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Minigrower

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  1. * por Gerivaldo Neiva Ontem foi domingo e me droguei muito. Comecei por volta das 13h e só fui parar depois das 22h. Éramos uns poucos amigos e amigas, casais amigos, e quase todos se drogaram também. Uns mais e outros menos. Petiscamos durante o dia e só no final da festa é que resolvemos comer algo mais consistente. Sorrimos muito e também tivemos momentos de conversa séria. Eu, por exemplo, quando me drogo, tenho momentos de euforia e de silêncio. Passo horas ouvindo as pessoas e outras horas com o olhar perdido. Depois, peço desculpas e retorno à euforia e boas risadas. Um desses m
  2. A campanha do plebiscito da california eh um bom exemplo a se seguir... O teor das mensagens eh algo do tipo: mortes por alcool: x mil / mortes por consumir cannabis: 0. Tudo "baseado" em estudos, como adoram os trocadilhosos coxinhas! Hehehe
  3. É por essas e outras ideias que as FARC são conhecidas como "guerrilheiros" e "terroristas" pelos monopólios econômicos.
  4. E agora, Geraldo? Desinformação é a melhor arma pra fazer dinheiro com o proibicionismo... enquanto não temos regras claras e bem definidas para esses tipos de infração, o Estado vai lucrando quase 2 mil reais por cada motorista desavisado. Maconha ao volante. Cai outro mito do proibicionismo Tags: maconha ao volante, novo estudo. 1.Droga psicoativa no volante tira o sono e aguça os sentidos. Por outro lado, não fornece pré-aviso de quando o seu efeito vai acabar. Os caminhoneiros brasileiros, usuários do chamado “rebite”, sabem do risco e dos inúmeros companheiros que morrera
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