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Dantz

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Tudo que Dantz postou

  1. Se comprou do tráfico tá financiando, fim de papo. A quem se atribui a culpa já é outra questão, foram as forças conservadoras por trás do Estado que inventaram de proibir e no que depender do usuário a coisa não teria tomado esse rumo. Eu não tenho condições de manter um cultivo no momento e tendo consciência disso fumo bem menos do que fumaria normalmente, mas não vou largar de vez só porque algum babaca há mais de 50 anos atrás decidiu que fumar cannabis é errado.
  2. Eu já acho que essa decisão não sai tão cedo, os proibicionistas tão tentando ganhar tempo, e por isso mesmo temos que pressionar. Mas fiquei na dúvida, não tinha um limite de dois ou três meses pra devolver o processo? Não seria inconstitucional o cara travar o processo desse jeito?
  3. Não cara, não me fala uma coisa dessas. O governo FHC privatizou tudo que podia, depois veio o governo Lula que era pra ser de esquerda e foi o que mais enriqueceu banqueiros na história da democracia brasileira, eu não sei em que mundo vocês vivem pra chegar á conclusão de que não existe direita no país. E outra, a sigla do partido não quer dizer nada se os caras não a seguem. Um bom exemplo de social-democracia são as propostas do candidato Bernie Sanders nos EUA, se você analisá-las irá entender que as propostas conservadoras do PSDB são o oposto disso. Mas na boa eu só queria responder o cara que perguntou se o PT era a favor da descriminalização e a coisa foi se escalando, se quiserem continuar a discussão façamos por mensagem privada ou mudemos pra outro tópico, aqui o tema é o STF e a descriminalização.
  4. Maconheiro chamando outro maconheiro de delay, eu mereço rs. Apoiei a Dilma sim, na época parecia menos pior que o Aécio agora não dá mais pra engolir. Mas vai lá boa sorte com a direita fera, eles vão lutar por sua causa sim, pode confiar.
  5. Mas aí você já tá entrando em sensacionalismo, se for pra seguir essa linha não sobra nenhum candidato. O debate é a política e nesse ponto é muito mais preocupante o posicionamento dele em defesa da guerra ás drogas lá em 2008 do que uma piada de mau gosto pela qual ele se desculpou logo depois. Eu não voto em político baseado numa única pauta (regulamentação) e sim por afinidade ideológica. Apioio o Ciro por ser a única opção decente que sobrou pra esquerda, mas no que diz questão á cannabis não vejo nenhum outro candidato (com chances de ganhar) levantar essa bandeira. É você tem razão fera, a reportagem em questão era uma da Folha que algumas páginas do Face compartilharam essa semana, mas é mais antiga que a sua (1998 pra ser exato, rs). De fato o último posicionamento que temos dele sobre o assunto foi esse, peço desculpas por repassar desinformação. Perdeu meu voto²
  6. Eu não diria subjetivo, ele é inteligente na defesa do socialismo, se você não concorda é questão de ideologia mas não significa que o cara seja retardado. Enfim, lamentável ver o Ciro falando tanta bosta, mas essa matéria é de 8 anos atrás. Se você procurar os posicionamentos mais recentes, ele é a favor. Pode ser só oportunismo também, claro. Não acho ele o candidato ideal mas pra mim me parece a melhor opção no momento, lógico que quem é de direita vai discordar, normal. Só não quero ver maconheiro defendendo Bolsonaro, pelo amor de Deus hein galera kkk
  7. Por quais motivos? Eu acho o Ciro bem coerente, o cara é inteligente, entende de economia, sabe falar e é favorável á nossa causa. Resta saber se ele vai ter coragem, porque falar que apoia é uma coisa, fazer é outra. Mas não tenho dúvida que temos mais chances com ele do que com os outros candidatos: Marina Silva, Bolsonaro, Aécio/Alckmin/Serra, Lula, nenhum deles vai mexer um dedo pra isso. Tem também os candidatos do PSOL e Partido Verde mas esses não tem a menor chance de ganhar.
  8. Bom eu não posso falar por esses movimentos, mas a descriminalização da maconha não é pauta do PT e eles já foram contra diversas causas da esquerda em nome da governabilidade. O PT não tem mais poder nenhum e é inocência achar que eles vão defender nossa causa num país ultra conservador como o Brasil agora que já estão com a imagem pra lá de queimada. Minha aposta nas próximas eleições é o Ciro Gomes.
  9. Caralho, meus parabéns aos três (Emilio, Mauro e Sergio), mandaram muito bem. Ver vocês desmascarando o Osmar Terra em rede pública não tem preço. O Sergio tocou em alguns pontos interessantes em relação á história da cannabis no Brasil e essa tendência dos políticos desmerecerem a opinião da comunidade científica. Ainda assim me deu mal estar ficar ouvindo aquele monte de asneiras que o deputado fala, kkk Só não entendi quando o Mauro disse que o Laranjeiras era o maior especialista nesse assunto, aquilo foi sarcasmo ou ele mudou de lado e eu não to sabendo?
