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  1. Olá pessoal! Um amigo meu comprou uma caixa de cbd full spectrum em cápsulas gelatinosa pra mim nos EUA e enviou por correio, para o meu endereço, com o meu nome ligeiramente diferente. Ele colocou as cápsulas (parecidas com de ômega 3) dentro de um pote de suplemento de óleo de peixe e lacrou novamente o pote. Atualmente a medicação está na alfândega “aguardando pagamento”, de acordo com a mensagem do correio. Imagino que seja a taxa obrigatória de importação de 15 que todos os produtos q entram no Brasil estão sujeitos. No entanto, como o pacote não possui identificação de cpf e outros documentos do destinatário, o correio pede para efetuar o login e associar seu cpf com a mercadoria para fins de fiscalização aduaneira. Ou seja, não é possível pagar a taxa sem me associar a encomenda. E se a taxa não for paga em 30 dias a mercadoria é devolvida. Será q ela ja foi fiscalizada e só estão aguardado o pagamento? Ou será q ainda vai ser verificada? Tem muita chance de ser pego? Oq vcs acham? Muito obrigado pela ajuda e atenção!!
  2. Salve, galera, tudo bem? Se tiver posto o tópico em lugar errado, peço desculpas, sou novo aqui e ainda estou me habituando. Minha dúvida sobre temperaturas no vaporizador é a seguinte: É sabido que diferentes canabinóides são liberados em diferentes temperaturas, de forma que é possível dosar o seu uso de acordo com a vontade, escolhendo o tipo de brisa (mais Thc ou Cbd). Na erva, cada temperatura evapora determinado canabinoide, mas e nos concentrados, também é possível fazer esse controle ou sempre irá evaporar todos os canabinoides juntos? Não sei se funcionaria da mesma forma ou se há alguma uma tabela específica pra concentrados, como existe para as ervas: Alguém sabe me dizer, ou também tem essa mesma dúvida?
  3. Seguinte galera, sou intolerante a lactose e queria fazer um chá, mas vejo que todas as receitas são com manteiga ou margarina (tem lactose), eu to ligado que a maconha é lipossolúvel e tals, eu queria saber se posso substituir manteiga/margarina por outra coisa por exemplo: óleo de coco, azeite, óleo normal. Quem puder dar essa ajuda ai agradeço muito!!
  4. Boa Tarde familia, Meu primeiro post, ja é um pouco desesperador. Meu Pai ja foi diagnosticado com cancer de pulmão, a extração será feita em casa de óleo de cannabis, gostaria de saber se alguem consegue a informação de dosagens para esse aspecto, e se existe especie correta, ou se a especie é irrelevante, só basta conter cdb e thc para extração ? qual dosagem correta ? qual rotina de dosagem ao dia ? Obrigado desde ja galera. qualquer informção será muito bem vinda !
  5. Extrato de cannabis em cigarro eletrônico é melhor para saúde que maconha http://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/redacao/2016/05/26/cannabis-no-cigarro-eletronico-e-mais-eficaz-para-uso-medicinal.htm Paula Moura Colaboração para o UOL 26/05/201610h00 Um estudo avaliou a eficácia de uso de maconha em cigarros eletrônicos e descobriu que é uma alternativa mais segura aos cigarros comuns para tratamento terapêutico. A pesquisa publicada na Scientific Reports, do grupo da revista Nature, nesta quinta-feira (26), enfatizou a utilização de óleo de haxixe extraído com butano em vez da planta in natura. Segundo os autores do Centro Universitário de Medicina Legal de Lausanne, na Suíça, é uma nova forma de