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  1. Boa noite/dia amigos do growroom, Tenho 19 anos, experimentei meu primeiro baseado há 6 anos, mas faço o uso diário há dois anos. Gostaria de começar contando de forma breve a minha história com a maconha, já que facilita também a compreensão e talvez alguém do fórum se identifique com uma vida semelhante à minha. Há dois anos entrei em uma faculdade federal na minha cidade assim que saí do ensino médio, e pra minha felicidade(ou não) meu pai teve de trocar de empresa e se mudou, levando consigo minha mãe e me deixando só em casa, com carro na garagem e tudo o que era necessário para mim. Sempre consegui me manter um usuário sem dar pala em casa por um bom tempo, mas pais sabem quando o filho está mudado, e comigo não foi diferente. O que acontece é que há mais ou menos 1 mês meus pais descobriram que eu fumava cigarro, coisa que deixou minha mãe muito triste e me rendeu boas horas de sermão tanto dela quanto do meu pai. Desde antes de fumar um base eu já sabia que eles eram muito mais rígidos comigo do que em relação à amigos ao meu redor que eram usuários e já haviam rodado, mas acabei pagando pra ver. O caso foi que há 3 semanas atrás fui passar o feriado na praia com um amigo e toda sua família, e quando voltei meus pais me esperavam com todo o meu "kit"( que incluia 25g do melhor verde, 3 dichavas, caixas de seda e celulose, cinzeiro, isqueiros entre outros flagrantes) me esperando no sofá da minha casa.. Tive que jogar todo o meu green no vaso e martelar cada objeto que possuía. A decisão tomada pelo meu pai não poderia ter sido pior, além de colocar meu carro a venda, me mandou arrumar a mala e fui direto pra sua cidade.. A vontade dele era que eu trancasse meu árduo semestre e ficasse o resto do ano na casa dele com minha mãe (em cárcere) segundo ele me recuperando 'do vício'.. Percebo minha relação com eles está enfraquecida, minha mãe muito triste, não possui conhecimento algum sobre a droga, e meu pai possui uma visão retrógrada e ditatorial sobre a erva. Com muita luta consegui o convencer a terminar esse semestre e hoje estou de volta na minha casa morando sozinho, mas com todo o policiamento paterno, ligações, vizinhos caguetes e outros perrengues. A ajuda que vim pedir a vocês hoje está relacionada à minha ida no médico uma semana depois do acontecido: Fui com minha mãe com muito medo de tudo que ele poderia dizer a ela, mas para a minha salvação o Dr. já havia sido usuário em sua época de faculdade (), ele foi contra a visão da minha mãe em vários pontos, chegando até a afirmar que a maconha não viciava e que considerava tudo o que eu estava passando como uma fase da minha vida, que logo passaria. Fato é que peguei muita confiança com esse médico, e apesar de minha mãe ainda estar muito arrasada comigo, estar realmente em uma badtrip eterna chorando dia e noite desde o acontecido, decidi fazer o check-up geral e retornar ao mesmo médico, porém dessa vez só com a presença do meu pai. O médico se ofereceu pronto a esclarecer qualquer dúvida que eu tivesse quanto à maconha e justamente por isso eu gostaria de ir só com meu pai(que apesar de beber diariamente e fumar um careta daquele jeito, ainda tem uma visão muito externa sobre droga ilícita, tanto ele quanto minha mãe pensam que estou no mundo das drogas perdido em todos os sentidos). Quais sugestões vocês me dão no momento em que eu estiver com meu pai frente à frente com o médico? Quais perguntas devo fazer e como tentar deixar claro ao meu pai que a visão que ele possui é passada e eu tenho o direito, como adulto que sou de escolher meu próprio entorpecente? Peço desculpas caso tenha cometido algum erro, abraço pra toda galera do Growroom! Ah, e antes que eu me esqueça, meu pai tem um requerimento de exame de porcentagem de THC em mãos e pode usá-lo quando quiser contra mim
  2. Doctor: Let’s research medical marijuana for epilepsy http://www.cincinnati.com/story/opinion/contributors/2014/03/22/doctor-research-medical-marijuana-epilepsy/6733303/ CIN 10:03 p.m. EDT March 22, 2014 Privitera Dr. Michael D. Privitera is a professor of neurology and director of the the Epilepsy Center at the UC Neuroscience Institute. What can be more difficult than to be a parent watching your child succumb to a devastating illness when multiple medications have failed? Yet this is a common scenario for many parents of children with medication-resistant epilepsy. Many parents have moved all or part of their families to Colorado to try a special extract of marijuana with high concentrations of cannabidiol (CBD) that has been said to improve some of the most resistant cases of epilepsy. Who might this treatment help and how can we expedite research to better understand the risks and benefits of