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Encontrado 6 registros

  1. E aí moçada, segue a pergunta: em qual temperatura você vaporiza a sua erva? É sabido que diferentes canabinóides são liberados em diferentes temperaturas, o que torna o uso do vaporizador muito mais eficiente. É possível, por exemplo, dosar o seu uso de acordo com a sua vontade, escolhendo o tipo de brisa certo para o momento (mais Thc ou Cbd, etc). Segue abaixo uma tabela com as respectivas temperaturas E vocês, costumam vaporizar em qual temperatura? Vamos tentar criar aqui um espaço de discussão para dúvidas e receitas de vaporização com a maconha! Segue abaixo um ótimo site que referencia as variedades de cannabis com suas propriedades médicas. http://www.leafly.com/
  2. Salve, galera, tudo bem? Se tiver posto o tópico em lugar errado, peço desculpas, sou novo aqui e ainda estou me habituando. Minha dúvida sobre temperaturas no vaporizador é a seguinte: É sabido que diferentes canabinóides são liberados em diferentes temperaturas, de forma que é possível dosar o seu uso de acordo com a vontade, escolhendo o tipo de brisa (mais Thc ou Cbd). Na erva, cada temperatura evapora determinado canabinoide, mas e nos concentrados, também é possível fazer esse controle ou sempre irá evaporar todos os canabinoides juntos? Não sei se funcionaria da mesma forma ou se há alguma uma tabela específica pra concentrados, como existe para as ervas: Alguém sabe me dizer, ou também tem essa mesma dúvida?
  3. Extrato de cannabis em cigarro eletrônico é melhor para saúde que maconha http://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/redacao/2016/05/26/cannabis-no-cigarro-eletronico-e-mais-eficaz-para-uso-medicinal.htm Paula Moura Colaboração para o UOL 26/05/201610h00 Um estudo avaliou a eficácia de uso de maconha em cigarros eletrônicos e descobriu que é uma alternativa mais segura aos cigarros comuns para tratamento terapêutico. A pesquisa publicada na Scientific Reports, do grupo da revista Nature, nesta quinta-feira (26), enfatizou a utilização de óleo de haxixe extraído com butano em vez da planta in natura. Segundo os autores do Centro Universitário de Medicina Legal de Lausanne, na Suíça, é uma nova forma de administrar os canabinoides. A vaporização como forma de usar os componentes medicinais da planta cannabis é estudada na medicina há cerca de dez anos, mas não havia sido testada cientificamente nos chamados e-cigarettes. "A grande novidade é o estudo do uso do óleo no formato de e-cigarette em vez da planta in natura", diz Renato Filev, pesquisador da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo). Os vaporizadores são mais seguros porque quando a maconha é fumada em cigarro comum pode produzir fumaça prejudicial à saúde. Os canabinoides, como THC e BHO, para fazer o extrato usado no cigarro eletrônico foram extraídos com gás butano para produzir o óleo de haxixe concentrado. Amostras dos vapores gerados por três e-cigarettes foram coletadas e analisadas, apresentando muito menos substâncias tóxicas. Getty Images Os dispositivos usados para a vaporização são filamentos que esquentam para que as substâncias virem vapor sem que haja queima, explica Filev. "Qualquer matéria orgânica ao ser levada à combustão pode produzir substâncias tóxicas: hidrocarbonetos, que danificam os tecidos, alcatrão e monóxido de carbono (que prejudica troca gasosa no sangue)." Fumar o cigarro comum também pode causar desconforto pulmonar, como aperto no peito, chiado, entre outros sintomas. Apesar de ser menos tóxico, o óleo pode arrastar outros tipos de produtos como agrotóxicos, traços do solvente ou mesmo fungos e bactérias, aponta o brasileiro. Ele explica que geralmente se usa a flor da planta, que concentra a maior quantidade de resina. Essa resina contém THC (tetrahidrocanabidiol) - substância psicoativa, que provoca euforia-- e CBD ou canabidiol, ambos com efeito medicinal e atuantes contra convulsões. Vincent Varlet e seus colegas da Suíça avaliam que a vaporização também foi mais eficaz do que remédios com o concentrado de canabidiol ingeridos oralmente. Além da redução de substâncias tóxicas, os autores da pesquisa acreditam que o uso do extrato e da vaporização representa um risco baixo de serem usados por consumidores de maconha para uso recreativo. Isso porque a solvência do óleo de haxixe de butano em refis comerciais líquidos dificultam a fabricação de refis com concentrações altas de óleo, que são preferidas por esses usuários. Eles ressaltam que, como apenas um tipo de e-cigarette foi analisado no estudo, outros dispositivos de outras marcas e de extratos podem produzir canabidinoides diferentes e outros níveis de compostos voláteis. Uma limitação do estudo é que não se comparou o vapor de óleo de haxixe versus a planta in natura também vaporizada, apenas queimada." Renato Filev, da Unifesp Brasil proíbe venda de cigarros eletrônicos No Brasil, há apenas vaporizadores importados e geralmente são mais usados para uso recreativo do que medicinal. Esses dispositivos não geram fumaça nem cheiro forte. "Pessoas usam em locais públicos e passam despercebidos", diz Filev. Os cigarros eletrônicos são proibidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Segundo a agência reguladora, "a medida levou em consideração a falta de comprovação científica sobre a eficácia e a segurança do produto". A assessoria de imprensa da Anvisa disse que a proibição foi decidida após consulta pública com a participação de órgãos de defesa do consumidor e que os produtos foram desaconselhados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) no final de 2008.
