de maconha 23 JUN2015 http://saude.terra.com.br/estudo-diz-que-652-dos-latino-americanos-aprovam-uso-terapeutico-de-maconha,f6a916c02108291d19fbfd1c0b0db1b33vimRCRD.html O uso terapêutico da maconha é aprovado por 65,2% dos latino-americanos, indicou um estudo divulgado nesta terça-feira, em Santiago, pelo Observatório Latino-Americano de Políticas sobre Drogas e Opinião (OPDOP). O número representa um avanço de 7,8 pontos percentuais em relação aos 57,4% que apoiavam esse tipo de uso no ano passado, afirma o estudo, que explica que o aumento da aprovação foi observado especialmente na Colômbia, Chile e Uruguai. A maior parte dos entrevistados considera o álcool e o tabaco mais perigosos do que a maconha. Eles também exigem vias alternativas para regularizar o uso da substância perante as atuais políticas de combate às drogas. Segundo o relatório, 72% dos jovens mexicanos respaldam a regularização do consumo da maconha. Na Colômbia, 43% da população indica que a produção de drogas deveria ser legalizada. Após esses resultados, os analistas do OPDOP perceberam críticas da população às políticas de proibição em alguns países e afirmam que elas aumentaram a violência na região. Além disso, foram incapazes de diminuir o consumo e impactaram negativamente e de forma desproporcional sobre os jovens. "O crescente apoio a uma reforma das políticas de drogas mostra uma maior exigência rumo às alternativas de descriminalização e mercados regulados, que terão de incorporar linhas de trabalho equilibradas que escutem e atendam as reivindicações de uma população cada vez mais crítica e informada". O OPDOP também destaca que 83% dos chilenos afirmam que a disponibilidade de maconha aumentou em relação ao ano anterior. Na Argentina, 87% da população disse que percebeu mais cocaína nas ruas do que em 2014. Na própria Argentina, na Costa Rica e em El Salvador a população considera que a intervenção policial ou militar, e a perseguição contra os consumidores para reduzir o consumo de drogas é totalmente ineficaz. Os números, além disso, indicam que 97% dos bolivianos consideram que o consumo de entorpecentes constitui um problema social. No Uruguai, 68% acham que o uso de drogas deveria ser considerado um direito individual. Para os analistas do OPDOP, existe uma mudança de paradigma entre latino-americanos sobre o assunto, em um momento que a Assembleia Geral da ONU discutirá, em abril de 2016, um novo enfoque de políticas de drogas em nível internacional. O estudo se baseia em uma pesquisa realizada em um total de nove países da região, com entrevistas a 8.952 pessoas, das quais 3.872 têm entre 18 e 35 anos.
  11. ALERTA Estudo mostra o uso da maconha sintética no Brasil Pesquisadores dizem que efeitos são semelhantes aos da maconha convencional, porém, pode causar convulsões e danos irreparáveis ao cérebro http://www.otempo.com.br/interessa/sa%C3%BAde-e-ci%C3%AAncia/estudo-mostra-o-uso-da-maconha-sint%C3%A9tica-no-brasil-1.1056627 Maconha sintética é composta por vários componentes PUBLICADO EM 18/06/15 - 13h11 DA REDAÇÃO O uso da maconha sintética no Brasil foi confirmado, pela primeira vez, através do estudo Global Drug Survey 2015, coordenado pela Unifest. A droga é composta por uma planta qualquer borrifada com versões sintéticas da molécula THC, princípio ativo da maconha. Segundo o estudo, os efeitos são semelhantes ao da maconha convencional, porém, com alteração de percepção mais intensos. Os estudiosos alertam que a forma sintética pode causar reações como convulsões e internações. Outro fator apontado no estudo é que como há muitos fornecedores da droga no mercado, não é possível falar com precisão de sua composição. Por isso, a maconha sintética pode ainda ter concentrações muito maiores de canabinol, a principal substância ativa e causadora de dependência da maconha, além de outras drogas. A pesquisa foi aplicada em 102 mil pessoas em todo o mundo, sendo mais de 5,5 mil brasileiros. Os participantes responderam um questionário com perguntas relacionadas a hábitos de vida, incluindo o uso de drogas, sejam legais ou ilegais. O resultado apontou que, no caso da maconha sintética, 1,8% dos brasileiros que responderam à pesquisa afirmaram ter usado a droga no último ano. Já 3,3% afirmaram ter usado a droga ao menos uma vez na vida. Segundo a "Folha de S. Paulo", os estudiosos explicaram que a pesquisa não pode ser encarada como um retrato da população do Brasil ou do mundo, visto que os participantes da pesquisa são em média mais jovens e escolarizados e têm acesso à internet. Por outro lado, ela é capaz de revelar tendências no uso de drogas. Os pesquisadores reforçam que a erva têm efeitos graves por influenciar a formação do cérebro e que para os jovens, o uso acarreta perda de memória e uma baixa cognitiva permanente.
  12. Maconha é 114 vezes menos fatal que cigarro, diz estudo Além disso, a erva parece ser a menos perigosa entre drogas usadas comumente http://noticias.terra.com.br/ciencia/pesquisa/maconha-e-114-vezes-menos-fatal-que-cigarro-diz-estudo,19c151f5f7cbb410VgnVCM3000009af154d0RCRD.html 24 FEV 2015 Um estudo publicado na revista Scientific Reports nesta terça-feira traz números reveladores sobre o uso da maconha: segundo o estudo realizado no Reino Unido, o risco de morte associado ao uso de maconha é de longe o menos fatal comparado a outras drogas como cigarro e álcool. As informações são do The Independent. A erva é a menos perigosa da lista estudada que inclui tabém: álcool, heroína, cocaína, cigarro, ecstasy e metanfetamina. Mulher rega plantas que são cultivadas por motivos medicinais no Chile Foto: Luis Hidalgo / AP Além disso, a maconha é a única droga que possui baixa taxa de risco de morte entre os usuários, sendo 114 vezes menor que o cigarro, por exemplo, que é uma droga lícita em grande parte dos países onde a erva é proibida. Para chegar aos números obtidos, os autores do estudo compararam doses letais de cada substância em comparação com o que uma pessoa comum usa. Apesar disso, o estudo reafirma que fumar maconha não é “seguro”, mas encontraram que é, sim, mais do que outras comuns.
  13. http://www.meionorte.com/entretenimento/curiosidade/oleo-de-maconha-cura-cancer-de-intestino-de-homem-com-expectativa-de-vida-de-apenas-18-meses-270251 04 de Maio de 2015 às 11:40 ••• atualizado em 04 de Maio de 2015 às 11:39 Óleo de maconha cura câncer de intestino de homem com expectativa de vida de apenas 18 meses PUBLICADO POR Waldelúcio Barbosa Repórter Um paciente com câncer de intestino, dado pelos médicos com apenas 18 meses de vida restantes, afirma ter sido curado por óleo de Cannabis sativa – vulgarmente chamada de maconha. David Hibbitt, de 33 anos David Hibbitt, de 33 anos, foi diagnosticado com a doença em julho de 2012 e submetido a quimioterapia, radioterapia e cirurgia para remover seu intestino grosso. Os médicos disseram que o câncer era terminal, então ele decidiu testar o óleo de maconha como um último recurso. Agora, após exames realizados em janeiro, ele diz ter sido milagrosamente curado, creditando o feito à droga. “Amigos haviam me falado sobre óleo de maconha e eu refutei a hipótese. Eu nunca fui favorável às drogas. Mas, em fevereiro do ano passado foi-me dito que eu tinha apenas de 18 meses a cinco anos de vida e eu senti que eu tinha que tentar de tudo. Eu senti que a quimioterapia estava me matando e eu não tinha nada a perder”, disse Hibbitt, de Staffordshire, Inglaterra. Depois de pesquisar suas opções na internet, ele descobriu muitas informações sobre o óleo da droga e decidiu tentar. "Eu pago cerca de 240 reais em uma grama de um cara que eu conheci. Isso me dura cerca de um mês, normalmente. A droga entorpece um pouco e às vezes bate bem forte, mas bem longe de ser tão ruim como a quimioterapia. Eu só quero fazer outras pessoas conscientes de que existem outras opções”, relatou. Hibbitt foi diagnosticado com câncer de intestino depois de, inicialmente, descobrir que ele estava sofrendo de hemorroidas. Depois de passar por tratamento no Hospital Christie, em Manchester, o câncer voltou e ele tinha uma outra operação em julho de 2013, seguida por mais quimioterapia. Um mês depois, ele encontrou um caroço, e foi dito que o câncer estava nos gânglios linfáticos em sua virilha. Após chegar a esse extremo e sua doença ser dada como incurável, ele resolveu utilizar o óleo. Em outubro, ele teve uma operação para remover os linfonodos afetados no Hospital Universitário Real Stoke. Mas ele escolheu continuar tomando o óleo de Cannabis sativa, em vez de ter mais tratamento, indo contra as novas sessões de quimioterapia. Após uma varredura em janeiro, seu câncer havia sido totalmente curado. "Eu me sinto muito bem e espero que minha história ajude outras pessoas”, finalizou Hibbitt. O Cancer Research UK diz que está ciente de pacientes que realizam o uso de extratos de maconha para tratar a si mesmos, mas salientou "não há boa evidência" para provar que seja seguro e eficaz. O centro de pesquisa apoia ensaios clínicos sobre a utilização do fármaco e um canabinoide sintético para tratar a doença. Kat Arney, do Cancer Research UK, disse, em um comunicado: "Nós sabemos que os canabinoides - as substâncias químicas ativas encontrados na maconha - podem ter uma série de efeitos diferentes sobre as células cancerígenas cultivadas em laboratório e os tumores de origem animal. Mas, no momento, não há boas evidências de ensaios clínicos para provar que eles podem, com segurança e eficácia, assegurar o tratamento do câncer em pacientes. Apesar disso, alguns pacientes com câncer optam por se tratar com extratos de maconha. Os pesquisadores estão coletando experiências de pacientes para saber se esses tratamentos estão ajudando ou não, ainda que esta seja uma prova de fraqueza em relação aos ensaios clínicos adequadamente geridos. A Cancer Research UK apoia os ensaios clínicos para o tratamento de câncer com drogas à base de canabinoides, a fim de coletar dados sólidos sobre os benefício às pessoas com câncer.” FONTE:DailyMail
