Ganjaman_SP

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Tudo que Ganjaman_SP postou

  1. Faz tempo que nao fumo um basiado largado mesmo, cansei de bolar fino...

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    2. Ganjaman_SP

      Ganjaman_SP

      neh, o objetivo é esse mesmo, colher colher, para sobreviver.. mas no momento isso nao eh a realidade, mas brevemente será.!

    3. black flag

      black flag

      Eu só fumava fino de prensado, depois que colhi meu primeiro green, nunca mais bolei nenhum fino.

      Até porque eu acho que fino de green não queima direito. hehehe!!

    4. diegrow

      diegrow

      prox vez me chama capeta ahuahuhuaa

  2. Hoje é dia de finados. Parabens pelo seu dia porquinhas rosadas....

  3. GORDO SEMPRE FAZ GORDICES...

  4. eh nois mano, satisfaçao total saber q estou ajudando alguem... qdo vc for la me chama...
  5. certo, obrigado. não estou me auto diagnosticando, fui diagnosticado por um profissional da area, no caso um psiquiatra... ele me diagnosticou com transtorno bipolar do humor...mas nao fiquei satisfeito com esse diagnostico e pesquisei por conta propria... de fato eu tenho algum transtorno amigao...vc nao me conhece, nao convive comigo, nao sabe oq acontece aqui... eu sei mas nao queria ver, agora aceitei o fato de que o problema pode estar em mim e nao nos outros... eu me identificava(aceitava) com o transtorno bipolar mas nao completamente, dae pesquisando achei esse transtorno explosivo e as semelhanças das caracteristicas sintomaticas sao gritantes... estou buscando ajuda medica profissional, nao se preocupe... mais uma vez obrigado pela participaçao no topico PPerverso.
  6. ae mano, vc pode ateh ter perdido uma batalha, mais nao perdeu a guerra... nao desista dos seus ideais, faça uma guerrilha...hehe
  7. sou desinformado no assunto quando se trata de Ayahuasca, falei aquilo com base noq eu sei, que no caso eh muito pouco. oque eu sei eh q sao usados cipos e raizes nao eh? eh facil achar os igredientes pela cidade? ou ateh mesmo cultiva-los em casa? em uma breve pesquisa encontrei a seguinte informaçao: Jagube & Rainha A preparação da ayahuasca faz-se combinando o cipó 'Jagube' (Banisteriopsis Caapi) com as folhas do arbusto chamado 'Rainha' (Psychotria Viridis). Estes dois ingredientes são fervidos juntos durante várias horas, à fim de liberar as suas substâncias ativas. Enquanto a folha do Rainha contem naturalmente a substância psicoactiva DMT (dimethyltriptamine), o cipó do Jagube do seu lado contem MAOI (harmine, harmaline), que juntos produzem o efeito espiritual conhecido. O jagube é considerado pelos xamãs como a alma do chá, o guia ao fio da experiência.
  8. Alzheimer’s by Jack Herer Around 1983, when my mother was 75 years old, she was in the first stages of Alzheimer’s disease. She came out to California from Miami Beach for six weeks to visit my children and me. My son, Barry went into the airport to get her, while I waited in the car. Although she had just seen him the year before, she didn’t recognize him and thought he was trying to pick her up. My older sister, Marlene, explained to me that was a symptom of the disease. At that time, I was just beginning to write a book called “The Emperor Wears No Clothes” about the history of hemp, including the medical history of cannabis. I had read many reports about diseases being treated with cannabis, including the first reports on Alzheimer’s disease and dementia. One report said that if you smoke marijuana morning, noon and night you won’t have a problem with Alzheimer’s. It won’t go away but it won’t progress and may even go backwards a little bit. My mother didn’t smoke except for maybe 10 tobacco cigarettes a year. When she came to California I gave her marijuana morning, noon and night. She smoked it and ate it. She had never tried it before. Prior to this, I was never able to really talk to my mother. Our conversations always consisted of her telling me to “don’t do this” or “don’t do that.” Now, for the first time, I was able to talk to my mother about everything including politics, family and about when she first came to the U.S. from Poland 60 years before. It was the most wonderful time in my whole life being able to talk with my mother like that. My only regret was that I didn’t give it to her when she was 45 or 55. After six weeks she had no symptoms of Alzheimer’s whatsoever. Then it was time for her to go back to Miami Beach to my stepfather. I sent her back with about 60 joints. I was planning on sending her 60 already rolled joints a month. When she got home she showed her husband what she was doing and he had a fit about her smoking so she quit. He said “You can’t smoke marijuana. I don’t care if you think it’s good for you or not. It’s against the law.” They threw away the 60 joints. Two years later my mother got so bad she was put into a hospital. One year later she didn’t recognize me or my children at all. She died in 1990. The last 4 years she didn’t recognize me at all when I came to visit. When I wrote the first edition (106 pages) of my book, I wrote that Alzheimer’s disease is best treated by using marijuana morning, noon, and night (not once in a while). Everyone thought I was crazy, including my brother and sister. I have kept up on all the information about marijuana for the last 30 years. I’ve known about the preliminary studies for Alzheimer’s since the early ‘80s. It was recently reported on CNN and newspapers throughout the world that using marijuana is the best treatment for Alzheimer’s. If you use marijuana morning, noon and night it won’t progress. You may even get better. If you start using it when you’re 20 or 30 or 40, your chances are high you will not get Alzheimer’s. Cannabis has been proven to be many times more effective than the drugs currently being used to treat it. But marijuana is illegal in most places. fonte: http://www.jackherer.com/contact/ EH JACK HERER, "Cannabis has been proven to be many times more effective than the drugs currently being used to treat it. But marijuana is illegal in most places." REVOLTANTE.!
  9. nao duvido das suas palavras, mas vc consegue cultivar os igredientes da Ayahuasca em casa? e a Cannabis vc consegue cultivar em casa? vc consegue ateh mesmo dentro de um PC...
  10. Eh horrivel isso neh cara, quando vc surta vc fica tremendo de raiva e "precisa" quebrar alguma coisa pra satisfazer esse surto, mas logo em seguida vem a depressao e o arrependimento. Nao adianta fugir da realidade, temos q assumir que somos doentes e precisamo de tratamento. Nao podemos viver escravos desse transtorno e/ou escravos do sistema medico com seus remedios venenosos. Ainda bem que temos conhecimento que a Cannabis eh o remedio mais seguro do mundo. E ainda bem que temos espaços como Growroom para nos ensinar a cultivar nossa Cannabis.