  10. A maconha é um medicamento com canabidiol e THC (que aliás são as únicas substâncias que eram proibidas na planta), isso quer dizer que podem me prescrever maconha in-natura agora que ambas estão liberadas? Sério eu entendo que isso é bom pra quem realmente precisa do remédio mas não consigo ficar feliz com esse tipo de notícia, uma vez liberada a prescrição dos únicos princípios ativos que eram considerados ilegais na planta ela deveria ser automaticamente liberada pra prescrição também, essa porra não faz o menor sentido e só serve pra beneficiar as farmacêuticas que vão lucrar pra caralho porque além de tudo a porcaria do remédio tem que ser importado.
  11. Amigo, essas bads se dão pelo seu tipo de personalidade. Algumas pessoas são simplesmente mais "mentais", tem mais consciência de tudo, e isso é ao mesmo tempo uma benção e uma maldição. Comparado a uma pessoa comum você é muito mais analítico e crítico frente a qualquer situação, isso é ótimo se a pessoa souber usar mas também torna mais difícil ligar o foda-se quando você fica encanado com alguma coisa. Logo as pessoas que tem esse perfil tendem a ser mais instáveis emocionalmente. As drogas em geral - não só a maconha - intensificam seu estado emocional, então uma pessoa mais estável emocionalmente dificilmente terá uma bad porque não irá dar muita atenção quando os pensamentos negativos aparecerem. Mas pra quem é mais mental essa onda de negatividade pode vir com mais frequência, e se você deixar ela te dominar já era, caiu na bad trip. Algumas pessoas tem essa personalidade mais autocrítica desde sempre, outras se tornam com o tempo, mas independente de qual for o seu caso, se você não tá conseguindo parar a onda de vibes ruins quando ela aparece, pare de usar maconha. Dê um tempo, se auto-analize e aprenda a superar isso sóbrio. A meditação e o budismo podem te ajudar. Ocupar a cabeça com algum hobby bacana também é útil. Eu já passei por essa fase, ficava noiado com cada coisa besta toda vez que fumava, e hoje depois de trabalhar esses problemas to usando de novo numa boa. Só pra complementar, existem outros fatores além da personalidade que podem contribuir para você ter uma bad. Pra mim a desconfiança quanto a procedência do fumo que eu consumia atrapalhava muito minha experiência com a erva. Ela podia nem ser tão ruim, mas se eu colocasse na minha cabeça que aquilo podia me fazer mal por não ser da boa, era bad na certa. Por isso nunca economize com maconha, é burrice. Se não tiver como pegar das melhores, busque um meio de cultivar. Abraço e boa sorte.
  12. Gregório Duvivier mitando no debate promovido pelo Quebrando o Tabu:
  13. “A ação pedia, ainda, a liberação de uso, posse, plantio, cultura, colheita, exploração, manipulação, fabricação, distribuição, comercialização e exportação”, mas esses pedidos não foram acatados pelo juiz. Então mesmo com o THC e O CBD liberados pra uso medicinal ainda teríamos que importar os buds, correto? Melhorou, mas porra, pra que importar se dá pra plantar aqui mesmo?
  14. Entendí, obrigado pelos esclarecimentos Lugas e Cannabis_man Então, é esse o meu medo, a câmara já está tão dominada pelos conservas que eles nem precisam mais se preocupar com as leis para agir. Se não me engano está pra entrar em pauta uma PEC que permitiria que as igrejas (incluindo as evangélicas) contestem as decisões do STF. Tá tenso.. Mas seguimos na torcida. Abraço
  15. Sim man também estou bem otimista, não pude acompanhar a última votação então estou um pouco por fora, tem muita informação e ainda não captei direito o resultado, vou dar mais uma lida aqui. Só ví uma parte do discurso do Barroso, foi sensacional, ao que tudo indica eles mesmos irão determinar as quantidades e (se deus quiser) incluindo também o cultivo. O problema ao qual me refiro é que (de acordo com o post do user cuba_libre), depois de determinada a quantidade, ela só vai valer até o legislativo se posicionar para revisá-las, porque isso não é competência do STF. Essa informação procede? Qualquer coisa que envolva o legislativo já me desanima, mas até lá ainda tem muito chão.
