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  1. Amigos, Sou escritor, estou fazendo um livro sobre a planta, estou em busca de contatos, histórias, dicas de todo tipo. No momento estou preparando minha primeira viagem: vou para a Colômbia no final de novembro/começo de dezembro. Quem tem umas dicas boas lá? abs! Denis Russo Burgierman
  2. Salve pessoal, tudo certo? Sou um escritor e jornalista de Curitiba, e estou escrevendo um livro sobre justamente o movimento grower aqui no Brasil. Mas para a realização da obra preciso de alguns personagens, e para isso criei um formulário em que, quem tiver vontade de colaborar contando um pouco sobre sua relação com a erva, pode responder e passar algumas informações de forma sigilosa. Lembrando que o sigilo entre fonte e jornalista é garantido pela Constituição brasileira: Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes: XIV - e assegurado a todos o acesso à informação e resguardado o sigilo da fonte, quando necessário ao exercício profissional. Eu agradeceria muito pela ajuda. Com informação é possível mudar a mentalidade das pessoas a respeito da maconha. https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSefk7LG5IgcC_8b8bRdz7oLh2iVg_y1lnWnsoel9dCSGaJK8A/viewform
  3. Lei não pode punir mal que usuário de droga faz a si mesmo, diz Pierpaolo Bottini 20 de junho de 2015, 17h www.conjur.com.br/2015-jun-20/lei-nao-punir-mal-usuario-droga-faz-si-mesmo-bottini O criminalista Pierpaolo Cruz Bottini defende que o uso de drogas deve ser descriminalizado com base no direito à liberdade garantida pela Constituição, razão pela qual a lei não pode punir uma autolesão. Ementrevista ao jornal Folha de S.Paulo, ele afirmou que o consumo deve ser tratado como questão de política de saúde, não como crime. Seus argumentos estão reunidos no livro Porte de Drogas para Uso Próprio e o Supremo Tribunal Federal, que será lançado na segunda-feira (22/6). Um parecer de Bottini sobre a punição a um consumidor de maconha é a base do livro. A publicação questiona a constitucionalidade do artigo 28 da Lei 11.343/2006, que aborda a criminalização do usuário e a pena de privação de liberdade. O assunto é discutido no Supremo Tribunal Federal por meio de um Recurso Extraordinário (RE 635.659). A ação, de autoria da Defensoria Pública de SP, contesta a constitucionalidade da regra que prevê penas ao usuários de entorpecentes. O ministro Gilmar Mendes, relator, liberou seu voto nesta quinta-feira (18/6), mas a questão só será julgada no segundo semestre. Como o caso teve repercussão geral reconhecida, a decisão deve impactar outros processos em todo o país. Ainda seria preciso estabelecer regras sobre produção, venda e a quantidade que configura “uso pessoal”. Leia trechos da entrevista concedida ao jornal Folha de S.Paulo: Quais são os principais argumentos contra a criminalização do usuário de drogas? Pierpaolo Cruz Bottini - O primeiro é de ordem constitucional. Todo o nosso sistema é baseado na liberdade do ser humano. Do ponto de vista criminal, você pode fazer o que quiser, desde que não prejudique terceiros. Quando se fala do uso de drogas, você fala em uma autolesão, e isso não pode ser criminalizado. Você não criminaliza o suicídio. Você não criminaliza a prostituição. Você criminaliza quem ajuda e instiga o suicida ou quem explora a prostituição. O segundo é do ponto de vista de política pública. Em todos os países em que não se trata a questão como criminal, você aproxima o usuário do Estado. Tratando como questão de saúde pública, você traz essas pessoas para o sistema de saúde de uma forma não estigmatizada. No parecer que baseou o livro, o senhor fala que a mudança da lei em 2006 não trouxe uma nova abordagem da polícia em relação aos usuários de drogas. Como mudar isso? O problema é de prática policial, e isso deve ser resolvido no âmbito da própria polícia. Você precisa treinar os policiais, o que poderia ser feito desde já. Há muitos casos em que a polícia trata usuários e traficantes da mesma forma. É necessário haver um treinamento para que o usuário não seja tratado dessa forma. Há quem argumente que o usuário deve ser criminalizado, pois sem ele não há tráfico. O que o senhor acha? O usuário é a vítima do tráfico. Quem compra um rádio roubado é tão criminoso quanto o vendedor, porque a vítima é quem teve o rádio roubado. No tráfico, o usuário é a própria vítima, porque ele se autolesiona, e não faz sentido ele ser castigado por um ato do qual ele é a vítima. É contraditório. A lei que determina a política antidrogas brasileira é de 2006, mas os números do tráfico só sobem. O que está bom e o que precisa melhorar? Tirar a pena de prisão em 2006 já foi um grande avanço, mas a questão das drogas no Brasil ainda é um tabu. Não dá para esperar uma revolução, uma ruptura na questão das drogas. As coisas no Brasil vão aos poucos. Foi um primeiro passo, que partiu do Legislativo. O segundo passo agora é descriminalizar, e o Judiciário é que vai poder definir as pautas e balizas, sendo agora um protagonista importante. O senhor acha que o STF vai decidir pela descriminalização? Eu tenho esperança que sim. O STF tem mostrado uma visão progressista, que já foi revelada em outras questões, como a da união homoafetiva. A expectativa é boa.
