phd_thc

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  1. Marcha SP, Growroom

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    2. playmogil
    3. RafaSKANK

      RafaSKANK

      foi top demaissss !!

    4. Mete-o-loko

      Mete-o-loko

      kkkkk boa... " nao sou muito bom jardineiro, mas a galera do growroom sempre ajuda" showw

  2. São Paulo - Nesta semana a decisão da justiça de obrigar o governo de São Paulo a fornecer o medicamento Canabidiol a um menino de 7 anos do interior do estado reacendeu o debate sobre o uso da maconha medicinal no país. O Canabidiol (CBD) é um dos 80 canabinoides presentes na planta Cannabis sativa - a planta da maconha - e tem propriedades médicas para tratar diversas doenças que afetam o sistema nervoso central. A substância virou motivo de debate depois que mães de crianças epilépticas começaram a importar ilegalmente o remédio para dar a seus filhos. O caso da menina Anny Fischer é um dos mais famosos, já que ela foi a primeira a conseguir autorização judicial para a importação do CBD. Em 29 de maio, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), em reunião da diretoria colegiada, adiou a decisão sobre a retirada do CBD da lista de substâncias proibidas no país para permitir seu uso como medicamento. As documentações e pareceres relacionados ao tema estão sob a análise do Diretor Jaime Oliveira, que solicitou vista do processo antes de relatar seu voto. Ainda não há uma data de quando a discussão será retomada. Segundo a Anvisa, já foram formalizados 35 pedidos de importação excepcional de Canabidiol. Desses, 18 já foram autorizados - o pedido mais antigo, segundo a Agência, é de 7 de julho de 2014 O restante está aguardando a apresentação de documentação do paciente para a concessão da autorização ou aguardando análise inicial da área técnica. Nesta semana o Conselho Federal de Medicina se reuniu em Brasília para uma audiência sobre o canabidiol. A diretoria ouviu especialistas e deve se posicionar publicamente sobre a prescrição de canabinoides em breve. É importante lembrar que o que está sendo discutido é apenas a reclassificação da substância Canabidiol pela Anvisa, o que permitiria que qualquer pessoa com uma receita conseguisse importar medicamentos feitos com base nela. Veja a seguir alguns argumentos a favor e outros contrários à reclassificação do CBD: A favor: Renato Malcher, neurocientista e professor de Ciências Fisiológicas da Universidade de Brasília, em entrevista à EXAME.com: "Em relação ao uso do CBD puro, já existem algumas pesquisas de clínicas - a principal delas foi feita no Brasil em 1980 e outras foram expostas em congressos - que indicam que ele é eficaz para tratar epilepsia, mesmo nos casos em que a epilepsia não responde a nenhum medicamento. Isso é o mais importante: o CBD serve para todas as epilesias. Isso é importante porque o efeito dos remédios usados contra a epilepsia são muito fortes, em níveis quase tóxicos. Não há nenhuma razão para ter toda essa dificuldade a não ser o estigma em relação à maconha. A discussão toda começou por causa da extração do óleo que tem alto índice de CBD e baixo de THC [outro componente da maconha]. Também para esses casos há documentação científica que comprova sua eficácia e segurança. Não há problema em relação ao THC, porque é uma quantidade pequena e ele também tem efeito anti-convulsivo. Além disso, o CBD tem uma vantagem sobre qualquer outro remédio porque atua em diversos sintomas ao mesmo tempo. Inclusive sintomas de autismo - e autismo e epilepsia andam de mãos dadas." Dráuzio Varella, em artigo em seu site e depois em debate sobre a liberação da maconha medicinal: "Estudo recente mostrou que 11% dos pacientes ficaram livres das crises convulsivas com o uso de maconha com teores altos de canabidiol; em 42% o número de crises diminuiu 80% e, em 32% dos casos, a redução variou de 25% a 60%. Canabinoides sintéticos de uso oral estão liberados em países europeus." "Se fosse o meu filho eu faria a mesma coisa", se referindo ao caso das mães que estão importanto CBD sem autorização da Anvisa para dar a seus flhos epilépticos. Contra: Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas, em manifesto público: “No Brasil, o canabidiol vem sendo estudado por vários grupos, inclusive professores da USP. Os resultados têm sido animadores, principalmente para transtornos de ansiedade e episódios psicóticos, mas ainda falta muito. A ABEAD acredita que para que a substância seja liberada para o tratamento de uma doença é preciso cumprir várias etapas metodológicas, como estudo em animais, estudo em humanos, duplo-cego com placebo, com amostras representativas de diferentes populações e estudos que possam ser replicados. Existe também a necessidade de realização de estudos de longo prazo, com diferentes tipos da mesma doença, sobre os efeitos adversos, estudos multicêntricos, com amostras representativas, bioequivalência, faixa terapêutica, comparação entre os medicamentos já utilizados. Portanto, até que sejam comprovados os reais efeitos do canabidiol, a ABEAD desaprova que a Anvisa libere a importação da substância." FONTE: EXAME.COM http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/discussao-contra-e-a-favor-da-maconha-medicinal-continua
  3. Remédio à base de maconha alivia epilepsia em crianças A justiça brasileira acaba de autorizar, pela primeira vez, a importação de um medicamento derivado da maconha. Veja como a erva ajuda a tratar a epilepsia São Paulo -- Nesta semana, a justiça brasileira autorizou, pela primeira vez, a importação de um medicamento derivado de maconha contra a epilepsia. A droga deve aliviar as convulsões que infernizam a vida de Anny de Bortoli Fischer, uma garotinha de 5 anos de Brasília. Ainda que os estudos científicos sobre o tema sejam escassos, casos em vários países mostram que derivados da maconha podem tratar ou aliviar sintomas de uma série de doenças, incluindo formas severas de epilepsia. Anny sofre com a epilepsia desde que era bebê. Ela tinha de 30 a 80 crises convulsivas por semana, segundo relato da Folha de S. Paulo. Para atenuar esse quadro, sua mãe, Katiele Fischer, chegou a importar ilegalmente um remédio à base de canabidiol (CBD), um dos 80 princípios ativos (as substâncias que produzem algum efeito no corpo humano) da maconha. O medicamento reduziu a ocorrência de convulsões e trouxe alívio à menina. Mas a última remessa encomendada pela família de Anny foi retida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), já que a venda de maconha e seus derivados é ilegal no Brasil. Katiele recorreu à justiça de Brasília, que autorizou a família a importar a droga. Ela chega na forma de um óleo a ser ministrado em doses diárias. A decisão da justiça não libera a venda do medicamento no país e nem vale para outras pessoas. Nos Estados Unidos, Epilepsy Foundation, organização que apoia pessoas epiléticas e seus familiares, vem defendendo o amplo acesso dos pacientes a esse medicamento. A Fundação diz que há 2,3 milhões de americanos com epilepsia e que, desses, 1 milhão sofrem com convulsões incontroláveis. Em casos extremos, essas convulsões podem matar a pessoa. O canabidiol não cura a doença, é claro. Mas tem se mostrado mais eficaz que outras drogas no alívio das crises. Há, porém, dúvidas sobre seus possíveis efeitos nocivos em tratamentos prolongados, já que faltam testes clínicos com a droga. A Food and Drug Administration (FDA), o órgão americano equivalente à Anvisa, não proíbe a venda do canabidiol. Esse composto não tem efeito psicotrópico e, em princípio, é visto como seguro quando usado sob orientação médica. O canabidiol, porém, não tem os certificados necessários para ser vendido como medicamento nos Estados Unidos. Por isso, os laboratórios que trabalham com a droga (o que é permitido em 20 estados americanos) a descrevem como complemento alimentar. A maconha propriamente dita ainda é classificada como droga perigosa pelas leis federais americanas. Isso acaba dificultando as pesquisas sobre o uso medicinal da erva e de seus derivados, incluindo o CBD. Em março, a FDA, passou a classificar um dos medicamentos à base de CBD, o Epidiolex, como uma “droga órfã” (como noticiou o Wall Street Journal). Essa designação é atribuída a medicamentos para doenças raras que precisam de mais testes para ter seus efeitos comprovados. Com a decisão da FDA, o laboratório que produz o Epidiolex passa a ter incentivos fiscais para realizar testes clínicos com a droga, além de exclusividade em sua comercialização nos Estados Unidos por sete anos. O Epidiolex é usado no tratamento da síndrome de Lennox-Gastaut, uma forma severa de epilepsia. Seu liberação para testes traz mais uma esperança para quem sofre da doença. O vídeo abaixo, parte de uma campanha pela legalização do uso medicinal da maconha no Brasil, conta a história de Anny: Fonte: http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/remedio-a-base-de-maconha-alivia-epilepsia-em-criancas?page=1
  4. cara, com toda humildade do mundo, foda-se a globo. Nós usamos a globo p explanar a informação que estamos batendo na tecla faz 10 anos
  5. phd_thc

