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  1. Oi pessoal. Me ajudem a resolver um dilema pvf. Eu sou bem nova nesse lance de maconha, fumei 4x no máximo. Mas na última vez eu passei mal pra caralho, foi tipo uma queda de pressão com ataque de pânico. Minha sorte que meu boy tava do lado e me ajudou muito. Essa foi a segunda vez que isso aconteceu e eu to começando a achar que a erva não é pra mim ( uma pena, já que eu já tive uma onda boa com uma ). Não queria parar pq como eu falei, eu curti mto uma vez e além disso meu namorado fuma e seria um lance legal entre a gente, entendem? Minha questão é, será que tem mesmo esse lance de aumentar a tolerância com o tempo? Se sim, como que faz isso? Será que a erva não é pra mim? Alguma dica pra não passar mal? Tipo, alimentação, bebida.... Sei lá, qualquer coisa. ( pode ser dica pessoal mesmo ) Ps. Fumamos prensado. Vlw galerinha.
  2. Research Examines THC’s Effects Based on Gender http://www.hcplive.com/articles/Research-Examines-THCs-Effects-Based-on-Gender By Jacquelyn Gray | September 06, 2014 In one of the first studies analyzing delta-9-tetrahydroabinol (THC)'s tolerance based on gender, Washington State University researchers found that women develop a tolerance more quickly and are 30% more sensitive to the drug. Despite growing evidence indicating women are more likely to abuse and become dependent on THC, previous research on the substance’s effects have mainly been done using male participants, according to researchers. With a greater need for research since recreational marijuana was legalized in Washington and Colorado, researchers observed THC’s pain-relieving effects in male and female mice models. Since their previous research showed increases in estrogen make women more sensitive to THC, the investigators administered 30% less THC to female rats. Despite female rats being given the “lowest dose anyone has ever used to induce tolerance,” they still developed a significantly stronger tolerance to THC than their male counterparts. “These results demonstrate that — even when sex differences in acute THC potency are controlled — females develop more antinociceptive tolerance to THC than males,” the investigators wrote. Tolerance, which the researchers were analyzing, is when the rats requires larger amounts of the substance to replicate its original affects, the WSU release pointed out. Furthermore, the researchers noted the drug did not influence the mice’s reproduction cycle. However, the study’s contributor Rebecca Craft of WSU said this aspect of their study has been widely debated and needs more investigation. “Given the importance of drug tolerance in the development of drug dependence, these results suggest that females may be more vulnerable than males to developing dependence after chronic cannabinoid exposure,” the authors wrote. Moving forward, the team of researchers plan to look at the effects of THC and marijuana among people who suffer from debilitating back or joint pain, cancer, Crohn’s disease, multiple sclerosis (MS), severe muscle spasms, and other conditions that are increasingly being treated with medical marijuana - See more at: http://www.hcplive.com/articles/Research-Examines-THCs-Effects-Based-on-Gender#sthash.wqiHDlJX.dpuf GOOGLE TRADUTOR Pesquisa examina os efeitos do THC com base no género Jacquelyn Gray | 06 de setembro de 2014 Em um dos primeiros estudos analisando delta-9-tetrahydroabinol (THC) é a tolerância com base no sexo, os pesquisadores da Universidade Estadual de Washington descobriram que as mulheres desenvolvem uma tolerância mais rapidamente e são 30% mais sensíveis à droga. Apesar da crescente evidência que indicam as mulheres são mais propensos a abusar e tornar-se dependente de THC, pesquisas anteriores sobre os efeitos da substância, principalmente, têm sido realizadas utilizando participantes do sexo masculino, de acordo com pesquisadores. Com uma maior necessidade de pesquisa desde maconha recreativa foi legalizado em Washington e Colorado, os pesquisadores observaram os efeitos de alívio da dor de THC em ratos modelos masculinos e femininos. Desde a sua pesquisa anterior mostrou aumento de estrogênio tornam as mulheres mais sensíveis ao THC, os investigadores administrado menos 30% de THC a ratos fêmea. Apesar de ratas que está sendo dado a "dose mais baixa que alguém já utilizado para induzir tolerância," eles ainda desenvolvido uma tolerância significativamente mais forte para THC do que os seus homólogos