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Encontrado 11 registros

  1. Boa tarde, meus camaradas. Seguinte, fumava direto desde os 17 anos, atualmente tenho 27. A onda sempre foi de muita risada, descontracao, relaxamento e alegria. Sempre fumei hash ou skunk.. Fumava ate mt mas nunca me atrapalhou em nd, me formei e trabalhei desde cedo. Porem, ha dois anos atras a historia mudou, e infelizmente pra pior. Passei o reveillon de 2015 no Universo Parallelo, e desde que voltei a onda da maconha ja nao era mais a mesma. Ficava mt pra baixo, passava da preguica.. Batia na depre mermo. Nessa epoca tava saindo do meu emprego e nao sabia pra qual area ou industria queria seguir minha carreira, estava mt perdido mermo. Somado a isso, continuei fumando meus baseados diarios, algo de 3-5 por dia. Só que tipo uns 5 meses dps a onda tava uma merda, eu ficava loucasso, com umas viagens introspectivqs de energia ruim, de que eu tava possuido por espiritos ruins, meus pensamentos tavam pesados, de baixa estima e mt voltado pra promiscuidade, pensava mt em sexo. Enfim, mesmo assim continuei tentanto fumar, e tive algumas experiencias horriveis que mais tardar foram diagnosticas como surtos psicoticos pelo meu psiquiatra. Comecei um tratamento psquiatrico em agosto de 2016 (fez 2 anos esse mes).. Tomei remedios por mt tempo e fui acomoanhado por um terapeuta especializado em drogas. Atualmente nao estou tomando remedio.. Ja me recuperei mt, mas ainda nao me sinto bem como smp me senti, e mt se deve ao fato de nao ter conaeguido mais controlar a onda da maconha. Tive algumas recaidas/tentativas de fumar nesses dois anos, mas sempre a paranoia ditou a onda.. Nunca mais foi a mesma, e isso me deixa me sentindo incompleto. Atualmente medito diariamente, pratico mt esporte, me alimento bem, estudo e estou em busca de emprego. Porem, a maconha sempre ta na minha cabeca.. E a questao que eu venho compartilhar c vcs e pedir conselhos é: sera que alguma hr a onda da maconha voltara ser boa e eu consiguirei controlar? Alguem ja passou por algo similar?? Gosto mt dessa porra e por mt tempo me fez bem.. Mas tenho medo da onda ser down e pesada como foram nas ultimas vzs q fumei. obrigado pela atencao e grande abss
  2. Salve, rapaziada! Galera, preciso de vosso conhecimento. Um amigo meu pegou um hash com um amigo dele e eu gostaria de saber como proceder para me certificar de que não terei um hash com vírus. Procurei em todos os cantos sobre o que fazer para esterilizar o hash e não encontrei. Será que deixando o hash parado por um tempo o vírus "morre"? Sei que o envolucro do vírus é feito de gordura, e sendo o hash pura gordura também, me pergunto se o vírus se dissolve no hash (devido a lipossolubilidade) e acaba perdendo a capacidade de contaminação, ou se ele acaba sendo preservado pelo hash. Qual a melhor forma para garantir que não entrarei em contato com um possível vírus presente no hash? Aquecer no forno? Aquecer com uma chapinha (de cabelo)? Dissolver em álcool? Esperar um determinado tempo? Se alguém tiver informações a respeito de algum estudo realizado na gringa e puder compartilhar aqui, agradeço muito!
  3. Caros growers e entusiastas, Trago a vocês uma situação recentemente experienciada por mim e por muitos (senão todos) que experimentam concentrados pelas primeiras vezes. Acredito que o relato e as informações a seguir se aplicam somente ao dabbing, termo aqui utilizado como o método de ingestão de concentrados (qualquer que seja) - que consiste em fumar o oil/wax/dab/shatter/hash por meio de sua vaporização via bong (com algum material aquecido, seja titânio ou vidro). Afinal, essa forma de ingestão da efeitos mais potentes e mais imediatos do que quando diluído no meio de outros materiais (seja tabaco, seja maconha). Enfim, vamos à questão: há alguns dias experimentei uma bongada de concentrado pela primeira vez. O bong é próprio pra concentrados, e o substrato usado foi um óleo extraído com álcool de cereais. A maconha usada foi dessas prensadas, um pouco melhor que a comercial. Ainda assim, a pancada foi assustadora. Logo na primeira bongada, que encheu meus pulmões, senti minha cabeça ficar leve. Fiquei tonto e tive que sentar. Quase perdi parte da consciência. Comecei a suar frio, principalmente na cabeça/testa/nuca. Uma certa dose de paranóia foi sentida também, mas nada que não pudesse ser conscientemente controlado por conta própria. Após uns 15 minutos, a sensação melhorou e pude aproveitar a onda com mais tranquilidade. Na hora, acreditei que a coisa fosse forte demais pra mim. No entanto, esse tipo de sensação não parece ser rara. Vejam, a baixo, algumas experiências reais, capturadas em vídeo, de pessoas expeirmentando concentrado pela primeira vez. - - - https://www.youtube.com/watch?v=JHgy5EApzdA - Alguém aí sabe o motivo desses efeitos? Alguns relatos similares? Cheers!