administrar os canabinoides. A vaporização como forma de usar os componentes medicinais da planta cannabis é estudada na medicina há cerca de dez anos, mas não havia sido testada cientificamente nos chamados e-cigarettes. "A grande novidade é o estudo do uso do óleo no formato de e-cigarette em vez da planta in natura", diz Renato Filev, pesquisador da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo). Os vaporizadores são mais seguros porque quando a maconha é fumada em cigarro comum pode produzir fumaça prejudicial à saúde. Os canabinoides, como THC e BHO, para fazer o extrato usado no cigarro eletrônico foram extraídos com gás butano para produzir o óleo de haxixe concentrado. Amostras dos vapores gerados por três e-cigarettes foram coletadas e analisadas, apresentando muito menos substâncias tóxicas. Getty Images Os dispositivos usados para a vaporização são filamentos que esquentam para que as substâncias virem vapor sem que haja queima, explica Filev. "Qualquer matéria orgânica ao ser levada à combustão pode produzir substâncias tóxicas: hidrocarbonetos, que danificam os tecidos, alcatrão e monóxido de carbono (que prejudica troca gasosa no sangue)." Fumar o cigarro comum também pode causar desconforto pulmonar, como aperto no peito, chiado, entre outros sintomas. Apesar de ser menos tóxico, o óleo pode arrastar outros tipos de produtos como agrotóxicos, traços do solvente ou mesmo fungos e bactérias, aponta o brasileiro. Ele explica que geralmente se usa a flor da planta, que concentra a maior quantidade de resina. Essa resina contém THC (tetrahidrocanabidiol) - substância psicoativa, que provoca euforia-- e CBD ou canabidiol, ambos com efeito medicinal e atuantes contra convulsões. Vincent Varlet e seus colegas da Suíça avaliam que a vaporização também foi mais eficaz do que remédios com o concentrado de canabidiol ingeridos oralmente. Além da redução de substâncias tóxicas, os autores da pesquisa acreditam que o uso do extrato e da vaporização representa um risco baixo de serem usados por consumidores de maconha para uso recreativo. Isso porque a solvência do óleo de haxixe de butano em refis comerciais líquidos dificultam a fabricação de refis com concentrações altas de óleo, que são preferidas por esses usuários. Eles ressaltam que, como apenas um tipo de e-cigarette foi analisado no estudo, outros dispositivos de outras marcas e de extratos podem produzir canabidinoides diferentes e outros níveis de compostos voláteis. Uma limitação do estudo é que não se comparou o vapor de óleo de haxixe versus a planta in natura também vaporizada, apenas queimada." Renato Filev, da Unifesp Brasil proíbe venda de cigarros eletrônicos No Brasil, há apenas vaporizadores importados e geralmente são mais usados para uso recreativo do que medicinal. Esses dispositivos não geram fumaça nem cheiro forte. "Pessoas usam em locais públicos e passam despercebidos", diz Filev. Os cigarros eletrônicos são proibidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Segundo a agência reguladora, "a medida levou em consideração a falta de comprovação científica sobre a eficácia e a segurança do produto". A assessoria de imprensa da Anvisa disse que a proibição foi decidida após consulta pública com a participação de órgãos de defesa do consumidor e que os produtos foram desaconselhados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) no final de 2008.