CBD? Some 2.8 million Americans live with epilepsy, a neurological condition that includes recurring seizures. More than 1 million of them live with seizures uncontrolled by medication. Some of these people may be helped by surgery or other nondrug treatments, but for many, no answers have yet been found. There have been several stories of dramatic responses to CBD in the media, but rigorous research on CBD in adults and children is lacking. The first step a person with epilepsy should consider before trying CBD or marijuana is a comprehensive evaluation at an epilepsy center staffed by experts in epilepsy care. The Epilepsy Center at the University of Cincinnati Neuroscience Institute is a Level 4 center that during the last 26 years has evaluated thousands of patients with epilepsy. Many patients referred to us for medication-resistant epilepsy do not have epilepsy and do not require anti-seizure medications. Other patients have their epilepsy type more precisely defined, and a simple change of treatment can have dramatic results. In selected patients, surgery for epilepsy can be curative. A careful evaluation and consideration of all available treatments should occur before any unproven treatment is prescribed. I have spent most of my 30-year career working on research to discover new treatments for epilepsy, and I know how important rigorous research on CBD will be. First, any time a physician prescribes a drug, a decision about risks and benefits is made. Does the treatment damage liver or bone marrow? Does it impair learning, memory or behavior? Research in recreational marijuana users indicates risk for learning and behavior, so rigorous research on CBD is needed. Second, research will test whether the treatment works better than placebo, and how it compares with existing therapies. Seizure frequency can vary for unknown reasons, and physicians and patients often are fooled into believing that a spontaneous improvement in seizures is due to a medication change we made. Many other factors – including stress – can make seizures worse. And because some medications work well for a month or two and then wear off, this possibility must also be carefully weighed in a risk-benefit decision to try a new treatment. Third, research is needed to determine the best doses as well as a formulation that gives the same effect every day. We also need to understand how a new treatment might interfere with the effectiveness of any treatments the patient is already receiving (what are called drug-drug interactions). Before we can declare that CBD is an effective treatment for epilepsy that can be widely recommended, researchers must first answer these questions. Research on marijuana has been hampered by U.S. Drug Enforcement Administration restrictions on using marijuana because of its abuse potential. Marijuana clearly has a high potential for abuse, but most of us in the epilepsy community believe the DEA should loosen restrictions on research for marijuana. But for some children or adults who continue to suffer seizures after undergoing a comprehensive evaluation and appropriate treatments, the wait for completed research may be too long. Seizures are not good for the brain, especially in children, who risk falling far behind in their education. Trying CBD is a very important, difficult and personal decision that should be made by a patient and family working with the epilepsy team. Like any other experimental treatment, the decision should weigh the severity of the disease, the risks and the possible benefits of treatment, guided by the physician’s principle of “first do no harm.” I hope that new, more effective treatments are available to my patients in the coming years, and perhaps CBD may be one of them. For now, there are only tough choices. ■ BING TRADUTOR Médico: Vamos pesquisar maconha medicinal para a epilepsia CIN 10:03 PM EDT 22 de março de 2014 Dr. Michael D. Privitera é professor de Neurologia e diretor do centro de epilepsia do Instituto de neurociência de UC. O que pode ser mais difícil do que ser um pai vendo seu filho sucumbir a uma doença devastadora, quando múltiplos medicamentos falharam? Ainda é um cenário comum para muitos pais de crianças com epilepsia resistente a medicação. Muitos pais se mudaram todas ou parte das suas famílias para o Colorado para tentar um extrato especial de maconha com altas concentrações de canabidiol (CBD), o que foi dito para melhorar alguns dos casos mais resistentes de epilepsia. Quem pode ajudar a este tratamento e como nós pode acelerar a pesquisa para compreender melhor os riscos e benefícios da CBD? Alguns americanos 2,8 milhões vivem com epilepsia, uma condição neurológica que inclui convulsões recorrentes. Mais de 1 milhão deles vivem com convulsões não