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Decker

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  1. apelo ai negada fiquem online de madrugas aqui so tem o leozin!
  2. negativo, agora tem 5 fontes .. ms muita fila
  3. exatamente... 1 fonte online =/ o leozin! hehe
  4. aeee comprei o meu agora, acabei de ver muito da hora, abraço growers!
  5. É veia a notícia, mas eu nao tinha lido e também no "busca" do grow não tinha nada .. é grande mas interessante. I - Produção supera Pernambuco Uma vasta região com solo fértil, às margens de um grande rio, com policiamento quase inexistente, fincada na divisa entre dois Estados e maior produtora de maconha do País. Esta poderia ser a descrição do famoso Polígono da Maconha, área do Sertão pernambucano banhada pelo Rio São Francisco, mas, na verdade, se refere ao Noroeste do Maranhão, mais especificamente aos municípios próximos ao Rio Gurupi, na divisa com o Pará, onde a Polícia Federal, pela primeira vez na história, erradicou uma quantidade da erva superior à destruída em Pernambuco no mesmo período. Só no segundo semestre desse ano, foram erradicados no Maranhão 1.239.083 pés de maconha em três operações. Cerca de 120 mil pés a mais do que o total destruído nas ações que a PF realizou em Pernambuco em 2000. A migração das roças de maconha para o Maranhão começou no final do ano passado, quando foi deflagrada a Operação Mandacaru, coordenada pela Secretaria Nacional Anti-Drogas (Senad). Acuados pela presença maciça das Forças Armadas e Polícia Federal, os traficantes encontraram no Maranhão o local perfeito para retomar suas atividades. Instalados em cidades como Nova Olinda, Maracaçumé e Boa Vista do Gurupi, distantes mais de 400 quilômetros da capital São Luís, os traficantes pernambucanos compraram fazendas e passaram a investir em pecuária como fachada dos seus verdadeiros interesses na região. A chegada dos pernambucanos levantou suspeitas na população local. “Esse pessoal chegou aqui com uma mão na frente e a outra atrás e, agora, todos eles estão bem de vida”, afirmou um comerciante de Maracaçumé, que não quis se identificar. O primeiro passo dos produtores foi arregimentar trabalhadores rurais prometendo diárias de até R$ 15, cinco vezes mais do que se pagava nas outras roças. As áreas escolhidas para as plantações ficavam em clareiras na mata nas proximidades do Rio Gurupi. De acordo com informações da Polícia Federal, a maconha produzida no Maranhão é escoada pelo rio e pelas estradas sem policiamento da região. A maior parte da erva pronta para o consumo apreendida na área seguia para São Luís e para os Estados do Pará, Goiás, Tocantins e Piauí. Depois de fixar residência nas cidades-pólo, os traficantes passaram a comprar terras em municípios mais distantes e iniciaram os plantios. Entre as principais localidades produtoras da erva no Maranhão está o distrito de Chega Tudo, no município de Centro Novo. Chega Tudo é um antigo garimpo de ouro que se transformou no local ideal para os produtores de maconha. Além de ser isolado da civilização por 80 quilômetros de estrada de barro, que na época das chuvas fica intransitável, o distrito tinha mão-de-obra de sobra com o esgotamento da atividade garimpeira. Boa parte do escoamento da produção de maconha deixa a região por Boa Vista do Gurupi, cidade localizada na divisa entre o Maranhão e o Pará. Os traficantes utilizam barcos para deixar as áreas isoladas e depois passam a erva prensada para caminhões e carros de passeio. São 504 quilômetros de distância para São Luís e 370 para Belém. De acordo com o delegado de Maracaçumé, Roberto Larrat, a criminalidade na região vem passando por um incremento nos últimos meses. Tradicionalmente os crimes de morte na região eram cometidos sem o uso de armas de fogo, mas assassinatos e assaltos na estrada passaram a ser realizados com fuzis AR-15 e pistolas 9mm. “Em um assalto realizado na