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  1. Maior produtor de maconha do mundo, Marrocos estuda legalização Um dos maiores produtores de maconha e haxixe do mundo e principal exportador para o território europeu, o Marrocos pela primeira vez está discutindo uma proposta de lei que propõe a legalização e a taxação do cultivo da cannabis. Políticos ligados ao partido do primeiro ministro Abdelilah Benkirane e membros da oposição estão esboçando um projeto que pede a regulamentação e a taxação da produção dos cannabicultores, esperando discuti-lo e aprová-lo em até três anos. A ideia é que a lei possa criar uma alternativa viável para o pequeno fazendeiro e o livre das garras do tráfico internacional de drogas. “Temos de garantir que a legalização seja feita da melhor maneira. Temos de avaliar quais são as virtudes medicinais da planta e aí sim pensar em exportações, desenvolvimentos farmacêuticos e em como atrair o investimento estrangeiro. Trata-se de uma área muito promissora para a economia”, afirma Abdelahim Allaoui, um político ligado ao PJD, partido do primeiro ministro. Os agricultores que cultivam a cannabis estão localizados principalmente no norte do país, próximo à região montanhosa de Kif, e é também por lá que o produto é ilegalmente escoado para o seu maior mercado: a Europa. O plantio de maconha na região começou há séculos atrás e faz parte da própria cultura do país. Estima-se que a economia da cannabis represente no mínimo 10% do produto interno bruto da nação e que pelo menos 800 mil marroquinos vivam da produção de maconha e haxixe. http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI340675-17770,00-MAIOR+PRODUTOR+DE+MACONHA+DO+MUNDO+MARROCOS+ESTUDA+LEGALIZACAO.html
  2. as coisas estão mudando, um dia olharemos para trás e veremos que essa batalha foi dificil, mas a vitoria e so questao de tempo.
  3. Evangélicos se manifestam contrários a PL 7663/2010 Um manifesto favorável à descriminalização de usuários de drogas, assinado por mais de 100 líderes evangélicos, foi entregue ao presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves. A entrega da carta ocorreu em um momento-chave da discussão sobre mudanças na lei de drogas pelo Congresso Nacional. No documento, os signatários pedem a não votação do projeto de lei 7663/2010, do deputado Osmar Terra, e a rediscussão de alguns de seus artigos, como o que diz respeito à internação compulsória. Com base no tripé bondade-justiça-verdade, o grupo apoia a construção de uma nova política de drogas que altere a lei 11.343/2006 e estabeleça critérios mais objetivos para definir usuário e traficante. Os manifestantes também defendem que seja assegurado ao dependente químico o direito constitucional à saúde, educação e reintegração social. Abaixo a carta: “E tudo isto provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por Jesus Cristo e nos deu o ministério da reconciliação, isto é, Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não lhes imputando os seus pecados, e pôs em nós a palavra da reconciliação.” 2Co 5,18-19 Prezados irmãs e irmãos, Nós, abaixo assinados (pastores e líderes de igrejas e instituições evangélicas de ação social, capelania e evangelismo no território nacional), preocupados com o agravamento e a dimensão que a questão das drogas tomou no cenário brasileiro, achamos por bem manifestar nossa contribuição. Dados do Instituto Pro Bono revelam que só em São Paulo, cuja população é de cerca de 41 milhões de habitantes, 29 milhões de pessoas são identificadas como “potenciais usuários” dos serviços de um defensor público, ou seja, há quase 30 milhões de pessoas que não terão, segundo a sua renda e condição social, condições de pagar os serviços de um advogado para defender a sua causa. Por outro lado, segundo dados do Infopen, publicado em um estudo do Núcleo de Estudos da Violência da USP (NEVUSP) sobre prisão provisória e lei de drogas, o número de presos provisórios enquadrados na lei de drogas no Brasil teve um