controladas por medicamentos. Algumas dessas pessoas podem ser ajudadas por cirurgia ou outros tratamentos de nondrug, mas para muitos, sem respostas ainda foram encontradas. Há várias histórias de respostas dramáticas a CBD na mídia, mas está faltando uma pesquisa rigorosa na CBD em adultos e crianças. O primeiro passo de uma pessoa com epilepsia deve considerar antes de tentar a CBD ou maconha é uma avaliação abrangente em um centro de epilepsia, formada por especialistas em cuidados de epilepsia. O centro de epilepsia na Universidade de Cincinnati Neuroscience Institute é um centro de nível 4 que, durante os últimos 26 anos, avaliou milhares de pacientes com epilepsia. Muitos pacientes nos referidos para epilepsia resistente a medicação não tem epilepsia e não requerem medicamentos anti-apreensão. Outros pacientes têm seu tipo de epilepsia mais precisamente definido, e uma simples mudança de tratamento pode ter resultados dramáticos. Em pacientes selecionados, cirurgia para epilepsia pode ser curativa. Uma avaliação cuidadosa e consideração de todos os tratamentos disponíveis devem ocorrer antes de qualquer tratamento não comprovado é prescrito. Passei a maior parte da minha carreira de 30 anos trabalhando em pesquisa para descobrir novos tratamentos para a epilepsia, e sei quão importante pesquisa rigorosa na CBD será. Em primeiro lugar, qualquer hora que um médico prescreve uma droga, uma decisão sobre os riscos e benefícios é feita. Que o fígado de danos de tratamento ou medula óssea? Isso prejudicar a aprendizagem, memória ou comportamento? Investigação em usuários de maconha recreativa indica risco para aprendizagem e comportamento, então é necessária uma investigação rigorosa na CBD. Em segundo lugar, a pesquisa irá testar se o tratamento funciona melhor do que placebo, e como ele se compara com as terapias existentes. Frequência de apreensão pode variar por razões desconhecidas, e os médicos e os pacientes muitas vezes são enganados em acreditar que uma melhoria espontânea das apreensões é devido a uma mudança de medicação que fizemos. Muitos outros fatores, incluindo estresse, podem piorar as convulsões. E porque alguns medicamentos funcionam bem para um mês ou dois e então se desgastar, esta possibilidade também deve ser cuidadosamente pesada em uma decisão de risco-benefício, para tentar um novo tratamento. Em terceiro lugar, é necessária uma investigação para determinar as melhores doses, bem como uma formulação que dá o mesmo efeito todos os dias. Também é preciso compreender como um novo tratamento pode interferir com a eficácia de qualquer tratamento o paciente já está recebendo (o que é chamado de interações medicamentosas). Antes nós podemos declarar que o CDB é um tratamento eficaz para epilepsia que pode ser amplamente recomendado, os pesquisadores primeiro devem responder a estas perguntas. Pesquisa sobre maconha foi dificultada por restrições de U.S. Drug Enforcement Administration sobre o uso de maconha por causa de seu potencial de abuso. Maconha claramente tem um elevado potencial para o abuso, mas a maioria de nós na Comunidade de epilepsia que o DEA deve afrouxar as restrições à pesquisa de maconha. Mas para algumas crianças ou adultos que continuam a sofrer convulsões depois de submetidos a uma avaliação abrangente e tratamentos adequados, a aguardar investigação concluída pode ser muito longa. As convulsões não são bons para o cérebro, especialmente em crianças, que o risco de cair para trás em sua educação. CBD é uma decisão muito importante, difícil e pessoal que deve ser feita por um paciente e família, trabalhando com a equipe de epilepsia. Como qualquer outro tratamento experimental, a decisão deve pesar a severidade da doença, os riscos e os possíveis benefícios do tratamento, guiado pelo princípio do médico de "primeiro não fazer mal." Espero que novas e mais eficazes tratamentos estão disponíveis para os meus pacientes nos próximos anos, e talvez o CDB pode ser um deles. Por enquanto, existem apenas escolhas difíceis. ■
  3. As reivindicações - às vezes selvagens - sobre a cura do câncer com cannabis são freqüentemente descartadas como falácias conspiratórias ou charlatanismo. Afinal, se a cannabis realmente cura o câncer ela não poderia ser usada na medicina moderna? Não poderiam os médicos prescreverem isso aos seus pacientes? Não poderia a cannabis pelo menos ser classificada como um medicamento por parte do governo? O fato é que há um grande grupo de pessoas que fazem uma quantidade ainda maior de dinheiro com a venda e perpetuação de produtos químicos fabricados e indicados para o tratamento do câncer. Assim uma planta que pode ser cultivada em seu quintal representa uma grande ameaça para a fábrica de "dinheiro químico" que essas pessoas têm em sua posse. A