masculinos. "Estes resultados demonstram que - mesmo quando diferenças sexuais na potência THC aguda são controlados - fêmeas desenvolvem tolerância mais antinociceptivo de THC do que os homens", escreveram os investigadores. Tolerância, que os pesquisadores estavam analisando, é quando os ratos requer quantidades maiores da substância para replicar seu original afeta a liberação WSU apontou. Além disso, os pesquisadores observaram a droga não influenciou ciclo de reprodução dos ratos. No entanto, colaborador do estudo Rebecca Artesanato da WSU disse este aspecto do seu estudo tem sido amplamente debatido e precisa de mais investigação. "Dada a importância da tolerância à droga no desenvolvimento da dependência de drogas, estes resultados sugerem que as mulheres podem ser mais vulneráveis ​​do que os homens para desenvolver dependência após exposição a canabinoide crônica", escreveram os autores. Seguindo em frente, a equipe de pesquisadores pretendem analisar os efeitos do THC e maconha entre as pessoas que sofrem de debilitante costas ou dor nas articulações, câncer, doença de Crohn, esclerose múltipla (MS), espasmos musculares graves, e outras condições que são cada vez mais tratado com maconha medicinal - Veja mais em: http://www.hcplive.com/articles/Research-Examina-de hidrocarbonetos totais-Effects-Based-on-Gender#sthash.wqiHDlJX.dpuf
  3. Curso psicologia na Universidade Católica de Brasília (ucb) e estou no meu terceiro semestre. Durante uma pesquisa ,que eu estava fazendo sobre a matéria análise do comportamento, encontrei um estudo com heroína em ratos. A estudo foi feito com dois grupos de ratos, um grupo controle( que não iria receber morfina antes de se submeterem a chapa quente) e um grupo experimento( que iria receber morfina antes de se submeterem a chapas de temperatura alta). Com o início dos testes, o pesquisador foi observando que a latencia( o tempo que leva pra do estimulo até a resposta) do grupo experimento era maior do que o grupo controle, ou seja, os ratos do grupo controle , assim que submetidos a chapas quentes ( quentes a ponto de serem desconfortáveis,mas nao letal), eles começavam a lamber as patas, na tentativa de resfria-las, mais rapidamente do que o grupo experimento. Com a repetição do mesmo teste foi se observando que a latencia do grupo experimento e grupo controle focaram iguais, ou seja, os ratas de ambos os grupos começavam a lamber a pata ao mesmo tempo. O pesquisador ,entao, continuou a fazer os experimentos como descrito anteriormente, porém ele alterou o ambiente em que ele aplicava morfina nos ratos do grupo controle. Quando ele fez essa mudança, os ratos do grupo experimento voltaram a sua latência anterior, ou seja, os ratinhas do grupo experimento voltaram a demorar a lamber a pata em relaçao ao grupo controle. Essa pesquisa foi feita também com a heroína e foi utilizada para explicar que a overdose ,em viciados de heroína, não se da somente a quantidade utilizada pelo usuário mas ,também, pelo ambiente em que o usuário utiliza a droga. O usuário pode ter utilizado a mesma quantidade da vez anterior, porém em um ambiente diferente e isso pode ter causado a overdose porque neste caso o organismo dele não teve, oque chamamos de Resposta preparatória. Essa resposta preparatória, são respostas do organismos que precedem a um acontecimento, já condicionado, para prevenir o próprio organismo de danos. Ou seja, se vc está acostumado a tomar determinado tipo de droga em um mesmo ambiente, por muito tempo, que acelera a batida do coração, o seu corpo vai ter a resposta preparatória de abaixar os seus batimentos cardiacos para evitar danos. Pude observar nessa pesquisa e , juntamente com os meus conhecimentos de psicologia, pude formular a teoria de que se o fumante de maconha está acostumado a fumar a erva sempre em um mesmo lugar, o organismo dele vai ter essas respostas preparatórias e o usuários nao ficam tão "doidões" como antes. Apenas o usuário trocar o ambiente de utlizaçao da erva que a mesma quantidade que ele estava utilizando (de maconha), que já nao deixava mais "doidão", voltava a deixar o usuário doidão.. Quando eu digo, mudança de ambiente, eu quero dizer a mudança, geral, nas características do ambiente. Portanto, pude concluir que, não precisa passar uma semana sem fumar a erva pra ficar "doidão"( é uma alternativa, mas não é a única). Quando o usuário quiser ficar em um estado, mais que o normal, de alteração da consciência basta ele ir para um ambiente totalmente inusitado.