cannabicamente

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  1. No verão era mais simples, com uma ventilação legal deu certo demais (e como tu falou, ainda é mais ameno no porão). Agora no inverno deu m.... demais! A oscilação de temperatura em janeiro passava fácil de 10°C durante o dia pq o sistema de aquecimento do basement estava meio que desativado, para reativar tinha que fazer uma obra, etc etc... Resumindo: tinha, mas tava faltando! ehehe
  2. Amigo @canadien, é 100% realidade esse problema que temos que contornar devido ao calor. Mas no caso do cultivo no Canadá (ou em outros países mais frios), especialmente no inverno, é bom vc ficar bem antenado na temperatura. Sabe como você resolve seu problema fácil (minha experiência)? Passa uns dias monitorando e registrando a temperatura em 4 cantos do seu basement (sugestão: às 7am, 1pm 9pm). Depois disso, dá para ver se (e quanto) a mudança vai impactar no ambiente (e, consequentemente, na temperatura interna da tenda). Cara, pq se o teu basement não tiver um aquecimento que segure vários dias de neve (o meu não tinha, ficava muito mais frio lá do que na casa em geral), dá para perder as plantas em poucos dias, principalmente se o substrato estiver molhado. Aí você fica na luta, tem que molhar, se molhar e esfriar demais a noite vai dar bad (de novo)... Enfim, é ter atenção dobrada pois as consequências do frio atingem as plantas de modo rápido e bem prejudicial (como nas raízes). Vou acompanhar a tua experiência e espero que tenha bastante sucesso!
  3. @canadien coloca na tua lista de cuidados especiais essa questão do teu sub-solo amigo, pois daqui até fevereiro só vem frio (logo no início do teu cultivo, e exatamente quando as seedlings são mais sensíveis às baixas temperaturas)... Vai da criatividade para resolver o problema - e da proximidade do aquecedor ehehe Outra ideia, também considerando que tu vai pegar o inverno no início, seria optar por mais substrato inerte (por experiência própria, no inverno de Montreal foi muito difícil lidar com o cultivo orgânico - quando passou pro inerte, rapaz, pareceu um milagre ou presente do Papai Noel...). Fica o relato, já que essa questão de substrato e nutrição são bem pessoais mesmo. Boa sorte!
  4. @pPiper sim amigo, muitas diferenças - na minha opinião, quanto à questão da qualidade, se forem genéticas boas não ficam muito a desejar comparando umas com as outras. Mas quando se tratam de terpenos (cheiros, sabores, aromas), tamanhos, tamanho de pistilos, oleosidade, etc etc, na produtividade de cada cepa... Ai sim elas podem variar bastante uma das outras... É uma ciência né cara ahaha As maravilhas da natureza...
  5. Amigo, essa sua planta me fez lembrar de uma Flowerbomb Kush que colhi recentemente. Foi interessante observar pq tinham 3 da mesma genética juntas, mesmo ambiente, mesma nutrição, mesmo substrato - e a 3ª demorou MUITO MAIS para amadurecer do que as 'irmãs'. Tipo, as irmãs estavam começando a dourar as glândulas de resina com 56 dias, a outra passou dos 70 dias e ainda estavam com aquela cor bem transparente. Até me impressionou realmente essa 'pegada sativa' dela ehehe O legal de acompanhar com uma lente (ou lupa) é que te dá condições de se planejar para colher no ponto ideal do amadurecimento delas (ai o conceito de 'ponto ideal' pode variar, por exemplo, tenho camaradas que preferem ela bem mais ambar do que eu).
  6. Essa receita é muito simples e serve como um acompanhamento super versátil (aqui em casa 'funciona' no café, no almoço ou no jantar ehehe acompanhando do sanduíche às saladas, passando pelas massas e torradinhas)... INGREDIENTES: 30 g de almeirão e/ou rúcula fresca (pode ser também 15g de cada - ou 10g de manjericão, 10g de almeirão e 10g de rúcula) 30 g de castanha-de-caju (ou nozes) 30 g de queijo parmesão (ou pecorino) 7 colheres de sopa de azeite medicinal Sal e Pimenta do reino (à gosto) MODO DE PREPARO: 1) Separe o almeirão, a rúcula, a castanha-de-caju e o queijo em 3 porções (essa é uma dica que facilita bastante o preparo, mas pode ser feito de uma vez só se você tiver um almofariz gigante ehehe); 2) Macere as folhas adicionando o azeite medicinal, a castanha-de-caju e o queijo aos poucos; 3) Retire totalmente a porção já macerada e continue com as 2 porções restantes (é importante retirar todo o pesto do almofariz/liquidificador/processador antes de adicionar uma nova porção); 4) Junte as 3 porções em um recipiente, adicione a pimenta-do-reino, o sal, mais 1 colher do azeite e misture bem.
  7. cannabicamente