  4. Elas gostam de terra VERMELHA ! Verdade nua e crua >>>>
  5. Felipe2816

    Fumar haxixe para transar?

    Boa noite, gostaria de saber se haxixe para transar é uma boa, da velha e boa green eu já sei, mas na falta dela o haxixe é bom?
  6. Salve aventureiros ! queria saber sobre trazer algumas gramas de hash da Espanha, e se alguém já fez isso. dizem que rola um verdadeiro hash la, e ouvi algumas pessoas falando sobre engolir... Quero algumas dicas se possível ! Grande abraço e obrigado pela atenção desde Jah!
  7. Traficante internacional preso em Ipanema vendia 'super maconha'http://www.tribunahoje.com/noticia/157225/brasil/2015/10/09/traficante-internacional-preso-em-ipanema-vendia-super-maconha.html Patrick Rúbio, de 27 anos, vendia droga com efeito igual a 20 cigarros comuns de maconhar7.com 09 Outubro de 2015 - 08:43 Preso em Ipanema, integrante de quadrilha internacional de tráfico vendia drogas para a alta sociedade Reprodução/ Balanço Geral RJ O integrante de uma quadrilha de tráfico internacional de drogas preso nesta quinta-feira (8) em Ipanema, na zona sul do Rio, vendia wax, uma "super maconha" que poderia deixar o usuário sob efeito da droga por até 24 horas. Segundo a Polícia Civil,Patrick Rubio Calmon de Aguiar, de 27 anos, vendia a wax e outras drogas para os jovens da alta sociedade carioca. A wax tem origem em Amsterdam, na Holanda, e é conhecida como maconha destilada. Mais potente que a droga encontrada no Brasil, um cigarro de wax equivale a 20 cigarros comuns de maconha. A Polícia Civil informou que o suspeito também queria abrir negócio de drogas no Complexo do Alemão, zona norte do Rio. Patrick viajava para Europa e Ásia várias vezes durante o ano para comprar as drogas, segundo a polícia. Ele morava com os pais na rua Barão da Torre, no bairro de classe média alta da capital fluminense, mas afirmou que eles não sabiam dos crimes. No quarto de Patrick foram encontradas drogas de alto valor econômico. Haxixe marroquino, que custa R$ 200 a grama; haxixe paquistanês, que custa R$ 120 a grama e ecstasy, que era vendido a R$ 80. No total, havia cerca de R$ 50 mil em drogas. Policiais também encontraram sementes para o plantio da droga. Euros, dólares e cerca de R$ 20 mil também foram encontrados com Patrick. Em 2010, o suspeito já havia sido preso após ser flagrado com 1,5 kg de maconha prensada dentro de uma mochila. Segundo o delegado Fábio Asty, da Delegacia do Complexo do Alemão (45ª DP), Patrick foi preso mas liberado pela Justiça. Nesta quinta, agentes constataram que ele não estava empregado e não tinha comprovação da origem da alta quantia de dinheiro encontrada no quarto.
  8. Do álbum Diário - Meu Primeiro Grow

    Esse é o "hash de tesoura" que ficou nas lâminas após a manicure.