  4. Um novo estudo publicado na edição da revista deste mês Kidney International , e publicado online pelo Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidosrim , descobriu que a deficiência de canabinóides piora nefropatia diabética , um tipo de doença renal, indicando que a terapia de canabinóides pode fornecer um tratamento. Continuação http://goo.gl/EoUao2
  5. A biodisponibilidade dos canabinóides é ligeiramente maior quando estes são administrados durante as refeições O THC e o CBD em conjunto com uma refeição provocam concentrações sanguíneas máximas e maior biodisponibilidade em comparação com a ingestão em jejum, mas a diferença é pequena. Este é o resultado de um estudo clínico realizado pela empresa GW Pharmaceuticals com 12 indivíduos, que receberam uma dose única de Sativex (4 pulverizações = 10,8 mg de THC + 10 mg de CBD) uma vez em jejum e quatro dias mais tarde com uma refeição. A biodisponibilidade média sistémica e as concentrações sanguíneas máximas foram mais elevadas para THC, o THC metabólito 11-OH-THC (11-hidroxi-delta-9-tetrahidrocanabinol), e para o CBD (canabidiol) quando administrados com uma refeição. Houve uma alta variabilidade das concentrações entre os diferentes indivíduos, principalmente para o THC. As concentrações plasmáticas máximas de THC administradas em jejum variaram entre 0,97 e 9,34 ng/ml (nanogramas por mililitro), e após a ingestão durante as refeições, entre 2,81 e 14,91 ng/ml. Sete indivíduos apresentaram uma maior concentração de THC após a ingestão de Sativex durante a refeição, enquanto que 5 indivíduos apresentaram uma maior concentração de THC após a ingestão de canabinóides em jejum. A alimentação pareceu também retardar o tempo necessário à obtenção da concentração máxima em todos os participantes em cerca de 2 a 2,5 horas, o que pode também atrasar o tempo necessário à obtenção do efeito máximo. Stott CG, White L, Wright S, Wilbraham D, Guy GW. A phase I study to assess the effect of food on the single dose bioavailability of the THC/CBD oromucosal spray. EUR J Clin Pharmacol. 4 de Out. de 2012. [na imprensa] Link: http://www.cannabis-med.org/portuguese/bulletin/ww_po_db_cannabis_artikel.php?id=32#1
  6. Missão "A Missão da Sociedade Internacional de Pesquisa em Canabinoides (ICRS) é (1) incentivar pesquisa em canabinóides; (2) promover a troca de informações científicas e perspectivas sobre a Canábis, os canabinóides e endocanabinóides por meio da organização de encontros científicos; (3) servir como fonte de informações confiáveis sobre a química, farmacologia, usos terapêuticos, toxicologia e os efeitos comportamentais, psicológicos e sociais da Canábis e seus constituentes, de compostos sintéticos e endogenos que interagem com os receptores canabinóides e de quaisquer compostos que interajam com outros componentes do sistema endocanabinóide.” Mais informações em: http://cannabinoidsociety.org/index.html 22o Simpósio Anual sobre Canabinóides da Sociedade Internacional de Pesquisa em Canabinoides - 22 a 27 de Julho de 2012 em Friburgo, Alemanha. Mais informações em: http://www.icrs2012.org/