    Pão Canábico

    Essa receita é especialmente interessante para pacientes que utilizam cannabis medicinal em seus tratamentos, pois em muitos casos o ideal é integrar a cannabis à dieta das mais diversas formas... INGREDIENTES: 500 mg de farinha de trigo (para a massa) 1 xícara de farinha de trigo (para polvilhar/trabalhar a massa) 325 ml de água (levemente morna) 10 g de fermento desidratado 1 colher de sopa de açúcar 1/2 colher de sopa de sal 1/2 xícara de manteiga de cannabis MODO DE PREPARO: 1º passo - Misturar tudo: Empilhe a farinha em uma superfície limpa, faça um buraco no centro, adicione o fermento, açúcar, sal e misture tudo. Em seguida, adicione a água e misture bem (a massa vai ficar grudenta). Logo na sequência, adicione a manteiga e misture a massa até obter uma massa grudenta porém consistente. 2º passo - Trabalhar a massa: Esfarinhe suas mãos e ‘trabalhando a massa’ empurrando, dobrando, batendo e enrolando ela por uns 5 minutos. Faça isso até perceber que a massa ficou elástica, bem menos grudenta do que antes (digamos, "sedosa"). 3º passo - Descansar: Coloque a massa em uma tigela, jogue um pouco de farinha por cima (funciona também se for pó de pão dormido - a velha farinha de rosca caseira), cubra com uma tampa (ou plástico filme ou uma toalha úmida) e deixe descansar por cerca de 50 min. 4º passo - Finalizando: Após quase dobrar de tamanho durante o 'descanso', tire o ar da sua massa por cerca de 30 segundos, esmagando-a, puxando e empurrando. Molde ou recheie a massa se/como quiser - e deixe descansar novamente por 45 minutos (ou até que tenha dobrado de tamanho). 5º passo - Assar: Pré-aqueça o forno a 180 ° C e asse por 25-30 minutos (ou até que os pães estejam dourados no topo). Aqui em casa a gente faz sempre esse pão recheado com tomate cereja (inteiro) e parmesão (em cubos pequenos). Fica muito bom galera, vale a pena o teste!
  8. Muito bom meu amigo @Bud Weiser. Lendo teu comentário lembrei de um grande amigo que cultivava em região de serra. Cara, o barro batido que o brother usava era loucura, jamais acreditaria que daria para tirar algo daquele 'substrato'. A resiliência (da planta e do humano que a cultiva)! Fazia o manejo moderando a água e outras malícias. Tirava coisas lindas! Já no meu jardim, se meter um barro no meio só vai dar confusão. Aqui se o substrato não for super leve e aerado a coisa não funciona legal.
  9. Rapaz, eu daria um limite de 2 semanas aí! Em questão de dias você deve perceber esse início da mudança para dourado, quando elas vão iniciar esse amadurecimento final delas... Eu espero sempre até boa parte das glândulas estarem douradinhas (algumas eventualmente ambar), mas não deixo ficarem muito ambar (ajuda contando os dias da floração). Essa ansiedade para colher é engraçada ne brother? Pq vc está bem no final, quaseee terminando, mas ainda faltam os últimos detalhes (igual uma boa festa). Se você contar o teu ciclo nos dias você vai conseguir acompanhar legal (apesar de não ter como mapear legal o processo pq com a semente do prensado não tem como ter ideia de com qual genética vc tá lidando). Tão top teus buds, parabéns brother!
  10. Amigo, acho que dá para esperar mais! Estarão maduras quando a maioria das glândulas estiverem douradinhas (meu ponto ideal, pouco antes do ambar). Boa sorte!