aumento de 61,5% em cinco anos, entre 2005 e 2010. O cruzamento desses dados indica que, nos casos em que os presos provisórios pertençam às camadas mais pobres, de bairros periféricos, e em sua maioria sejam negros e subempregados, dificilmente terão condições de lutarem pela sua liberdade e defesa de sua inocência. As arbitrariedades permitidas em casos de prisão por tráfico criam um hiato entre o encarcerado e a ajuda, salvo os esforços de vocação missionária das diversas pastorais carcerárias, missões de capelania e de evangelismos com detentos. Influenciados pelo que nos afirma o apóstolo Paulo em sua carta aos Efésios, “Porque o fruto do Espírito está em toda bondade, e justiça e verdade (5:9)”, afirmamos que cremos neste tripé, bondade-justiça-verdade, como orientação para a construção de uma nova política pública sobre drogas e para uma mudança na lei 11.343/2006, que descriminalize o usuário e estabeleça critérios mais claros e objetivos para distinguir usuário e dependente, do traficante, assegurando ao usuário e dependente o direito constitucional á saúde, educação e projetos de requalificação profissional visando sua reintegração social. Da Bondade: a vocação da Igreja é para transformação de vidas, sem perder a esperança e a disposição para a misericórdia. A reconstrução da vida de um “criminoso” é sempre mais difícil socialmente do que a de um doente, de alguém que tenha passado por um tratamento. Da Justiça: a justiça bíblica não é referenciada na punição, mas no resgate. Não viola direitos do indivíduo, mas o orienta para o convívio. Não impõe formas de agir, mas chama a atenção para a presença do outro no relacionamento. A justiça deve valorizar a liberdade, e a liberdade é para o que Cristo nos resgatou. Nossas comunidades, atores importantes no acolhimento, na recuperação e no cuidado com a integralidade do ser humano (alma, corpo e espírito), não desejam serem usadas como instrumentos de privação e isolamento. Da Verdade: a verdade deve iluminar o caminho. Isso significa não se orientar pelo medo, que muitas vezes inspira ações desesperadas, mas pelo amor, que lança fora todo o medo e busca soluções que de fato visam a recuperação, o cuidado, a dignidade, a saída dos caminhos de morte. Pedimos portanto, a não votação do projeto 7663/2010, para que possam ser reparados e rediscutidos, artigos controversos e que comprometem a justiça e a dignidade, como a internação compulsória, a restrição de direitos, a criminalização do usuário, o fichamento dos internos e o envolvimento das instituições de ensino, além do endurecimento da pena e nenhum avanço em direção a superação dos estigmas e da marginalização, que transforma a população pobre no maior efetivo de nossas penitenciárias. Assim portanto cremos, e em Cristo, despedimos-nos, Abel Alves de Moraes – pastor, Comunidade Evangélica Nova Aliança Adriano Trajano – pastor batista Alexandre Demidoff – pastor, Igreja Cristã da Aliança Alfredo Luiz da Costa Filho – reverendo, Igreja Presbiteriana do Brasil, Campinas, SP André Guimarães – evangelista metodista, Rede Fale, RJ André Marçal – pastor, Igreja Cristã da Família, SP Anivaldo Padilha – pastor metodista, Koinonia Ariovaldo Ramos – pastor batista Antonia Leonora van der Meer – teóloga professora, Centro Evangélico de Missões, CEM Caio Marçal – missionário batista, sec. executivo Rede Fale Carlos Arnóbio – pastor, Assembléia de Deus Carlos Eduardo de Sousa e Silva – pastor, Igreja Cristã de Ipanema, RJ Carlos Henrique Machado – líder Igreja Presbiteriana Aliança Cláudio Silva – pastor de jovens, batista, RJ Claudiniz Braga – diretor Escola de Missões Urbanas Avalanche, ES Clemir Fernandes – pastor batista, RENAS Nacional, ISER, RJ Daniel Checchio – pastor, Comunidade Evangélica do Bexiga, e Rede Social do Centro, SP Daniel Moura – pastor, Missão Vida Davi Lenço – pastor batista Davina Castro – pastora, Igreja Batista Betânia de Sulacap, Centro de Cidadania e Ação Social (CCAS), RJ Derval Dasilio – pastor, Igreja