  16. Legalizar não, regulamentar. Cada droga é um caso diferente. Enquanto as leves não requerem muito controle, para regulamentar as "pesadas" (crack, heroína etc) seria necessário um modelo mais ou menos parecido com o da Suíça. Mas aqui o que está em jogo é a descriminalização, e apesar de eu não concordar que somente a maconha deva ser descriminalizada isso pode ser bom para a causa. Com o foco na cannabis, é bastante provável que o cultivo entre em pauta. Perfeito, particularmente acredito que a tendência é seguirem a proposta do Barroso, mas o problema é essa parte que diz "até que o congresso o faça". Não sei se entendí direito mas isso me parece uma cilada. Com esse congresso ultra-conservador não duvido nada que abaixem as quantidades só pra ferrar a gente.
  17. Boa noite. Antes de mais nada, não se preocupe porque isso é normal. Acho que a Babi respondeu muito bem a sua dúvida, é apenas seu psicológico, você teve um ataque de pânico. Isso não quer dizer que você tenha pré-disposição a esse tipo de crise e nem que não possa mais fumar, ás vezes você simplesmente não tava legal no momento e deixou a bad tomar conta, acontece. É tudo questão de não se deixar levar pelas encanações. No meu caso fiz uso do mesmo prensado por cerca seis meses (de 3 a 4 vezes por semana) e de início foi uma experiência bastante produtiva, me sentia mais confiante, focado, alegre (como é de se esperar) e até mesmo mais sociável, foi muito bacana. Mas sempre tive aquela preocupação por não saber a procedência do prensado, se poderia prejudicar minha saúde, etc. Quando pesquisei um pouco sobre isso ví o mal que a amônia pode fazer aos pulmões (e realmente aquilo fedia a amônia), as infecções (raras mas podem acontecer) causadas por fungos, etc, então comecei a usar técnicas de lavagem, mas perdí a confiança no que eu estava consumindo, achava que aquilo ia me fazer mal, e como resultado comecei a ter esses ataques de pânico. Por mais que eu tentasse relaxar, meu coração disparava, faltava ar, parecia que eu ia desmaiar ou morrer, era horrível. O produto era o mesmo, meu estado emocional também, mas o simples fato de eu não confiar mais naquilo me fazia passar mal. Então decidí que se for pra fumar e ter que passar por isso, é melhor ficar sem. Acredito que esse seja o principal motivo dessas bads que a galera tem com prensado, além de a erva já não ser boa e carregar uma energia negativa, você fica um pouco encanado (mesmo que inconscientemente) porque não sabe o que tem lá dentro. Quanto ao pânico persistir mesmo depois de você ter largado, isso é alguma encanação que ficou em você, e você terá que se esforçar um pouco para descobrir o que é. Também sentí isso por um tempo, eu estava desempregado e tinha muito tempo livre pra pensar em besteira, mas logo que voltei a trabalhar essa sensação passou. E se estiver preocupada que tenha afetado a tua saúde ou coisa do tipo, por mais que pareça uma coisa boba, vale a pena fazer alguns exames para pelo menos aliviar a consciência. Mas te garanto que com tão pouco tempo de uso é praticamente impossível isso acontecer. Abraço e boa sorte!
  18. Ele diz que a penalização tem resultado em extrema estigmatização, e agora que é preocupante que muitos usuários acabem taxados como traficantes, acho que vem coisa boa aí!
  19. A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) retirou nesta quarta-feira (14) o canabidiol (ou CBD), uma das substâncias presentes na maconha, da lista F2, composta por substâncias psicotrópicas de uso proscrito (proibido) no Brasil, para integrar a C1, que reúne substâncias sujeitas a controle especial, ou seja, que podem ser prescritas pelo médico por meio de receita em duas vias. O assunto foi votado por unanimidade na primeira reunião da Diretoria Colegiada da agência na sede da Anvisa, em Brasília, um mês depois que o o CFM (Conselho Federal de Medicina) autorizou o uso do canabidiol no tratamento de crianças e adolescentes com casos graves de epilepsia, que não respondam ao tratamento convencional. A decisão foi tomada com base em um relatório produzido pela coordenadoria de produtos controlados da agência, que concluiu que o canabidiol não possui o efeito psicoativo do THC. Por essa razão, sua manutenção na lista F2 seria incorreta. "Não há coerência em manter o CBD proscrito, pois essa substância não causa os efeitos psicoativos do THC, como amnésia e síndrome de abstinência", afirmou o diretor-presidente da Anvisa, Jaime Oliveira. Decisão não terá impacto perceptível no curto prazo A decisão da Anvisa, a curto prazo, não terá efeitos práticos, pois a importação continuará a ser feita em caráter excepcional. Isso significa que, para importar o CBD, cada caso continuará a ser analisado individualmente pela agência. "A reclassificação não altera a necessidade