  6. http://www.meionorte.com/entretenimento/curiosidade/oleo-de-maconha-cura-cancer-de-intestino-de-homem-com-expectativa-de-vida-de-apenas-18-meses-270251 04 de Maio de 2015 às 11:40 ••• atualizado em 04 de Maio de 2015 às 11:39 Óleo de maconha cura câncer de intestino de homem com expectativa de vida de apenas 18 meses PUBLICADO POR Waldelúcio Barbosa Repórter Um paciente com câncer de intestino, dado pelos médicos com apenas 18 meses de vida restantes, afirma ter sido curado por óleo de Cannabis sativa – vulgarmente chamada de maconha. David Hibbitt, de 33 anos David Hibbitt, de 33 anos, foi diagnosticado com a doença em julho de 2012 e submetido a quimioterapia, radioterapia e cirurgia para remover seu intestino grosso. Os médicos disseram que o câncer era terminal, então ele decidiu testar o óleo de maconha como um último recurso. Agora, após exames realizados em janeiro, ele diz ter sido milagrosamente curado, creditando o feito à droga. “Amigos haviam me falado sobre óleo de maconha e eu refutei a hipótese. Eu nunca fui favorável às drogas. Mas, em fevereiro do ano passado foi-me dito que eu tinha apenas de 18 meses a cinco anos de vida e eu senti que eu tinha que tentar de tudo. Eu senti que a quimioterapia estava me matando e eu não tinha nada a perder”, disse Hibbitt, de Staffordshire, Inglaterra. Depois de pesquisar suas opções na internet, ele descobriu muitas informações sobre o óleo da droga e decidiu tentar. "Eu pago cerca de 240 reais em uma grama de um cara que eu conheci. Isso me dura cerca de um mês, normalmente. A droga entorpece um pouco e às vezes bate bem forte, mas bem longe de ser tão ruim como a quimioterapia. Eu só quero fazer outras pessoas conscientes de que existem outras opções”, relatou. Hibbitt foi diagnosticado com câncer de intestino depois de, inicialmente, descobrir que ele estava sofrendo de hemorroidas. Depois de passar por tratamento no Hospital Christie, em Manchester, o câncer voltou e ele tinha uma outra operação em julho de 2013, seguida por mais quimioterapia. Um mês depois, ele encontrou um caroço, e foi dito que o câncer estava nos gânglios linfáticos em sua virilha. Após chegar a esse extremo e sua doença ser dada como incurável, ele resolveu utilizar o óleo. Em outubro, ele teve uma operação para remover os linfonodos afetados no Hospital Universitário Real Stoke. Mas ele escolheu continuar tomando o óleo de Cannabis sativa, em vez de ter mais tratamento, indo contra as novas sessões de quimioterapia. Após uma varredura em janeiro, seu câncer havia sido totalmente curado. "Eu me sinto muito bem e espero que minha história ajude outras pessoas”, finalizou Hibbitt. O Cancer Research UK diz que está ciente de pacientes que realizam o uso de extratos de maconha para tratar a si mesmos, mas salientou "não há boa evidência" para provar que seja seguro e eficaz. O centro de pesquisa apoia ensaios clínicos sobre a utilização do fármaco e um canabinoide sintético para tratar a doença. Kat Arney, do Cancer Research UK, disse, em um comunicado: "Nós sabemos que os canabinoides - as substâncias químicas ativas encontrados na maconha - podem ter uma série de efeitos diferentes sobre as células cancerígenas cultivadas em laboratório e os tumores de origem animal. Mas, no momento, não há boas evidências de ensaios clínicos para provar que eles podem, com segurança e eficácia, assegurar o tratamento do câncer em pacientes. Apesar disso, alguns pacientes com câncer optam por se tratar com extratos de maconha. Os pesquisadores estão coletando experiências de pacientes para saber se esses tratamentos estão ajudando ou não, ainda que esta seja uma prova de fraqueza em relação aos ensaios clínicos adequadamente geridos. A Cancer Research UK apoia os ensaios clínicos para o tratamento de câncer com drogas à base de canabinoides, a fim de coletar dados sólidos sobre os benefício às pessoas com câncer.” FONTE:DailyMail
  7. 3/12/2014 às 12h24 http://noticias.r7.com/saude/mae-enfrenta-dilema-legal-para-dar-maconha-a-filho-epiletico-de-6-anos-03122014 Mãe enfrenta dilema legal para dar maconha a filho epilético de 6 anos Legislação só permite que erva seja fumada ou vaporizada, mas mãe não quer que filho fume A mãe de um menino com epilepsia grave se recusa a dar maconha medicinal a seu filho da forma como a lei determina, por fumo ou vapores. Liam McKnight, de seis anos, é sempre o primeiro de sua família a correr para a porta quando a campainha toca. Sua mãe Mandy diz que ele ama ver quem está chegando. A família McKnight, de Ottawa, no Canadá, tem um fluxo constante de visitantes — entre os membros da escola de dança de sua filha e os muitos terapeutas — fonoaudiólogos, fisioterapeutas, terapeutas auditivos