  14. 'Fumar maconha está virando um hábito privado como tomar whisky no final da noite' http://revistagalileu.globo.com/Sociedade/Comportamento/noticia/2015/05/fumar-maconha-esta-virando-um-habito-privado-como-tomar-whisky-no-final-da-noite.html Novo livro do historiador Jean Marcel Carvalho França apresenta a trajetória da Cannabis no país: conversamos com o pesquisador sobre as tendências da maconha no Brasil e no mundo 04/05/2015 - 09H05/ ATUALIZADO 09H0505 / POR ANDRÉ JORGE DE OLIVEIRA JEAN MARCEL CARVALHO FRANÇA É PROFESSOR LIVRE-DOCENTE DE HISTÓRIA DO BRASIL NA UNESP (FOTO: EDSON SILVA/FOLHAPESS/DIVULGAÇÃO) Muitos foram os adjetivos pejorativos associados à maconha ao longo da história brasileira – “erva maldita”, “veneno verde”, “ópio do pobre” e “cocaína do caboclo” são só alguns exemplos. Vários deles são reflexo direto de um processo iniciado nas primeiras décadas do século XX que conseguiu, em pouco tempo, marginalizar completamente a erva e denegrir a imagem de seus usuários. De um produto corriqueiro, encontrado em farmácias e feiras, a Cannabis passou a ser proibida por lei, e seu uso virou crime. Criou-se toda uma mitologia negativa em torno da droga, construída principalmente a partir da ideia de que seu consumo, altamente degradante, era “coisa de pobre”, e que sua cultura havia sido trazida da África pelos escravos. Foi só a partir dos anos 60, com a contracultura, que o estigma começou a se desmanchar, e hoje o mundo caminha a passos largos para uma regulamentação mais flexível da maconha, principalmente para o uso medicinal, mas também para o recreativo. (FOTO: DIVULGAÇÃO) É uma tendência irreversível, segundo o historiador Jean Marcel Carvalho França, professor livre-docente de história do Brasil na Unesp. A editora Três Estrelas publicou recentemente seu livro História da Maconha no Brasil, já à venda nas livrarias. O pesquisador afirma que seu trabalho não toma partido: “é um livro sobre a história de um hábito cotidiano, só isso”, diz. Com uma minuciosa pesquisa histórica, a obra explica como o consumo da erva se popularizou no Brasil por meio dos marinheiros portugueses, apreciadores do bangue da Índia, e dos escravos africanos, que foram introduzidos ao haxixe pelos árabes. Entre outras informações curiosas, o autor conta a história de uma plantação de maconha oficial da Coroa portuguesa no sul do Brasil – por volta de 1770, o vice-rei tentou implantar um cultivo de cânhamo para a produção de cordas e velas de navios. Apesar dos esforços, a tentativa nunca embalou. Conversamos com o historiador sobre a obra e outros assuntos relevantes para compreender a questão da maconha no Brasil e no mundo. Confira a íntegra: O que te motivou a fazer uma pesquisa tão detalhada sobre a história do cânhamo e da maconha no Brasil? Eu trabalho formas de construção do Brasil, me interessam os modos de constituição dos indivíduos. Fui descobrindo ao longo do tempo, mexendo com documentações variadas, que o cânhamo tinha um papel importante dentro da constituição da sociedade brasileira, e daí me veio o interesse de fazer um livro sobre isso, sobretudo que deslocasse um pouco a discussão. Não é sobre a legalização, nem trata de ser contra ou a favor, serve simplesmente para conhecer o papel que a planta teve na sociedade brasileira. Diria que o discurso ferrenho dos anticanabistas, que acabou consolidando o que você chama de “mitologia negativa” em torno da Cannabis, demonstrava mais preconceito social do que evidências científicas? A verdade científica sobre a maconha decorre muito de como se lida com ela socialmente. É possível exaltar suas virtudes, como se está fazendo – crianças que se recuperam de crises de epilepsia, melhora na alimentação para quem faz quimioterapia ou tratamento contra o HIV. No início do século XX, não acho que dê para falar em preconceito, a sociedade é o que ela é, e historiador não é juiz. Não fazemos julgamento moral do passado. Como diz Sérgio Buarque de Holanda, o Brasil sempre conciliou escala cromática e escala social: quanto mais escuro na escala cromática, mais pobre na escala social. No início do século, a maioria dos negros vivia na pobreza, e existia todo um interesse em controlar o canabismo. Isso levou, de certa forma, à associação. À luz do que vemos hoje, é preconceito sem dúvida nenhuma. Mas é preciso entender as teorias raciais da época, as teorias da degeneração. Aqueles homens foram o que o tempo deles permitiu que eles fossem. CULTIVO E CONSUMO DE CANNABIS FORAM COMPLETAMENTE ESTIGMATIZADOS (FOTO: WIKIMEDIA COMMONS) É curioso que, nos anos 60, os jovens brasileiros de classe média simpatizantes do movimento hippie tenham “importado” o uso da maconha, sendo que ele já era bem comum no Brasil. Na sua opinião, isso diz algo sobre a nossa juventude ou classe média? Esse foi um fenômeno que ocorreu um pouco por toda parte. Entre o final dos anos 50, quando a grande campanha contra o canabismo se consolida pelo mundo, você tem 10 anos em que a maconha de fato desaparece do cotidiano e da cultura do brasileiro. Os jovens não fumavam mais nas esquinas. A luta anti-canabista foi vitoriosa. Além de proibir, ela cria um estereótipo para a maconha e para o maconheiro, associando-os à marginalidade. A maconha volta com um outro polo de divulgação: os cantores de rock e artistas de cinema, que quebram essa associação. Ela só vai ser recuperada nos anos 80, que resgatam o vínculo com a tradição negra e com as classes pobres. O novo retorno diz que a maconha foi proibida e marginalizada por causa dessa associação, e que é preciso resgatar tanto a identidade desses povos quanto a maconha. Mas ela já estava consolidada pelos hippies. A apropriação da maconha pelos hippies e artistas teve um cunho mais social ou foi plenamente um discurso libertário de “abrir a percepção”? Os ativistas hippies de São Francisco das décadas de 60 e 70 diziam: “basta fumar um baseado e você já está contra o sistema”. Eles associaram essa contestação ao gosto pelo orientalismo, que abria novas formas de percepção contrárias às formas de percepção burguesa, e associaram tudo isso à maconha. É curioso que você tem dois lados da moeda: o mesmo argumento que serve aos hippies para exaltar a maconha serve aos que são contra a maconha para proibi-la. Ambos partem do princípio de que ela tem poderes inomináveis, incríveis. Uns acham que esses poderes são ruins para a sociedade, então a droga deve ser combatida com vigor; outros acham que esses poderes enormes são libertários, vão criar uma sociedade nova, e que por isso é preciso incentivar a maconha. Mas ambos partem do mesmo equívoco – é uma visão glamourosa e excessiva da droga. O discurso com relação à maconha no Brasil já mudou diversas vezes. Você diz que hoje ele tem um tom mais pragmático e até mais cientificista. Estamos no caminho de uma legislação mais tolerante com relação à maconha? Acho que o mundo está, e o Brasil a reboque. A tendência mundial não é à legalização, mas a criar formas de regulação que transformem a maconha em um hábito pessoal e privado, como tomar whisky no final da noite. A sociedade brasileira é um pouco refratária à mudança e não somos muito bons em fazer discussões calorosas – somos extremados e pouco racionais. Mas já vemos posições claras: Dráuzio Varela defende flexibilizar a legislação para o uso medicinal; Fernando Henrique não fala em legalização, mas em criar mecanismos que regularizem o uso privado em pequena quantidade. Acredito que essa tendência tenha a ver com os custos, fica muito caro combater todas as drogas ao mesmo tempo. É mais barato regular do que proibir. E também com o impacto da maconha na saúde pública, muito menor que o do álcool e do tabaco. Avanços científicos são possíveis com a droga descriminalizada e com pelo menos os usos farmacêuticos e científicos regulados. LEGALIZE JÁ? PESQUISADOR MANIPULA TUBOS COM COMPOSTOS DE MACONHA. NOS EUA, LIBERAÇÃO FEZ CAIR CONSUMO ENTRE JOVENS (FOTO: MAURO FERMARIELLO/SPL/LATINSTOCK) A posição favorável à regulação de figuras como FHC têm um peso enorme na opinião pública, mas advogar posições como essa fora do poder é mais fácil. Como você avalia esse tipo de “militância”? Existe uma coisa que é a posição do sociólogo Fernando Henrique, e outra que era a posição do presidente de uma sociedade que ainda não é muito simpática a isso. Houve um boom pelo mundo afora de estadistas, ex-estadistas e intelectuais que se vincularam a essa campanha. No Uruguai teve um outro mecanismo interessante: pessoas com vida social integrada fizeram campanhas na televisão declarando que eram consumidoras de Cannabis. Isso para que a população uruguaia, que é muito dividida, entendesse que não é necessário associar o uso da droga ao estropiado social. Dá-se uma outra configuração ao usuário, como na sociedade holandesa: a maconha é um produto comum, comprado por arquitetos e intelectuais. Hoje, em uma pesquisa de opinião no Brasil, certamente a proibição iria ganhar. Não há nem de longe maioria para aprovar o uso recreativo da maconha, as discussões ainda são embrionárias. A legalização não é um clamor da sociedade, mas é uma tendência. Se não fizermos essa discussão, o mundo vai fazer, e quando se tem 60 países com a droga legalizada, a possibilidade de um país mantê-la proibida é quase ridícula. No início do ano, a Anvisa retirou o canabidiol da lista de substâncias proibidas. Como você enxerga o futuro da Cannabis medicinal no Brasil? Acho que ela é mais promissora, essa discussão vai avançar com mais velocidade. Na medida em que formos tornando a importação de produtos mais fácil, os resultados vão aparecer. Isso vai criar uma espécie de círculo virtuoso de importação e resultados que vai flexibilizar bastante o uso farmacêutico e medicinal. Já o uso recreativo, não é uma coisa tão simples. Tem partes das forças de segurança que aceitam a legalização, acham que de fato funcionaria melhor, mas outras partes dessas corporações não aceitam, acham que aumentaria a criminalidade. Ainda tem uma discussão longa, o importante é fazer. Mas no Brasil não se faz discussão nenhuma. O Brasil não discute direitos individuais. Eutanásia, aborto, legalização de droga – não discutimos nada dessas coisas. Nós não somos liberais né, temos um pouco de horror ao liberalismo. NA FARMÁCIA: FUNCIONÁRIO REGA PLANTAÇÃO DE MACONHA, QUE SERÁ USADA ATÉ NO COMBATE AO CÂNCER (FOTO: DARRYL DICK/ THE CANADIAN PRESS/ ZUMAPRESS/ GLOW IMAGES)