Presbiteriana Unida, Maruípe, ES Devanir Oliveira – professor batista Diego Machado – pastor batista, coordenador projeto Cristolândia Rio de Janeiro Edval Campos Jr – pastor, coordenador ABENFI, SP Edvandro Machado Cavalcante – pastor Metodista, coordenador Pastoral Carcerária Metodista, RJ Edwin Ferraz – pastor batista Eliezer de Souza da Silva – articulador Rede FALE Campinas, SP Elizabeth de Almeida Silva – missionária, Jornal Recomeço, Leopoldina, MG Erivaldo de Moura – pastor presbiteriano, SP Fábio Py Murta de Almeida – professor, Seminário Batista do Sul Gilson Batista Sobral – pastor batista, SP Hélio Osmar Fernandes – pastor presbiteriano Hernani Francisco da Silva – rede Afrokut, movimento Negros e Negras Cristãos Humberto Costa – pastor batista, coordenador projeto Cristolândia São Paulo Ianê Nohueira do Vale – presbítera, Igreja Presbiteriana do Brasil Ingrid Sanchez Medeiros – Igreja Presbiteriana do Brasil Ilson Ferreira de Souza Jr – líder juventude batista, SP Jair de Castro Araújo – pastor, Igreja Presbiteriana de Sousas, Campinas, SP Joel Zeferino – pastor batista John Philip Medcraft – pastor, ACEV, Ação Evangélica, PB Jorjão Rodrigues – adm. da Rede Cristã de Responsabilidade Social José do Carmo da Silva (Zé do Egito) – reverendo metodista, MS José Martins Júnior – pastor júnior, Igreja Batista Vila das Belezas Júlio Oliveira – pastor Igreja Batista da Orla, São Gonçalo, RJ Leandro Silva – pastor missionário, Associação de líderes evangélicos de Felipe Camarão (ALEF), RN Leandro Barbosa – líder Comunidade Cristã Caverna de Adulão, MG Leonara Almeida – articuladora Rede Fale São Paulo Luciene Redondo de Freitas – assistente social, Igreja Batista do Povo Luiz Paulo Saldanha – pastor presbiteriano Marcelo Jaccoud da Costa – assistente social, Primeira Igreja Batista de Campo Grande, RJ Márcia Torres – Igreja Apostólica Yaweh Shamah Marco Davi – pastor batista Marcos Custódio – diretor executivo ong CADI-Origem, Manaus, AM Marcos Ribeiro – pastor, Escola Verbalizando Missões Urbanas, RJ Narcus Vinícius Matos – rede FALE Marli Marcandali – pastor, ministério JEAME, SP Miguel Adailton da Silva – missionário Missão Ágape Brasil Morgana Boostel – sec. executiva rede FALE Narcy Wutzki – teólogo professor, Seminário Teológico Batista Independente Natan de Castro – missionário ABU-Aliança Bíblica Universitária Neil Barreto – pastor, Igreja Batista Betânia em Sulacap, RJ Neto – pastor, Igreja Batista da Redenção Nilton Lind – pastor batista, ES Nelson Bento de Carvalho – pastor emérito, Igreja Evangélica Batista em Vila Guarani Otildes Maria Michel Sanchez – presidente da FEPAS Paulo Cesar Borges – pastor presbiteriano Paulo Santiago – secretário, RENAS Campinas Paulo Sérgio Falcarella – pastor da Igreja Batista do Povo, Curicica, RJ Paulo Felipe da Penha – pastor batista Rafael Lira – líder de Juventude Batista do Estado de São Paulo Rafael Simões Vaillant – pastor batista, Coroado, Gauarapari, ES Raul Nogueira – pastor Batista Regina Meire do Nascimento – diretora ministério JEAME, SP Reinaldo Júnior – pastor, Primeira Igreja Batista de São paulo Remy Damasceno Lopes – pastor batista Renan Porto – articulador rede FALE Uberaba Renato de Arruda – pastor presbiteriano Renato Saidel – pastor, sec. exec. Ação social Igreja Metodista 3ª região eclesiástica Ricardo Ramos – pastor batista, coordenador de ação social PIB Campo Grande, RJ Rodrigo Lins – pastor batista Ronaldo Guimarães – pastor, Comunidade Cristã S8, RJ Ronaldo Rutter – pastor batista Ronilso Pacheco – Comunidade Cristã S8, RJ Rosa Bonfim – líder Igreja Batista Independente de Gravataí – RS Ruth Silva – reverenda metodista, pastoral da 3ª Idade, RJ Sandra Mederos de Campos – pastora batista Sérvulo Costa – pastor presbiteriana, Igreja Presbiteriana, PE Sérgio Lun M. Santos – pastor, representante legal Aliança Evangélica Brasileira – AEB Sérgio Oliveira – pastor batista Sérgio Toledo – pastor metodista, SP Silvana Grandi – coordenadora sócioambiental, Igreja