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  1. Galera, to indo pra expo no Uruguai e queria levar 10g pra não chegar lá na saga... só que to em choque por ser voo internacional e não saber qual o melhor jeito de levar.. vcs podem me ajudar? Obrigada 😊
  2. Fala galera, então, tô no Canadá por um tempo, comprei um pax aqui é já to usando, queria saber se é de boa levar pro BR, se a alfândega implica ou não. Irei levar comigo na bagagem de mão, pq tô a 1 ano aqui já, então eles provavelmente vão abrir minha mala despachada pra ve se to levando coisa pra vender, dai n queria correr esse risco. Valeu!!
  3. Salve aventureiros ! queria saber sobre trazer algumas gramas de hash da Espanha, e se alguém já fez isso. dizem que rola um verdadeiro hash la, e ouvi algumas pessoas falando sobre engolir... Quero algumas dicas se possível ! Grande abraço e obrigado pela atenção desde Jah!
  4. Saúde: Fiocruz promove seminário internacional sobre maconha – 01 a 03/07/2015 15 de junho de 2015 Por Redação http://news.portalbraganca.com.br/saude/saude-fiocruz-promove-seminario-internacional-sobre-maconha-01-a-03072015.html Seminario sobre a Maconha A Fiocruz traz para a pauta nacional um amplo debate sobre os diversos usos da maconha – medicinal, religioso, recreativo e industrial – no seminário Maconha: usos, políticas e interfaces com a saúde e direitos. O encontro será realizado nos dias 1, 2 e 3 de julho, nos auditórios da Escola de Magistratura do Rio de Janeiro (EMERJ), Centro do Rio. As inscrições podem ser feitas gratuitamente, a partir de 22 de junho, no site da EMERJ. No evento, promovido em parceria com os fóruns de Direitos Humanos e de Direito e Saúde da EMERJ, serão discutidos também os impactos e consequências da atual legislação sobre a maconha e outras drogas consideradas ilícitas, assim como possíveis mudanças na legislação sobre a produção, o comércio e o uso da maconha no Brasil. Será explorada ainda a interface desses usos e políticas com a saúde e os direitos dos usuários e da população em geral. O seminário reunirá durante três dias palestrantes de diversas especialidades e áreas de atuação. Entre os debatedores, está Julio Calzada, ex-secretário Geral da Junta Nacional de Drogas durante o governo de José Mujica, que coordenou a implantação do programa de controle da produção da maconha no Uruguai; e Augusto Vitale, do Instituto de Regulação e Controle da Cannabis do Uruguai. Ao final do seminário, a Fiocruz divulgará uma carta sobre a posição da instituição em relação à questão. Fonte: Da Redação com informações provenientes da Agência Fiocruz
  5. Entrepreneurs with pot-related businesses compete for investors fonte:http://www.kirotv.com/news/news/cashing-cannabis/nXb3F/ Posted: 10:38 p.m. Monday, April 29, 2013 Fonte:View Larger Marijuana plants SEATTLE — Entrepreneurs with pot-related companies competed for top dollars from international investors in Seattle Monday. By Alison Grande They met at the top of the Bank of America Building. Small business owners took turns pitching their ideas hoping it would pay off. Fifteen companies competed for the financial backing from angel investors, with more than $1 million given away. Some of the companies hoping to cash in were UpToke, Rodawg and WeCanna. The businesses don't plan to sell pot, but to profit from the side businesses sprouting up now that marijuana is legal in Washington. None of the businesses were from Washington, and many of the investors were from out of state, too. They are all hoping to shape the marijuana industry. "This is not your mother's cannabis industry. This is the real deal," Claire Kaufmann told KIRO 7. Kaufmann came to get funding for her company, WeCanna. WeCanna is a website that helps support other cannabis businesses. Kaufmann explained how it works. "If I have an idea and it's good enough, I can use a crowd-funding portal, like WeCanna, post that idea and I can get interest and donations from all over the world," she said. Kaufmann's company did get funded, but no one would reveal how much. They kicked out the cameras during the negotiations, a Securities and Exchange Commission requirement. The angel investment forum was set up by The ArcView Group of San Francisco. In Seattle Monday, co-founder Steve DeAngelo announced, "Today marks a new day of possibility for cannabis businesses everywhere."