  11. pode crer cara, vou ter que me tornar um autodidata em tudo mesmo. ja fui atras de meditação para ver se ajuda no meu transtorno, vou pesquisar sobre yoga tbm. Pq dinhero para fazer aulas de yoga nao tem, isso eh coisa de bacana...
  12. Isso eh de familia, meu avô falava q ele se transformava em Hulk tbm, hj ele está com mal de alzheimer bem avançado... Meu pai tbm ficava contando historias que quando ele era jovem era brigão, ficava "cego" e batia em todo mundo... Eu nao quero isso pra mim, eu nao quero que minha filha me veja tendo surtos de raiva...como eu ja vi meu pai tendo alguns e via meu avô tendo varios... Nunca tive experiencias com ayahuasca, se um dia ela me escolher nao vou recusar conhece-la...mas ateh agora ela nao quis cruzar meu caminho... A Cannabis ajuda tbm, sim, ajuda muito. Eu nao vejo como um problema ter q estar sempre consumindo cannabis, inalando ou ingerindo.
  13. Comecei a escrever sobre Transtorno Explosivo Intermitente no topico Bipolaridade X Maconha. Mas Transtorno Explosivo Intermitente nao eh bipolaridade. mas tambem nao deixa de ser um transtorno psiquiatrico. --- Uma vez fui em um psiquiatra e fui diagnosticado com Transtorno Bipolar do Humor e me foi receitado um Estabilizador de Humor. Cheguei a tomar o remedio mas o tratamento nao durou muito tempo, nao senti mudança significativa nenhuma no meu transtorno, mas nao tinha dinheiro para ficar pagando as consultas entao, larguei mão. O problema continuava o mesmo, após muitos surtos seguidos de depressão, decidi encarar a verdade e aceitar que tenho um transtorno mental e decidi pesquisar, entao encontrei o Transtorno Explosivo Intermitente, suas caracteristicas descrevem perfeitamente quando eu tenho surtos de raiva. Sou pai, casado, minha filha é pequena tem 7 meses, nao quero que ela cresça vendo seu pai tendo surtos de raiva. Tendo conhecimento dos riscos de tomar medicamentos Estabilizadores de Humor e Antidepressivos, eu optei por nao me envenenar com esses remedios. O uso da Cannabis aumenta o meu controle, eu fico calmo, relaxado, tranquilo e feliz. Quando surgem as situaçoes de "gatilho" eu me controlo muito mais quando estou sob efeitos da Cannabis e dificilmente eu tenho um surto. Vou entar explicar para vocês oque eh esse Transtorno Explosivo Intermitente: Transtono psiquiátrico, onde a pessoa, nos momentos de raiva, não consegue conter seu comportamento e acaba perdendo o controle: xinga, berra, ameaça, destrói objetos, ataca fisicamente as pessoas. Possui as seguintes características: -Apesar de não premeditar, depois desses ataques percebe que exagerou nas atitudes e sente vergonha, culpa e arrependimento. -Seus ataques de raiva nada têm a ver com o uso de álcool ou de drogas. -Apesar desses comportamentos, o portador do transtorno não tem problemas sérios com a Justiça. -Geralmente, na família há pessoas que apresentam o mesmo problema. O tratamento envolve psicoterapia com técnicas de manejo de estresse e estratégias para resolução de conflitos, com ênfase no auto-conhecimento e identificação das próprias emoções. Além disto, existem estratégias farmacológicas, envolvendo medicamentos com características de estabilizadores de humor ou de antidepressivos. fonte: http://pt.wikipedia....vo_intermitente Muitas vezes são conhecidas como pessoas que tem o "pavio curto". A família e amigos, relatam que quando a pessoa esta bem, é uma excelente companhia, tem bom coração, é gentil. Porém, diante de um "gatilho" (situações que desencadeiam a reação agressiva extremada), o indivíduo se expressa de forma violenta, através de explosões verbais ou físicas. fonte: http://www.transtorn...termitente.com/ Ainda durante a minha pesquisa fui conhecer os remedios indicados para tratamento desse transtorno, Estabilizadores de Humor e Antidepressivos. Encontrei diversas informacoes sobre os efeitos colaterais. Mas vou deixar essas informacoes para o final do post. Uma vez sabendo dos efeitos colaterais desses remedios estou decidido a nao tomar esses medicamentos. Eles são venenos que prejudicam nossa saude e as vezes nos tornam dependentes. Nós sabemos que a Cannabis eh o medicamento mais seguro do mundo. Eu prefiro usar este medicamento. Na Cannabis encontramos as seguintes entre muitas propriedades: Antidepressivo(CBG, CBC): Que combate a depressão mental ou física. Anticonvulsivantes(THV, CBD): Prevenção e tratamento das crises convulsivas e epiléticas, neuralgias e também no tratamento de transtornos de humor, como transtorno bipolar e ciclotimia. Sedativo(CBN): Capaz de reduzir a ansiedade e exercer um efeito calmante. Ansiolíticos(CBD): Usadas para diminuir a ansiedade e a tensão. Antipsicóticos(CBD): Preferencialmente usados no tratamento sintomático das psicoses, principalmente a esquizofrenia, também são utilizados como anestésicos e em outros distúrbios psíquicos. fonte: http://www.growroom.net/board/topic/47899-pesquisa-das-propriedades-medicinais-da-canabis/#entry946777 Nós conhecemos também tantos outros beneficios da Cannabis na nossa saude, mas talvez o mais importante eh saber que usando Cannabis estamos nos previnindo de muitas outras doenças, ate mesmo cancer, alem de tratar as doenças que ja temos. Para o meu proprio bem e para o bem da minha familia eu uso a Cannabis para tratar meu Transtorno Explosivo Intermitente. --- Reaçoes Adversas de alguns Remedios Estabilizadores de Humor Lítio - Os mais comuns são acne, aumento do apetite, edema, fezes amolecidas, ganho de peso, gosto metálico, leucocitose, náuseas, polidipsia, poliúria, tremores finos. É importante destacar que o lítio tem uma faixa de níveis séricos terapêuticos bastante estreita, podendo facilmente atingir níveis tóxicos (vômitos, dor abdominal, ataxia, tonturas, tremores grosseiros, disartria, nistagmo, letargia, fraqueza muscular, que podem evoluir para o estupor, coma, queda acentuada de pressão, parada do funcionamento renal e morte). Acido valpróico, divalproato - Os efeitos colaterais mais comuns são: ataxia, aumento do apetite, ganho de peso, desatenção, fadiga, náuseas sonolência, sedação, diminuição dos reflexos, tremores, tonturas (Swann, 2001). Carbamazepina - Os efeitos colaterais mais comuns da carbamazepina são ataxia, diplopia, dor epigástrica, toxicicidade hepática, náuseas, prurido, rash cutâneo, sedação, sonolência, tonturas (Swan, 2001). fonte: http://marciocandian...20Carbamazepina Antidepressivos Inibidores da Monoaminooxidase (IMAOs) Necessidade de atenção médica Freqüentes: hipotensão ortostática grave (vertigens e tonturas, especialmente ao levantar; podem ocorrer quedas); dividir ou reduzir as doses quando necessário. Menos freqüentes: diarréia, edema nos pés e tornozelos (pode ceder espontaneamente em semanas); caso persista, monitorar eletrólitos para verificar a existência da síndrome de secreção inadequada do hormônio antidiurético; estimulação simpática (taquicardia e palpitação), menos freqüentemente nervosismo e excitação. Raros: hepatite, leucopenia, síndrome de Parkinson, síndrome serotonérgica na combinação com medicamentos serotonérgicos (amitriptilina, clomipramina, doxepina, imipramina; fluoxetina, sertralina, paroxetina ou trazodona). A síndrome pode se manifestar por confusão mental, hipomania, inquietação, mioclonias, hiperreflexia, arrepios, calafrios, tremores, diarréia, incoordenação e febre. A melhora é rápida com a retirada das substâncias. Necessidade de atenção médica se persistirem Menos freqüentes: efeito anticolinérgico, síndrome da secreção inadequada do hormônio antidiurético (levando à diminuição na produção de urina); visão turva; estimulação do SNC (mioclonias durante o sono, inquietação ou agitação, dificuldades no sono) mais freqüente com tranilcipromina; disfunção sexual (anorgasmia em homens e mulheres, alterações ejaculatórias, raramente impotência masculina); sonolência (mais freqüente com fenelzina e isocarboxazida); cefaléia leve sem aumento da pressão arterial; aumento de apetite e peso relacionado à fissura por carboidratos; aumento da sudorese; hipotensão ortostática; vertigens, tontura, cansaço ou fraqueza leve; abalos musculares ou tremores. Raros: anorexia; calafrios; constipação; boca seca. Antidepressivos Tricíclicos (ADTs) Efeitos colaterais: Anticolinérgicos: associados ao bloqueio muscarínico, são os mais freqüentes e sua intensidade declina com o passar do tempo ou redução do antidepressivo. São eles: boca seca (recomenda-se estimular higiene bucal freqüente), visão turva (por dificuldade de acomodação visual), obstipação (em idosos há risco de íleo paralítico) e retenção urinária. Cardiovasculares: aumento da freqüência cardíaca, achatamento da onda T, raramente prolongamento do intervalo PR e aumento do complexo QRS, dose-dependentes e observados em concentrações plasmáticas acima dos níveis terapêuticos; hipotensão postural (idosos devem ser orientados e monitorados pelos riscos de quedas e nestes casos a nortriptilina estaria mais indicada); as propriedades antiarrítmicas quinidina-símile dos ADTs favorecem seu uso em pacientes com extrassístoles ventriculares. Neurológicos: tremores de mãos, sedação (principalmente amitriptilina e maprotilina), latência para lembrar, mioclonias, parestesias, dificuldade para encontrar palavras e gagueira, agitação e hiperestimulação paradoxal, estados confusionais podem ocorrer em idosos, raramente convulsões (doses elevadas, aumento rápido, principalmente com maprotilina e clomipramina), movimentos coreoatetóides e acatisia. Os pacientes devem ser orientados para não operar máquinas perigosas, dirigir veículos, caso sonolentos, e evitar consumo de álcool. Metabólicos e endócrinos: aumento da secreção de prolactina, mas galactorréia e amenorréia secundária são raras. Outro efeito raro é a hiponatremia da síndrome de secreção inadequada do hormônio antidiurético, descrita com amitriptilina e clomipramina. Reações cutâneas: exantemas, urticária, eritema multiforme, dermatite esfoliativa e fotossensibilidade; ocorrem em 2% a 4% dos pacientes nas duas primeiras semanas de tratamento. Gastrintestinais: raramente ocorrem alterações de função hepática. Outros efeitos colaterais não menos importantes se referem àqueles que podem ser confundidos com a própria sintomatologia depressiva. Estão incluídos neste item: ganho de peso, associado ou não à preferência por carboidratos, principalmente com amitriptilina e imipramina; disfunções sexuais (redução da libido, retardo ou inibição ejaculatória e inibição do orgasmo); alterações do sono (pesadelos, alucinações hipnagógicas e hipnopômpicas). Aumento de ansiedade e "síndrome tricíclica precoce" podem ocorrer nos primeiros dias de tratamento, principalmente em pacientes com ataques de pânico, e melhoram com associação de benzodiazepínicos. Dificuldades de memória são mais comuns em idosos e no curso do tratamento profilático. Síndrome de abstinência ou de descontinuação: Em um pequeno grupo de pacientes a interrupção abrupta de ADTs, principalmente após tratamento prolongado, é acompanhada de uma síndrome de abstinência que ocorre nas primeiras 48 horas após a suspensão do antidepressivo. Os sintomas podem estar relacionados a um efeito rebote de hiperatividade colinérgica. Clinicamente a síndrome se caracteriza por sintomas de mal-estar geral, alterações gastrintestinais (náuseas, vômitos, diarréia), ansiedade, irritabilidade, insônia, sonhos vívidos, movimentos parkinsonianos ou acatisia. Podem ocorrer ataques de pânico, arritmias cardíacas, delirium e menos freqüentemente agitação. Recomenda-se a diminuição gradativa da medicação ao longo de algumas semanas. O esquema seguido no Gruda-IPq HCFMUSP consiste na retirada imediata de 50 % da dose e de 25 % a cada dois dias do restante. Intoxicação (superdosagem): Caracterizada por confusão, convulsões, alterações de concentração, sonolência grave, alargamento de pupilas, alteração da freqüência cardíaca, febre, alucinações, inquietação ou agitação, respiração curta ou difícil, cansaço e fraqueza intensa e vômitos. O tratamento da intoxicação consiste em diminuição da absorção (esvaziamento gástrico com lavagem), aumento da eliminação (administração de pasta de carvão ativado seguida de estimulação catártica), e tratamento específico das intercorrências cardiopulmonares. Antidepressivos inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRSs) Em função de sua ação seletiva, apresentam perfil mais tolerável de efeitos colaterais, existindo também diferenças entre os principais efeitos colaterais dos diferentes ISRSs. De forma geral, os efeitos colaterais mais freqüentemente relatados são: Gastrintestinais: os efeitos anticolinérgicos da paroxetina podem levar a maior incidência de obstipação intestinal em detrimento de diarréia; por outro lado, alguns estudos sugerem maior incidência de diarréia com a sertralina em relação à fluoxetina, e citalopram. Reações dermatológicas: mais freqüentes com a fluoxetina. Freqüentemente aparecem na forma de urticária, que pode estar acompanhada por febre, artralgia e eosinofilia. Efeitos psiquiátricos: a fluoxetina parece estar mais relacionada ao aparecimento de efeitos colaterais como agitação, insônia, ansiedade, ciclagem