Batista da Liberdade, SP Silas Andrade, pastor batista, PIB em Ponto Chic, Nova Iguaçu, RJ Tânia Wtzki, coordenadora FEPAS – Federação das Entidades e Projetos Assitencias da CIBI – Convenção Batista Independente Tércio Sá Freire – pastor, Rede Evangélica Nacional de Ação Social, RENAS, SP Tereza Cassab – pastora, coordenadora Desperta Débora, SP Ubiratan da Silva – pastor, grupo gestor Rede de Agentes de proteção e Prevenção as Drogas, REAGE, PR Valdimir Andrede Julio – pastor, Comunidade Evangélica O Grande Amor de Deus Walcir Gomes da Silva – pastor batista Waldir Luiz – pastor batista Wellinton Pereira – pastor metodista, Visão Mundial Brasil Wilma Rodrigues Ribeiro – Assistente social Igreja Evangélica O Mundo Para Cristo Wilton Silva dos Santos – pastor PIB de Guaratinguetá http://vivario.org.br/evangelicos-se-manifestam-contrarios-a-pl-76632010/
  4. Não falo inglês mas pelo que entendi a maconha e a planta mais nutricional do mundo [media] http://youtu.be/jxJmFSmOrqo
  5. espero que der certo e uma bela iniciativa. Se vai ajudar a causa eu apoio.
  6. e bom que nao precisamos ir ate a holanda pra se divertir um pouco com a canabis regulamentada tem o Uruguai e pelo visto o chile tbm
  7. Traficante de maconha é condenado a escrever 5.000 palavras sobre o perigo da droga Um traficante de drogas recebeu uma sentença inusitada: foi condenado a escrever um ensaio com 5.000 palavras sobre o perigo da droga. Pai de dois filhos, Terry Bennett, 32, de Cold Ashton, na Inglaterra, foi preso com quase um quilo de maconha e admitiu a posse com intenção de traficar, segundo reportagem do site do jornal britânico Daily Mail. Ele foi condenado a 12 meses de prisão e 240 horas de trabalho comunitário, mas, por ter machucado o ombro há seis anos praticando snowboard o serviço de reinserção social o impediu de realizar a tarefa. Na última quinta-feira (21), Bennett foi novamente à corte, e o juiz Julian Lambert o condenou escrever um ensaio. Na sentença, o magistrado afirmou que, se Bennet não enviar o material até 4 de abril, será mandado imediatamente para a prisão. "Eu perguntei ao juiz se eu poderia escrever um argumento equilibrado a favor e contra a maconha, mas ele disse que já que é ilegal, eu só devo escrever sobre as coisas ruins", afirmou o traficante. Bennett, que deixou a escola aos 16 anos, vem pesquisando o assunto na internet e já começou a sua dissertação. "Eu vou fazer o meu melhor para escrever sobre determinados perigos causados pela droga que não são muito conhecidos", afirmou. Ele disse ainda que irá escrever sobre os males que surgem pelo fato de a droga ser ilegal, e não pela natureza da erva. "Irei provar que serei preso apenas pelo fato de a droga ainda ser ilegal", disse. "O estigma de ser associado ao uso da maconha pode prejudicar a sua posição social", "o dinheiro gerado pela venda da maconha não é tributável, ou seja, custa ao governo ao invés de ser uma fonte potencial de receita" e "por não ter regulamentação, produtores sem escrúpulos misturam a substância com areia e vidro" são alguns dos argumentos escritos por Bennet. http://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2013/03/26/traficante-de-maconha-e-condenado-a-escrever-5000-palavras-sobre-o-perigo-da-drogas.htm
  8. galera vote nesse tbm http://www2.camara.leg.br/agencia-app/votarEnquete/enquete/E979227A-6418-4F2C-A5CD-D7394FA389D7
  9. Cara vcs deviam ver os comentário la do uol vou dar uns exemplos "Primeiro liberam as drogas depois a pedofilia e por ai vai. "ferem o direito individual". Isso é a queda da moralidade." "Manaja, no Brasil é assim tudo que não conseguem combater por incapacidade querem legalizar, drogas, prostituição, desmanches, logo logo vão falar em legalizar o assalto, o sequestro, o assassinato, a violência contra mulheres, crianças e idosos, vergonhoso." Estas pessoas são completamente alienadas sem noção
  10. po desculpa nao tinha visto o outro topico. Moderaçao tranca o topico. E denovo peço desculpas.