que vêm visitar Liam. O menino tem a síndrome de Dravet, uma forma grave de epilepsia. Mas após muitas convulsões e tratamento experimentais fracassados ao longo de sua vida, Liam está bem melhor agora que fazendo um tratamento com óleo de cannabis medicinal. Em junho deste ano, um dia antes de Liam começar a usar o óleo (feito a partir de uma forma particularmente eficaz de maconha), ele teve 67 convulsões. Nos 10 dias seguintes, ele teve uma. O problema é que o tratamento de Liam é criminoso. Usar maconha medicinal é legal no Canadá, mas apenas na forma seca, que pode ser fumada ou vaporizada. Isso, diz Mandy, não é realista para uma criança tão nova. — Quem espera que uma criança de seis anos fume maconha? Já em 2001, o Canadá aprovou o uso de maconha medicinal, permitindo que pessoas com problemas graves usassem a droga para aliviar os sintomas. Mas ainda não há estudos clínicos suficientes para provar que o óleo é seguro para uso. Por isso, há uma restrição que limita os pacientes ao uso de maconha seca. Em 2012, o Suprema Corte de British Columbia derrubou essa restrição. A Justiça da província deu ao governo federal um ano para mudar a lei. Mas, em vez disso, o governo recorreu contra a decisão. Em agosto deste ano, o Tribunal de Apelação de British Columbia confirmou a decisão do tribunal. Em menos de um mês, o governo federal recorreu da decisão novamente, levando o caso à Suprema Corte do Canadá, o que significa que a restrição se mantém até hoje. Mitch Earleywine, um especialista em vícios na Universidade do Sul da Califórnia, diz que fumar maconha apresenta riscos que não existem em outras formas de maconha medicinal. — Infelizmente, fumar libera algumas substâncias prejudiciais. O óleo não começa a agir tão imediatamente quanto quando você fuma, mas não há dados que sugerem que a ingestão de óleo seja menos segura. Liam não tem desenvolvimento suficiente para usar um vaporizador, e sua mãe diz que a dose pode ser medida com mais precisão em forma de óleo. Governo Após Mandy McKnight escrever ao governo sobre a situação de sua família, o ministro da Saúde Rona Ambrose respondeu em uma carta no dia 1º de agosto. — Sinto muito sobre a luta de Liam contra a epilepsia. Eu entendo o impacto que isso tem sobre você e sua família. Até o momento, nenhum produto de óleo de maconha foi autorizado para venda no Canadá. Ambrose acrescentou que pesquisadores interessados em um teste clínico deveriam contatar as autoridades canadenses. Em resposta a uma consulta feita pela BBC, Sara Lauer do Health Canada — o departamento de Saúde canadense — disse que "os riscos e benefícios do uso de produtos de maconha não aprovados (por exemplo, pomadas, óleos, cremes feitos com extratos) são desconhecidos." No início de novembro, Libby Davies, deputado do New Democratic Party e crítico de saúde, apareceu com Mandy num programa político da Canadian Broadcast Corporation, comentando a legislação vigente e o relatório da comissão do Parlamento sobre riscos e danos da maconha e Harms — um comitê do qual o parlamentar Davies — que aponta problemas na legislação do Canadá. — Temos um governo que está focado em uma posição ideológica quando se trata de maconha, em vez de uma posição pragmática sobre maconha baseada em evidências realista. Davies tem apoiado sua família ao pedir ao Parlamento para alterar os regulamentos e permitir comestíveis para as crianças como Liam. Último recurso Há pelo menos nove famílias que usam óleo de maconha medicinal para aliviar os sintomas de Dravet no Canadá, diz Patti Bryant, presidente do Dravet.ca, uma rede canadense para as famílias que lidam com Dravet. Nos Estados Unidos, as leis que envolvem o uso da maconha medicinal variam em cada Estado. Em Michigan, as leis são semelhantes à lei canadense. Em Nova York, não é permitido fumar. Muitas famílias se mudam para os Estados onde o acesso é legal, diz Karen O'Keefe, do Marijuana Policy Project. Segundo ela, mais de 12.000 famílias americanas estão em uma lista de espera para poder usar um tipo de óleo de cannabis médica que trata de crianças sem a onda clássica da maconha. Pensando nos ricos, Mandy McKnight diz que infringir a lei é uma preocupação para a família dela. — Estou com medo por estar infringindo a lei? Sim. Mas tenho mais medo do que poderia acontecer com o Liam se a gente não infringisse. Estou com medo do que pode acontecer com ele se não fizermos nada. Dentro do grupo de apoio da Síndrome Dravet da família, 14 crianças morreram no ano passado, diz ela. — A maconha era um último recurso para nós. Não temos tempo para esperar por ensaios clínicos. Então, todos os dias no jantar, Liam come cerca de uma colher de sopa de maconha misturado com óleo de coco.