para a mania e nervosismo. Entretanto, os outros ISRSs podem apresentar os mesmos efeitos com o emprego de doses mais elevadas. Alterações de peso: a sertralina está associada a uma discreta perda de peso no início do tratamento; a fluoxetina parece ser mais potente na inibição do apetite, com maior perda de peso no início do tratamento; a paroxetina, ao contrário, foi associada a ganho de peso, o que também foi relatado com o citalopram. Disfunção sexual: o uso de ISRSs foi associado principalmente a retardo ejaculatório em homens e anorgasmia em mulheres; a paroxetina está associada a uma maior incidência desses efeitos colaterais, o que poderia ser explicado por sua potência na inibição da recaptação de serotonina e sua mínima atividade dopaminérgica. Síndrome serotonérgica: A seletividade de ação dos ISRSs, que explica a redução no perfil de efeitos colaterais, pode, por outro lado, aumentar o risco de interação com outras substâncias que afetem a transmissão serotonérgica, levando ao aparecimento de sintomas que são freqüentemente descritos como síndrome serotonérgica. Os sintomas podem aparecer em casos de intoxicação por ISRSs ou mesmo com o emprego de doses terapêuticas de substâncias serotonérgicas associadas, como ADTs, IMAOs, ISRSs e lítio. Também podem ocorrer na substituição entre substâncias, quando não se observa período de wash-out adequado para a total eliminação da substância. Foram descritos: alterações cognitivas e comportamentais (confusão, hipomania, agitação), do sistema nervoso autônomo (diarréia, febre, diaforese, efeitos na pressão arterial, náuseas e vômitos) e neuro-musculares (mioclonias, hiperreflexia, incoordenação e tremores). Sintomas de retirada (descontinuação): Os sintomas que aparecem na retirada dos ISRSs são clinicamente benignos, podem aparecer dentro de 1 a 10 dias após a retirada da medicação (embora no caso da fluoxetina possam aparecer várias semanas depois, em função de seu perfil farmacocinético.), e persistir por até 3 semanas. Os sintomas mais freqüentes são tonturas, vertigens, ataxia, sintomas gastrintestinais (náuseas e vômitos), sintomas gripais, distúrbios sensoriais (parestesias), alterações de sono (insônia, sonhos vívidos), e sintomas psíquicos (irritabilidade, agitação, ansiedade). Assim como acontece com outras substâncias psicoativas, estes sintomas podem ser o resultado de alterações adaptativas que mais freqüentemente envolvem o ajustamento de receptores para compensar a atividade farmacológica da droga (efeito rebote). O aparecimento dos sintomas correlaciona-se com a queda nos níveis plasmáticos dos ISRSs, o que explica sua maior incidência na retirada de paroxetina e fluvoxamina do que durante a retirada de fluoxetina. Entretanto, a maior ocorrência desses sintomas com a paroxetina pode ser explicada não apenas pelo perfil farmacocinético, mas também por seus efeitos anticolinérgicos. Inibidor seletivo de recaptura de 5-HT/NE (ISRSN) Venlafaxina Os efeitos colaterais mais freqüentemente relatados com o uso da venlafaxina são: náuseas, tonturas, sonolência; com doses acima de 225 mg/dia podem aparecer sintomas como hipertensão, sudorese abundante, tremores. A hipertensão aparece como resultado da inibição da recaptação de noradrenalina, desenvolvendo-se em cerca de 3% dos pacientes que fazem uso de 100 mg/dia; 5% dos pacientes em uso de doses entre 101 e 200 mg/dia; 7% dos pacientes em uso de doses entre 201 e 300 mg/dia; e 13% dos pacientes em uso de doses acima de 300 mg/dia. Porém, em menos de 1% dos pacientes o tratamento deve ser interrompido por este motivo. A magnitude do aumento nos níveis da pressão arterial é de 2 mm/Hg com doses de 225 mg/dia e de 7,5 mm/Hg com doses de 375 mg/dia. O tratamento da hipertensão, quando necessário, inclui o uso de drogas antidepressivas. Os efeitos colaterais na esfera sexual aparentam ser dose-dependentes e parece não haver desenvolvimento de tolerância. Podem ser relatados diminuição da libido, anorgasmia, retardo ejaculatório e impotência. Inibidores de recaptura de serotonina e antagonista alfa 2 (IRSAs) Nefazodona Os efeitos colaterais de relevância clínica mais freqüentemente relatados são: cefaléia, boca seca, sonolência, náuseas, obstipação intestinal e ataxia; também foram relatados turvação de visão, dispepsia, fraqueza e "rash" cutâneo. Os efeitos cardiovasculares da nefazodona descritos em estudos realizados na fase anterior à comercialização incluem a queda nos níveis de pressão arterial (5,1% dos pacientes), hipotensão postural (2,8% dos pacientes) e bradicardia (1,5% dos pacientes). Intoxicação: Os sintomas agudos da intoxicação pela nefazodona incluem hipotensão, náuseas, vômitos e sonolência excessiva. O tratamento consiste em medidas de suporte e tratamento sintomático. A lavagem gástrica pode ser útil para reduzir a absorção da nefazodona. Trazodona Os efeitos colaterais mais freqüentes da trazodona são: sedação, hipotensão ortostática, tonturas, cefaléia, náuseas, boca seca. Reações alérgicas e irritação gástrica podem aparecer. Alguns relatos de casos sugerem associação entre a trazodona e o aparecimento de arritmias em pacientes que já apresentavam contrações ventriculares prematuras ou prolapso de válvula mitral. A trazodona está associada à ocorrência de priapismo (ereção peniana prolongada na ausência de estímulo). Neste caso, deve-se suspendê-la. Sugere-se avaliar com o paciente a troca do antidepressivo caso perceba que a freqüência e a duração das ereções está aumentando. O tratamento do priapismo consiste na injeção intra-cavernosa de solução de epinefrina (1 mcg/ml). Outras disfunções sexuais também podem aparecer. Intoxicação: Casos de intoxicação por trazodona freqüentemente se caracterizam por apresentar sedação, hipotensão, perda de coordenação muscular, náuseas e vômitos. O tratamento consiste na redução da absorção com lavagem gástrica e administração de carvão ativado, na tentativa de aumento da eliminação com diurese forçada e na adoção de medidas de monitorização cardíaca e de suporte. Inibidor seletivo de recaptação de norepinefrina (ISRN) Reboxetina Os efeitos colaterais mais significativos da reboxetina são: taquicardia, impotência, hesitação ou retenção urinária, insônia, sudorese excessiva, obstipação intestinal, boca seca. Em geral estes efeitos têm intensidade moderada, mesmo em doses acima de 8 mg/dia. Inibidor seletivo de recaptura de dopamina (ISRD) Bupropion O bupropion apresenta boa tolerabilidade. Entre os antidepressivos de nova geração, apresenta o menor potencial de indução de efeitos colaterais e a menor incidência de descontinuação do tratamento por intolerância. Os efeitos colaterais