  11. Estudo questiona relação entre uso de maconha e queda de QI em jovens Não há ligação comprovada de que droga reduz intelecto de adolescentes. Pesquisa foi divulgada na publicação científica 'PNAS'. Um estudo de referência no campo da pesquisa, que sugeria uma ligação entre o uso de cannabis e a queda no QI de adolescentes, pode não ter ido longe o suficiente em sua pesquisa, com as quedas de QI ocorrendo mais provavelmente devido a status socioeconômico menores do que por conta da maconha. O mais recente trabalho, publicado na revista da Academia Americana de Ciências, a "PNAS", também sugere que medidas de procedimento diferentes podem ser necessárias neste caso. "Meu estudo essencialmente mostra que os métodos utilizados e as análises apresentadas na pesquisa original são insuficientes para descartar outras explicações (para o QI mais baixo)", disse Ole Rogeberg, economista do Centro para Pesquisa Econômica Frisch, em Oslo. Acompanhamento de 40 anos A pesquisa de Saúde e Desenvolvimento Multidisciplinares Dunedin é um relatório contínuo produzido pela Universidade de Otago, da Nova Zelândia, que vinha monitorando 1.037 crianças do país nascidas entre abril de 1972 e março de 1973. A pesquisa acompanhou as crianças por 40 anos. , Os participantes foram testados periodicamente para medição de QI e outros índices, incluindo consumo de drogas. Em 2012 a psicóloga clínica Madeline Meier produziu um estudo dizendo que havia uma ligação entre o uso de maconha na adolescência e um QI mais baixo. Segundo o estudo, QI de adolescentes seria menor devido à condição econômica e não pelo uso linear de maconha (Foto: David McNew/Getty Images/AFP) Pesquisadores no estudo de Madeline compararam as tendências de QI de pessoas que nunca fumaram cannabis com quatro grupos de usuários da droga. Com isso, descobriu-se declínios maiores de QI com o uso de cannabis de forma "linear". O pressuposto fundamental no estudo de Madeline é que o uso da cannabis é a única diferença relevante entre os grupos testados, disse ele. O uso de um modelo de simulação mostrou que pode ser prematuro tirar uma inferência causal entre o uso de maconha e a queda de QI Por um lado, outro trabalho a respeito do grupo Dunedin, no qual o estudo da pesquisadora é baseado, sugere que o consumo precoce de cannabis é mais comum em pessoas com baixo autocontrole, problemas de conduta anteriores e altas pontuações para fatores de risco ligados ao status de famílias de baixa renda, escreveu o pesquisador na "PNAS". Tendo em conta estes fatores, os jovens de famílias de menor status tendem a acabar em ambientes menos exigentes intelectualmente, seja por opção ou por circunstância, o que aumentaria a diferença de níveis de QI à medida que envelheciam. "Nós não sabemos o quanto de mudança no QI podemos explicar por diferenças na educação, o tempo de prisão, estatuto profissional, etc, e se isso afeta as estimativas do estudo." http://g1.globo.com/...-em-jovens.html
  12. Caramba 50 gramas por semana e muito vei por isso que voce deve ter enjoado.
  13. Cara aquela resina e puro alcatrão e nicotina aquilo ali que causa câncer pode ate conter thc mas muito pouco, e não se usa isso para fazer haxixi e completamente diferente, estude mais .
  14. ai uma pergunta essa revista nao ia sair so em 2013 com voce consegui? ja esta a venda?