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  1. Oi amigos growers e simpatizantes, Estou em meio a um problemão e quis compartilhar com vocês. Pode até ser que tenham outros tópicos e tals que mostrem algum desenvolvimento envolvendo familiares e pessoas de convivência. Mas minha decepção é tão grande e profunda que tenho vergonha de me expressar para meus contatos de convívio íntimo. Eu gostaria de compartilhar com vcs aqui da casinha que acabei de formar uma família maior... Minha filhinha nasceu a alguns meses atrás. Foi um momento de estremecimento de tudo que vc acredita ou não. Um turbilhão. O maior desafio que já encarei: cuidar de um recém-nascido. Tudo está indo muito bem com meu cultivo, inclusive consegui belos buds. Os melhores. Acompanhem meu álbum, confiram pra ver. Tudo ia muito bem com minha esposa (que não fuma mas já fumou comigo algumas vezes quando éramos mais jovenzinhos), ela é uma pessoa extremamente justa e sincera. Sempre concordou com cultivar. Ela sabe, quer dizer, ela é inteligente o suficiente pra saber que não planto pra nada se não pelo justo. Eu ando pelo correto! E ela também, talvez até nos momentos que ninguém veja, anda também. Eu confesso que no começo da gravidez eu fiquei muito triste por ter que não mais plantar... Como eu iria conseguir aquela qualidade e aquela procedência com a santa ganja proibida?? Foi minha esposa que me apoiou e disse que poderíamos seguir. Ela não me achava errado e sabia que eu sou um homem justo e de procedência. O meu grow em meio aos filhos seria um grande desafio, mas seria possível, pois o nosso amor é maior. Poderíamos continuar o barco juntos... E verdade, já tínhamos superados coisas piores... Mas as coisas se modificaram depois do nascimento do bebê. Antes de entrar na análise comportamental eu preciso dizer que existe outro lado da história. Mas o fato de eu considerar que exista outra visão não faz de mim um mentiroso. Eu vou contar de forma tendenciosa, sim! Eu assumo... Prometo dizer a realidade, eu prometo não inventar nem aumentar nada. Esse tópico está sendo escrito depois de outra briga. Está sendo escrito de coração partido. Eu acho que em todas as relações em que hajam discordância, as relações humanas são o principal exemplo, serão classificadas em saudáveis, salutares ou doentias dependendo de como essas diferenças são mediadas. Aqui em casa as brigas se tornaram comuns... Eu parei de me comunicar com minha esposa. Depois que o baby nasceu ela achou que eu seria uma coisa e eu achei que ela seria outra. Meu casamento está arruinado. Estou em prantos... Ela ameaçou meu grow com palavras baixas e altom som pra vizinhos escutarem que eu amo minhas plantas... Que eu não veria meu bebê me visitando por que ela me entregaria... Que eu só penso nisso... No meu conforto... Isso me magoa muuuuuito. A pessoa brinca com seus sonhos e coloca sob risco a sua própria liberdade. Hoje... Logo nas datas do calendário da luta contra violência doméstica. Apanhei de novo... Uma surra com um mundo que está dentro de minha esposa. Ela jogou o peso do mundo em mim... Eu disse no auge da briga pra ela parar de pesar a minha vida com insultos. Com tantas ordens. Pra minha esposa, eu deveria fazer muito mais. Ela disse que agora que sou pai vou cair na labuta. Berrou que acabou a mamata. Que agora o bicho vai pegar. Durante todas as outras últimas discussões ela citou o grow pra me atacar num total de 14 vezes!!! Absurdo!!! Me ataca com uma faca porrrra!!! Moramos em apartamentos!!!#####!!!!!! #sessão desabafos Eu estou magoado. Decepcionado. Triste. meu casamento já era. A mulher morreu pra mim também... Estou ficando sozinho no mundo. Briguei outro dia até aqui... Kkkk Porra meninos... Não me liberto do machismo... Sou um idiota. Sei que sou. Vou fumar um. Vou ver se recebo alguma boa ideia por aqui. Eu preciso de vcs... Me ajudem por favor.... Estou desesperado. Estou me sentindo humilhado. Agora mesmo. Ela passou em um concurso. Nesse momento o nosso bebê foi ficar com uma avó. A minha esposa veio até meu escritório e perguntou se vou precisar de dinheiro amanhã pra trabalhar. Ela está no esculacho alto nível... Não entendo... Eu gostaria que ela se separasse pra eu viver na paz. Ela me perturba toda hora. Acabou o respeito (partiu pipe) Voltei do pipe... Mesma coisa...