mais freqüentemente observados são agitação, ansiedade, rash cutâneo, diminuição do apetite, boca seca e obstipação intestinal. Entretanto, o aumento do risco de indução de convulsões é maior que o de outros antidepressivos, e mais freqüente com doses elevadas. A incidência de convulsões com a forma de liberação prolongada é de 0,1% em doses até 300 mg/ dia e de 0,4% em doses acima de 400 mg/ dia. Com o uso da forma de liberação imediata o risco passa para 0,4% com doses entre 300 e 450 mg/dia, podendo aumentar até dez vezes em doses entre 450 e 600 mg/dia. Para minimizar o risco de convulsões recomenda-se que cada dose do composto de liberação imediata não exceda 150 mg e do composto de liberação prolongada não exceda 200 mg. Deve-se observar intervalo de 4 horas entre as doses do composto de liberação imediata e de 8 horas entre as tomadas do composto de liberação prolongada. Intoxicação: Os efeitos clínicos da ingestão de doses elevadas de bupropion são: alucinações, diminuição do nível de consciência, náuseas, vômitos, convulsões (em 1/3 dos casos) e taquicardia, que pode evoluir para bradicardia e assistolia. O tratamento da intoxicação inclui medidas para diminuição da absorção. Pacientes estuporosos ou comatosos devem ser entubados; em seguida realizar lavagem gástrica e administração de carvão ativado a cada 6 horas se a ingestão ocorreu nas últimas 12 horas. Não se recomenda o xarope de ipeca para induzir vômitos pelo risco de convulsões. No caso de convulsões, administrar benzodiazepínicos por via endovenosa. É fundamental monitorizar ECG e EEG por pelo menos 48 horas e equilíbrio eletrolítico e ácido-básico em pacientes com estado de mal epilético. Medidas gerais de suporte, como diurese forçada, diálise ou hemoperfusão não são indicados, pois o bupropion e seus metabólitos apresentam lenta difusão dos tecidos para o plasma. Antidepressivo noradrenérgico e específico serotoninérgico (ANES) Mirtazapina A mirtazapina apresenta boa tolerabilidade. Os efeitos colaterais mais freqüentemente relatados são: sedação excessiva, ganho de peso (principalmente com o uso de doses baixas), boca seca, edema, obstipação intestinal, dispnéia. Em estudos clínicos realizados antes de seu lançamento observou-se a ocorrência de 2 casos (entre 2.796 pacientes) de agranulocitose reversível e de um caso de neutropenia grave também reversível. Sugere-se que a mirtazapina seja suspensa em pacientes que apresentarem febre ou outros sinais de infecção e tiverem baixa contagem de leucócitos. Intoxicação: A mirtazapina apresenta alguma segurança em casos de intoxicação (relato de ingestão de até 30 vezes a dose recomendada), sendo mais segura do que a imipramina. Os sinais e sintomas presentes em casos de intoxicação por mirtazapina incluem desorientação, tonturas, comprometimento de memória, taquicardia, sedação excessiva. O tratamento inclui medidas de suporte geral e monitorização das funções vitais. Pode-se empregar medidas para reduzir a absorção, como indução de emese e lavagem gástrica seguida da administração de carvão ativado. fonte: http://www.scielo.br...ipt=sci_arttext
  14. Agora vamos falar da Cannabis, vou citar apenas 5 das diversas propriedades medicinais da Cannabis: Antidepressivo(CBG, CBC): Que combate a depressão mental ou física. Anticonvulsivantes(THV, CBD): Prevenção e tratamento das crises convulsivas e epiléticas, neuralgias e também no tratamento de transtornos de humor, como transtorno bipolar e ciclotimia. Sedativo(CBN): Capaz de reduzir a ansiedade e exercer um efeito calmante. Ansiolíticos(CBD): Usadas para diminuir a ansiedade e a tensão. Antipsicóticos(CBD): Preferencialmente usados no tratamento sintomático das psicoses, principalmente a esquizofrenia, também são utilizados como anestésicos e em outros distúrbios psíquicos. Agora vou deixar uma pergunta para vocês. Quais são os efeitos colaterais do uso medicinal da Cannabis: Acho que foi no documentario Run From the Cure que eu vi a seguinte definição: "Os efeitos colaterais da Cannabis são: Felicidade e Fome." Eu sofro desse Transtorno Explosivo Intermitente, vou tentar explicar para vocês: Transtono psiquiátrico, onde a pessoa, nos momentos de raiva, não consegue conter seu comportamento e acaba perdendo o controle: xinga, berra, ameaça, destrói objetos, ataca fisicamente as pessoas. Possui as seguintes características: -Apesar de não premeditar, depois desses ataques percebe que exagerou nas atitudes e sente vergonha, culpa e arrependimento. -Seus ataques de raiva nada têm a ver com o uso de álcool ou de drogas. -Apesar desses comportamentos, o portador do transtorno não tem problemas sérios com a Justiça. -Geralmente, na família há pessoas que apresentam o mesmo problema. O tratamento envolve psicoterapia com técnicas de manejo de estresse e estratégias para resolução de conflitos, com ênfase no auto-conhecimento e identificação das próprias emoções. Além disto, existem estratégias farmacológicas, envolvendo medicamentos com características de estabilizadores de humor ou de antidepressivos. fonte: http://pt.wikipedia....vo_intermitente Muitas vezes são conhecidas como pessoas que tem o "pavio curto". A família e amigos, relatam que quando a pessoa esta bem, é uma excelente companhia, tem bom coração, é gentil. Porém, diante de um "gatilho" (situações que desencadeiam a reação agressiva extremada), o indivíduo se expressa de forma violenta, através de explosões verbais ou físicas. fonte: http://www.transtorn...termitente.com/ Uma vez fui em um psiquiatra e fui diagnosticado com Transtorno Bipolar do Humor e me foi receitado um Estabilizador de Humor. Cheguei a tomar o remedio mas o tratamento nao durou muito tempo, nao senti mudança significativa nenhuma no meu transtorno, mas nao tinha dinheiro para ficar pagando as consultas entao, larguei mão. O problema continuava o mesmo, entao decidi aceitar que tenho um transtorno mental e decidi pesquisar, entao encontrei o Transtorno Explosivo Intermitente, suas caracteristicas descrevem perfeitamente quando eu tenho surtos de raiva. Sou pai de familia, casado, minha filha é pequena tem 7 meses, nao quero que ela creça vendo seu pai tendo surtos de raiva. Tendo conhecimento dos riscos de tomar medicamentos Estabilizadores de Humor e Antidepressivos, eu optei por nao me envenenar com esses remedios. O uso da Cannabis aumenta o meu controle, eu fico calmo, relaxado, tranquilo e feliz. Quando surgem as situaçoes de "gatilho" eu me controlo muito mais sob efeitos da Cannabis e dificilmente eu tenho um surto.