  4. Weed Gave My Family Everything—Then Took It Away 09.Abril.14 FONTE: http://www.thedailybeast.com/articles/2014/04/09/weed-gave-my-family-everything-then-took-it-away.html#url=/articles/2014/04/09/weed-gave-my-family-everything-then-took-it-away.html Tony Dokoupil’s childhood was the stuff movies are made of—or, in this case, books. In his new memoir, The Last Pirate, Dokoupil describes growing up with one of the most successful pot barons of the Reagan era: his father. Smuggling Colombian weed through an old Florida fishing shack, “Big Tony” made his fortune just in time for “Little Tony,” to arrive. So began an early childhood of unprecedented luxury. Caribbean vacations, luxury yachts, exclusive swimming lessons, and the best private school in south Florida. It was a pace too fast to sustain. So when a serious cocaine addiction forced Big Tony into hiding, 10-year-old Dokoupil and his mom were left picking up the pieces. It wasn’t until years later, as a grown journalist, that he learned the true story of the “golden days” he now only vaguely remembers. As the nation edges closer to legalizing marijuana, Dokoupil sheds light on the dangers of legalization. Growing up the son of a smuggler has given him an important perspective: weed is, after all, a drug. Do you think marijuana legalization (and its resulting commercialization) is bad? I'm pro the freedom to smoke and the freedom to grow and pass and partake. But I'm also a fan of a freedom from advertising of the kind you see in the alcohol and tobacco industries. I would vote for legalization if it were nonprofit. The problem is the only way politicians get interested in any kind of legalization is if you make it super commercial—and you then tax it like whoa. Read an excerpt. But do you think that a nonprofit system would actually work? The government will never set smokers free without getting something serious fat in return, and that something is tax revenue. Sure, you could talk of the "savings" that come from not busting smokers, but we all like stacks of money to spend more than stacks of money we "saved." Keeping in mind that this has the potential to be a multi-billion dollar market, shouldn’t someone get the money? YES. The guy growing it as a craft should get his costs covered and the people providing the equipment for it should make real, regular cash. I want to see the future of pot mirror the future of pipe smoking or roll your own cigarettes or Whiffle Ball, for crying out loud. Let it be a hobby, a pastime, a social thing—like it used to be, like it always was. Don't turn it into something that billboards all sides of my life. OK, but if you’re not opposed to legalization per see, what’s your beef? We have a weirdly casual attitude about legalization. Let's concede that pot is safer than alcohol but also that the THC in pot isn't a totally benign substance at any quantity and that some people have real problems with it. They say they want to use less and they can't. And for a small—but not insignificant—number of people, pot can be the chemical nudge that causes them harm. Why don't we care more about that? I think we discount things that affect the mind and worry too much about the body. Do you think people are openly ignoring the dangers? No, they just tend to discount them. It's a blissful fog—the chemicals literally park in a part of the brain named for the Sanskrit word for bliss—but blissful fog is a fog all the same. It's also true that the benefits of legalization have been wildly oversold. Cartels will diversity, tax revenues will be shrunk by public health costs, and enforcement won't go away, it will merely shift to the kinds of enforcement we see in alcohol crimes. Open container, driving, etc. Can you give specific examples of how this could negatively impact Americans? Pilots who smoke perform more poorly than clear-headed pilots on simulators—and that lasts 24 hours or more. Drivers who are high are estimated to be two and seven times more likely to crash. Some research suggests use can elevate the risk of psychosis in people already at risk. And four million people self-report a dependence on the drug. There's debate about whether it's a true addiction, but it's definitely bad moods, anxiety, fatigue. It's not delirium tremors and chromosome breakage and only a small number of users would be seriously harmed. But why don't we care about those