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  1. Bom dia rapaziada! Vim discutir sobre quão prejudicial pode ser usar cigarros como filtro do baseado, sei que em alguns lugares falam "Cigarronha" e por aqui no Rj geralmente se fala "Balão". Não gosto muito de fumar o tal balão, mas as vezes acabo fumando porque sinto a onda mais suave. Será que isso faz mal ou não? Para os que não sabem é um baseado que tem como "piteira" um cigarro, não fumamos o cigarro, só a maconha.
  2. Sec21

    Dando um time

    Desde 2010 conheço a cannabis, já parei de fumar algumas vezes e venho sentindo esta necessidade diariamente, fumo todos os dias uns 5 baseados de haxixi, sei que isso só vai me prejudicar, não tenho controle algum sobre o uso, quando fumo menos fumo 3, mas tem dia que chega a uns 7. Peço dicas de como parar de fumar desde o chiclete ao oq fazer com a droga q tenho em estoque 😨
  3. Fumei meu primeiro beck em maio desse ano, foi a melhor droga que já usei. Fumei de novo uma semana depois, não deu nada, mas um cara que tava comigo ficou muito chapado. Depois de tudo isso comecei um tratamento com sertralina e comecei a fumar cigarro, ou seja, aprendi a tragar. Daí fumei um ontem, nada. Fumei outro hoje, e nada. Bom, pesquisei sobre isso e não achei justificativa, alguém sabe se o motivo de eu não chapar é não fumar direito ou tem algo de errado comigo ou são os remédios? Uma resposta iria me ajudar muito.
  4. Extrato de cannabis em cigarro eletrônico é melhor para saúde que maconha http://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/redacao/2016/05/26/cannabis-no-cigarro-eletronico-e-mais-eficaz-para-uso-medicinal.htm Paula Moura Colaboração para o UOL 26/05/201610h00 Um estudo avaliou a eficácia de uso de maconha em cigarros eletrônicos e descobriu que é uma alternativa mais segura aos cigarros comuns para tratamento terapêutico. A pesquisa publicada na Scientific Reports, do grupo da revista Nature, nesta quinta-feira (26), enfatizou a utilização de óleo de haxixe extraído com butano em vez da planta in natura. Segundo os autores do Centro Universitário de Medicina Legal de Lausanne, na Suíça, é uma nova forma de administrar os canabinoides. A vaporização como forma de usar os componentes medicinais da planta cannabis é estudada na medicina há cerca de dez anos, mas não havia sido testada cientificamente nos chamados e-cigarettes. "A grande novidade é o estudo do uso do óleo no formato de e-cigarette em vez da planta in natura", diz Renato Filev, pesquisador da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo). Os vaporizadores são mais seguros porque quando a maconha é fumada em cigarro comum pode produzir fumaça prejudicial à saúde. Os canabinoides, como THC e BHO, para fazer o extrato usado no cigarro eletrônico foram extraídos com gás butano para produzir o óleo de haxixe concentrado. Amostras dos vapores gerados por três e-cigarettes foram coletadas e analisadas, apresentando muito menos substâncias tóxicas. Getty Images Os dispositivos usados para a vaporização são filamentos que esquentam para que as substâncias virem vapor sem que haja queima, explica Filev. "Qualquer matéria orgânica ao ser levada à combustão pode produzir substâncias tóxicas: hidrocarbonetos, que danificam os tecidos, alcatrão e monóxido de carbono (que prejudica troca gasosa no sangue)." Fumar o cigarro comum também pode causar desconforto pulmonar, como aperto no peito, chiado, entre outros sintomas. Apesar de ser menos tóxico, o óleo pode arrastar outros tipos de produtos como agrotóxicos, traços do solvente ou mesmo fungos e bactérias, aponta o brasileiro. Ele explica que geralmente se usa a flor da planta, que concentra a maior quantidade de resina. Essa resina contém THC (tetrahidrocanabidiol) - substância psicoativa, que provoca euforia-- e CBD ou canabidiol, ambos com efeito medicinal e atuantes contra convulsões. Vincent Varlet e seus colegas da Suíça avaliam que a vaporização também foi mais eficaz do que remédios com o concentrado de canabidiol ingeridos oralmente. Além da redução de substâncias tóxicas, os autores da pesquisa acreditam que o uso do extrato e da vaporização representa um risco baixo de serem usados por consumidores de maconha para uso recreativo. Isso porque a solvência do óleo de haxixe de butano em refis comerciais líquidos dificultam a fabricação de refis com concentrações altas de óleo, que são preferidas por esses usuários. Eles ressaltam que, como apenas um tipo de e-cigarette foi analisado no estudo, outros dispositivos de outras marcas e de extratos podem produzir canabidinoides diferentes e outros níveis de compostos voláteis. Uma limitação do estudo é que não se comparou o vapor de óleo de haxixe versus a planta in natura também vaporizada, apenas queimada." Renato Filev, da Unifesp Brasil proíbe venda de cigarros eletrônicos No Brasil, há apenas vaporizadores importados e geralmente são mais usados para uso recreativo do que medicinal. Esses dispositivos não geram fumaça nem cheiro forte. "Pessoas usam em locais públicos e passam despercebidos", diz Filev. Os cigarros eletrônicos são proibidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Segundo a agência reguladora, "a medida levou em consideração a falta de comprovação científica sobre a eficácia e a segurança do produto". A assessoria de imprensa da Anvisa disse que a proibição foi decidida após consulta pública com a participação de órgãos de defesa do consumidor e que os produtos foram desaconselhados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) no final de 2008.