  9. Bevar Christiania! Olá! Este tópico tem o intuito de condensar os relatos de Christiania que até agora estavam espalhados pelo forum. Creio que isto facilitará a vida de quem ainda planeja visitar este paraíso anarquista do Hash que fica localizado na Dinamarca. Da seu dab dae que lá vem a história. Breve panorama de Christiania : A história começa em 1971, quando um terreno do exército cheio de alojamentos abandonados foi invadido por grupos de hippies, libertários, socialistas, punks e fugitivos (da lei, dos pais, da sociedade convencional), entre tantos outros. A Cidade Livre de Christiania é uma comunidade independente e autogestionada localizada na cidade de Copenhaga, Dinamarca. Christiania, também conhecida como "Freetown Christiania" (em dinamarquês: Fristaden Christiania) é um bairro auto-proclamado autonomo e sustentável. Com cerca de 850 habitantes, cobrindo uma área de 34 hectares, no bairro de Christianshavn na capital dinamarquesa Copenhague. As Autoridades publicas consideram Christiania como uma grande comuna, uma área de um status único na medida em que é regulada por uma lei especial, a Lei de Christiania, a lei de 1989, que transfere partes da supervisão da área do município de Copenhague para o estado . Christiania é organizada em vários conselhos, onde todos os moradores têm direito a opinar e discutir os problemas comunitários. As decisões não são feitas por votação, mas sim através do consenso. Isso significa que não é a maioria que decide e sim que todos tem que estar de acordo com as decisões tomadas nas reuniões. Às vezes, contam-se os votos somente para se ter uma idéia mais clara das opiniões, mas essas votações não tem nenhum significado deliberativo, não contam como uma solução para os problemas da comunidade. Christiania é dividida em 15 áreas, cada uma administrada pelos seus moradores, para facilitar o funcionamento dos serviços básicos. Christiania não tem leis, mas foram criados alguns consensos para o bom convívio da sociedade: Não às drogas pesadas Não às armas Não à violência Não se negociam prédios ou áreas residenciais Minha jornada por la começou no verão de 2012. Fiquei cerca de trinta dias por lá e, na moral, é o paraíso na terra. Pedalando, do centro de Copenhagen, dava 5 min no max. até o bairro Christiania. Tem feira de hashish ao ar livre, show de jazz em pracinhas, sol o dia inteiro no verão, mulheres lindas, ciclovias por toda cidade e comida incrível. É um lugar super relax, mas não tire fotos perto da barraca de hash, tenha bom senso e divirta-se q tudo sairá bem. Enfim, no bairro de Christiania tem mtu hash e maconha sendo fumados, shows de musica e barzinhos. Além de muitas barracas de parafernálias com pipes e até uns Roors. Tbm achei super legal a normalidade com que os locais encaram tudo isto. A barraca de frutas e verduras fica a 15 passos de distancia de barracas de hashs e maconha. No bairro tem muita arte urbana, cafés, restaurantes, bares e lugar para shows. Além da natureza, trilhas de bike e um visual incrível. É verdade que em algumas partes do bairro tem o aspecto descuidado mas no geral o bairro é muito fera. Rola uns picos perto do lago pra curtir uma brisa, mulher fazendo topless tomando sol, umas casas simpaticas. outras menos, muita turistada, mas muita galera local tbm. Os locais são bastante hospitaleiros e bem mais sorridentes e acolhedores qdo comparando com outros países escandinavos. Só a lingua dinamarquesa que é foda demais! Aprendi apenas que 'hai' é 'oi' e 'tak' é 'obrigado'. Mas mesmo assim é bem tranquilo pois todos falam inglês fluentemente. Além disso, vale muito conhecer Copenhagen toda. Tem restaurantes sensacionais, museu da Carslberg [ com edições exclusivas nos supermercados] , parque do Lego, Tivoli, etc. Pois é rapaziada, um viva p/ cidade livre de Christiania! Viva a terra da carlsberg e do frikadeller...com um pouquito de hash! Olha o solzinho das 19:30, tava começando escurecer as 22h . Não sei como é o inverno mas no verão é o paraíso na terra: muita cerveja, mulher bonita,sol,festivais de musica pela cidade e paisagens iradas. A feira de hashish não fecha nem domingo, com muitas barracas diferentes espalhadas pelo green light district. E na real, é igual comprar verdura. Tem hash de tudo quanto é tipo e tudo quanto é preço. Escuros, claros, macios, duros, kiff, ice, wax, etc. E com buds iguais de amsterdam [ nada demais ] . Maioria midgrades e tlvz um ou outro quase highgrade. Uns que vi foram Super Skunk, Jack Herer, Super Silver Haze Minha primeira experiência na feira foi na barraca que tinha uma certa fila. O cara que tava atendendo era um hiponga das antigas de cabelo comprido e barbona branca. Creio que isto é uma raridade lá hoje em dia, pois a maioria dos hippies não vendem mais hash devido a certos casos de repressão do governo dinamarquês no inicio do século 21. Acho que era o unico lá desse naipe se bobear. Perguntei do hash mais saboroso e ele foi super simpatico e sugeriu o Marroc, com gostinho floral, frutado e apimentado. Pala suave, bom para um fim de tarde tranquilo. O segundo que acabei pegando um tal de malana sweet cream q tinha la e que tava com a cara boa..bem melento. Malana Sweet Cream Alem desse peguei um pouco de Durban Poison, SSilver Haze e Zero Zero Preço? Varia dependendo da qualidade e quantidade como qualquer lugar do mundo. Para efeito de comparação, a grama do Charas nesta foto abaixo estava 80 Krones [ aprox. 33 reais ]
  10. Pergunta boba. Quanto mais ou menos se extrai de hash por planta? E 1g de hash serve pra mais ou menos quantos baseados?
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