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  1. Um componente da Cannabis sativa --a popular maconha-- é capaz de reduzir a ansiedade de pessoas que sofrem de um transtorno psiquiátrico conhecido como fobia social, diz um estudo da USP de Ribeirão Preto. Não significa que o uso da erva sirva de tratamento para esse mal. A pesquisa analisou resultados apenas do composto canabidiol, em doses de 600 mg, pela via oral. De acordo com o pesquisador Mateus Bergamaschi, que fez o trabalho como tese de doutorado, estudos anteriores já apontavam a redução da ansiedade, mas só em pessoas sem transtornos. O ineditismo da pesquisa, segundo ele, foi o uso da substância em universitários com a fobia social e que nunca tinham sido tratados. "Observamos que apenas uma dose, de 600 mg, já foi suficiente para reduzir o medo dessas pessoas", disse. O estudo envolveu 36 universitários, sendo 24 com o transtorno psiquiátrico. "Vimos que o composto não produziu efeitos colaterais", afirmou Bergamaschi. Após duas horas da distribuição do canabidiol, as pessoas tinham dois minutos para elaborar um discurso sobre transporte. A pessoa era informada de que o discurso estava sendo gravado. O voluntário tinha de se apresentar diante de uma câmera enquanto via sua própria imagem. O próximo passo é avaliar o uso crônico da substância. ARARIPE CASTILHO DE RIBEIRÃO PRETO Link da matéria: http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/1174013-componente-da-maconha-alivia-fobia-social.shtml
  2. Saiu uma coluna hoje na Folha. Apesar do cara não ser legalize e terminar em cima do muro, pelo menos chama a atenção e defende a discussão, o que ajuda a quebrar um pouco o tabu que criaram em cima do tema... CLÓVIS ROSSI Drogas, tema inescapável As Américas abrigam as 32 cidades mais violentas do mundo; narcotráfico é o eixo e tem de ser debatido Os países que participam, no fim de semana, de uma nova Cúpula das Américas abrigam as 32 cidades mais violentas do mundo. Esse dado terrível já seria suficiente para que o consumo e o tráfico de drogas estivessem no centro dos debates, uma vez que violência e narcotráfico são irmãos siameses. Mas a questão das drogas só entrará nos salões da cúpula pela porta lateral. Otto Pérez Molina, presidente da Guatemala, um dos países que estão se transformando em Estados falidos em consequência do narcotráfico, já anunciou que quer discutir o assunto a partir de um argumento irrebatível: a política atual, puramente repressiva, fracassou. Reforçam os ex-presidentes Ernesto Zedillo (México), César Gaviria (Colômbia) e Fernando Henrique Cardoso (Brasil), em artigo para o jornal colombiano "El Tiempo": "Os fatos são obstinados e falam por si. A erradicação da produção, a interdição do tráfico e a criminalização do consumo -pedras angulares da estratégia de guerra contra as drogas, liderada pelos Estados Unidos- não funcionam e têm um custo altíssimo em vidas humanas". Os três ex-presidentes são membros de uma comissão que, tempos atrás, apresentou sugestões que parecem as mais consistentes até agora jogadas à mesa nesse delicado território. São dois pontos centrais. Um já é adotado aqui e ali, com maior ou menor êxito: não tratar o consumidor como delinquente. A segunda recomendação, "mais complexa", é discutir os diferentes modelos de regulação de drogas como a maconha de maneira similar ao que se faz com o tabaco e o álcool. Os três dizem que "estudos médicos da mais alta seriedade definem a maconha como substância menos nociva que o tabaco". Regulamentar não é legalizar, antecipam-se os ex-presidentes, cientes de como o tema é polêmico. "Regular é criar as condições para a imposição de todo tipo de restrições à comercialização, publicidade e consumo do produto". Já fui favorável à legalização das drogas, mas li e ouvi tantos argumentos contrários que subi no muro e prefiro continuar estudando antes de ter uma posição definitiva, até onde posições sobre temas voláteis possam ser definitivas. De todo modo, debater a questão -e fazê-lo no mais alto nível nas Américas- é um primeiro passo essencial. Há pelo menos dois dados adicionais a pressionar para que esse debate se dê -e de forma urgente: 1 - Michael Shifter, presidente do Diálogo Interamericano, centro de estudos de Washington, aponta o risco de que "a violência transnacional crescentemente sofisticada" ponha em risco "as frágeis democracias centro-americanas". 2 - Stephen Johnson, diretor do Programa Américas do Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais de Washington, calcula que o tráfico de drogas movimenta por ano cerca de US$ 400 bilhões (R$ 733 bilhões), um poder econômico difícil de ser enfrentado até pelos países mais ricos da América Latina, quanto mais pelos pequenos Estados centro-americanos e andinos. Para comparação: toda a economia guatemalteca equivale a somente um décimo do valor do narconegócio. crossi@uol.com.br fonte: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mundo/36579-drogas-tema-inescapavel.shtml
  3. Os seguranças da empresa Carbocloro, localizada na rodovia Cônego Domênico Rangoni, em Cubatão (56 km de São Paulo), encontraram mudas de maconha plantadas em uma área de preservação ambiental na segunda-feira (24). A empresa afirma que o plantio ocupa uma área de reflorestamento fora de seu complexo industrial. As cerca de 60 mudas foram colocadas sem autorização. "A Carbocloro está fornecendo todos os recursos necessários para que os órgãos competentes resolvam a situação e se coloca à disposição para eventuais esclarecimentos", afirma em nota. O caso foi registrado no 1º DP de Cubatão. http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/996273-segurancas-encontram-plantacao-de-maconha-em-industria-em-sp.shtml
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