  5. Nicotina muda o efeito da maconha no cérebro, diz estudo http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/nicotina-muda-o-efeito-da-maconha-no-cerebro-diz-estudo 19/08/2015 Maconha: indicavam que usuários da droga têm um hipocampo menor Marina Demartini Marina Demartini, de EXAME.com São Paulo – Um estudo norte-americano pode revolucionar tudo que se sabe sobre o efeito da maconha e da nicotina no cérebro. Cientistas da Universidade do Texas, na cidade de Dallas, descobriram que há uma relação bizarra entre a memória e o uso destas substâncias. A memória e o aprendizado são regulados por uma região do cérebro chamada hipocampo. Geralmente, pessoas que têm essa área cerebral menor, também apresentam um mau funcionamento da memória. Estudos anteriores indicavam que pessoas que usam maconha têm hipocampo menor e, consequentemente, uma memória pior. No entanto, segundo a pesquisa norte-americana, quando os usuários combinam a nicotina com a cannabis, esta relação é diferente. Mesmo com a diminuição do hipocampo, a memória de quem usa as duas drogas não sofre piora. Além disso, os pesquisadores também descobriram que quanto maior for o número de cigarros de maconha e nicotina fumados por dia, menor o volume do hipocampo e melhor o desempenho da memória. De acordo com a pesquisa, não houve associação significativa entre o tamanho do hipocampo e a melhora da memória em pessoas que só usam nicotina ou fumam apenas a cannabis. Os participantes foram divididos em quatro grupos: pessoas que não usaram maconha ou nicotina nos últimos três meses; usuários que fumam maconha pelo menos quatro vezes por semana; indivíduos que usam nicotina dez ou mais vezes por dia; e usuários que fumam cannabis quatro vezes por semana e também nicotina dez vezes por dia. Para realizar a pesquisa, os cientistas fizeram ressonâncias magnéticas nos cérebros dos participantes. Eles completaram uma avaliação sobre histórico de uso de drogas e testes neuropsicológicos três dias antes do exame. De acordo com Francesca Filbey, líder do estudo, ela decidiu fazer esta pesquisa pois 70% das pessoas que usam maconha também são usuários de nicotina. “A maioria dos estudos sobre a cannabis não analisam o uso da nicotina”, disse a pesquisadora ao site da universidade. “Nós precisamos compreender como o uso combinado destas substâncias altera o funcionamento do cérebro para realmente entender seus efeitos na memória e no comportamento”, finalizou Filbey. O estudo foi publicado no jornal "Behavioural Brain Research".
  6. * por Gerivaldo Neiva Ontem foi domingo e me droguei muito. Comecei por volta das 13h e só fui parar depois das 22h. Éramos uns poucos amigos e amigas, casais amigos, e quase todos se drogaram também. Uns mais e outros menos. Petiscamos durante o dia e só no final da festa é que resolvemos comer algo mais consistente. Sorrimos muito e também tivemos momentos de conversa séria. Eu, por exemplo, quando me drogo, tenho momentos de euforia e de silêncio. Passo horas ouvindo as pessoas e outras horas com o olhar perdido. Depois, peço desculpas e retorno à euforia e boas risadas. Um desses meus amigos gosta muito de misturar e reclama que não está sentindo nada, embora todos os demais percebam seu visível estado de euforia. Outro amigo tem sempre um copo de água ao lado, mas poucas vezes bebe a água. Outro tem o ciclo bem rápido e em poucas horas passa da sobriedade para a euforia, silêncio e sono; depois, quando os demais ainda estão na fase da euforia, ele já está completamente recuperado e começa do zero. Outro não come nada e justifica que se comer não consegue continuar se drogando e sente muito sono. Outro, ao contrário, tem sempre um prato de petiscos ao lado e justifica que não consegue se drogar sem comer. Outro, talvez só eu saiba disso, provoca vômito cada vez que vai ao sanitário para continuar se drogando e parecer sóbrio. Drogas são drogas e ponto final. Todas elas alteram nossa percepção sensorial e, em consequência, a forma de ver o mundo. Esta relação das drogas com cada pessoa é única. Drogas é uma coisa e o efeito delas é algo absolutamente pessoal. Busca-se, portanto, algo entre a pessoa e a droga. Este algo é único e individual e reflete exatamente a história da pessoa com os efeitos da droga. Então, como cada um tem sua própria história, a relação dessa história com a droga também será uma história própria. Por causa disso, uns usam drogas apenas uma vez e não gostam, outros conseguem usar