maconha continua sendo classificada a nível federal como uma droga de Classe I. A DEA (Agência de Drogas Norte Americana) classifica como Classe I as drogas, substâncias ou produtos químicos definidos como drogas sem uso médico atualmente aceito e um alto potencial para o abuso ou dependência. Drogas de Classe I são as drogas mais perigosas de todos as classes de drogas, com severo potencial de dependência psicológica ou física. Alguns exemplos de drogas Classe I são: heroína, dietilamida do ácido lisérgico (LSD), maconha (cannabis), 3,4-metilenodioximetanfetamina (ecstasy), metaqualona e peyote. Atualmente 59.300 prisioneiros acusados ​​ou condenados por violar as leis de maconha estão atrás das grades. Destes, 17.000 estão atrás das grades unicamente por posse, não tráfico. Fazer cumprir as leis de maconha custa cerca de US$ 10 a 15 bilhões somente em custos diretos, sem mencionar os custos sustentados de encarceramento do indivíduo que não fez nada para prejudicar ninguém. Estima-se que o dinheiro gasto na aplicação de leis inúteis da maconha é o dobro do que se gasta com educação nos EUA. Há uma campanha ostensiva sendo travada pelo complexo industrial químico-farmacêutico para reprimir o uso e cultivo desta planta altamente benéfica. Com uma pesquisa rápida no youtube você encontrará dezenas de depoimentos e vídeos de pessoas que afirmam ter curado seu câncer com cannabis. Quão válidas são essas afirmações? É a ciência real que dá apoio a essas estórias de cura de câncer? A resposta é sim, elas são, de fato, apoiadas por estudos científicos. Tal como qualquer tratamento com uma taxa de sucesso de 100% é altamente improvável. Esta planta incrível permanecendo ilegal, em Classe I, fica incapaz de ser estudada em um fórum mais amplo e torna-se uma "farsa". Abaixo está uma lista de 34 estudos para os céticos por aí. Eles são classificados por tipo de câncer e tratamento (os estudos e pesquisas estão em ingês). Cura Câncer no Cérebro http://www.nature.com/bjc/journal/v95/n2/abs/6603236a.html http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/11479216 http://www.jneurosci.org/content/21/17/6475.abstract http://jpet.aspetjournals.org/content/308/3/838.abstract http://mct.aacrjournals.org/content/10/1/90.abstract Cura Câncer de Boca e Garganta http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/20516734 Cura Câncer de Mama http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/20859676 http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/18025276 http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21915267 http://jpet.aspetjournals.org/content/early/2006/05/25/jpet.106.105247.full.pdf+html http://www.molecular-cancer.com/content/9/1/196 http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22776349 http://www.pnas.org/content/95/14/8375.full.pdf+html Cura Câncer de Pulmão http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22198381?dopt=Abstract http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21097714?dopt=Abstract http://www.nature.com/onc/journal/v27/n3/abs/1210641a.html Cura Câncer Uterino, Testicular e Pancreático http://www.cancer.gov/cancertopics/pdq/cam/cannabis/healthprofessional/page4 http://cancerres.aacrjournals.org/content/66/13/6748.abstract Cura Câncer de Próstata http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/12746841?dopt=Abstract http://www.nature.com/bjc/journal/v101/n6/abs/6605248a. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3339795/?tool=pubmed http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22594963 Cura Câncer Colorretal http://gut.bmj.com/content/54/12/1741.abstract http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22231745 Cura Câncer de Ovário http://www.aacrmeetingabstracts.org/cgi/content/abstract/2006/1/1084?maxtoshow&hits=80&RESULTFORMAT&fulltext=cannabinoid&searchid=1&FIRSTINDEX=560&resourcetype=HWCIT Cura Câncer de Sangue http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/12091357 http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/16908594 http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1002/ijc.23584/abstract http://molpharm.aspetjournals.org/content/70/5/1612.abstract Cura Câncer de Pele http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/12511587 Cura Câncer de Fígado http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21475304 Cura Câncer do Trato Biliar http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/19916793 Cura Câncer de Bexiga http://www.medscape.com/viewarticle/803983 Cura Câncer em Geral http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/12514108 http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/15313899 Fonte: http://www.realfarmacy.com/34-medical-studies-for-the-skeptic/
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