  15. Continuando... Eles receitam também Remédios Antidepressivo, e aqui são suas reações adversas: Antidepressivos Inibidores da Monoaminooxidase (IMAOs) Necessidade de atenção médica Freqüentes: hipotensão ortostática grave (vertigens e tonturas, especialmente ao levantar; podem ocorrer quedas); dividir ou reduzir as doses quando necessário. Menos freqüentes: diarréia, edema nos pés e tornozelos (pode ceder espontaneamente em semanas); caso persista, monitorar eletrólitos para verificar a existência da síndrome de secreção inadequada do hormônio antidiurético; estimulação simpática (taquicardia e palpitação), menos freqüentemente nervosismo e excitação. Raros: hepatite, leucopenia, síndrome de Parkinson, síndrome serotonérgica na combinação com medicamentos serotonérgicos (amitriptilina, clomipramina, doxepina, imipramina; fluoxetina, sertralina, paroxetina ou trazodona). A síndrome pode se manifestar por confusão mental, hipomania, inquietação, mioclonias, hiperreflexia, arrepios, calafrios, tremores, diarréia, incoordenação e febre. A melhora é rápida com a retirada das substâncias. Necessidade de atenção médica se persistirem Menos freqüentes: efeito anticolinérgico, síndrome da secreção inadequada do hormônio antidiurético (levando à diminuição na produção de urina); visão turva; estimulação do SNC (mioclonias durante o sono, inquietação ou agitação, dificuldades no sono) mais freqüente com tranilcipromina; disfunção sexual (anorgasmia em homens e mulheres, alterações ejaculatórias, raramente impotência masculina); sonolência (mais freqüente com fenelzina e isocarboxazida); cefaléia leve sem aumento da pressão arterial; aumento de apetite e peso relacionado à fissura por carboidratos; aumento da sudorese; hipotensão ortostática; vertigens, tontura, cansaço ou fraqueza leve; abalos musculares ou tremores. Raros: anorexia; calafrios; constipação; boca seca. Antidepressivos Tricíclicos (ADTs) Efeitos colaterais: Anticolinérgicos: associados ao bloqueio muscarínico, são os mais freqüentes e sua intensidade declina com o passar do tempo ou redução do antidepressivo. São eles: boca seca (recomenda-se estimular higiene bucal freqüente), visão turva (por dificuldade de acomodação visual), obstipação (em idosos há risco de íleo paralítico) e retenção urinária. Cardiovasculares: aumento da freqüência cardíaca, achatamento da onda T, raramente prolongamento do intervalo PR e aumento do complexo QRS, dose-dependentes e observados em concentrações plasmáticas acima dos níveis terapêuticos; hipotensão postural (idosos devem ser orientados e monitorados pelos riscos de quedas e nestes casos a nortriptilina estaria mais indicada); as propriedades antiarrítmicas quinidina-símile dos ADTs favorecem seu uso em pacientes com extrassístoles ventriculares. Neurológicos: tremores de mãos, sedação (principalmente amitriptilina e maprotilina), latência para lembrar, mioclonias, parestesias, dificuldade para encontrar palavras e gagueira, agitação e hiperestimulação paradoxal, estados confusionais podem ocorrer em idosos, raramente convulsões (doses elevadas, aumento rápido, principalmente com maprotilina e clomipramina), movimentos coreoatetóides e acatisia. Os pacientes devem ser orientados para não operar máquinas perigosas, dirigir veículos, caso sonolentos, e evitar consumo de álcool. Metabólicos e endócrinos: aumento da secreção de prolactina, mas galactorréia e amenorréia secundária são raras. Outro efeito raro é a hiponatremia da síndrome de secreção inadequada do hormônio antidiurético, descrita com amitriptilina e clomipramina. Reações cutâneas: exantemas, urticária, eritema multiforme, dermatite esfoliativa e fotossensibilidade; ocorrem em 2% a 4% dos pacientes nas duas primeiras semanas de tratamento. Gastrintestinais: raramente ocorrem alterações de função hepática. Outros efeitos colaterais não menos importantes se referem àqueles que podem ser confundidos com a própria sintomatologia depressiva. Estão incluídos neste item: ganho de peso, associado ou não à preferência por carboidratos, principalmente com amitriptilina e imipramina; disfunções sexuais (redução da libido, retardo ou inibição ejaculatória e inibição do orgasmo); alterações do sono (pesadelos, alucinações hipnagógicas e hipnopômpicas). Aumento de ansiedade e "síndrome tricíclica precoce" podem ocorrer nos primeiros dias de tratamento, principalmente em pacientes com ataques de pânico, e melhoram com associação de benzodiazepínicos. Dificuldades de memória são mais comuns em idosos e no curso do tratamento profilático. Síndrome de abstinência ou de descontinuação: Em um pequeno grupo de pacientes a interrupção abrupta de ADTs, principalmente após tratamento prolongado, é acompanhada de uma síndrome de abstinência que ocorre nas primeiras 48 horas após a suspensão do antidepressivo. Os sintomas podem estar relacionados a um efeito rebote de hiperatividade colinérgica. Clinicamente a síndrome se caracteriza por sintomas de mal-estar geral, alterações gastrintestinais (náuseas, vômitos, diarréia), ansiedade, irritabilidade, insônia, sonhos vívidos, movimentos parkinsonianos ou acatisia. Podem ocorrer ataques de pânico, arritmias cardíacas, delirium e menos freqüentemente agitação. Recomenda-se a diminuição gradativa da medicação ao longo de algumas semanas. O esquema seguido no Gruda-IPq HCFMUSP consiste na retirada imediata de 50 % da dose e de 25 % a cada dois dias do restante. Intoxicação (superdosagem): Caracterizada por confusão, convulsões, alterações de concentração, sonolência grave, alargamento de pupilas, alteração da freqüência cardíaca, febre, alucinações, inquietação ou agitação, respiração curta ou difícil, cansaço e fraqueza intensa e vômitos. O tratamento da intoxicação consiste em diminuição da absorção (esvaziamento gástrico com lavagem), aumento da eliminação (administração de pasta de carvão ativado seguida de estimulação catártica), e tratamento específico das intercorrências cardiopulmonares. Antidepressivos inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRSs) Em função de sua ação seletiva, apresentam perfil mais tolerável de efeitos colaterais, existindo também diferenças entre os principais efeitos colaterais dos diferentes ISRSs. De forma geral, os efeitos colaterais mais freqüentemente relatados são: Gastrintestinais: os efeitos anticolinérgicos da paroxetina podem levar a maior incidência de obstipação intestinal em detrimento de diarréia; por outro lado, alguns estudos sugerem maior incidência de diarréia com a sertralina em relação à fluoxetina, e citalopram. Reações dermatológicas: mais freqüentes com a fluoxetina. Freqüentemente aparecem na forma de urticária, que pode estar acompanhada por febre, artralgia e eosinofilia. Efeitos psiquiátricos: a fluoxetina parece estar mais relacionada ao