BR-316, a quadrilha tinha fuzis e pistolas, armas que até então não se tinha nem notícia por aqui”, afirmou o delegado. ECONOMIA – O dinheiro que o tráfico movimenta também vem apresentando mudanças no comércio da região. Os postos de gasolina são um termômetro do aquecimento da economia local. Depois de um aumento de 20% no volume de combustível comercializado no primeiro semestre, os donos de postos viram as vendas despencarem durante as três operações realizadas para combater os traficantes. “O movimento vinha crescendo, mas, na época das operações, as vendas caíram. Muitos dos nossos fregueses transportam madeira também e a presença da Polícia deixou eles intimidados”, revelou o gerente do posto de gasolina de Maracaçumé, João Barbosa. Eu peguei aí o mais importante, resto da noticia da umas 5 paginas .. pra ver o resto acessa a fonte e la em baixo tem uma setinha pro lado! fuiz fonte: http://www2.uol.com.br/JC/_2000/2412/cd2412_2.htm publicada em: "Jornal do Commercio" Recife - 24.12.2000 (Domingo)
  6. Muitos pais são extremamentes alienados e tem aquela visão única dos maconheiros como delinguentes, sei que isso não passa de mentiras controladas por um grande jogo de interesses, que tem pouco fundamento ou nenhum. Então pra que se preocupar se meu filho fuma ou não?! Acho que tudo isso é uma questão de opinião e criação. Se meu filho souber o tanto que eu sei sobre a maconha e ter uma conciência do que isso causa na sua vida, vou deixar ele fumar seu basiado na boa. Se ele não souber paciência!
  7. ops! amigo meu tava me mandando aqui uns links e resolvi postar ... mais fica o tópico pra quem ainda nao leu! da proxima tomo cuidado!
  8. 07 de janeiro, 2003 - Publicado às 01h27 GMT http://www.bbc.co.uk/portuguese/ciencia/03..._cristorg.shtml Muitos de seus milagres tinham relação com cura Cientistas americanos divulgaram um estudo em que dizem que Jesus Cristo e seus apóstolos podem ter usado um óleo curativo a base de maconha para curar pessoas com doenças incapacitantes. Segundo os cientistas, um bálsamo usado nos primeiros anos da era cristã continha um extrato de maconha chamado de kaneh-bosem. O extrato, que é absorvido pelo corpo quando colocado em contato com a pele, poderia ter ajudado a curar pessoas que sofriam de várias doenças físicas e mentais. O autor do estudo, publicado na revista americana especializada em drogas High Times, disse que suas descobertas são baseadas no estudo das sagradas escrituras. * Óleo com maconha O cientista, Chris Bennett, disse que o uso de maconha era bastante difundido na época para ajudar a curar os enfermos. Ele disse que pelo menos um ungüento usado naquela época tinha uma alta concentração de extrato de maconha. “O óleo sagrado da consagração, conforme descrito nas escrituras em hebreu do livro do Êxodo, continha até 2 kg de keneh-bosum – uma substância identificada por respeitados lingüistas, antropólogos, botânicos e outros estudiosos como maconha, com a adição de óleo de oliva e outras ervas”, disse. “Os consagrados daqueles tempos eram praticamente mergulhados nessa poderosa mistura.” Bennett acredita que o bálsamo pode ter sido usado em alguns dos milagres curativos praticados por Jesus e seus discípulos. * Exorcismo “Na antiguidade, males como a epilepsia eram atribuídos à possessão por demônios”, explicou. “Curar alguém com o problema, mesmo com o uso de simples ervas, era considerado exorcismo ou cura milagrosa.” “Curiosamente, a maconha tem se mostrado útil no tratamento não apenas da epilepsia, mas de outros males curados por Jesus, como moléstias de pele, nos olhos ou problemas menstruais.” O artigo não coloca em dúvida a validade dos milagres descritos na Bíblia. Em vez disso, trata de analisar se a Igreja Católica, em seus primeiros anos, pode ter feito uso de alguma substância para curar. Nada no estudo, por exemplo, descarta o papel que a fé pode ter tido na execução dos milagres.