  2. Eu sei, eu escrevo muito... já peço desculpas desde já... ^^ Um pouco de contexto: Sempre fui presente na vida de minha filha (1 ano e meio), mesmo ela morando com a mãe e o namorado atual em outra cidade (220km) fui praticamente todos os meses, as vezes mais de uma vez por mês, a vezes por 15 dias ou mais. A convivência sempre foi saudável, e minha família adotou tanto ela como o namorado como membros da família, sempre recebendo e a tratando bem, e até aturando certos abusos. Apesar de não ter um acerto sobre a pensão pois sempre deixei claro minha condição de freelancer, tudo foi fornecido a ela e jamais permiti que faltasse nada, de enxoval a cadeiras, fraldas, roupas e brinquedos; além de depósitos sempre que possível, enquanto a mãe tem um emprego fácil no governo e recebe em torno de 3500. Recentemente sem ser capaz de dar explicação maior das razões pra tal, inclusive ligando para meus pais(???) em reclamações infundadas e genéricas sobre mim, alem de ofensas, tem dificultado minha convivência com a criança, até o ponto de proibir que eu a veja a não ser q sob suas estritas condições, horarios, e mediante pagamento e acerto da pensão ao qual ela nunca deu entrada, quer que eu faça isso. Alem disso, afirma que o namorado e ela são os únicos a ter voz na vida da criança, e ele recentemente passou a dizer que é o pai. Ela tem negligenciando a criança aos cuidados do companheiro que sempre se mostrou psicologicamente instável, alem de incapaz de suprir a criança de afeto e carinho, uma vez que tem certa aversão ao toque, indícios de personalidade obsessiva compulsiva, e submete a criança a longos períodos de silêncio e baixa iluminação pois assim é do seu agrado. Ambos são extremamente voláteis e perdem completamente a cabeça ao serem contrariados mesmo sob fortes argumentos de que estão errados. A Mãe na maior parte das vezes é carinhosa e afetiva, porem surtos de raiva são cada vez mais constantes não só comigo como com a minha família. Desde que comecei a ser impedido de conviver com minha filha, ela tem se mostrado carente, raramente emite sons, deixou de me chamar de pai, entre outras demonstrações que me preocupam para uma criança dessa idade, baseado na minha experiência com 3 irmãs mais novas, uma inclusive sendo adotada ainda bebê e hoje com 6 anos, com a qual convivo diariamente e participo ativamente da educação. Os impedimentos começaram a ocorrer a partir do momento que eu me mostrei disposto e me organizei para mudar para próximo deles afim de ficar mais perto da minha filha, fazendo provavelmente que o companheiro se sentisse ameaçado. Isso me obrigou a entrar com um pedido de guarda a meu favor, uma vez que ela se monstra incapaz de gerir a guarda compartilhada e indisposta ao dialogo pois jamais contraria o namorado. Na ultima visita, o companheiro me impediu de ver a criança, e fez o possível para me induzir a agredi-lo fisicamente para ter algo para usar contra mim, felizmente nunca fui do tipo "machão" e principalmente jamais faria isso na frente da minha filha, mesmo com a falta de respeito dele em gritar e se alterar completamente ao ponto de babar na presença da criança enquanto tomava ela de mim, enquanto eu mantinha a calma. Sempre sempre fui um pai exemplar e presente, e ela mesma sempre disse que como pai jamais teve do que reclamar. Minha irmã caçula é um exemplo da capacidade da minha família e minha de educar, uma vez que muitas vezes demonstra mais respeito a mim que ao nosso pai e sempre recorre a mim quando tem duvidas diversas, a educação que demos a ela é o orgulho da família. Sempre quis ter filhos, diferente da mãe que constantemente reclama jamais ter planejado ou desejado uma criança. Não só eu, como minha família, criamos