people? If one in 1,000 kids smokes weed and is tipped toward an unquiet mind, that's nothing —unless you're that one kid. I worry about the one kid. In your opinion, what’s the biggest misnomer on the legalization front? Some advocates of legalization argue that if pot is regulated we will control it more. Really? Booze is legal and in high school I was the school buyer of booze. I had no idea how to get pot, but I had a furry mustache, a dumb jaw, hair to my eyebrows and an ID I stole from the DMV. Besides, even if pot were really, really, really well regulated like prescription drugs, diversion and abuse will still happen. At the corner store or in the medicine cabinet or next to the bread in the pantry—all seem closer at hand than black market pot. How much do you think your views on legalization are informed by your own story? I think you've hit on something there. I'm definitely prone to nostalgia and romance and legalization is a blow to both. Is there any criminal exploit left that combines fresh air, physical daring, clear thinking, and a matter of social justice? I can't think of any, and that bums me out. I think social banditry, as the academics call it, is a proud American tradition. I think capitalism is, too, but which is more enlivening? Legal weed is ironic because it's a rational means to irrational ends. For smokers to feel good safely, sellers have to become Al Bundys of Bud, salesmen of the saddest sort. Seriously, is working in a pot shop any more exciting then the Baby Gap? If your dad were here, what would he say about all of this? My father thinks legal weed is his greatest legacy. He thinks he and others like him kept marijuana culture alive when Reagan tried to kill it out and came closer than many remember. He thinks he is at the end of a great, sloppy ride falling backwards into the foam. He's a romantic and I love him still. But dude, your greatest legacy? Your proudest achievement? Most people say: my children. I wish he did, too. TRADUTOR BING Livros 04.09.14 Erva deu minha família tudo — então levou embora Infância de Tony Dokoupil era o filmes são feitos de material — ou, neste caso, livros. Em seu livro de memórias novo, o último pirata, Dokoupil descreve a crescer com um dos barões do pote mais bem sucedidos da era Reagan: o pai dele. Contrabando de maconha colombiana através de uma velha cabana de pesca da Flórida, "Grande Tony" fez sua fortuna apenas a tempo para "Little Tony," a chegar. Assim começou uma infância de luxo sem precedentes. Férias Caraíbas, iates de luxo, aulas de natação exclusivos e a melhor escola privada no sul da Flórida. Era um ritmo muito rápido para sustentar. Então quando um vício em cocaína grave forçado grande Tony a se esconder, 10-year-old Dokoupil e sua mãe ficaram catando os pedaços. Não era até anos mais tarde, como jornalista crescida, que ele aprendeu a verdadeira história dos "dias dourados" ele agora só vagamente lembra-se. Como as bordas de nação mais perto a legalização da maconha, galpões Dokoupil luz sobre os perigos de legalização. Crescer o filho de um contrabandista deu-lhe uma perspectiva importante: erva é, afinal, uma droga. Você acha que a legalização da maconha (e sua comercialização resultante) são ruins? Eu sou pro a liberdade de fumar e a liberdade de crescer e passar e participar. Mas eu também sou um fã de uma liberdade da publicidade do tipo que você vê nas indústrias de álcool e tabaco. Eu votaria para a legalização, se fosse sem fins lucrativos. O problema é a única maneira dos políticos se interessar por qualquer tipo de legalização é se você torná-lo super comercial — e então imposto como Opa. Mas você acha que um sistema sem fins lucrativos iria realmente funcionar? O governo nunca irá definir fumantes livre sem engordar algo sério em troca, e que algo é de receitas fiscais. Claro, você poderia falar da "poupança" que vêm rebentando não fumantes, mas todos nós gostamos de pilhas de dinheiro para gastar mais do que pilhas de dinheiro nós "salvos". Mantendo em mente que este tem o potencial para ser um mercado de bilhões de dólares, alguém não deveria conseguir o dinheiro? SIM. O cara que deixá-lo crescer como uma embarcação deve começar seus custos cobertos e as pessoas fornecendo o equipamento para isso devem fazer dinheiro real, regular. Eu quero ver o futuro do espelho pote o futuro de fumar cachimbo ou rolar seus próprios cigarros