  15. Novo estudo constata que maconha é mais segura do que álcool ou tabaco Publicado em 9.03.2015 http://hypescience.com/novo-estudo-constata-que-maconha-e-mais-segura-do-que-alcool-ou-tabaco/ Usando um novo método para medir o risco de mortalidade associado ao uso de várias drogas legais e ilegais, cientistas concluíram que o álcool é a mais perigosa de todas, enquanto a maconha é a menos arriscada. Maconha ou álcool: o que é pior para a saúde? A nível individual, bebidas alcoólicas apresentam o maior risco de morte, seguido de nicotina (tabaco), cocaína e heroína. A maconha foi considerada significativamente menos mortal que as demais, e foi consistentemente classificada como a mais segura das drogas recreativas. Gestão e proibição de drogas Há muito tempo, o governo e a população mundial decidiram que “drogas blah!”. Até aí tudo bem. De fato, substâncias ilegais possuem muitos perigos. Mas essa mentalidade, combinada com o fato de que é difícil avaliar e classificar o risco de abuso de drogas cientificamente, significam que existem poucos estudos em que os cientistas compararam os perigos das drogas diferentes – o que poderia levar a melhores políticas. Maconha e sua saúde: o que 20 anos de pesquisa revelam Segundo os pesquisadores do novo estudo, o dinheiro dos países seria melhor gasto na gestão dos riscos do álcool e tabaco, em vez de drogas ilegais. Além disso, no caso de drogas de baixo risco, como a maconha, a regulação, em vez da proibição, poderia ser uma abordagem melhor e mais justificada. A escala de risco Apesar das dificuldades, alguns estudos têm tentado avaliar os riscos de várias drogas, analisando quão viciantes e tóxicas elas são em condições de uso agudo e crônico. No entanto, críticos dizem que esses estudos podem ter sido muito subjetivos. Para corrigir esse problema, os cientistas criaram uma nova técnica de avaliação de risco, chamada de “método da margem de exposição”. Simplificando, ele analisa a relação entre a dose que caracteriza seus efeitos adversos e a dose que as pessoas normalmente usam. As drogas verificadas na pesquisa foram heroína, maconha, nicotina, álcool, metadona, anfetamina e ecstasy. Os cientistas descobriram que, ao nível da utilização individual, quatro substâncias foram classificadas como de alto risco: álcool, nicotina, cocaína e heroína. As outras caíram na categoria chamada apenas de “risco”. No entanto, se olharmos para os riscos populacionais e não individuais, apenas o álcool foi considerado de alto risco. Calma aí! Maconha não é mesma coisa que salada De acordo com os resultados, a maconha é cerca de 114 vezes menos mortal do que o álcool e foi a única droga que representou um baixo risco de morte. Dito isto, os pesquisadores se apressam a apontar que esses resultados não significam que o consumo de uma quantidade moderada de bebida alcoólica é pior do que heroína, por exemplo. Muitos dos danos associados ao uso de drogas não são devido à droga em si, mas sim ao ambiente em que ela é usada, como a partilha de agulhas sujas, o que não foi levado em conta pelo estudo. Por fim, é necessário notar que o estudo tem limitações importantes, apontadas pelos próprios autores. Por exemplo, estudos sobre os efeitos a longo prazo de drogas praticamente não existem, e o único risco que eles puderam avaliar foi o de morte, em vez de incidência de câncer, entre outros efeitos danosos. Além disso, embora a maconha tenha sido considerada a droga menos arriscada, o estudo não diferenciou método de uso. Enquanto os componentes da cannabis podem não representar riscos significativos para a saúde, fumar maconha representa um risco por causa da inalação de substâncias irritantes, por exemplo. [IFLS]
  16. Terpenes: The Flavors of Cannabis Aromatherapy 14-02-2014 http://www.leafly.com/(F(n5Nfui3dbruhe7LQULtE7qXKng2bwuYtesRQaN_lr5pAJYaLtH5Tc0grM4hp7KH5DrrVws6EZP91DT5_ulLHaMi8Vqcpbhz9j_8FqJx1vS9fyTezu_Xv1o6CnPCNiVeiAOGs2M_p9XdQZ_QK0))/knowledge-center/cannabis-101/terpenes-the-flavors-of-cannabis-aromatherapy There’s something about the aroma of cannabis that soothes the mind and body. Whether it’s the sweet fruity taste of Pineapple Trainwreck or that skunky smell that bursts from a cracked bud of Sour Diesel, we know there’s something going on under their complex and flavorful bouquets. Terpenes are what you smell, and knowing what they are will deepen your appreciation of cannabis whether you’re a medical patient or recreational consumer. Secreted in the same glands that produce cannabinoids like THC and CBD, terpenes are the pungent oils that color cannabis varieties with distinctive flavors like citrus, berry, mint, and pine. Medical research on cannabis has so avidly focused on cannabinoids that we don’t know much about these aromatic compounds yet. However, we know just enough to realize that terpenes are the next frontier in medical marijuana. Not unlike other strong-smelling plants and flowers, the development of terpenes in cannabis began for adaptive purposes: to repel predators and lure pollinators. There are many factors that influence a plant’s development of terpenes, including climate, weather, age and maturation, fertilizers, soil type, and even the time of day. Over 100 different terpenes have been identified in the cannabis plant, and every strain tends toward a unique terpene type and composition. In other words, a strain like Cheese and its descendents will likely have a discernable cheese-like smell, and Blueberry offspring often inherit the smell of berries. The diverse palate of cannabis flavors is impressive enough, but arguably the most fascinating characteristic of terpenes is their ability to interact synergistically with other compounds in the plant, like cannabinoids. In the past few decades, most cannabis varieties have been bred to contain high levels of THC, and as a result, other cannabinoids like CBD, CBC, and CBN have fallen to just trace amounts. This has led growers to believe that terpenes help account for the unique effects induced by each cannabis strain. This synergy has a scientific basis in our body’s endocannabinoid system. THC binds to receptors concentrated most heavily in the brain where psychoactive effects take place. Terpenes also bind to these receptor sites and affect their chemical output. They can also modify how much THC passes through the blood-brain barrier. Their hand of influence even reaches to neurotransmitters like dopamine and serotonin by altering their rate of production and destruction, their movement, and availability of receptors. The effects these mechanisms produce vary from terpene to terpene; some are especially successful in relieving stress, while others promote focus and acuity. Myrcene, for example, induces sleep whereas limonene elevates mood. There are also effects that are imperceptible, like the gastroprotective properties of Caryophyllene. Their differences may be subtle, but terpenes can add great depth to the horticultural art and connoisseurship of cannabis. Most importantly, terpenes may offer incredible medical value as they mediate our body’s interaction with therapeutic cannabinoids. Many cannabis analysis labs now test terpene content, so any consumer can have a better idea of what effects their strain might produce. With their unlimited combinations of synergistic effects, terpenes will likely open up new scientific and medical terrains for cannabis research. Most Common Cannabis Terpenes Alpha-Pinene, Beta-Pinene Aroma: Pine Effects: Alertness, memory retention, counteracts some THC effects Medical Value: Asthma, antiseptic Also Found In: Pine needles, rosemary, basil, parsley, dill *High Pinene Strains: Jack Herer, Chemdawg, Bubba Kush, Trainwreck, Super Silver Haze Myrcene Aroma: Musky, cloves, earthy, herbal with notes of citrus and tropical fruit Effects: Sedating “couchlock” effect, relaxing Medical Value: Antioxidant, anti-carcinogenic; good for muscle tension, sleeplessness, pain, inflammation, depression Also Found In: Mango, lemongrass, thyme, hops *High Myrcene Strains: Pure Kush, El Nino, Himalayan Gold, Skunk #1, White Widow Limonene Aroma: Citrus Effects: Elevated mood, stress relief Medical Value: Antifungal, anti-bacterial, anti-carcinogenic, dissolves gallstones, mood-enhancer; may treat gastrointestinal complications, heartburn, depression Also Found In: Fruit rinds, rosemary, juniper, peppermint *High Limonene Strains: OG Kush, Super Lemon Haze, Jack the Ripper, Lemon Skunk Caryophyllene Aroma: Pepper, spicy, woody, cloves Effects: No detectable physical effects Medical Value: Gastroprotective, anti-inflammatory; good for arthritis, ulcers, autoimmune disorders, and other gastrointestinal complications Also Found In: Black pepper, cloves, cotton *High Caryophyllene Strains: Hash Plant Linalool Aroma: Floral, citrus, candy Effects: Anxiety relief and sedation Medical Value: Anti-anxiety, anti-convulsant, anti-depressant, anti-acne Also Found In: Lavender *High Linalool Strains: G-13, Amnesia Haze, Lavender, LA Confidential *Note: Not every batch of any given strain will have high levels of these terpenes as they are subjected to variable growing conditions. The only way to be sure is through a lab’s terpene analysis. photo credits: Stephan Geyer via photopin cc, arbyreed, onkel_wart (thomas lieser) , niznoz, Bob Richmond , wallace39 " mud and glory " via photopin cc Tradução BING Terpenos: Os sabores da Cannabis aromaterapia Parte:  Há algo sobre o aroma de cannabis que acalma a mente e o corpo. Se é o sabor doce e frutado de abacaxi Trainwreck ou aquele cheiro skunky que brota um broto rachado de Sour Diesel, sabemos que há algo acontecendo sob seus ramalhetes complexos e flavorful. Terpenos são o cheiro, e saber o que são aprofundará sua apreciação da cannabis se você é um consumidor médico do paciente ou recreativo. Secretados nas mesmas glândulas que produzem os canabinóides THC e CBD, terpenos são os óleos pungentes que cannabis gostam de variedades com sabores distintos de cores cítricas, baga, hortelã e pinho. Pesquisas médicas sobre a cannabis concentrou-se tão avidamente os canabinóides que ainda não sabemos muito sobre estes compostos aromáticos. No entanto, sabemos o suficiente para perceber que os terpenos são a próxima fronteira em maconha medicinal. Não ao contrário de outras flores e plantas de cheiro forte, o desenvolvimento de terpenos na cannabis começou para fins adaptativos: para repelir predadores e atrair polinizadores. Há muitos fatores que influenciam o desenvolvimento da planta de terpenos, incluindo clima, tempo, idade e maturação, fertilizantes, tipo de solo e até a hora do dia. Mais de 100 diferentes terpenos foram identificados na planta cannabis, e cada estirpe tende para um tipo único de terpenos e composição. Em outras palavras, uma estirpe como queijo e seus descendentes provavelmente terá um odor perceptível queijo e descendentes de mirtilo frequentemente herdar o cheiro de frutas. O paladar diversificado de sabores de cannabis é bastante impressionante, mas sem dúvida a característica mais fascinante de terpenos é sua capacidade de interagir em sinergia com outros compostos na planta, como canabinóides. Nos últimos décadas, a maioria das variedades de cannabis foram criados para conter altos níveis de THC, e como resultado, outros canabinóides como CBC, CBD e CBN tem caído para apenas vestígios. Isso levou os produtores a acreditar que os terpenos ajudam conta para os efeitos únicos induzida por cada variedade de canábis. Esta sinergia tem uma base científica no sistema endocanabinóide do nosso corpo. THC liga aos receptores mais fortemente concentrados no cérebro onde ocorrem efeitos psicoativos. Terpenos também ligam a estes locais do receptor e afetam sua produção química. Eles também podem modificar o quanto THC atravessa a barreira hemato - encefálica. Sua mão de influência atinge até de neurotransmissores como a dopamina e serotonina, alterando a sua taxa de produção e destruição, sua circulação e disponibilidade de receptores. Os efeitos que produzem esses mecanismos variam de terpenos de terpenos; alguns são especialmente bem sucedidos no alívio de estresse, enquanto outros promovem o foco e acuidade. Mirceno, por exemplo, induz o sono enquanto limoneno eleva a disposição. Existem também efeitos que são imperceptíveis, como as gastroprotective Propriedades de cariofileno. Suas diferenças podem ser sutis, mas terpenos podem adicionar grande profundidade à arte de horticultura e identificação de cannabis. Mais importante, terpenos podem oferecer valor médico incrível como eles medeiam a interação do nosso corpo com canabinóides terapêuticos. Muitos laboratórios de análise de cannabis agora testar o conteúdo de terpenos, para que qualquer consumidor possa ter uma melhor idéia de quais os efeitos que pode produzir a sua estirpe. Com suas combinações ilimitadas de efeitos sinérgicos, terpenos provavelmente abrirá novos terrenos científicos e médicos para pesquisa de cannabis. Terpenos de Cannabis mais comuns Alfa-pineno, Beta-pineno Aroma: pinho Efeitos: Neutraliza a vigilância, a retenção da memória, alguns efeitos de THC Valor medicinal: Asma, anti-séptico Também encontrado em: as agulhas do pinho, alecrim, manjericão, salsa, endro * Cepas de pineno alta: Jack Herer, Chemdawg, Bubba Kush, Trainwreck, Super Silver Haze Mirceno Aroma: Almiscarado, cravo, Terroso, ervas com notas de frutas cítricas e tropicais Efeitos: Sedativo "couchlock" efeito, relaxante Valor medicinal: Antioxidante, anti-cancerígena; bom para tensão muscular, insônia, dor, inflamação, depressão Também encontrado em: Manga, erva-cidreira, tomilho, lúpulo * Alta mirceno estirpes: Puro Kush, El Nino, Himalayan Gold, Skunk #1, viúva branca Limoneno Aroma: cítrico Efeitos: Humor elevado, alívio do estresse Valor medicinal: Antifúngico, anti-bacteriano, anti-cancerígeno, dissolve os cálculos biliares, humor-enhancer; pode tratar complicações gastrintestinais, azia, depressão Também encontrado em: As cascas da fruta, alecrim, zimbro, hortelã-pimenta * Alta limoneno estirpes: OG Kush, Super Lemon Haze, Jack, o Estripador, Lemon Skunk Cariofileno Aroma: Pimenta, picante, woody, cravinho Efeitos: Não detectáveis efeitos físicos Valor medicinal: Gastroprotective, anti-inflamatório; bom para artrite, úlceras, doenças auto-imunes e outras complicações gastrointestinais Também encontrado em: pimenta preta, cravo, algodão * Alta Caryophyllene estirpes: Hash Plant Linalol Aroma: Floral, cítrico, doce Efeitos: Alívio de ansiedade e sedação Valor medicinal: Ansiedade, anticonvulsivante, anti-depressivo, anti-acne Também encontrado em: lavanda * Cepas de linalol alta: G-13, Amnesia Haze, lavanda, LA confidencial * Nota: Não cada lote de qualquer estirpe determinado terá altos níveis destes terpenos como são submetidos à variável condições de crescimento. A única maneira de ter certeza é através da análise de um laboratório terpenos. créditos das fotos: Stephan Geyer via cc photopin, arbyreed, onkel_wart (thomas lieser), niznoz, Bob Richmond, wallace39 "lama e glória" via photopin cc
  17. 21/10/2014 15h46 - Atualizado em 21/10/2014 15h46 Pesquisa reforça ideia de maconha ser prejudicial, mas mantém dúvidas 'Uso intenso' da droga está ligado a performance intelectual pior, mas cientistas dizem que outros comportamentos de risco podem ter impacto ainda maior. http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2014/10/pesquisa-reforca-ideia-de-maconha-ser-prejudicial-mas-mantem-duvidas.html Sean CoughlanDa BBC News 'Uso intenso' da droga por adolescentes está ligado a performance intelectual pior (Foto: Thinkstock) Adolescentes que usam maconha regularmente arriscam prejudicar sua performance escolar, segundo um novo estudo feito no Reino Unido. No entanto, a pesquisa ressalta que é difícil distinguir os efeitos negativos desse hábito do impacto de outros comportamentos considerados de risco, como o consumo de álcool. O estudo acompanhou 2 mil adolescentes da região de Bristol, no sudoeste da Inglaterra, desde seu nascimento nos anos 1990. Foram analisados testes de inteligência feitos por eles quando tinham 8 anos de idade e aos 15 anos, além de suas notas em um exame nacional para estudantes conhecido como Certificado Geral de Educação Secundária. Os resultados mostraram que o uso esporádico da maconha não está ligado a um desempenho ruim nos testes. Mas aqueles que tinham usado maconha ao menos 50 vezes até completar 15 anos de idade tiveram notas abaixo da média. O estudo ainda sugere que adolescentes que fumaram maconha uma vez por semana tiveram sua "performance intelectual" prejudicada. Mas como esses adolescentes também costumam beber ou usar outras drogas, os pesquisadores tiveram dificuldades para individualizar o impacto de cada comportamento sobre seu desempenho escolar. Debate "Eles vão mal na escola porque fumam maconha ou eles fumam maconha porque vão mal na escola?", questiona a cientista Claire Mokrysz, da University College London. "O estudo sugere que a causa do problema é mais complexa." Ainda assim, mesmo quando os outros comportamentos de risco foram levados em conta, aqueles estudantes que faziam "uso intenso" de maconha aos 16 anos de idade tiveram resultados um pouco piores. Mokrysz acredita que o estudo deve levar a um debate sobre as campanhas de saúde pública. "A crença de que a maconha é especialmente prejudicial pode tirar a atenção de outros comportamentos potencialmente ruins", ela afirma. Para a pesquisadora, os danos no longo prazo às habilidades intelectuais normalmente associadas à maconha podem ser um resultado de um estilo de vida do qual o uso dessa droga faz parte. Para Guy Goodwin, especialista em neupsicofarmacologia da Universidade de Oxford, o estudo é importante, porque indica que as campanhas de saúde pública com foco na maconha deveria levar em conta também o uso de outras drogas de fácil acesso e outros tipos de comportamento. "Isso pode ser ainda mais importante do que a própria maconha."