por muitos anos e não se tornam dependentes e outros não conseguem mais parar de usar depois da primeira experiência, tornando-se um usuário dependente. Independentemente do caráter de legal ou ilegal, lícita ou ilícita, todas as drogas são drogas e estabelecem as mesmas relações com o usuário, pois não sabem se são permitidas ou não. Assim, o uso do tabaco pode causar um profundo bem estar ao fumante, embora possa causar inúmeros tipos de câncer. Da mesma forma, o álcool pode oferecer alegria e euforia e, ao mesmo tempo, causar uma infinidade de problemas à saúde de quem ingere álcool. Adentrando às drogas consideradas ilícitas, a cocaína pode causar sensação de autoconfiança e poder, mas pode também comprometer a saúde de quem cheira ou injeta. Também a maconha pode relaxar e proporcionar viagens leves e lentas, mas também pode causar mal à saúde de quem fuma. O ponto comum é que todas as drogas podem causar a dependência e se tornar um problema para o usuário, seus familiares e comunidade. No fim, o problema a ser enfrentado e discutido é por que alguns usuários se tornam dependentes e problemáticos e outros não. Sendo assim, como jamais conseguiremos acabar com as substâncias que alteram nossa percepção sensorial, interessa muito mais entender a mente humana, as tragédias pessoais e a desigualdade social do que proibir e criminalizar as drogas. Pensando assim, fico a me perguntar, qual o fundamento jurídico, legal, histórico, filosófico, moral, religioso ou de qualquer outra natureza para considerar marginais e bandidos pessoas que usam algum tipo de droga? E mais, também me pergunto, por que as drogas fabricadas pela indústria capitalista, a exemplo do tabaco, álcool, ansiolíticos e antidepressivos, são consideradas lícitas e, inexplicavelmente, as drogas que não passam pela indústria capitalista são consideradas ilícitas, a exemplo da maconha e cocaína? Será, por fim, que o detalhe em comum seja exatamente este: a indústria capitalista? Voltando ao começo, ontem fiz um churrasquinho em casa e convidei os amigos para matar a saudade, jogar conversa fora, comentar os jogos da Copa no Brasil e as consequências na campanha política, lembrar das aventuras passadas, dos tempos difíceis, empanturrar de carnes e, principalmente, tomar muitas cervejas. Abasteci o freezer com algumas caixas de cerveja, preparei costelinhas de porco e carneiro com toque final de alecrim; coração de frango, coxinhas da asa de frango, costela de boi ao forno com papel alumínio, calabresa mista apimentada (uma delícia!) e, como não poderia deixar de ser, saborosas picanhas com dois dedinhos de gordura. Na manhã seguinte, como sou de carne e osso, tinha as mãos trêmulas, boca seca, dificuldade de raciocinar e uma sede insaciável, ou seja, estava de ressaca. Sei, por fim, que no mesmo domingo milhões de pessoas fizeram a mesma coisa e outros milhões usaram drogas consideradas ilícitas. Muitos, como eu, trabalharam normalmente no dia seguinte e outros, não tenho dúvidas, por conta exatamente de sua relação com as drogas, continuaram usando abusivamente e causando problemas à sua família e comunidade. No mais, é muito provável que muitos policiais militares, que poderiam estar presentes em algum churrasco e provavelmente também de ressaca, resultado das cervejinhas do domingo, irão prender em flagrante jovens pobres, negros, periféricos e excluídos com pequenas porções de maconha ou crack, conduzindo-os a algum delegado, também de ressaca, que irá indiciá-lo, mais pela cor da pele e condição social, como traficante de drogas. Em seguida, algum representante do Ministério Público, também participante do churrasquinho do domingo, irá representar pela prisão preventiva com fundamento puro e simples na “garantia da ordem pública” e, por fim, seu destino será escrito indelevelmente como acusado por tráfico de drogas quando as mãos trêmulas e boca sedenta de algum juiz de direito lhe decretar a prisão preventiva e lhe esquecer na prisão. Domingo que vem tem mais churrasco com os amigos, muita cerveja e ressaca na segunda-feira, mas também terá muita galera fumando maconha, cheirando cocaína e fumando pedras de crack. A diferença é que uns, por conta da droga usada, cor da pele e condição social, serão presos e condenados e outros, enquanto cidadãos respeitáveis, tomarão um engov ou epocler e assinarão mandados de prisão. * Gerivaldo Neiva é Juiz de Direito (Ba), membro da Associação Juízes para a Democracia (AJD), membro da Comissão de Direitos Humanos da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) e Porta-Voz no Brasil do movimento Law Enforcement Against Prohibition (Leap-Brasil) http://www.gerivaldoneiva.com/2014/07/ontem-foi-domingo-e-me-droguei-muito.html