    Cultivo Na Tv Folha

    hahahahaha.... tu viu ontem, depois de muita treta saiu do forno! Ja ja pipoca o vídeo oficial p growlera!
  6. phd_thc

    Cultivo Na Tv Folha

    é nóis que voa bruxão
  7. Maconha: a polêmica legalização do Uruguai e as startups que investem no ramo Duas notícias chamaram a atenção na semana passada: a delegação brasileira que pretende impedir a legalização da maconha no Uruguai e o lançamento da Nutella com cannabis nos Estados Unidos. No INFONews, mostramos como outros países lidam com a legalização e porque algumas startups estão investindo na droga. http://info.abril.com.br/tvinfo-novo/infonews/Maconha-polemica-legalizacao-Uruguai-startups-investem-assunto-d76fbc8b6d5d4772e1df2075bfdc2549.shtml
  8. pior que cuspir no prato que comeu é querer comer no prato que cuspiu

    1. PPerverso

      PPerverso

      Acho que fizeram pior que isso...

  9. isto ta parecendo guerra santa, algo sem fim.... é triste pro movimento pq no fundo todo mundo quer a mesma coisa... bora esquecer isso galera... vamos somar, SEMPRE! unido a gente fica em pé, dividido a gente cai (sabotage)
  10. pior que cuspir no prato que comeu é querer comer no prato que cuspiu
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    2. rattlehead

      rattlehead

      caraio...montei um assim na casa do meu velho, usei pra 2 cultivos, e tive que desativar...agora só no micro cultivo! hahahaha

    3. Paulinhuuu

      Paulinhuuu

      Assim que é,assim que tem que ser..

      dazhora mano,bigup.

    4. mettalph

      mettalph

      Meu sonho pegar o ecritório em casa e fazer um desses. Dia desses apareço com ele montado, e os móveis tudo na área de serviço huehuehuehue.