  18. FUMAR MACONHA DIMINUI RISCO DE DIABETES Estudo publicado The American Journal of Medicine concluiu que pessoas que fumam maconha regularmente têm menor risco de desenvolver diabetes; os pesquisadores descobriram que pacientes que fumam a erva regularmente têm níveis menores de insulina em jejum em comparação aos que nunca fumaram 28 DE SETEMBRO DE 2014 ÀS 20:32 http://www.brasil247.com/pt/247/saudeebemestar/155063/Fumar-maconha-diminui-risco-de-diabetes.htm 247 - Estudo publicado The American Journal of Medicine concluiu que pessoas que fumam maconha regularmente têm menor risco de desenvolver diabetes. Os pesquisadores descobriram que pacientes que fumam a erva regularmente têm níveis menores de insulina em jejum em comparação aos que nunca fumaram. Eles analisaram dados obtidos noNational Health and Nutrition Surveyentre 2005 e 2010 e estudaram os dados de 4.657 pacientes que completaram um questionário sobre uso de drogas. Destes, 579 eram usuários de maconha, 1.975 já tinham usado a droga no passado, mas não eram usuários e 2.103 nunca tinham usado a droga. Os estudiosos analisaram a quantidade de insulina em jejum de nove horas e a glicose por meio de amostras de sangue. Os usuários de maconha apresentaram níveis 16% menores de insulina em jejum em comparação aos pacientes que nunca tinha usado a droga na vida, conforme matéria do UOL. Um dos pesquisadores do estudo, Murray Mittleman, da Unidade de Pesquisa de Epidemiologia Cardiovascular do Beth Israel Deaconess Medical Center, em Boston, disse que pesquisas anteriores já haviam encontrado taxas de obesidade e diabetes mais baixas em usuários de maconha em comparação com pessoas que nunca usaram maconha. Embora as pessoas que fumem maconha geralmente consumam mais calorias do que os não usuários, dois estudos anteriores também descobriram que eles apresentam menor índice de massa corporal (IMC), outro fator que está associado ao risco de diabetes. Joseph Alpert, professor de Medicina na Universidade do Arizona College of Medicine, afirmou ao jornal Daily Mail que as observações do estudo são notáveis e apoiadas por outros estudos que encontraram resultados semelhantes. "Precisamos desesperadamente de uma grande quantidade de pesquisa clínica a curto e longo prazo dos efeitos da maconha em uma variedade de situações clínicas, tais como câncer, diabetes e fragilidade nos idosos", completa Alpert à publicação
  19. 09/09/2014 22h01 - Atualizado em 10/09/2014 14h52 Consumo diário de maconha coloca em risco saúde e bem-estar Adolescentes que usam maconha diariamente tem mais risco de suicídio. Eles também são 8 vezes mais propensos a usar outras drogas ilícitas. Da Reuters http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2014/09/consumo-diario-de-maconha-coloca-em-risco-saude-e-bem-estar.html Guarda florestal mostra folha de maconha em parque nos EUA: consumo diário na adolescência aumenta risco de suicídio (Foto: REUTERS/David Snyder/ Handout via Reuters) Os adolescentes que usam maconha diariamente correm um risco maior de se tornarem dependentes de drogas, cometer suicídio ou experimentar outras drogas e são menos propensos a ter sucesso em seus estudos do que aqueles que a evitam, anunciaram pesquisadores australianos nesta quarta-feira (10). Em uma análise de estudos sobre a cannabis, os cientistas afirmaram que esses efeitos de longo prazo sobre a saúde e a vida são importantes, uma vez que vários países estão planejando afrouxar a legislação sobre o uso da planta. A cannabis é a droga ilícita mais consumida em todo o mundo, apesar de haver uma tendência para sua descriminalização em alguns países. "Nossas descobertas são particularmente oportunas, dado que vários estados dos EUA e países da América Latina têm feito movimentos para descriminalizar ou legalizar a cannabis, levantando a possibilidade de a droga se tornar mais acessível para os jovens", disse Richard Mattick, professor do Centro Nacional de Pesquisa sobre Drogas e Álcool da Universidade de New South Wales, na Austrália, que co-liderou o estudo. Usando dados de três estudos amplos e de longa duração, os pesquisadores descobriram que as pessoas que começam a fumar maconha diariamente antes dos 17 anos têm uma probabilidade 60% menor de concluir o ensino médio ou obter um diploma universitário. A análise cruzada também indicou que os os que usam diariamente maconha durante a adolescência são 7 vezes mais propensos a tentar o suicídio, tem 18 vezes mais risco de dependência da substância, e são 8 vezes mais propensos a usar outras drogas ilícitas na vida adulta. "Os formuladores de políticas precisam estar cientes de que o uso precoce de cannabis está associado a uma série de resultados negativos para os jovens adultos que afetam sua saúde, bem-estar, e também suas realizações", disse Edmund Silins, também do Centro Nacional de Pesquisa sobre Drogas e Álcool, que apresentou os resultados em uma coletiva de imprensa Ligações Claras e consistentes Dados recentes mostram que os jovens em alguns países estão começando a usar maconha mais cedo do que antes e que mais adolescentes estão fazendo uso pesado de maconha. Nos Estados Unidos, cerca de 7% dos estudantes no último ano do ensino médio usam diariamente ou quase diariamente maconha, enquanto na Inglaterra, 4% dos jovens de 11 a 15 anos informou ter usado maconha no mês passado. Na Austrália, cerca de 1% dos jovens de 14 a 19 anos de idade são usuários diários da droga, enquanto 4% fuma semanalmente. Silins disse que quaisquer mudanças na legislação sobre a cannabis devem ser avaliadas cuidadosamente para garantir que elas vão ajudar a reduzir o consumo de maconha na adolescência e prevenir seus efeitos potencialmente adversos. O estudo, publicado na revista "Lancet Psychiatry", analisou dados de até 3.765 participantes consumidores de maconha com relação a sete efeitos no desenvolvimento até a idade de 30 anos. Esses fatores incluíram a conclusão do ensino médio, a obtenção de um diploma universitário, dependência da cannabis, o uso de outras drogas ilícitas, tentativas de suicídio, depressão e o bem-estar. Constataram-se associações claras e consistentes entre frequência do consumo de cannabis durante a adolescência e os resultados na maioria dos jovens adultos investigados, mesmo após o controle de potenciais fatores de interferência como idade, sexo, etnia, nível socioeconômico, uso de outras drogas e doenças mentais.
  20. 04 de setembro de 2014 • 16h11 • atualizado às 18h08 Maconha ajuda a combater efeitos do estresse pós-traumático A administração de cannabis após um evento traumático pode inibir a síndrome de estresse e lembranças angustiantes http://saude.terra.com.br/doencas-e-tratamentos/maconha-ajuda-a-combater-efeitos-do-estresse-pos-traumatico,abaa75fea0248410VgnCLD200000b1bf46d0RCRD.html Foto: Getty Images A cannabis pode ajudar a combater os efeitos negativos no comportamento e os de caráter psicológico que acarreta a síndrome de estresse pós-traumático, segundo os resultados de uma pesquisa realizada pela Universidade de Haifa. "A administração de maconha sintética (canabinóides) pouco após um evento traumático pode previnir sintomas típicos da síndrome de estresse pós-traumático em ratos, tanto aqueles causados pelo trauma como por lembranças angustiantes recorrentes", diz um comunicado da universidade. Segundo o estudo, cujas conclusões foram reveladas hoje, esses efeitos foram freados depois que a droga neutralizou a transmissão química entre os receptores emocionais do cérebro. O estudo foi realizado pelos pesquisadores Najshon Korem e Irit Akirav, do Departamento de Psicologia. "A importância do estudo está no fato de que contribui para a compreensão da reação cerebral que produz o efeito positivo da cannabis sobre essa síndrome, o que apoia a necessidade de realizar testes clínicos com humanos para examinar seu potencial", alegam os pesquisadores. Um fenômeno comum entre estes grupos é a exposição quase contínua a eventos que os lembram do trauma inicial, agravando suas condições de vida ao longo de anos.De acordo com a Associação Médica de Israel, cerca de 9% da população israelense sofre com o transtorno por estresse pós-traumático, uma porcentagem que cresce vertiginosamente entre soldados, prisioneiros de guerra, vítimas de ataques e civis que vivem em zonas fronteiriças frequentemente afetadas pela guerra. Akirav, que já realizou vários estudos neste campo, assegura que o uso da cannabis dentro de uma "janela de tempo" apropriada após um evento traumático reduz os sintomas de estresse pós-traumático, segundo demonstraram os testes com ratos. Em sua última pesquisa, o especialista se centrou nas consequências dos eventos repetidores que lembram o trauma inicial, para saber se a cannabis tem o mesmo efeito positivo. Para isso foi administrada a droga a um grupo de ratos que tinham recebido descargas elétricas, e um composto antidepressivo de sertralina a um segundo grupo. A pesquisa demonstrou que o primeiro grupo não mostrou depois, perante lembranças angustiantes recorrentes, os sintomas típicos do transtorno. O estudo também abordou a base neurobiológica do efeito que teve a droga no cérebro. Segundo o comunicado, os ratos expostos a traumas "mostraram um aumento nas expressões de dois dos receptores associados com o processamento da emoções cerebrais: o CB1 e o gr", um reflexo que ficou mitigado naqueles que tinham recebido a dose de cannabis. "Os resultados de nosso estudo sugerem que a conectividade no circuito do medo do cérebro muda por causa de um trauma, e que a administração de canabinóides impede que esta mudança ocorra", concluíram os cientistas.