  7. Fala pessoal. Gostaria de mostrar a vocês uma ideia minha. Numa dessas enquanto estava chapado, tive essa visão, expor à web o que todos nós já sabemos, mas de forma ilustrativa. "Drogas licitas VS maconha." Sou formado em sistemas de informação, trabalho com desenvolvimento de aplicações para web. Resolvi criar isso para aproveitar o embalo da 'legalização' que estamos passando e também para contribuir com a minha parte a essa luta que fazemos parte a muitos anos. E humildemente é com o que posso contribuir a nossa "comunidade". Explicando rapidamente: Acessem e vejam: http://www.skanking.com.br Trata-se de um mapa estatisco. Fui atras de informações sobre mortalidade causada pelas drogas licitas (permitida o uso por lei) e citando fontes. Cheguei a um numero, 7.500.000 mortes anuais, convertendo isso para minutos, temos algo em torno de 12 mortes por minuto. É um numero "chocante", né? Mas números não são suficientes. Resolvi deixar isso de forma ilustrada para sensibilizar as pessoas. O que faço por trás desse site, é jogar uma caveirinha a cada 4 segundos em algum lugar aleatório do mundo, simbolizando uma morte. (deixando claro que é tudo simbólico, são numeros estatisticos e não numeros em tempo real). A cada 4 mortes, uma é causada pelo álcool e as demais pelo tabaco. Enquanto isso a maconha matando ninguém desde sempre, hehehe. Ao mesmo tempo, enquanto as caveirinhas pipocam na tela, vai passando umas curiosidades aleatórias cadastradas num banco de dados. Vim pedir ajuda de vocês! Meu objetivo não é ganhar dinheiro com isso, é um projeto independente e sem fins lucrativos, estou arcando com as despesas e não estou pedindo ajuda com isso. A ajuda que peço a vocês é para colaborarem com o que puderem, desde informações até melhorias na ideia! Por exemplo: Mandarem curiosidades sobre o assunto para a sessão "você sabia?"; Mandarem sugestões de layout; Ideias para agregar a minha; Evoluir a ideia; Dilvulgar (ainda não na verdade, pois quero evoluir mais e deixar mais bonito.) Qualquer coisa que possamos agregar e criar algo foda e jogar na cara de quem nos julga! Estou tentando entrar em contato com grandes portais/movimentos/comunidades para colaborar também, enquanto isso, só tenho acesso a vocês, growers, simpatizantes do assunto, maconheiros e etc . Quem tiver algum interesse especifico, deseja dar alguma ideia de forma mais "privada", manda inbox ou email ([email protected]) , caso contrario peço que poste aqui e deixe publica a opinião de vocês. Critiquem, me xinguem, elogiem, mas me ajudem, isso é do interesse de todos. E me desculpem moderadores, caso isso não seja permitido por aqui. Abraço a todos. ps: o nome skanking é uma viagem minha, uma combinação do termo "skanking" (em inglês, 'queimar um' ou algo parecido) com skunk + king. rei do skunk. hehehe futuramente, talvez vire alguma identidade visual, mas sei lá, não estou pensando nisso agora. edit: Disponibilizei uma pagina para consultar todos os fatos da parte "Você sabia?": http://skanking.com....aTodosFatos.php
  8. Pessoal, a muito tempo tenho essa duvida e finalmente resolvi esclarece-la e procurei por ai e não achei a resposta especifica que queria Há o mito que diz que aquela "resina" marrom que fica no papel durante o uso e também acumula-se em bongs e etc... O mito afirma que nesta resina a concentração de THC é maior do que na maconha propriamente dita. Eu sei que na resina extraída diretamente da planta isto é um fato, e dela é feita o haxixe inclusive. Mas na cannabis prensada, de modo geral de baixa qualidade e comumente comecializada, há um alto acumulo de uma pasta marrom que vai se acumulando no papel e em qualquer recipiente em que voce fume. Seguindo esta teoria muita gente gosta de formar seus cigarros com as pontas dos anteriores, estando elas "resinadas" e por tanto tendo mais concentração de thc, aumentando a onda.. minha duvida é se realmente há uma concentração maior de thc nesta "resina" especifica. tenho a impressão de que não é verdade o mito pelo mal cheiro e gosto desta resina, me parece ter mais amonia e outras coisas do que propriedades psicoativas. se não fui claro, me ajudem a esclarecer melhor minha pergunta. desde já agradeço a ajuda.