  8. Quando meu filho tinha 2 anos ele foi diagnosticado como Autista, ficamos arrasados, hoje com 4 anos ele faz tudo que esta ao nosso alcance para socialização e melhor aprendizado como fonoaudiologia e equoterapia. Hoje minha esposa o levou para o Neuro e o médico achou ele muito agitado e realmente ele anda ficando cada vez mais agitado e receitou Risperidona. O grau de Autismo dele é leve temos fé que ele será um Autista Funcional e isso também nos dava uma esperança de não administrar remédios faixa preta. Estamos muito indecisos em começar a usar esse tipo de medicamento. Minha esposa questionou com o médico em ao invés de usar esse remédio usássemos o extrato de CBD, o médico fez um carão e disse o seguinte.... A planta é natural , mais nesse óleo não se sabe as misturas que tem, resumindo , não estudou nada sobre o assunto e não sabe o que esta falando. Hoje se fala muito em maconha medicinal, extrato de CBD etc, mais é comum nessas noticias nas quais acompanhamos crianças com problemas aparentemente bem mais graves que do nosso filho. Tenho muito medo de dar esse extrato para nosso filho, já fiz algumas vezes o Oleo que tomava em capsulas, mais as plantas que fiz extração , são sei o % de THC e CBD, e já passei mal algumas vezes de ficar muito chapado por errar na dose. Com certeza o oleo que eu consumi até hj não daria para meu filho , teria que ter certeza da quantidade de THC que tem na dose, não quero meu filho chapado. Queria uma opinião de vcs Forte Abraço
  9. Homem de 63 anos afirma ter se curado de câncer usando óleo de maconha O avô Mike Cutler teve células cancerígenas no fígado curadas após se medicar com óleo caseiro. Em sua luta contra o câncer, ele afirma que conseguiu curar-se da doença utilizando um medicamento muito polêmico e pouco habitual: óleo de Cannabis sativa, a famosa maconha. Mike Cutler tem 63 anos e, em 2009, após um desmaio em seu local de trabalho, foi diagnosticado com a doença, recebendo um transplante em novembro daquele ano. Três anos depois, a doença atacou novamente, no novo órgão que haviam lhe dado. Desesperado para sobreviver, ele começou a procurar na internet muitas formas alternativas de cura. Após ver um vídeo no YouTube, que descrevia o uso do óleo de maconha como uma forma de curar o câncer, ele resolveu experimentar. Três dias após tomar a droga, sua terrível dor desapareceu. Em sua última biópsia, realizada em maio deste ano, no Royal Free Hospital, em Londres, foi constatado o desaparecimento das células cancerosas de seu organismo. Um porta-voz do hospital confirmou que o Sr. Cutler não havia recebido qualquer tratamento contra o câncer desde seu transplante, em novembro de 2009. O pedreiro aposentado, que reside em Hastings, disse que o medo de morrer foi o principal motivo para a busca de alternativas no tratamento. “Tudo que eu tinha naqueles dias negros era meu laptop. Foi aí que comecei a procurar alguma coisa que pudesse me ajudar. Eu não podia aceitar que ia morrer”, explicou Cutler. "Quando descobri que estava curado, fiquei chocado. Eu sou um homem de família normal, não um drogado. Eu tinha uma doença grave e foi justamente isso que me ajudou”, relatou. Depois de comprar a droga através de um revendedor, ele começou a montar suas próprias cápsulas a partir do óleo, tomando uma por dia. Quando seus sintomas desapareceram depois de três dias, ele passou a cultivar a própria planta de Cannabis sativa em casa, para manter um suprimento constante de medicação. Sr. Cutler foi um dos palestrantes em evento recente