  21. Research Examines THC’s Effects Based on Gender http://www.hcplive.com/articles/Research-Examines-THCs-Effects-Based-on-Gender By Jacquelyn Gray | September 06, 2014 In one of the first studies analyzing delta-9-tetrahydroabinol (THC)'s tolerance based on gender, Washington State University researchers found that women develop a tolerance more quickly and are 30% more sensitive to the drug. Despite growing evidence indicating women are more likely to abuse and become dependent on THC, previous research on the substance’s effects have mainly been done using male participants, according to researchers. With a greater need for research since recreational marijuana was legalized in Washington and Colorado, researchers observed THC’s pain-relieving effects in male and female mice models. Since their previous research showed increases in estrogen make women more sensitive to THC, the investigators administered 30% less THC to female rats. Despite female rats being given the “lowest dose anyone has ever used to induce tolerance,” they still developed a significantly stronger tolerance to THC than their male counterparts. “These results demonstrate that — even when sex differences in acute THC potency are controlled — females develop more antinociceptive tolerance to THC than males,” the investigators wrote. Tolerance, which the researchers were analyzing, is when the rats requires larger amounts of the substance to replicate its original affects, the WSU release pointed out. Furthermore, the researchers noted the drug did not influence the mice’s reproduction cycle. However, the study’s contributor Rebecca Craft of WSU said this aspect of their study has been widely debated and needs more investigation. “Given the importance of drug tolerance in the development of drug dependence, these results suggest that females may be more vulnerable than males to developing dependence after chronic cannabinoid exposure,” the authors wrote. Moving forward, the team of researchers plan to look at the effects of THC and marijuana among people who suffer from debilitating back or joint pain, cancer, Crohn’s disease, multiple sclerosis (MS), severe muscle spasms, and other conditions that are increasingly being treated with medical marijuana - See more at: http://www.hcplive.com/articles/Research-Examines-THCs-Effects-Based-on-Gender#sthash.wqiHDlJX.dpuf GOOGLE TRADUTOR Pesquisa examina os efeitos do THC com base no género Jacquelyn Gray | 06 de setembro de 2014 Em um dos primeiros estudos analisando delta-9-tetrahydroabinol (THC) é a tolerância com base no sexo, os pesquisadores da Universidade Estadual de Washington descobriram que as mulheres desenvolvem uma tolerância mais rapidamente e são 30% mais sensíveis à droga. Apesar da crescente evidência que indicam as mulheres são mais propensos a abusar e tornar-se dependente de THC, pesquisas anteriores sobre os efeitos da substância, principalmente, têm sido realizadas utilizando participantes do sexo masculino, de acordo com pesquisadores. Com uma maior necessidade de pesquisa desde maconha recreativa foi legalizado em Washington e Colorado, os pesquisadores observaram os efeitos de alívio da dor de THC em ratos modelos masculinos e femininos. Desde a sua pesquisa anterior mostrou aumento de estrogênio tornam as mulheres mais sensíveis ao THC, os investigadores administrado menos 30% de THC a ratos fêmea. Apesar de ratas que está sendo dado a "dose mais baixa que alguém já utilizado para induzir tolerância," eles ainda desenvolvido uma tolerância significativamente mais forte para THC do que os seus homólogos masculinos. "Estes resultados demonstram que - mesmo quando diferenças sexuais na potência THC aguda são controlados - fêmeas desenvolvem tolerância mais antinociceptivo de THC do que os homens", escreveram os investigadores. Tolerância, que os pesquisadores estavam analisando, é quando os ratos requer quantidades maiores da substância para replicar seu original afeta a liberação WSU apontou. Além disso, os pesquisadores observaram a droga não influenciou ciclo de reprodução dos ratos. No entanto, colaborador do estudo Rebecca Artesanato da WSU disse este aspecto do seu estudo tem sido amplamente debatido e precisa de mais investigação. "Dada a importância da tolerância à droga no desenvolvimento da dependência de drogas, estes resultados sugerem que as mulheres podem ser mais vulneráveis ​​do que os homens para desenvolver dependência após exposição a canabinoide crônica", escreveram os autores. Seguindo em frente, a equipe de pesquisadores pretendem analisar os efeitos do THC e maconha entre as pessoas que sofrem de debilitante costas ou dor nas articulações, câncer, doença de Crohn, esclerose múltipla (MS), espasmos musculares graves, e outras condições que são cada vez mais tratado com maconha medicinal - Veja mais em: http://www.hcplive.com/articles/Research-Examina-de hidrocarbonetos totais-Effects-Based-on-Gender#sthash.wqiHDlJX.dpuf
  22. Maconha Medicinal: o que a Pesquisa diz? Em 1999, o Instituto de Medicina (IOM), da Academia Nacional de Ciências (NAS), com financiamento do Congresso, fez a mais extensa revisão de literatura médica sobre a maconha até aquele momento e concluiu que "os dados compilados indicam um potencial valor terapêutico para drogas canabinóides, particularmente para sintomas tais como o alívio da dor, controle de náuseas e vômitos, e estimulação do apetite”. Eles também concluíram que houve "consenso substancial entre os especialistas nas disciplinas relevantes na evidência científica sobre potenciais usos medicinais da maconha".1 Desde aquele tempo, vários outros estudos sobre os benefícios terapêuticos e paliativos da maconha medicinal, bem como alguns dos riscos associados à sua utilização, têm surgido. Abaixo estão algumas das principais descobertas e estudos mais recentes sobre a maconha medicinal e seus derivados; este resumo não é, no entanto, um resumo de toda a literatura científica. Em geral, a pesquisa apoia o relatório do Instituto de Medicina concluindo que a maconha medicinal é segura e eficaz no controle da dor crônica, aliviando náuseas e vômitos associados à quimioterapia, tratando a síndrome de caquexia associada à AIDS, e controlando espasmos musculares devido à esclerose múltipla e epilepsia.2,3 Câncer e Quimioterapia: Estudos sobre maconha e câncer têm focado tanto na capacidade da maconha medicinal de aliviar os sintomas da quimioterapia e o potencial dos canabinóides de reduzir o crescimento de certos tipos de cânceres. Uma revisão de literatura de 2003 concluiu que canabinóides exercem efeitos paliativos em pacientes com câncer ao prevenir náuseas, vômitos e dor e ao estimular o appetite.4 Além de ajudar com os efeitos colaterais do tratamento, vários estudos têm sugerido que os canabinóides podem frear o crescimento e disseminação de muitos tipos de cânceres, incluindo os de pâncreas5, pulmão6, leucemia7, melanoma8, oral9, linfoma10, e outros tipos de câncer.11 Uma proporção significativa de oncologistas apoia a maconha medicinal como uma opção para seus pacientes. Dados levantados de um estudo de amostra aleatória de 1990, antes de qualquer estado ter aprovado o uso medicinal, mostra que 44% dos oncologistas tinham recomendado cannabis para pelo menos alguns de seus pacientes, e um número maior disse que o faria se as leis fossem alteradas. Dos entrevistados que expressaram uma opinião, a maioria (54%) considerou que a cannabis deveria estar disponível por prescrição.12 Esclerose Múltipla: Vários estudos têm demonstrado a eficácia da maconha medicinal e seus derivados na redução da espasticidade e dor em pacientes de esclerose múltipla (EM). Por exemplo, em um estudo randomizado controlado, Rog et al descobriram que o remédio à base de cannabis é eficaz na redução da dor e distúrbios do sono em pacientes com esclerose múltipla com dor neuropática central. Da mesma forma, estudos duplo-cegos randomizados controlados demonstraram melhorias significativas na espasticidade bem como em medidas de deficiência, cognição, humor, sono e fadiga entre pacientes que tomam medicamentos à base de cannabis.14,15 Um estudo de 2004 também descobriu que a cannabis ajudou a aliviar problemas com disfunção urinária em pacientes com esclerose múltipla e melhorou a auto-avaliação do paciente sobre dor, espasticidade e qualidade do sono.16 HIV/AIDS: A maconha medicinal tem sido eficaz no tratamento de ambos sintomas de HIV/AIDS e os efeitos colaterais de alguns dos medicamentos anti-retrovirais usados para tratá-lo. Por exemplo, foi descoberto que a maconha medicinal foi eficaz especialmente no tratamento da dor neuropática, um sintoma comum entre as pessoas que vivem com HIV/AIDS. Em um ensaio clínico randomizado, duplo-cego, Ellis et al encontraram que a proporção de indivíduos que atingiram pelo menos algum alívio da dor foi significativamente maior com cannabis (46%) em comparação com placebo (18%). Os autores notaram que a cannabis fumada foi geralmente bem tolerada.17 Ver também Abrams et al.18 A maconha medicinal também parece ajudar com náuseas e perda de peso entre as pessoas que vivem com HIV/AIDS. Em uma pesquisa com usuários de maconha medicinal HIV positivos de 2005, 93 por cento disseram que a droga ajudou a reduzir náusea e outros sintomas, 56 por cento disseram que sua náusea estava "muito melhor", enquanto 37 por cento disseram que era estava um "pouco melhor".19 Em um ensaio clínico duplo-cego de 2007 publicado em JAIDS, Haney et al descobriram que os fumantes de maconha HIV positivos aumentaram a ingestão calórica diária e o peso corporal com poucos efeitos adversos.20 Finalmente, um estudo recente realizado por pesquisadores no Hospital Monte Sinai sugere que a maconha ou seus derivados têm potencial para inibir um tipo de vírus da imunodeficiência humana (HIV) encontrados na fase final da AIDS. Eles descobriram