  6. Líder de quadrilha internacional de tráfico tem pena reduzida para 19 anos de prisão A Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) diminuiu pena de condenado a 22 anos e oito meses de prisão por tráfico de drogas e associação para o tráfico. Ele liderava quadrilha internacional e usava empresa de sua propriedade como fachada para as atividades. A droga, de origem colombiana, chegava a Belém por via fluvial. O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) fixou a pena-base em dez anos, apesar de o réu ser primário e de bons antecedentes. A corte julgou que a intenção do homem em praticar o crime foi clara, uma vez que montou estrutura empresarial, contratou “mulas”, organizou viagens e hospedou traficantes estrangeiros. Dolo intenso Ele teria insistido em traficar mesmo depois de repetidas apreensões de carregamentos pela Polícia Federal e, segundo o TRF1, tinha vocação para o crime. Além disso, a venda da empresa comprovaria o intuito de viver do crime. O comportamento social do condenado também foi considerado desfavorável, com base em relato de sua própria companheira. Ela afirmou que o envolvimento do homem com assaltos e tráfico se dava de maneira corriqueira. A corte concluiu que ele era “violento, vingativo e que age armado, representando uma ameaça constante à sociedade”. Examinando detidamente as razões da corte regional, a Sexta Turma entendeu que a fixação da pena-base em patamar acima do mínimo legal se deu com lastro em elementos idôneos, atendendo ao princípio da proporcionalidade. Situação ordinária O aumento da pena foi estabelecido em um terço para os dois delitos. Para o juiz, a enorme distância percorrida no transporte de droga justificava a fixação acima do mínimo de um sexto. Para o ministro Og Fernandes, porém, o aumento da pena pela transnacionalidade do tráfico não poderia ter sido feita no patamar estabelecido pelo juiz. Conforme o relator, o fato de transportar a droga por via fluvial em longo trajeto não é extraordinário a ponto de justificar o aumento acima do mínimo previsto para o tráfico internacional. O ministro manteve a pena-base em dez anos, mas aplicou o aumento de um sexto em lugar de um terço. Com a decisão, unânime, o condenado terá que cumprir pena de 19 anos e dez meses de prisão em regime inicial fechado. http://www.stj.jus.br/portal_stj/publicacao/engine.wsp?tmp.area=398&tmp.texto=105381&utm_source=agencia&utm_medium=email&utm_campaign=pushsco
  7. Saiu uma coluna hoje na Folha. Apesar do cara não ser legalize e terminar em cima do muro, pelo menos chama a atenção e defende a discussão, o que ajuda a quebrar um pouco o tabu que criaram em cima do tema... CLÓVIS ROSSI Drogas, tema inescapável As Américas abrigam as 32 cidades mais violentas do mundo; narcotráfico é o eixo e tem de ser debatido Os países que participam, no fim de semana, de uma nova Cúpula das Américas abrigam as 32 cidades mais violentas do mundo. Esse dado terrível já seria suficiente para que o consumo e o tráfico de drogas estivessem no centro dos debates, uma vez que violência e narcotráfico são irmãos siameses. Mas a questão das drogas só entrará nos salões da cúpula pela porta lateral. Otto Pérez Molina, presidente da Guatemala, um dos países que estão se transformando em Estados falidos em consequência do narcotráfico, já anunciou que quer discutir o assunto a partir de um argumento irrebatível: a política atual, puramente repressiva, fracassou. Reforçam os ex-presidentes Ernesto Zedillo (México), César Gaviria (Colômbia) e Fernando Henrique Cardoso (Brasil), em artigo para o jornal colombiano "El Tiempo": "Os fatos são obstinados e falam por si. A erradicação da produção, a interdição do tráfico e a criminalização do consumo -pedras angulares da estratégia de guerra contra as drogas, liderada pelos Estados Unidos- não funcionam e têm um custo altíssimo em vidas humanas". Os três ex-presidentes são membros de uma comissão que, tempos atrás, apresentou sugestões que parecem as mais consistentes até agora jogadas à mesa nesse delicado território. São dois pontos centrais. Um já é adotado aqui e ali, com maior ou menor êxito: não tratar o consumidor como delinquente. A segunda recomendação, "mais complexa", é discutir os diferentes modelos de regulação de drogas como a maconha de maneira similar ao que se faz com o tabaco e o álcool. Os três dizem que "estudos médicos da mais alta seriedade definem a maconha como substância menos nociva que o tabaco". Regulamentar não é legalizar, antecipam-se os ex-presidentes, cientes de como o tema é polêmico. "Regular é criar as condições para a imposição de todo tipo de restrições à comercialização, publicidade e consumo do produto". Já fui favorável à legalização das drogas, mas li e ouvi tantos argumentos contrários que subi no muro e prefiro continuar estudando antes de ter uma posição definitiva, até onde posições sobre temas voláteis possam ser definitivas. De todo modo, debater a questão -e fazê-lo no mais alto nível nas Américas- é um primeiro passo essencial. Há pelo menos dois dados adicionais a pressionar para que esse debate se dê -e de forma urgente: 1 - Michael Shifter, presidente do Diálogo Interamericano, centro de estudos de Washington, aponta o risco de que "a violência transnacional crescentemente sofisticada" ponha em risco "as frágeis democracias centro-americanas". 2 - Stephen Johnson, diretor do Programa Américas do Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais de Washington, calcula que o tráfico de drogas movimenta por ano cerca de US$ 400 bilhões (R$ 733 bilhões), um poder econômico difícil de ser enfrentado até pelos países mais ricos da América Latina, quanto mais pelos pequenos Estados centro-americanos e andinos. Para comparação: toda a economia guatemalteca equivale a somente um décimo do valor do narconegócio. crossi@uol.com.br fonte: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mundo/36579-drogas-tema-inescapavel.shtml
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