ou bola de borracha, pelo amor de Deus. Que seja um hobby, um passatempo, uma coisa social — como costumava ser, como sempre foi. Não transformá-lo em algo que outdoors de todos os lados da minha vida. OK, mas se você não é contra a legalização por ver, qual é o seu problema? Temos uma atitude estranhamente casual sobre legalização. Vamos admitir que o pote é mais seguro que o álcool mas também que o THC na maconha não é uma substância completamente benigna em qualquer quantidade, e que algumas pessoas têm problemas com isso. Eles dizem que querem gastar menos e não conseguem. E para um pequeno — mas não insignificante — número de pessoas, a maconha pode ser a cotovelada química que lhes causa danos. Por que não nos importamos mais sobre isso? Eu acho que nós desconto coisas que afetam a mente e se preocupar muito com o corpo. Você acha que as pessoas são abertamente ignorando os perigos? Não, eles só tendem a esquecê-los. É um nevoeiro bem-aventurança — os produtos químicos, literalmente, estacionar em uma parte do cérebro chamada para a palavra em sânscrito para a felicidade — mas nevoeiro bem-aventurado é um nevoeiro na mesma. Também é verdade que os benefícios da legalização foram descontroladamente oversold. Cartéis irão diversidade, as receitas fiscais vão ser encolhidas por custos de saúde pública e aplicação não vai embora, que apenas serão deslocadas para os tipos de aplicação que vemos nos crimes de álcool. Recipiente aberto, condução, etc. Pode dar exemplos específicos de como isso poderia afetar negativamente os americanos? Pilotos que fumam executam mais mal do que pilotos lúcidos em simuladores — e que dura 24 horas ou mais. Os motoristas que estão em altos são estimados para ser dois e sete vezes mais probabilidade de um acidente. Algumas pesquisas sugerem que o uso pode elevar o risco de psicose em pessoas já em risco. E 4 milhões de pessoas de auto-relato uma dependência da droga. Não há debate sobre se é um verdadeiro vício, mas é definitivamente mau humor, ansiedade, fadiga. Não é tremores de delírio e quebra do cromossomo e apenas um pequeno número de usuários seria seriamente prejudicados. Mas por não nos preocupamos com essas pessoas? Se um em cada 1.000 crianças fuma maconha e é derrubado em direção a uma mente inquieta, isso não é nada — a menos que você é aquele garoto. Eu me preocupo com o menino. Na sua opinião, qual é o maior equívoco na parte frontal da legalização? Alguns defensores da legalização argumentam que se a maconha é regulada iremos controlar mais. Realmente? O álcool é legal e no liceu eu era o comprador escola de bebida. Não tinha ideia de como conseguir o pote, mas eu tinha um bigode peludo, uma mandíbula burra, cabelo para as sobrancelhas e uma ID que eu roubei do Detran. Além disso, mesmo se a maconha fosse realmente, realmente, realmente bem regulada como abuso, desvio e prescrição de medicamentos ainda vão acontecer. Na loja da esquina ou o gabinete de medicina ou ao lado do pão na despensa — tudo parece mais próximo à mão do que mercado negro pot. Quanto você acha que sua opinião sobre a legalização é informado por sua própria história? Acho que você bateu em alguma coisa lá. Eu sou definitivamente propenso a nostalgia e romance e legalização é um duro golpe para os dois. Há qualquer exploração criminosa de esquerda que combina o ar fresco, ousadia física, claro a pensar e uma questão de justiça social? Não consigo pensar em nada, e isso me aborrece. Acho que o banditismo social, como os acadêmicos chamam, é uma tradição americana. Acho que o capitalismo é, também, mas o que é mais excitantes? Erva legal é irônica porque é um meio racional para fins irracionais. Para fumantes para se sentir bem com segurança, vendedores têm que se tornar Al Bundys de Bud, vendedores do tipo mais triste. A sério, está trabalhando em uma loja de pote qualquer um mais emocionante então o Baby Gap? Se seu pai estivesse aqui, o que ele diria sobre isso? Meu pai acha que a maconha legal é seu maior legado. Ele acha que ele e outros como ele manteve a cultura de maconha quando Reagan tentou matá-lo para fora e chegou mais perto do que muitos se lembram. Ele pensa que é no final de uma viagem grande e desleixada, caindo para trás na espuma. Ele é um romântico, e eu ainda o amo. Mas cara, seu maior legado? Sua realização mais orgulhosa? A maioria das pessoas diz: meus filhos. Quem me dera que ele fez, também.