aparecimento de efeitos colaterais como agitação, insônia, ansiedade, ciclagem para a mania e nervosismo. Entretanto, os outros ISRSs podem apresentar os mesmos efeitos com o emprego de doses mais elevadas. Alterações de peso: a sertralina está associada a uma discreta perda de peso no início do tratamento; a fluoxetina parece ser mais potente na inibição do apetite, com maior perda de peso no início do tratamento; a paroxetina, ao contrário, foi associada a ganho de peso, o que também foi relatado com o citalopram. Disfunção sexual: o uso de ISRSs foi associado principalmente a retardo ejaculatório em homens e anorgasmia em mulheres; a paroxetina está associada a uma maior incidência desses efeitos colaterais, o que poderia ser explicado por sua potência na inibição da recaptação de serotonina e sua mínima atividade dopaminérgica. Síndrome serotonérgica: A seletividade de ação dos ISRSs, que explica a redução no perfil de efeitos colaterais, pode, por outro lado, aumentar o risco de interação com outras substâncias que afetem a transmissão serotonérgica, levando ao aparecimento de sintomas que são freqüentemente descritos como síndrome serotonérgica. Os sintomas podem aparecer em casos de intoxicação por ISRSs ou mesmo com o emprego de doses terapêuticas de substâncias serotonérgicas associadas, como ADTs, IMAOs, ISRSs e lítio. Também podem ocorrer na substituição entre substâncias, quando não se observa período de wash-out adequado para a total eliminação da substância. Foram descritos: alterações cognitivas e comportamentais (confusão, hipomania, agitação), do sistema nervoso autônomo (diarréia, febre, diaforese, efeitos na pressão arterial, náuseas e vômitos) e neuro-musculares (mioclonias, hiperreflexia, incoordenação e tremores). Sintomas de retirada (descontinuação): Os sintomas que aparecem na retirada dos ISRSs são clinicamente benignos, podem aparecer dentro de 1 a 10 dias após a retirada da medicação (embora no caso da fluoxetina possam aparecer várias semanas depois, em função de seu perfil farmacocinético.), e persistir por até 3 semanas. Os sintomas mais freqüentes são tonturas, vertigens, ataxia, sintomas gastrintestinais (náuseas e vômitos), sintomas gripais, distúrbios sensoriais (parestesias), alterações de sono (insônia, sonhos vívidos), e sintomas psíquicos (irritabilidade, agitação, ansiedade). Assim como acontece com outras substâncias psicoativas, estes sintomas podem ser o resultado de alterações adaptativas que mais freqüentemente envolvem o ajustamento de receptores para compensar a atividade farmacológica da droga (efeito rebote). O aparecimento dos sintomas correlaciona-se com a queda nos níveis plasmáticos dos ISRSs, o que explica sua maior incidência na retirada de paroxetina e fluvoxamina do que durante a retirada de fluoxetina. Entretanto, a maior ocorrência desses sintomas com a paroxetina pode ser explicada não apenas pelo perfil farmacocinético, mas também por seus efeitos anticolinérgicos. Inibidor seletivo de recaptura de 5-HT/NE (ISRSN) Venlafaxina Os efeitos colaterais mais freqüentemente relatados com o uso da venlafaxina são: náuseas, tonturas, sonolência; com doses acima de 225 mg/dia podem aparecer sintomas como hipertensão, sudorese abundante, tremores. A hipertensão aparece como resultado da inibição da recaptação de noradrenalina, desenvolvendo-se em cerca de 3% dos pacientes que fazem uso de 100 mg/dia; 5% dos pacientes em uso de doses entre 101 e 200 mg/dia; 7% dos pacientes em uso de doses entre 201 e 300 mg/dia; e 13% dos pacientes em uso de doses acima de 300 mg/dia. Porém, em menos de 1% dos pacientes o tratamento deve ser interrompido por este motivo. A magnitude do aumento nos níveis da pressão arterial é de 2 mm/Hg com doses de 225 mg/dia e de 7,5 mm/Hg com doses de 375 mg/dia. O tratamento da hipertensão, quando necessário, inclui o uso de drogas antidepressivas. Os efeitos colaterais na esfera sexual aparentam ser dose-dependentes e parece não haver desenvolvimento de tolerância. Podem ser relatados diminuição da libido, anorgasmia, retardo ejaculatório e impotência. Inibidores de recaptura de serotonina e antagonista alfa 2 (IRSAs) Nefazodona Os efeitos colaterais de relevância clínica mais freqüentemente relatados são: cefaléia, boca seca, sonolência, náuseas, obstipação intestinal e ataxia; também foram relatados turvação de visão, dispepsia, fraqueza e "rash" cutâneo. Os efeitos cardiovasculares da nefazodona descritos em estudos realizados na fase anterior à comercialização incluem a queda nos níveis de pressão arterial (5,1% dos pacientes), hipotensão postural (2,8% dos pacientes) e bradicardia (1,5% dos pacientes). Intoxicação: Os sintomas agudos da intoxicação pela nefazodona incluem hipotensão, náuseas, vômitos e sonolência excessiva. O tratamento consiste em medidas de suporte e tratamento sintomático. A lavagem gástrica pode ser útil para reduzir a absorção da nefazodona. Trazodona Os efeitos colaterais mais freqüentes da trazodona são: sedação, hipotensão ortostática, tonturas, cefaléia, náuseas, boca seca. Reações alérgicas e irritação gástrica podem aparecer. Alguns relatos de casos sugerem associação entre a trazodona e o aparecimento de arritmias em pacientes que já apresentavam contrações ventriculares prematuras ou prolapso de válvula mitral. A trazodona está associada à ocorrência de priapismo (ereção peniana prolongada na ausência de estímulo). Neste caso, deve-se suspendê-la. Sugere-se avaliar com o paciente a troca do antidepressivo caso perceba que a freqüência e a duração das ereções está aumentando. O tratamento do priapismo consiste na injeção intra-cavernosa de solução de epinefrina (1 mcg/ml). Outras disfunções sexuais também podem aparecer. Intoxicação: Casos de intoxicação por trazodona freqüentemente se caracterizam por apresentar sedação, hipotensão, perda de coordenação muscular, náuseas e vômitos. O tratamento consiste na redução da absorção com lavagem gástrica e administração de carvão ativado, na tentativa de aumento da eliminação com diurese forçada e na adoção de medidas de monitorização cardíaca e de suporte. Inibidor seletivo de recaptação de norepinefrina (ISRN) Reboxetina Os efeitos colaterais mais significativos da reboxetina são: taquicardia, impotência, hesitação ou retenção urinária, insônia, sudorese excessiva, obstipação intestinal, boca seca. Em geral estes efeitos têm intensidade moderada, mesmo em doses acima de 8 mg/dia. Inibidor seletivo de recaptura de dopamina (ISRD) Bupropion O bupropion apresenta boa tolerabilidade. Entre os antidepressivos de nova geração, apresenta o menor potencial de indução de efeitos colaterais e a menor incidência de