de autorização excepcional, pois os produtos importados não são compostos apenas de CBD, mas também de outros compostos como o THC, que continuam proscritos", destacou Oliveira. Ivo Bucaresky, membro da diretoria colegiada da Anvisa, diz que a decisão, a princípio, pode parecer ser impacto perceptível imediato, mas aponta que ela trará um efeito simbólico. "A decisão mostra que o uso do CBD não é algo ilegal, que o médico pode prescrever", afirmou Bucaresky. "Isso vai permitir que saia essa tarja de ilegalidade [do canabidiol]". Atualmente, estudos científicos indicam o uso do canabidiol no tratamento de diversas doenças, como epilepsia, esclerose múltipla, esquizofrenia e mal de Parkinson, bem como síndromes raras que provocam convulsões nos portadores. Apelo de pais Antes do início da votação, Katiele Fischer, mãe de Anne Fischer, que tem a síndrome CDKL5, problema genético raro que causa epilepsia grave, se dirigiu aos membros da diretoria colegiada para fazer um apelo, visivelmente emocionada . "Essa reclassificação dará esperança de uma qualidade de vida de volta para muitas pessoas, não só para crianças, mas também para adultos. Sabemos que o CBD ainda não é a cura para nenhuma síndrome, mas é a esperança de uma qualidade de vida. A proibição passa uma situação ruim, de que é algo que não é legal", disse. O presidente da Ama-me (Associação Brasileira de Pacientes de Cannabis Medicinal), Júlio Américo, também se dirigiu à diretoria e pediu pela reclassificação para que os caminhos de pesquisa com a substância possam ser facilitados. Pai de Pedro, garoto de cinco anos vítima de erro médico que tem epilepsia refratária, ou seja, quando a doença não responde a pelo menos dois medicamentos tradicionais, ele faz uso de um óleo rico em CBD. "Por não saber ouvir, o poder público e os profissionais podem cometer erros e condenar pessoas a sofrimentos que poderiam ser evitados. A reclassificação será um passo importante no futuro para a política nacional de cannabis medicinal, os caminhos de pesquisa poderão ser facilitados e, no futuro, pacientes que não têm condições financeiras poderão ter acesso a essa substância", diz. Critérios do CFM O CFM definiu alguns critérios para a prescrição do uso do derivado da maconha. Uma delas é que o médico deverá ser da especialidade de neurologia (que abrange psiquiatras e neurologistas) e terá que efetuar um cadastro em uma plataforma online do conselho. Além disso, o paciente que utilizar o canabidiol deverá assinar um termo de consentimento livre em que reconhece que foi informado sobre as possíveis opções de tratamento, mas que optou pelo derivado da maconha. Esse sistema é a maneira que o CFM terá para monitorar o uso e conseguir a avaliar a segurança e os efeitos colaterais da medicação. Segundo a resolução, os médicos deverão enviar um relatório com periodicidade de até seis semanas para o conselho. A decisão regulamentou ainda a dose que poderá ser prescrita pelo médico. O CFM estipulou de 2,5 mg/kg até 25 mg/kg (dosagem máxima) em duas vezes ao dia, dependendo do caso. Fonte: http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2015/01/14/anvisa-libera-uso-controlado-do-canabidiol.htm
  20. Você disse que o PSDB é mesmo Social-Democrata e eu discordo, só isso, não to vendo o espantalho. E também discordo quanto a questão da dívida. Durante os dois mandatos do Fernando Henrique o Brasil contraiu uma dívida equivalente ao que demorou 500 anos para constituir. No governo do PT ela abaixou de 61% para 35% do PIB. Não querendo defender o PT, mas entre o ruim e o pior fico com o ruim mesmo. Enfim, acho meio inútil essa discussão por que nossas visões são o extremo-oposto uma da outra. Você é a favor do livre mercado, por exemplo. Nele, se o governo decide fazer uma campanha anti-tabagismo o dono de uma empresa de cigarros pode processar o Estado. Foi o que aconteceu no Uruguai se não me engano. Pra mim isso não é liberdade para o povo, é liberdade para o empresário fazer o que bem entender e passar por cima de todos para maximizar seus lucros. Eu sou contra, mas você tem uma opinião diferente da minha, a qual eu respeito e sei que não vou mudar. Peace.
  21. É acho que eu divaguei um pouco, acontece . Tudo bem a sua ideologia é diferente da minha, não adianta discutir isso. Meu ponto é que, sim, analisando as definições da social-democracia, o PSDB até se encaixa. Mas na prática não; se você analisar o governo FHC irá obviamente notar o endividamento do país, as privatizações em massa, etc. Em outras palavras, isso significa vender o país. Enquanto que a sigla do partido faz parecer que eles são de esquerda, essas políticas anti-nacionalistas e pró-império representam o extremo oposto. Por isso digo que de social só tem o nome.
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