  5. 25/02/2014 - 13:05 'Ideia de que teremos um mundo sem drogas é ridícula', diz neuropsiquiatra http://www.olhardireto.com.br/noticias/exibir.asp?noticia=ideia_de_que_teremos_um_mundo_sem_drogas_e_ridicula_diz_neuropsiquiatra&edt=34&id=360259 Globo News Nos anos 80, os Estados Unidos viveram uma epidemia de crack que deixou marcas profundas; leis draconianas impuseram longas penas de prisão para os usuários da droga, negros em sua maioria. As penas foram atenuadas, mas ainda são rigorosas. Hoje, um em cada três jovens negros terá problema com a lei e passará algum tempo preso. Este quadro levou o neuropsiquiatria Carl Hart a propor que a cocaína, em forma de pó ou de crack, seja descriminalizada, assim como as outras drogas pesadas. “Todo dinheiro que é investido, pelo menos aqui nos Estados Unidos, no controle das drogas não está reduzindo os índices de consumo. A ideia de que teremos um mundo sem drogas é ridícula”, afirma o especialista, que ressalta que – mesmo com o uso liberado – a venda continuaria ilegal. No livro ‘High price’, Hart mostra o alto preço que a comunidade negra teve que pagar na chamada guerra às drogas. Para ele, as substâncias em si não são o problema, e sim a pobreza e a discriminação racial. “Um dos maiores desafios é a tendência a se concentrar nas drogas em si, como se elas fossem más. Isto está muito longe de ser verdade. Fatores ambientais determinam se alguém terá uma experiência boa ou ruim com as drogas. Quero que as pessoas parem de se concentrar nas drogas e passem a se preocupar com as pessoas e seu ambiente”, explica.
  6. http://economia.uol.com.br/ultnot/multi/2012/06/23/04020D9B3766DCC12326.jhtm?quais-drogas-dao-mais-lucro-as-legais-ou-as-proibidas-04020D9B3766DCC12326 Me desculpem, eu não sei postar o vídeo direto aqui. Achei a entrevista fantástica, lá do uol.