fortes laços afetivos com a criança, laços que vem sendo minados por passar o dia com o namorado da mãe enquanto ela trabalha. O namorado dela é extremamente controlador e anti-social, prendendo minha filha em seu pequeno mundo aonde só existem os três, um vez que nem um dos dois tem contato saudável com suas famílias. Ambos sempre me impediram de exercer meu papel de pai, sempre fui informado só depois que decisões já foram tomadas, inclusive no nome da criança que soube por terceiros que foram ao chá de bebê, nome que eu já tinha expressado não gostar. A Cannabis: A mãe sempre soube do meu uso recreativo de cannabis e sempre conviveu com pessoas assim, apesar de já ter experimentado não faz uso, porem já fumei com amigos dela na casa dela e coisas assim, nunca demonstrou se preocupar inclusive me dando de presente uma caneca desenhada de próprio punho com essa temática. Sua droga de escolha é a bebida, inclusive já tendo voltado a consumir mesmo ainda amamentando. Meu consumo de cannabis é muito provavelmente a única coisa que possuem para usar contra mim, gostaria de saber o quão preocupado devo ficar, e o quanto isso pode pesar para a decisão final da guarda caso ela tente usar isso contra mim (algo que muito provavelmente aconteça). Obviamente eu jamais fumo quando a criança está sob meus cuidados. Minha família tem conhecimento do meu consumo, e o de minhas 2 irmãs mais velhas (não por minha influência, só me disseram que fumavam quando souberam que eu fumava), apesar de não gostar por questões ideológicas, respeito a individualidade e dialogo sempre foi regra máxima na minha família, o que permite um convívio saudável mesmo assim. Apesar de ter muito a meu favor, como textos, fotos e testemunhas... eu temo pelo preconceito por parte da juíza, temo que me enxergue como um "viciado incapaz" e isso sobressaia a capacidade dela de enxergar a carência da criança e minha habilidade e dedicação como pai, e ao fato de uma vez comigo ela não estaria amparada só por mim mas por toda uma família que sempre foi unidade e sempre trabalha pelo bem comum, uma vez que moro com meus pais por escolha, para ficar perto deles e de minha irmã, em uma casa capaz de acomodar a todos. Tenho uma ótima advogada, e desde o começo deixei bem claro meu uso... apesar de vasta experiência com casos de vara familiar, ela ainda não teve um caso em que isso fosse levado ao Juiz, e os casos que ela conhece são antigos, e alguns os pais que só foram permitidos ver os filhos com acompanhamento de assistência social. Ficaria muito agradecido com qualquer dicas de quem entenda do assunto ou relatos pois sinceramente não sei o que esperar, não sei se terei de fazer um exame toxicológico ou algo assim. Tenho evitado ao máximo fumar e sinceramente, apesar de divertido, não tenho grandes problemas em ficar sem chapar e isso não me faz falta... o que me faz falta é dormir, não tomo nem um tipo de remédio ou calmante e bebidas também não me agradam nem resolveriam, mas a cannabis sempre me ajudou a dormir bem principalmente em épocas de grande ansiedade como agora, aonde já fazem 4 semanas que espero o processo chegar as mãos da Juíza (Mulher, jovem e mãe divorciada). Enfim, Não tenho intensão nenhuma de afasta-la da mãe pois reconheço a importância de ambos os pais na vida da criança, mas a alienação e manipulação do namorado tanto sobre ela quanto sobre minha filha, já passa os limites do ridículo na minha opinião e me forçou a tomar uma atitude. Tudo que eu quero é exercer meu papel de Pai e criar minha filha para ser uma criança feliz, respeitosa, que de valor à família, aos pequenos momentos e cheia de amor... Desde já agradeço! Bom 420 pra vocês! =~)
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