que discutia o uso medicinal da maconha, juntamente com o professor David Nutt e a Membro do Parlamento Britânico Caroline Lucas, no Centro Comunitário de Brighton. Atualmente, Cutler está envolvido em campanhas para mudanças na lei, com o objetivo de permitir que o óleo e outras formas medicinais de maconha sejam legalizadas para tratamentos. Uma pesquisa publicada na semana passada por cientistas da Universidade de East Anglia, revelou que o principal ingrediente psicoativo encontrado naCannabis, o tetrahidrocanabinol (ou THC), ajuda a combater o crescimento de células cancerosas. De acordo com o Dr. Kat Arney, gerente de comunicações científicas do Cancer Research UK, os experimentos ajudam na compreensão de como os canabinóides afetam as células cancerosas em um nível molecular. "Isso poderia levar a tratamentos mais eficazes contra o câncer no futuro, mas ainda não há dados suficientes que comprovem que a planta ou canabinóides podem ser efetivos no tratamento, de forma totalmente segura”, explica. De acordo com dados da mesma instituição, os canabinóides ajudam a controlar o cérebro e sua atividade nervosa, o metabolismo energético, a função do coração, o sistema imunológico e até mesmo fatores da reprodução. Em função dessas descobertas, uma série de instituições têm intensificado suas pesquisas sobre o uso da maconha como uma droga medicinal. Fonte: http://www.jornalciencia.com/saude/mente/4185-homem-de-63-anos-afirma-ter-se-curado-de-cancer-usando-oleo-de-maconha- Fonte: DailyMail
  10. Algum link sobre artigos, notícias, pesquisas ou relatos sobre o uso do óleo de canabis no tratamento de cicatrização ou úlcera?
  11. Bom dia guerreiros. Há algum tempo já venho nesse ativismo pela legalização estando sempre nas lutas da marcha. Sempre muito confiante que um dia conseguiremos. Bem, vou dizer logo. Minha mãe foi diagnosticada com câncer de intestino na última quinta-feira (27/03/14). Foi um choque muito grande, pois na nossa família câncer é um mal comum e que levou de nós os três últimos que tocou. Todos foram tão sofridos, tão difícil de ver aquilo. Com minha mãe não conseguirei ver essa pena, essa judiação das químios... Por favor me ajudem !!! Me ajudem a conseguir o óleo. Façam doações de pequenas porções. Aceito dicas de como tentar importar, mesmo que eu perca a mercadoria mais de uma vez durante as tentativas. Caso alguém ai possa me ajudar eu pago o frete ou alguma coisa a mais caso seja necessário. Desculpem pelo texto com tamanha imploração. Realmente é isso que vir fazer aqui, implorar, suplicar, pedir por ajuda, é minha mãe, tadinha ela tem chorado tanto, já deu a vida por encerrada, é dificil para mim não chorar também quando falo com ela e enquanto escrevo esse texto. Quem quiser dizer algo fique a vontade, quem precisar de meus contatos diga.
  12. Salve galera, Navegando na internet americana, para quem fala inglês e curte culinária, encontrei um site muito bacana: bakingafoolofmyself.com - Watermelon's girl. Uma loiraça americana apresentando diversas receitas de todos os tipos que vale conferir. Curti demais o vídeo dos métodos de conversão/extração para fazer diferentes bases para se usar em receitas. Em dois vídeos vi 4 modos interessantes, sendo um a seco, um com álcool, um com manteiga (super clássico, mas o video tem seu diferencial) e com óleo... Aqui o vídeo com as 3 técnicas, exceto a seco, que está num outro vídeo. Melhor ainda é ir no próprio site, clicando aqui. http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=dhHAE800_8c Abraços!!!