  7. http://heatherdonahue.com/ In 1999, Heather Donahue was literally the face of the low-budget horror sensation The Blair Witch Project. The close-up image of her scared face--illuminated only by a flashlight-- became one of the signature shots of the fauxumentary about a group of friends terrorized by an unseen evil presence in a Maryland forest. our editor recommends The movie was the first to harness the viral power of the Internet into an effective marketing campaign, grossing $248 million and landing Donahue and her co-stars Daniel Myrick and Eduardo Sánchez on the cover of Newsweek and Time. Overnight, Donahue went from a struggling actress to, uhh, a well-recognized struggling actress. After kicking around Hollywood for a decade, Donahue chucked it all for a new man and a new life growing marijuana in a northern California town she calls Nuggettwon. The relationship didn't last but Donahue stayed with the marijuana farming, learning the ins and outs of growing pot. Donahue tells her story in a new memoir Growgirl: How My Life After The Blair Witch Project Went to Pot (Gotham Books, 304 pages, $26.00), an always funny and surprisingly sweet account of her attempts to learn how to grow pot and find love. She recently talked with The Hollywood Reporter about her memories of the Blair Witch Project, about why she quit acting, and why growing marijuana is more Little House on the Prairie than Weeds. Here's a condensed version of our conversation. The Hollywood Reporter: Every story starts by mentioning that you're the Blair Witch Girl. THR: How did you end up Nuggettown growing pot? HD: After I did my fire I met this guy. I went to this meditation retreat and at the end of the three days this guy just sorta appeared next to me and invited me to a hot springs. I started talking to him and asked him where lived and he said he lived in this town I had been to 7 years prior and completely fallen in love with. But I couldn't figure out what people there did for money. I asked him what he did for money and he told me he grew pot. I thought let's check that out. So I went up with him He had this great house and this veggie garden. He and his friends were able to go to the river on a Tuesday afternoon and swim in the sunshine. It felt like paradise. So I decided I was going to do it to. I felt very constricted by my life in LA. I got really tired of the whole comparing myself to other people in a small room, the grind of pilot season. THR: The relationship ended quickly but you stuck around Nuggettown. What appealed to you about pot growing? HD: You start out with these little cuttings off of the mother plant and in two weeks they've gone from these little cuttings to an individual plant in their own right. It’s the most amazing plant. Everyday they’ve grown visibly. It’s this little miracle inside your garage. This plant is so powerful, so strong, so hearty, so amazing! It’s a fool's errand to think you can hold something like that back. So one thing I got out of growing was an awe at what the world looked like when I had the time and space to observe it. THR: Were you good at it? HD: I got good at it. It’s a farming endeavor. That's the other thing I learned from it. No matter what you think you know every time is different. Every round with the plants is different. There are no closed environments. The world was always getting into the room. As much as an indoor grow room is about controlling the environment, I learned over and over again that I had no control. Spider mites somehow got in or powdery mildew would show up. You have to deal with these situations as they arise. It taught me to be really comfortable with flux. THR: The book is also about the search for love and the story revolves around three men--the one you broke up with just before you left Hollywood, the one you moved to Nuggettown for and the one you left Nuggettown for. Have any of them read it? HD: No. I was actually writing about falling in love with the German [the guy she left Nuggettown for] as we were breaking up, which was incredibly difficult. I did a fairly balanced job of writing about him even though it wasn't the kindest of break ups. THR: You make a nice ex-girlfriend or at least an authorial girlfriend. All of your ex-boyfriends come off pretty nice. HD: That's probably why it took two years to write. THR: Have your parents read it? HD: My mom has read the book. My dad has read an expurgated version. I come from a loud, loving, funny family. I've always been sort of the odd one who has ventured out so it wasn't that much of a surprise.. I come from a working class family in Philly so if anyone is going to understand the need for autonomy and not get caught working for someone else thanklessly it was my family. My dad worked for a company for thirty years and then his job was gone. So I think my parents understand that the America I inherited is not the America they grew up in. They had concerns about me growing pot mostly about my safety. My mom was worried about my safety but she certainly did get a little badass twinkle when she was working on those plants. THR: The family that grows together, stays together. HD: Very Little House on the Prairie THR: If Michael Landon was a hipster stoner. HD: It would be just like Little House on the Prairie. My parents working the land and me feeding the chickens. THR: A stoner Little House on the Prairie. I’m sure someone has made that pitch before. HD: That would be a great show. It really is nothing like Weeds. It’s just like Little House on the Prairie except skankier. Little House on the Prairie but now with nudity and hot tubs! How's that for an elevator pitch? THR: This could be a great little indie movie. Those are probably the last words you want to hear. Any interest in returning to Hollywood? HD: I would never want to be an actress again. But my good friend Uta Briesewitz [the director] just had Hung cancelled so we're scheming together on this story and other projects. There's a lot in the book but there's a lot that is not in the book. I think it’s a series. It’s a whole world.
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