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  1. Bom dia, Boa Tarde e Boa Noite. Pessoal estou terminando meu curso de farmacia, e tenho que montar meu projeto de TCC ( Elaboração de projeto em farmacia), onde eu escolhi o "Tema: Uso medicinal da cannabis", escolhi esse tema pois gosto da cannabis mesmo nunca ter fumado e seu dos seus beneficios. Pesso a ajuda de voces, para respoderem um questionario e me enviarem por e-mail, para que eu possa complementar e meu TCC. Esse TCC é somente um projeto, que servira de complemento para a minha monografia a qual tenho que defende-la para professores e alunos. Obs: resolvi pegar esse tema para tentar botar alguma coisa de interessante de pessoas que tem preconceita com a planta e conhece tao pouco seus beneficios a humanidade e industria. Se a minha monografia for escolhida posso ser chamado pra congressos para representa-lo ou seja difundir esse conceito. dentre algumas horas digitarei o QUESTIONARIO ! Att Michell
  2. 20-07-2015 às 14:39 http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=782693 Planta da cannabis pode ajudar a tratar fracturas, diz estudo A cannabis sativa foi utilizada para fins medicinais por pessoas de todo o mundo durante séculos. Mas o uso terapêutico da planta foi proibido na maioria dos países nas décadas de 1930 e 1940, devido a uma crescente consciencialização dos perigos do vício. Os benefícios médicos significativos para aliviar os sintomas de doenças como parkinson, cancro e esclerose múltipla, só recentemente voltaram a serem alvos de pesquisa. Um novo estudo publicado pelo Journal of Bone and Mineral Research, da Universidade de Telavive e de pesquisadores da Universidade Hebraica, explora outra nova aplicação médica promissora para a planta. De acordo com a pesquisa, a administração do componente não-psicotrópico, que não actua no cérebro, canabidiol (CBD) ajuda significativamente a curar fracturas ósseas. O estudo, realizado em ratos com fracturas no fémur, descobriu que o CBD melhorou significativamente o processo de cura do osso em apenas oito semanas. A mesma equipa, num trabalho anterior, descobriu que os receptores de canabinóides dentro dos nossos corpos estimularam a formação e inibiram a perda óssea. Isso abre o caminho para o futuro uso de drogas feitas com cannabis para combater a osteoporose e outras doenças relacionadas com os ossos. De acordo com Gabet, «só respondemos à cannabis porque possuímos compostos e receptores que podem ser activados por substâncias da planta». Os pesquisadores descobriram que o próprio esqueleto é regulado por canabinóides. Mesmo a adição de um composto não-psicogénico fora do cérebro pode afectar o esqueleto.
  3. Estudo diz que 65,2% dos latino-americanos aprovam uso terapêutico de maconha 23 JUN2015 http://saude.terra.com.br/estudo-diz-que-652-dos-latino-americanos-aprovam-uso-terapeutico-de-maconha,f6a916c02108291d19fbfd1c0b0db1b33vimRCRD.html O uso terapêutico da maconha é aprovado por 65,2% dos latino-americanos, indicou um estudo divulgado nesta terça-feira, em Santiago, pelo Observatório Latino-Americano de Políticas sobre Drogas e Opinião (OPDOP). O número representa um avanço de 7,8 pontos percentuais em relação aos 57,4% que apoiavam esse tipo de uso no ano passado, afirma o estudo, que explica que o aumento da aprovação foi observado especialmente na Colômbia, Chile e Uruguai. A maior parte dos entrevistados considera o álcool e o tabaco mais perigosos do que a maconha. Eles também exigem vias alternativas para regularizar o uso da substância perante as atuais políticas de combate às drogas. Segundo o relatório, 72% dos jovens mexicanos respaldam a regularização do consumo da maconha. Na Colômbia, 43% da população indica que a produção de drogas deveria ser legalizada. Após esses resultados, os analistas do OPDOP perceberam críticas da população às políticas de proibição em alguns países e afirmam que elas aumentaram a violência na região. Além disso, foram incapazes de diminuir o consumo e impactaram negativamente e de forma desproporcional sobre os jovens. "O crescente apoio a uma reforma das políticas de drogas mostra uma maior exigência rumo às alternativas de descriminalização e mercados regulados, que terão de incorporar linhas de trabalho equilibradas que escutem e atendam as reivindicações de uma população cada vez mais crítica e informada". O OPDOP também destaca que 83% dos chilenos afirmam que a disponibilidade de maconha aumentou em relação ao ano anterior. Na Argentina, 87% da população disse que percebeu mais cocaína nas ruas do que em 2014. Na própria Argentina, na Costa Rica e em El Salvador a população considera que a intervenção policial ou militar, e a perseguição contra os consumidores para reduzir o consumo de drogas é totalmente ineficaz. Os números, além disso, indicam que 97% dos bolivianos consideram que o consumo de entorpecentes constitui um problema social. No Uruguai, 68% acham que o uso de drogas deveria ser considerado um direito individual. Para os analistas do OPDOP, existe uma mudança de paradigma entre latino-americanos sobre o assunto, em um momento que a Assembleia Geral da ONU discutirá, em abril de 2016, um novo enfoque de políticas de drogas em nível internacional. O estudo se baseia em uma pesquisa realizada em um total de nove países da região, com entrevistas a 8.952 pessoas, das quais 3.872 têm entre 18 e 35 anos.
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