que os receptores da maconha localizados em células do sistema imunológico - chamados receptores de canabinóides CB1 e CB2 - podem influenciar a propagação do virus.21 Dor: Numerosos estudos têm afirmado os efeitos analgésicos da maconha medicinal. Em sua recente revisão de literatura, Kraft concluiu que, embora as evidências não tenham suportado o uso de maconha para dor aguda, "na dor crônica e espasticidade (dolorosa), um número crescente de estudos randomizados controlados, dulpo-cego, com placebo têm mostrado alguma eficácia dos canabinóides".22 Como sugerido acima, a maconha tem sido especialmente eficaz para a dor neuropática, e um corpo crescente de pesquisas indica que é útil para a dor crônica também.23,24,25,26 Síndrome do intestino irritável e doença de Crohn: Pesquisa recente sugere que a cannabis pode ser útil também para pacientes com síndrome do intestino irritável (SII) ou doença de Crohn. Um estudo de 2012 descobriu que três meses de tratamento com cannabis inalada melhorou as medidas de qualidade de vida, o índice de atividade da doença, e o ganho de peso dos pacientes com SII de longa data.27 Um estudo observacional recente sugere que a cannabis pode ajudar a aliviar a severidade dos sintomas da doença e reduzir a necessidade de outros medicamentos e/ou cirurgia.28 Segurança da Maconha Medicinal: A maconha medicinal é geralmente segura e bem tolerada, porém, como qualquer medicamento, possui alguns riscos. O fumo, de qualquer coisa, pode causar inflamação nos pulmões e deve ser evitado em pacientes com pulmões comprometidos. No entanto, um artigo recente da JAMA baseado em um estudo longitudinal de 20 anos sobre saúde pulmonar sugere que alguns destes riscos podem ter sido exagerados. Os autores concluíram, "maconha pode ter efeitos benéficos no controle da dor, apetite, humor e gestão de outros sintomas crônicos. Nossos resultados sugerem que o uso ocasional de maconha para este ou aquele fim não pode ser associado a conseqüências adversas sobre a função pulmonar".29 Ver também Russo et al.30 Os pacientes também podem evitar muitos dos riscos associados ao fumo usando vaporizados ou formas comestíveis de cannabis. Em comparação com outras medicações, a maconha tem baixa toxicidade e é extremamente segura. Não há nenhum caso conhecido de uma morte por overdose de maconha. Em contraste, uma revisão das mortes do Sistema de Notificação Adversa da FDA entre 1997 (o ano em que o primeiro programa de maconha medicinal começou) e 2005 mostrou 196 mortes por antieméticos (medicamentos para prevenir náuseas e vómitos) e 118 mortes por antiespasmódicos (medicamentos que suprimir espasmos musculares). Analgésicos opiáceos, que são amplamente prescritos, são responsáveis por mais mortes acidentais do que acidentes de trânsito; quase 15.000 pessoas morreram de medicamentos prescritos para a dor só em 2008. Alguns pesquisadores começaram a olhar para a maconha medicinal como um analgésico mais seguro e menos viciante como alternativa para os opióides de prescrição. Por exemplo, em um recente artigo no American Journal os Hospice and Palliative Care, Carter et al clamam pela reclassificação da maconha tanto para melhorar os cuidados paliativos quanto para reduzir a morbidade relacionada com opióides.31 Em uma pesquisa com pacientes de maconha medicinal, Reiman descobriu que 66% tinham usado maconha medicinal como um substituto para outras drogas de prescrição, citando menos efeitos colaterais adversos, melhor gestão dos sintomas, e síndromes de abstinência menos graves. Há algumas evidências que sugerem que a maconha pode exacerbar sintomas psicóticos, especialmente entre adultos jovens e/ou com sinais pré-existentes de psicose.33,34,35 A direção causal da relação entre o uso de maconha e esquizofrenia não foi estabelecida, e não houve aumento da prevalência de esquizofrenia nos últimos 50 anos, apesar do aumento das taxas de uso de maconha na população em geral.36 Potencial Aditivo da Maconha Medicinal e seu Papel no Uso de Outras Drogas: Embora o uso da maconha pode se tornar um problema para alguns, o estudo da Academia Nacional de Ciências de 1999 concluiu que: "poucos usuários de maconha tornam-se dependentes dela... e a dependência de maconha parece ser menos grave do que a dependência de outras drogas".37 De acordo com o Instituto Nacional de Abuso de Drogas apenas cerca de 9 por cento dos que experimentam a maconha se tornam dependentes,38 comparados a 32 por cento dos usuários de tabaco e 15 por cento dos usuários de álcool.39 Além disso, não há nenhuma evidência convincente de que a maconha é uma "porta de entrada". O que a teoria de porta de entrada apresenta como uma explicação causal é uma associação estatística entre as drogas comuns e incomuns. A maconha é a droga ilegal mais popular nos Estados Unidos. Portanto, as pessoas que usaram drogas menos populares, como heroína , cocaína e LSD, são suscetíveis de também terem usado maconha. Alternativas à Maconha Medicinal: Marinol, uma medicação oral que atualmente está disponível sob prescrição médica, não é uma solução viável para muitos pacientes. O Marinol contém 100 por cento de delta-9 THC (contra os 20 por cento de THC encontrados na cannabis natural). A maioria dos pacientes considera que o Marinol é muito sedativo e cria muitos efeitos psicoativos indesejados.40 A pesquisa mostrou também que o Marinol é muitas vezes mal absorvido, e os pacientes queixam-se que a dosagem é difícil de monitorar e controlar.41 Além disso, para pacientes que sofrem de náusea severa e vômitos ou que não conseguem engolir, medicamentos orais muitas vezes não são viáveis. Cannabis fumada ou inalada fornece um sistema eficaz e eficiente para a administração de THC (um dos ingredientes ativos na maconha). Este início rápido de efeitos não só proporciona alívio mais imediato, mas também permite que os pacientes possam titular cuidadosamente a sua dose para aliviar seus sintomas.42 Impacto da Maconha Medicinal no Uso de Drogas em Geral: A pesquisa sugere que o uso global de maconha não aumentaria sob o sistema rigidamente regulado proposto no projeto de lei de Nova York. O relatório da Academia Naciona de Ciências de 1999 constatou que: "Há uma ampla preocupação social de que sancionar o uso medicinal da maconha pode aumentar o seu uso entre a população geral. Neste ponto, não há dados convincentes que justifiquem essa preocupação. Os dados existentes são consistentes com a ideia de que isso não seria um problema se o uso medicinal da maconha fosse regulado tanto quanto outros medicamentos com potencial de abuso... Nenhuma evidência sugere que o uso de opiáceos ou cocaína para fins médicos tem aumentado a percepção de que seu uso ilícito é seguro ou aceitável".43 Desde esse relatório, várias outras análises, incluindo um estudo de 2012 publicado na revista Annals of Epidemiology analisou se aprovar leis de maconha medicinal impacta ou não o uso de maconha na adolescência. Os autores concluíram que as leis da maconha medicinal não tiveram efeitos visíveis sobre o uso da maconha: "Se nossas estimativas sugerem algo, é o de que o relato de uso por adolescentes deve na verdade diminuir após a aprovação de leis de maconha medicinal (p.211)".44 Fonte: http://www.compassionatecareny.org/wp-content/uploads/MMJ-Science.pdf
  23. THC: manga pode prolongar o efeito da maconha Brasil Post | De Cauê Marques http://www.brasilpost.com.br/2014/07/09/manga-prolongar-efeito-da_n_5572685.html Publicado: 09/07/2014 22:30 BRT Atualizado: 09/07/2014 22:34 BRT Print Article Foto: Flickr | Mahesh Telkar | Flickr O lance é o seguinte: manga pode prolongar o barato de um baseado. Pelo menos é o que diz um artigo publicado na última terça-feira em um site americano. O artigo conta que uma substância encontrada na manga, chamada, mirceno, pode ajudar a tornar o efeito do tetra hidro cabaninol, o THC, a se tornar mais prolongado e até mais intenso. Diz o artigo: Segundo apurado pelo site Dangerous Minds, "o mirceno é definitivamente sinérgico com o THC. A má notícia é que quando ingerido via oral, o mirceno não atinge a corrente sanguínea tão facilmente, uma vez que não é facilmente absorvido pelo intestino e não sobrevive ao fígado". Mas, segundo a mesma reportagem, é possível conseguir absorver com sucesso o mirceno se deixá-lo em contato com a mucosa de algumas partes do corpo. Ou seja, se você tiver sempre por perto um pedaço de manga para colocar embaixo da língua... Resolvido.
  24. Pesquisa diz que população acredita que álcool é pior do que maconha Fonte:http://www.dm.com.br/texto/172335 07/04/2014 às 19h17 Divania Rodrigues Os estudos aconteceram nos Estados Unidos e mostram que a população, em sua maioria, acredita que o álcool traz mais riscos para a saúde do que a maconha. O pensamento dos americanos segue em concordância com uma declaração polêmica do presidente Barack Obama, dada em entrevista no ano passado, de que a maconha não seria mais perigosa do que o álcool ou o cigarro. Reprodução/ Jornal da Ciência As informações sobre a pesquisa foram veiculadas pelo site Jornal da Ciência (JC). De acordo com os números, americanos perguntados sobre se o álcool ou a maconha eram piores para saúde, 69% disseram que o álcool é mais perigoso. Apenas 15% disseram que a maconha era pior. Outros 14% disseram que os dois ou nenhum eram perigosos. Pesquisas mostram o efeito devastador do álcool, mas também mostram os do uso da maconha. Porém a droga é defendida para tratamento médico e liberada para esse uso em alguns estados norte-americanos. Apesar dos prós e dos contras debatidos - em estudos, pesquisas e manifestos - por partes que defendem que um seja mais perigoso que o outro, a maconha não é aconselhada pelo Governo Federal. Na política oficial a maconha é vista como uma das "drogas mais perigosas, com dependência psicológica e física potencialmente graves”, segundo o JC.