descontinuação do tratamento por intolerância. Os efeitos colaterais mais freqüentemente observados são agitação, ansiedade, rash cutâneo, diminuição do apetite, boca seca e obstipação intestinal. Entretanto, o aumento do risco de indução de convulsões é maior que o de outros antidepressivos, e mais freqüente com doses elevadas. A incidência de convulsões com a forma de liberação prolongada é de 0,1% em doses até 300 mg/ dia e de 0,4% em doses acima de 400 mg/ dia. Com o uso da forma de liberação imediata o risco passa para 0,4% com doses entre 300 e 450 mg/dia, podendo aumentar até dez vezes em doses entre 450 e 600 mg/dia. Para minimizar o risco de convulsões recomenda-se que cada dose do composto de liberação imediata não exceda 150 mg e do composto de liberação prolongada não exceda 200 mg. Deve-se observar intervalo de 4 horas entre as doses do composto de liberação imediata e de 8 horas entre as tomadas do composto de liberação prolongada. Intoxicação: Os efeitos clínicos da ingestão de doses elevadas de bupropion são: alucinações, diminuição do nível de consciência, náuseas, vômitos, convulsões (em 1/3 dos casos) e taquicardia, que pode evoluir para bradicardia e assistolia. O tratamento da intoxicação inclui medidas para diminuição da absorção. Pacientes estuporosos ou comatosos devem ser entubados; em seguida realizar lavagem gástrica e administração de carvão ativado a cada 6 horas se a ingestão ocorreu nas últimas 12 horas. Não se recomenda o xarope de ipeca para induzir vômitos pelo risco de convulsões. No caso de convulsões, administrar benzodiazepínicos por via endovenosa. É fundamental monitorizar ECG e EEG por pelo menos 48 horas e equilíbrio eletrolítico e ácido-básico em pacientes com estado de mal epilético. Medidas gerais de suporte, como diurese forçada, diálise ou hemoperfusão não são indicados, pois o bupropion e seus metabólitos apresentam lenta difusão dos tecidos para o plasma. Antidepressivo noradrenérgico e específico serotoninérgico (ANES) Mirtazapina A mirtazapina apresenta boa tolerabilidade. Os efeitos colaterais mais freqüentemente relatados são: sedação excessiva, ganho de peso (principalmente com o uso de doses baixas), boca seca, edema, obstipação intestinal, dispnéia. Em estudos clínicos realizados antes de seu lançamento observou-se a ocorrência de 2 casos (entre 2.796 pacientes) de agranulocitose reversível e de um caso de neutropenia grave também reversível. Sugere-se que a mirtazapina seja suspensa em pacientes que apresentarem febre ou outros sinais de infecção e tiverem baixa contagem de leucócitos. Intoxicação: A mirtazapina apresenta alguma segurança em casos de intoxicação (relato de ingestão de até 30 vezes a dose recomendada), sendo mais segura do que a imipramina. Os sinais e sintomas presentes em casos de intoxicação por mirtazapina incluem desorientação, tonturas, comprometimento de memória, taquicardia, sedação excessiva. O tratamento inclui medidas de suporte geral e monitorização das funções vitais. Pode-se empregar medidas para reduzir a absorção, como indução de emese e lavagem gástrica seguida da administração de carvão ativado. fonte: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1516-44461999000500006&script=sci_arttext
  16. http://www.youtube.com/watch?gl=BR&hl=pt&v=i7rAb0oaBLA (Introdução do filme entitulado "Psiquiatria: Indústria de Morte" mostrando algumas verdades sobre o campo psiquiátrico.) E oque isso tem haver com a Cannabis? Eles ganham montanhas de dinheiro receitando remedios que nao curam ninguem e deixam as pessoas cada vez mais doentes e dependentes de mais remedios. Problemas mentais existem e alguns podem ser tratados com o remedio mais seguro do planeta a famosa Cannabis. Vou me concentrar no Transtorno Explosivo Intermitente que é o meu caso em particular. Eles receitam remedios estabilizadores de humor. Aqui vai um pouco sobre eles: Estabilizadores do Humor são substâncias utilizadas para a manutenção da estabilidade do humor, não sendo essencialmente antidepressivas nem sedativas. À exceção do Lítio, todos os demais Estabilizadores do Humor são, ao mesmo tempo, anticonvulsivantes. Reaçoes Adversas de alguns Remedios Estabilizadores de Humor Lítio - Os mais comuns são acne, aumento do apetite, edema, fezes amolecidas, ganho de peso, gosto metálico, leucocitose, náuseas, polidipsia, poliúria, tremores finos. É importante destacar que o lítio tem uma faixa de níveis séricos terapêuticos bastante estreita, podendo facilmente atingir níveis tóxicos (vômitos, dor abdominal, ataxia, tonturas, tremores grosseiros, disartria, nistagmo, letargia, fraqueza muscular, que podem evoluir para o estupor, coma, queda acentuada de pressão, parada do funcionamento renal e morte). Acido valpróico, divalproato - Os efeitos colaterais mais comuns são: ataxia, aumento do apetite, ganho de peso, desatenção, fadiga, náuseas sonolência, sedação, diminuição dos reflexos, tremores, tonturas (Swann, 2001). Carbamazepina - Os efeitos colaterais mais comuns da carbamazepina são ataxia, diplopia, dor epigástrica, toxicicidade hepática, náuseas, prurido, rash cutâneo, sedação, sonolência, tonturas (Swan, 2001). fonte: http://marciocandian...20Carbamazepina
  17. prefiro nao opinar a respeito desse policialzinho de merda... mas se a Cannabis Medicinal for usada para recuperar os usuarios de crack, nao precisaria gastar 78 bilhoes... enfim... todo mundo sabe, ngm faz nada, pq rende mt dinhero...
  18. 1988 foi um marco importantissimo para as politicas de guerra contra as drogas...
  19. eh nada po, ele ja disse q sofre de fortes dores nas costas, por conta disso q ele nao para queto, ta toda hora jogado na cadera de um jeito ou em pé mesmo todo torto... Cannabis Medicinal pode curar a dor nas costas q ele tem...ele pode ter uma qualidade de vida muito melhor se usar Cannabis Medicinal... as segundas intenções sao as seguintes: o cara vai se curar das dores, ter uma qualidade de vida muito melhor e ainda poderá servir de exemplo e nos ajudar a legalizar nossa planta querida. campanha sem fins lucrativos, apenas com a finalidade de ajudar uma pessoa a se curar e usar essa pessoa como exemplo para legalizacao.
  20. ae galera, todo mundo ta acompanhando o "caso mensalao", mas venho aqui propor uma campanha para ajudar o ministro relator Joaquim Barbosa... nao sei se vcs sabem mas o cara fica todo torto por causa das dores nas costas... nós deveriamos fazer uma campanha: " Joaquim Barbosa a Cannabis Medicinal pode curar sua dor nas costas." o cara foi pro exterior pra fazer um tratamento, ridiculo neh, Cannabis nasce no Brasil tbm po.!
  21. vamos lutar e torcer para que essas ideias se tornarem realidade...