  9. É uma notícia mei velha, mas gostei de ler, tomara que vocês também gostem! Felipe é um dentista de 53 anos. Como tantos outros de sua geração, começou a fumar maconha nos anos 60, quando a erva fazia parte do pacote básico dos jovens que queriam "contestar o sistema" ou apenas "curtir numa boa" (ah, como as gírias se tornam bobocas com o passar do tempo...). Felipe acendia baseados escondido dos pais. Depois de adulto e casado, continuou a fumar os cigarrinhos enrolados em papel de seda, mas sem ocultar o hábito de seus dois meninos. Hoje, a maconha é um item menos presente no cardápio de Felipe. Mas se tornou algo a ser compartilhado com os filhos. No mês passado, ele e Lúcio, o primogênito de 26 anos, introduziram o caçula de 16 na rodinha de fumo caseira. "Nessas ocasiões, ficamos alegres, rimos bastante", diz Felipe. O fenômeno do "baseado em família" já apresenta proporções suficientes para chamar a atenção dos especialistas no tratamento de dependentes químicos. Nos Estados Unidos, vinte de cada 100 jovens internados em clínicas de desintoxicação tinham o costume de fumar maconha com os pais. Cerca de 5% deles foram apresentados à erva por papai ou mamãe. No Brasil, os números que emergem dos consultórios médicos impressionam. Dos dependentes atendidos pela psicóloga paulista Sueli de Queiroz, uma das mais respeitadas do país, metade é composta de pais que usam a erva com os filhos ou de filhos que dividem o baseado com os pais. O psiquiatra Arthur Guerra de Andrade, diretor do Grupo Interdisciplinar de Estudos de Álcool e Drogas da Universidade de São Paulo, lembra a história de um de seus pacientes, um adolescente de 17 anos. Filho de um alto executivo, o rapaz foi expulso da escola depois de ter sido flagrado com um cigarro de maconha. O pai, ao invés de lhe dar uma bronca ou de encaminhá-lo a um psicólogo ou algo que o valha, ensinou-lhe macetes de como fumar sem correr o risco de ser pego. Para esses pais, fumar maconha é uma experiência inócua, que serve inclusive para estreitar laços. "É como tomar um cálice de vinho ou um copo de cerveja ao lado de quem se gosta", compara a empresária Lúcia, de 45 anos, que de vez em quando enrola um baseado com João, seu filho de 19. É uma visão equivocada. Assim como o álcool e o tabaco, a maconha faz mal, sim, à saúde. Com uma agravante: é droga ilegal. Esse fato, no caso do "baseado em família", tem implicações maiores do que a pena criminal. Uma das funções dos pais é inculcar nos filhos a obediência a determinados códigos. Em muitos pontos, as figuras paterna e materna encarnam as próprias regras sociais, o que é essencial não só para a educação, como para a formação da personalidade da criança e do jovem. "Quando um adulto usa a droga com o filho, está sinalizando que não é preciso respeitar a lei, nenhuma lei. A partir daí, cria-se uma confusão que pode levar a distúrbios psíquicos e de comportamento", critica o psiquiatra gaúcho Sérgio de Paula Ramos. Em resumo, pai é pai, amigo é amigo. O "pai amigo", que até fuma baseado, é uma daquelas modernices que só servem para causar transtornos. Os especialistas são unânimes: se um adulto é usuário de maconha (ou de qualquer outra droga), que a utilize longe da vista de seus filhos. A hipocrisia, aqui, é mesmo um elogio que o vício presta à virtude. Existe, ainda, um contigente expressivo de pais que, embora não fumem maconha, permitem abertamente que seus filhos o façam dentro de casa – na linha "melhor aqui do que lá fora". Há também aqueles que fingem não ver o que ocorre. Permanecem na sala, tentando ignorar aquele cheirinho de mato que vem do quarto. Esse universo foi abordado num