  25. Are Marijuana Allergies The Real Deal? How Negative Reactions To Cannabis May Even Spur Food Allergies By Lizette Borreli | Apr 10, 2014 01:56 PM EDT Fonte:http://www.medicaldaily.com/are-marijuana-allergies-real-deal-how-negative-reactions-cannabis-may-even-spur-food-allergies Do marijuana allergies actually exist? Exposure to Cannabis sativa could lead to hay fever, pink eye, skin rashes, and asthmatic symptoms, possibly increasing vulnerability to food allergies. Photo courtesy of Shutterstock As the momentum for the legalization of marijuana continues to grow in high numbers across the U.S., exposure to the plant has become inevitable. In most areas of the U.S. and Europe, the plant is still grown indoors, limiting the risk of exposure to the general population. However, restrictions on where cannabis can be grown are starting to loosen, increasing the likelihood of the plant’s pollen-producing allergic reactions. According to a recent study published in the journal Revue Française d'Allergologie, allergic reactions to marijuana when smoking, inhaling, or chewing the plant are starting to emerge, drawing the attention of researchers. “Allergy to illicit drugs and narcotics has rarely been reported in the medical literature. Nevertheless, in the past few years there appears to be a considerable increase in the prevalence of this allergy, in particular, allergy to Cannabis sativa (Indian hemp) is growing,” wrote the team of Belgian researchers in their report. The literature available on the allergic reactions to marijuana provides some insight as to the potential of cross-reactivity with other pollens and foods. It also makes clear that marijuana can be an allergen not only by inhalation but also by ingestion. The team of researchers at the University of Antwerp in Belgium, working in the Allergy, Immunology and Rheumatology Department of the School of Medicine, focused in particular on Cannabis sativa. They will present their study at the 2014 Congress of French-Speaking Allergists, taking place in Paris starting April 16. The allergists indicated that the plant can cause allergic rhinitis (hayfever), conjunctivitis (pink eye), skin rashes, and asthmatic symptoms when smoked, inhaled, or chewed. They believe people who are exposed to the plant’s pollen are most likely to experience these symptoms that are similar to common allergens such as pollen, grasses, and ragweed. In a 2000 study, the inhalation of marijuana pollen was found to produce respiratory allergic symptoms. The team of researchers examined whether cannabis could be a clinically important allergen by determining cannabis pollination patterns in Omaha for five years, the prevalence of skin test positivity, and the association with respiratory problems. Out of 78 patients who were randomly tested for allergic rhinitis and/or asthma symptoms during the cannabis pollination period, 22 claimed respiratory symptoms in the July-September period. The findings suggest that cannabis could be a clinically important aeroallergen for certain patients. The researchers of the most recent study not only explored the effects of the plant’s pollen but also the potential cross-reactive effects of cannabis — since exposure to the plant can lead to allergic reactions to other plants, specifically foods, the NY Daily News reported. This is known as the “cannabis-fruits/vegetables” syndrome which is said to involve a protein labelled Can s 3. This syndrome is supported by a 2013 study that found there is a lipid transfer protein (LTP) in Cannabis sativa that shares cross-reactivity with a number of different foods. LTP is known as an important allergen in plant and fruit allergies. The study found plant food allergy in patients with documented cannabis allergy had more severe reactions than patients without cannabis allergy. Cannabis abuse can lead to cannabis allergy with sensitization to nonspecific (ns)-LTP, according to the study. The sensitization may result in various plant-food allergies. Although an allergy to marijuana is considered rare, a few reports of cannabis allergies have been documented, as lipid transfer protein was recently identified as an allergen in one case. The most recent study from University of Antwerp in Belgium suggests marijuana allergies could grow in record numbers over the next few years as cannabis is becoming legalized, and restrictions on growing the plant are loosening in several states in the U.S. Based on procedures conducted in several studies, the American Academy of Allergy, Asthma & Immunology suggests performing a marijuana skin test prior to use, for those who suspect an allergy to the plant. Sources: Bridts CH, Ebo DG, Sabato V, Van Gasse AL. Emerging allergens: Cannabis. Revue Française d'Allergologie. 2014. Casale TB, Ford LB, Hartel R, and Stokes JR. Cannabis (hemp) positive skin tests and respiratory symptoms. Ann Allergy Asthma Immunol. 2000. Bridts CH, De Clerck LS, Ebo DG, et al. New food allergies in a European non-Mediterranean region: is Cannabis sativa to blame? Int Arch Allergy Immunol. 2013. TRADUTOR BING Maconha alergias são perigosos? Como reações negativas de Cannabis podem até estimular alergias alimentares Por Maria Helena Borreli | 10 de abril de 2014 01:56 PM EDT Alergias de maconha realmente existem? Exposição à Cannabis sativa pode levar a febre do feno, conjuntivite, erupções cutâneas e sintomas asmáticos, possivelmente crescente vulnerabilidade para alergias alimentares. Foto cortesia do Shutterstock Como o impulso para a legalização da maconha continua a crescer em números elevados em todos os EUA, exposição à planta tornou-se inevitável. Na maioria das áreas dos EUA e da Europa, a planta é ainda cultivada dentro de casa, limitando o risco de exposição para a população em geral. No entanto, restrições sobre onde a cannabis pode ser crescido começam a afrouxar, aumentando a probabilidade de reações alérgicas produtoras de pólen da planta. De acordo com um estudo recente publicado no jornal Revue Française d'Allergologie, reações alérgicas a maconha quando fumar, inalar ou a mascá estão começando a surgir, chamando a atenção dos pesquisadores. "Alergia a drogas ilícitas e narcóticos raramente tem sido relatada na literatura médica. No entanto, nos últimos anos parece ser um considerável aumento na prevalência desta alergia, em particular, alergia a Cannabis sativa (cânhamo indiano) está crescendo,"escreveu a equipe de pesquisadores belgas em seu relatório. A literatura disponível sobre as reações alérgicas à marijuana fornece algumas dicas sobre o potencial de reatividade cruzada com outros pólenes e alimentos. Também deixa claro que a maconha pode ser um alérgeno não só por inalação, mas também por ingestão. A equipe de pesquisadores da Universidade de Antuérpia, na Bélgica, trabalhando em alergia, imunologia e departamento de Reumatologia da faculdade de medicina, em especial focada em Cannabis sativa. Apresentará seu estudo para o 2014 Congresso da Francofonia alergistas, tendo lugar em Paris a partir de 16 de abril. As alergistas indicaram que a planta pode causar a rinite alérgica (febre do feno), conjuntivite (conjuntivite), erupções cutâneas, sintomas asmáticos quando fumado, inalado ou mastigado. Eles acreditam que as pessoas que são expostas ao pólen da planta são mais propensos a experimentar estes sintomas que são semelhantes aos alérgenos comuns tais como o pólen, gramíneas e ambrósia. Em um estudo de 2000, a inalação de pólen de maconha foi encontrada para produzir sintomas respiratórios alérgicos. A equipe de pesquisadores examinada se a cannabis pode ser um alérgeno clinicamente importante por determinar padrões de polinização de cannabis em Omaha por cinco anos, a prevalência de positividade do teste de pele e a associação com problemas respiratórios. 78 pacientes que foram testados aleatoriamente para rinite alérgica e/ou sintomas de asma durante o período de polinização de cannabis, 22 alegaram sintomas respiratórios no período de julho a setembro. Os resultados sugerem que a cannabis pode ser um aeroallergen clinicamente importante para determinados pacientes. Os pesquisadores do estudo mais recente não só exploraram os efeitos do pólen da planta, mas também os potenciais efeitos cross-reactive de cannabis — desde que a exposição à planta pode levar a reações alérgicas a outras plantas, alimentos, especificamente, o NY Daily News relatou. Isso é conhecido como a síndrome de "cannabis-frutas/legumes", que envolvem uma proteína rotulada Can s 3. Esta síndrome é suportado por um estudo de 2013 que descobriu há uma proteína de transferência de lipídios (LTP) em Cannabis sativa que compartilha a reactividade cruzada com um número de diferentes alimentos. A LTP é conhecida como um importante alérgeno em vegetais e frutas alergias. O estudo constatou que a alergia alimentar de planta em pacientes com alergia documentada cannabis teve reações mais graves do que pacientes sem alergia de cannabis. Abuso de cannabis pode levar a alergia de cannabis com sensibilização para inespecíficos (ns)-LTP, de acordo com o estudo. A sensibilização pode resultar em várias alergias de alimento de planta. Embora uma alergia a maconha é considerada rara, que alguns relatos de alergias de cannabis foram documentados, como transferência de lipídios proteína foi recentemente identificada como um alérgeno em um caso. O mais recente estudo da Universidade de Antuérpia na Bélgica sugere alergias de maconha poderiam crescer em número recorde nos próximos poucos anos como cannabis é tornar-se legalizado e restrições ao crescimento da planta são afrouxamento nos vários Estados em os EUA com base em procedimentos realizados em vários estudos, a academia americana de alergia, asma & Imunologia sugere a realização de um teste de pele de maconha antes da utilização, para aqueles que se suspeita de uma alergia à planta. Fontes: Bridts CH, Ebo DG, Sabato V, Van Gasse AL. Emerging alérgenos: Cannabis. Revue Française d'Allergologie. 2014. Casale TB, Ford LB, Hartel R e Stokes Jr Cannabis (cânhamo) testes positivos de pele e sintomas respiratórios. Ann Allergy Immunol de asma. 2000. De Clerck LS Bridts CH, Ebo DG, et al. Novas alergias de alimento em uma região não-Mediterrâneo Europeu: Cannabis sativa é o culpado? Int Arch Allergy Immunol. 2013.