estudo realizado pela antropóloga Rachel Trajber. Durante três meses, Rachel conviveu com sessenta jovens de 12 a 21 anos, de todos os segmentos sociais da cidade de São Paulo. Os jovens de classe média, principalmente, mencionaram um "certo consentimento" dos pais em relação ao uso da erva. Essa atitude não é tão perniciosa quanto consumir a droga ao lado dos filhos, mas ajuda a cristalizar a idéia de que maconha não faz mal e de que é um erro incluí-la no rol dos entorpecentes. A maioria dos pesquisados, aliás, acredita que só as substâncias mais pesadas, como cocaína, crack e ecstasy, podem ser consideradas drogas. Eles, assim como seus pais, deveriam ser informados de que nunca a erva foi tão perigosa. Nos últimos quarenta anos, a concentração de THC, o princípio ativo da maconha, aumentou muito (veja quadro abaixo). Conseqüentemente, seu poder de viciar também. Uma pesquisa conduzida pela psicóloga Flávia Jungerman, supervisora do Ambulatório da Maconha da Universidade Federal de São Paulo, traçou o perfil dos usuários no Brasil. Eles começam a fumar por volta dos 14 anos e mais da metade enrola mais de um baseado por dia. "Os jovens precisam que alguém imponha limites", afirma Flávia. Isso cabe a você, pai. MAIS FORTE E MAIS PERIGOSA O princípio ativo da maconha é o THC, sigla de tetrahidrocanabinol. É ele o responsável pelas sensações de relaxamento e desinibição experimentadas por quem fuma a erva. Traduzindo: aquele sorrisinho estereotipado é causado pelo THC. A fome que todo usuário sente depois de fumar – a popular "larica" – também é obra do THC. Nos últimos quarenta anos, a presença dessa substância aumentou muito nos baseados enrolados pela moçada. Na década de 60, um cigarro da erva continha 0,5% de THC. Atualmente, estudos americanos apontam para níveis de até 5%. Há ainda o skank, a supermaconha desenvolvida em laboratório, com 20% de THC. Por causa dessas altas taxas de princípio ativo, a maconha hoje vicia mais e inflige danos ainda maiores ao organismo. O uso freqüente da droga diminui a coordenação motora, altera a memória e a concentração. Pode levar o usuário a crises de ansiedade e depressão. Além disso, prejudica o funcionamento do sistema respiratório – acarreta infecções de garganta e de pulmão. O THC é apenas um dos 400 compostos químicos encontrados em um cigarro de maconha. Alguns deles são cancerígenos, como o alcatrão! Fonte: http://www.escolavesper.com.br/vejamaconha...vejamaconha.htm Edição 1 726 - 14 de novembro de 2001
  10. Caramba .. Isso é bom e ruim, não adianta ficar dizendo que é bom pois quem compra maconha financia o tráfico e quem faz isso ta financiando a violência né.. mas isso é um paradoxo pois nós que não podemos plantar somos sujeitos a comprar essa erva... e então o preço aumenta!
  11. Apoio isso, traficante tem mais que levar bronca! Ta loco meu ...
  12. Decker

    Hemp Car Project

    Japão... país bem desenvolvido fazendo jus a sua fama de sábio, que maconha não é só sinônimo do violência, tráfico, e "vagabundagem". Também é cultura e além do mais tem milhões de utilidades, algo que os primitivos já sabiam, mas o homem moderno alienado (ou não) "convêncionou" que é "vagabundagem". Ótimo post .. Bom saber que existem pessoas com iniciativas tão boas!
  13. Caramba .. hehehe pelo que você comentou a revistinha deve ser superinteressante mesmo. Adoro esse tipo de coisa, aonde estaria disponibilizado para ver essas historias? Ou só se adquire comprando ?
  14. Decker

    Super Seda

    ja fumei naquela nota fiscal do mac donalds .... hauahuaau corroeu a garganta mais valeu a pena ;D
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